O uso da tradução como ferramenta de ensino de Língua Estrangeira

O uso da tradução como ferramenta de ensino de Língua Estrangeira
IDIOMAS
INTRODUÇÃO

A simples menção da palavra tradução entre professores de idiomas, em geral, provoca uma reação negativa. Mas um simples olhar para o passado, aos métodos de ensino de línguas estrangeiras, já nos fornece as razões para essa rejeição ao uso da tradução. Além disso, muitos estudos a respeito da aquisição de uma segunda língua centrados nos efeitos negativos ou interferência entre a L1 e L2, têm contribuído para reforçar essa crença.

No entanto, existem pesquisadores que defendem seu uso ao afirmar que não há ruptura total entre a Ll e a L2. Na verdade, apesar de receber duras críticas, tem sido o método mais usado na aprendizagem de línguas clássicas e, em certa medida as línguas modernas, até a década de 60 e 70. Welker vê a tradução não apenas como uma possibilidade para testar o aprendizado dos alunos, mas também como uma "quinta habilidade" (2004, p. 6), já que "não há nenhuma comprovação de que o método comunicativo – com sua ênfase nos atos de fala, no fazer e descobrir do aluno e com seu desprezo da gramatica – seja o mais eficiente.

Mas apesar das muitas opiniões favoráveis, o uso educativo da tradução não significa a simples volta a tradução de antigamente, mas sim a aplicação de técnicas que promovam a confiança dos alunos para familiarizar-se com uma língua estrangeira, com a possibilidade de compará-la com a língua materna.


METODOLOGIA

Esta pesquisa se caracteriza por pesquisa bibliográfica, pela análise de minha própria experiência, pesquisas feitas entre profissionais da área de idiomas e relatos retirados de várias fontes, especialmente de artigos científicos desenvolvidos por teóricos e acadêmicos da área.

Contém descrição de alguns métodos e exercícios que mostram a eficácia da tradução como técnica de ensino de idiomas, tradução essa não vista como fim, ou forma de avaliação, mas como meio, ou estratégia de aprendizado.


A TRADUÇÃO E AS METODOLOGIAS DE ENSINO DE LÍNGUAS

A tradução foi, durante séculos, a abordagem didática no ensino de LE, sendo essa o pilar do Método Gramática-Tradução (MGT). De acordo com Leffa (1988), ela foi a metodologia com mais tempo de uso na história do ensino de línguas. Tal metodologia era focada na linguagem escrita, e para ensinar a língua estrangeira, os professores davam as explicações na língua materna. O uso da tradução atingiu o seu auge no final do século XVIII. Condenada, a tradução foi banida das salas de aula e considerada simplesmente inadequada, assim como o uso de textos literários, o ditado e a leitura em voz alta. Temos que admitir que isso ocorreu, em parte, pelo seu uso abusivo e muitas vezes ineficiente, pois a tradução de frases da língua materna para a língua estrangeira e vice-versa era a prática predominante em sala de aula.

A partir de 1950 e acima de tudo a partir dos anos 60 e 70, as técnicas de ensino mudaram radicalmente para as quatro habilidades, ou seja, leitura, escrita, compreensão e produção oral. A partir de então passou a vigorar o chamado Método Direto, (MD) (GHAMINE LÓPEZ, 2002), que defende a ideia de que o aluno deve aprender a pensar na LE, o que leva à abolição da tradução na sala de aula, e faz com que, algumas vezes, alunos e professores utilizem gestos, desenhos, mímicas e outros recursos, para a transmissão de significado. Esse método se baseia na teoria associacionista da psicologia que defende que o princípio básico da atividade mental é a associação das ideias.

"Dentre as várias respostas dadas a uma mesma situação, as que forem acompanhadas ou seguidas de perto pela satisfação do animal, mantendo-se iguais as demais condições, tornar-se-ão mais firmemente conectadas à situação de modo que, quando esta ressurgir, tenderão a reaparecer; as que forem acompanhadas ou imediatamente seguidas por desconforto, as demais condições mantendo-se iguais, terão enfraquecidas suas conexões com tal situação, de forma que quando esta se repetir, elas terão menor tendência a ocorrer. Quanto maior a satisfação ou o desconforto, maior o fortalecimento ou enfraquecimento da conexão. - Lei do Efeito" (Thorndike, 1911).

Ou seja, a pessoa aprende um idioma através da repetição, do exercício e da assimilação de coisas novas sobre uma estrutura antiga já aprendida.

A partir dessa época, foi dado destaque às técnicas decorrentes das novas teorias pedagógicas, como o trabalho em grupos ou pares, o uso de DVDs, a conversação, jogos e mais recentemente, o uso de novas tecnologias. As novas tecnologias on-line incluem dicionários, glossários, gramáticas, conjugadores, motores de busca para acessar páginas destinadas à busca de informações gramaticais e lexicais, a respeito de diversos aspectos de língua ou cultura. Há também as ferramentas de comunicação como e-mail, chats ou fóruns de discussão e inclusive a tradução automática on-line.

