Estudos probabilísticos envolvendo variáveis climáticas são de extrema importância para as atividades da agropecuária, construção civil, planejamento do turismo, transporte, dentre outros. Visando contribuir para o planejamento da agricultura irrigada, este trabalho teve como objetivos comparar distribuições de probabilidade ajustadas às séries históricas decendiais e mensais, e estimar as precipitações prováveis para o município de Barbacena, MG. Foram estudados os meses de dezembro, janeiro e fevereiro, no período de 1942 a 2003, constituindo-se séries históricas com 62 anos de observações. As lâminas diárias foram totalizadas em períodos mensais e decendiais, sendo aplicadas as distribuições log-Normal 2 parâmetros, log-Normal 3 parâmetros e Gama. Para avaliar a adequabilidade das distribuições, nos períodos estudados, utilizou-se o teste de Qui-quadrado (c2), ao nível de 5% de significância. As precipitações prováveis foram estimadas para cada período estudado utilizando a distribuição que apresentou o menor valor de c2, nos níveis de probabilidade de excedência de 75, 90 e 98%. A distribuição Gama foi a que melhor se ajustou aos dados. O estudo de precipitações prováveis é uma boa ferramenta no auxílio da tomada de decisão quanto ao planejamento e uso da irrigação.
O Planejamento do Turismo é uma ferramenta de gestão de destinos, focada na percepção do panorama atual em que o destino se encontra nos possíveis panoramas futuros. Construindo metodológicamente um trâmite que possibilite guiar o destino do panorama atual para o futuro desejado utilizando de forma eficiente os recursos disponíveis para este fim. Percebendo o turismo na localidade constatam-se os seus impactos negativos e positivos. Na tentativa de maximizar os impactos positivos e minimizar os impactos negativos surge o planejamento baseado na sustentabilidade. Utilizando-se do tripé fincado na eqüidade social, prudência ecológica e na dinamização da economia local. No Brasil, a aplicação de “modelos” de planejamento pelo Estado, devido a sua estrutura administrativa complexa, não conduziu o planejamento do turismo através de diretrizes ou políticas básicas no sentido da ação interinstitucional, da integração e da parceria. Esses pressupostos, a partir da década de 1990, embora presentes nos documentos publicados em relação ao desenvolvimento do turismo, na prática operacional e nos resultados não são tão visíveis , pois a representatividade do turismo brasileiro no mercado mundial é modesta.