Ordem De Emissão Dos Documentos Financeiros

Ordem De Emissão Dos Documentos Financeiros
ADMINISTRACAO
Quando ocorre a Venda a Prazo, o vendedor emite o Pedido, a Nota Fiscal, a Fatura, a Duplicata e a Cobrança nesta ordem.
Muitas empresas não utilizam o Pedido. Depende do estilo de cada empresa. Por exemplo: Empresas de Autoatendimento, onde o cliente pega o produto e se encaminha direto ao Caixa (C&A, Renner, entre outras).

Obs: Para o correto Controle Financeiro, as Duplicatas de nossa emissão são Contas a Receber e as Duplicatas de nosso aceite, são Contas a Pagar.

Boleto / Bloqueto Bancário


É um documento padronizado pelo Bacen (inclusive com código de barras) para o uso do setor bancário, no seu “Sistema de Cobranças” (SICOB) o qual é utilizado para realizar a cobrança efetiva de valores juntos aos Sacados com origem da Duplicata, expressando os dados principais deste Título de Crédito (exemplos: Nome do Cedente, data de emissão, vencimento, valor...).

Borderô

Documento bancário fornecido às empresas jurídicas para que as mesmas relacionem as duplicatas ou outros títulos de crédito/documentos (cheques, notas promissórias...) que serão entregues ao Banco para efeito de operações do tipo:
- Desconto.
- Garantia de Empréstimo (Caução de títulos).
- Cobrança Simples.
Neste documento contratual, vias de regra, relacionam-se:
O nome do cedente, o nome do sacado, a praça de cobrança e endereço (domicílio da pessoa física ou pessoa jurídica) para o devido aceite, valor, vencimento, instruções de protesto, condições para prorrogação de vencimentos e/ou devolução, mora, multa, etc.
Hoje, com o grande avanço tecnológico existente, as informações já são processadas e/ou recepcionadas eletronicamente.

Nota Promissória

É um título de crédito de dívida líquida e certa, emitida pelo próprio devedor a favor de um beneficiário. Sua origem não se discute, sendo um título de crédito autônomo, não possibilitando maiores indagações. A nota promissória é uma promessa de pagamento a vista ou a prazo, emitida pelo devedor, a favor do credor.
Permite, rapidamente, a instauração de um processo de execução judicial (ação cambial).

Requisitos

- denominação “Nota Promissória”, ou termo equivalente na língua em que for emitida;
- promessa pura e simples de pagar determinada quantia;
- época do pagamento;
- praça de pagamento;
- nome da pessoa a quem deve ser paga;
- data e lugar da emissão;
- assinatura a próprio punho do emitente ou de mandatário especial.

Não será nota promissória o documento que faltar qualquer dos requisitos acima enumerados. Não obstante, caso tenham sido omitidos a data e o lugar da emissão do título, presume-se que o portador ou favorecido tenha mandato para inserir tais requisitos.
É facultada a indicação alternativa do lugar de pagamento, tendo o portador direito de opção. Será pagável no domicílio do emitente a nota promissória que não indicar o lugar de pagamento.

Divergência

No que diz respeito às divergências nas indicações da soma a pagar, aplicam-se à nota promissória as mesmas regras indicadas para a letra de câmbio.

Conhecimento de Transporte

Nada mais é do que o documento comprobatório da entrega de mercadorias ou outros objetos para transporte (conhecimento de transporte) ou para depósito (conhecimento de depósito). No sistema jurídico, o conhecimento vincula, isto é, obriga a pessoa que o emitiu.
O conhecimento de transporte, também chamado de conhecimento de frete ou apólice de carga, é um título representativo dos próprios objetos entregues para o transporte, sendo também o instrumento pelo qual se fima o contrato de transporte.

O meio de transporte pode ser terrestre (ferroviário ou rodoviário), marítimo, aéreo ou multimodal (marítimo e rodoviário, por exemplo). O Código Comercial quase nada diz a respeito de transporte terrestre, mas dá especial atenção ao transporte marítimo.
O conhecimento de transporte também é um título cambiaforme, e como tal, pode ser negociado ou endossado.
Quanto à forma de sua circulação, o conhecimento será:
a) nominativo à ordem: é a regra geral, sendo o conhecimento normalmente a ordem, isto é, transferível por endosso;
b) nominativo não à ordem, desde que conste expressa, no seu contexto, a cláusula não à ordem.
O conhecimento nominativo com cláusula não à ordem não pode ser endossado. Sua transferência só poderá fazer-se por instrumento público ou particular de cessão, a qual se aplicam as normas de direito comum.

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