Tipos de peeling e indicações corretas: a importância do tratamento seguro

Tipos de peeling e indicações corretas: a importância do tratamento seguro
ESTETICA
A pele é um órgão, pois consiste de diferentes tecidos que são reunidos para realizar funções específicas. De todos os órgãos do corpo, devido sua exposição, a pele é a que mais facilmente sofre lesões (TORTORA, 2004).

A história mostra que a esfoliação da pele é utilizada há séculos por diversas culturas. Uma das primeiras civilizações onde há o relato do uso de peeling é a egípcia. A pele com dano solar era considerado um sinal de posição social inferior e as mulheres usavam várias substâncias para melhorar o aspecto da pele.

Em relação ao uso médico da técnica de quimioesfoliação, o primeiro relato foi do dermatologista alemão Unna, em 1882, o qual descreveu as propriedades do ácido salicílico, do resorcinol, do fenol e do ácido tricloroacético, utilizados até hoje. A partir de então surgiram muitos estudos sobre o uso médico do peeling, suas modalidades e indicações.

O peeling não se aplica somente à áreas faciais, sendo chamado de peeling corporal está indicado no tratamento de diversas dermatoses como efélides, melanoses, queratoses actínicas, fotoenvelhecimento, rugas finas, hiperpigmentação pós-inflamatória, acnes em atividade e suas sequelas, cicatrizes, queratose pilar e estrias. As áreas mais comumente tratadas são pescoço, colo, dorso das mãos e antebraço (ROTTA et al., 2008).

PEELING

Os peelings são procedimentos capazes de corrigir marcas, manchas, muitas das alterações do envelhecimento e melhorar a aparência e a qualidade da pele.

O peeling destrói partes da pele de maneira controlada, que logo é regenerada e recebe um aspecto novo através de células que permanecem em determinados pontos da pele e com capacidade de reprodução.

TIPOS DE PEELING

Existem vários tipos de peeling, vários métodos para cada tipo de pele e para cada tipo de lesão a ser removido. Existem os peelings químicos, peelings físicos, peelings vegetais e peelings enzimáticos.

PEELING QUÍMICO

Fotoenvelhecimento, envelhecimento cutâneo devido a exposição ao sol, conduz à degeneração das fibras elásticas e colágenas, ao aparecimento de manchas e à ocorrência de lesões pré-malignas ou malignas. A radiação UV propicia a formação dos radicais livres produzidos e eleva o número de lesões oxidativas não reparadas, que alteram o metabolismo e são responsáveis pelo envelhecimento precoce, e elevam o risco de aparecimento de câncer cutâneo (VELASCO, 2004).

A pele não agredida pelo sol caracteriza-se por seu aspecto sem manchas, pigmentação homogenêa e textura macia. Com o passar dos anos, a velocidade de renovação celular diminui, e o peeling é um procedimento que visa acelerar o processo de esfoliação cutânea (VELASCO, 2004).

O peeling químico também chamado de resurfacing químico, quimioesfoliação ou quimiocirurgia, consiste na aplicação de um ou mais agentes cáusticos resultando na destruição controlada de partes da epiderme e/ou derme, seguida da regeneração dos tecidos epidérmicos e dérmicos. Essas técnicas de aplicação produzem uma lesão programada e controlada com coagulação vascular instantânea, resultando no rejuvenescimento da pele com redução ou desaparecimento das ceratoses e alterações actínicas, discromias, rugas e algumas cicatrizes superficiais (SILVA E CASTRO, 2009).

Peeling químico ideal é aquele capaz de provocar menor necrose e induzir a maior formação de tecidos novos possível (RAMOS, 2005).

Com base nas indicações os pacientes devem ser examinados a fim de se determinar os tipos de agentes esfoliantes que produziriam melhores resultados com menor morbidade, de acordo com o estilo de vida, a profundidade das lesões a serem corrigidas e as características gerais da pele a ser tratada (ROTTA, 2008).

Os tipos I a III são ideais para todos tipos de peeling, mas a linha clara de demarcação entre as peles com e sem exposição ao agente esfoliante fica muito evidente nos pacientes com pele do tipo I exposta excessivamente ao sol e com poiquilodermia no pescoço. Os tipos IV a VI apresentam maior risco de desenvolver discromias (SILVA E CASTRO, 2009).

