Sobre o conceito de memória

Sobre o conceito de memória
PSICOLOGIA
Neste estudo objetivamos desenvolver e aprofundar os conceitos a respeito de Memória e suas implicações nos processos mentais, cognitivos e perceptivos no processo de aquisição de conhecimento.

Estudos de processos de processos mentais básicos passaram por grandes transformações nas últimas duas décadas, graças aos avanços da Neurociência e às mudanças conceituais nos métodos de experimentação. A identificação de correlatos neurais e a inclusão de dados de primeira pessoa em experimentos abrem novas perspectivas para a compreensão dos processos cognitivo-perceptivo, entre eles a memória.

A importância da memória para o sujeito cognoscente é reconhecida ao longo da história do pensamento em geral. Santo Agostinho, por exemplo, chegava a igualar mente e memória, afirmando que todo funcionamento psicológico depende da memória. Assim, aquisição de hábitos, a compreensão do significado das palavras, e o reconhecimento de si mesmo como uma continuidade no tempo são capacitações da memória (Agostinho, séc. IV).

De certa forma, a formulação de Agostinho chega a prognosticar remotamente uma ligação entre os conceitos da primeira psicologia da memória de Aristóteles, e os modelos contemporâneos das ciências cognitivas, nos quais a memória encontra-se distribuída como propriedade do processamento em praticamente todos os sistemas (Greenberg & Rubin, 2003).

Usaremos como embasamento teórico para pautarmos nossas discussões do conceito de Memória em Bertrand Russel.

O presente estudo recupera formulações de memória em momentos diferentes da história e da Filosofia, mais intentará destacar e desenvolver essencialmente dois polos do pensamento Russeliano de memória: memória como hábito e memória como crença, bem como todas as implicações do uso e assentimento destes dois conceitos.

Nos estudos dos textos Russel e mesmo de suas fontes de pesquisa, percebe-se que sua grande preocupação ao se ocupar do tema memória é: a implicação da definição e uso deste conceito para o conhecimento em geral (epistemologia), levando-se em consideração que em Russel a memória pressupõe o conhecimento como um todo, sendo assim imprescindível para o sujeito cognoscente.

Bertrand Russell fará uma análise das diferenças que podem ocorrer entre as diversas relações cognitivas (tais como a atenção, sensação, memória e imaginação), e uma explicação de como os dados cognitivos (tais como percepções e conceitos) tornam-se elementos do conhecimento.Russell explica como o conhecimento pode envolver a familiaridade com fatos lógicos ou empíricos, e discute ainda a diferença entre o conhecimento (como uma dupla relação entre um sujeito e um objeto) e crença (como uma relação múltipla entre um sujeito e um complexo de objetos) e ainda explicará a diferença entre o conhecimento direto e indireto (ou seja, o conhecimento por familiaridade e conhecimento por descrição).

E, finalmente, no texto base desta pesquisa o autor definirá o que, para ele, pode ser conceituado como Memória.

Filosofia e o estudo da memória
Para os filósofos, memória, imaginação e percepção eram modalidades distintas de conhecimento do mundo. A distinção entre essas capacidades implicou na análise da relação entre vivacidade de imagens mnêmicas, sentimentos de decorrência do tempo, e julgamentos da realidade dos eventos e da referência deles ao passado.

É em Aristóteles (385-322 a.C.) que encontramos a primeira reflexão psicológica sistemática sobre a experiência da memória no tratado Sobre a Alma (trad. 1957), especificamente no capítulo

Sobre Memória e Recordação
Aristóteles propõe uma distinção entre duas modalidades de “apresentação”, ou seja, formas de trazer ideias à capacidade do raciocínio.       

A memória é contrastada com a recordação, sendo que a última é prerrogativa dos seres humanos. Ali se apresenta o que podemos entender como uma dissociação funcional entre manifestações da capacidade de lembrar, em duas classes: memória (mime) e recordação (anamnhseos). A primeira, uma função da faculdade primária de senso-percepção, constitui um modo especial de representação após um lapso de tempo percebido. A segunda consiste na reiteração dos objetos da memória e é um estado especial da consciência.

Nesse sistema, toda memória implica num tempo decorrido; então, somente animais que percebem o tempo têm a faculdade de lembrar. Tal afirmativa é assim justificada: a lembrança propriamente dita, para não ser tomada por uma sensação presente (alucinação), nem ser confundida com o reaprendizado de algo que já se sabia (reconhecimento/recognição), implica a consciência de ser o que realmente é, ou seja, uma memória, no tempo presente, de algo que foi percebido num tempo passado. “Lembrança, como nós a concebemos, implica essencialmente em consciência” (p.309).

