O Ser Humano nas Organizações

O Ser Humano nas Organizações
ADMINISTRACAO
OBJETIVO

Discutir o espaço concedido ao ser humano dentro das organizações, como ele é considerado, o que representam seus desejos e necessidades, dentre outras questões.

Conceitos de ser humano -  O que é o ser humano?

    Homo Faber: O que fabrica ferramentas;
    Homo sapiens – Aquele que raciocina, que procura atingir o âmago dos fenômenos, em busca de compreender e não manipular;
    Homo ludens – O que pratica atividades não intencionais;
    Homo esperans – O que tem esperança;
    Homo negans – O que pode dizer não e continuar em busca da sua verdade.

Considerações

1.   Parágrafo 5. “... o ser humano é o processo de seus atos. Ele pode criar sua própria vida e controlar seu destino” (pag. 116).

2.   Parágrafo 6. “O ser humano não só tem uma mente e necessita de um sistema de orientação que lhe permita compreender e estruturar o mundo que o rodeia; ele também tem coração e um corpo que precisam ser ligados emocionalmente ao mundo – homem e natureza”. (pag. 116).

3.   Parágrafo 7. “Ele não só quer saber o que é necessário para sobreviver como também quer compreender de que se trata a vida humana”. (pag. 116).

4.   Parágrafo 8. “Como o reflexo da humanidade, cada individualidade é constituída do indivíduo, assim como de outros indivíduos e da natureza”. (pag. 116)

5.   Parágrafo 9. “Relações baseadas na consciência, no conhecimento e na ação, donde advém o poder do ser humano em criar a si e o mundo que o rodeia, sendo portanto, o centro das ralações”. (pag. 116).

6.   Parágrafo 15. “A humanidade elegeu a ciência como o único saber importante e submeteu a ele todas as demais formas de apreensão e expressão da realidade, especialmente a intuição e a sensibilidade, o mito e o mágico”. (pag. 117)

7.   Parágrafo 9. “Somente pela consciência ele seria capaz de escolher e tomar as rédeas de seu destino”. (pag. 117).

8.   Parágrafo 16 “O mundo do trabalho, considerado o espaço da produção de bens e serviços, adotou esse modelo e depositou na intuição e na sensibilidade a responsabilidade pela incompetência e improdutividade. O sério passou a ser sinônimo de sisudez e submissão à máquina, ao tempo e ao poder. A empresa tornou-se o lugar de quem é ambicioso e tudo penhora em troca de posição social, de ganhos econômicos e do sonho da felicidade.

O objetivo desse trabalho é transmitir o conteúdo acerca do material sugerido na apostila pelferramentao professor; Como acadêmicos, adquirir conhecimento através das pesquisas realizadas para a apresentação do trabalho; Adquirir experiência no que tange falar em público e transmitir informações. Mas principalmente mexer com os sentimentos dos colegas espectadores, motivando-os, utilizando esse tema tão rico que é Gestão de Pessoas. Então abordaremos os seguintes temas:
  
Inteligência Organizacional;

Governança;

O Ambiente;

Cliente;

Concorrente;

Mercado.

O tripé do Planejamento Estratégico Pessoal

Missão - Valores - Visão. 

A Caixa de Ferramentas

Pest – Fhocus – Positioning – Product – Promotion – Place – People     Providers - Post-Place – Protection – Percognition.

Iniciamos com um vídeo O Poder da Visão - http://www.youtube.com/watch?v=1pD3TkQq7zI,  afim de despertar a os participantes.

A empresa e o Ambiente Econômico-social

A globalização define uma nova era da história humana. Abertura de mercados, migração de capitais, uniformização e expansão tecnológica, tudo isso capitaneado por uma frenética expansão dos meios de comunicação, parecem ser forças incontroláveis a mudar hábitos e conceitos, procedimentos e instituições. Nosso mundo aparenta estar cada vez menor, mais restrito, com todos os seus cantos explorados e expostos à curiosidade e à ação humana. É a globalização em seu sentido mais amplo, cujos reflexos se fazem sentir nos aspectos mais diversos de nossa vida e nos fazem utilizar algo que todos possuímos, a Inteligência.

Inteligência

A Inteligência é responsável por nos fazer conhecer, compreender e apreender a realidade do ambiente externo frutos de uma gestão empreendedora. Alcançar a sustentabilidade através de diferenciais competitivo e vantagens futuras para a empresa.

Muito se tem falado na Inteligência de se adiantar aos fatos. você sabia que a Coruja é o símbolo da sabedoria? Leia a seguir:

“Por influência da mitologia grega, tanto que Atena, deusa da guerra e da sabedoria, tinha uma coruja como mascote. Os gregos consideravam a noite como o momento do pensamento filosófico e da revelação intelectual e a coruja, por ser uma ave noturna, acabou representando essa busca pelo saber. Há ainda uma outra explicação para tal relação, da qual, certamente, o animal não se orgulharia tanto. Com seus olhos grandes e desproporcionais, a coruja se tornou também símbolo da feiúra. Numa língua nórdica antiga, ela era chamada de ugla, palavra que imitava o som emitido pela ave e que daria origem ao termo ugly, "feio" em inglês. "Assim, a coruja segue o estereótipo do sábio, que geralmente é tido como alguém mais preocupado com as divagações interiores que com a aparência externa", diz o helenista (estudioso da civilização grega) Antônio Medina Rodrigues, da Universidade de São Paulo (USP). Mas não foi em todas as culturas que o animal se transformou em símbolo de inteligência.

No Império Romano, por exemplo, a ave era considerada agourenta e seu canto anunciaria a proximidade da morte. Além disso, outros animais também foram usados em civilizações diferentes para representar a sabedoria, como a tartaruga para os chineses e o salmão para os celtas”.

