Teoria Neurogênica

Teoria Neurogênica
FISIOTERAPIA

A fisiopatologia da bexiga hiperativa parece envolver ligações elétricas disfuncionais na musculatura lisa vesical, que permitiriam que contrações locais, que normalmente se extinguem, se propaguem, podendo gerar contrações clinicamente detectáveis.


O modelo fisiopatológico proposto pressupõe que alterações neurológicas na parede vesical representadas por denervação e ligações intercelulares anormais podem determinar os sintomas de urgência e frequência miccionais. Tais alterações já foram demonstradas na bexiga hiperativa idiopática, obstrutiva e neurogênica.


Modelos animais e estudos in vitro confirmam a presença da excitação assincrônica da musculatura lisa vesical que segue padrões de denervação e reinervação.


Mills et al. (2000), ao estudarem feixes musculares de pacientes com bexiga hiperativa idiopática e controles normais, puderam demonstrar que 35% dos primeiros tinham evidências de denervação comparados com apenas 15% dos controles.


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