Baby Blues ou Depressão Pós-Parto

Baby Blues ou Depressão Pós-Parto
PSICOLOGIA
Seu filho nasce e você "deveria" estar se sentindo a pessoa mais feliz do mundo... Mas você não está com essa felicidade toda. Você se pergunta: "Mas o que está acontecendo? Está tudo bem, mas eu não estou bem!" Muitos fatores podem colaborar para isso: a recuperação pós-parto, as possíveis dores da recuperação, o desconforto inicial em amamentar, aprender a amamentar, ensinar seu filho a mamar, aprender a dar banho, trocar fraldas, trocar roupas, fazê-lo dormir, acordar várias vezes a noite para amamentar, não dormir por preocupação, não dormir porque seu filho chorou a noite toda com cólica, as visitas, os inúmeros telefonemas e mensagens recebidas, as idas ao pediatra, o controle do peso do bebê, a canseira que toma conta, a rotina que muda completamente, o esgotamento físico e mental.

Ser mãe é uma experiência maravilhosa, incrível, é experimentar o amor incondicional, é um milagre, mas não é fácil, nem simples. Precisa haver toda uma adaptação a vida nova. A mãe às vezes fica irritada, nervosa, sem paciência, pois, além de tudo que está acontecendo, ela nunca consegue descansar o suficiente. E a canseira vai acumulando. E os hormônios? Eles são grandes vilões! Passaram por uma revolução durante a gravidez e outra revolução hormonal ocorre também após o nascimento, e muitas vezes eles continuam desregulados por um bom tempo. É natural a mãe se sentir cansada, um pouco triste, perdida, com um pouco de angústia, vontade de chorar, etc. É a fase baby blues, que segundo as pesquisas atinge cerca de 50 a 80% das mulheres no pós-parto, que tende a desaparecer de forma espontânea. Mas quando essa mudança de humor se prolonga por mais tempo, aí pode se caracterizar uma depressão pós-parto.

A depressão pós-parto atinge cerca de 10 a 20% das mulheres. É fundamental o incentivo da família para que a pessoa procure ajuda especializada para um correto diagnóstico e tratamento. Na depressão pós-parto a mãe pode sentir uma enorme angústia, vontade incontrolável de chorar, aperto no peito, nó na garganta, não tem ânimo para nada, fica fraca, sem energia, sem disposição, sem vontade de fazer nada, entre outros sintomas. Tudo fica ruim. E quando ela se cobra porque não deveria estar assim, tudo piora. Ela normalmente não tem vontade de procurar ajuda, não encontra tempo de fazer terapia, tem medo de a medicação prejudicar a amamentação, etc. E tudo vai se prolongando e piorando.

Em casos mais graves ela pode rejeitar o bebê, não querer amamentar, querer se matar ou até mesmo matar ou abandonar o bebê. Isso tudo é devido as alterações hormonais e deve ser tratada com urgência. Há remédios que não prejudicam a amamentação desde que bem receitados por médicos especializados em depressão pós-parto e a terapia ajuda muito também. É fundamental a pessoa procurar ajuda desde o início dos sintomas e fazer o tratamento corretamente para que essa fase da vida passe logo e ela possa retomar sua vida sem esse sofrimento todo.

O apoio do marido e da família é de fundamental importância. E principalmente ela deve ter total consciência que depressão é uma doença que qualquer pessoa pode ter e que deve ser tratada com responsabilidade com profissionais da área da saúde, como psiquiatra e terapeuta (ou medicina alternativa). Quanto mais rápido a pessoa se tratar, mas rápido tudo melhorará.

IMPORTANTE: As informações contidas neste artigo são apenas para referência, não devendo ser usadas para automedicação ou autodiagnóstico. Se você estiver com algum problema de saúde, qualquer tipo de sofrimento, algo que está prejudicando sua vida procure um médico.

Karina Romera de Carvalho
Terapeuta Transpessoal, credenciada pela ABRATH, Constelação Familiar individual, Mesa Radiônica Quântica, Regressão de Memória, Numerologia Cabalística, Florais, Cristais, Mestre em Reiki, Tarô Terapêutico, alinhamento dos Chacras, entre muitas outros recursos terapêuticos. Email: karinaromeracarvalho@gmail.com / Site: www.terapiaholisticacampinas.com.br
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