Níveis de Atenção à Saúde no Brasil

Níveis de Atenção à Saúde no Brasil
FISIOTERAPIA

Para ofertar uma atenção em saúde mais específica e adequada à saúde foi descentralizada para melhor triar os casos e desafogar centros especializados de alta complexidade de casos de menor urgência ou de fácil resolução.

Dessa forma, a oferta de saúde passou a ser a nível Primário, Secundário e Terciário, com alguns hospitais já se enquadrando como de nível Quaternário.

Classificam-se como de Nível Primário, as Unidades Básicas de Saúde, ou Postos de Saúde, onde se configura a porta de entrada do Sistema Único de Saúde. Nesse nível de atenção são marcados exames e consultas além da realização de procedimentos básicos como troca de curativos.

Como Nível Secundário, estão as Clínicas e Unidades de Pronto Atendimento, bem como Hospitais Escolas. Nesses são realizados procedimentos de intervenção bem como tratamentos a casos crônicos e agudos de doenças.

Nos níveis Terciários, como os Hospitais de Grande Porte, sejam mantidos pelo estado seja pela rede privada, são realizadas manobras mais invasivas e de maior risco à vida, bem como são realizadas condutas de manutenção dos sinais vitais, como suporte básico à vida. Nesses hospitais, também podem funcionar serviços

Quaternários, de transplante de tecidos, como Pulmão, Coração, Fígado, Rins, dentre outros.

Dessa maneira seccionada, pelo menos em tese, a garantia ao acesso em consonância com a gravidade e urgência ficam garantidos ao usuário.

Paulo Henrique Caetano de Sousa
Acadêmico do curso de Fisioterapia da Universidade Federal do Ceará e Bolsista do Programa de Iniciação à Docência pela Universidade Federal do Ceará, desempenhando atividades como Monitor do Módulo de Vivências em Fisioterapia I e II e Extensionista do Programa de Educação pelo Trabalho - Saúde(Pro- Pet- Saúde), desempenhando trabalho na área de Saúde Mental / Álcool e Drogas em Crianças e Adolescentes, Colunista do Portal Educação e Extensionista do Programa de Promoção da Saúde, desenvolvendo trabalhos com grupos de vulnerabilidade social. Membro do Grupo de Pesquisa de Promoção da Saúde do CNPQ
Seja um colunista

ASSINE NOSSA NEWSLETTER

ARTIGOS RELACIONADOS