Então basicamente a inteligência É = a soma do conhecimento que a organização detém sobre os fatores-chaves dos ambientes externos e internos na busca da vantagem competitiva” chamada também de Inteligência Organizacional.Inteligência Organizacional

Inteligência Organizacional é a capacidade colectiva disponível numa organização para identificar situações que justifiquem iniciativas de aperfeiçoamento, conceber, projetar, implementar e operar os sistemas aperfeiçoados, utilizando recursos intelectuais, materiais e financeiros.

Proposta por Couto e Macedo-Soares, essa definição tem como base o conceito do senso comum que reconhece a inteligência como a capacidade de identificar e de resolver problemas novos.

Estratégias para desenvolver a Inteligência Organizacional interessam diretamente a praticantes, consultores, pesquisadores e estudantes das áreas de Administração, Planejamento, Gerência de projetos, Gerência de operações, Comunicação organizacional, Ciência da informação e Tecnologia da informação, entre outras.

O tema apresenta interesse para organizações produtoras da Agropecuária, da Indústria e do Setor de Serviços, sejam elas empresas da iniciativa privada ou entidades do setor público.

A questão geral da inteligência é amplamente discutida por numerosos estudiosos. Em Brown encontram-se vários estudos sobre o que o autor chama Inteligência Organizacional Computadorizada. Segundo Choo, pode-se dizer que uma organização é "inteligente" quando ela identifica, captura, disponibiliza e usa de forma extensiva a informação e o conhecimento.

A identificação dos recursos intelectuais facilita a proposição de estratégias para desenvolver a Inteligência Organizacional.

 
Governança

Observamos o ambiente empresarial num contexto formado pela dicotomia das dimensões: Governança Inteligência.

É responsável pelas ações no ambiente interno da organização, com o controle sobre esforços e desempenho encetados.
   
O Ambiente

A construção de cenários se faz presente, visto que o contexto empresarial se apresenta cada vez mais celebre, impondo uma atuação pró-ativa. Não basta conhecer a concorrência, há que se ter uma visão do futuro para conquistar a vantagem competitiva.

Os níveis de competição a que estão subordinados e a complexidade do ambiente empresarial sugerem às empresas buscarem estratégias de sustentação e mesmo, de superação, na manutenção de seu estatus no mercado de ganhos futuros.
  
O Cliente


Embora seja o CLIENTE a figura mais importante para a vida das empresas, para trabalhadores e para as entidades da Sociedade Civil, esta importante figura não é lembrada em uma data especial.

É importante destacar que o conceito de cliente é muito mais abrangente do que o de consumidor.

Na concepção de Bosi (2000: 2), “clientes são pessoas, indivíduos com sentimentos, pensamentos e reações próprias que esperam que o tratemos individualmente, buscando compreender seus desejos e necessidades, para podermos satisfazê-los plenamente”. Vamos ver dois tipos de cliente:

CLIENTE INTERNO VERSUS CLIENTE EXTERNO. Anis Nacfur e Marcus Ligocki. Brasília, junho de 2003.

O objetivo de uma organização, seja ela pública ou privada sempre é, antes e acima de tudo, procurar a satisfação de seus clientes que é em última analise a razão da sua existência.

Para cumprir este objetivo muitos recursos são investidos tanto em sistemas de produção como em marketing sem contar evidentemente nas pesquisas de prospeção e satisfação, antes e pós venda. E, dentro dessa perspectiva é que as empresas privadas e públicas, tem adotado padrões de qualidade, algumas alicerçados na BR-ISO 9001 versão 2000, num esforço de atender com presteza cada vez maior, os seus clientes, onde utilizam para tal fim, mecanismos de Serviço de Atendimento ao Cliente (ou Cidadão) – SAC, Central de Atendimento ( Call Center) e Ouvidoria.

Ocorre que nesta cadeia de busca de satisfação dos clientes um importante elo tem sido fortemente negligenciado até mesmo por incapacidade gerencial. Trata-se do cliente interno ou seja, o empregado que é responsável em todos os níveis em interagir com os clientes externos, sejam fornecedores ou consumidores dos seus produtos e serviços.

Executivos de algumas empresas acreditam na falácia de que o cliente interno é menos importante que o externo. As analises organizacionais e de mercado tem demonstrado justamente o contrario. Os estudos têm mostrado que embora o cliente externo seja o alvo, o cliente interno é o instrumento para que o alvo seja plenamente atingido.

No entanto, para que o empregado exerça seu papel com eficiência e eficácia é preciso antes de tudo, que ele esteja satisfeito e comprometido com a organização. Em " A importância do cliente interno " evidencia a relevância do funcionário, como cliente interno, no relacionamento com os clientes externos, na vida de uma empresa e cita que "(...) O vinculo estreito entre a satisfação dos funcionários e a satisfação dos clientes cria uma relação de co- responsabilidade entre empresa e os funcionários. Em função disso, a medida da satisfação dos funcionários proporciona um importante indicador dos esforços da empresa no sentido de melhorar a satisfação dos clientes e o desempenho operacional (...) "
                            

YU, S.M.C. A Importância do Cliente Interno. Monografia do Curso de Especialização em Marketing para Gestão, Laboratório de Ensino Distancia – LED, Fundação de Amparo a Pesquisa e Extensão Universitária, Programa de Pós Graduação em Engenharia de Produção, Universidade Federal de Santa Catarina e Embrapa, Brasília, Dezembro de 2000.