Apesar de todos os argumentos contra a tradução pedagógica, ela está voltando ao cenário do ensino de idiomas e atualmente há uma corrente didática que propõe seu uso para facilitar a aprendizagem. Um aspecto que não podemos deixar de levar em consideração é que as repetidas críticas a que está sujeito o uso da tradução como estratégia de ensino, não se referem à tradução em geral, mas sim ao método de gramática e tradução limitado quase que exclusivamente ao gênero literário.

A utilidade da tradução no ensino de línguas tem sido destacada por tradutores profissionais, teóricos e professores de idiomas, e não somente pelas teorias da pedagogia de língua estrangeira e muitos autores defendem a necessidade de reavaliar seu valor pedagógico.

Outros pesquisadores pensam de igual maneira. Abaixo, alguns deles citados por (WELKER (2003, p. 4)¹:

E logicamente impossível fazer abstração de conhecimentos existentes. Por conseguinte, no ensino de línguas estrangeiras não e possível fazer de conta de que não se domina a língua materna (...). Portanto, a língua materna tem que ser considerada mais um auxílio na aprendizagem do que um entrave. (Scherfer 1991: 96-97)
"Usando-se a língua materna para um esclarecimento sucinto a respeito de um ponto gramatical ajudará esses alunos muito mais do que uma prolongada tentativa de explicar e reexplicar na língua estrangeira e, consequentemente, haverá mais tempo disponível para a prática do ponto em discussão. (RIVERS, 1975, p. 82)

(...) no estagio inicial, a eliminação da língua materna (...) e completamente ilusória. Leontj’ev a considera 'psicologicamente impossível'. (Moskalskaja 1981: 86)

Graças aos trabalhos dos psicolinguístas, reconhece-se agora que querer afastar a língua materna do ensino das línguas estrangeiras beira o absurdo. (Lavault 1998)

Na realidade, quer a aceitemos, quer não, a tradução à língua materna é uma estratégia de aprendizagem usada pelos alunos de maneira frequente. Essa estratégia conhecida como tradução interiorizada é natural e inevitável, mas precisa ser supervisionada pelos professores. (HURTADO ALBIR, 1999, p.13; CARRERES, op. cit.). Por mais que nós professores tentemos manter a língua materna e a estrangeira separadas em sala de aula não temos êxito, pois na cabeça dos alunos elas continuam ligadas.

Segundo muitos pesquisadores, a tradução em sala de aula não é um mau método. O problema é usá-lo de forma que não deixe espaço para mais nada, utilizando gramática e tradução ruins, longas listas de memorização de palavras e uso de materiais didáticos que não tenham qualquer relação com as necessidades do aluno. Muitos sofreram as consequências desse método de ensino.

[os] textos a serem traduzidos eram escolhidos de acordo com sua estrutura gramatical: isto é, seguiam uma progressão gramatical, e traduzir era o único caminho metodológico para preencher de significado os lexemas estrangeiros, para conhecer as estruturas estrangeiras no seu significado e era o único trabalho linguístico ativo durante a aula. (KÖNIGS, 2001, p. 956; grifos do autor)²

Para Hurtado Albir (1998, p. 42 apud LUCINDO, 2006, p. 3), tradução é o "processo de reexpressão do sentido que as palavras e frases adquirem no contexto". Isso significa que, quando traduzimos, reexpressamos sentidos que o falante ou um texto escrito querem dizer.

Ou seja, temos de entender a tradução não como uma reprodução linguística ou a produção de equivalências linguísticas, mas sim como interpretação, produção de significados ou reescritura.

Tomar consciência do que é traduzir e refletir sobre como essa técnica pode fazer mediação entre uma cultura e outra pode ser motivador para os alunos de idiomas. Além disso, a tradução é um processo de resolução de problemas que ativa a análise e comparação entre as línguas e culturas e exige que os alunos tomem decisões próprias, favorecendo assim sua autonomia. Fracaro (2002, p. 105) diz que a tradução "é uma atividade integradora que exige que se ativem simultaneamente habilidades nas duas línguas, o que indiscutivelmente leva a um enriquecimento bastante significativo e que não deveria ser desprezado por nenhum professor". Ela averte contra o mau uso da tradução nas escolas:

Não se recomenda a tradução apenas pela tradução, usada para preencher um horário vago, para ser aplicada quando o professor não preparou nenhuma outra atividade, ou quando tenha faltado, (o famoso "tapa-buraco", tão frequente em algumas escolas) ou, ainda, apenas como avaliação. Ela é uma forma legítima de aumentar a bagagem linguística do aluno, inclusive na sua própria língua (FRACARO, 2002, p. 109).

