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6 de janeiro de 2009
Manter um animal com a vacinação em dia é recomendação de todo médico veterinário, principalmente aqueles domesticados dentro de casa, que podem contaminar os humanos com infecções e doenças, algumas até sem cura.
Uma delas é a Peritonite, doença altamente contagiosa transmitida pelo vírus corona e muito difícil de diagnosticar. A Peritonite Infecciosa Felina (PIF) é transmitida através da saliva, secreções e fezes dos gatos. Ainda em vida, o animal infectado é difícil de ser diagnosticado com a doença, pois os anticorpos encontrados podem ser de outras variantes do vírus corona, nem sempre causadores da PIF. O vírus só é detectado após o óbito do animal.
Um gato infectado com a Peritonite apresenta-se febril, perda de apetite e peso, mostra-se cansado e deprimido, com facilidade a vomitar, ter diarréia e perder o equilíbrio, além de probabilidade de paralisia e infecções oculares graves. A Peritonite Infecciosa Felina (PIF) pode apresentar-se de duas formas: seca ou húmida. A PIF seca é a mais comum e permite que o animal sobreviva a mais tempo, ao contrário da húmida, que apresenta acumulação de líquido no abdômen, retardando sua vida. Pode ser uma doença sem cura, a Peritonite pode ser tratada, mas nunca eliminada.
Após a morte de um gato devido a esta doença, deve-se tomar muito cuidado ao substituir o amigo do lar, pois o ambiente em que o animal esteve deve ficar em quarentena até a aquisição de outro felino. Mas nem todos os gatos expostos ao vírus contraem a doença, só os animais possuídos por um sistema imunitário forte conseguem criar defesas contra o vírus e podem se portadores, mas sem apresentar sintomas da doença.
Mesmo assim, sem optar pela vacinação, cuidado: a própria vacina pode comportar risco para o animal. Os gatos de rua devem sim ser vacinados para a doença não proliferar-se, já os gatos domésticos, que possuem pouca probabilidade de infecção, não é necessário a vacina. Se o seu animal apresentar os sintomas da Peritonite, existem apenas duas maneiras de evitar a proliferação da doença: a primeira, isolar totalmente o felino com outros gatos, e a segunda, manter o local higienizado.
Estes sintomas podem confundir com outras doenças e infecções que são diagnosticadas a tempo com fácil recuperação, mas se o seu animal apresentar estes sintomas procure um médico veterinário o mais depressa possível.
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