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30 de outubro de 2008
No caso de um animal apresentar um problema repentino, a primeira providencia a ser tomada por parte do medico veterinário é diferenciar se o caso se trata de uma emergência ou urgência.
Emergência: Todo caso de emergência vai requerer uma medida imediata, da qual a vida do animal irá depender. As verdadeiras emergências são de ordem vascular (hemorragias), cardiorespiratórias (edema pulmonar agudo, síncope cardíaca), gástricas (torção do estômago, obstrução esofágica) ou neurológicas (comoção cerebral, coma, convulsões), situações que podem, todas elas, levar a um estado de choque, o qual também se verifica nas insolações, internações, nas alergias e nos politraumatismos.
Urgência: são casos de menor gravidade, mas que devem ser socorridos a tempo para que o animal não tenha complicações mais graves. Exemplo: vômito ou diarréia intensos, piometra (infecção uterina nas cadelas), ausência de urina por mais de 24hs, convulsão e outros.
Mas existem outras patologias que também requerem tratamento urgente: picadas de insetos que provocam reações urticariformes, mordidas de animais venenosos, ruptura do canal auditivo, intoxicações.
Na fraturas, embora seja necessária uma rápida imobilização, não constitui realmente uma emergência (exceto as expostas e as da coluna). Caso contrário é melhor esperar vinte e quatro ou quarenta e oito horas antes de intervir; assim, o hematoma terá tempo de ser reabsorvido e a redução fica melhor.
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