Portanto o uso da tradução ajuda no aperfeiçoamento do idioma estrangeiro e do materno, auxilia na formação intelectual e melhora a leitura já que exige do aluno mais atenção enquanto lê. Através dos textos, tomam uma consciência maior do idioma. Usam as quatro habilidades simultaneamente. Dessa forma também, são preparados para situações que exijam mediação entre duas pessoas que não têm uma língua em comum.

A tradução didática quando bem usada nos permite trabalhar os conhecimentos léxicos, gramaticais e pragmáticos de maneira mais precisa.

Segundo Leffa (1988, p. 213), os três passos para a aprendizagem são, (a) memorização prévia de uma lista de palavras, (b) conhecimento das regras necessárias para juntar estas palavras em frases e (c) exercícios de tradução e versão.

É pelo exercício da tradução que os alunos aprendem que, traduzir não quer dizer substituir palavra por palavra. A tradução ajuda os alunos a perceber que não há equivalência exata dos vocábulos e expressões entre as duas línguas. Segundo Perini, por exemplo, as expressões idiomáticas "não podem simplesmente ser vertidas de uma língua para a outra" (2006:94) Ele diz que "a tradução é uma tarefa cheia de armadilhas" (2006: 98).

Exercitar atividades contrastivas entre a língua materna e a língua meta, pode ser uma excelente maneira de transformar as armadilhas às quais se referiu Perini, em motivos de aprendizagem efetiva da língua estrangeira. Isso ajudará o aprendiz a fixar, e inclusive conhecer, certos recursos culturais ou linguísticos, como por exemplo, as regras que regem o sistema preposicional da língua estrangeira. Ainda que existam poucos dados, estes mostram que os exercícios de tradução são considerados pelos alunos, ferramentas úteis para o aprendizado de LE. Segundo afirma Lucindo, os exercícios de tradução:

"... ajudam também na conscientização da linguagem ideal para cada tipo de texto, ajudam na formação da consciência crítica da cultura da LE, permitem uma participação mais ativa dos alunos e promovem um reequilíbrio de poder em sala de aula." (LUCINDO, 2006).

Outro ponto a que devemos chamar a atenção do aluno é a importância de fazer um bom e correto uso do dicionário - tanto monolíngue como bilíngue – e também ressaltar suas limitações. É exatamente ao conscientizar o estudante das limitações do dicionário, que este deixa de pensar na tradução e no aprendizado de uma língua como um processo de equivalência e percebe o elemento criativo e cultural, que implica o uso da linguagem.

Enfim, a atividade de tradução pode ser um forte aliado no sentido de garantir o ensino de um idioma dentro de uma perspectiva mais real e ampla. Mas temos de considerá-la uma "tarefa que requer reflexão consciente sobre as decisões e ações a serem tomadas" (PAGANO, 2000: 27). Elisângela Liberatti, estudante da UFSC, posiciona-se a respeito do uso da tradução em seu trabalho "A tradução na sala de aula de LE: (des)construindo conceitos", cita algumas propostas didáticas:

"Algumas breves sugestões de atividade:

• Atividade I: cada aluno, no começo ou durante a aula, diz frases mais complexas e que sabe não conseguir dizer na L2. Colegas e professores ajudam na atividade tradutória da L1 para a L2. Esse tipo de atividade ajuda os alunos a ganharem autoconfiança, bem como a aprenderem, por meio da tradução de frases mais difíceis, estruturas mais complexas da L2.

• Atividade II: o professor traz aos alunos diversas expressões idiomáticas utilizadas tanto na L1 quanto na L2. Com o auxílio do professor, de dicionários e da internet, os alunos traduzem as expressões trazidas da L1 para a L2 e vice-versa. Essa atividade é interessante para mostrar aos estudantes as diferenças existentes entre as línguas envolvidas no processo.

• Atividade III: alunos assistem a um trecho de seu seriado favorito (votação para escolha de qual seriado irão utilizar). O seriado exibido está na L2, mas sem legendas. Os alunos devem, com isso, criar um laboratório de traduções de legendas e elaborarem as legendas para as falas dos personagens. Após a criação de suas próprias legendas, comparam com as legendas originais. Tal atividade permite que os alunos trabalhem com material autêntico, escolhido por eles mesmos, e de sua preferência.

• Atividade IV: o professor traz aos alunos um texto com falsos cognatos. Pede para os alunos lerem o texto e pergunta a tradução dos falsos cognatos. Após os alunos traduzirem os falsos cognatos, o professor diz para os alunos procurarem em dicionário bilíngue o real significado dos falsos cognatos do texto. Essa atividade evita que os alunos entendam de maneira errada o significado de palavras que parecem ter um significado na L1 e que, na verdade, têm outro. Também serve para conscientizá-los da existência de palavras que podem induzir ao erro.

