Depressão Pós-Parto Masculina

Depressão Pós-Parto Masculina
PSICOLOGIA
Assim como a mulher pode ter uma depressão pós-parto, o homem também pode ter. Com o nascimento do bebê há toda uma mudança de vida na família. O bebê chora, normalmente tem cólicas, às vezes chora horas e horas seguidas, chora de madrugada, tem as trocas de fraldas, a amamentação, o banho, as visitas, etc.

A rotina muda completamente, os hábitos, os horários, os passeios, as viagens, o sono, tudo muda de repente. O homem pode sentir uma tristeza profunda, não ter vontade de nada, sentir vontade de chorar, angústia, dor ou aperto no peito, distúrbio de sono (mesmo que o bebê durma bem), afastamento da família, sentir-se um péssimo pai, insegurança, irritação, nervosismo, impaciência, medo, não vê graça em nada, entre muitos outros sintomas que cabe avaliação médica para um correto diagnóstico. E muitos homens acabam também ficando com ciúme da esposa com o bebê, por tanta atenção que ela naturalmente dá ao filho, e acaba se sentindo excluído. Naquele tumulto todo que virou a vida muitas vezes ele não sabe se posicionar e não sabe o que fazer para ajudar.

A mulher às vezes cobra ajuda e atenção, pois normalmente se sente cansada e sobrecarregada, mas ele se sente perdido, sente falta da atenção que a esposa dava e de todo o cuidado que ela tinha com ele, que agora ela não tem mais tempo. A mulher fica naturalmente focada no bebê que exige muitos cuidados, muitas vezes tem dor na recuperação do parto ou em amamentar, tem também que dar atenção as visitas, comer, dormir, ajeitar as coisas do bebê, roupinhas, ver o que precisa comprar, fora a alimentação dela, da família, etc. Ela normalmente fica esgotada nessa fase da vida e isso se reflete no homem.

Quando o homem tem depressão pós-parto é muito provável que a mulher também esteja, pois normalmente o homem só "cai" quando a mulher "já caiu". Ela aguenta firme se ele ficou primeiro, mas ao contrário é raro. Ele passa a ser cobrado mais ainda por causa da mulher que está na situação deliciada, fora o bebê que vai precisar de atenção redobrada. Eles resistem muito mais que as mulheres ao procurarem ajuda, mas fazer terapia ajuda muito nessa fase transitória da vida. E talvez é também preciso que um médico Psiquiatra receite algum medicamento para ajudar no tratamento. Quanto mais rápido ele procurar ajuda, mais rápido ficará bem!

IMPORTANTE: As informações contidas neste artigo são apenas para referência, não devendo ser usadas para automedicação ou autodiagnóstico. Se você estiver com algum problema de saúde, qualquer tipo de sofrimento, algo que está prejudicando sua vida procure um médico.

Karina Romera de Carvalho
Terapeuta Transpessoal, credenciada pela ABRATH, Constelação Familiar individual, Mesa Radiônica Quântica, Regressão de Memória, Numerologia Cabalística, Florais, Cristais, Mestre em Reiki, Tarô Terapêutico, alinhamento dos Chacras, entre muitas outros recursos terapêuticos. Email: karinaromeracarvalho@gmail.com / Site: www.terapiaholisticacampinas.com.br
Sucesso! Recebemos Seu Cadastro.

ASSINE NOSSA NEWSLETTER