A EDUCAÇÃO NO BRASIL CONTEMPORÂNEO

A EDUCAÇÃO NO BRASIL CONTEMPORÂNEO
PEDAGOGIA

A EDUCAÇÃO NO BRASIL CONTEMPORÂNEO        

 

JOANA RODRIGUES ALEXANDRE FIGUEIREDO 

 

RESUMO

O presente trabalho resultou de uma pesquisa, que permitiu uma visão ampla da educação brasileira nos tempos atuais. Este foi alcançado através de assuntos veiculados na web, com o intuito de colher o maior número de informações possíveis sobre o referido assunto. Com os resultados conseguidos, conclui-se que, a educação deve ser um investimento constante, por parte das políticas públicas e por toda a sociedade em geral; uma atenção especial deve ser dada aos educadores, que são os primeiros formadores em potencial. Tendo em vista que, há muito a ser explorado, experimentado e implantado, para que se possam alcançar resultados satisfatórios.

 

Palavras-chave: Educação, políticas públicas, pesquisas

INTRODUÇÃO

Hoje em dia conclui-se que, a educação é um dos campos mais importantes para o desenvolvimento de um povo. É através da produção de conhecimentos que um país cresce, acrescendo também sua riqueza educacional e econômica e a qualidade de vida das pessoas. Embora o Brasil tenha avançado neste setor nas últimas décadas, ainda há muito para ser feito.

A Escola (Ensino Fundamental e Médio) ou a universidade tornaram-se locais de enorme importância para a promoção social, e muitas famílias tem investido muito neste setor.

Partindo do princípio de que a educação é o meio mais provável para se chegar ao sucesso, deve-se saber que, o maior e melhor meio de ser alcançado é começando cedo e de maneira correta. A partir de iniciativas como estas da Associação Educacional Labor, percebe-se que, é possível atrair e manter as

crianças no ambiente escolar, por que estudar deve ser prazeroso, e não uma tarefa cansativa e sem atrativos. 

Espera-se cada vez mais que haja uma mudança expressiva na educação, embora, já se perceba um grande avanço após o tempo da ditadura; como em outros setores, a transformação tem ocorrido lentamente, em comparação a velocidade com que ocorrem as transformações tecnológicas.

As políticas públicas nacionais não tem só o dever de incentivar e proporcionar meios educacionais acessíveis, mas tem a obrigação de tornar possível toda e qualquer possibilidade real e realizável. 

No contexto educacional o país ainda se apresenta timidamente, se comparado com outros que, levam a sério a educação e a acessibilidade à mesma.

Diante da constatação de que o Brasil ficou na 38ª posição entre 40 países analisados, fica uma certeza, que as mudanças e progressos alcançados na área da educação dos brasileiros foram frágeis e imperceptíveis.

A necessidade de uma transformação significativa deverá ter uma dimensão maior, já que, a esperança de uma nação se busca no seu desenvolvimento, e este por sua vez, só pode ser alcançado através do conhecimento do seu povo.

A Educação do brasileiro é deficiente. Esta é a razão pela qual o Governo Federal deve investir mais no cenário educacional.

É coerente dizer que, no Brasil, depois da saúde, a educação é o setor menos valorizado pelas políticas públicas, quando deveria ser o contrário.

Ainda é tempo de instalar um novo sistema, onde a educação tenha prioridades aos investimentos que lhes são direcionados, e os estudantes possam ter acessibilidade a um ensino e uma escola de qualidade.

Cada tema é um universo à parte, que deverá ser sempre considerado, e tratado como algo essencial à transformação do ensino e da educação, deste país de vencedores.

Dentre os bens imateriais a educação é o maior e melhor investimento. É uma verdadeira oportunidade de crescimento e desenvolvimento de uma nação.

DESENVOLVIMENTO 

Começando do começo

Partindo do princípio de que a educação é o meio mais provável para se chegar ao sucesso, deve-se saber que, o maior e melhor meio de ser alcançado é começando cedo e de maneira correta. A partir de iniciativas como estas da Associação Educacional Labor, percebe-se que, é possível atrair e manter as crianças no ambiente escolar, por que estudar deve ser prazeroso, e não uma tarefa cansativa e sem atrativos.

Segundo a Labor Educacional (2014) diz: Você já deve ter se perguntado por que crianças e jovens não se adaptam à escola, não conseguem aprender, acabando por abandonar os estudos.

Fala-se em dificuldades de aprendizado, costumes diferenciados de convivência em grupo, falta de atenção nos lares, devido à falta de acompanhamento dos pais, por consequência de suas relações serem insatisfatórias, e por isso respinga no desenvolvimento e vida social dos filhos, etc.

