Orientação Educacional: Os Desafios Da Indisciplina Em Sala De Aula

Orientação Educacional: Os Desafios Da Indisciplina Em Sala De Aula
PEDAGOGIA
1 Introdução
A presente pesquisa tem como propósito apresentar algumas reflexões sobre o papel do Orientador Educacional frente às questões relacionadas à indisciplina escolar. Em vista, que atualmente os cursos de Pedagogia têm formado profissionais para exercer funções diversificadas inerente à gestão educacional, sendo assim apresentada a administração escolar, a orientação educacional e supervisão de ensino.

A escolha da temática deu-se por meio de estudos e observações no meio escolar, nascendo então à profícua vontade de conhecer a função deste profissional no ambiente educacional e seu papel frente à indisciplina no cotidiano escolar. Para tanto, justifica-se este trabalho, com o respaldo de que a orientação educacional tem sido considerada, como uma das principais e simbólicas funções exercidas pelo pedagogo, pois é entendida como um resgate dos valores humanos, culturais e psicossociais do aluno em seu processo de ensino-aprendizagem. Assim como, estabelecer o elo entre a tríade família, escola e aluno. O objetivo geral da pesquisa foi estudar o papel do orientador educacional na escola atual, como meio de intervir na indisciplina em sala de aula, e de forma específica: apontar a função do orientador no ambiente escolar, e identificar os desafios que estes profissionais do ensino, encontram para identificar e intervir nos problemas indisciplinares ocorrido no espaço escolar. Dessa forma, o problema que deu origem ao artigo em destaque foi: Como o Orientador Educacional pode desenvolver ações preventivas para solucionar a questão da indisciplina em sala de aula?

Sendo assim realizada uma análise precisa do referencial teórico composto por Campanhole (2000), Chalita (2005), Grinspun (1992; 2001), Tiba (1996), Vasconcellos (1995) entre outros, para alicerçar e fundamentar este trabalho. De posse deste referencial, elaborou-se o desenvolvimento do trabalho, por meio de uma abordagem exploratória - qualitativo.

2 A Função Do Orientador Educacional No Ambiente Escolar
Contempla-se, que a esfera do campo da orientação educacional faz análise, planejamento, assim como propicia um ambiente harmônico e seguro ao educando, edificando a aprendizagem significativa e satisfatória do aluno. Sendo assim, atribuído a função do Orientador Educacional, ao de promover o ensino aprendizado dos alunos que apresentem dificuldades para aprender, com base em suas necessidades psicossociais, físicas e etc.

Grinspun (2001, p. 22) considera: Conta-se que a Orientação Educacional teve sua sucessão de crescimento ligada à da Psicologia, que vem desde o século XVI e por meio de atividades psicotécnicas para traçar suas capacidades relacionadas a atividades específicas. Entretanto, o seu aperfeiçoamento no contexto educacional dá-se sob o prisma do retrocesso da Psicologia. Sendo neste caso, preciso que seja considerado que a 'noção' é proposta pela educação como necessária propondo assim a orientação do individuo.

Grinspun (1992, p. 33) incita: Vislumbra-se que a Orientação Educacional, na década de 1920 no Brasil se constituía de atividades vulgarizadas e solitárias, sendo assim, ligada a uma moral religiosa. E com o desenvolvimento urbano-industrial no período de 1920, teve a precisão de formar estes profissionais, para uma realidade ainda desconhecida, contando com isso a implementação do ensino profissionalizante. Como visto o atendimento ao aluno com problema em seu aprendizado e a sua família, é o foco para a Orientação Educacional, desde década passada.
No entanto, Grinspun (2001, p. 41), expõe: Atualmente, a Orientação Educacional, tem buscado pela totalidade do aluno, inquietando-se com a amplitude da acepção do aluno como 'ser', podendo assim, construir, edificar sua personalidade, e de forma relevante participar conscientemente e ativo da história que ele mesmo escolheu para sua vida, tendo assim, sua realidade valorizada. Com isto, foi possível que o profissional da educação o Orientador Educacional, percebesse sua real função em meio ao espaço escolar, passando então a discutir os objetivos e currículos propostos pela instituição, em que são realizadas suas atividades.

Grinspun (2001, p. 31) ressalva: A orientação hoje se caracteriza no sentido mais abrangente e no sentido de sua dimensão pedagógica. Pois, possui uma sustentação de caráter que vem mediar aos demais grupos de profissionais da educação, em busca de qualidade no ensino. É perceptível que todas as evidências da orientação educacional estão voltadas para o absoluto crescimento do aluno, e sendo assim, o Orientador Educacional tinha total esmero pela aprendizagem e desenvolvimento em todos os campos que envolvem o aluno.