Por analogia infere-se que a empresa que deseja proporcionar satisfação dos seus clientes externos deve, prioritariamente, investir na formação, preparação e satisfação dos seus clientes internos, ou seja, dos empregados. Neste sentido, GRIFFIN (1998) afirma que " Se você quiser realmente obter a fidelidade dos seus clientes encarregue sua equipe do desenvolvimento desta e forneça-lhe a autonomia, o treinamento, as informações , o apoio e as recompensas necessárias para que ela faça o que é de sua natureza. Seus funcionários são exatamente como seus clientes. Trate-os com respeito, permita que tomem suas próprias decisões e eles tratarão os seus clientes da mesma forma"

No trato com os clientes externos, sejam fornecedores ou consumidores, os empregados transmitem, de forma inconteste, quais os princípios éticos e morais que a empresa adota e demonstram qual o nível de respeito que é oferecido aos clientes, isto independente da qualidade que os produtos e serviços possuem e que também esta atrelada a consciência dos empregados, ou seja, o cliente interno ( empregado ) é um espelho onde o cliente externo vê o reflexo e a imagem da empresa.

Uma política de gestão de Recursos Humanos deve, portanto, para ser coerente com as finalidades da organização, contemplar de forma muito intensa a busca da satisfação e comprometimento dos empregados como veículo de atração e fidelização dos clientes externos. É preciso lembrar que esta relação é muito sensível e pode mudar a qualquer momento se não for devidamente acompanhada.

Respeitando a unicidade do ser humano dentro do ambiente organizacional ou fora dele, isto é, "respeitando as diferenças", como bem expressou o Dr. Clayton Campanhola, em um dos seus pronunciamentos como Diretor Presidente da Embrapa, a interação entre os clientes internos e estes, por sua vez, com os clientes externos só produzirá resultados benéficos para a Embrapa e, ato contínuo, para toda a sociedade brasileira.

Diante da importância do cliente foram criadas ferramentas para que se possa melhor o clientes e suas necessidades, hábitos e desejos.

O Call Center 0800 um serviço criado para atender ao cliente sem que ele precise sair de casa.

O Portal (site) na Internet SAC até que tenta, mas sabemos que essa ferramenta criada para atender ao cliente no sentido de ouvir suas sugestões, críticas, reclamações, conhecê-lo, tirar suas dúvidas, na verdade não é eficiente deixando muito a desejar. Na realidade as empresas ainda estão mais preocupadas com os lucros a satisfação plena de seus clientes. Vamos conhecer a nova regulamentação do SAC?

Como eram os SACs antes e como vai ser agora, com a nova regulamentação?
Mario Persona - Creio que todos nós sabemos como eram esses serviços. Todo mundo tem uma história de horror para contar, quando o assunto é atendimento ao cliente por telefone. Nunca houve muito controle dos serviços de atendimento ao consumidor, e as regras acabavam sendo ditadas pelas próprias empresas, que nem sempre tinham o bom senso suficiente para tratar a questão de maneira adequada.

Com a nova regulamentação existem regras claras de aspectos como tempo de espera do cliente, opções de cancelamento do serviço, atendimento a portadores de deficiência, obrigatoriedade do serviço ativo por 24 horas, sigilo das informações, mensagens publicitárias durante a espera, número de protocolo de atendimento e, principalmente, o cancelamento imediato se solicitado pelo cliente.

As regras dos SACs que entraram em vigor valem também para o varejo?

Mario Persona
- Não, até onde sei a lei se aplica apenas aos serviços de atendimento de telefonia, TV por assinatura, planos de saúde, cartões de crédito, bancos, passagens aéreas, água, energia e seguros. O varejo, obviamente, fará bem se adotar a nova lei como referência, já que seus itens nada mais são do que o atendimento às principais demandas dos consumidores.
Comumente são as grandes redes que têm SACs. Como é esse mercado voltado ao varejo?


Mario Persona - Não é preciso ser uma grande empresa ou uma grande rede para ter um SAC. Com a possibilidade de terceirização do serviço os preços podem ficar acessíveis a empresas de menor porte. A necessidade do varejista será determinada pelo volume de contatos que recebe de clientes. Em alguns setores o cliente raramente liga para a empresa, e por isso na maioria das vezes basta um funcionário treinado para dar conta desse atendimento. Em outros a demanda é maior.

É importante o empresário entender que SAC não é um serviço de reclamações do cliente, mas um serviço de atendimento, portanto as pessoas precisam ser treinadas exatamente para isso, para atender bem o cliente. Um pequeno negócio de lanches ou pizzas pode precisar de um serviço de atendimento robusto para dar conta da demanda de encomendas que recebe nos horários de pico, mas provavelmente não terá qualquer ligação em outros horários. Portanto, antes de pensar em termos de atender ou não uma lei, é preciso que o empresário avalie o quanto o seu negócio depende de um bom atendimento ao cliente.

Para que serve um SAC no varejo? Qual a utilidade dele?

Mario Persona
- O SAC, de um modo geral, deve servir a três propósitos. O primeiro é ser o representante da empresa diante do cliente, o segundo é ser o representante do cliente diante da empresa, e o terceiro, que é importantíssimo e poucas empresas atentam para isso, é ser um meio de coleta de informações, não apenas para fins de cadastro, mas para a medição do índice de satisfação do cliente.

Quando o próprio SAC se torna no principal instrumento de insatisfação do cliente é porque alguma coisa está muito errada no planejamento da empresa como um todo. De que adianta eu oferecer um produto ou serviço de qualidade e gastar milhões para conquistar clientes se basta uma ligação do cliente para meu serviço de atendimento para transformá-lo no inimigo número 1 de minha empresa?

Antigamente só pensávamos em atendimento ao cliente pessoalmente ou por telefone, mas com as novas tecnologias até mesmo o conceito de Call Center se expandiu para o Contact Center, que envolve todas as tecnologias possíveis de contato. E como essas tecnologias continuam a se expandir, é preciso que o empresário fique atento para adotar aquelas mais adequadas ao seu cliente e ao negócio.

