﻿<?xml version="1.0" encoding="utf-8"?><rss version="2.0"><channel><title>Portal Medicina Alternativa - Últimas Notícias</title><link>http://www.portalmedicinaalternativa.com.br</link><description>Sistema Integrado de Ensino a Distância</description><language>pt-br</language><copyright>Copyright (C) Portal Educação</copyright><webMaster>atendimento@portaleducacao.com.br</webMaster><managingEditor>atendimento@portaleducacao.com.br</managingEditor><lastBuildDate>03/02/2012 05:27:57</lastBuildDate><image><title>Portal Educação</title><url>http://www.portaleducacao.com.br/sistema/imagens/&lt;/url&gt;</url><link>http://www.portaleducacao.com.br</link></image><item><title>Musicoterapia equilibra o organismo</title><link>http://www.portalmedicinaalternativa.com.br/medicinaalternativa/principal/noticia_view.asp?id=48307</link><description><![CDATA[<p><font face="Arial">Alguns sons, quando bem indicados, são capazes de ajudar a mente e o corpo a se reerguer em meio a uma doença. Uma revisão assinada pela Universidade Drexel, nos Estados Unidos, atesta que sessões de musicoterapia melhoram o humor, a ansiedade e o controle sobre a dor em pessoas com câncer. Já especialistas da Universidade da Dakota do Norte, também em terra americana, notaram seu potencial na reabilitação de pacientes com derrame. E em Taiwan se observou que a técnica eleva a qualidade de vida de quem passa por tratamento contra a insuficiência renal. "Ela interfere em áreas do cérebro ligadas à depressão, ao prazer e à resposta à dor", justifica Maristela Smith, coordenadora dos <a href="http://www.portaleducacao.com.br/educacao/cursos/cursos.asp"><strong>cursos</strong></a> de musicoterapia das Faculdades Metropolitanas Unidas, em São Paulo.<br />
<br />
<br />
<strong>Alívio pelo som<br />
</strong>Como a musicoterapia equilibra o organismo...<br />
</font><font face="Arial"><br />
<br />
<strong>Efeito sobre o cérebro<br />
</strong>A música ativa diversas regiões da massa cinzenta, como o hipotálamo, que regula a temperatura, o apetite e o estado de ânimo, bem como o tálamo, que interpreta os sentidos, e o hipocampo, que guarda a memória. Ainda atua nos lóbulos parietal, temporal e frontal, estimulando funções cognitivas.</font></p>
<p><font face="Arial"><strong><br />
A sensação de bem-estar<br />
</strong>As melodias, quando bem selecionadas pelo terapeuta, tiram o foco do problema, acionam neurotransmissores relacionados ao prazer e ainda promovem a liberação de endorfina, nosso analgésico natural.</font></p>
<p><font face="Arial"><strong><br />
Relaxamento total<br />
</strong>A musicoterapia propicia uma quebra na tensão muscular que domina o corpo de quem vive ansioso ou deprimido com alguma situação ou doença. Assim, o indivíduo se sente mais disposto a seguir em frente e aceitar todo o tratamento.</font></p>
<p><font face="Arial"><strong><br />
Coração mais plácido<br />
</strong>O método trabalha o ritmo da respiração, tornando-o mais cadenciado, e equilibra os batimentos cardíacos. Tudo isso auxilia a controlar o estresse que se abate sobre o organismo e incentiva a recuperação. <br />
</font></p>]]></description><author>abril.com.br</author><pubDate>03/02/2012 00:00:00 17:26:00</pubDate></item><item><title>7 saídas para a dor nas costas</title><link>http://www.portalmedicinaalternativa.com.br/medicinaalternativa/principal/noticia_view.asp?id=48249</link><description><![CDATA[<p><font face="Arial">Se você não sofre desse tormento, com certeza conhece um amigo ou parente que vive se queixando. A coluna é, de fato, o epicentro de um dos principais males do século 21, e o mal-estar que provoca pode resistir aos tratamentos convencionais. Felizmente, novas pesquisas trazem soluções certeiras para acabar com o martírio<br />
<strong><br />
<br />
1. LASER <br />
</strong>Uma dor nas costas pode ser apagada cinco minutos depois de o paciente se submeter a um raio de luz. Nada de mágica ou ficção científica. O laser de baixa potência é uma arma promissora contra as crises que afligem a coluna, como sustentam os experimentos conduzidos pelo grupo do professor Rodrigo Martins, do Instituto de Ciências Biomédicas da Universidade de São Paulo. Ele assina, ao lado de experts de outros países, uma revisão de estudos que avaliaram, no total, 820 pessoas. No trabalho, publicado na revista médica The Lancet, o time conclui que a laserterapia é eficaz para a dor cervical, aquela que dá o bote bem na altura do pescoço. &ldquo;O laser pode ser indicado nos quadros crônicos, tanto para a dor cervical quanto para a lombar&rdquo;, afirma Martins. </font></p>
<p><font face="Arial">Antes, é preciso lembrar que qualquer dor nas costas exige investigação. &ldquo;As causas são múltiplas: má postura, desgaste nas articulações, hérnias de disco&rdquo;, já avisa o ortopedista Elcio Landin, do Hospital Alemão Oswaldo Cruz, em São Paulo. Às vezes o endereço do problema nem é a própria coluna. No entanto, quando a tortura mora mesmo ali, muita gente encara um desconforto persistente. É que, como consequência, a musculatura local passa a hospedar uma inflamação constante. Esse fenômeno, que semeia a agonia, é o alvo do raio laser. &ldquo;Após ser absorvida pelo organismo, a luz inibe a produção de substâncias inflamatórias que sensibilizam a região à dor&rdquo;, explica Martins. &ldquo;Ela também retardaria a fadiga muscular, melhorando o aporte de sangue.&rdquo; Assim, os músculos que amparam a coluna permanecem mais resistentes. A grande vantagem, porém, reside em outro ponto. &ldquo;Quando administrado em dose adequada, o laser não surte efeitos adversos&rdquo;, diz o professor. Se pensarmos em dores crônicas, isso significa uma revolução. Afinal, o uso contínuo de drogas anti-inflamatórias oferece riscos ao estômago, ao fígado e aos rins. </font></p>
<p><font face="Arial">O paciente passaria por entre seis e 12 sessões, de acordo com a intensidade do problema. Cada uma dura de dez a 30 minutos. O laser não aquece a pele nem a machuca. No fim do tratamento &mdash; que não dispensa a identificação e a correção da causa da dor &mdash;, o suplício tende a ceder. &ldquo;O laser não irá reverter uma hérnia de disco, mas pode controlar uma dor por vezes incapacitante&rdquo;, exemplifica o pesquisador. No Brasil ainda não há uma legislação específica para laserterapia, mas já existem diretrizes internacionais que orientam as aplicações. Martins defende que o método, já disponível em algumas clínicas particulares, deveria ser adotado pelo sistema público de saúde, uma vez que também pouparia milhões de reais aos cofres do país. </font></p>
<p><font face="Arial"><strong>2. IOGA <br />
</strong>Um estudo da Universidade de West Virginia, nos Estados Unidos, acaba de mostrar que o método presta um enorme serviço à região lombar. De 90 portadores de lombalgia recrutados para o trabalho, aqueles que se dedicaram à ioga duas vezes por semana durante seis meses relataram a remissão da dor. De onde vem a melhora? &ldquo;A ioga diminui o estresse, relaxa os músculos tensos e fortalece os flácidos, além de restabelecer a postura&rdquo;, responde o educador físico e professor de ioga Marcos Rojo, da Universidade de São Paulo. É um antídoto para conter ou prevenir acessos de dor. A quem sofre do problema, o conselho é optar pelas linhas mais tradicionais. &ldquo;Elas são as que mais favorecem o relaxamento, a postura e a concentração por meio de exercícios leves que respeitam as limitações de cada um&rdquo;, diz Rojo. </font></p>
<p><font face="Arial"><strong><br />
3. TERAPIA POSTURAL <br />
</strong>No final do século 19, Frederick Alexander (1869-1955), um ator australiano que recitava Shakespeare, desenvolveu um método para banir a tensão que o fazia perder a voz no meio das apresentações. Décadas depois, a terapia batizada com o seu sobrenome ganha aval de uma pesquisa, publicada no respeitado British Medical Journal, para botar a coluna no eixo. Um time da Universidade de Southampton, na Inglaterra, atestou, após avaliar 579 pessoas, que a técnica Alexander melhora em até 40% os quadros de dor crônica. &ldquo;A média de dias de sofrimento relatada pelos voluntários caiu de 21 para três por mês&rdquo;, conta o autor, Paul Little. As sessões são divididas em dois momentos.<br />
<br />
&ldquo;No primeiro, o paciente fica deitado e o terapeuta usa as mãos para desfazer pontos de tensão&rdquo;, conta o educador físico Hélio de Oliveira, da Associação Brasileira da Técnica Alexander. &ldquo;No segundo, na frente de espelhos, o indivíduo trabalha a postura e a respiração sentando- se e levantando-se.&rdquo; Essas lições são levadas para o dia a dia e ajudam a criar consciência corporal. &ldquo;Elas visam aliviar a tensão muscular e corrigir a postura&rdquo;, diz Oliveira. Todo o aprendizado dura de seis meses a um ano. </font></p>
<p><font face="Arial"><br />
<strong>4. TAI CHI <br />
</strong>Que tal enfrentar a dor nas costas praticando uma arte marcial? Não estamos falando de saltos e golpes, mas de uma técnica nascida na China que prioriza movimentos em câmara lenta, o tai chi chuan. Sua filosofia até prevê combates. Só que, para quem pretende usá-lo com fins terapêuticos, uma luta é coisa rara. Seu potencial para golpear lombalgias e afins está sendo mensurado por um trabalho da Universidade de Sydney, na Austrália. O interesse, é claro, vem da observação de que os praticantes raramente reclamam da coluna. &ldquo;Os exercícios realizados se valem, por exemplo, de alongamentos e rotações&rdquo;, descreve Ângela Soci, diretora da Sociedade Brasileira de Tai Chi Chuan. <br />
<br />
&ldquo;O tai chi permite que o indivíduo tome consciência de uma postura correta, fortalece a musculatura das costas e estimula um maior espaçamento entre as vértebras&rdquo;, explica. Por essas e outras, Ângela e sua equipe mantêm há quatro anos uma parceria de sucesso com o serviço de geriatria do Hospital das Clínicas de São Paulo. &ldquo;Se houver acompanhamento médico e orientação de um instrutor, a técnica está liberada para jovens e idosos&rdquo;, afirma a especialista. </font></p>
<p><font face="Arial"><strong><br />
5. EXERCÍCIO FÍSICO <br />
</strong>Aquela história de repouso absoluto para quem tem dores nas costas, sobretudo as musculares, não está mais com nada. É óbvio que ninguém em meio a uma crise deve correr por aí ou puxar ferro. Mas, quando a situação está sob controle, o exercício físico é fundamental. Depois de acompanhar 240 voluntários com lombalgias crônicas, pesquisadores da Universidade de Alberta, no Canadá, notaram o seguinte: quem frequentava a academia quatro vezes por semana apresentava um índice 28% menor de sintomas dolorosos. <br />
<br />
&ldquo;Os exercícios aumentam a força, a elasticidade e a resistência dos músculos ao redor da coluna, permitindo que ela suporte cargas inevitáveis no dia a dia&rdquo;, explica o fisiatra e reumatologista José Maria Santarém, diretor do Instituto Biodelta, na capital paulista. A musculação, não custa frisar, requer mais do que nunca a instrução de um educador físico. &ldquo;Os equipamentos, as cargas e os movimentos devem ser adaptados para cada pessoa&rdquo;, avisa Santarém. E um dos principais objetivos deve ser trabalhar o abdômen. &ldquo;Quando sua musculatura está flácida, todo o esforço para sustentar as costas recai sobre a lombar&rdquo;, explica Ricardo Cury. <br />
<br />
As atividades aeróbicas, como caminhada, corrida e companhia, também cobram cuidados, mas são úteis porque atuam no controle do peso &mdash; e a barriga é inimiga da coluna. Esportes aquáticos são recomendáveis, por sua vez, porque sob a água o impacto é reduzido e cai a probabilidade de uma complicação. A academia só não é um ambiente ideal para alguns casos de hérnia de disco, em que o risco de um estrago maior não justifica o suor da camisa. Aliás, atenção: antes de se matricular em uma, vale consultar o médico. </font></p>
<p><font face="Arial"><strong><br />
6. ACUPUNTURA <br />
</strong>As agulhas já estão no pelotão de elite para suprimir as aflições da coluna. E, agora, recebem o apoio de um estudo do Group Hea l th Research Institute, em Seattle, nos Estados Unidos, que analisou a terapia em mais de 600 pessoas com lombalgias e que nunca haviam recorrido às espetadas. &ldquo;Ao final da experiência, notamos que, durante um breve período, o método reduziu as dores de um entre cinco voluntários&rdquo;, conta o líder do trabalho, Daniel Cherkin. &ldquo;Um entre oito indivíduos relatou o controle da dor por pelo menos um ano&rdquo;, completa. <br />
<br />
O achado estimula o uso da técnica em adultos que padecem de quadros crônicos. &ldquo;O tratamento tradicional tem melhores resultados quando aliado à acupuntura&rdquo;, observa o fisiatra Marcelo Saad, do Hospital Israelita Albert Einstein, em São Paulo. &ldquo;Mas atenção: a acupuntura só é indicada quando o problema não é cirúrgico&rdquo;, avisa o médico acupunturista Ysao Yamamura, chefe do Grupo de Acupuntura da Universidade Federal de São Paulo. <br />
<br />
A duração da terapia depende da gravidade do problema e os intervalos entre as sessões costumam ser menores enquanto o paciente está em crise. Os pontos onde as agulhas são inseridas também variam: podem ser aplicadas nas costas, nas mãos, nos pés e nas orelhas. &ldquo;Esses pontos promovem a liberação de endorfinas, substâncias que aliviam a dor e proporcionam sensação de bem-estar&rdquo;, explica Yamamura. Além disso, o tratamento ajuda a gerenciar o estresse, outro fator que contribui para perpetuar dores na coluna. Testes com ratos sugerem ainda que as agulhas teriam um efeito anti-inflamatório. </font></p>
<p><font face="Arial"><strong><br />
7. SEM CIGARRO E BOM SONO <br />
</strong>Estamos cansados de ouvir que o tabagismo prejudica os pulmões e o coração. Os fumantes, porém, nem suspeitam que suas tragadas também conspiram contra a coluna &mdash; a deles e a de quem inala suas baforadas. É o que revela uma revisão de mais de 80 estudos realizada pelo Instituto Finlandês de Saúde Ocupacional. <br />
<br />
&ldquo;Fumar pode ser um fator de risco para dores nas costas porque tem efeitos nocivos sobre a circulação do corpo inteiro&rdquo;, afirma um dos autores, Rahman Shiri. E a musculatura das costas, você já viu, carece de sangue para manter-se firme e forte. O surpreendente é que a influência do tabaco é ainda mais intensa entre os adolescentes. <br />
<br />
&ldquo;Ainda não sabemos o porquê, mas eles podem ser mais sensíveis à nicotina&rdquo;, diz Shiri. É possível ainda que quem fuma seja mais sedentário, o que por si só aumenta o risco de panes nas costas. Há outros fatores relacionados ao estilo de vida que precisam ser considerados. A mesma entidade finlandesa também concluiu, em outro levantamento, que um sono de má qualidade patrocina ofensivas contra a coluna dos jovens, especialmente entre as meninas. Para a fisioterapeuta especialista em sono Silmara Bueno, de São Paulo, a explicação não estaria tanto nas horas em claro, mas nas posturas inadequadas quando pregamos os olhos. <br />
<br />
&ldquo;Evite dormir de barriga para cima ou para baixo e na posição fetal&rdquo;, aconselha. &ldquo;Para afastar dores na lombar, a melhor opção é a posição lateral.&rdquo; Dá até para adotar um travesseiro de corpo, um rolinho que é abraçado e posicionado entre os joelhos. O travesseiro para a cabeça, aliás, deve formar um ângulo de 90 graus entre a cachola e o ombro, o que bota para correr a dor cervical. Uma coluna saudável também demanda noites de paz.<br />
</font></p>]]></description><author>saude.abril.com.br</author><pubDate>02/02/2012 00:00:00 18:29:00</pubDate></item><item><title>Sauna para o bem da pele</title><link>http://www.portalmedicinaalternativa.com.br/medicinaalternativa/principal/noticia_view.asp?id=48248</link><description><![CDATA[<font face="Arial">É o que aponta um trabalho da Universidade Friedrich Schiller de Jena, na Alemanha. Seus médicos dividiram 41 voluntários saudáveis em dois grupos: o primeiro freq&uuml;entou uma sauna regularmente e o segundo manteve distância dos banhos vaporosos. Resultado: quem tirou proveito da sauna ficou com a pele mais protegida contra infecções. "O vapor promove uma dilatação dos poros, propiciando a maior secreção de uma substância chamada de fator de hidratação natural", explica Flávia Addor, diretora da regional paulista da Sociedade Brasileira de Dermatologia. "Além disso, o vapor ajuda na excreção de toxinas do corpo." Só vale lembrar que a sauna é contra-indicada a gestantes, hipotensos e doentes renais.<br />
</font>]]></description><author>saude.abril.com.br</author><pubDate>02/02/2012 00:00:00 18:26:00</pubDate></item><item><title>Ferro faz bem para o cérebro das crianças</title><link>http://www.portalmedicinaalternativa.com.br/medicinaalternativa/principal/noticia_view.asp?id=48186</link><description><![CDATA[<p><font face="Arial">Quando o mineral está em baixa no organismo, o cérebro da garotada não se desenvolve como deveria. Daí, aprender o bê-á-bá fica mesmo muito mais difícil<br />
reconhecer cores, contar uma história com começo, meio e fim, compreender o que os outros falam, deduzir ordens de grandeza &mdash; tudo isso faz parte do desenvolvimento nervoso de uma criança. E o sucesso dessas tarefas, que equivocadamente parecem tão simples aos olhos de um adulto, tem tudo a ver com aquilo que os pequenos comem. <br />
<br />
<br />
"Sem uma alimentação adequada, capaz de garantir o aporte de nutrientes como ferro, o foco e a concentração ficam comprometidos. Daí é mais difícil armazenar novas memórias", explica a pesquisadora em desenvolvimento humano Elvira Souza Lima, consultora internacional em neurociência e educação de várias instituições de renome. </font></p>
<p><font face="Arial"><br />
Um estudo que acaba de ser publicado na Revista Paulista de Pediatria mostra que meninos e meninas com anemia por falta de ferro apresentam problemas de desempenho cognitivo &mdash; principalmente na área da linguagem. Ou seja, fica atrás no aprendizado quem está com baixos níveis de hemoglobina &mdash; a proteína dos glóbulos vermelhos do sangue que é feita do mineral e que transporta oxigênio. "Analisamos crianças com idade entre 2 e 6 anos", conta a autora, Juliana Nunes, professora de <a href="http://www.portalfonoaudiologia.com.br/"><strong>fonoaudiologia</strong></a> do centro de ensino Fead, em Belo Horizonte. "Nessa fase, a anemia pode provocar graves danos ao cérebro", acrescenta. </font></p>
<p><font face="Arial"><br />
Segundo o Ministério da Saúde, uma em cada cinco crianças brasileiras de todas as classes sociais sofre da doença. Alguns especialistas acham que esse número seja até três vezes maior. "Em geral, o problema é provocado pela falta de ferro no prato", afirma a pediatra Fernanda Ceragioli Oliveira, da Sociedade de Pediatria de São Paulo. Esse mineral não só entra na receita da hemoglobina como participa da produção de enzimas que ajudam a manter as células cerebrais, os neurônios, sempre ligadas. Sem contar que é importantíssimo para as defesas do corpo. </font></p>
<p><font face="Arial"><br />
A atenção deve começar no nascimento. Bebês prematuros requerem sempre um cuidado especial. "Isso porque a estocagem de ferro é feita nos três últimos meses de gestação", justifica Naylor Oliveira, pediatra e nutrólogo da Sociedade Brasileira de Pediatria. Mas até mesmo crianças aparentemente saudáveis, rechonchudas e coradas podem ser acometidas pelo problema mais tarde. Por isso, não dá para relaxar com a alimentação, confiando apenas nas aparências, nem deixar de seguir as orientações do médico. <br />
<br />
<br />
Para não faltar ferro, é essencial que a dieta infantil inclua carne. Só ela fornece um tipo do mineral, o heme, que é mais bem aproveitado pelo organismo. No caso, as mais ricas são a de boi, de frango e de peixe, nessa ordem. Feijão e outros grãos, além de verduras como couve e rúcula, também carregam o nutriente, mas, para ele ser bem absorvido, necessita do empurrão de fontes de vitamina C, como o suco de laranja. "A verdade é que a criança precisa de um cardápio variado", lembra Fernanda. Então, combinamos assim: aposente as guloseimas e invista em frutas, verduras, legumes, cereais e, claro, carne. O cérebro do seu filho agradece. E ele, com a desenvoltura de quem se dá bem no território da linguagem, também saberá como agradecer.<br />
</font></p>]]></description><author>saude.abril.com.br</author><pubDate>01/02/2012 00:00:00 20:27:00</pubDate></item><item><title>Proteja-se da herpes com os alimentos certos</title><link>http://www.portalmedicinaalternativa.com.br/medicinaalternativa/principal/noticia_view.asp?id=48184</link><description><![CDATA[<p><font face="Arial">Quando tomamos muito sol, nossas células de defesa podem ficar enfraquecidas, o que aumenta a incidência de herpes labial. A doença, causada pelo vírus HSV 1, também aparece por causa de estresse excessivo, trauma no local, uso de anticoncepcionais e outros remédios.</font></p>
<p><font face="Arial"><br />
Está sentindo ardor, formigamento ou coceira no lábio? Fique atenta! Se em seguida surgirem bolhinhas agrupadas em forma de cacho de uva que se rompem virando feridas... É o vírus atacando!</font></p>
<p><font face="Arial"><br />
Segundo a dermatologista Luciana Rabello, presidente da Associação Brasileira de Dermatologia, cerca de 90% da população brasileira possui algum tipo de herpes. Porém, mesmo que você carregue o vírus, só 10% das pessoas sofrem com as feridas.</font></p>
<p><font face="Arial"><br />
Nesse caso, o "bichinho" escapa do sistema nervoso, onde se aloja, e dá origem aos machucados, que são altamente contagiosos. Infelizmente, depois da primeira ocorrência do problema, ele tende a reaparecer de vez em quando. Mas, com uma alimentação adequada, é possível deixar o herpes longe de você.<br />
<br />
<br />
<strong>Diga sim aos probióticos<br />
</strong>Eles são encontrados nos leites fermentados ou em suplementos (cápsula ou sachê). Atuam na melhora de todas as funções do intestino, que através do seu sistema de defesa próprio, mantém a nossa saúde em dia. O ideal é tomar um pote de leite fermentado por dia.</font></p>
