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terça-feira, 25 de setembro de 2012 - 15:20

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Conceitos, procedimentos e medidas para educação especial

por: Kamille Khristiny Meneses de Oliveira

Conceitos, procedimentos e medidas para educação especial
Conceitos, procedimentos e medidas para educação especial

 STIEGLER, Valdirene. Fundamentos Teóricos E Metodológicos Da Educação Especial. Massaranduba: IESAD, 2009.




Visando assegurar e garantir o acesso, a permanência e conclusão de todos os alunos na rede regular de ensino, o Brasil tem criado instrumentos e documentos norteadores para a ação educacional.



A legislação brasileira está fundamentada nos princípios inclusivos, que tem como objetivo geral garantir, além do acesso de todos à educação, garantir também o ensino especializado para os alunos que apresentam necessidades educacionais específicas no decorrer de sua escolarização.



Ter uma legislação que sustente as ações é importante, porém não garante o êxito da causa simplesmente por existir.



Concordando com STEGLER (2009, p.9) quando diz:





A escola, inserida num contexto maior, que é a sociedade, está buscando formas de se adaptar às novas mudanças. Porém, colocar em prática o que vem sendo preconizado pelas políticas públicas e movimentos mundiais, por si só, não garante a efetivação da inclusão no cotidiano da escola, além de não ser tarefa fácil, pois requer mudança cultural da Educação e da Escola, e isso não pode ser alcançado em curto prazo.





Os alunos com necessidades educacionais especiais ou de outras modalidades de ensino, têm o direito de receber atendimento especializado desde a Educação Infantil até o Ensino Superior, devendo assegurar-lhes currículos, métodos, técnicas, recursos e terminalidade específicos. Porém, se é uma realidade pouco presente e com mínimo suporte na Educação Infantil, como se espera que estes cheguem ao Ensino Superior e que tenham tal direito assegurado?



Conceituam-se alunos com necessidades educativas especiais alunos com dificuldade de aprendizagem, que surgem no decorrer do processo de escolarização; os alunos com distúrbios ou transtornos, que ocorrem por disfunções; e, alunos com deficiência física, mental ou sensorial.



Por maior competência e esforço que o professor tenha para lidar com estes casos, essas necessidades educativas requerem o atendimento de um profissional com pedagogia especializada, diferenciada: o Psicopedagogo.

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Esta apresentação reflete a opinião pessoal do autor sobre o tema, podendo não refletir a posição oficial do Portal Educação.

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colunista

Kamille Khristiny Meneses de Oliveira

Pedagoga pela Universidade Fundação Santo André-SP e Psicopedagoga pelo Instituto de Ensino Superior de Santa Catarina, formanda de Licenciatura em Artes Visuais pelo Programa do Governo Federal (PARFOR), na Universidade Regional de Blumenau (FURB), professora na Sociedade Educacional Leonardo da Vinci e pela Secretaria de Estado da Educação.

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