Qual vai ser o impacto das recentes alterações nesse segmento?

Mario Persona
- A princípio o maior impacto vai ser um grau maior de insatisfação dos clientes que, além da insatisfação com o atendimento propriamente dito, terão ainda o trabalho de denunciar os abusos. Como nem todas as empresas conseguirão se adequar à lei rapidamente, os clientes que antes tinham apenas a sua paciência como elemento de comparação agora têm a lei. Quando você tem um padrão fica mais evidente perceber quem está fora do padrão. Se antes eu podia esperar uma hora ao telefone por ser uma pessoa muito paciente e não me importar de escutar trezentas vezes a mesma música, agora vou exigir no máximo 60 segundos de espera, porque a lei assim determina.

O impacto positivo vai ficar para as empresas que excederem as demandas da lei por entenderem que o SAC é uma ferramenta valiosa na conquista e retenção de clientes, e não uma caixa de reclamações. Infelizmente são poucas as empresas que adotam essa filosofia, preferindo fazer do SAC um serviço reativo e, o que é pior, de aprisionamento do cliente.

Em sociedades pouco sofisticadas os clientes se contentam com qualquer coisa e acabam aceitando a pressão exercida por serviços que tentam reter o cliente à força, mas à medida que os clientes vão ficando melhor informados, eles próprios passam a rejeitar serviços que usam fórmulas de coação e constrangimento para impedir que seus clientes cancelem seus serviços.

Eu mesmo tive uma experiência tão ruim na hora de cancelar um serviço de TV por assinatura, não por insatisfação do serviço em si, mas por uma questão de conveniência minha, que a marca ficou gravada em minha memória para eu me lembrar de nunca voltar a contratar os serviços dessa empresa ou indicar a algum amigo. Ao contrário, sinto-me mais inclinado a alertar meus amigos para não contratarem os serviços dessa empresa. Acho que todos já passamos por isso.

Vale a pena um pequeno varejista ter um Serviço de Atendimento ao Consumidor?

Mario Persona
- Qualquer empresa precisa ter um serviço de atendimento ao consumidor, ainda que não seja um serviço exclusivo. Se o porte da empresa não permite ou a demanda é pequena, um funcionário pode ser treinado para a função. O que não pode acontecer é qualquer um atender o cliente, principalmente quando isso é feito por telefone ou e-mail. Uma pessoa não treinada poderá soar rude ao telefone e alguém que não saiba português poderá causar um dano à imagem da empresa se cometer erros no atendimento por escrito.

Aquelas empresas que não têm condições de treinar uma pessoa especificamente para a função, mas têm uma demanda considerável de ligações e contatos por e-mail através do site, devem avaliar a possibilidade de contratar um serviço especializado. Hoje há muitas empresas que fazem isso e em alguns casos há também serviços de menor custo que não fazem exatamente um atendimento, mas recebem chamadas e mensagens, de forma pessoal ou usando secretárias eletrônicas, e as redirecionam para a empresa para que esta entre em contato com o cliente. Entrevista concedida para a Revista do Varejo em 10/12/2008. Entrevistas como esta costumam ser feitas para a elaboração de matérias, portanto nem tudo acaba sendo publicado.

E enfim a Ouvidoria que onde são direcionadas ligações com criticas e sugestões.
 
Concorrente

Que ou quem converge para um mesmo ponto, um mesmo fim.
Candidato, indivíduo que, com outros, pleiteia o mesmo lugar, cargo, posto; competidor.

Aquele que se apresenta a uma licitação de preços.

Diz-se das linhas que passam pelo mesmo ponto.

A tendência natural de todo comerciante é maximizar seu lucro; e a de todo comprador é buscar o menor preço possível. Dessa relação, e das diversas situações que ela enseja, provêm os diversos tipos de mercado como a: concorrência.

Concorrência: É a disputa entre produtores de um mesmo bem ou serviço com vistas a angariar a maior parcela do mercado possível. As principais variáveis que orientam o jogo mercadológico da concorrência são o preço, a qualidade do produto, a disponibilidade nos pontos de venda e a imagem de que o produto goza junto aos consumidores. Assim, as atividades que dizem respeito diretamente à imagem do produto, como a publicidade e a programação visual, são tão estratégicas quanto a distribuição e o preço.

A noção de concorrência pressupõe a existência de grande número de produtores atuando livremente no mercado de um mesmo bem ou serviço, de modo que tanto a oferta quanto a procura se originem em condições de razoável eqüidade, sem influência ilegítima principalmente sobre o preço do produto.

Quando se processa dentro do respeito às regras jurídicas e aos direitos do consumidor, a concorrência é positiva porque promove a qualidade do produto e às vezes influi na baixa dos preços.

A concorrência entre produtores de bens ou prestadores de serviços tanto pode estimular o aperfeiçoamento tecnológico e a produtividade, quanto influir positivamente sobre o custo de vida da sociedade.
 
Mercado

O conjunto de inteligências se consolida com o estudo da natureza do mercado analisando fenômenos de consumo, econômicos, sociais e políticos que possam ter importância. Vamos ver alguns fenômenos importantes para a análise da organização:
 
 O setor econômico

Qual o modelo econômico daquele país;

Qual o “custo país”;

Qual o modelo cambial e seu risco;

Como funciona o sistema financeiro;

Qual a taxa de juros média daquele país;

Quais acordos financeiros existem entre aquele país e o seu;

Qual a taxa de crescimento econômico e de inflação;

Qual o ciclo econômico atual (recessão, recuperação, crescimento);

Qual a disponibilidade de força de trabalho e de capitais variados.