<p><font face="Arial">Vale destacar que nem todos os produtos lácteos contêm probióticos. Antes da compra, leia o rótulo e identifique se nele há bifidobactérias ou lactobacilos.<br />
<br />
<br />
<strong>Peixe e alho: dupla poderosa<br />
</strong>Duas ou três vezes por semana, inclua esse tipo de carne no cardápio. Rica em ômega 3, ela é uma grande aliada do sistema imunológico. Já o tempero também faz maravilhas pela nossa imunidade - o ideal é consumi-lo cru, para usufruir de todos os benefícios que ele oferece.<br />
<br />
<br />
<strong>Aminoácido do bem<br />
</strong>A lisina ajuda a diminuir a multiplicação do vírus do herpes e, por isso, deve ser consumida com frequência. Vá de carne, peixe, ovo, quinoa, leite e derivados.<br />
<br />
<br />
<strong>Sinal vermelho<br />
</strong>Durante a manifestação da doença, evite alimentos ricos em arginina: castanha de caju, nozes, amendoim, chocolate, milho, semente de girassol e aveia. Em excesso, esse aminoácido estimula a proliferação do vírus.<br />
</font></p>]]></description><author>abril.com.br</author><pubDate>01/02/2012 00:00:00 20:22:00</pubDate></item><item><title>Medicina integrativa acaba com a cólica e TPM</title><link>http://www.portalmedicinaalternativa.com.br/medicinaalternativa/principal/noticia_view.asp?id=48183</link><description><![CDATA[<font face="Arial">Conheça <a href="http://www.medicinacursos.com.br"><strong>medicina</strong></a> integrativa, que combina práticas alopáticas e terapias complementares, e veja de que maneira ela ajuda no combate à cólica e TPM<br />
Anos de agonia com cólicas menstruais lhe forneceram uma artilharia de combate à dor naqueles dias: posturas de ioga, chá de camomila, bolsa de água quente, acupuntura... - além do comprimido de antiespasmódico, é claro. São tantas estratégias que você nem sabe qual delas faz efeito - o que interessa é acabar com o sofrimento.<br />
<br />
<br />
Uma pesquisa feita nos EUA mostrou que um terço dos pacientes fazia uso de outras terapias sem contar ao médico. Outro estudo, publicado no Journal of the American Medical Association, revelou que a maioria das pessoas complementa o tratamento por acreditar que as terapias estão mais alinhadas aos seus princípios.<br />
<br />
<br />
Como não dá mais para fingir que as práticas complementares não existem, uma nova abordagem na <a href="http://www.medicinacursos.com.br"><strong>medicina</strong></a> foi criada. Trata-se da <a href="http://www.medicinacursos.com.br"><strong>medicina</strong></a> integrativa, prática que agrega princípios da <a href="http://www.medicinacursos.com.br"><strong>medicina</strong></a> alopática ao que há de melhor nas terapias complementares para prevenção e cura de doenças, além de melhora na qualidade de vida do paciente.<br />
<br />
<br />
O americano Andrew Weil, guru da <a href="http://www.medicinacursos.com.br"><strong>medicina</strong></a> integrativa, explica em palestras que não devemos confundir práticas complementares com alternativas, pois a <a href="http://www.medicinacursos.com.br"><strong>medicina</strong></a> integrativa não rejeita a convencional, tampouco aceita tratamentos sem um olhar crítico. Segundo o médico Paulo de Tarso Lima, coordenador do Setor de Medicina Integrativa no Hospital Israelita Albert Einstein, em São Paulo, e autor de "Medicina Integrativa, A Cura pelo Equilíbrio" (MG Editores), os especialistas não vendem terapia. "Apenas ajudamos a pessoa a entender qual tratamento faz sentido para ela. A escolha é sempre do paciente."<br />
<br />
<br />
<strong>Cólica e TPM<br />
</strong>Se você faz parte do grupo de brasileiras - 65% - que sofre com cólica, sabe a diferença de ter um anti-inflamatório ou um antiespasmódico na bolsa para aliviar a dor. Segundo o acupunturista e homeopata Maurílio de Oliveira Brandão, da Clínica Veda, em Ubatuba (SP), a cólica menstrual é geralmente tratada com medicamentos que atuam de modo mais específico na musculatura uterina, o que é útil quando a dor aperta.<br />
<br />
<br />
Mas, na visão da <a href="http://www.medicinacursos.com.br"><strong>medicina</strong></a> chinesa, uma das vertentes da <a href="http://www.medicinacursos.com.br"><strong>medicina</strong></a> integrativa, é preciso averiguar o que há de errado no fígado, órgão que rege a menstruação, armazenando o sangue ou promovendo sua dispersão. A cólica menstrual pode decorrer de ingestão de líquidos gelados ou exposição ao frio. Para retomar o equilíbrio, recomenda-se, por exemplo, acupuntura.<br />
<br />
<br />
O homeopata Ícaro Alves Alcântara, autor de "Qualidade de Vida, Qualidade É Vida" (Ed. 24x7), aposta no óleo de prímula (obtido de um processo especial de extração a frio de sementes de prímula) e no Vitex agnus (um arbusto originário da Europa utilizado desde a antiguidade) para o alívio dos sintomas. Alguns estudos apontam que o Vitex agnus atua em algumas áreas do cérebro, regulando hormônios da hipófise, entre eles o FSH, que aí é produzido e envia estímulos aos ovários para que produza estrógenos. Esse fitoestrógeno estimula a produção de progesterona e alivia os sintomas da TPM.<br />
<br />
<br />
A quantidade a ser ingerida dependerá da orientação do seu médico, que ainda pode indicar exercícios físicos para auxiliar na prevenção da cólica menstrual. Os mais indicados são os aeróbicos, que aumentam a pulsação e, consequentemente, a oxigenação dos tecidos.<br />
<br />
<br />
A vitamina B6 também pode ser uma excelente aliada para aliviar os sintomas da TPM, como irritação, depressão e atitudes compulsivas. Se não for possível adquirir a vitamina pela ingestão de alimentos (nozes, aveia, frango, batata, arroz integral), a suplementação é uma boa alternativa.<br />
</font>]]></description><author>abril.com.br</author><pubDate>01/02/2012 00:00:00 20:18:00</pubDate></item><item><title>Alivie dores praticando shiatsu no rosto</title><link>http://www.portalmedicinaalternativa.com.br/medicinaalternativa/principal/noticia_view.asp?id=48118</link><description><![CDATA[<p><font face="Arial">O shiatsu é uma técnica japonesa que equilibra as energias, relaxa e alivia incômodos. Aplicado no rosto, proporciona tudo isso e deixa a pessoa ainda mais bonita. Para fazer a massagem, pressione algumas partes da face por 30 segundos, no mínimo. As terapeutas Alice Keiko, da Clínica Keiko's, e Luciana Sayuri, de São Paulo, ensinam todas essas manobras.   </font></p>
<p><font face="Arial"><br />
<strong>Efeito diurético e contra o inchaço<br />
</strong>Apertando o comecinho das sobrancelhas, você controla a ansiedade e, ao mesmo tempo, aciona a bexiga, estimulando a liberação de líquidos. Para diminuir o inchaço, pressione a região abaixo dos olhos (que corresponde aos rins), partindo do canto em direção às têmporas.  </font></p>
<p><font face="Arial"><br />
<strong>Pulmão<br />
</strong>Massagear as bochechas em sentido horário fortalece as vias respiratórias e pode até ajudar a prevenir resfriados, gripes e pneumonia, pois a área é relacionada ao pulmão.    </font></p>
<p><font face="Arial"><br />
<strong>Dormir bem<br />
</strong>Para combater o bruxismo (quando alguém range os doentes durante o sono), antes de dormir, abra e feche a boca massageando os ossinhos próximos às orelhas, com movimentos circulares, para soltar a musculatura. Trate a insônia pressionando a região do terceiro olho. O ponto também está ligado ao fígado, que fica sobrecarregado quando estamos irritadas.  </font></p>
<p><font face="Arial"><br />
<strong>Estômago e intestino<br />
</strong>Os pontos referentes ao estômago encontram-se no centro das maçãs do rosto. Comprima-os para diminuir a azia ou má digestão. Apertar a área próxima às têmporas, na altura da ponta das orelhas, ajuda a melhorar o funcionamento do intestino, diminuindo o inchaço. Aperte os dois lados ao mesmo tempo.</font></p>
<p><font face="Arial"><br />
<strong>Coração<br />
</strong>A saúde do coração pode ser estimulada pela ponta do nariz, que corresponde a esse órgão. Se ele estiver batendo rápido demais (taquicardia), aperte a área com força para acalmá-lo.<br />
</font></p>
<p><font face="Arial"></font> </p>]]></description><author>abril.com.br</author><pubDate>31/01/2012 00:00:00 19:14:00</pubDate></item><item><title>Cromoterapia: saiba como cada cor interfere no seu bem-estar</title><link>http://www.portalmedicinaalternativa.com.br/medicinaalternativa/principal/noticia_view.asp?id=48117</link><description><![CDATA[<p><font face="Arial">A cromoterapia é uma terapia alternativa que usa as cores para harmonizar e equilibrar o corpo físico e a mente, curando-os. Veja qual tom usar - na roupa, por exemplo - para beneficiar cada área da sua vida</font></p>
<p><font face="Arial"><strong>PRETO<br />
</strong>Quem usa precisa estar bem consigo mesma, porque essa cor é muito forte. Nesse caso, a pessoa vai se sentir uma guerreira, como se estivesse pronta para tudo.</font></p>
<p><font face="Arial"><strong><br />
BRANCO<br />
</strong></font><font face="Arial">Pode ser uma ótima opção em entrevistas de emprego, pois demostra muita disposição e vontade de vencer.</font></p>
<p><font face="Arial"><strong><br />
AZUL<br />
</strong></font><font face="Arial">Boa para ser vestida em situações ou ambientes tensos, já que, seja qual for sua tonalidade, sempre traz tranquilidade.</font></p>
<p><font face="Arial"><strong><br />
VERMELHO<br />
</strong></font><font face="Arial">Essa cor deve ser usada com muito cuidado. Se a pessoa estiver ansiosa, pode resultar em agitação e um pouco de nervosismo.  </font></p>
<p><font face="Arial"><strong><br />
VERDE<br />
</strong></font><font face="Arial">Cor perfeita para aquelas pessoas que querem encontrar estabilidade e autocontrole ou que buscam espalhar serenidade pelo ambiente.</font></p>
<p><font face="Arial"><strong><br />
LARANJA<br />
</strong></font><font face="Arial">Roupas desse tom passam a sensação de confiança e segurança. Quem está ao redor daqueles que as usam se sentirá protegido e confortável.</font></p>
<p><font face="Arial"><strong><br />
MARROM<br />
</strong></font><font face="Arial">Ideal para quem prefere ficar sozinho, isolado do mundo, pelo menos enquanto está vestindo roupas dessa tonalidade.</font></p>
<p><font face="Arial"><strong><br />
ROSA<br />
</strong></font><font face="Arial">O tom inspira sentimentos de afeto e compaixão. Além disso, emana energia romântica no ambiente.<br />
</font></p>]]></description><author>abril.com.br</author><pubDate>31/01/2012 00:00:00 19:06:00</pubDate></item><item><title>Más amizades podem causar doenças graves, diz pesquisa</title><link>http://www.portalmedicinaalternativa.com.br/medicinaalternativa/principal/noticia_view.asp?id=48053</link><description><![CDATA[A sabida importância dos relacionamentos, dos bons pelo menos, para a manutenção da saúde, ganha mais um reforço com a divulgação de pesquisa da UCLA, Universidade da Califórnia, nos Estados Unidos. O estudo aponta que a amizade tem o mesmo peso que uma dieta balanceada ou do descanso necessário ao corpo para o bem-estar.<br />
<br />
<br />
Pesquisadores da faculdade de <a href="http://www.medicinacursos.com.br"><strong>medicina</strong></a> da instituição descobriram que contatos e relações de aspecto negativo estão relacionadas ao aumento de inflamações, que por sua vez podem levar a uma série de doenças, incluindo câncer, pressão arterial alta e doenças cardíacas.<br />
<br />
<br />
A pesquisa foi publicada pelo jornal Proceedings of the National Academy of Sciences e divulgada pelo diário inglês Daily Mail.<br />
<br />
<br />
Para chegar aos resultados, 122 voluntários foram monitorados durante ocasiões consideradas por eles como estressantes enquanto a produção de proteínas relacionadas a inflamações era monitoradas. Essas ocasiões foram tiradas dos diários pessoais de cada um dos participantes. Os que haviam passado recentemente por situações desagradáveis apresentaram maiores níveis das substâncias ligadas ao aumento da pressão arterial, risco de doença cardíaca, câncer e até depressão. O aumento no índice da proteína também foi verificado após os voluntários responderem a um questionário estressante e precisarem falar em público.]]></description><author>saude.terra.com.br</author><pubDate>30/01/2012 00:00:00 20:50:00</pubDate></item><item><title>Conheça os benefícios do café para a saúde</title><link>http://www.portalmedicinaalternativa.com.br/medicinaalternativa/principal/noticia_view.asp?id=48052</link><description><![CDATA[Para muita gente um café quente na parte da manhã é um dos prazeres do dia. Milhões de pessoas tomam café pelas mesmas razões, mas nem imaginam que a bebida também ajuda a aliviar as dores musculares, além de melhorar a memória e ajudar a prevenir o câncer de pele e de fígado.<br />
<br />
<br />
Além de ter um gosto agradável, ele também dá um ânimo extra para o resto do dia e ajuda a manter a energia e tirar o sono para horas de trabalho, por exemplo. Veja por que o café é considerado uma injeção de ânimo, segundo o FitSugar.<br />
<br />
<br />
- Ele é quente. Beber líquidos quentes, como café ou chá, especialmente na parte da manhã, é muitas vezes sugerido para aliviar a constipação.<br />
<br />
- É um líquido. Embora o café seja apontado como líquido de desidratação, receber uma quantidade suficiente dele conta para o seu consumo de líquidos diários.<br />
<br />
- A cafeína estimula os músculos responsáveis pela digestão. Os músculos ficam contraídos e fazem com que você queira ir ao banheiro. Ao mesmo tempo, o café é um diurético, ou seja, retira líquido das fezes, tornando-os mais difícil.]]></description><author>saude.terra.com.br</author><pubDate>30/01/2012 00:00:00 20:49:00</pubDate></item><item><title>Alimentação e acupuntura podem amenizar os sintomas da TPM</title><link>http://www.portalmedicinaalternativa.com.br/medicinaalternativa/principal/noticia_view.asp?id=47991</link><description><![CDATA[A famosa tensão pré-menstrual, mais conhecida como TPM, é bastante comum e afeta até 30% das mulheres com ciclos menstruais regulares. A síndrome pré-menstrual refere-se a um grupo de sintomas físicos e comportamentais que ocorrem em um padrão cíclico durante a segunda metade do ciclo menstrual. Como algumas mulheres ainda não sabem de tudo que gostariam sobre o assunto, procuro esclarecer as principais dúvidas que ouço de minhas pacientes. <br />
<br />
<br />
<strong>Sintomas </strong><br />
<br />
Mais de 150 sintomas já foram atribuídos à TPM. No entanto, o número de sintomas observados na grande maioria dos pacientes é muito mais limitado. As manifestações físicas mais comuns da TPM são inchaço abdominal e uma sensação de cansaço extremo, os quais ocorrem em 90% das mulheres com este distúrbio.Dor nas mamas, a chamada mastalgia, e dores de cabeça estão entre as outras principais queixas físicas, ocorrendo em mais de 50% dos casos. <br />
Causas <br />
<br />
<br />
O corpo é sensível a níveis de hormônios que mudam ao longo do ciclo menstrual. Estudos sugerem que o aumento e queda dos níveis de hormônios (por exemplo, estrógeno e progesterona) também podem influenciar as substâncias químicas no cérebro, incluindo uma substância chamada serotonina, que afeta o humor. <br />
<br />
<br />
No entanto, não está claro porque algumas mulheres desenvolvem a TPM e outras não. Os níveis de estrogênio e progesterona são similares em mulheres com e sem essas condições. A explicação mais provável, com base em vários estudos, seria que as mulheres que desenvolvem são altamente sensíveis a mudanças nos níveis hormonais <br />
<br />
<br />
As manifestações físicas mais comuns da TPM são inchaço abdominal e uma sensação de cansaço extremo, os quais ocorrem em 90% das mulheres.<br />
<br />
<br />
<strong>Como é feito o diagnóstico </strong><br />
O diagnóstico de TPM se baseia em quatro pilares principais. E o mais importante é individualizar cada caso para um tratamento específico. Apresentar sintomas específicos. <br />
<br />
<br />
Ocorrer na fase lútea - segunda fase do ciclo- de 7 a 10 dias antes da menstruação. <br />
A gravidade dos sintomas (ou seja, eles devem prejudicar algum aspecto da vida da mulher). <br />
A ausência de ingestão de hormônios ou drogas e a exclusão de outros diagnósticos como depressão por exemplo. <br />
<br />
<br />
Em média, cinco ou mais dos seguintes sintomas devem estar presentes durante a semana anterior à menstruação e se resolver em poucos dias após o início da menstruação. Mas não significa que mulheres que apresentem apenas um ou dois sintomas não podem ter TPM. Por isso, o mais importante é realizar uma avaliação individualizada, só assim poderá ser feito o diagnóstico correto e o melhor tratamento. <br />
<br />
<br />
<strong>-</strong>Sentir-se triste, sem esperança, ou auto-depreciar <br />
<br />
<strong>-</strong>Sentir-se tensa, ansiosa ou "no limite" <br />
<br />
<strong>-</strong>Apresentar marcada labilidade de humor intercalada com choro frequente <br />
<br />
<strong>-</strong>Irritabilidade, raiva, e aumento de conflitos interpessoais <br />
<br />
<strong>-</strong>Diminuição de interesse em atividades usuais <br />
<br />
<strong>-</strong>Dificuldade de concentração <br />
<br />
<strong>-</strong>Sentir-se cansada, sonolenta ou com falta de energia <br />
<br />
<strong>-</strong>Alterações no apetite, associada com a compulsão alimentar ou desejo de certos alimentos <br />
<br />
<strong>-</strong>Aumento do sono ou insônia Um sentimento subjetivo de estar sobrecarregado ou fora de controle <br />
<br />
<strong>-</strong>Outros sintomas físicos, como sensibilidade mamária ou inchaço, dores de cabeça, dor muscular ou articular, sensação de inchaço, ganho de peso <br />
<br />
<br />
<strong>Tratamentos </strong><br />
<br />
Os tratamentos conservadores para a TPM podem ser recomendados em primeiro lugar, incluindo o exercício físico regular, técnicas de relaxamento em geral, e suplementação de vitaminas e minerais. Estas terapias aliviam os sintomas em algumas mulheres e têm pouco ou nenhum efeito colateral. Se essas terapias não trazem alívio suficiente, medicamentos podem ser considerados como uma segunda opção. <br />
<br />
<br />
Sabe-se através de alguns estudos que uma alimentação fica em carboidratos parece ter influência positiva e uma alimentação muito gordurosa parecer piorar os sintomas da TPM. Porém qualquer dieta deve ter acompanhamento profissional de um médico e de uma nutricionista. Em relação ao sal, ele deve ser evitado já que aumenta a retenção de líquidos piorando o inchaço, já característico desta fase. <br />
<br />
<br />
Vários ensaios clínicos têm avaliado o benefício dos suplementos de cálcio para mulheres com TPM. Após três meses, as mulheres que tomaram cálcio duas vezes por dia apresentaram menos sintomas comparados àquelas que tomaram um placebo. O cálcio é um tratamento barato, com poucos efeitos colaterais e é uma opção razoável para mulheres com sintomas leves a moderados da TPM. Mas a prescrição deve ser avaliada sempre pela ginecologista, ninguém deve se automedicar, nem mesmo com vitaminas. <br />
<br />
<br />
Acupuntura, atualmente pesquisada em diversos centros universitários do mundo, apresenta resultados preliminares animadores para tratar tanto distúrbios físicos como psicológicos da mudança dos níveis hormonais. <br />
A drenagem linfática também pode ser uma boa ferramenta principalmente para aquelas mulheres que apresentam muito inchaço nesta fase do mês, já que ela diminui medidas e a sensação de inchaço. <br />
<br />
<br />
Enfim, da mesma forma que o diagnóstico da TPM deve seguir uma criteriosa avaliação individualizada, o tratamento também pode variar desde mudanças de hábitos para melhorar a qualidade de vida até uso de medicações antidepressivas. Então se você se identificou com os sintomas descritos e vem sofrendo todos os meses, procure sua ginecologista para uma avaliação.]]></description><author>minhavida.uol.com.br</author><pubDate>27/01/2012 00:00:00 19:07:00</pubDate></item><item><title>Aromaterapia ajuda a reduzir sintomas do estresse </title><link>http://www.portalmedicinaalternativa.com.br/medicinaalternativa/principal/noticia_view.asp?id=47990</link><description><![CDATA[Assim como têm o poder de ativar memórias e fazer as pessoas se sentirem em determinados momentos do passado, os cheiros podem atuar em outras áreas relacionadas aos sentimentos. <br />
<br />
<br />
Por isso, a aromaterapia, que utiliza princípios ativos de plantas medicinais aromáticas para equilibrar o corpo e a mente, é uma alternativa de tratamento para quem apresenta sinais de estresse. O método promete amenizar sintomas como ansiedade, irritabilidade, taquicardia, depressão, redução da libido, dificuldade de concentração e distúrbios no apetite. <br />
<br />
<br />
Uma pesquisa da Universidade de São Paulo (USP) avaliou a eficácia da aromaterapia na diminuição dos níveis de estresse. O estudo foi feito com 36 estudantes de <a href="http://www.portaleducacao.com.br/educacao/cursos/cursos.asp"><strong>cursos</strong></a> da área da saúde entre 18 a 29 anos. Desse total, 18 receberam o tratamento, realizado em sete sessões de dez minutos de inalação de uma mistura de óleos essenciais, e 18 não. No primeiro grupo, houve redução de 24% no nível de estresse e de 19% na ansiedade. No segundo, houve redução apenas no nível de estresse (11%). <br />
<br />
<br />
A psicóloga e proprietária da consultoria By Sâmia Aromaterapia, Sâmia Maluf, explica que a técnica funciona porque o nariz é uma espécie de porta para o cérebro. Quando sente um aroma, o nariz envia informações para o bulbo-olfatório, que as transmite ao sistema límbico, responsável por emoções e comportamentos. Assim que chega a esse local, o cheiro começa a agir. Isso normalmente ocorre em menos de três segundos. "É por isso que a aromaterapia traz respostas imediatas ao organismo", diz. <br />
<br />
<br />
