Hepatite

Hepatite
ODONTOLOGIA

É um processo infeccioso primário do fígado. Atualmente, já foram identificados cinco tipos de vírus: A, B, C, D e E.


Em relação à Odontologia, o vírus da Hepatite B (VHB ou HBV), vem sendo considerado o de maior risco para a saúde bucal. O sangue é a fonte principal da infecção ocupacional, no entanto, a presença do VHB na saliva e no fluido gengival não deve ser desprezada.


O risco de infecção ocupacional é maior para os profissionais de especialidades cirúrgicas que para os clínicos. O pessoal auxiliar (THD, ACD e TPD) também está sob risco aumentado de contrair o vírus, se comparado à população em geral.


Transmissão horizontal:


CONTATO DIRETO


Paciente -----------→ Profissional


Profissional--------→ Paciente


--------→Familiares


CONTATO INDIRETO


Paciente-----------→ Paciente (utilização indevida de instrumental e material contaminado).


Como prevenir?


Com o surgimento de uma vacina contra o vírus da Hepatite B, criou-se a expectativa de controlar esta doença.


A vacinação tem indicação para proteger as pessoas com maior risco de adquirir a infecção, entre elas os componentes da equipe de Saúde Bucal. O melhor momento para imunização é o anterior ao início da atividade clínica.


Entre as doenças infectocontagiosas, a hepatite b é a maior causa de mortes e interrupções da prática de consultório pelos dentistas.


Sinais e Sintomas:



Nas hepatites viróticas as manifestações clínicas são bastante semelhantes, sendo didaticamente distribuídas em quatro períodos: incubação, prodrômico, de estado e convalescença.


A maior parte dos casos são anictéricos (70%), apresentando sintomas semelhantes a uma síndrome gripal, ou mesmo assintomáticos.


Outro quadro clínico que merece destaque é a forma fulminante. Ocorre em menos de 1% dos casos de hepatites virais. Essa forma apresenta uma elevada taxa de letalidade (superior a 80%).


A forma crônica é definida como um processo inflamatório contínuo do fígado, de etiologia variável (tipos B, C e D) e com duração superior a seis meses.


Dependendo de sua etiologia, as hepatites virais agudas (as que não evoluem para cura completa) podem progredir para uma forma crônica, para cirrose e, até, para carcinoma hepatocelular primário. O melhor exemplo desta evolução é a hepatite de vírus tipo B.


- PRODRÔMICO= sinais que antecedem a doença.

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