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29 de outubro de 2010
Equino
Pelo fato do animal perder líquido por "sequestro" durante esse distúrbio gastrointestinal, se faz necessária a administração de fluidos de forma que mantenha a volemia, a perfusão tecidual, a função cardiovascular e a oxigenação dos tecidos. A reposição do líquido deve ser baseada no grau de desidratação do animal, que pode ser mensurada pelo tempo de preenchimento capilar, pela elasticidade da pele e pelo hematócrito.
A cólica pode estar relacionada com a fermentação de alimentos, o que produz quantidade excessiva de gases no estômago do animal, ou até mesmo com a obstrução ou torção do intestino que é uma situação bem mais grave e requer uma intervenção cirúrgica.
Um dos principais sintomas do animal acometido pela cólica equina é a demonstração de dor por meio da alteração de seu comportamento, como dificuldades de caminhar, inquietação, sudorese e até mesmo, uma situação atípica dos equinos de rolar no chão.
Como essa doença tem um avanço considerável, é necessário um diagnóstico rápido e preciso para garantir a sobrevivência do equino, já que todas as cólicas abdominais devem ser consideradas emergências e o médico veterinário deve avaliar o grau da dor demonstrada pelo animal, pois dessa forma será possível mensurar a severidade do problema e como esse profissional deverá atuar naquele momento.
Autora: Danielle Pereira
Médica Veterinária e Tutora do Portal Educação
Referência Bibliográfica:
CAMPELO, J,; PICCININ, A. 2008. Cólica Equina. Rev. científica eletrônica de Medicina Veterinária, ano VI, n. 10.
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