A aromaterapia faz uso de óleos essenciais, óleos vegetais e essências sintéticas. Os essenciais são aromas destilados retirados da natureza que agem terapeuticamente porque desempenham uma função na memória olfativa do paciente. Os vegetais são usados para diluir os essenciais que precisam ser suavizados. Já as essências sintéticas, que imitam as naturais, podem causar bem-estar, mas não servem como tratamento. "Ao inalar certa essência, a pessoa pode até notar resultados imediatos, mas não a longo prazo", explica a especialista. <br />
<br />
<br />
Esses óleos podem ser aplicados de diversas formas, como inalação, massagem, e compressa. De acordo com Sâmia, tanto faz se os líquidos são colocados em lenços e inalados, incluídos na fórmula de sabonetes, usados em massagens ou ainda espirrados no ambiente. Uma das únicas restrições é quanto à aplicação direta na pele. Não pode, alerta Sâmia. <br />
<br />
<br />
<strong>Essências para reduzir o estresse </strong><br />
<br />
Para diminuir os sintomas gerais do estresse, acrescente cinco gotas de óleo essencial de cedro, três gotas de óleo essencial de alecrim e três gotas de óleo essencial de palmarosa a dois litros de água. Espirre a mistura pela casa e procure relaxar. Se quiser driblar especificamente a insônia, aromatize o ambiente com óleo essencial de lavanda ou massageie a base dos pés com duas gotas de manjerona. <br />
<br />
<br />
Para deixar a ansiedade de lado, a receita indicada por Sâmia contém seis gotas de óleo essencial de lavanda, duas gotas de óleo essencial de camomila e quatro gotas de óleo essencial de ylang-ylang, todas diluídas em 20 ml de óleo vegetal de semente de uva. Use a mistura para fazer uma massagem relaxante no corpo. <br />
<br />
<br />
Veja quais outros óleos essenciais podem ajudar a combater os males trazidos pelo estresse: <br />
<br />
<strong>- Para melhorar o sono:</strong> laranja, manjerona e lavanda. <br />
<br />
<strong>- Para se acalmar: </strong>camomila, jasmim, lavanda, citronela, palmarosa, bergamota, tangerina e pau rosa. <br />
<br />
<strong>- Para ter mais energia:</strong> pimenta negra, hortelã pimenta, carda, momo, cravo, canela, hortelã do Brasil, tomilho, gengibre e manjericão. <br />
<br />
<strong>- Para aumentar a libido:</strong> Patchouli, rosa, ylang-ylang, jasmim, gerânio e cardamomo. <br />
<br />
<strong>- Para combater sinais de depressão:</strong> gerânio, petitgrain, tangerina, tomilho, bergamota, olíbano, sálvia, esclareia e rosa.<br />
<br />
<strong>-</strong> <strong>Para facilitar a respiração:</strong> cipestre, eucalipto glóbulos, hortelã pimenta, tea tree e hortelã do Brasil.]]></description><author>minhavida.uol.com.br</author><pubDate>27/01/2012 00:00:00 19:04:00</pubDate></item><item><title>Nova substância pode fortalecer a memória, dizem cientistas</title><link>http://www.portalmedicinaalternativa.com.br/medicinaalternativa/principal/noticia_view.asp?id=47908</link><description><![CDATA[Durantes anos os cientistas sonharam em desenvolver um verdadeiro amplificador de memória, uma droga capaz de sintonizar o motor de busca biológico do cérebro, para que ele fosse ainda melhor em encontrar não apenas fatos recentemente aprendidos, como o menu do jantar de ontem, mas detalhes que parecem perdidos na neblina do tempo, como nomes de colegas de classe da infância. <br />
<br />
<br />
Essa substância teria um apelo óbvio - para pessoas com risco de demência, para mencionar apenas um grupo - mas a busca tem sido muito lenta. Estimulantes como cafeína e nicotina podem afiar a memória, mas, assim como outros intensificadores, precisam ser tomados quando a informação é aprendida ou recuperada, para fazerem diferença. <br />
<br />
<br />
Agora, pesquisadores de Israel e Nova York relatam terem sido capazes de fortalecer memórias formadas no passado, usando uma substância cerebral envolvida na fixação e manutenção da memória. A descoberta, relatada na semana passada na revista Science, é um de dois recentes estudos nos quais neurocientistas usaram moléculas ativas na formação da memória para, de fato, 'cutucar' o sistema e melhorar a lembrança. Ambos os estudos foram conduzidos em roedores, que oferecem um modelo bastante grosseiro para a memória humana. <br />
<br />
<br />
"A ideia de que uma memória mais antiga possa ser fortalecida é uma descoberta animadora", disse Jim McGaugh, neurocientista da Universidade da Califórnia, Irvine, que não esteve envolvido na pesquisa. "Mas isso também levanta a questão: como funciona? E se aplica a todas as memórias?".<br />
<br />
<br />
No estudo publicado na semana passada, pesquisadores do Instituto Weizmann de Ciência, em Rehovot, Israel, e do Centro Médico SUNY Downstate, em Nova York, descobriram que dar aos roedores uma infusão de uma enzima conhecida por estar ativa no armazenamento de memórias acentuou fortemente a aversão deles por tomar um líquido doce. Os animais tinham aprendido, seis dias antes, que o líquido poderia deixá-los doentes. <br />
<br />
<br />
"Seis dias é muito tempo para um roedor", disse Todd C. Sacktor, neurocientista da SUNY Downstate e um dos autores do artigo. "Durante anos pensamos que, quando a memória entra no armazenamento de longo prazo, não podemos fazer nada com ela; ela pouco a pouco se apagaria. Mas parece que isso não é verdade". <br />
<br />
<br />
Os pesquisadores argumentam que a substância injetada por eles pode agir em quase qualquer memória que o cérebro tente recuperar enquanto a droga estiver ativa. "É pouco provável que essa memória, apesar de intensificada, não esteja sujeita a processos de enfraquecimento com o tempo", afirmou, por e-mail, Yadin Dudai, do Instituto Weizmann. "Não achamos que seremos capazes de criar algo como um Funes, o famoso protagonista ficcional de Jorge Luis Borges que se lembrava para sempre de todos os detalhes com que se deparou na vida". <br />
<br />
<br />
Entretanto, num artigo publicado várias semanas antes, pesquisadores da Escola de Medicina Monte Sinai mostraram que poderiam fazer uma memória específica durar um bom tempo - novamente, usando uma substância cerebral envolvida no aprendizado inicial. Roedores que receberam uma injeção da substância, chamada de fator de crescimento, imediatamente depois de aprender como evitar um choque em sua jaula retiveram a memória da experiência que estava tão fresca quanto uma semana depois do primeiro dia, ou mais."É uma substância envolvida na regulação natural da consolidação da memória, e uma injeção dela desacelera significativamente o esquecimento", afirmou Cristina M. Alberini, neurocientista do Monte Sinai e coautora de um estudo anterior, publicado na Nature.<br />
<br />
<br />
Transformar essas descobertas em drogas úteis já é outra questão, dizem os especialistas. Os pesquisadores ainda têm pouca noção de como essas drogas experimentais aguçam as memórias, se afetam apenas memórias específicas, ou que riscos apresentam. "Trabalho com a melhoria da memória desde 1957, e não conheço uma única droga que tenha se originado de trabalhos com animais e que mais tarde foi desenvolvida para humanos", disse McGaugh. "É um trabalho bastante interessante; agora vamos ver aonde vai".]]></description><author>terra.com.br</author><pubDate>26/01/2012 00:00:00 18:43:00</pubDate></item><item><title>Mais um golpe contra o câncer</title><link>http://www.portalmedicinaalternativa.com.br/medicinaalternativa/principal/noticia_view.asp?id=47905</link><description><![CDATA[Um deles é o vemurafenibe, contra o melanoma (tipo mais agressivo de câncer de pele). O outro é o crizotinibe, que combate o câncer de pulmão, apontado como a principal causa da morte entre homens no mundo. &ldquo;São medicamentos que irão realmente mudar o paradigma do tratamento do câncer&rdquo;, diz o pesquisador Carlos Gil, coordenador de pesquisa clínica do Instituto Nacional do Câncer (Inca). &ldquo;Ao contrário de outros remédios, essas substâncias foram feitas a partir de testes que identificaram a mutação genética específica associada ao problema&rdquo;, diz. &ldquo;Elas combatem essa alteração. Não é um tiro no escuro&rdquo;, explica. <br />
<br />
<br />
Os medicamentos já estão em uso nos Estados Unidos. E os resultados são impressionantes. Um estudo feito em 30 países com a participação de 160 centros de pesquisa comparou o impacto do tratamento quimioterápico do melanoma ao desempenho obtido com o uso do vemurafenibe em pacientes que nunca tinham experimentado nenhum outro tipo de terapia. O vemurafenibe reduziu o tamanho do tumor, em média, em 48,4%. Bem mais do que a diminuição de 5,5% obtida com a quimioterapia. Outro fato relevante e que tem chamado a atenção da comunidade médica é o tumor ter desaparecido por completo em pelo menos seis dos 675 voluntários do estudo. É essencial, porém, fazer duas ponderações. A primeira é que o novo remédio produz efeitos apenas nos pacientes que possuem uma determinada mutação, a V600E, localizada no gene BRAF. Estima-se que metade das pessoas com melanoma tenha essa mutação.<br />
<br />
<br />
&ldquo;O remédio é uma esperança dentre outras que estão para se tornar realidade&rdquo;, diz Antonio Carlos Buzaid, chefe-geral do centro de oncologia do Hospital São José, do grupo Beneficência Portuguesa, em São Paulo. Além disso, ainda que o tumor tenha desaparecido, os oncologistas só falam em cura cinco anos após o final do tratamento, quando têm certeza de que a doença não voltou. A nova droga contra o melanoma foi aprovada pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) na última semana de dezembro.<br />
<br />
<br />
O outro remédio, o crizotinibe, com&not;bate uma mutação do gene ALK que está relacionada ao câncer de pulmão. O tumor associado a essa alteração genética atinge 3% a 5% dos pacientes e afeta, em geral, não fumantes. Dentre esse reduzido grupo, só 15% respondiam ao tratamento padrão com quimioterapia. Com a nova droga, 64% dos pacientes tiveram redução no tamanho do tumor. O medicamento também conteve o avanço da doença em 90% deles. Esses resultados levaram o FDA, órgão americano responsável pela liberação de remédios, a aprovar o remédio ainda na fase II do estudo (em que se avalia a eficácia, sem comparar a droga a outras alternativas de tratamento). No Brasil, nove cidades realizam testes para avaliar a eficácia e segurança do crizotinibe em um número maior de pacientes (fase III). É uma exigência da Anvisa para aprovar o uso do medicamento no País.<br />
<br />
<br />
A nova opção terapêutica não representa a cura do câncer de pulmão. &ldquo;Ainda teremos de mapear muitas mutações que podem ocorrer de forma simultânea nos tumores&rdquo;, disse à ISTOÉ Ross Camidge, diretor do programa de câncer de pulmão do Hospital Universitário da Universidade de Colorado, nos Estados Unidos. &ldquo;Não chegamos à cura, mas encontramos uma maneira de melhorar a qualidade de vida desses pacientes, sem tantos efeitos colaterais.&rdquo;<br />
<br />
<br />
A partir dos anos 1970, quando a ciência declarou guerra ao câncer, já se sabia que a batalha seria dura. Desde então, houve vitórias importantes. Entre elas, a descoberta de que os tumores estão ligados a mutações genéticas específicas. Com o Projeto Genoma, foi possível desenvolver exames de alta precisão capazes de prever quais mutações ocorrem no nosso DNA para que as células se multipliquem de forma desordenada, gerando tumores. Foi com base nessa descoberta que os cientistas chegaram a esses dois novos remédios.]]></description><author>istoe.com.br</author><pubDate>26/01/2012 00:00:00 18:40:00</pubDate></item><item><title>Exercícios Kegel</title><link>http://www.portalmedicinaalternativa.com.br/medicinaalternativa/principal/noticia_view.asp?id=47903</link><description><![CDATA[Definição<br />
Os exercícios Kegel ajudam a fortalecer seus músculos pélvicos. Estes músculos ajudam a sustentar a vagina e a bexiga que retém a urina. Se os músculos pélvicos enfraquecerem, a urina pode vazar. Os exercícios Kegel ajudam a fortalecer estes músculos de maneira que a urina não vaze. Além disso, também tornam os músculos da vagina mais sensíveis.<br />
<br />
<br />
Como fazer exercícios Kegel?<br />
Você pode fazer estes exercícios em qualquer lugar: sentada a qualquer mesa, esperando o ônibus, lavando louças, dirigindo o carro, esperando em uma fila, ou assistindo televisão. Ninguém perceberá que está fazendo estes exercícios.<br />
<br />
<br />
Siga as seguintes instruções de como fazê-los:<br />
- Primeiramente, tente uma vez iniciar e parar o fluxo de urina enquanto estiver urinando para que saiba quais músculos usar.<br />
<br />
<br />
- Quando não estiver urinando, contraia estes músculos e segure por 4 segundos. Depois relaxe. Contraia e relaxe estes músculos pelo menos 10 vezes. Faça isto de 5 a 8 vezes por dia.<br />
<br />
<br />
Para fazer os exercícios de forma correta, preste atenção nas seguintes orientações:<br />
&bull;    Não contraia outros músculos ao mesmo tempo. Tenha o cuidado de não contrair o<br />
estômago, as pernas ou outros músculos, pois poderá exercer muita pressão sobre os músculos que controlam a bexiga. Procure contrair apenas o músculo pélvico.<br />
<br />
<br />
&bull;    A repetição é importante, mas não exagere.<br />
<br />
<br />
&bull;    Realize as series 3 vezes ao dia. Lembre-se que apenas cinco minutos, três vezes por dia podem fazer toda a diferença.<br />
<br />
<br />
&bull;    Não desista dos exercícios. Geralmente os resultados só aparecem três a seis semanas. Se os sintomas não melhorarem dentro de três a seis semanas, consulte o seu médico.<br />
<br />
<br />
&bull;    Não utilize os músculos pélvicos sem necessidade. Quando aumenta a pressão sobre a bexiga (por ex., quando espirra, levanta pesos ou salta), os músculos pélvicos também são acionados. Ao contrair estes músculos antes deste tipo de atividade, poderá evitar lesões musculares o desgaste natural dessa musculatura.<br />
<br />
<br />
Há alguma outra forma de aprender a fazer estes exercícios?<br />
<br />
<br />
Aparelhos de Biofeedback computadorizados foram desenvolvidos e estão disponíveis para ensinar os exercícios de Kegel. O primeiro passo na realização deste tratamento é aprender quais são os músculos corretos para se contrair e relaxar. O Biofeedback é uma ferramenta muito importante neste aprendizado. Com a repetição dos exercícios a musculatura se torna mais forte e eficiente no controle das funções do assoalho pélvico.<br />
<br />
<br />
O tipo de Biofeedback mais freq&uuml;entemente utilizado na prática clínica chama-se eletromiografia (EMG). Qualquer músculo do organismo fornece pequenos sinais elétricos que podem ser monitorizados com a EMG. Recebendo a informação ("feed back") proveniente da EMG a paciente aprende a contrair os músculos corretos e pode exercitá-los. Para as pessoas com incontinência urinária esta informação é utilizada para o planejamento de um programa personalizado de exercícios que aumentarão seu controle urinário.]]></description><author>boasaude.uol.com.br</author><pubDate>26/01/2012 00:00:00 18:36:00</pubDate></item><item><title>Aromaterapia - gerânio</title><link>http://www.portalmedicinaalternativa.com.br/medicinaalternativa/principal/noticia_view.asp?id=47831</link><description><![CDATA[<font face="Arial">Em clínicas ambulatórias experimentais no Azerbaijão, pacientes se acomodam confortavelmente em salas de aromaterapia aspirando plantas cheirosas como o gerânio. Eles inalam os aromas de acordo com uma receita, que especifica quantas vezes por semana e por quantos minutos a fragrância deve ser inalada. De acordo com a clínica, inalar gerânio realmente diminui ou aumenta a pressão sang&uuml;ínea em alguns pontos, dependendo do que o corpo da pessoa precisa. Eles também declaram terem tido sucesso em usar o gerânio para controlar depressão e distúrbios mentais. <br />
<br />
Relativamente novato no comércio das fragrâncias, o gerânio é uma pequena e delicada planta de folhas perenes oriunda da África do Sul, cujo óleo essencial não foi destilado antes do século 19. Por ser um autêntico remédio com um delicioso perfume, ele se tornou um sucesso imediato. Também é repelente de insetos, e com certeza mais agradável aromaticamente do que a citronela, usada com mais freq&uuml;ência. <br />
<br />
O cheiro do gerânio se mistura bem com quase qualquer outro óleo essencial. Existem mais de 600 variedades, inclusive várias com cheiros semelhantes aos de rosas. A indústria farmacêutica usa seu componente principal, o geraniol, para extrair óleo legítimo de rosas ou, com outros componentes, produzir uma rosa sintética.<br />
<br />
Principais elementos do gerânio: geraniol, citronelol, linalol, borneol, terpineol e vários outros.<br />
<br />
Perfume de gerânio: o cheiro é alegre, com uma combinação de rosas, ervas e cítricos.<br />
<br />
Propriedades terapêuticas do gerânio: antidepressivo, anti-séptico, adstringente; corta o sangramento, pode estimular suavemente as adenóides e normaliza hormônios.<br />
<br />
Usos para o gerânio: os nativos da África usavam o gerânio como um chá de ervas para conter a diarréia e a hemorragia interna. Popular terapia de pele, o óleo essencial trata uma série de problemas incluindo inflamação, eczema, acne, queimaduras, feridas infectadas, fungos (como a tínea), piolhos, herpes-zóster e herpes.<br />
<br />
Ele também diminui marcas de cicatrizes e estrias. Use em forma de ung&uuml;ento, creme, loção, ou óleo de massagem, o que for mais apropriado. Equilibra todos os tipos de pele e tem fama de adiar o surgimento de rugas. Inale esse agradável cheiro para tratar TPM, menopausa, retenção de líquidos e outros problemas hormonais, ou o inclua em suas massagens de corpo e banhos. <br />
<br />
<br />
Para saber mais sobre a aromaterapia e outras formas de <a href="http://www.portalmedicinaalternativa.com.br"><strong>medicina alternativa</strong></a>, consulte:<br />
<br />
&bull; Aromaterapia: descubra sobre a aromaterapia. como ela funciona, qual é o papel dos óleos essenciais e como usar aromaterapia.<br />
<br />
&bull; Perfis dos óleos essenciais: recolhemos perfis de dezenas de plantas usadas para produzir óleos essenciais. Nestas páginas, você descobrirá sobre as propriedades e preparativos para os óleos essenciais mais populares.<br />
</font>]]></description><author>saude.hsw.uol.com.br</author><pubDate>24/01/2012 00:00:00 20:39:00</pubDate></item><item><title>Como tratar problemas digestivos com camomila </title><link>http://www.portalmedicinaalternativa.com.br/medicinaalternativa/principal/noticia_view.asp?id=47830</link><description><![CDATA[<p><font face="Arial">O segredo medicinal da camomila está no óleo volátil derivado de flores parecidas com margaridas. Um extrato produzido da erva pode reduzir espasmos musculares e inflamações na membrana mucosa, tornando-a um útil tratamento para indigestão e cólicas menstruais. A camomila também contém substâncias que combate infecções que causam doenças menores.<br />
<br />
Vários estudos indicam que a camomila é um bom digestivo. A erva contém uma grande variedade de elementos ativos. O a-bisabolol, um dos principais constituintes do óleo essencial de camomila, tem propriedades antiinflamatórias e relaxa o suave revestimento do músculo do trato digestivo. Em gastrite experimental induzida e outras inflamações das membranas mucosas, a camomila demonstrou efeitos antiinflamatórios rápidos e prolongados regulares.<br />
<br />
Já em 1914, pesquisadores estavam publicando estudos anunciando a habilidade da erva de bloquear ações de convulsivos e outras substâncias que causam espasmos. As propriedades sedativas da camomila foram documentadas em 1950. Mas nós ainda estamos aprendendo como a erva funciona.<br />
<br />
Se você planeja tentar a camomila para fins medicinais, considere o conselho do finado farmacognicista (especialista em farmacognosia, estudioso das características e utilizações das drogas) Varro Tyler, que era professor emérito da escola de <a href="http://www.portalfarmacia.com.br/"><strong>farmácia</strong></a> da Universidade Purdue, em Indiana, e obtenha o máximo possível do óleo volátil.<br />
<br />
Muitas das substâncias contidas no óleo são perdidas no vapor quando o chá é fervido. Mesmo um chá muito forte pode conter apenas uma pequena porcentagem dos óleos voláteis da camomila. Por isso, prepare seu chá em um recipiente tampado. Você também pode tentar comer as flores de camomila depois de tê-las fervido no chá, em vez de simplesmente jogá-las fora.<br />
</font></p>]]></description><author>saude.hsw.uol.com.br</author><pubDate>24/01/2012 00:00:00 20:37:00</pubDate></item><item><title>Aromaterapia - eucalipto</title><link>http://www.portalmedicinaalternativa.com.br/medicinaalternativa/principal/noticia_view.asp?id=47829</link><description><![CDATA[<font face="Arial">As florestas azuis da Austrália levam esse nome devido à neblina produzida pelo óleo essencial do eucalipto. Quando você caminha entre as árvores, a neblina azul que torna o cenário circundante menos visível chega a ser quase intoxicante. Ninguém consegue deixar de respirar profundamente o seu aroma refrescante, e talvez seja por isso que aromaterapeutas usem o eucalipto para limpar o ar, ajudando a resolver desacordos em caso de conflitos entre pessoas. <br />
<br />
O eucalipto se origina da Austrália e Tasmânia, mas agora é encontrado em regiões subtropicais de todo o planeta. Trata-se de uma das árvores mais altas e de mais rápido crescimento. Os eucaliptos foram introduzidos na Exposição de Paris em 1867, depois que o diretor do jardim botânico de Melbourne, Austrália, sugeriu que o óleo essencial poderia ser um substituto do óleo de cajeput (melaleuca). Ele estava certo. <br />
<br />
O governo francês então plantou as árvores de rápido crescimento na Argélia, para combater os gases nocivos que eram vistos como causadores da malária. A solução funcionou, mas ironicamente não por causa do óleo essencial, e sim porque as árvores, sedentas, transformaram os alagados em áreas secas, eliminando o habitat do mosquito da malária. <br />
<br />
