As asas dos insetos

As asas dos insetos
BIOLOGIA
Na fase adulta dos insetos, é mais comum a ocorrência de dois pares de asas. Pode ocorrer, no entanto, casos em que os adultos apresentam apenas um par, como no caso dos dípteros, ou ainda, nenhum (ápteros), como ocorre com castas operárias de formigas, por exemplo. Estruturalmente, as asas são compostas por uma articulação no tórax e nervuras. Taxonomicamente, essas nervuras são importantes para a classificação dos insetos por apresentarem padrões distintos em cada grupo (GALLO, 2002).

Segundo Gallo (2002), as asas também podem apresentar especializações, podendo ser:

a) Membranosa: fina com nervuras bem distintas (borboletas, moscas)

b) Tégmina: aspecto coriáceo (gafanhotos, baratas)

c) Hemiélitro: aspecto coriáceo em sua base e extremidade membranosa (percevejos)

d) Élitro: asa anterior enrijecida, formando um estojo que recobre o par posterior membranoso (besouros, tesourinhas)

e) Balancins/halteres: par posterior atrofiado servindo para o equilíbrio durante o voo (moscas, muticas)

f) Pseudo-halteres: par anterior atrofiado (macho de Strepsiptera)

g) Franjada: apresenta pelos nas laterais das asas (tripes)

h) Lobada: apresentam lobos na região marginal (microlepidópteros)

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