 
O setor tecnológico

Quais as inovações tecnológicas existente naquele país;

Quais os estímulos ao desenvolvimento tecnológico;

Qual o custo de transferência tecnológica;

Qual a população de técnicos;

Qual a taxa de difusão tecnológica;

Qual o melhoramento da oferta com o uso de novas tecnologias;

Qual o melhoramento do custo com o uso de novas tecnologias.


 
O setor sócio-cultural


Como funciona a estrutura social daquele país;

Qual a relação entre ricos e pobres;

Qual a escolaridade média da população adulta;

Qual o nível de consciência ambiental daquele país;

Quais as peculiaridades culturais do país.
 
É sábio: “não se deve subestimar o (concorrente)”, tampouco superestimá-lo.  A organização tem que conhecê-lo na medida certa e dispor suas competências com coordenação, articulação e sistematização na busca por melhor posição tática e estratégica para conquistar o mercado.

A definição de mercado poderá ser entendida de duas formas distintas:

Em sentido amplo: Conjunto de pessoas individuais ou colectivas capazes de influenciar as vendas de um determinado produto

Em sentido restrito: Conjunto de dados sobre a importância e evolução das vendas de um produto.

Quanto nos referimos ao mercado, em sentido amplo ou em sentido restrito, existem três classificações de mercado:

Mercado real: Volume de vendas efectivo de um determinado produto ou número de consumidores que compram o produto (os consumidores do produto que a empresa fabrica).

Quota de Mercado é o mesmo que Mercado real da Empresa.

Mercado potencial: Estimativa do volume a atingir pelas vendas de um determinado produto ou conjunto de compradores que estão em condições de adquirir esse produto (os consumidores que adquirem o tipo de produto fabricado pela empresa e pela concorrência).

Mercado total: Engloba o mercado potencial de um determinado produto e o mercado dos que não consomem esse produto (toda a população que tenha condições para vir a adquirir um bem ou serviço, mas sem a garantia de vir a adquiri-lo).

Logo em seguida apresentamos o vídeo:

– “VOCÊ ESTÁ MUITO PERTO DE REALIZAR SEUS SONHOS” - http://www.youtube.com/watch?v=R0-drpYizGo:

Novas possibilidades se abrem, e derrepente, aquele lugar que você sempre quis ir já não fica tão longe...

Então a vida fica mais clara, ganha mais sentido, e descobrir agora é uma palavra constante no seu dia a dia;

Você descobre que o seu poder de decisão é muito mais forte do que imaginava, e que apalavra cuidado tem muito mais sentido quando você transpões para outras pessoas;

Descobre que cuidar de si é a melhor forma de continuar cuidando das pessoas que você ama;

Descobre também, que se dar valor, é antes de tudo, dar valor à vida. E quando você se conhece e acredita no seu potencial... Os sonhos que antes pareciam inalcançáveis, podem se tornar surpreendentemente reais;

Derrepente você olha para traz e não acredita que conseguiu realizar tanta coisa;

Então descobre que o melhor de tudo: realizar seus sonhos, não começa por coisas complicadas, não começa pelos outros, começa por um ponto. Um ponto dentro de você.
 
O Tripé do Planejamento Estratégico Pessoal

O Tripé do Planejamento Pessoal é o processo de construir o seu futuro. veja o vídeo http://www.slideshare.net/lauroprado/planejamento-estrategico-pessoal/download.

O tripé funciona como uma alavanca para melhorar os pontos fortes, explorar os pontos fracos e converter as ameaças em oportunidades.

Planejamento estratégico pessoal é o processo de construir o seu futuro. E tal como nas corporações, a primeira etapa consiste na definição de três aspectos essenciais: missão, valores e visão.

Missão

A missão é a sua razão de existir. Entendê-la habita antigas questões filosóficas como: “De onde viemos?” e “Para onde vamos?”.

Descobrir sua missão é fruto das perguntas que você se fizer. Eis algumas sugestões:

·         O que está incompleto em sua vida?

·         O que gostaria de aprender?

·         O que faria se ganhasse um grande prêmio numa loteria?

·         O que faria se tivesse somente seis meses de vida?

·         Imagine-se em seu enterro...

Usar a missão facilita a compreensão das minhas necessidades pessoais, profissionais, descobrindo onde devo concentrar esforços, fazendo com que me torne uma pessoa eficaz, na medida que vem atuar na hora certa em coisas que agreguem valor.
 
Valores

Os valores são os princípios que guiam as decisões e balizam o comportamento no cumprimento da missão.

Desde muito cedo, por influência de nossos pais e familiares, estabelecemos um conjunto de valores. Mas as pessoas, o ambiente, as crenças e as circunstâncias agem no sentido de modificá-los. Um bom exemplo desta mutabilidade dos valores é o estatuto da pena de morte ou aborto. EXEMPLOS

Uma ajuda encontrar seus valores:

·         Identifique os princípios que governam sua vida.

·         Coloque-os em ordem de prioridade.

Escreva um parágrafo para cada um dos valores escolhidos

Visão

A visão é a explicitação do que você espera e acredita para o seu futuro. É uma imagem mental poderosa que tem a propriedade de materializar sonhos.

Construindo uma visão de futuro:

·         Imagine-se daqui a alguns anos. Ex. próprio

·         Adote um “diário do futuro”.  EX. EUA

·         Lembre-se de desenhá-lo com cores alegres, vibrantes e positivas. O que hoje se conceitua como “leis da atração” nada mais é do que uma imagem mental positiva amparada por ação concreta em direção da realização e da conquista do sucesso.

·         Projete o filme da sua vida

·         Reúna suas experiências passadas e sua visão de futuro, ambas ilustradas pelos seus diários do passado e do futuro, para imaginar o filme de sua vida, uma película extraordinária onde você figura como diretor e protagonista de sua própria história.