As folhas espessas, longas e azuis-esverdeadas do eucalipto são destiladas para gerar óleo essencial. O eucalipto de goma azul, a variedade mais cultivada, oferece a maior parte do óleo disponível comercialmente, ainda que, com mais de 600 espécies de eucaliptos, haja grande variedade de aromas. Os aromaterapeutas ocasionalmente preferem as qualidades mais relaxantes e o aroma agradável, com algo de limão, do  E. citriodora. <br />
<br />
O óleo de eucalipto é bastante barato, e por isso é usado extensamente em colônias e loções após-barba, e como anti-séptico em desinfetantes bucais e domésticos. <br />
<br />
Principais componentes do eucalipto: cineol ou eucaliptol, pinene, limonene e pelo menos 250 outros compostos. As variedades podem incluir citronelal, cineolo, criptone e piperitone. <br />
<br />
O aroma do eucalipto: um cheiro pungente, aguçado, com algo de cânfora. <br />
<br />
Propriedades terapêuticas do eucalipto: antibacteriano, antiviral, desodorante; limpa muco dos pulmões; como linimento, alivia dores reumáticas, artríticas e outras. <br />
<br />
Usos do eucalipto: altamente anti-séptico, o eucalipto é usado há muito como remédio caseiro na Austrália, para tratar de problemas que variam de gripes, febres e dores de garganta a dores musculares e problemas de pele. A maioria dos linimentos e dos ung&uuml;entos contém eucalipto ou eucaliptol, um de seus principais componentes. Trata-se do mais popular óleo essencial para uso em vapor no alívio de congestão nasal e pulmonar, como as da asma. Inale o vapor, acrescente uma ou duas gotas de óleo a uma compressa ou use três ou quatro gotas em seu banho. Especialmente apropriado para erupções de pele e compleições oleosas, e também usado para acne, herpes e catapora. <br />
<br />
Para um preparado caseiro, misture óleo essencial de eucalipto e vinagre de cidra em proporções iguais e aplique às áreas afetadas. A mistura também pode ser usada como anti-séptico em feridas, pústulas e mordidas de insetos. <br />
<br />
O aroma estimula a atividade das ondas cerebrais e combate a fadiga física e mental. Leve eucalipto com você em viagens longas, ou cheire o óleo quando precisar de ajuda nos estudos. A <br />
<br />
International Flavors and Fragrances, uma organização de pesquisa e desenvolvimento em Nova Jersey, descobriu que cheirar eucalipto aumenta a energia.  <br />
<br />
Alertas sobre o eucalipto: não use durante um ataque de asma.<br />
<br />
<br />
Para saber mais sobre a aromaterapia e outras formas de <a href="http://www.portalmedicinaalternativa.com.br"><strong>medicina alternativa</strong></a>, consulte:<br />
<br />
&bull; Aromaterapia: descubra sobre a aromaterapia. como ela funciona, qual é o papel dos óleos essenciais e como usar aromaterapia.<br />
<br />
&bull; Perfis dos óleos essenciais: recolhemos perfis de dezenas de plantas usadas para produzir óleos essenciais. Nestas páginas, você descobrirá sobre as propriedades e preparativos para os óleos essenciais mais populares.<br />
</font>]]></description><author>saude.hsw.uol.com.br</author><pubDate>24/01/2012 00:00:00 20:33:00</pubDate></item><item><title>Como tratar a acne com aromaterapia</title><link>http://www.portalmedicinaalternativa.com.br/medicinaalternativa/principal/noticia_view.asp?id=47740</link><description><![CDATA[<font face="Arial">A acne pode não ser perigosa para a sua saúde, mas ela, certamente, compromete a sua aparência. O problema é o resultado de poros entupidos na pele. Quando os poros e os folículos (canais que contêm a haste dos pêlos) são bloqueados, o óleo não pode ser secretado e vai para a superfície. As bactérias alimentam-se desse óleo e multiplicam-se. Pessoas com a pele oleosa têm mais chances de desenvolver a acne, da mesma forma que adolescentes e qualquer um passando por variações hormonais. Embora não seja cientificamente provado, o estresse também pode contribuir para surtos de acne.<br />
<br />
Por sorte, existe uma série de óleos essenciais para ajudá-lo a lidar com a acne. Isto porque muitos óleos ajudam a gerenciar problemas básicos específicos que causam a acne: eles equilibram hormônios, reduzem o estresse, melhoram a aparência geral da pele e regulam a produção de óleo da pele. Isso faz da aromaterapia o tratamento ideal para manchas, cravos e outras erupções cutâneas. Os remédios comerciais para acne há muito reconhecem esse benefício. O Noxema, por exemplo, se baseia no óleo essencial de eucalipto como ingrediente ativo principal porque ele reduz a produção de óleo e combate a infecção bacteriana ao mesmo tempo.<br />
<br />
Uma compressa de sal e óleo essencial é uma boa maneira de começar seu programa de tratamento caseiro contra a acne. Para problemas persistentes de erupções cutâneas, faça logo após a compressa o tratamento intesivo de manchas, como visto abaixo.<br />
<br />
Se você tem uma pele oleosa, use um tônico facial diariamente. Ou você pode escolher qualquer outro óleo essencial secante e antisséptico da lista a seguir, e então dilui-lo em  uma base de loção de nogueira ou gel de aloe vera, ambos disponíveis em lojas especializadas em aromaterapia. A solução de nogueira contém álcool, por isso é secante, e não há dúvida de que o aloe vera é uma das mais benéficas ervas de cura para usar na nossa pele. Combine esses dois óleos essenciais e prepare -se para uma melhora geral da pele.<br />
<br />
Óleos essenciais para acne ou para peles oleosas: cedro, sálvia esclaréia, eucalipto, olíbano, gerânio, junípero, lavanda, limão, capim-limão, sândalo e tea tree.<br />
</font>]]></description><author>saude.hsw.uol.com.br</author><pubDate>23/01/2012 00:00:00 20:15:00</pubDate></item><item><title>Use acupuntura para aumentar sua libido e melhorar sua vida sexual</title><link>http://www.portalmedicinaalternativa.com.br/medicinaalternativa/principal/noticia_view.asp?id=47739</link><description><![CDATA[<p><font face="Arial">A descoberta de que as agulhas podem resgatar o desejo sexual tem levado muitas pacientes aos consultórios de médicos acupunturistas. &ldquo;Até pouco tempo atrás não ouvíamos esse tipo de queixa&rdquo;, diz Ruy Tamigawa, presidente da Associação Médica Brasileira de Acupuntura. &ldquo;Hoje temos pacientes de 25 a 70 anos buscando a ajuda das agulhas para retomar a libido&rdquo;, diz ele. <br />
<br />
Qual é o segredo do sucesso dessa terapia empregada há mais de 4 mil anos na China e há apenas 40 anos no Ocidente? De acordo com os especialistas, muito se deve à forma de enxergar o paciente. &ldquo;Olhamos para o ser humano de forma integral&rdquo;, explica Ruy. &ldquo;A falta de desejo sexual é um problema complexo ocasionado por vários fatores. Se a libido está em baixa, outros aspectos da vida também não andam bem. Daí a diferença da <a href="http://www.medicinacursos.com.br"><strong>medicina</strong></a> ocidental, que trata a doença separadamente.&rdquo; <br />
<br />
O diagnóstico detalhado é outro ponto a favor. Não é simples se sentir à vontade para contar a um estranho sobre nossa vida sexual &ndash; ainda mais se a consulta for rápida! De maneira geral, a tendência é guardar o problema para si e sofrer sozinha por um bom tempo. O profissional de acupuntura, no entanto, formula uma série de questões a respeito de qualidade de vida, dando a deixa para quem quiser falar de falta de libido. &ldquo;A maioria reclama de cansaço e stress. <br />
<br />
Depois, lá pelo meio da conversa, se abre e revela que a vida sexual não anda bem&rdquo;, conta Anaflávia de Oliveira Freire, professora da Escola Paulista de Medicina (Unifesp) e Ph.D. em acupuntura. Além da consulta mais prolongada, o tratamento com acupuntura exige várias sessões, o que vai criando uma relação de confiança para a paciente falar da disfunção.<br />
<br />
Agulha no ponto certo<br />
&ldquo;É praxe o acupunturista pedir exames clínicos e laboratoriais para descartar problemas de origem orgânica, como disfunção da tiroide, desequilíbrios hormonais, pressão alta, diabete&rdquo;, explica o médico Evaldo Martins Leite, presidente da Associação Brasileira de Acupuntura. O tratamento acontece uma vez por semana e dura em média uma hora, com chance de se estender por até quatro meses. Os pontos a ser estimulados dependem do caso e podem mudar a cada sessão. <br />
<br />
No entanto, três deles, chamados de ginecológicos, são relacionados à libido. Um atua na glândula suprarrenal (responsável pela produção de hormônios sexuais), o outro nos ovários e o terceiro no sistema nervoso central. Na sessão, busca-se também estimular a produção de hormônios como a endorfina, que relaxa e acalma; a serotonina, que tem ação no humor e na ansiedade; e a noradrenalina, que induz à excitação física e mental. Já os pontos dos hormônios estrógeno, progesterona e testosterona podem ser ativados para gerar a sensação de bem-estar. <br />
<br />
Aliás, esse é um dos trunfos do tratamento, segundo a ginecologista e acupunturista Telma Mariotto Zakka. Quando a mulher se sente bem, naturalmente a sexual idade dela tende a aflorar. A acupuntura melhora quadros de ansiedade e depressão, além da disposição física e emocional&rdquo;, diz Telma.<br />
<br />
Efeito comprovado<br />
Ainda não existem estudos científicos sobre a eficácia do tratamento para essa disfunção sexual feminina, mas Anaflávia estima que há sucesso em 80% dos casos. Em certas situações, o acupunturista aconselha também a busca de um psicólogo ou terapeuta para resolver traumas, educação sexual rígida, violência doméstica e relacionamentos complicados, entre outras questões que costumam afetar a libido. <br />
<br />
A dobradinha de tratamentos amplia a chance de bons resultados. Até mesmo médicos não especializados nessa terapia confirmam que as agulhas podem mesmo agir positivamente no desejo. Segundo a ginecologista e obstetra Elsa Gay, coordenadora do Ambulatório de Sexualidade do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (Fmusp), cerca de 70% das mulheres atendidas no ambulatório sofrem com falta de libido e, na maioria dos casos, a causa é psicológica. &ldquo;As pacientes querem um remédio mágico para voltar a ter desejo e muitas tomam drogas, como antidepressivos, que podem diminuir ainda mais a libido&rdquo;, conta ela. &ldquo;Quando recorrem a essa terapia, acabam ficando menos ansiosas, o que ajuda na volta do desejo sexual&rdquo;, atesta.<br />
<br />
Outro trunfo da acupuntura? Ela se mostrou eficaz também em casos graves de vaginismo (quando a mulher contrai o músculo próximo à vagina, evitando a penetração). Há estudos no HC com pacientes que se submeteram à acupuntura paralelamente ao tratamento tradicional e obtiveram melhora significativa&rdquo;, confirma Elsa.<br />
<br />
O poder da picadinha<br />
As agulhas entram em ação para equilibrar os fluxos energéticos do corpo e, assim, proporcionar um bom estado geral de saúde. A ciência já estudou e comprovou o sucesso da acupuntura para diversos males. A eficácia no tratamento de dor crônica é de 50% a 85% &ndash; comparável à de drogas potentes, como a morfina. Essa técnica só foi reconhecida como especialidade médica no Brasil há pouco tempo, em 1998. De acordo com a Associação Brasileira de Acupuntura, existem cerca de 30 mil especialistas, sendo 20% médicos por formação. No Brasil, a Unifesp foi a primeira instituição de saúde a montar um pronto-socorro dessa terapia, atendendo atualmente cerca de 1,5 mil pacientes por mês. Outras 2,5 mil pessoas passam mensalmente pelo ambulatório de acupuntura, que funciona com o de ortopedia. <br />
<br />
Segundo Ruy Tamigawa, um médico com especialização em acupuntura, reconhecido pela Associação Médica Brasileira (AMB), é o profissional mais indicado para tratar da libido com as agulhas. Isso porque ele pode oferecer um diagnóstico mais preciso e descobrir se há necessidade de outro tipo de tratamento paralelo.<br />
<br />
<br />
Depoimentos<br />
&ldquo;Comentei com a ginecologista sobre minha falta de vontade de fazer sexo com meu marido. Depois que vieram os filhos, tudo o que quero é dormir! Para minha surpresa, ela me disse que também era especializada em acupuntura e me indicou o tratamento com as agulhas. Segundo a médica, eu sentiria uma melhora na diminuição da ansiedade, ficaria mais disposta e, naturalmente, acabaria retomando o interesse por sexo. Em dois meses voltei a ser feliz na cama.&rdquo;<br />
SILVANA DE SÁ FARIA, 36 ANOS, FUNCIONÁRIA PÚBLICA<br />
<br />
<br />
&ldquo;Há quatro anos, vivi uma crise de depressão e, por indicação de um amigo, fiz acupuntura, mesmo tendo medo de agulhas. As sessões me ajudaram muito a sair daquela fase ruim. No ano passado, foi a libido que resolveu despencar. Eu, que sempre fui muito bem resolvida na cama, não tinha vontade de fazer sexo. Então, soube que a acupuntura poderia fazer a diferença mais uma vez. Liguei para a terapeuta e recomecei as sessões. Estou no segundo mês de tratamento e já sinto melhora, apesar de pequena. Vou continuar.&rdquo;<br />
MIRIAM GOMES DE OLIVEIRA, 39 ANOS, ADVOGADA<br />
</font></p>]]></description><author>abril.com.br</author><pubDate>23/01/2012 00:00:00 20:13:00</pubDate></item><item><title>Como tratar prisão de ventre com a Medicina Tradicional Chinesa</title><link>http://www.portalmedicinaalternativa.com.br/medicinaalternativa/principal/noticia_view.asp?id=47669</link><description><![CDATA[<font face="Arial"><font face="Arial">Se você nota uma mudança súbita em sua rotina de ir ao banheiro, tem que fazer força para fazer seu intestino funcionar ou sente-se desconfortável mesmo depois de tentar fazê-lo funcionar, você pode estar com prisão de ventre. </font>A prisão de ventre pode ter diversas causas:<br />
<br />
&bull; falta de ingestão de líquidos ou de alimentos com fibras (em inglês);<br />
<br />
&bull; falta de de atividade física;<br />
<br />
&bull; não ir ao banheiro quando se tem vontade;<br />
<br />
&bull; uso de certos medicamentos; <br />
<br />
&bull; uso excessivo de laxantes.<br />
<br />
A prisão de ventre também está relacionada a sérios problemas de saúde como depressão (em inglês), hipertireoidismo e câncer de intestino (em inglês).<br />
<br />
Prisão de ventre causada pelo excesso de padrões desarmônicos <br />
Uma série de padrões desarmônicos (tanto o excesso quanto a escassez) podem causar prisão de ventre. O quadro clínico de excesso está relacionado ao excesso de fogo e estagnação Chi. <br />
<br />
Quando o calor externo invade o interior, pode afetar o intestino grosso com sintomas de febre alta, sede (em inglês) e transpiração. A pulsação é alta e rápida, e a língua fica vermelha com uma camada amarelada. Nesse caso, selecionam-se ervas medicinais que possuem efeito de resfriamento e purgante como a raiz de ruibarbo (da huang). Uma fórmula simples e eficaz para esse quadro é Xiao Cheng Qi Tang ("decocção com laxante mais suave"). A fórmula patenteada, Pílulas de Semente de Pêssego, é eficaz para casos menos graves de prisão de ventre devido ao excesso de calor. <br />
<br />
A prisão de ventre devido à estagnação Chi normalmente piora quando a pessoa passa por estresse. Nesse caso, recomendam-se ervas medicinais que relaxam a energia Chi presa e normalizam a função intestinal. Uma boa combinação de ervas medicinais para este tipo de quadro é Xiao Yao Wan e Mu Xiang Shun Qi Wan.<br />
<br />
Prisão de ventre causada por deficiência de padrões desarmônicos <br />
A falta de Chi, sangue, Yin ou Yang também pode causar prisão de ventre. Quando há falta de Chi, a pessoa não tem energia para expelir as fezes e, normalmente, sente-se exausta após a tentativa. Uma pessoa com esse problema apresenta palidez na face e na língua, podendo chegar a transpirar enquanto evacua. Um bom medicamento patenteado para esse quadro é Shen Qi Da Bu Wan (em inglês), que contém tônicos Chi como o Astragalus (huang qi) e Codonopsis (dang shen). <br />
<br />
Sementes de canabis (huo ma ren) também são uma boa adição, uma vez que são laxantes nutridores e lubrificantes. Estão disponíveis em lojas de alimentos de saúde na forma de óleo de semente de cânhamo. <br />
<br />
Se o Yang também estiver escasso, a pessoa sente frio e pode ter dor na porção inferior (lombalgia) das costas. Nesse caso, a fórmula também contém Cistanches (rou cong rong). O paciente deve ingerir nozes (hu tao ren) e um tônico Yang lubrificante. <br />
<br />
Se a causa do problema for deficiência de Yin, as fezes são pequenas, duras e secas, e a pessoa sente sede, suor noturno e apresenta a língua vermelha com alguma ou nenhuma camada. O medicamento patenteado Pílulas de Chá de Rehmannia (em inglês) com um pouco de óleo de semente de cânhamo é apropriado para esse quadro clínico. <br />
<br />
Tratamento de prisão de ventre com acupuntura <br />
É relativamente simples solucionar a prisão de ventre grave com um ou dois tratamentos de acupuntura e ervas laxantes. O ponto de acupuntura mais importante para esse caso é o Estômago 25 ("Eixo do Paraíso"), localizado em ambos os lados do umbigo. <br />
<br />
Planejamento para o tratamento de prisão de ventre<br />
Dependendo da gravidade da prisão de ventre, laxantes à base de ervas medicinais (com variantes desde leves lubrificantes a fortes laxantes) podem normalmente trazer alívio no prazo de um dia. Prisão de ventre crônica é normalmente decorrente de deficiência de uma das substâncias vitais, fazendo com que ervas medicinais tonificadoras sejam o tratamento escolhido. As ervas medicinais e os pontos de acupuntura são selecionados de acordo com a necessidade de substância vital que precisa ser nutrida. <br />
<br />
Corrigir plenamente o desequilíbrio pode levar dias ou meses, com um tratamento de acupuntura semanal para manter o fluxo de Chi pelo intestino.<br />
</font>]]></description><author>saude.hsw.uol.com.br</author><pubDate>20/01/2012 00:00:00 19:24:00</pubDate></item><item><title>Nozes contra o câncer de mama</title><link>http://www.portalmedicinaalternativa.com.br/medicinaalternativa/principal/noticia_view.asp?id=47667</link><description><![CDATA[<p><font face="Arial">Comum em receitas natalinas, esse fruto oleaginoso tem potencial para marcar presença o ano inteiro nas mesas brasileiras. Seus nutrientes &mdash; gorduras boas, caso do ômega- 3, aminoácidos e algumas vitaminas, como a E &mdash; são responsáveis por benefícios como o controle da pressão arterial, a redução da taxa do colesterol ruim, o LDL, e até a cicatrização. Agora, pesquisadores da Faculdade de Medicina da Universidade Marshall, nos Estados Unidos, comprovaram que uma nova benesse deve ser acrescentada a essa lista: a prevenção do câncer de mama, tipo mais frequente entre as mulheres.</font></p>
<p><font face="Arial">O trabalho foi realizado com dois grupos de roedores. Um deles recebeu o que, para nós, equivaleria a 56 gramas &mdash; inclusive durante a gestação, através da alimentação da mãe &mdash; e o outro nem uma lasca sequer de nozes. Para os que tiveram os pratos salpicados com o alimento, o risco de desenvolver a doença caiu pela metade. E mais: os especialistas verificaram que, entre os que apresentaram esse câncer, o número e o tamanho dos tumores eram menores. Até mesmo a inclusão da oleaginosa na dieta após o diagnóstico da doença se mostrou uma estratégia bem-sucedida: as nozes brecaram a velocidade do crescimento do aglomerado de células malignas.</font></p>
<p><font face="Arial">"É possível que a vitamina E atue junto com o ômega-3 de sua composição, dificultando o desenvolvimento do problema", sugere Elaine Hardman, a bioquímica que assina a pesquisa. "Já a suplementação do ácido graxo, sozinho, não proporcionou o mesmo efeito", ela vai logo esclarecendo. Isso talvez porque só quando combinadas essas substâncias auxiliem pra valer a manter as células saudáveis.</font></p>
<p><font face="Arial">Mas há um porém. A quantidade sugerida no estudo &mdash; 14 unidades diárias &mdash; está acima da que geralmente é recomendada pelos nutricionistas &mdash; de seis a dez nozes apenas por dia. Ora, a noz pesa na balança no quesito calorias e, em excesso, suas gorduras poli-insaturadas podem chegar até a diminuir as taxas do colesterol bom, o HDL. Apesar disso, a autora afirma que estudos realizados com a mesma quantidade não adicionaram quilos a mais à silhueta ou outras complicações. Será?</font></p>
<p><font face="Arial">Para driblar essa questão de peso, existe uma tática: "As porções de nozes devem ser bem distribuídas ao longo do dia", aconselha Gilberto Simeone Henriques, coordenador do curso de <a href="http://www.nutricaovirtual.com.br/"><strong>nutrição</strong></a> da Universidade Federal de Minas Gerais. Simeone, aliás, acredita que outras oleaginosas, como amêndoas ou avelãs, possam se comportar de maneira semelhante à das nozes na prevenção de tumores de mama.<br />
<br />
Ele, no entanto, aconselha evitar qualquer uma delas à noite: "As gorduras, por exigirem mais trabalho para serem absorvidas, deixam o sistema digestivo muito lento". Daí, para quem logo se deita, uma indigestão pode dar as caras. Portanto, mulheres, caprichem nas nozes antes do anoitecer e protejam suas mamas. </font></p>
<font face="Arial">
<p><br />
Raio X da noz<br />
Origem: Fruto da árvore nogueira-comum, a noz é proveniente da Europa e da Ásia<br />
<br />
Quais são seus principais nutrientes: Ômega-3 e 6, vitaminas C e E, zinco, potássio e arginina, um aminoácido<br />
<br />
Calorias: 698 (em 100 g)<br />
<br />
Pode-se incluir nozes em: Saladas, massas, tortas e doces<br />
<br />
Benefícios já comprovados: Protege o coração, diminui as taxas do colesterol ruim e evita o cansaço<br />
</p>
</font>]]></description><author>saude.abril.com.br</author><pubDate>20/01/2012 00:00:00 19:20:00</pubDate></item><item><title>Médico americano aplica tratamento alternativo na Faixa de Gaza</title><link>http://www.portalmedicinaalternativa.com.br/medicinaalternativa/principal/noticia_view.asp?id=47597</link><description><![CDATA[O norte-americano James S. Gordon, do Centro de Medicina para o Corpo e a Mente, em Washington, já trabalhou em diversos países que enfrentaram crises humanitárias, inclusive em regiões como a Faixa de Gaza, onde percebeu que o estresse traumático não é algo ocasional, mas uma enfermidade contínua.

