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28 de outubro de 2010
O intenso progresso observado na sincronização do crescimento folicular e da ovulação e na manipulação do ciclo estral tem facilitado o emprego da inseminação artificial, da transferência de embriões e da OPU-PIV, colaborando para rápida difusão de material genético superior, seja com finalidade de produção de carne ou de leite. Isto foi possível graças às pesquisas em áreas básicas, especialmente às relacionadas à fisiologia reprodutiva. Compreender os fenômenos fisiológicos associados ao crescimento folicular e à ovulação é fundamental para otimizar as biotécnicas da reprodução e, conseqüentemente, a eficiência reprodutiva dos rebanhos.
Existem particularidades reprodutivas de Bos indicus e de Bos taurus que devem ser levadas em consideração quando do emprego de técnicas de manejo, de inseminação artificial, de transferência de embriões e de aspiração folicular guiada por ultra-som aliada à produção in vitro de embriões.
A presente revisão aborda os aspectos fisiológicos de fêmeas bovinas, apontando as principais diferenças entre zebuínos e taurinos.
Link do artigo: http://www.portaleducacao.com.br/arquivos/arquivos_sala/media/objeto_de_aprendizagem_fisiologia_reprodutiva.pdf
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