Globalização

Globalização
ADMINISTRACAO
Podem-se observar no atual cenário contemporâneo, significativas mudanças no ambiente cultural, econômico e tecnológico das organizações, criando, dessa forma, um cenário sistematizado pela palavra globalização, que reflete o crescimento exponencial do comércio internacional em associação com o aumento, também expressivo, na velocidade das inovações tecnológicas.

Conforme Tapscott (1999), as organizações dispõem de oportunidades sem precedentes para poder desfrutar de novos mercados. Por outro lado, os mercados estão se modificando acentuadamente, encolhendo ou ampliando, mas tornando-se extremamente competitivos.

Surge então um novo ambiente competitivo global, não apenas a partir de concorrentes tradicionais, como também formados por concorrentes não tradicionais em mercados tradicionais. (MATIAS, 2009)

Soma-se então a desintegração das barreiras de acesso a mercados anteriormente monopolizados, centralizados e protegidos. Isso significa que os gestores das organizações não podem mais sentirem excessivamente confiantes de que suas fatias de mercado e suas posições competitivas permaneçam asseguradas.

Nesse cenário globalizado, as micros e pequenas empresas despertam o interesse como nova dimensão da competitividade global por sua flexibilidade de ação, pelo seu potencial de complementaridade com as grandes empresas e em razão, também, da geração de empregos.

Em razão das mudanças tecnológicas, da rapidez, da competição da economia, dentre outros fatores resultantes do atual movimento de globalização, tem-se a era do empreendedorismo.

Atualmente, os empreendedores têm:
• Eliminado barreiras comerciais e culturais;
• Encurtando distâncias;
• Globalizando e renovando os conceitos econômicos;
• Criando novas relações de trabalhão e novos empregos;
• Quebrando paradigmas;
• E gerando riqueza para a sociedade.
A chamada nova economia, a era da Internet, mostrou recentemente e ainda tem mostrado que boas ideias inovadoras, know How, um bom planejamento e, principalmente uma equipe competente e motivada, constituem-se em ingredientes poderosos que, quando somados no momento adequado, acrescidos do combustível indispensável a criação de novos negócios, podem gerar negócios grandiosos em curto espaço de tempo.

Toda essa percepção, conforme se observa, era até então, inconcebível há alguns anos.

O contexto atual é propício para o surgimento de um número cada vez maior de empreendedores. Por essa razão, a capacitação dos candidatos a empreendedor está sendo prioridade em muitos países, inclusive no Brasil, em razão da crescente preocupação das escolhas e universidades a respeito do assunto, por meio da criação de cursos e matérias específicas de empreendedorismo, como uma alternativa de jovens profissionais que se graduam anualmente nos ensinos técnico e universitário brasileiros.

A contribuição ao desenvolvimento econômico e social é dada pelos empreendedores na medida em que criam empregos, geram impostos, fortalecem a concorrência, inovam e produzem riquezas. Por isso são chamados de agentes de desenvolvimento e de mudança.

Dornelas (2005) destaca que há 15 anos, seria considerado como loucura um jovem recém-formado aventurar-se na criação de um negócio próprio, pois os empregos oferecidos pelas grandes empresas nacionais e multinacionais, bem como a estabilidade que se conseguia nos empregos em repartições públicas, eram muito convidativos, como bons salários, status, e possibilidade de crescimento dentro da organização.

Com o cenário contemporâneo, tem-se a necessidade de formar profissionais empreendedores. O empreendedorismo, portanto, passa finalmente a ganhar destaque na sua forma de gestão no Brasil, com o grau de importância que lhe é devido, seguindo o exemplo do que ocorreu em países desenvolvidos como os Estados Unidos, onde os empreendedores são os grandes propulsores da economia.

Observa-se que em todo o mundo, o interesse pelo empreendedorismo se estende, além das ações dos governos nacionais, atraindo também a atenção de muitas organizações multinacionais.

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