Com efeito, Aristóteles circunscreveu a experiência à faculdade da memória, ligada à condição de principal condição para exercício do raciocínio (Abbagnano, 1971/2000).

No primeiro livro da sua Metafísica, Aristóteles enunciava uma das mais conhecidas premissas da sua teoria do conhecimento: a da experiência como condição para o conhecimento do mundo.

Num sistema em que “a ciência e a arte chegam aos homens através da experiência”, a especificidade da memória humana acompanha a capacidade de raciocinar (Spinelli, 1998, p.137). Animais que têm memória para as sensações que tiveram são mais aptos a aprender; entre estes, aqueles que têm arte e raciocínio podem produzir experiência a partir do que ficou na memória.

Hume, no Tratado da Natureza Humana (1740/2000) também dedicou-se ao problema de como se pode distinguir memórias de fantasias. A característica que distingue a memória da imaginação não estaria nas ideias simples nem na forma como elas se associam para formar ideias complexas. A imaginação pode representar todos os mesmos objetos que a memória nos oferece, e a única característica que as distingue é o sentimento quanto às ideias que representam. Hume argumenta que é a vivacidade das imagens que determina se um evento ou objeto será ou não considerado como passado. Esse sentimento advém da vivacidade das memórias e constitui um primeiro ato de julgamento sobre a realidade e caráter de passado dos eventos a que elas se referem. Assim, distinguir lembranças de imaginações somente é possível, pois as primeiras são mais fortes e vívidas. 

A grande dificuldade da teoria Humeneana, segundo o próprio Russel, é que “a sensação a de que uma imagem se supõe ser a cópia está no passado, quando a imagem existe, portanto só pode ser conhecida pela memória, enquanto por outro lado, a memória das sensações passadas só parece ser possível por meio de imagens presentes.” A grande questão é: Como comparar uma imagem presente com uma sensação passada?

Também o inglês William James (1842-1910) no seu célebre Princípios de Psicologia, o tratado mais influente da disciplina durante grande parte do século XX (James, 1890/1990) pesquisou e considerou a memória, através da distinção da memória primária, de memória propriamente dita, ou secundária. A primeira diz respeito à percepção de objetos num passado apenas intuído, ou seja, é a pós-imagem que caracteriza mais a fisiologia dos órgãos dos sentidos do que propriamente a recordação de um objeto ausente. A memória propriamente dita, por outro lado, refere-se a objetos ou eventos do passado pessoal: “Memória propriamente dita (...) é o conhecimento de um estado mental anterior, após ele haver saído da consciência; ou ainda o conhecimento de um evento ou fato, sobre o qual entrementes não estivemos pensando, somado à consciência de que o pensamos ou o experimentamos anteriormente. (p.424)”

A memória propriamente dita de James implica em uma consciência do passado, e a experiência de recordar consiste em estar ciente de que o que está ocorrendo é uma reativação ou recomposição de uma experiência anterior. Os elementos da manifestação da memória propriamente dita são um sentimento geral da direção do tempo passado, e um evento imaginado como contido nesse tempo passado, definido por um nome ou por seus conteúdos fenomenais, e tido por mim como parte da minha experiência. Sobre a relação entre memória e consciência, James ressaltava que a efetiva consciência que temos dos nossos próprios estados é sempre “pós-consciência”, mediada pela memória. 

Já René Descartes, em sua obra Meditações Metafísicas, demonstrou sua ‘total descrença’ na memória, que tem como principal fonte de subsídios os sentidos, sentidos que para ele não são bons, pois, segundo o pensador, foram os responsáveis em transferir a ele o que era tido como verdadeiro e seguro, e o enganaram em determinados momentos, ele então chega à conclusão de que se estes sentidos o enganaram, não são confiáveis e consequentemente não são bons.

Descartes diz que: “Tudo o que recebi, até presentemente, como o mais verdadeiro e seguro, aprendi-o dos sentidos ou pelos sentidos: ora, experimentei algumas vezes que esses sentidos eram enganosos, e é de prudência nunca se fiar inteiramente em quem já nos enganou uma vez (DESCARTES, 1979, p. 86)”

Em contrapartida, o filósofo irlandês George Berkeley (1685 – 1753) tem outra concepção de sentidos que atuam como coparticipes na formação da Memória, estes para ele são úteis ao conhecimento humano, uma vez que para ele todos os objetos deste conhecimento são realmente ideias impressas nos sentidos, em sua obra “Tratado sobre os Princípios do Conhecimento Humano”, Berkeley relata o seguinte:

“É evidente a quem tome para examinar os objetos do conhecimento humano, que eles também podem ser ideias atualmente impressa através dos sentidos, ou também semelhante às percebidas por atender as paixões e operações do espírito, ou finalmente ideias formadas por ajuda da memória e imaginação, também compondo, dividindo, ou simplesmente representando aquelas originalmente percebidas do modo supracitado. Pela vista eu tenho a ideia de luz ou de cores com seus diversos graus e variações. Pelo tato eu percebo, por exemplo, duro ou macio, quente ou frio, movimento e resistência, e de todos estes os de menor ou maior quantidade ou grau. O olfato fornece-me aromas; o paladar, sabores, e a audição traz sons para o espírito em toda sua variedade de tons e composição. E como os diversos destes são observados na companhia um do outro, eles vem marcados por um nome, e nesse caso, são renomeados como uma coisa. Neste caso, por exemplo, certas cores, sabores, aromas, forma e consistência se observados juntos, são tidos como para explicar uma coisa distinta, significada pelo nome maçã.”Berkeley apresenta na passagem acima, que as ideias impressas nos sentidos, paixões, operações da mente bem como as ideias formadas pela memória e imaginação são todos objetos de conhecimento. Sendo assim, entende-se que tudo o que é objeto de conhecimento humano é percebido, e esta percepção é realizada pelos sentidos, tato, olfato, paladar, audição, visão. Rios, casas, sensações de dor e quimeras, todos seriam conhecidos ou percebidos pelos homens através dos sentidos, sendo esta a diferença que queremos mostrar: para Descartes os sentidos não são confiáveis, enquanto para Berkeley é o contrário, com todas as implicações referentes à MEMÓRIA que estes dois postulados inferem.

Memória em Bertrand Russell
Em sua obra clássica “Análise da Mente” (The Analysis of Mind), Bertrand Russell (1872-1970) ressaltou a influência generalizada da memória no processo de conhecer o mundo, considerando que praticamente toda forma de conhecimento pressupõe alguma modalidade de memória (Russell, 1919/1995).

Russel iniciará suas discussões a partir dos impactos da memória no conhecimento, sendo que uma questão importante sobre os limites do conhecimento é: se o conhecimento pode ser atingido de coisas que estão além da nossa própria experiência pessoal, o que para ele só ocorre pelo fato de que podemos relembrar e agrupar vários fragmentos de nossas experiências pessoais.

Outra questão importante sobre os limites do conhecimento é se a natureza de nossa experiência é mental ou física, o que em muita remonta as discussões atuais da Filosofia da Mente (Problema mente-cérebro). De acordo com Russell, "o monismo materialista" é a teoria de que toda realidade é física, e que os fenômenos mentais são meramente rearranjos da matéria física e o "Monismo idealista" é a teoria de que toda realidade é mental, e que o mundo físico é produzido pela mente e ainda, "Monismo neutro" onde a realidade física e mental não são intrinsecamente diferentes, e que os fenômenos físicos e mentais são meros rearranjos de uma única substância ou elemento neutro.

Russell encontrará nestas teorias monistas vários pontos discordantes de seus postulados.  Critica "monismo materialista" por afirmar que toda relação cognitiva é física, e para a sua afirmação de que não há fatos abstratos ou subjetividade, critica o "monismo idealista" por sua afirmação de que não podemos experimentar o mundo físico diretamente, e que só podemos experimentar o mundo físico por meio de "ideias”, e finalmente, Russell critica "monismo neutral" para a sua incapacidade de determinar se a experiência sensorial é mental ou física, e por sua incapacidade de distinguir o que é mental do que é físico. Para ele, conhecimento é uma relação de base cognitiva e aspecto fundamental da experiência humana, sendo uma relação sujeito-objeto, no qual um objeto é experimentado (percebido, refletido, lembrado ou imaginado) por um sujeito.Russell argumenta que não existem objetos irreais de conhecimento, fatos ilusórios ou objetos imaginados podem ser verdadeiros objetos de conhecimento, tanto a imaginação, como uma relação de familiaridade, pode ser tão real como sensação. Sensação é uma relação de familiaridade com um determinado objeto, e o objeto da sensação são simultaneamente presentes para o assunto.

Memória, por outro lado, é uma relação em que um sujeito se lembra de um conhecimento passado com um objeto específico, onde fica explícito que a sensação e a memória estabelecem relações temporais entre sujeito e objeto, enquanto a simultaneidade e a sucessão estabelecer relações temporais entre um objeto e outro objeto.

Já imaginação é uma relação que, ao contrário da sensação ou memória, não depende de qualquer relação temporal entre o sujeito e o objeto.

