Fazer Design ou Pensar Design?

Fazer Design ou Pensar Design?
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Fazer Design há muito tempo fez parte da enorme produção de bens e serviços que temos hoje e que estão inseridos do nosso cotidiano e atendem nossas necessidades. Design estava ligado muito mais ao visual do que à funcionalidade, era o toque final que todo bem precisava para ser mais valorizado diante de tantos produtos novos e tanta concorrência. Esse toque final, hoje, com a velocidade e a quantidade das informações que temos e a velocidade que as mudanças no cenário mundial acontecem, se tornou parte do processo. Não se faz mais, apenas, design, se pensa design, se incorpora o design a todo processo na busca de soluções cada vez melhores para toda sociedade.

A proposta do Design Thinking é tornar todas as pessoas designers, ou seja, parte do processo, parte da construção de soluções inovadoras que sejam capazes de conectar interesses, necessidade, pessoas, tecnologia para resultados melhores. O design thinker é capaz de olhar para os problemas como oportunidades de novas soluções e inovações, integrando dados qualitativos e quantitativos.

Pensar como design thinker é pensar sempre nos três critérios principais para uma boa solução: viabilidade, desejabilidade e aplicabilidade. Viabilidade diz respeito ao que é sustentável para um modelo de negócios e economicamente viável. Desejabilidade significa pensar naquilo que faz sentindo à vida das pessoas. E aplicabilidade refere-se àquilo que é funcionalmente possível nas nossas vidas e em um futuro próximo.

Design Thinking é um novo modo de pensar e exige do profissional, seja ele um educador ou engenheiro ou um profissional de negócios, por exemplo, um série de competências, como trabalhar em equipe, ser resiliente e saber se articular com pessoas e ideias. Apesar desse esforço, o trabalho pode ser recompensador pela possibilidade de grandes resultados, mais inovadores e mais aderentes. 

Renata da Costa Geromel
Psicóloga com MBA em Gestão de Recursos Humanos e Pós-graduação em Educação e Tecnologia. Mais de 15 anos de experiência em psicologia organizacional, especialmente nas áreas de Recrutamento e Seleção, Educação Corporativa e Avaliação de desempenho por competências, no Banco do Brasil.
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