Mas de acordo com pesquisas, isso não é de todo verdade. Na realidade, conclui-se que, a configuração do sistema escolar não é apropriado aos alunos, não se amolda ao seu estilo cultural, à sua história de vida.

Tendo como embasamento muitos anos de conhecimento e ponderação sobre a criança brasileira e a realidade escolar no país, a equipe de educadores da Associação Educacional Labor distinguiu algumas das fundamentais necessidades do sistema educacional para suplantar a deficiência com que se depara.

Há uma intensa convicção de que, a educação convencional que uma criança recebe é mais que uma benfeitoria para ela e sua família: É elemento imprescindível para o acréscimo e a boa condição de vida da nação. Mas não bastam as convicções, são as ações que transformam o padrão educativo.   

Visitando o site da Labor se percebe a contribuição para a mudança educacional, por meio de projetos práticos, nos quais desenvolve e afere atuações sólidas, que fazem do procedimento educacional e do recinto escolar adequados à aprendizagem. Gestores, educadores e toda a comunidade escolar fornecem subsídios para isso, originando possibilidades para a realização plena do aluno que, interessado, prossegue em seus estudos e em sua categoria de jovem cidadão. 

 

A educação no Brasil em uma perspectiva de transformação

Espera-se cada vez mais, que haja uma mudança expressiva na educação, embora, já se perceba um grande avanço após o tempo da ditadura; como em outros setores, a transformação tem ocorrido lentamente, em comparação a velocidade com que ocorrem as transformações tecnológicas. 

De acordo com Simon Schwartzman, Eunice Ribeiro Durham e José Goldemberg, Universidade de São Paulo (1993), a educação brasileira passou por grandes transformações nas últimas décadas, que tiveram como resultado uma ampliação significativa do número de pessoas que têm acesso a escolas, assim como do nível médio de escolarização da população. 

Infelizmente, estas transformações são insuficientes para designar ao país uma posição respeitável na área educacional. Seria indispensável, que a igualdade de oportunidades nessa área fosse ressaltada, como também a competitividade e o desempenho, ou seja, da competência abrangente que o país tem, de compartilhar de forma ativa as atuais variedades de produção e trabalho deste fim de século; extremamente atrelados à educação e a aptidão tecnológica e de investigação. 

Este trabalho tem por finalidade apresentar, os atributos do método educacional brasileiro, pontuando algumas deficiências, e lacunas, apontando alguns desníveis e possíveis sugestões para a melhoria do projeto educativo nacional.

 

Comissão da câmara aprova o plano nacional de educação

As políticas públicas nacionais não tem só o dever de incentivar e proporcionar meios educacionais acessíveis, mas tem a obrigação de tornar possível toda e qualquer possibilidade real e realizável; no contexto educacional o país ainda se apresenta timidamente, se comparado com outros que, levam a sério a educação e a acessibilidade à mesma.

Segundo aponta Mariana Tokarnia (2014), a comissão especial que analisa o  plano nacional de Educação (PNE) concluiu hoje (6 de maio de 2014) a votação do projeto de lei. A expectativa é que o plano seja votado em plenário dentro de dez dias e siga para sanção presidencial neste mês. O PNE estabelece metas para a

serem cumpridas nos próximos dez anos. Entre as diretrizes, estão a erradicação do analfabetismo e a universalização do atendimento escolar. O plano destina 10% do Produto Interno Bruto (PIB) para a educação – atualmente são investidos 5,3% do PIB. 

O que chamou a atenção foi: Uma das alterações feitas no relatório do deputado Angelo Vanhoni (PT-PR) foi a inclusão da estratégia aprovada pelo Senado Federal, que estabelece políticas de estímulo às escolas que melhorarem o desempenho no Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb). A ideia é reconhecer a importância dos professores, da direção da escola e da comunidade escolar. Será um bom incentivo, se for cumprido conforme descrito.

No entanto, esse ponto foi criticado por entidades e profissionais que atuam no setor, que designaram a estratégia como "nada promissora diante de um método de avaliação ainda limitado", como destaca carta aberta da Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação (CNTE).

É do conhecimento de todos que, há três anos o plano tramita no Congresso Nacional, e durante este período foram indicadas mais de três mil emendas. Um dos pontos polêmicos é o financiamento. Na forma como o plano deixa a comissão, os 10% do PIB incluirão as isenções fiscais e financiamentos ao setor privado, como o Programa Universidade para Todos (ProUni) e o Fundo de Financiamento Estudantil (Fies). E assim caminha a educação, ou melhor, os planos educacionais, baseados em comissões e licitações para o enriquecimento de alguns e empobrecimento de outros.