Médico de 69 anos, ele ajuda pessoas afetadas por conflitos e desastres a superaram seus medos graças a técnicas alternativas. Na Palestina, explica Gordon, há uma diferença significativa para os outros lugares em que já esteve: 
"No Haiti ou Kosovo falamos de desordens pós-traumáticas. Aqui em Gaza, existe um estresse traumático contínuo".

Quando se encontra com um dos seus grupos de ajuda para mulheres com câncer, é difícil imaginar que elas sofrem de algum tipo de enfermidade ou estresse psicológico.

As sete mulheres que fazem parte do programa de tratamento no centro de Gaza, com idades entre 22 e 50 anos, mostram-se sorridentes e confiantes. E o médico as escuta atentamente com a ajuda de um intérprete.

Todas participam do tratamento para diminuir sintomas como a depressão causada pela doença. Uma das participantes sofre de leucemia linfoide aguda, e após cada sessão de quimioterapia voltava para casa desanimada e brigava com suas filhas. "Agora compreendo as queixas delas", afirma a paciente, que diz que sua melhora se deve a Gordon.

Elas dizem que o que mais gostam no tratamento desenvolvido pelo americano são as técnicas de relaxamento, imaginação, meditação, pintura e escrita.

O médico decidiu iniciar seu trabalho em Gaza após sua primeira visita ao território, em 2002. Ele escuta as mulheres e sempre responde com comentários positivos.