O preparo da pele varia de acordo com a indicação a ser tratada do tipo de pele e corresponde ao próprio tratamento clínico prévio. O preparo deve ser regular e contínuo por, no mínimo, 4 semanas, para um bom resultado (ROTTA, 2008).

Tipos de peelings químicos

Peeling de fenol

A formulação para peeling mais conhecida que utiliza o fenol é a de Baker-Gordon (1962), em que o fenol é diluído à concentração que varia de 45 a 55%.

Em geral, é seguro e eficaz com resultados duradouros. Quando aplicado à pele, o fenol induz a uma queimadura química, que ao longo do tempo resulta no rejuvenescimento da pele. A aplicação por período de tempo maior ocasiona sua penetração na derme superior, resultando na formação de uma nova camada de colágeno estratificado. A regeneração epidérmica inicia-se 48 horas após a aplicação da formulação e se completa no intervalo de sete a 10 dias (VELUSCO, 2004).

A maior desvantagem deste tratamento é que seu período de recuperação é longo.

O peeling de fenol funciona bem na pele grossa e oleosa. Há maior tendência de aparecerem áreas de hiperpigmentação (manchas escuras) com este peeling.

É um tratamento perigoso para pacientes que sofrem do coração, por que pode desencadear arritmias cardíacas, devendo ser realizado apenas por médicos, obedecendo a todas as precauções necessárias. O pré-tratamento não está indicado. O fenol deve ser aplicado lentamente, para evitar uma absorção rápida, o que desencadearia os efeitos colaterais e aumentaria o risco de arritmias cardíacas.

O Peeling de ácido tricloroacético apresenta menos efeitos adversos que o peeling de fenol e pode ser usado para tratamento de vários tipos cutâneos. Tem ação clareadora e risco de má cicatrização menor. Em comparação ao peeling de fenol apresenta menor ação sobre a pele queimada pelo sol e sobre as rugas faciais grossas, especialmente ao redor da boca. É indicado o pré-tratamento com Retin-A e hidroquinona a 4%, durante 4 a 6 semanas, para potencializar os seus efeitos.

O Peeling de ácido glicólico geralmente utilizado em peelings superficiais, os ácidos a-hidroxílico são: o ácido glicólico proveniente da cana de açúcar; o ácido láctico do leite azedado; o ácido cítrico das frutas cítricas; o ácido tartárico das uvas; e o ácido málico das maçãs. Encontrados em muitos cosméticos em baixas concentrações, podem ser usados no pré-tratamento para peelings químicos e terapia a laser. Têm a ação de rejuvenescer o estrato córneo de forma semelhante à tretinoína.

PEELING MECÂNICO OU FÍSICO

Desde a antiguidade, as estrias são motivos de preocupação para mulheres. Estas são qualificadas como linhas de espessuras sobressalientes à pele. No princípio são avermelhadas e, conforme o tempo que está instalado evolui para uma coloração mais nacarada. O tratamento das estrias suprime o tecido fibroso, substituindo-o por células mais novas, restabelecendo assim a elasticidade e a aparência da pele. Em geral, o tratamento das estrias abrange desde a utilização de peeling a esfoliantes químicos, que tem como objetivo hidratar e estimular a produção de matriz extracelular através de um processo inflamatório local. (VANZIN e CAMARGO, 2011).

A microdermoabrasão é um tipo de peeling mecânico e foi criado na Europa. O aparelho de microdermoabrasão possui um vácuo eletrônico potente e a abrasão é obtida através da pulverização de microcristais de dióxido de alumínio, na parte mais superficial da pele (fig.3.1.2.1.). Os equipamentos que fazem a microdermoabrasão consistem em motores, mangueira, filtros e caneta aplicadora. As mangueiras e caneta aplicadora precisam estar secas para que os cristais possam fluir através destas sem causar seu entupimento. Para que isto não ocorra é utilizado apenas os cristais indicados pelo fabricante. (STANDARD, 2011).