Todos nós sonhamos em possuir coisas, ser feliz, fazer uma viagem, comprar um lindo carro, apartamento, viver com mais conforto, etc, etc, etc. Porém o que fazemos de fato no dia-a-dia para atingir estes sonhos? A resposta está em uma palavra

Criei um modelo de planejamento estratégico pessoal montado usando conceitos e ferramentas utilizadas nas empresas.

Assim como as empresas usam ferramentas e modelos para planejar e obter resultados, as pessoas também podem se beneficiar destes conhecimentos, aplicando-os para planejar melhor suas vidas.

Basta adequar ao estilo de cada um para ter um documento de planejamento estratégico pessoal similar ao das empresas.
 
Constituir e manter um network forte e solidário, garantir o desenvolvimento profissional, promover a amizade entre os pares, buscar o desenvolvimento dos negócios e na sociedade em minha volta, agregando cada vez mais valor com minhas ações.

Ser o melhor profissional da área, ser uma pessoa mais completa e atuante na área profissional e na sociedade.
 
    Estar no lugar certo na hora certa
    Ser lucrativo, agregando valor em tudo que fizer.
    Oferecer mais do que foi solicitado
    Ajudar a sociedade em minha volta
    Ser solidário e altruísta
    Ser empreendedor
    Aumentar a rede de relacionamento
    Melhorar o meio ambiente
    Aprender mais, muito mais... (cursos, seminários, workshops, etc).
    Encorajar o desenvolvimento de outras pessoas
    Proporcionar felicidades e obter felicidades.
    Etc...

Procurar identificar as oportunidades, ameaças, forças e fraquezas que me afetam no cumprimento da minha missão.

Avaliar as situações externas atuais ou futuras que, se adequadamente aproveitada por mim, irá influenciar positiva ou negativamente.

Avaliar minhas características particulares que influenciam positiva ou negativamente.

 

·         Discernir e compreender bem a missão e a visão e transformar tudo isso em realizações.

·         Aceitar a limitações e buscar ajuda de outras pessoas

·         Empreender sempre, mesmo que haja riscos na empreitada.

·         Cooperar com o próximo sem almejar algo em troca

·         Doar-se nas causas sociais

·         Compreender o significado do que é um mundo melhor e ajudar a construí-lo

Ser verdadeiro, sincero, transparente.
   
Compartilhar aprendizado com outras pessoas, não importando seu grau de formação e nível social.

Estar mais na família, participando e ajudando na solidificação do lar.

Acreditar sempre no "Ser Superior"

Acredita mais em mim mesmo!

Compor a lista de ações que eu preciso fazer ou decidir, considerando o ambiente para atingir os objetivos, respeitando os princípios, visando cumprir a minha missão pessoal.

·         Usar a missão para facilitar a compreensão das minhas necessidades pessoais e profissionais, descobrindo onde devo concentrar esforços, fazendo que me torne uma pessoa eficaz, na medida em que vou atuar na hora certa em coisas que agreguem valor.

·         Os objetivos e os princípios serão a alavanca para melhorar os pontos fortes, explorar os pontos fracos e para converter as ameaças em oportunidades.

·         Este será o ambiente para conduzir o plano e executar as ações de forma firme, sensata e honesta.

·         As formas para medir os intentos serão: o ambiente em minha volta; as pessoas ao meu redor; minha saúde; e meu grau de felicidade; número de pessoas de contato direto; dias de férias com a família; horas de entretenimento; horas de treinamento; etc.

·         Planejamento Estratégico Pessoal deve ser o norte, onde a missão deve ser estabelecida e guiada pelas crenças implícitas na visão, de tal forma que permitam que tenham um duradouro desenvolvimento e sucesso.

·         Nos negócios e na vida pessoal, resultando numa imagem pública melhor e onde derivem para outras recompensas advindas da nova postura e atitude, que pode ser: satisfação, felicidade, e por que não: dinheiro e sucesso nos negócios. Topsis Consultoria Empresarial Ltda. www.topsis.com.br.

O PEP deve ser o norte, onde a missão deve ser estabelecida e guiada pelas crenças implícitas na visão, de tal forma que permitam que tenham um duradouro desenvolvimento e sucesso nos negócios e na vida pessoal, resultando numa imagem pública melhor e onde derivem outras recompensas advindas da nova postura e atitude, que pode ser: satisfação. Felicidade, e por que não, dinheiro e sucesso nos negócios.

A Caixa de Ferramentas

Os convencionais 4Ps, apresentados por Jerome MacCarthy em sua obra Basic Marketing, de 1960, como únicas variáveis relevantes do chamado composto mercadológico, receberam uma abordagem inovadora. Francisco Alberto Madia de Souza, presidente da Madia Mundo Marketing desenvolveu uma matriz fantástica formada por 12Ps, conforme veremos a seguir:

1.   Pest


A Análise PEST é um modelo de análise da envolvente externa macro-ambiental da organização, cuja sigla corresponde às iniciais dos quatro grupos de fatores ou variáveis ambientais a serem analisadas, nomeadamente:

. Variáveis Político-Legais: estabilidade governativa, legislação e regulamentação dos mercados, política fiscal, legislação laboral,...

. Variáveis Econômicas: evolução do produto, taxas de juro, taxas de inflação, nível de desemprego, níveis salariais, custo da energia e de outros fatores produtivos,...

. Variáveis Socioculturais: tendências demográficas, hábitos de consumo, estilos de vida, distribuição do rendimento, sistema educativo...

. Variáveis Tecnológicas: investimentos públicos e privados em I&D, proteção de patentes, velocidade de transferência de tecnologia,...