Aya al Louch, que tem apenas 22 anos e se recupera de um câncer, afirma que a esperança faz com que os seres humanos sobrevivam e superem as doenças.

Ela está há anos em tratamento e quer terminar seus estudos para se matricular numa faculdade de direito ou jornalismo. "Infelizmente são poucos os médicos que reconhecem que as doenças físicas estão relacionadas com a mente. Cada ser humano deve se transformar no seu próprio médico", afirma Gordon para a jovem.

A atividade realizada com as sete mulheres não é a única realizada com o tratamento desenvolvido por Gordon em Gaza. Ele ensinou seu método para vários profissionais e em 2004 abriu uma filial do Centro de Medicina para o Corpo e a Mente em Gaza.

Aqueles eram tempos difíceis e a região vivia a época da Segunda Intifada, que antecederam o bloqueio à Gaza e a devastadora operação sobre a cidade, lançada por Israel no final de 2008 e que mergulhou uma população de 1,6 milhão de pessoas em grande desânimo.

Desde então, o centro formou 400 profissionais no tratamento de estresse e depressão causados após a exposição a um evento traumático.

Esses especialistas, por sua vez, transmitiram seus conhecimentos para milhares de pessoas por meio de modelos grupais.

Além disso, o médico aplica seu método, que não utiliza remédios, em Israel, Cisjordânia, Kosovo, Haiti e com os soldados americanos que retornam de conflitos militares.

Em Gaza, sua equipe conta com a presença de sete especialistas americanos e dois psiquiatras kosovares. Em seu centro, ele trata adultos, crianças e jovens traumatizados.

Uma amostra do trabalho realizado por Gordon se dá num jardim público na cidade, onde ele se senta com um grupo de estudantes, que reclamavam que seus professores ensinam apenas o que está nos livros.

O "doutor da alma" pede que eles fiquem de pé, sacudam seus corpos e respirem fundo, imaginando coisas bonitas. Os estudantes então obedecem ao médico, e após cinco minutos, livram-se de suas tensões.

Gordon acredita que tanto em Gaza como no Haiti, onde tratou os desabrigados pelo terremoto de 2010, existe interesse em aprender suas técnicas.

Mas há uma grande diferença, aponta ele: na Palestina, os sintomas pós-traumáticos parecem ter se transformado em parte estrutural da psique da população.]]></description><author>G1.globo.com</author><pubDate>19/01/2012 00:00:00 19:09:00</pubDate></item><item><title>Ioga com cachorros é a nova moda nos Estados Unidos</title><link>http://www.portalmedicinaalternativa.com.br/medicinaalternativa/principal/noticia_view.asp?id=47596</link><description><![CDATA[Apesar de a doga não ser equivalente, em termos de exigência física, a uma corrida na praia, especialistas dizem que praticar ioga com seu animal de estimação pode ajudar a acalmar tanto o dono quanto seu companheiro. 

"Eu considero isso uma ioga com parceiro", disse Suzi Teitelman, instrutora da Flórida que vem ensinando a doga para homens, mulheres e cães desde 2002. "É minha paixão da vida." 

Teitelman se deparou com a doga porque seu cachorro gostava de se deitar embaixo dela enquanto ela praticava a ioga. 
"Quando você se sente bem, eles se sentem bem", disse. "Eles querem estar perto de sua energia positiva." 

Ela desenvolveu aulas, DVDs e um manual de treinamento, e disse que já treinou mais de 100 pessoas pelo mundo, alguns até na China e no Japão. 

Há diversas versões híbridas da ioga nas academias de hoje inspiradas na prática de 5 mil anos voltada para a coordenação do movimento e da respiração. 

Mas Teitelman insiste que ensina uma aula de ioga tradicional, mesmo se a posição do cachorro invertido seja em carne e osso. 

"Recitamos os cantos juntos para sentir as vibrações, e depois começamos a fazer as posições." 

As posturas tradicionais como guerreiros, triângulos e pontes se seguem, com a ajuda de um pequeno cachorro equilibrado na barriga ou na cintura. 

"A pessoa leva o cachorro mais fundo no alongamento, e o cachorro leva a pessoa mais fundo", afirmou. "Se você tem um cachorro nos braços durante uma postura em pé, isso ajuda o equilíbrio e a força." 

Teitelman acredita que os benefícios são para humanos e animais. 

"Você está movimentando o corpo deles. Eles estão sendo tocados, recebendo amor", explicou, "e todos precisam estar pendurados de ponta-cabeça". 

A veterinária Robin Brennen, de Nova York, estava cética sobre as aulas extremamente populares de doga no abrigo e centro de aprendizado de Bideawee, onde ela trabalha. Ela então resolveu participar de uma das aulas. 