Tipos de peelings físicos:

Dermoabrasão; tratamento que não induz a formação de fibras elásticas. Indicado para tratamento de rugas faciais grossas, principalmente as que se localizam em volta da boca e para as cicatrizes da acne. É realizada utilizando-se um esfoliador, que pode ser uma lixa grossa. Para efetuar este procedimento é necessário anestesia local ou geral. Em geral suas alterações são menos graves. Geeralmente, a reepitelialização se conclui em 7 dias.

Tratamento a Laser usual em tratamento para a pele lesada pelo sol e rugas finas. Apresenta melhor resultado nos tipos cutâneos I e II de Fitzpatrick com menos efeitos colaterais. Indivíduos com pele tipo III correm maior risco complicações quanto à pigmentação. Não indicado para tratamento de pacientes com peles de tipos IV, V e VI. Age melhorando a cor da pele, removendo a pele lesada e melhorando também sua textura, à medida que reorganiza o colágeno.

É necessário o pré-tratamento com Retin-A a 0,1%, aplicado diariamente por 1 mês antes da terapia com laser.

PEELING BIOLÓGICO OU ENZIMÁTICO

O que são enzimas

Enzimas são proteínas formadas por longas cadeias de aminoácidos unidos por ligações peptídicas. São catalisadores biológicos extremamente eficientes que aceleram em média 10 9 a 10 12 vezes a velocidade da reação sem serem consumidos.

As mais utilizadas

Dentre as principais enzimas e classes enzimáticas que encontram aplicação em produtos cosméticos podemos citar: as proteases (papaína, bromelina, subtilisina e catepsina D), que hidrolisam proteínas a peptídeos e aminoácidos e promovem a renovação celular; as óxido-redutases (superóxido dismutase, catalase, lacase, peroxidase e glucose oxidase,) que protegem a pele do envelhecimento, através da conversão de radicais livres do oxigênio em espécies menos reativas; as amilases, que rompem as ligações dos polissacarídios provenientes de metabólitos ativos de microorganismos patogênicos em estruturas menores, tornando essas sujidades solúveis e mais fáceis de removê-las; as lipases, que hidrolisam os lipídios em estruturas menores, ácidos graxos e glicerol, reduzindo os nódulos de gordura e facilitando sua eliminação do organismo; a fosfatase alcalina, que aumenta o metabolismo celular e estimula a proliferação fibroblástica, reduzindo micro-rugas; a hialuronidase, que despolimeriza o ácido hialurônico presente no meio intersticial e promove a reabsorção do excesso de líquidos, diminuindo a celulite; a lisozima, que possui ação bactericida; as enzimas de reparo do DNA, que previnem e reparam o DNA lesado pela radiação UV; e as extremozimas.

Tipos de liberação de sistema enzimática

Os Lipossomas são cápsulas microscópicas que penetram na pele atingindo a profundidade desejada e liberando o seu conteúdo (os princípios ativos) de maneira contínua e programada por um longo período de tempo.

Substâncias ativas podem ser incorporadas seja no compartimento aquoso interno (substâncias hidrossolúveis), seja nas membranas dos lipossomas (substâncias lipofílicas ou anfifílicas). Os lipossomas aumentam as concentrações do ativo na epiderme e derme, agem como intensificadores de penetração e como membranas para liberação controlada de princípios ativos.

As Glicoesferas são configurações supramoleculares organizadas em torno de um núcleo sólido interior, composto de amido modificado, que é altamente hidrofílico e capaz de estabilizar a partícula fisico-quimicamente, aumentar sua biocompatibilidade, encapsular ativos hidrofílicos e, em virtude de seu tamanho reduzido (200 nanômetros), é capaz de penetrar nas camadas internas do estrato córneo. Sobre este núcleo está disposta uma camada única de ésteres de ácidos graxos, dotando essa estrutura de uma natureza lipofílica periférica, não modificando, entretanto, a natureza hidrofílica interna. Por fim, sobre esta camada de ácidos graxos, estão dispostos lipídios polares (lecitina hidrogenada), formando uma camada externa com capacidade de reter e transportar agentes ativos lipofílicos (Figura 3b). As glicoesferas, portanto, são capazes de incorporar tanto princípios ativos hidrofílicos, quanto lipofílicos, e imitam a estrutura dos corneócitos da pele.