Cada uma das variáveis apresentadas caracteriza-se por estar fora do controlo direto da empresa, podendo conteúdo representar ameaças ou oportunidades que a organização deverá procurar evitar ou aproveitar.

 
2.   Phocus – Foco ou focos


Foco em geral é tomado como o centro de e é nessa asserção que é tomada como o ponto onde se concentram os raios luminosos que passam por uma superfície transparente. Alternativamente é o ponto de convergência ou donde saem emanações.

 
3.   Positioning – Posicionamento


Em marketing, posicionamento é a técnica na qual os mercadólogos tentam criar uma imagem ou identidade para um produto, marca ou empresa. É o espaço que um produto ocupa na mente do consumidor em um determinado mercado. O posicionamento de um produto é como compradores potenciais o vêem e é expressado pela relação de posição entre os competidores.

O posicionamento é a escolha por parte das empresas, da identidade distintiva que permite ao público distinguir o produto num universo concorrencial de produtos comparáveis. Três aspectos importantes no Posicionamento:

O posicionamento é uma política, não um resultado;

O posicionamento é uma decisão estratégica adoptada por parte da empresa; O posicionamento tem como finalidade criar uma percepção.

 
4.   Product – Produto

De forma geral, um produto é uma espécie de compilação de diversos fatores. Produto pode ser:

em Economia, um produto é algo que pode ser oferecido em um mercado para satisfazer a um desejo ou necessidade;

na Indústria, um produto é o resultado de actividades ou de processos.

 
5.   Promotion – Promoção


Promoção é qualquer ato que venha a elevar o status de um produto, individuo, situação, empresa, etc. Não precisa de envolver necessariamente remuneração prévia ou acordada. Promoção é um ramo dire(c)to da publicidade, do marketing, de relações públicas e do jornalismo, sendo que este último em um âmbito mais moderado e imparcial.

 
6.   Place – Distribuição

Distribuição é um dos processos da logística responsável pela administração dos materiais a partir da saída do produto da linha de produção até a entrega do produto no destino final (Kapoor et al., 2004, p. 2). Após o produto pronto ele tipicamente é encaminhado ao distribuidor; O distribuidor por sua vez vende o produto para um varejista e em seguida aos consumidores finais. Este é o processo mais comum de distribuição, porém dentro desse contexto existe uma série de variáveis e decisões de trade-off a serem tomadas pelo profissional de logística.

 
7.   Price – Preço

Em economia, contabilidade, finanças e negócios, preço é o valor monetário expresso numericamente associado a uma mercadoria, serviço ou patrimônio. O conceito de preço é central para a microeconomia, onde é uma das variáveis mais importantes na teoria de alocação de recursos (também chamada de teoria dos preços).

Em Marketing, preço é uma das quatro variáveis no Composto Mercadológico, ou marketing mix que os mercadólogos usam para desenvolver um plano de marketing. Segundo Jay Conrad Levinson, 14% dos consumidores decidem suas compras baseando-se exclusivamente no preço. Computa-se no preço, não apenas o valor monetário de um produto, mas tudo aquilo que o consumidor tem que sacrificar ao adquirir um bem.

O verdadeiro preço de alguma coisa é o trabalho e a dificuldade para adquirí-la. Por isso, os mercadólogos incluem em suas considerações os custos indiretos, custos de manutenção, a necessidade de recompra, e mesmo a energia física, o tempo e o custo emocional de se adquirir uma oferta.

 
8.     People – Pessoas

Criatividade e paixão, chave da excelência na era do conhecimento

Publicado em 09/06/2010 por Paulo Kretly

O mundo passou por grandes transformações, saímos do “fazer automaticamente” e entramos na Era do Trabalhador do Conhecimento. A excelência das organizações de todos os setores – governo, empresas, instituições educacionais, culturais ou sem fins lucrativos – depende mais do que nunca de fatores como paixão pelo que se faz e a utilização de nossos melhores talentos a serviço de objetivos significativos.

Em primeiro lugar, na Era Industrial, o mercado contratava “mão-de-obra”, hoje as pessoas devem ser tratadas como pessoas completas. A expressão “mão-de-obra” já denuncia que lidávamos com gente do mesmo modo que lidávamos com objetos. Ora, as pessoas não darão o seu melhor pelos objetivos da organização enquanto continuarmos a tratá-las como “coisas”. Por isso precisamos despertar nos colaboradores a paixão pelas ações desenvolvidas no dia a dia profissional. Muito além de um funcionário, a pessoa precisa se sentir parte do processo criativo, da engrenagem e, acima de tudo, que faz a diferença para o produto final.

Stephen Covey, criador do Best-seller 7 Hábitos das Pessoas Altamente Eficazes criou a expressão “Paradigma da Pessoa Completa” e explica que no fundo, há um único e simples problema, que engloba todas as outras razões que justificam o alto nível de insatisfação das pessoas no trabalho: Como os líderes muitas vezes trabalham a partir de um paradigma incompleto da natureza humana, encontram grande dificuldade para estimular os melhores talentos, o gênio e a criatividade de seu pessoal, sem jamais alcançar a excelência e a sustentabilidade.

A realidade fundamental é que seres humanos não são coisas, nem necessitam de permanente motivação e controle. São seres com quatro dimensões principais: corpo,  mente, coração e espírito. E a essas quatro dimensões podemos ligar as quatro necessidades básicas de todo ser humano: viver (e sobreviver), amar (desenvolver relacionamentos fortes), aprender (crescimento e desenvolvimento) e deixar um legado (sentido e integridade). Consciente ou inconscientemente, as pessoas decidirão o quanto de si dedicarão ao trabalho, dependendo de como são vistas e tratadas, e das oportunidades de usarem as quatro partes de sua natureza.