"Eu testemunhei uma mudança no comportamento dos animais durante a aula", disse. "Eles entram latindo, sete, oito, nove cachorros em uma sala, mas ao final da sessão, estão dormindo. Estão em savasana (a postura final de descanso)."]]></description><author>estadao.com.br</author><pubDate>19/01/2012 00:00:00 19:06:00</pubDate></item><item><title>Como tratar problemas digestivos com gengibre</title><link>http://www.portalmedicinaalternativa.com.br/medicinaalternativa/principal/noticia_view.asp?id=47544</link><description><![CDATA[<font face="Arial">Como funciona o gengibre<br />
O gengibre reduz inflamações de modo similar ao de remédios antiinflamatórios não esteróides, como aspirina; ele retarda os percursos bioquímicos associados. O gengibre também é um estimulante leve que promove a circulação.<br />
<br />
A raiz do gengibre contém substâncias chamadas gingerol e shogaol. Quando o gengibre é usado para tratar problemas digestivos, esses elementos relaxam o trato intestinal, prevenindo os enjoos e aliviando as náuseas, os vômitos, as cólicas estomacais e a diarréia que, com frequência, acompanham a gastroenterite.<br />
<br />
O gengibre e o enjoo<br />
Esta erva foi estudada como um remédio para  enjoo. O jornal médico britânico Lancet, por exemplo, relatou em 1982 que o gengibre é um remédio contra enjoo muito eficaz. Vários estudos mostram que duas ou três cápsulas de gengibre tomadas a intervalos de uma a duas horas durante uma viagem são eficazes na prevenção de enjoos.<br />
<br />
A náusea que é causada pelo enjoo é uma reação complexa envolvendo várias áreas do cérebro, bem como do trato digestivo. Embora não esteja claro exatamente como o gengobre funciona, ele parece agir diretamente no estômago e no cérebro. Por essa razão, o gengibre pode ser usado para aliviar dezenas de mal-estares, incluindo qualquer forma de náusea, gás, azia, flatulência, diarréia e vertigem.<br />
<br />
Gengibre e enjoo matinal<br />
O artigo do jornal Lancet também recomenda cápsulas de gengibre, chá de gengibre ou ginger ale para os enjoos matinais associados à gravidez. E alguns médicos tradicionais estão prescrevendo gengibre para pacientes que ficam nauseados depois de tratamentos quimioterápicos ou de cirurgias.<br />
Uma pesquisa de estudos sobre os benefícios do gengibre no alívio das náuseas da gravidez e das náuseas provocas por cirurgias descobriu que pacientes ficaram <br />
aliviados com quase nenhum efeito colateral.<br />
<br />
O gengibre demonstrou uma taxa de sucesso de 75% na cura de enjoo matinal e da gastrointerite. Pesquisa com animais sugerem que extrato de gengibre fresco pode inibir as secreções gástricas e talvez tenham um papel importante na prevençãp de úlceras gástricas.<br />
Uma onda de indigestão ou de gastrointerite certamente não é agradável, mas com esses remédios caseiros em seu arsenal, essa experiência desagradável pode ser facilmente tratada e encurtada.<br />
</font>]]></description><author>saude.hsw.uol.com.br</author><pubDate>18/01/2012 00:00:00 20:07:00</pubDate></item><item><title>Calmantes naturais</title><link>http://www.portalmedicinaalternativa.com.br/medicinaalternativa/principal/noticia_view.asp?id=47543</link><description><![CDATA[<p><font face="Arial">Em julho de 2011, a Organização Mundial da Saúde divulgou uma triste notícia: estão crescendo os casos de ansiedade e depressão em todo o mundo. Para piorar, nosso país foi apontado como o campeão na incidência do distúrbio &mdash; 10,8% dos brasileiros são considerados depressivos graves. Uma das razões para esse quadro alarmante é o ritmo de vida que levamos. "Sedentarismo, cobranças maiores no ambiente de trabalho e má alimentação são fatores que influenciam no aparecimento de transtornos psiquiátricos", analisa Rafael Freire, psiquiatra da Universidade Federal do Rio de Janeiro, na capital fluminense.</font></p>
<p><font face="Arial">Para combater os males da mente, os médicos costumam receitar remédios como os ansiolíticos, que barram a ansiedade e ajudam a tratar certos tipos de depressão. O perigo é o exagero na hora de recomendar esse tipo de tratamento: entre 2006 e 2010, a venda dos famosos tarja preta para a cabeça aumentou 36% no Brasil. "A população está mais estressada, mas isso não significa que haja necessidade de prescrever mais ansiolíticos", pondera o psicobiólogo Ricardo Tabach, da Universidade Federal de São Paulo. "Só que o próprio paciente costuma pedir o remédio como solução para todos os problemas", lamenta Freire.</font></p>
<p><font face="Arial">Como alternativa para esse uso excessivo, que pode causar sérios efeitos colaterais e até dependência, alguns apontam para os fitoterápicos, que são feitos com plantas e agem de forma semelhante às drogas sintéticas. Quem nunca ouviu o conselho de tomar chá de camomila para se acalmar? A sabedoria popular indica há tempos algumas ervas como saída para o estresse e as noites maldormidas.</font></p>
<p><font face="Arial">No entanto, vale esclarecer uma confusão corriqueira. "Os fitoterápicos, como todo medicamento, passam por uma série de pesquisas para comprovar sua eficácia. Já as plantas medicinais podem ser usadas de outras maneiras, no preparo de chás", diferencia o professor de farmacologia Hudson Canabrava, da Universidade Federal de Uberlândia, no interior de Minas Gerais. E nem todos os remédios naturais já caíram nas graças dos cientistas. É preciso conhecê-los bem antes de correr até a <a href="http://www.portalfarmacia.com.br/"><strong>farmácia</strong></a> fitoterápica mais próxima.</font></p>
<p><font face="Arial">Na hora de comprar fitoterápicos, procure ficar atento ao rótulo do produto. Nele, há o número de registro da Agência Nacional de Vigilância Sanitária, a Anvisa. "Para ser registrado, o remédio deve passar por testes que comprovam sua eficácia, segurança e qualidade", esclarece Mônica Soares, especialista em regulação de fitoterápicos da Anvisa. Além disso, o órgão também lançou em 2011 o Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. O guia explica aos profissionais de saúde como manipular 58 das plantas medicinais mais conhecidas, auxiliando na produção desse tipo de medicamento. </font></p>
<p><font face="Arial">Entre essas plantas, estão a passiflora, a valeriana e a erva-de-são-joão. Esse trio é bastante utilizado pela indústria farmacêutica em fórmulas que tratam casos de depressão leve a moderada. "As três plantas contêm substâncias que atuam nos neurônios e diminuem a atividade do sistema nervoso, relaxando o indivíduo", explica Ricardo Tabach. "A principal vantagem em relação ao ansiolítico é o fato de a concentração dos princípios ativos ser menor e misturada a outros compostos, o que abaixa o risco de efeitos colaterais e dependência", expõe o doutor em farmacologia João Batista Calixto, pesquisador da Universidade Federal de Santa Catarina, em Florianópolis. "Os resultados do tratamento à base de fitoterápicos demoram mais para aparecer, mas seus efeitos adversos são muito menos agressivos", completa Hudson Canabrava.</font></p>
<p><font face="Arial">Se as crises não são graves, os chás podem ser uma aposta certeira. "Os princípios ativos estão presentes de maneira mais branda, o que reduz a probabilidade de complicações", atesta Tabach. Busque comprá-los em farmácias de confiança e conferir no rótulo o nome científico da planta.</font></p>
<p><font face="Arial">E, mesmo sendo de origem natural, os fitoterápicos devem ser consumidos com cautela. Um dos principais perigos é a interação medicamentosa, que pode anular ou até potencializar drogas que estejam sendo tomadas paralelamente. "As plantas possuem milhares de substâncias químicas capazes de reagir de maneira indesejada com medicamentos alopáticos comuns. A passiflora, por exemplo, que é um calmante suave, causa sonolência excessiva se combinada com outros remédios", adverte Canabrava. Não caia no engano de pensar que as plantas são inofensivas. A orientação médica é indispensável. Sempre.</font></p>
<p><font face="Arial">E os florais? Funcionam mesmo?<br />
Apesar de as gotinhas à base de flores fazerem sucesso há muitos anos, seu desempenho positivo ainda não foi comprovado de vez pela ciência. Tanto é que a Agência Nacional de Vigilância Sanitária, a Anvisa, não regulamenta o comércio dos florais. "O que acontece muitas vezes é o efeito da sugestão, ou seja, a pessoa toma o floral confiando em seus resultados. Esse processo, também conhecido como placebo, é responsável por cerca de 30% da eficácia até dos medicamentos tradicionais", explica Hudson Canabrava, professor de farmacologia da Universidade Federal de Uberlândia, em Minas Gerais.</font></p>
<p><font face="Arial">5 plantas que tranquilizam (e têm o aval da ciência!)</font></p>
<p><font face="Arial">Melissa: Melissa officinalis<br />
Também conhecida como erva-cidreira, tem óleos essenciais que acalmam levemente<br />
Formas de consumo: Seu chá é a mais popular</font></p>
<p><font face="Arial">Camomila: Matricaria recutita<br />
Esse tipo de camomila tem efeito calmante<br />
Formas de consumo: é bastante difundida. Suas folhas e flores são empregadas em infusões</font></p>
<p><font face="Arial">Erva-de-são-joão: Hypericum perforatum<br />
É a mais eficiente para combater a depressão<br />
Formas de consumo: usada na produção de medicamentos, ela só pode ser comprada com receita médica</font></p>
<p><font face="Arial">Passiflora: Passiflora incarnata<br />
Essa espécie de maracujá ajuda a controlar crises de ansiedade e depressão<br />
Formas de consumo: Além de chás, seu princípio ativo entra na fórmula de alguns medicamentos</font></p>
<p><font face="Arial">Valeriana: Valeriana officinalis<br />
Suas propriedades são extraídas da raiz. Melhora o sono<br />
Formas de consumo: é usada na produção de fitoterápicos e em chás e infusões, apesar do gosto amargo.<br />
</font></p>]]></description><author>saude.abril.com.br</author><pubDate>18/01/2012 00:00:00 20:05:00</pubDate></item><item><title>A maioria das pacientes com câncer de mama tentam a medicina alternativa</title><link>http://www.portalmedicinaalternativa.com.br/medicinaalternativa/principal/noticia_view.asp?id=47454</link><description><![CDATA[<p><font face="Arial">Mais de 70% das pacientes com câncer de mama estão combinando o tratamento médico convencional com tratamentos alternativos incluindo acupuntura, ervas, orações ou suplementos nutricionais. Mas os resultados do estudo mostram que muitas não relatam aos seus médicos que estão usando tratamentos alternativos.</font></p>
<p><font face="Arial">"Somente um terço das mulheres com câncer de mama revelam que estão usando tratamentos alternativos a seus médicos enquanto quase todas as mulheres discutem seus tratamentos biomédicos tradicionais com seus responsáveis pelo tratamento alternativo," de acordo com uma publicação da Universidade da Califórnia, San Francisco (UCSF).</font></p>
<p><font face="Arial">Um estudo de 5 anos foi realizado pelos pesquisadores da UCSF para determinar a razão desta falta de divulgação. Os resultados primários do estudo, publicado na edição de junho de 1999 do The Journal of Family Practice, foram baseados em entrevistas com 86 mulheres inglesas, espanholas ou chinesas que tiveram diagnóstico recente de câncer de mama enquanto moravam em San Francisco. Os resultados mais recentes foram apresentados na semana passada no 11º Congresso Internacional sobre a Saúde da Mulher, em San Francisco.</font></p>
<p><font face="Arial">"As participantes que optaram por não revelar seu uso de <a href="http://www.portalmedicinaalternativa.com.br"><strong>medicina alternativa</strong></a> a seus médicos apresentaram uma das seguintes razões para não fazê-lo: impressão de desinteresse por parte do médico; antecipação de uma opinião negativa; convicção de que os médicos não tinham vontade ou capacidade de contribuir com informações úteis a respeito," disse a pesquisadora principal a Dra. Shelley R. Adler à Reuters Health). As pacientes também acreditavam que "a <a href="http://www.portalmedicinaalternativa.com.br"><strong>medicina alternativa</strong></a> ou complementar (CAM) usada era irrelevante para o prosseguimento do tratamento biomédico," disse Adler, uma professora assistente do Departamento de Antropologia, História Natural e Medicina Social da UCSF. </font></p>
<p><font face="Arial">Uma paciente arrolada no estudo declarou "Quando eu toquei no assunto da <a href="http://www.portalmedicinaalternativa.com.br"><strong>medicina alternativa</strong></a>, meu oncologista realmente zombou disto. Não é que eu ache que ele deva acreditar nisto &ndash; eu apenas não queria que alguém rejeitasse a alternativa de todo .... e desta forma, em alguns sentidos, fosse desrespeitoso comigo."</font></p>
<p><font face="Arial">As mulheres "tipicamente não estão avaliando a crença ou encorajamento em seus tratamentos alternativos particulares," explicam os autores, "mas elas apreciam médicos que sejam respeitosos, de mente aberta, que sejam capazes de ouvir, e sejam honestos quanto às limitações de seus próprios conhecimentos em relação à <a href="http://www.portalmedicinaalternativa.com.br"><strong>medicina alternativa</strong></a> ou complementar."</font></p>
<p><font face="Arial">"A falta de resposta foi apontada como um sinal de que o médico não quer ouvir mais a respeito dos hábitos de seus pacientes," notam Adler e a co-autora Jennifer R. Fosket, em seu artigo.</font></p>
<p><font face="Arial">Os pesquisadores também encontraram, ao contrário da crença popular, que as mulheres que procuram formas alternativas de tratamento não eram indivíduos mais velhos, "dispostas a tentar de tudo após receber um diagnóstico de câncer." Ao invés disto, os tratamentos alternativos foram mais comumente usados pelo grupo com idade entre 35 a 49 anos do que no grupo com mais de 60 anos. E muitas participantes "usaram tratamentos alternativos antes de saberem que tinham câncer de mama," acrescentam os pesquisadores.</font></p>
<p><font face="Arial">A despeito das razões que levaram as pacientes a complementar a medicina tradicional com tratamentos alternativos, "É importante ser capaz de estabelecer uma relação com um médico geral que possibilite a discussão de todos os tipos de informações relacionadas à saúde," concluiu Adler. Ela se preocupa, "alguns tratamentos alternativos têm efeitos benéficos demonstráveis e outros podem interagir com tratamentos medicamentosos em vias clinicamente significativas."<br />
</font></p>]]></description><author>boasaude.uol.com.br</author><pubDate>17/01/2012 00:00:00 18:40:00</pubDate></item><item><title>Plantas que emagrecem</title><link>http://www.portalmedicinaalternativa.com.br/medicinaalternativa/principal/noticia_view.asp?id=47452</link><description><![CDATA[<p><font face="Arial">Chás, extratos de ervas, suplementos naturais... Eles estão na boca do povo e, de tempos em tempos, ganham inclusive garotas-propaganda entre as celebridades que exibem suas curvas na televisão. A impressão é que nem as plantas escapam do ritmo cíclico da moda. Não à toa, quem quer &mdash; ou precisa &mdash; perder peso costuma se dividir quando uma nova espécie está em evidência: uns a recebem com desconfiança, outros a acolhem como a fórmula secreta para vencer a contenda contra a balança. A verdade é que dá para ficar facilmente perdido diante de inúmeras promessas, na maioria das vezes rejeitadas pelos médicos.</font></p>
<p><font face="Arial">A ciência, porém, não pode desprezar o potencial de certas plantas para integrar uma das frentes de combate à epidemia de obesidade. Embora não sejam a panaceia em matéria de perda de peso, alguns fitoterápicos já passam por testes rigorosos e demonstram seus bons efeitos. Não substituem mudanças de hábito nem, em alguns casos, outros remédios, mas sua ajuda pode ser bem-vinda na hora de afinar o corpo.</font></p>
<p><font face="Arial">Que o diga o popular chá verde. Já existiam indícios de sua capacidade de eliminar gordura e, agora, um estudo brasileiro comprova seus préstimos em seres humanos com quilos a mais. A bebida feita com a planta Camellia sinensis foi alvo de uma pesquisa da Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz, da Universidade de São Paulo, em Piracicaba, no interior paulista. A educadora física Gabrielle Aparecida Cardoso recrutou mulheres com sobrepeso ou obesidade leve, todas entre 20 e 40 anos. Elas foram divididas em quatro grupos. O primeiro tomava o chá gelado (10 gramas do pó) de manhã e à tarde. O segundo ingeria um preparo falso, o placebo. O terceiro consumia a infusão geladinha dez minutos antes de fazer musculação. E o quarto tomava a bebida fajuta antes de malhar.</font></p>
<p><font face="Arial">"Ao compararmos os dois primeiros grupos, notamos que apenas as participantes que tomaram o chá emagreceram", conta Gabrielle. "Já entre as mulheres que se exercitaram, observamos que ambos os grupos perderam peso. Mas a redução de gordura corporal foi três vezes maior entre as voluntárias que consumiam a bebida", relata. Os dados obtidos mostram que a planta ajuda a esvaziar os redutos gordurosos, diminuir a circunferência abdominal e ainda ganhar massa muscular, dando um gás para a prática de atividade física.</font></p>
<p><font face="Arial">O poder do chá verde parece residir sobre substâncias chamadas catequinas. "Elas inibem uma enzima que atrapalha um mecanismo de queima de gordura e, ainda, elevam o gasto energético do corpo", explica Gabrielle. Aliás, de acordo com a pesquisa, ingerir a infusão em temperatura fria teria a vantagem de torrar mais calorias. "A bebida melhora a disposição, o que incentiva o indivíduo a se mexer e, assim, emagrecer", avalia a pesquisadora.</font></p>
<p><font face="Arial">Outro fitoterápico visitou as bancadas de laboratório depois de começar a fazer sucesso na mídia. Trata-se da pholia negra, um extrato de plantas do gênero Ilex, do qual faz parte, por exemplo, a famosa erva-mate. Suas cápsulas foram submetidas ao crivo científico em um estudo com ratos coordenado pela bióloga Maria Martha Bernardi na Universidade de São Paulo. "Dividimos os animais com sobrepeso em três grupos: o primeiro só comeu uma ração convencional, o segundo ganhou também a pholia negra e o terceiro recebeu sibutramina, remédio usado para controlar o apetite", conta a especialista em farmacologia. Após um mês, os investigadores repararam que a perda de peso foi similar nos dois últimos grupos: os ratinhos se livraram, em média, de 10% da sua massa corporal. </font></p>
<p><font face="Arial">"Diferentemente da sibutramina, que age no sistema nervoso central, a pholia negra desacelera a atividade do estômago, fazendo com que a comida fique mais tempo lá dentro", explica Maria Martha. Dessa forma, o fitoterápico conseguiria deixar a pessoa saciada por um período maior.</font></p>
<p><font face="Arial">Enquanto aguardamos pesquisas que avaliem o desempenho do extrato em seres humanos, vale voltar os olhos para o Oriente, de onde vem a maioria das últimas fórmulas naturais antiobesidade que chegaram ao país. É o caso das cápsulas do óleo de cártamo, cultuado há anos em países asiáticos. O suplemento, extraído das sementes dessa planta, costuma surtir efeito após seis meses &mdash; ele deve ser ingerido antes das refeições. "Seus ácidos graxos essenciais aumentam a oferta de leptina, o hormônio da saciedade", explica a nutricionista Stefania Valente da Silva, do laboratório Herbarium, um dos fabricantes do produto.</font></p>
<p><font face="Arial">O óleo de cártamo tem ainda outro mecanismo de ação: ele ativa o tecido adiposo marrom, reserva que, de maneira diversa da famigerada gordura branca, eleva a temperatura corpórea e faz queimar calorias. "Só que o organismo gasta a energia estocada na gordura branca", diz Stefania. Da Ásia vem outro reforço pró-saciedade. O laboratório Galena trouxe para o Brasil um suplemento à base de pinho coreano, disponível na forma de sachês em farmáciasde manipulação. O óleo da planta tem uma substância que estimula a liberação de hormônios que dão sensação de barriga cheia. Quer mais? Destaque recente, a indiana Mucuna pruriens ainda está sob investigação, mas parece atuar em uma via alternativa. "Trabalhos mostram que ela eleva os níveis de um neurotransmissor ligado ao prazer, o que ajudaria a diminuir a compulsão alimentar", diz a nutricionista Andréia Naves, do Centro Brasileiro de Nutrição Funcional, em São Paulo.</font></p>
<p><font face="Arial">Apesar de tantas opções e expectativas, Há especialistas que continuam vendo as plantas com reservas. "Ainda faltam estudos em larga escala e dados de eficácia e segurança", diz o endocrinologista Marcio Mancini, do Hospital das Clínicas de São Paulo. Do outro lado, pesquisadores querem explorar ainda mais o potencial da flora brasileira. "Estamos testando mais de 2 mil plantas amazônicas e é provável que algumas delas tenham efeito contra o excesso de peso", conta Martha, que hoje atua na Universidade Paulista. Se a natureza oferece ajuda &mdash; e a ciência aprova &mdash;, não custa aceitar. </font></p>
<p><font face="Arial">Consulte o especialista<br />
</font><font face="Arial">Um recado a todos que desejam emagrecer com o auxílio de um fitoterápico: nunca saia por aí ingerindo um produto sem a indicação e a orientação de um médico ou de um nutricionista. Lembre-se de que, em dosagens equivocadas ou misturados a remédios, os compostos das plantas podem expor o organismo a uma série de riscos, inclusive fatais. Outro aviso: jamais substitua um medicamento por uma erva com a pretensão de obter o mesmo efeito. Também não vá atrás dos conselhos dados por amigos: o que ajudou no caso deles pode ser mal tolerado pelo seu corpo. E, sempre que for ao médico, não esconda dele que faz uso de um produto à base de plantas.</font></p>
<p><font face="Arial">Efeito sobre a ansiedade<br />
</font><font face="Arial">Algumas plantas apresentam propriedades calmantes, caso da melissa e da passiflora, e, assim, em tese, poderiam ajudar algumas pessoas a suprimir aquela vontade louca de comer para aplacar os ânimos. Contudo, faltam estudos que legitimem sua eficiência no controle do apetite e do peso.</font></p>
<p><font face="Arial">Atenção à procedência<br />
</font><font face="Arial">Existem diversas versões e marcas de fitoterápicos disponíveis no mercado, a maioria com venda livre. Por isso, fique de olho nos rótulos e dê preferência a produtos fabricados por laboratórios e com selo de aprovação da Agência Nacional de Vigilância Sanitária, a Anvisa.</font></p>
<p><font face="Arial">Plantas</font></p>
<p><font face="Arial">Nome popular: Chá verde<br />
Nome científico: Camellia sinensis<br />
Origem: Índia e China<br />
Partes utilizadas: Folhas<br />
Formas de consumo: em infusão, por meio de sachês, bebidas prontas e cápsulas</font></p>
<font face="Arial">
<p><br />
Nome popular: Pholia negra<br />
Nome científico: Ilex paraguariensis(e outras)<br />
Origem: Diversas regiões, entre elas América do Sul<br />
Partes utilizadas: Folhas<br />
Formas de consumo: Cápsulas do extrato</p>
<p>Nome popular: Pinho Coreano<br />
Nome científico: Pinus koraiensis<br />
Origem: Coreia<br />
Partes utilizadas: Óleo da castanha ou pinha<br />
Formas de consumo: Sachês, disponíveisem farmácias de manipulação, e cápsulas</p>
<p>Nome popular: Mucuna<br />
Nome científico: Mucuna pruriens<br />
Origem: Índia, África e Caribe<br />
Partes utilizadas: Sementes e frutos<br />
Formas de consumo: Cápsulas<br />
</p>
</font>]]></description><author>saude.abril.com.br</author><pubDate>17/01/2012 00:00:00 18:35:00</pubDate></item><item><title>Como tratar problemas digestivos com hortelã</title><link>http://www.portalmedicinaalternativa.com.br/medicinaalternativa/principal/noticia_view.asp?id=47398</link><description><![CDATA[<p><font face="Arial">A hortelã é um dos remédios caseiros mais confiáveis para problemas digestivos. Afinal, nossas avós frequentemente lançavam mão das hortelãs para combater indigestão, flatulência e cólica. Em outras palavras, elas vêm usando hortelã para tratar problemas digestivos há muito tempo.</font></p>
<p><font face="Arial">O valor medicinal da hortelã<br />
</font><font face="Arial">Os dois tipos de hortelã que você provavelmente vai encontrar é a hortelã comum e a hortelã-pimenta. Embora elas já tenham sido consideradas a mesma planta, a hortelã-pimenta é, na verdade, um híbrido natural da hortelã comum. Ela também é a mais potente das ervas.</font></p>
<p><font face="Arial">A hortelã-pimenta deve parte do seu poder curativo a um óleo aromático chamado mentol. O elemento básico ativo da hortelã comum é uma substância similar, mas mais fraca, chamada carvone.</font></p>
<p><font face="Arial">O óleo da hortelã-pimenta contém até 78% de mentol. O mentol estimula a bile (um líquido secretado pelo fígado) a fluir dentro do duodeno, onde ela promove a digestão. O mentol também é um potente antiespasmódico; em outras palavras, ele acalma a ação dos músculos, particularmente aqueles do sistema digestivo.<br />
<br />
