Capital Humano Gestão de Pessoas - O diferencial competitivo

Capital Humano Gestão de Pessoas - O diferencial competitivo
ADMINISTRACAO
Após a descoberta do Capital Humano como fator de produção, esse se espalhou rapidamente chegando às organizações sob a forma de departamento de Recursos Humanos, onde o intuito era de aperfeiçoar os colaboradores com o objetivo de aumentar a produtividade.

O mundo passou por algumas mudanças para chegar à sociedade do conhecimento, onde a primeira foi à passagem da economia primitiva para a agrícola, em que o homem deixou de caçar para a produção e consumo de alimentos. Na segunda, o homem passou da economia agrícola para a industrial, quando começou a produzir através de máquinas e bens padronizados. O capital físico teve uma época em que era o fator crítico para o sucesso de uma organização. As organizações constituem o ambiente na qual a maioria das pessoas passam a maior parte de suas vidas realizando as tarefas e processos e esperando algo em troca.

Hoje, as organizações estão voltadas para o futuro, preparando-se para manterem-se vivas no mercado e nessa busca visam pela melhoria da qualidade do seu capital humano, capacitando-os, mantendo-os satisfeitos, mais produtivos e em contrapartida melhor será a satisfação do cliente, devido à qualidade dos produtos e serviços oferecidos.

E nesse ponto que notamos a importância da Gestão de Pessoas dentro das organizações, atuando em toda a estrutura hierárquica, desde o nível de produção até a presidência, gerenciando talentos, conhecimento e capital humano disponível. Com as organizações impelidas a passarem por processos de reestruturação, visando adotar formatos organizacionais mais flexíveis, os modelos de gestão de pessoas, vêm acompanhando os gestores a assumirem papeis cujo foco esta mudando para a construção de espaços de trabalhos mais democráticos, apoiadores, distributivos de poder e realizadores de objetivos mútuos.

As organizações não existem sem pessoas, mas consequentemente as pessoas precisam estar envolvidas no processo para que as empresas possam ter um bom desempenho. Dessler destaca a importância das pessoas: “Pessoas estão por trás do nosso sucesso. Máquinas não têm ideias, não resolvem problemas, não agarram oportunidades. Somente pessoas que estejam envolvidas e pensando fazem à diferença (...). Todos os fabricantes de automóveis nos Estados Unidos têm basicamente o mesmo maquinário. Mas o modo como as pessoas são utilizadas e envolvidas varia muito de um empresa para outra. A força de trabalho dá a qualquer empresa o seu verdadeiro poder competitivo” (DESSLER 2003, p. 11 - Vice presidente de recursos humanos da Toyota Motor Manufaturing em Georgetown, Kentucky).

Infelizmente algumas organizações não valorizam o conhecimento de seus colaboradores, pois se encontram ligados a Era Industrial, o que acaba acarretando na falência da empresa. As pessoas devem ser tratadas como seres dotados de características pessoais e profissionais. As organizações devem reter o melhor de seus colaboradores visando sempre o sucesso.

Segundo Chiavenato, 1997, p. 20 “O que está por trás de toda essa mudança é a necessidade de administrar as pessoas mais de perto. De aproximá-los da alta direção. De senti-los e percebê-los. De permitir que elas realmente trabalhem com o coração e com a inteligência e não apenas com os músculos ou com os hábitos. Sobretudo, que participem da empresa não como recursos mecânicos de produção, mas como pessoas criativas, inteligentes, responsáveis, que podem dar muito mais do que simplesmente esforço físico ou muscular na forma de contribuições proveitosas e necessárias ao sucesso empresarial

Mônica Vargas da Rosa
Administradora e especialista em EAD, tutora no Portal Educação dos cursos de Pós-Graduações em MBA Executivo em Gestão Empresarial, Gestão Pública e Gestão e Marketing Ditigal em parceria com Universidade Católica Dom Bosco (UCDB). Professora universitária em curso na modalidade de ensino regular. CRA/MS: 5338 @ProfMonicaVR
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