É muito comum subestimarmos a dificuldade de executar, mas sempre que uma nova meta é estabelecida, alguém, em algum lugar, precisa fazer algo que nunca havia feito antes — sem isso, não há execução. A execução requer uma mudança de comportamento. E mudar um comportamento talvez seja um dos maiores desafios do mundo. Isso explica perfeitamente por que a maioria das organizações tem uma lacuna em seu processo de execução. Portanto, uma organização pode ter pessoas talentosas e estratégias fabulosas e ainda assim fracassar.

Há quatro razões principais para a falha de execução: 1) As pessoas não conhecem a meta; 2) As pessoas não sabem o que fazer para atingir a meta.  3) As pessoas não mantém um placar. 4) As pessoas não são responsabilizadas pelas atividades que levam à conquista da meta.

Por isso, as empresas precisam focar ações na formação de lideres, na organização das metas e consequentemente no sucesso da execução. O que acredito é que liderança não é controle, é liberação de talentos a serviço de metas significativas, porque embora possamos comprar “as mãos” ou “as costas” de alguém, não podemos comprar a excelência. A excelência é fruto de grande energia e dedicação voluntária para a obtenção de resultados excepcionais, e isso significa fazer mais e melhor, bem melhor do que pede uma descrição de cargo.    

O líder precisa conhecer seus liderados e ajudá-los a crescer, provocar o seu potencial. Se for hábil o suficiente para escolher as pessoas certas e conciliar as metas arrojadas da empresa com o maior potencial e paixão dos colaboradores, assistirá verdadeiros milagres, e o crescimento contínuo de seu pessoal, preparando também a linha sucessória em todos os níveis. Paulo Kretly é presidente da FranklinCovey Brasil (www.franklincovey.com.br).

 
9.   Providers – Fornecedores

A área de Compras é muito importante para a Linde e representa forte impacto em nosso portifólio de produtos. Quanto melhor for nossa gestão de compras, melhores serão nossos produtos. Baseados neste principio, procuramos desenvolver fortes laços na condução do trabalho com nossos fornecedores. Estas parcerias permitem à Linde alcançar e exceder os requisitos de nossos clientes e enfrentar os desafios do mercado.
 

10. Post Place – Depois da Venda

O objetivo básico do serviço pós-venda é o de assegurar que o cliente obtenha o maior proveito e valor por sua compra. Entendendo valor como a relação entre os benefícios proporcionados pelo produto e o preço pago pelo cliente mais os custos de acesso ao produto ou ao serviço associado, criar valor para o cliente através do pós-venda significa reduzir estes custos. É claro que um produto pode falhar. O papel do pós-venda seria, então, o de minimizar o tempo que o cliente fica sem o produto que apresentou um defeito, proporcionando-lhe acessibilidade ao serviço de reparos, disponibilidade de peças de reposição e até, por que não, o oferecimento de um produto substituto enquanto o primeiro estiver sendo reparado.

 
11. Protection – Proteção

Esteja atento para assuntos relacionados à proteção legal. Primeiro, para resguardar a si mesmo e à sua imagem. Segundo, para evitar o inverso, ou seja, que você não invada a privacidade alheia, cometa um plagio, ultrapasse a linha tênue que muitas vezes separa o plausível do inaceitável.

Procure patentear sua marca pessoal, caso crie uma. Enfim mantenha-se legalmente protegido.

 
12. Percognition – Percepção

Percognition” – Marketing sensorial, também batizado como marketing de experiência, é uma estratégia de buscar a fidelização do consumidor através de um processo de diferenciação na prestação do serviço capaz de remeter o cliente a uma percepção de valor única e inequívoca, proporcionando-lhe uma vivência memorável que o estimulará a repetir e difundir a experiência de consumo, independentemente do preço.

No composto mercadológico da Madia Marketing School, esse aspecto está representado pelo que Francisco Alberto Madia de Souza cunhou como percognition, ou seja, uma soma seqüencial de percepção, reconhecimento, reputação, experimentação, convivência, imagem e marca.

 
Conclusão

Percebemos que a empresa é um sistema bem amplo e não se atém apenas em produto – cliente – vendas, é uma variedade de situações, de analises, termos técnicos usados como ferramentas, este Ambiente Economico-social envolve o fator humano que produz lucros e esses retornam ao homem que no final é a razão de todo esse círculo.

 
Referências


http://www.renascebrasil.com.br/f_concorrencia2.htm.
http://www.youtube.com/watch?v=0EzADwlKJFQ&p=DCA893F8ED66DBC1&playnext=1&index=7.
http://www.mariopersona.com.br/entrevista_revista_varejo.html.
http://www.dicio.com.br/concorrente/.
http://www.lgti.ufsc.br/O&m/aulas/Aula3/teoria.htm.
http://www.kmbusiness.net/images/Intelig%C3%AAncia_Competitiva_Intelig%C3%AAncia.pdf.
http://www.youtube.com/watch?v=R0-drpYizGo&feature=player_embedded. http://pt.wikipedia.org/wiki/Concorr%C3%AAncia_(economia)
http://www.sobreadministracao.com/analise-pest-como-ferramenta-no-processo-de-internacionalizacao-das-empresas/.
http://www.vendamais.com.br/artigo/42296-marketing-sensorial.html.
http://www.youtube.com/watch?v=1pD3TkQq7zI

Sandra Mara Staff Menacho
7º Período na Graduação em CIENCIAS DA ADMINISTRAÇÃO. Universidade Federal de Rondônia, UNIR, Guajará-Mirim, Brasil Cursando Especialização em Gestão, Avaliação e Perícia Ambiental (FAEMA).
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