Diante disso, encontra-se nas palavras de Grinspun (2001, p. 40): O orientador é um profissional com alto sentido de autoridade e acepção no campo educacional e sua experiência vai além de orientar o aluno, assim como, proporcionar um clima agradável no ambiente escolar, para que o aluno possa ter um excelente desempenho nesta instituição. Explicita-se, que o orientador educacional precisa ter em mente uma ação educativa baseada nos seus reais objetivos, para que venha interpor todos os meios de processos educativos, a priori, que a orientação esteja atinente a uma maneira de cogitar seu oficio e uma filosofia da educação, para fins de uma estrutura de abstração de valores do aluno.

Luck (2001, p. 77) argumenta: É tácita a hipótese de que se encontra no aluno a causa de um problema. Este proceder por parte do profissional desvaloriza o conhecimento que por vezes, os procedimentos inadequados adotados pelo educando são causas, de anomalias provenientes do espaço escolar, tais como inflexibilidade de regulamentos e insensibilidade por parte dos profissionais em atender o aluno dentro de suas especificidades. O orientador educacional, para traçar seus planos de ação deve estar ciente dos ideais filosóficos e culturais da instituição e ter claro que tipo de cidadão quer formar (ARRUDA, 2009). Sendo assim, imprescindível ao Orientador Educacional uma formação plena, para o profícuo desenvolvimento de suas atribuições em exercício na escola.

2.1 A prática educativa em face do Orientador Educacional
Ressalta-se, que o papel do Orientador Educacional é buscar elementos favoráveis para o aprendizado e crescimento do aluno. A Orientação é de maior relevância, por trabalhar a construção de identidade dos educandos (VASCONCELLOS, 2004, p. 25).

Entretanto, Fontoura (2008, p.291) ressalta que o papel do Orientador Educacional: [...] é preocupar-se com a personalidade do aluno problemático tentando assim, ajudar da melhor forma possível reduzir suas questões psicológicas, assim como, poder tomar uma posição diante de alguma situação-problema. Sob este contexto, entende-se que para que haja este alcance esperado sobre a construção de valores no aluno, é preciso que todo o corpo docente e a comunidade/família venham fazer parte desta busca.

Necessário também, que o Orientador busque o embasamento preciso para aprofundar sua acepção sobre o cotidiano da sociedade, e assim, discernir os diferentes aspectos psicossociais que envolvem o educando, podendo desta forma, identificar o que pode estar favorecendo seus problemas de ensino-aprendizagem na escola.

Grinspun (2003, p. 73) enfatiza: [...] na atualidade, o papel da Orientação Educacional está além do estudo com alunos problemáticos passando a refletir, analisar, e interferir sobre esses problemas em tempos de globalização. É preciso trabalhar, com o aluno, na possibilidade de sua totalidade, desenvolvendo o sentido da singularidade, da autonomia, da dimensão da solidariedade, no verdadeiro significado do humano. No entanto, para que o Orientador possa entender o problema do educando, é preciso que faça uma reflexão oriunda da realidade vivenciada pelo aluno em seu cotidiano, assim como exprimir a responsabilidade de cada educador em sua função de transmissão de conhecimentos, seja formal ou sistematizada.

Postula-se que a Orientação Educacional precisa ser percebida como a área que caminha em busca de uma educação de qualidade, e se possível, numa dimensão mais ampla de um mundo melhor (GRINSPUN, 2003, p. 93).

Percebe-se, mediante o explícito pela autora a relevância do Orientador Educacional em pensar no educando com novas abstrações, e assim com uma nova visão de mundo. Urbanetz (2008, p. 51) postula: [...] faz preciso a ação de um profissional competente e com a disparidade de tempo necessário para tornar a possível um relacionamento amistoso e agradável com os educandos e educadores, no espaço escolar e fora dele. Salienta-se, que o Orientador precisa cogitar os problemas do educando de forma preventiva e assim promover meios que favoreçam a recuperação do educando, entre eles servir de mediador entre escola e família. Por meio de projetos e pesquisas que coadunem as causas do desajuste emocional do aluno e planejar junto ao professor formas para que o aluno venha se relacionar com seus familiares, amigos e professores de uma maneira satisfatória.

3 A Orientação Educacional E A Indisciplina: Desafios E Perspectivas De Ensino

É consenso que sempre ao pensar em disciplina vem a mente limites e possibilidades dentro de um espaço. O orientador Educacional vem com o papel de atuar sobre essa emblemática, com a finalidade de encontrar uma solução ou razão para a ação do educando considerado problemático.