 

Estudo mostra ásia na liderança da educação 

Brasil fica na antepenúltima posição na área educacional

Diante da constatação de que o Brasil ficou na 38ª posição entre 40 países analisados, fica uma certeza, que as mudanças e progressos alcançados na área da educação dos brasileiros foram frágeis e imperceptíveis.

A necessidade de uma transformação significativa deverá ter uma dimensão maior, já que, a esperança de uma nação se busca no seu desenvolvimento, e este por sua vez, só pode ser alcançado através do conhecimento do seu povo.

 Segundo a publicação de Andy Young (2014) o Brasil, mais uma vez, ficou nas últimas posições no ranking mundial da educação, ocupando a 38ª posição entre 40 países analisados no The Learning Curve (Curva do Aprendizado, em inglês), realizado pela The Economist Intelligence Unit (EIU) e Pearson Internacional. O país subiu uma colocação e ficou na frente de México (39ª), que teve um recuo ainda maior, e Indonésia (40ª).

O índice leva em consideração habilidades intelectuais e de desempenho escolar, a partir do cruzamento de indicadores da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE): Programa Internacional de Avaliação dos Alunos (Pisa), Tendências Internacionais nos Estudos de Matemática e Ciência (Timms) e avaliações do Progresso no Estudo Internacional de Alfabetização e Leitura (Pirls). Também são usados dados educacionais de alfabetização e taxas de aprovação.

O que vem a finalizar que, o Brasil deve investir mais em educação, capacitação para os educadores, instalação de um ensino moderno e integrado às tecnologias e aperfeiçoamentos atualizados.

Escolas federais são as soluções para a educação no Brasil

 

 A Educação do brasileiro é deficiente. Esta é a razão pela qual o Governo Federal deve investir mais no cenário educacional.

 É coerente dizer que, no Brasil, depois da saúde, a educação é o setor menos valorizado pelas políticas públicas, quando deveria ser o contrário.

 Ainda é tempo de instalar um novo sistema, onde a educação tenha prioridades aos investimentos que lhes são direcionados, e os estudantes possam ter acessibilidade a um ensino e uma escola de qualidades.

De acordo com Cristovam Buarque (2014), é do conhecimento de todos que a educação no Brasil está entre aquelas com pior qualidade no mundo e, provavelmente, é a mais desigual entre todas. Avaliação feita pela Unesco coloca o Brasil em 88º lugar entre 127 países, atrás do Chile, e até mesmo do Equador e da Bolívia.

Esses números apontam a média de cada país, e compreendem tanto os alunos das escolas carentes quanto os das escolas pagas. Se tivesse uma

comparação entre a educação dos filhos de ricos e filhos de pobres, o Brasil seria, sem dúvida, o campeão mundial de desigualdade.

 

Defasagem

“Na avaliação Pisa, entre 65 nações o Brasil está em 58º lugar, atrás de Cazaquistão, México e Costa Rica”

O diferencial da escola nacional é erigir a qualidade média da educação, permitindo ao filho da mais carente família brasileira estudar em escola tão boa quanto a dos filhos dos mais abastados. Isso jamais será possível com a educação sob a responsabilidade dos municípios; ainda que lhes sejam destinadas as maiores verbas, estas serão sempre desviadas e destinadas a outras finalidades.

Nenhum Estado ou município poderá adequar uma educação de nível aceitável em todas as suas escolas. Apenas transformando a educação básica em escola federal tornará possível e acessível a todo brasileiro, uma educação de qualidade e uma capacitação profissional.

 

Como melhorar a educação do Brasil

 

Dentre os bens imateriais a educação é o maior e melhor investimento. É uma verdadeira oportunidade de crescimento e desenvolvimento de uma nação.

"O Brasil nunca vai ser um país razoável se as desigualdades não diminuírem", afirmou em entrevista a diretora executiva do Instituto Paulo Montenegro Ana Lima. "E se tem alguma coisa que consegue acelerar a redução da desigualdade é a Educação, é ela quem consegue colocar todo mundo num patamar parecido e dar chance igual para todos", disse.

O desenvolvimento e a implantação de uma Educação de qualidade são positivos em todos os níveis e circunstâncias; seja no social, no cultural, no individual e comunitário. Pesquisas comprovam o impulso favorável da Educação para o melhoramento da saúde, o acréscimo da renda, a redução da violência, a consolidação da democracia e até a aquisição da felicidade.

A transformação na Educação brasileira resulta de esforços políticos que parecem além do nosso alcance, mas a verdade é que essa mudança pode

principiar agora, na sua casa, com seu filho. O princípio de tudo ocorre na família, que é onde se estreia o ciclo da vida.