As ligações iônicas e as interações hidrofóbicas são os dois tipos de interação química responsáveis pela capacidade das glicoesferas em reter moléculas em seu interior.

As Ciclodextrinas (CD’s) são oligossacarídeos cíclicos formados por moléculas de D-glicose unidas através de ligações glicosídicas á (1-4), obtidas a partir da degradação enzimática do amido. Quando o amido é tratado com a enzima ciclodextrinaglucosiltransferase(CGT), a reação intramolecular produz o composto cíclico?-1,4, conhecido como ciclodextrina.

Existem muitas vantagens na encapsulação molecular das ciclodextrinas: liberação controlada de ativos, o que significa maior biodisponibilidade; proteção contra oxidação e degradação, mantendo o efeito do ativo ao longo do tempo; redução da toxicidade e agressividade; formação de complexos hidrossolúveis mesmo se a molécula incorporada for lipossolúvel; melhora da estabilidade de emulsões e géis.

Maltodextrinas são oligossacarídeos lineares obtidos da hidrólise do malte catalisada pela enzima -glucosidase, de forma que podem ser consideradas produtos biotecnológicos obtidos de matérias-primas vegetais . A peculiaridade das maltodextrinas é que elas protegem o princípio ativo, aumentando a estabilidade. Em particular, as enzimas complexadas com maltodextrina têm sua atividade mantida por mais tempo ao serem incluídas no cosmético final.

Os princípios ativos complexados com maltodextrina penetram na pele, onde são liberados gradualmente, atingindo o seu alvo de ação. Além disso, elas intensificam bastante a atividade da substância funcional ligada a elas, reduzindo ao mesmo tempo efeitos de irritação possivelmente associados à forma livre dos princípios ativos.

Últimas tendências

As últimas tendências em cosmética apontam para o uso de extremozimas e de enzimas capazes de reparar o DNA lesado pela radiação UV. As extremozimas, devido a sua extrema estabilidade,oferecem novas opções em ativos cosméticos e novas oportunidades para biocatálises. Já as enzimas de reparo do DNA, aliadas ao uso de fotoprotetores, permitem reduzir consideravelmente as consequências indesejáveis da exposição ao sol, que incluem o fotoenvelhecimento e até mesmo o câncer de pele.

PEELING VEGETAL (GOMMAGE)

O peeling vegetal é um método de esfoliação que regenera as células da epiderme, utilizando, exclusivamente, ingredientes naturais. O produto é massageado na região a ser tratada por 20 minutos. Depois, a área é coberta com bandagens oclusivas por 40 minutos. É comum sentir uma leve sensação de ardor seguida de calor, que só será aliviada com a lavagem do rosto. Após o procedimento, a pele fica com uma cor avermelhada, regredindo em sua intensidade no dia seguinte. Uma ligeira esfoliação será iniciada no terceiro dia. O fenômeno estará completo no prazo de 48 a 72 horas. No quinto e sexto dia, a pele ganha uma coloração rosada e um aspecto fino e compacto. É um procedimento que produz intensa vasodilatação local com estímulo e ativação celular que clareia e melhora sensivelmente a qualidade da pele.

Este tipo de tratamento geralmente é indicado para todos os tipos de pele. É um produto 100% natural , a composição é um equilíbrio perfeito dos ativos, que são a Aveia e o Amido de arroz, que possuem diversas vitaminas como vitamina A, B1, B2, B6, C , E e PP, que irão nutrir a pele em profundidade enquanto o produto estiver em fase de secagem sobre a pele. É feito uma leve esfoliação facial, podendo ser utilizado inclusive nas peles mais sensíveis e também utilizado em peeling corporal . Este produto além de todas as propriedades, ainda proporciona um leve efeito de clareamento da pele. De acordo com o tipo de pele e com o objetivo a ser alcançado, é adicionado ao peeling vegetal produtos como, Água de Hamamélis, Loção Tônica de Ginseng, Emulsão Hidratante ou Creme Hidratante Azuleno.