Por outro lado, Russell enfatiza a necessidade de distinguir a “memória verdadeira” de outras manifestações como o hábito.

Definindo, pois que, em Russel MEMÓRIA coincide com a recordação consciente de eventos únicos do passado, sendo que essa capacidade implica em dois fatores: a formação da imagem do evento e uma crença de que a imagem refere-se a algo que ocorreu no passado. Nesse sentido, as imagens que constituem a memória verdadeira, diferem daquelas possíveis pelo simples exercício da imaginação, justamente por serem acompanhadas do sentimento de acreditar na existência passada do evento a que a imagem se refere, traduzida na expressão “isto aconteceu”, ou “isto existiu”. A crença na existência passada é determinada não pelo conteúdo da imagem (aquilo que se está lembrando), mas pelo ato de acreditar em si, que é um sentimento específico.

Segundo Russell, o conhecimento do passado é logicamente independente de uma ligação efetiva com o passado em si, podendo ser analisado em termos de processos e conteúdos estritamente presentes, no caso a imagem da memória e a crença ou sentimento de passado.

Resumindo, para Russel a conceituação mais criteriosa de Memória, que pode ser usada epistemologicamente, sem prejuízo nenhum ao conhecimento cristaliza-se na pendência de dois fatores pré-existentes: um objeto de recordação e a crença na sua existência passada, o que difere em muito de hábito, o qual pode prescindir de um objeto presente parar se efetivar.Conclusão
Concluindo, a grande discussão realizada por Russell a respeito da memória encontra muita consonância as grandes discussões atuais da Filosofia da Mente, onde “trava-se” também, grandes postulados a respeito dos conteúdos mentais: quais seriam suas bases de captação, qual seria seu grau de fidelidade em relação à realidade experimentada, como e quanto da subjetividade interfere na formação e percepção das experiências (qualia), e daí por diante.

Sendo assim, tornam-se imprescindíveis discussões e pesquisas como estas, que realizamos através de Russel e outros autores, de conceitos clássicos da Filosofia, como memória, percepção, sentidos, conhecimento e outros, para que a partir destes estudos a  Filosofia da Mente se estabeleça cada vez mais como uma área do saber Filosófico criteriosa, que não busca respostas exatas que encerram discussões, mais que tem como essência primeira a busca por todo conhecimento que possa enriquecer, ainda mais, os postulados que se debruçam sobre as pesquisas da Mente e dos conteúdos mentais, suas interações e  influência direta dos mesmos sobre o bem estar existencial de cada indivíduo.

Portanto, o primeiro passo para “ser filosofia" está na capacidade de indicação de problemas e dúvidas - e será também o primeiro passo no critério do estudo filosófico.

Parafraseando Russell, “a filosofia origina-se de uma tentativa obstinada de atingir o conhecimento, não se importando em ser fragmentada e provisória, pois a verdade derradeira e exata pertence somente aos céus, não a este mundo.”
REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA BÁSICA
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STEMBERG, R. J. (2000). Psicologia Cognitiva. Porto Alegre: Artes Médicas.


LEITURAS COMPLEMENTARES

COSTA, Cláudio. Filosofia da mente. Rio de Janeiro: Jorge Zahar Editor, 2005.
DALBÉRIO, Osvaldo. Metodologia Científica. Uberaba. MG-2004.
FROCHTENGARTEN, Fernando. A memória oral no mundo contemporâneo. Estud. av., Dez 2005, vol.19, no.55, p.367-
MACEDO, José. Princípios Básicos da Psicologia Moderna. São Paulo:Martins
NAGEL, Thomas. Uma breve introdução á Filosofia. São Paulo: Martins Fontes. 2°edição2007.
RUSSEL, B. (1977): Fundamentos de Filosofia, Rio de Janeiro: Zahar, pgs. 7-20.
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Revista  A Mente Humana # 3, outubro de 2004, UFMG.
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TRIPICHIO, Aberto relação cérebroe linguagem humana em co-evolução. Tese de Doutorado-PUC-Campinas,2004.
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Williams, J. M. G. & Broadbent, K. (1986). Autobiographical memory in suicide attempters. Journal of Abnormal Psychology, 95 (2), 144-149.

Andrea Vermont
Filósofa com Pós graduação em Filosofia Clínica e Doutoem Filosofia da Mente. Docente em diversas instituições de ensino, Consultora na área de Desenvolvimento Organizacional e Gestão de Pessoas. Autora e Palestarnte.Atualmente é Gestora de Programas Educacionaisna Algar Universidade de Negócios.
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