CONCLUSÃO

 

Diante dos dados adquiridos nesta pesquisa, percebe-se a falta de planejamento e estrutura, capazes de mudar o sistema educacional, e está longe de estarem à altura de alcançar a mudança eficaz que se espera.

A educação é o meio mais provável para se chegar ao sucesso, deve-se saber que, o maior e melhor meio de ser alcançado é começando cedo e de maneira correta.

Espera-se cada vez mais, que haja uma mudança expressiva na educação, embora, já se perceba um grande avanço após o tempo da ditadura.

As políticas públicas nacionais não tem só o dever de incentivar e proporcionar meios educacionais acessíveis, mas tem a obrigação de tornar possível toda e qualquer possibilidade real e realizável.

Diante da constatação de que o Brasil ficou na 38ª posição entre 40 países analisados, fica uma certeza, que as mudanças e progressos alcançados na área da educação dos brasileiros foram frágeis e imperceptíveis.

A Educação do brasileiro é deficiente. Esta é a razão pela qual o Governo Federal deve investir mais no cenário educacional.

Dentre os bens imateriais a educação é o maior e melhor investimento. É uma verdadeira oportunidade de crescimento e desenvolvimento de uma nação.

A transformação na Educação brasileira resulta de esforços políticos que parecem além do nosso alcance, mas a verdade é que essa mudança pode principiar agora, na sua casa, com seu filho. O princípio de tudo ocorre na família, que é onde se estreia o ciclo da vida.

Seria indispensável um investimento significativo em ambientes educacionais, adequados ao aprendizado; incentivo para professores e alunos, seria providencial a criação de uma escola mais interessante; é necessário implantar atrativos que possam superar os encantos da rua.

Modernizar o ensino, com capacitação para os educadores, remuneração adequada para os mesmos, melhores condições de ensino, e material didático de qualidade.

A escola ideal é a que forma, informa, direciona, incentiva e realiza as expectativas de professores, alunos, e familiares. Por si só, a escola não caminha; mas alinhada à comunidade é capaz de mudar o universo de cada ser que a compõe.  

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

Agência Brasil, 06 mai. 2014. TOKARNIA Mariana. Repórter da Agência Brasil. Comissão da Câmara aprova o Plano Nacional de Educação. Disponível em: <http://agenciabrasil.ebc.com.br/educacao/noticia/2014-05/Comiss%C3%A3o%20da%20C%C3%A2mara%20aprova%20o%20Plano%20Nacional%20de%20Educa%C3%A7%C3%A3o>. Acesso em 15 ago. 2014.

Associação Educacional Labor, 2014. Projeto: Subindo a Serra, Ampliando Horizontes, 2014. Disponível em: <http://www.labor.org.br/pt-br/>. Acesso em: 15 ago. 2014  Educar para crescer, 01 mai. 2014.CHAN Iana. Como melhorar Educação do Brasil. Disponível em: <http://educarparacrescer.abril.com.br/politica-publica/melhorar-educacao-brasileira-745614.shtml>. Acesso em: 02 set. 2014 

Folha do Recôncavo, 09 mai. 2014. YOUNG Andy. Estudo mostra Ásia na liderança da Educação. Disponível em: <http://www.folhadoreconcavo.com.br/noticia/16028/estudo-mostra-sia-na-lideranca-da-educacao> Acesso em 10 jul. 2014.

SCHWARTZMAN, Simon et al. Projeto sobre Educação na América Latina do Diálogo Interamericano. schwartzman.org. br, São Paulo, Jun. 1993.  Disponível em: <http://www.schwartzman.org.br/simon/transform.htm>. Acesso em 16 ago. 2014

Uol Notícias, 18 mar. 2014. BUARQUE Cristovam. Artigo: Escolas federais são as soluções para a educação no Brasil. Disponível em: <http://noticias.uol.com.br/opiniao/coluna/2014/03/18/escolas-federais-sao-solucao-para-a-educacao-no-brasil.htm>. Acesso em 27 ago. 2014

 

http://www.joanarodrigues.prosaeverso.net/visualizar.php?idt=5219080

Joana Rodrigues Alexandre Figueiredo
Profa. desde 1986.Graduada em Gestão de Recursos Humanos.Pós-graduada em Gestão do Trab.Pedagógico, Ext. Un. em Tecnologia Educacional,Cap.em Problemas Relacionados ao Uso de Drogas,cursos pelo Portal Educação: Como Produzir um Curso a Distância, Cultura e a Educação e Gêneros Literários.Curso de Aperf. para Gestores Públicos de Cultura.Delegada Cultural.Presidente pró-tempore da ALB-Ce-Juazeiro
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