CLASSIFICAÇÃO E LOCAIS DE AÇÃO DOS PEELINGS

A determinação do agente ou a técnica específica a ser usada depende do conhecimento da profundidade da lesão, a fim de escolher um agente que não produza esfoliação desnecessariamente mais profunda do que a própria alteração a ser tratada. Entretanto esta medida não é absoluta e se enfatiza que cada agente químico, dependendo de diversos fatores, pode mudar sua postura e característica, tornando-se um agente de peeling mais ou menos profundo (SILVA E CASTRO, 2009).

Os peelings químicos são classificados em quatro grupos de acordo com o nível de profundidade da necrose tecidual provocada pelo agente esfoliante. É classificada em: Muito superficial (esfoliação), esses peelings afinam ou removem o estrato córneo e não criam lesão abaixo do estrato granuloso; Superficial (epidérmico) produz necrose de parte ou de toda a epiderme, em qualquer parte do estrato granuloso até a camada de células basais; Médio (dérmico papilar) produz necrose da da epiderme e de parte ou de toda a derme papilar; Profundo (dérmico reticular) produz necrose da epiderme e da derme papilar, que se estende até a derme reticular (ROTTA, 2008).

A profundidade de uma descamação depende de muitas variáveis entre as quais :agente esfoliante, integridade da epiderme, espessura da pele e oclusão dos agentes (SILVA E CASTRO, 2009).

INDICAÇÕES E CONTRA-INDICAÇÕES

As indicações clássicas são:

- Fotoenvelhecimento: rugas, melanoses e queratoses actínicas;

- Discromias: melasma e hiperpigmentação pós-inflamatória;

- Acne e suas sequelas: os peelings químicos são úteis como cadjuvante no controle da acne em atividade; nas cicatrizes atróficas e nas em ice-pick, os resultados nem sempre satisfatórios;

- Outras: estrias, queratose pilar.

As contra indicações para qualquer peeling químico, em especial o médio e o profundo são:

- Fotoproteção inadequada;

- Gravidez;

- Estresse e escoriações neuróticas;

- Uso de isotretioína oral há menos de 6 meses (somente para peelings médio e profundo);

- Cicatrização deficiente ou formação de quelóides;

- História de hiperpigmentação pós-inflamatória permanente;

- Dificuldades para compreender e seguir as orientações fornecidas;

- Expectativas não realistas.

COMPLICAÇÕES

Segundo Silva e Castro, 2009, em geral, complicações estão relacionadas à indicação incorreta do procedimento, orientações deficientes ou não obedecidas pelo doente e/ou má técnica. O risco aumenta proporcionalmente à profundidade do peeling. Nos peelings superficiais geralmente são de natureza pigmentar, nos de média profundidade podem ocorrer cicatrizes, e nos profundos, até reações sistêmicas.

Pode ocorrer:

- Pigmentares: hipopigmentação, hiperpigmentação, linha de demarcação, acentuação de nevus, Eritema, Flushing persisente e equimose.

- Cicatriciais: quelóides, cicatriz hipertrófica, cicatriz atrófica e necrose.

- Estruturais: ectrópio e eclábio.

- Infecciosas (as infecções associadas aos peelings são pouco frequentes e aumentam com a profundidade).

Bacterianas
Staphylococcus
Streptococcus
Pseudômonas
Síndrome do choque tóxico
Virais
Herpes simples
Verrugas
Fúngicas
Candida albicans

- Outras: mílio, prurido, aumento do tamanho dos poros, aumento de telangiestasia

- erupções acneiformes e reações alérgicas.

REFERÊNCIAS

VANZIN, S. B.; CAMARGO, C. P. Entendendo Cosmecêuticos - Diagnósticos e Tratamentos. 2. ed. São Paulo: Santos, 2011.

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Autores : DIEGO MARQUES MOREIRA , ALINIE VILELA ,JULIANE MIYAJIMA ,LORENA AMARAL PARAGUAI ,VALERIA BEZERRA GARCIA

Diego Marques Moreira
Bacharel em Farmácia pela Universidade Braz Cubas, UBC Mestrando em Neurociências pela Universidade Federal do Estado de São Paulo, UNIFESP . Professor em curso Técnico das matérias de Fisiologia, Anatomia, Microbiologia, Parasitologia, Genética, Deontologia farmacêutica, Farmacologia, Toxicologia, Saúde Pública, Controle de Qualidade e Bioquímica
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