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Trombocitopatias

Artigo por Colunista Portal - Educação - segunda-feira, 28 de janeiro de 2013

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Trombocitopatias: congênitas ou adquiridas
Trombocitopatias: congênitas ou adquiridas
Nas trombocitopatias, não é necessário que o número de plaquetas encontre-se alterado, podendo estar tanto normal quanto alterado. Porém, independente da quantidade de plaquetas presentes na circulação, seu funcionamento é falho. As trombocitopatias podem ser congênitas ou adquiridas.

Entre as trombocitopatias congênitas ou primárias, bastante raras, estão:

Trombastenia de Glanzmann, doença congênita, autossômica recessiva, descrita apenas em seres humanos e cães, que se deve a deficiência do receptor GP IIb/IIIa, onde se liga o fibrinogênio.

Deficiência de estoque ou produção de substâncias plaquetárias, como cálcio, FvW, ADP e outras;

Deficiência dos receptores de membrana;

Deficiência do receptor GP IbIX, onde ocorre a ligação do FvW, chamada de síndrome de Bernard-Soulier;

Trombopatia do Basset Hound, que provoca falha na agregação plaquetária;

Síndrome de Chediak-Higashi, a qual prejudica a agregação plaquetária e já foi descrita em bovinos e felinos. 
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