Mercado de trabalho em 2018: principais tendências e oportunidades

Mercado de trabalho em 2018: principais tendências e oportunidades
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Como você sabe, mudanças sociais e econômicas afetam também as oportunidades de trabalho. Por isso, quem quer garantir o seu espaço e alavancar a carreira precisa ficar de olho nessas variações a fim de se preparar e conquistar seus objetivos. E você, já sabe quais são as tendências do mercado de trabalho em 2018?

Muitos aspectos as definem: o surgimento de novas tecnologias, o momento econômico, a demanda por produtos e serviços...

Essas situações fazem com que alguns postos de trabalho simplesmente sejam extintos, enquanto outros ganham uma posição de destaque. Por isso, selecionamos as principais tendências para 2018. Quer conhecê-las e entender onde os empregos vão surgir ou desaparecer? Vamos lá!



Tendências do mercado de trabalho em 2018

Áreas em alta

Alguns setores e segmentos da economia, mesmo diante de um mercado turbulento, sofrem as consequências do momento instável de forma menos significativa.

Nessas empresas, a demanda por serviços e produtos continua crescendo, mesmo que em ritmo menor. Nesses casos, o grande desafio é fazer ajustes para tornar a organização mais competitiva.

Por isso, mesmo com um índice de desemprego considerável, profissionais de engenharia, finanças e contabilidade, área jurídica, tecnologia, vendas, marketing e recursos humanos continuam tendo seu espaço garantido no mercado. Essas são profissões que continuam em alta.

No entanto, mesmo esses profissionais precisam cumprir alguns requisitos. As empresas entendem que os recursos humanos são uma questão estratégica e, por isso, estão cada vez mais exigentes quanto às de seus contratados.

Investir em formação continuada e aprender técnicas para gerenciar projetos são algumas das práticas necessárias para conquistar melhores posições e manter-se competitivo.



Oportunidades para o empreendedorismo

Para quem quer empreender, este pode ser o momento ideal para alavancar um negócio. Porém, é preciso tomar alguns cuidados. Não basta imitar um empreendimento que já existe. É preciso criar algo diferente de outras opções.

Segundo especialistas, para ter um bom começo, é necessário focar em setores de alta produtividade e oferecer produtos que aumentem a competitividade. A ideia é trazer soluções que proporcionem o acesso a serviços a um custo menor, conquistando a adesão de classes específicas.

Ainda de acordo com essa tendência, é preciso explorar o desejo de consumo de nichos que apresentam uma faixa de renda reduzida. Por isso, é importante adaptar os produtos para atingirem as diferentes classes sociais.

Graças a isso, o empreendedor precisa estar preparado para os desafios que vai encontrar. Conhecer o mercado, gerir o negócio de forma eficiente e criar estratégias para alcançar o público-alvo pode fazer toda a diferença para alcançar o sucesso.



Domínio da automação

Se tudo o que você já ouviu sobre a automação faz você se sentir em um episódio dos Jetsons, prepare-se para conviver ainda mais com essas maravilhas.

A rotina de trabalho será modificada de maneira cada vez mais acelerada, graças à incorporação definitiva de dispositivos móveis, armazenamento de dados e inovações em aprendizagem automática (em inglês, “machine learning”).

E quais serão os primeiros empregos transformados pela automação? Aqueles que exigem a realização de tarefas repetitivas ou burocráticas, que não necessitam de criatividade ou flexibilidade. Um exemplo claro é a situação dos cobradores de ônibus na cidade de São Paulo.

Segundo essa tendência, o trabalho que hoje é realizado por 20 funcionários pode ser feito por meio de um software e seu controlador, reduzindo drasticamente departamentos inteiros de uma companhia.

Se por um lado isso pode levar à redução ou extinção de funções repetitivas, também significa oportunidades para outros. Desenvolvedores da área de tecnologia terão cada vez mais espaço nesse mercado.



Crescimento do Big Data

E por falar em tecnologia, não podemos nos esquecer de que o big data vai entrar de vez em nossas vidas. Hoje, ele já faz parte do nosso dia a dia mesmo sem percebermos, mas essa tendência vai se acentuar ainda mais!

Mas o que é big data? Talvez você ainda não conheça o conceito, mas ele é o “grande olho” que rastreia todos os nossos interesses e interações com o ambiente digital e cria um verdadeiro portfólio para determinar a oferta de produtos e serviços de acordo com as nossas expectativas.

Com certeza você já se deparou com esta situação: depois de procurar um produto na internet, aparecem propagandas daquele mesmo item ou de mercadorias similares em todos os sites que você visita, incluindo suas redes sociais.

Ou seja: a partir dos seus cliques e curtidas, o big data estabelece o seu perfil e passa a oferecer exatamente o que você quer! Por isso, a gestão de big data está entre as dez profissões do futuro que vão dominar o mercado.

E não se trata de mediar e administrar apenas as relações de compra. Ele também aparece quando seu aplicativo de trânsito mostra automaticamente os lugares que você mais visita, por exemplo.

Entre as principais aplicações do big data, estão:

Assessoria a empresas na hora de analisar as melhores opções de investimentos e calcular riscos;

Oferecer oportunidades para revolucionar a educação;

Acelerar diversos processos do nosso dia a dia;

Orientar decisões administrativas dirigidas por dados (data-driven);

Intermediar as ações de RH, fornecendo subsídios para a gestão estratégica de pessoas.



Importância da inovação

Em um ambiente altamente competitivo, as empresas que querem se destacar necessitam de um diferencial: a inovação. Por isso, a indústria, o comércio, o setor de serviços e até mesmo o agronegócio precisam conquistar a capacidade de inventar.

A gestão da inovação diz respeito não somente à oferta de novos produtos e serviços, mas à reinvenção de processos. Ela torna as empresas mais ágeis e garante maior eficiência, produtividade e competitividade em sua esfera de atuação.



Utilização de dados para a gestão de pessoas

Assim como outros setores já se valem da ciência de dados para melhorar suas práticas, espera-se que essa tendência chegue agora ao setor de RH e revolucione a gestão de pessoas nas empresas.

O objetivo é utilizar as informações para otimizar as contratações, proporcionar um acompanhamento do ciclo do profissional dentro da empresa e criar estratégias de desenvolvimento dos colaboradores para aumentar a produtividade.

E por que isso é importante? Como já vimos, em muitos segmentos os trabalhadores estão sendo substituídos pelas máquinas e softwares que permitem a automação dos processos. No entanto, as organizações entendem que são essenciais as funções que dependem do elemento humano.

Portanto, para conseguir melhores resultados, o foco das empresas será voltado justamente para seu principal ativo: as pessoas. Serão feitos esforços não só para atrair os maiores talentos, mas também para retê-los e desenvolvê-los até alcançar a mais elevada performance.

Percebeu quais são as tendências do mercado de trabalho em 2018? Quer saber como se preparar para elas? Nós podemos ajudá-lo!

 

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