• Atividade V: alunos simulam uma situação em que há estrangeiros envolvidos em uma negociação qualquer, que pode ser definida a critério de interesse do grupo. Com isso, haverá o(s) falante(s) da L1, o(s) falante(s) da L2 e o(s) intérprete(s). O(s) intérprete(s) deve(m) fazer tradução oral bilateral das conversas ocorridas entre o(s) nativo(s) e o(s) estrangeiro(s). Essa atividade, diferentemente das acima sugeridas, propõe um exercício de tradução oral (interpretação). Como é importante que os alunos desenvolvam a habilidade oral da língua, pretendo demonstrar que a tradução também pode ser usada com esse propósito. Pode ser realizada em diferentes situações de negociação, para que mais de um aluno chegue a fazer a interpretação."

Fernández (2005) recomenda ao professor de língua estrangeira: I) usar textos comunicativos (instruções de uso, avisos, romances populares, propagandas, entrevistas, comunicados políticos, boletins de noticias, material de marketing, etc.); (II) promover o trabalho em equipe e a discussão oral das traduções; (III) estabelecer a finalidade da tradução, tais como o contexto e a abordagem funcional; (IV) orientar os alunos sobre os mecanismos de tradução, como a análise e uso do dicionário. (V) considerar problemas interculturais entre o texto de partida e o de chegada em tradução direta e vice-versa; (VI) utilizar estudo e comparação de textos LE e LM, sobre o mesmo assunto (publicidade de um produto em revistas em LE e em LM); (VII) tradução resumida com o objetivo de extrair os principais pontos do texto original; (VIII) produção escrita orientada a que os alunos recebam instruções em LM, sobre um texto em LE; (IX) interpretação oral de um texto em espanhol lido em classe; (X) reflexão metalinguística: atividades de reflexão sobre as diferenças e semelhanças entre a LM e a LE quanto a estruturas, registros, vocabulário, fonética, dialetos, etc); (XI) produção que necessite uma mudança de registro, por exemplo, do formal para o informal e vice-versa.

Sugiro, além das atividades citadas aqui, a leitura do artigo do professor Dr. Sérgio Romanelli, intitulado "O uso da tradução no ensino/aprendizagem das línguas estrangeiras" (2003), que descreve sugestões de exercícios de tradução para usar em sala de aula.


CONCLUSÃO

O objetivo dessa discussão não foi propor a volta do método Gramática – Tradução nem tampouco o uso da tradução como atividade principal em sala de aula, mas sim uma reavaliação do uso da tradução, que está voltando, ainda que lentamente, ao contexto das salas de aula.

O aprendizado de todo e qualquer idioma, requer aprofundar-se nas razões linguísticas, sociais, políticas e econômicas de determinados comportamentos linguísticos e culturais. Temos de entender que linguagens são constituintes de significados, conhecimentos e valores, muito mais do que apenas formas de expressão e comunicação. A visão de mundo que temos, não é necessariamente a mesma de outros povos ou de outros grupos socioculturais e isso influencia na forma como nos comunicamos e nas próprias relações interpessoais que estabelecemos com os demais. A tradução, como estratégia de ensino em sala de aula, contribui inquestionavelmente para a aquisição desses conhecimentos.

Cabe aos professores e alunos de LE fazer bom uso da técnica tradutória como um recurso muito útil ao ensino de línguas.


BIBLIOGRAFIA

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NOTAS
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Bibliografia dos autores citados cf. WELKER (2003, p. 9-10):

CHECCHIA, R. L. T. (2002) O retorno do que nunca foi: O papel da tradução no ensino do inglês como língua estrangeira. Brasilia. Dissertacao de Mestrado, Universidade de Brasilia, Instituto de Letras, Departamento de Linguas Estrangeiras e Tradução.

LAVAULT, E. (1998): Fonctions de la traduction en didactique des langues. Apprendre une langue en apprenant à traduire. Paris: Didier Erudition.

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SCHERFER, Peter (1991) Vom "intuitiven" Ubersetzen zur Ubersetzungsubung. In: The British Council / Goethe-Institut / ENS-CREDIF (eds.). The Role of Translation in Foreign Language Teaching. Paris: Diffusion Didier Erudicton, 95-125.

Zaira Schaeffer
 Normal (Ensino Geral) 1981 - 1983 (2° Grau)  Técnico em Processamento de Dados 1998 - 2000 (2° grau)  Letras Português/Espanhol/Respectivas Literaturas 2011 - 2011  Pós-Graduação em Tradução 2012 - 2013 Cursos  Redes de computadores  Manutenção de microcomputadores  Criação de Home-Pages  TI na Educação (Extensão)  Filosofia (Extensão)  Sustentabilidade, um valor para novas gerações
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