Serviços Residenciais Terapêuticos - SRT

Serviços Residenciais Terapêuticos - SRT
ENFERMAGEM

Nos primeiros resultados obtidos pelo processo de Reforma Psiquiátrica, surgiu à questão do que fazer com os pacientes que tinham plenas condições de alta hospitalar, mas não contavam mais com apoio social e familiar. Então, na II Conferência Nacional de Saúde Mental, realizada em 1992, foi proposto que se pensasse em estratégias para implantação de “lares abrigados ou protegidos”, assim chamados inicialmente.
       
Tendo em vista as experiências bem sucedidas de localidades como Campinas (SP), Ribeirão Preto (SP), Santos (SP), Rio de Janeiro (RJ) e Porto Alegre (RS) de iniciativas de reinserção social da pessoa na comunidade, pensou-se na criação destes novos espaços de socialização.
       
As residências terapêuticas são alternativas de moradia para pessoas com transtornos mentais que não contam com suporte familiar e social adequados, especialmente os egressos de longas internações em hospitais psiquiátricos. Constituem-se em casas em espaço urbano, podendo atender de 1 até no máximo 8 usuários, contando sempre com apoio de profissionais, seja de equipe de CAPS, unidade básica ou outros profissionais da saúde em condições de atendê-los.
       
O SRT é assegurado pela Portaria nº106 de 11 de fevereiro de 2000. A regulamentação destes serviços é toda visando a inserção do usuário na comunidade. Para sua implementação deverá conter um projeto terapêutico.
       
O SRT deverá estar vinculado a algum serviço ambulatorial, geralmente os CAPS. Estes, por sua vez, deverão atuar na assistência e supervisão das atividades da residência, tendo, no mínimo, um profissional de nível superior e dois de nível médio, com especialização, experiência ou capacitação na área de saúde mental.
       
Os moradores das residências terapêuticas podem ser egressos de hospitais psiquiátricos, pessoas em acompanhamento em CAPS com dificuldades para moradia e moradores de rua com transtorno mental, que não possuam essa rede de suporte, para que possam ser incluídos nessa modalidade.
       
Cerca de 10.000 (dez mil reais) são repassados pelo Ministério da Saúde para cada SRT implantado, para que sejam realizados ajustes no imóvel, e a compra dos materiais e equipamentos para a moradia.
       
É de fato uma casa, um lar. As pessoas que ali residem são responsáveis pela casa, como se fossem as “donas”. Lá eles cozinham, lavam, arrumam, limpam, cuidam, como se estivessem na sua casa.
       
Hoje no Brasil existem 475 SRT que atendem cerca de 2.500 moradores. Isto revela que a transformação vem acontecendo, embora ainda se tenha muito para melhorar. O SRT é relativamente novo, assim como os demais dispositivos substitutivos. Sendo assim, todos têm que aprender a viver e trabalhar neste novo modelo.
               
Surgiu à questão do que fazer com os pacientes que tinham plenas condições de alta hospitalar, mas não contavam mais com apoio social e familiar. Então, na II Conferência Nacional de Saúde Mental, realizada em 1992, foi proposto que se pensasse em estratégias para implantação de “lares abrigados ou protegidos”, assim chamados inicialmente.
       


Tendo em vista as experiências bem sucedidas de localidades como Campinas (SP), Ribeirão Preto (SP), Santos (SP), Rio de Janeiro (RJ) e Porto Alegre (RS) de iniciativas de reinserção social da pessoa na comunidade, pensou-se na criação destes novos espaços de socialização.        

As residências terapêuticas são alternativas de moradia para pessoas com transtornos mentais que não contam com suporte familiar e social adequados, especialmente os egressos de longas internações em hospitais psiquiátricos. Constituem-se em casas em espaço urbano, podendo atender de 1 até no máximo 8 usuários, contando sempre com apoio de profissionais, seja de equipe de CAPS, unidade básica ou outros profissionais da saúde em condições de atendê-los.        

O SRT é assegurado pela Portaria nº106 de 11 de fevereiro de 2000. A regulamentação destes serviços é toda visando a inserção do usuário na comunidade. Para sua implementação deverá conter um projeto terapêutico.         

O SRT deverá estar vinculado a algum serviço ambulatorial, geralmente os CAPS. Estes, por sua vez, deverão atuar na assistência e supervisão das atividades da residência, tendo, no mínimo, um profissional de nível superior e dois de nível médio, com especialização, experiência ou capacitação na área de saúde mental.

Os moradores das residências terapêuticas podem ser egressos de hospitais psiquiátricos, pessoas em acompanhamento em CAPS com dificuldades para moradia e moradores de rua com transtorno mental, que não possuam essa rede de suporte, para que possam ser incluídos nessa modalidade.        

Cerca de 10.000 (dez mil reais) são repassados pelo Ministério da Saúde para cada SRT implantado, para que sejam realizados ajustes no imóvel, e a compra dos materiais e equipamentos para a moradia.

É de fato uma casa, um lar. As pessoas que ali residem são responsáveis pela casa, como se fossem as “donas”. Lá eles cozinham, lavam, arrumam, limpam, cuidam, como se estivessem na sua casa.        

Hoje no Brasil existem 475 SRT que atendem cerca de 2.500 moradores. Isto revela que a transformação vem acontecendo, embora ainda se tenha muito para melhorar. O SRT é relativamente novo, assim como os demais dispositivos substitutivos. Sendo assim, todos têm que aprender a viver e trabalhar neste novo modelo.

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