Segundo Gotzens (2003, p. 22): Permeia-se que a disciplina educacional consista em medidas e propostas para enfrentar os problemas comportamentais dos educandos. Precisando sempre que possível, realizar do tempo previsto para a manifestação de problemas e então, somente em último caso reconstituir os que surgirem.

Enquanto nesta mesma linha de raciocínio, Tiba (1996, p. 32) postula que a disciplina é compreendida como um conjunto de regras éticas para se atingir um objetivo. Entretanto, quando faz referência a indisciplina, Garcia (1999, p. 44) pontua: [...] é preciso que a visão reflexiva sobre o aluno indisciplinado seja modificada, pois o que se observa hoje é que o corpo docente, diretores, coordenadores, visualizam o aluno indisciplinado como sendo o sujeito que não quer aprender ou que não recebeu educação em casa. A indisciplina é um tema muito discutido nos últimos anos, em vista de sua complexidade, é abordado de forma considerável pelos profissionais de ensino que se preocupam com o aprendizado dos educandos.

Aquino (1998) considera: A indisciplina tem sido vista como um abandono das competências do educador em sala de aula, pois quando seu papel não tem evidência de ação, os alunos podem perder o foco das habilidades do professor e tornam-se relapsos diante de suas atividades que deveriam ser atribuídas e incumbidas pelo educador. Sendo indiscutível, ressalvar que atualmente as instituições vêm enfrentando problemas quanto à indisciplina, a priori, os professores desmotivados e alunos cada dia mais relapsos, torna o desafio ainda maior para o Orientador educacional seguir com seu objetivo, que é assegurar o elo entre aluno/escola/família.

A (in)disciplina pode ser prevenida pelo Orientador Educacional, por meio de ajuda ao professor na solução de problemas sobre as turmas de alunos, da entrevista com os elementos difíceis do programa escolar (SCHMIDT, 1993, p. 77). Assim, os professores que tem em sala educandos que apresentam indisciplina, contam com o apoio do profissional Orientador Educacional, para estabelecer acompanhamento e monitoração com uma prática favorável de ensino significativo e de construção de valores. Por muitas vezes, a escola é vista como um espaço em que o aluno expõe sua raiva, frustração, medo e dessa forma provoca a insubordinação disciplinar.

Cenci (2007) cita: A escola como meio de transformação e construção do educando, situa-se entre o espaço familiar e a sociedade que ela está inserida. Possuindo, um diferencial que é sua natureza própria, sugerindo assim, que ela tenha de forma especifica um papel fundamental e relevante na formação moral do educando que ela recebe. Dessa forma, o educando precisa ter a segurança de saber que pode buscar apoio pedagógico para conselho, como medida de precaução de ações que venham a ocorrer por falta de parecer instrutivo.

Outro fator essencial a ser ressaltado é o trabalho que o orientador executa junto à família do aluno que apresenta problemas de indisciplina em sala de aula, já que por vezes, a família não tem o saber necessário para agir diante destas situações. Neste sentido, encontra-se nas afirmações de Tiba (1996, p. 36): [...] os filhos precisam de pais para ser educados, e os alunos necessitam de educadores para ser ensinados. Sem esta educação inicial, realizada no âmbito familiar a criança não cumpre o seu dever como aluno. Como aprender sem ser educado para isso? No entanto, o educador, cujo exercício é o de orientar o processo de aprendizagem não pode se ocupar de um papel que não é seu. Até porque o trabalho realizado por ele não surtirá efeito se em casa os hábitos de educação não mudarem. Nestes casos, faz necessário que o Orientador Educacional, detecte as dificuldades dos alunos e possa trabalhar os seus aspectos biopsicossociais, junto à família.

3.1 O saber-fazer do Orientador Educacional frente à indisciplina no espaço escolar
Sabe-se que o trabalho do Orientador Educacional é íngreme, pois, inicia após realizar um diagnóstico da dificuldade apresentada pelo educando, depois levanta dados precisos sobre a situação encontrada, e por último compõe um planejamento ordenado e minucioso, com alternativas relevantes para resolução da situação-problema.

Pimentel (1976, p.17) aduz: No seu conceito mais amplo, a Orientação Educacional dentro do sistema, propõe-se a encaminhar os educandos a tomarem decisões que sejam relevantes para seu desenvolvimento. Por tal razão, salienta-se que a assistência da Orientação Educacional sobre os jovens torna-se iminente diante da problemática vivenciada por eles. Pois se vem desprotegido e sem apoio pedagógico e familiar.

Dessa forma, tem-se em Pimentel (1976, p.18) que a ação do Orientador Educacional se estende além dos muros da escola, quando detecta o problema e planeja junto a outras instituições da comunidade a ação mais eficaz para suprir o problema encontrado. É compreensível que para chegar a uma solução ou pelo menos normalizar o problema, é preciso participação de toda a comunidade seja familiar ou escolar, pois o agente principal envolvido que é o educando, precisa estar em constante acompanhamento e observação. Assim como a família e o educador, tende a se orientar sobre como agir diante de qualquer situação.

Martins (1984, p. 92) instiga: É preciso que o Orientador Educacional reconheça que os professores devem ser seus maiores aliados, para trabalhar as questões indisciplinares. Devendo manter com um estreito relacionamento, com o corpo docente da escola, visando ao maior envolvimento possível dos professores nas atividades da Orientação Educacional. Sendo possível, entender que o Orientador precisa passar ao professor, formas e métodos que sejam eficazes no momento de ajuste do educando, e que ele entenda que o papel de dar disciplina não está apenas na hora da orientação, mas também em promover esta ação, em sala de aula e fora dela. Não cabe apenas ao orientador esta difícil tarefa, mas também a todo o corpo docente e os familiares do educando que apresenta problemas. Vasconcellos (1995, p. 41) reluz sobre essa emblemática:

Em um primeiro momento, o Orientador Educacional, assume a inteira responsabilidade pela disciplina, pois, com o papel de articulador da proposta, leva para toda a classe a assumir essa mesma função, mas de forma indireta. Tendo como medida não somente a sua autoridade frente a sua profissão, mas também as reais e necessárias condições para o trabalho coletivo em sala de aula. Salienta-se, que a educação vai além do muro da escola. Ela se torna relevante em diferentes contextos sociais. E para atingir esta realidade e enfrentar os desafios impostos diante da situação-problema que se encontra o aluno, é preciso notar que nem sempre a indisciplina está apenas no educando, ela se encontra na insubordinação escolar, familiar e do professor e por que não assim presumir do próprio Orientador, que não faz uso da teoria e prática de suas atribuições e funções, para com o aluno.

Segundo as premissas de Chalita (2005, p.24) o aluno tem que se sentir valorizado. E isso acontece nos pequenos gestos. Neste contexto, o respeito, amor, carinho e compreensão é a forma mais eficaz de atingir o ápice do problema, que geralmente é resultado de falta de atenção e abandono, por parte da família, amigos e comunidade escolar.


4 Conclusão

Mediante as considerações apresentadas, chega-se a conclusão que o Orientador Educacional tornou-se um profissional de extrema relevância para o ensino, em vista que é um dos responsáveis pela edificação do educando como cidadão consciente do mundo em que vive.

Considerando a problemática que originou este artigo em questão, ao qual questiona: Como o Orientador Educacional pode desenvolver ações preventivas para solucionar a questão da indisciplina em sala de aula?

Ressalta-se que o Orientador Educacional, necessita de um aglomerado número de pessoas que pertencem não somente ao âmbito escolar, mas também a família do educando que apresenta características indisciplinares. Posto que, torna-se um trabalho em conjunto com todos os segmentos que faz parte do convívio do educando. Sendo trabalhada, a indisciplina familiar, escolar e do educando, pois, não adianta tentar resolver uma questão, quando não se encontra a raiz do problema para assim serem tomadas as devidas medidas de prevenção e intervenção.

Entendendo, que pelo cargo que exerce o Orientador Educacional é quem vem estabelecer o contato direto com o trabalho docente, o que lhe cabe fomentar discussões sobre a indisciplina escolar e o processo ensino-aprendizagem. Restando-lhe, fazer uma análise em conjunto com todo o corpo docente para estabelecerem propostas pedagógicas para sanar a indisciplina escolar.

Enfim, a intervenção necessária realizada pelo orientador deve ser cogitada junto a medidas de prevenção, tornando esta ação associada a mecanismo de busca por todos os fatores que podem ocasionar a desordem emocional do aluno. Pois, mediar o meio social e o aluno é algo que está agregado ao exercício profissional do Orientador, que deve se preocupar com a formação de valores do educando, para fins educacionais e para a vida. E assim transformar o meio escolar em espaço de aprendizagem, momentos culturais e a ativa participação dos familiares. No sentido de que venha elevar o nível cultural da comunidade, por meio de debates coletivos, envolvendo temas diversos e do interesse dos participantes.

Referências Bibliográficas
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Edvanir da Silva Costa
Professora do Ensino Fundamental inicial. Formação em Pedagogia pela Faculdade Guaraí;-FAG. Tutora em Livre-docência, Especialista em Língua Brasileira de Sinais pela Faculdade Darwin de Brasilia, Especialista em Gestão, Orientação e Supervisão Escolar pela FAPAF.
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