O valor medicinal do mentol foi provado em vários estudos com animais e humanos. Estudos russos e alemães mostram que a hortelã-pimenta não apenas ajuda a estimular a secreção da bile como também pode prevenir úlceras estomacais. O potente óleo também é capaz de matar uma grande variedade de microorganismos que estão associados com problemas digestivos.<br />
<br />
Outros estudos também sugerem que o mentol pode ser útil no tratamento da síndrome do intestino irritável, um distúrbio digestivo comum, mas difícil de tratar, em que o intestino se contrai, causando um tipo de dor de barriga com cólicas em adultos. <br />
<br />
Hortelã e colonoscopia<br />
</font><font face="Arial">A hortelã-pimenta também é usada para parar dolorosas cólicas em pacientes que passam por uma colonoscopia (exame do intestino grosso). O óleo é aspergido diretamente no cólon por meio do tubo do colonoscópio. Essas estratégia tem sido bem-sucedida e é mais segura e mais barata que as drogas geralmente ministradas para controlar as cólicas que os pacientes têm durante o exame.</font></p>
<p><font face="Arial"></font></p>]]></description><author>saude.hsw.uol.com.br</author><pubDate>16/01/2012 00:00:00 18:20:00</pubDate></item><item><title>Câncer de Pele e Cuidados Durante Exposição ao Sol</title><link>http://www.portalmedicinaalternativa.com.br/medicinaalternativa/principal/noticia_view.asp?id=47396</link><description><![CDATA[<p><font face="Arial">O câncer de pele é bastante encontrado em países tropicais, como o Brasil, e os raios solares em horários inadequados podem trazer um risco maior de câncer, especialmente o mais temível deles, o melanoma. O melanoma é relativamente raro, mas é o mais perigoso entre os tipos de câncer de pele.</font></p>
<p><font face="Arial">A seguir, os principais conselhos para você aproveitar a praia ou piscina de maneira correta:</font></p>
<p><font face="Arial">1. Horário. O melhor horário para exposição ao sol vai até às 10 horas (11 horas no horário de verão), ou após as 4 da tarde (5 horas no horário de verão).<br />
<br />
2. Bebês até 6 meses não devem se expor ao sol, ficando sempre na sombra.<br />
<br />
3. Crianças com mais de 6 meses devem se proteger com chapéu e usar protetor solar com fator de proteção número 15. Não esquecer de reaplicar o protetor solar a cada 2 horas ou após se molhar.<br />
<br />
4. Pessoas de pele clara devem ter ainda mais cuidado - o fator de proteção solar usado deve ser maior do que 15.<br />
<br />
5. Mesmo nos dias nublados a pele é atingida pelos raios solares - não deixe de usar o filtro solar.<br />
<br />
6. Peles mais morenas tem maior resistência ao sol - um filtro solar com fator mais baixo pode ser usado, mas os horários perigosos devem ser evitados, principalmente nas crianças.<br />
<br />
7. Outras atividades ao ar livre tornam também necessário o uso do filtro solar, como andar de bicicleta, caminhar, etc.</font></p>
<p><font face="Arial">Informações sobre Filtro Solar</font></p>
<p><font face="Arial">O fator de proteção solar (FPS) - o número que indica o nível de proteção que um produto oferece contra os raios ultravioletas - tem sido muito útil na orientação da população em geral sobre que tipo de protetor solar utilizar.</font></p>
<p><font face="Arial">Entretanto, a maioria das pessoas acredita que o número do fator de proteção indica quanto tempo mais ela pode se expor ao sol para se queimar quando estão usando o protetor solar, além do tempo possível quando não estão protegidas.</font></p>
<p><font face="Arial">Na verdade, o número indica a divisão entre a menor quantidade de raios ultravioleta que torna a pele protegida levemente avermelhada, e a quantidade de radiação necessária para produzir vermelhidão intensa em pele desprotegida.</font></p>
<p><font face="Arial">Esta diferença entre a expectativa de quanto tempo a pessoa pode se expor ao sol, e a realidade pode ser um fator que contribui para a razão do uso de protetores solares estar ligado como fator de risco para o melanoma. Isto significa que a pessoa, por se considerar totalmente protegida, acaba por se descuidar e ficar mais tempo exposta ao sol. Trabalhos científicos têm ainda demonstrado que as pessoas costumam usar muito menor quantidade de protetor solar do que é recomendado pelos fabricantes, e que nem sempre todas as regiões do corpo recebem o produto, sendo algumas áreas esquecidas.<br />
</font></p>]]></description><author>boasaude.uol.com.br</author><pubDate>16/01/2012 00:00:00 18:18:00</pubDate></item><item><title>Acupuntura para Emagrecer</title><link>http://www.portalmedicinaalternativa.com.br/medicinaalternativa/principal/noticia_view.asp?id=47313</link><description><![CDATA[<p><font face="Arial">A compulsão alimentar é uma das maiores causas da obesidade, dificilmente um obeso irá admitir que come demais. A obesidade pode estar ligada a doenças que afetam o organismo na queima de gordura e geração de energia.<br />
<br />
Mais em 70% dos casos a pessoa ganha muito peso por não seguir uma dieta alimentar e comem tudo em excesso, não por fome mais sim por ansiedade.<br />
<br />
De qualquer forma a pessoa acima do peso procura tratamentos para redução de peso sem que cause o famoso efeito sanfona (aquele que você perde peso por algum período, mas depois recupera os quilos perdidos)<br />
<br />
A acupuntura pode ser uma ótima alternativa para quem busca emagrecer com saúde. Saiba o pouco mais sobre esse tratamento que vem ganhando muitos adeptos e causando muita satisfação entre os pacientes:<br />
<br />
O tratamento das agulhas atua no organismo quebrando o ciclo do aumento de peso, regula a vontade de comer do paciente. Controlar a vontade de comer é diferente de controlar a fome. <br />
<br />
Sentimos fome por que o organismo precisa repor a energia para se manter, ou seja, é impossível controlar a fome, mas é totalmente possível controlar o apetite e é justamente esse o papel da acupuntura.</font></p>
<p><font face="Arial">A acupuntura age no sistema intestinal reeducando o sistema a eliminação constante de fezes, dessa forma colabora com a depuração corpora e elimina a prisão de ventre muito comum em pessoas com excesso de peso.<br />
<br />
Compulsão alimentar é muito mais grave do que apenas o apetite voraz, aquele que come compulsivamente ao término se sente culpado por sua gulodice, mas não consegue se controlar. <br />
<br />
Por isso, o tratamento para esse individuo é diferenciado, caracterizado como um viciado em comer a acupuntura traz uma nova proposta a fim de minimizar o problema.<br />
<br />
Se você dorme mal consequentemente vive mal. A baixa qualidade do sono é um dos fatores mais agravantes do stress e da ansiedade do mundo moderno. Um dos principais pontos é resgatar a qualidade do sono, tratando a capacidade de relaxar mesmo em situações adversas.<br />
<br />
A auto estima é um ponto importante o tratamento visa fortalecer o interior do paciente para traçar o caminho de volta no trajeto do emagrecimento.<br />
<br />
Outro fator característico do paciente é querer perder em dias o que se ganhou em anos, a ansiedade faz com que o paciente de continuidade a nenhum tratamento, pois se ele não vê resultados nos primeiros dias acha que não vai funcionar e que não vale a pena.</font></p>
<p><font face="Arial">A acupuntura age nos centros reguladores da ansiedade como um bálsamo calmante, o tratamento controla os níveis de ansiedade, afim que o individuo siga a sua dieta com rigor e de forma saudável, possibilitando ver os resultados nos primeiros dias.<br />
<br />
Veja, a acupuntura não emagrece, quem emagrece é o paciente, o tratamento tem a finalidade de colocar o paciente em condições para começar a perder peso.<br />
</font></p>]]></description><author>mundodastribos.com</author><pubDate>13/01/2012 00:00:00 17:08:00</pubDate></item><item><title>Ioga contra depressão e ansiedade</title><link>http://www.portalmedicinaalternativa.com.br/medicinaalternativa/principal/noticia_view.asp?id=47306</link><description><![CDATA[<p><font face="Arial">A ciência comprova: a ioga é uma aliada no tratamento da ansiedade e da depressão. <br />
<br />
A descoberta é de um dos maiores e mais importantes centros de pesquisa do mundo, a Universidade de Boston, nos Estados Unidos. E confirma de forma cabal o efeito ansiolítico da ioga. <br />
É que as posturas dessa prática, que une alongamento e meditação, agem diretamente no sistema nervoso central, trazendo calma e relaxamento. Por isso, sugere o estudo, merece figurar entre os mais eficientes métodos alternativos contra a depressão e os distúrbios de ansiedade. </font></p>
<p><font face="Arial">Os adeptos da ioga conhecem e propalam esses benefícios aos quatro ventos. Só que pela primeira vez os cientistas relacionaram a prática ao aumento no cérebro dos níveis do ácido gama-aminobutírico, ou GABA, na sigla em inglês, um neurotransmissor que diminui os estímulos nervosos e relaxa as células ali na massa cinzenta. Pessoas com depressão apresentam uma drástica redução na quantidade de GABA, disse à SAÚDE! Chris Streeter, chefe do trabalho americano. </font></p>
<p><font face="Arial">Os pesquisadores compararam pacientes que fizeram as posturas durante uma hora com gente que passou o mesmo período lendo um livro. Logo depois, com a ajuda de exames de ressonância magnética, analisaram o teor de GABA no cérebro dos praticantes. Houve um aumento de 27% depois da sessão, enquanto que nenhuma alteração foi encontrada nos indivíduos do grupo de leitura. "Esse trabalho prova que a prática ajuda a regular os níveis da substância, assim como as drogas, mas sem efeitos colaterais", ressalta Streeter, que é professor de neurologia e psiquiatria. </font></p>
<p><font face="Arial">Um trabalho feito no Brasil pela psicóloga Juliene Azevedo Oliveira na Universidade Católica de Brasília mostra que os resultados são ainda melhores quando se alia o método a sessões de psicoterapia. Durante seis meses a especialista analisou 32 mulheres que foram divididas em três turmas. Na primeira as voluntárias só fizeram ioga. Na segunda, psicoterapia e, na terceira, ambas.</font></p>]]></description><author>saude.abril.com.br</author><pubDate>13/01/2012 00:00:00 16:47:00</pubDate></item><item><title>Quanto maior a urbanização, maior a incidência da asma</title><link>http://www.portalmedicinaalternativa.com.br/medicinaalternativa/principal/noticia_view.asp?id=47252</link><description><![CDATA[<font face="Arial">Na América Latina, há poucos dados publicados disponíveis sobre o potencial impacto da urbanização sobre a prevalência de asma. Um estudo publicado na revista Thorax explorou a forma como o processo de urbanização pode explicar as diferenças na prevalência de asma em comunidades de transição no nordeste do Equador. <br />
<br />
No estudo, os indicadores de urbanização foram agrupados em três índices que representam os processos associados à urbanização: estilo de vida, perfil socioeconômico e infraestrutura urbana. A prevalência global da asma foi de 10,1%. <br />
<br />
Os três índices apresentaram associações significativas com prevalência de asma comunidade: socioeconômico, estilo de vida  e índice sumário de urbanização. Nos resultados encontrados, as variáveis ??refletindo uma melhor condição socioeconômica e um estilo de vida mais urbano foram associados com maior ocorrência de asma. <br />
<br />
Estes dados fornecem evidências de que a prevalência da asma aumenta com níveis crescentes de urbanização em comunidades de transição, e os fatores associados com maior nível socioeconômico e mudanças para um estilo de vida mais urbano podem ser particularmente importantes.<br />
</font>]]></description><author>boasaude.uol.com.br</author><pubDate>12/01/2012 00:00:00 18:02:00</pubDate></item><item><title>É comum o uso de café e bebidas com cafeína para melhoria cognitiva </title><link>http://www.portalmedicinaalternativa.com.br/medicinaalternativa/principal/noticia_view.asp?id=47251</link><description><![CDATA[<font face="Arial">O uso de substâncias para melhoria cognitiva (MC) é um tema de importância crescente. Há poucos dados sobre as substâncias, as taxas deprevalência e os fatores associados à MC. <br />
<br />
Um estudo publicado na revista Pharmacopsychiatry avaliou os primeiros dados sobre o uso de café, bebidas cafeinadas e comprimidos de cafeína para MC nas escolas e universidades. Na pesquisa, foram incluídos 1.547 estudantes. <br />
<br />
Os dados mostraram que o uso de café e bebidas cafeinadas para MC é difundido na população pesquisada. Embora o uso de comprimidos de cafeína tenha sido menor, ele ainda indica uma disposição relativamente alta para a utilização de comprimidos para fins de melhoria cognitiva. <br />
</font>]]></description><author>boasaude.uol.com.br</author><pubDate>12/01/2012 00:00:00 18:00:00</pubDate></item><item><title>Medicina Alternativa: Aromaterapia</title><link>http://www.portalmedicinaalternativa.com.br/medicinaalternativa/principal/noticia_view.asp?id=47156</link><description><![CDATA[<p><font face="Arial">A Aromaterapia consiste em tratar as doenças com a ajuda de óleos extremamente concentrados extraídos dos vegetais. Esses extratos chamados essências ou óleos essenciais contêm as substâncias que dão perfume às plantas e, por isso, seu odor é a característica principal. <br />
<br />
Os óleos essenciais são produzidos por minúsculas glândulas presentes nas pétalas, no caule, na casca e na madeira de numerosas plantas e árvores. Se, na natureza essas glândulas liberam os aromas das plantas de forma progressiva, quando aquecidas ou trituradas, elas explodem e liberam os odores com uma potência muito maior. <br />
<br />
Para extrair o óleo essencial puro, recorre-se a um processo de destilação no vapor d&rsquo;água. Se a essência é dissolvida no álcool ou em outro solvente, denomina-se essência absoluta. São menos puras que os óleos, porém conservam propriedades curativas interessantes. <br />
<br />
Os usos dos óleos essenciais são múltiplos, mas eles são mais utilizados na unção da pele (massagem), podendo também ser inalados ou colocados na água de banho ou em compressas. Raramente são ingeridos. Certamente são mais eficazes quando inalados, pois provocam uma ação imediata no cérebro. <br />
<br />
Não se deve pensar que a Aromaterapia não apresenta contra-indicações. Devem ser utilizados com precaução, pois podem causar irritação e alergia na pele.<br />
<br />
Os aromaterapeutas utilizam cerca de 30 plantas e flores para tratar a maior parte dos problemas. <br />
<br />
Os óleos essenciais são divididos em três categorias: os que tonificam o organismo e favorecem o bom humor; os que estimulam e regulam as principais funções do corpo; e os que têm um efeito calmante sobre o corpo e o espírito. <br />
<br />
Alguns exemplos:   <br />
<br />
1. Óleo de Camomila &ndash; refrescante. Indicado para dores de cabeça e depressão; <br />
<br />
2. Óleo de Cânfora &ndash; refrescante e estimulante. Indicado em resfriados, reumatismos, acne, insônia; <br />
<br />
3. Óleo de Cedro &ndash; sedativo. Usado para angústia, bronquite e tosse; <br />
<br />
4. Óleo de Limão &ndash; refrescante e estimulante. Para problemas circulatórios, hipertensão e acne; <br />
<br />
5. Óleo de Eucalipto &ndash; libera a cabeça. Indicado para edemas e dores musculares; <br />
<br />
6. Óleo de Gerânio &ndash; refrescante e antiespasmódico. Para problemas urinários e infecções virais; <br />
<br />
7. Óleo de Jasmim &ndash; relaxante e calmante. Serve para tratar apatia e pele seca; <br />
<br />
8. Óleo de Manjerona &ndash; fortificante. Indicado em enxaquecas, cólicas e equimoses; <br />
<br />
9. Óleo de Patchouli &ndash; relaxante. Indicado na depressão e pele seca. <br />
<br />
10. Óleo de Pimenta Cinza &ndash; estimulante. Usado em problemas digestivos, resfriados e diarréia; <br />
<br />
Os óleos essenciais possuem propriedades anti-sépticas reconhecidas, como as da Lavanda e do Gerânio, que são eficazes contra infecções causadas por bactérias, vírus e fungos. São também apreciados pelas propriedades desintoxicantes do limão, alho, eucalipto e pelos efeitos calmantes junta à sensação de bem estar e harmonia que parecem produzir um efeito preventivo sobre as doenças. </font></p>]]></description><author>orientacoesmedicas.com.br</author><pubDate>11/01/2012 00:00:00 15:27:00</pubDate></item><item><title>Menina sobrevive à marca de nascença fatal por causa de tratamento pioneiro no Reino Unido</title><link>http://www.portalmedicinaalternativa.com.br/medicinaalternativa/principal/noticia_view.asp?id=47154</link><description><![CDATA[<font face="Arial">Millie nasceu com uma pequena mancha azul no rosto. Na ocasião, os médicos disseram a Michelle e Stuart, pais da criança, que se tratava de um machucado sem gravidade por causa do trabalho de parto rápido.<br />
<br />
Segundo informações do jornal &ldquo;Daily Mail&rdquo;, alguns dias depois, a pequena marca havia se transformando em uma imensa mancha vermelha, que não só deixou o bebê desfigurado, como também estrangulava a traquéia, mandíbula e laringe.<br />
<br />
A mancha é conhecida como hemangioma, um tumor formado por veias sanguíneas que, se continua a crescer, chega ao ponto de provocar graves problemas respiratórios. E, no caso de Millie, o hemangioma só aumentava, até que ela precisou ser submetida a uma traqueostomia para respirar. Isso deixou a menina incapaz de fazer qualquer som.<br />
<br />
Michelle, da cidade de Rochford, na Inglaterra, decidiu fazer uma busca na internet sobre a doença da filha e descobriu um grupo de pesquisa, que passou o telefone da unidade de dermatologia do Great Ormond Street Hospital. &ldquo;Millie já tinha dez dias de vida e a mancha dela ficava cada vez pior e mais vermelha&rdquo;, conta a mãe.<br />
<br />
Ela fez contato com o hospital e a enfermeira pediu uma foto do bebê. &ldquo;Ela me telefonou de volta e disse que poderia ser outro tipo de marca de nascença e que ela queria nos ver assim que possível&rdquo;, contou Michelle. No dia seguinte, Millie piorou e precisou ser submetida a procedimentos de emergência. Ela foi transferida para Great Ormond Street Hospital, onde ficaria pelos próximos seis meses.<br />
<br />
A menina se alimentava através de tubos e só respirava por causa da traqueostomia, realizada em uma operação de sete horas. &ldquo;Uma das partes mais tristes foi não poder alimentar minha filha e nunca ouví-la chorar ou fazer qualquer som&rdquo;, conta Michelle.<br />
<br />
O futuro da menina parecia incerto, até que a mãe ouviu falar de uma droga, propanolol, usada para tratar hipertensão e problemas cardíacos. Michelle descobriu que, na França, alguns médicos estavam usando o remédio para tratar hemangiomas, e obtiveram algum sucesso.<br />
<br />
Os médicos de Millie ficaram relutantes em usar o remédio, com medo que ela piorasse. &ldquo;Nós acabamos tentando, principalmente por causa da diferença que fez em outras crianças com hemangioma&rdquo;, conta Michelle. Os especialistas deram a droga em pequenas doses e a mancha no rosto de Millie começou a diminuir. &ldquo;O resultado foi quase instantâneo&rdquo;, enfatiza a mãe.<br />
<br />
Mesmo depois da melhora, Millie ainda precisou passar por uma cirurgia de reconstrução das vias aéreas. Depois de duas semanas, o bebê já podia respirar sozinho e recebeu alta. Meses depois, a menina passou por uma cirurgia plástica para reconstruir os lábios, embora ela ainda tenha algumas cicatrizes.<br />
<br />
&ldquo;O remédio mudou a vida dela completamente. O tumor era muito doloroso e ela nunca gostou de ser tocada. Millie precisava de morfina diariamente para se sentir confortável. Agora, nós podemos beijar e abraçar nossa filha&rdquo;, festeja Michelle.</font>]]></description><author>extra.globo.com</author><pubDate>11/01/2012 00:00:00 15:24:00</pubDate></item><item><title>Homeopatia.Você acredita? </title><link>http://www.portalmedicinaalternativa.com.br/medicinaalternativa/principal/noticia_view.asp?id=47093</link><description><![CDATA[<font face="Arial">A Homeopatia tem mais de 200 anos e continua sendo assunto de muita controvérsia na <a href="http://www.medicinacursos.com.br"><strong>medicina</strong></a>. Os seus princípios foram descritos no século 18, por um médico Alemão Samuel Christin Friedrich Hahnemann.<br />
Segundo ele, se uma substância administrada em uma pessoa sadia, acarretasse sintomas, ela poderia ser usada em uma doença que tivesse sintomatologia semelhante.<br />
<br />
Porém antes de ser usada, e para que não agravasse os sintomas que o paciente já vinha sofrendo, ela deveria ser diluída várias vezes e em seguida ativada. A ativação consiste em agitar vigorosamente a solução.<br />
<br />
Outra afirmação do doutor Hahnemann, é de que as doenças seriam adquiridas pela entrada em nosso organismo pela pele de uma &ldquo;entidade&rdquo; que chamou de &ldquo;pssoas&rdquo;. Entidade esta, que só ele e alguns dos seus seguidores radicais acreditavam. Segundo a sua teoria as &ldquo;pssoas&rdquo; alteravam a nossa integridade orgânica, enfraquecendo as defesas, e permitindo a doença.<br />
Como não poderia deixar de ocorrer, estas teorias homeopáticas foram e continuam sendo extremamente criticadas pela <a href="http://www.medicinacursos.com.br"><strong>medicina</strong></a> científica.<br />
<br />
Desconheço a existência de pesquisas corretas, comparando a eficiência da Homeopatia com a <a href="http://www.medicinacursos.com.br"><strong>medicina</strong></a> tradicional.<br />
<br />
Alguns trabalhos científicos foram feitos comparando o tratamento homeopático com o uso de placebo, ou seja, comprimidos ou líquidos sem nenhum princípio ativo. Na grande maioria dos trabalhos o resultado foi semelhante com as duas terapias.<br />
<br />
Porem é necessário enfatizar, que em algumas poucas delas, a Homeopatia foi superior a placebo terapia.<br />
<br />
No entanto, muitas dessa pesquisas favoráveis tiveram os seus resultados contestados por vários cientistas.<br />
<br />
Uma grande crítica no tocante a Homeopatia, é a grande diluição que o princípio &ldquo;ativo&rdquo; é submetido antes de ser administrado. Inicialmente uma porção do medicamento é diluída em 10 ou 100 partes do solvente. Esta operação é repetida várias vezes. Na maioria dos casos cerca de 30 vezes e algumas muito mais.<br />
<br />
Um dos medicamentos chamado oscillococinum (os nomes são muito complicados), obtido do fígado de um pato morto é diluído 200 vezes. Ou seja, para cada molecula "hepática" do pato, existe uma, do solvente, acompanhada de 400 zeros.<br />
<br />
Não existe <a href="http://www.tecnologiacursos.com.br"><strong>tecnologia</strong></a> que seja capaz de identificar esta molécula.<br />
Dessa solução, uma gota é pingada em um comprimido geralmente feito de lactose. O argumento dos homeopatas é que a água existente no solvente memoriza a molécula do princípio ativo.<br />
<br />
Uma revista médica (Nature) de muito prestígio, publicou na década passada um artigo de um homeopata francês chamado Benveniest, em que se sugeria que isto poderia ocorrer. No entanto, esta pesquisa foi considerada não verdadeira pela maioria da comunidade científica.<br />
<br />
Além do mais, quando se diluí uma substância, ela vem sempre acompanhada de contaminantes.  Assim, além da água ter memória, ela também seria capaz de só memorizar o que é bom.<br />
Convenhamos ser difícil admitir estas suas propriedades.<br />
<br />
Outro argumento contraditório é o fato de que, ao contrário dos medicamentos tradicionais (os remédios alopatas), a medicação homeopática é comercializada sem nenhum aval das autoridades de saúde. Nem a sua composição, nem a sua eficácia, são previamente analisadas.<br />
<br />
Porém, apesar de todos estes argumentos contrários, a Homeopatia continua existindo em muitos países no mundo.<br />
<br />
Muitos pacientes acreditam em sua eficiência, inclusive em países desenvolvidos. Nos Estados Unidos mais de três milhões de pessoas se tratam com a homeopatia. E qual a explicação dela ser eficaz para alguns pacientes?<br />
<br />
Os seus críticos têm vários argumentos:<br />
1- Muitas doenças se curam espontaneamente. Exemplo: viroses;<br />
2- Efeito placebo. O paciente acreditando na eficácia, ajuda no seu restabelecimento;<br />
3- Atenções dadas na consulta pela homeopatia. Muito mais tempo com os pacientes<br />
<br />
No Brasil, a especialidade é reconhecida pelo Conselho Federal de Medicina e oferecida pelo SUS. A grande maioria dos médicos homeopatas, é também importante que se ressalte, é de profissionais sérios, que a praticam porque nela acreditam.</font>]]></description><author>diabetes.org.br</author><pubDate>10/01/2012 00:00:00 15:38:00</pubDate></item><item><title>Medicina Alternativa: Benefícios ou Malefícios </title><link>http://www.portalmedicinaalternativa.com.br/medicinaalternativa/principal/noticia_view.asp?id=47091</link><description><![CDATA[<p><font face="Arial">Medicina ortomolecular, dietas e remédios populares, quiropraxia e massagens, uso de chás, benzedeiras, gurus, terreiros e etc.<br />
<br />
Estes tipos de terapias médicas continuam sendo utilizadas por parte importante da população, e o que é mais preocupante, é cada vez maior o número de pessoas que delas são usuárias. <br />
<br />
Nos Estados Unidos, na década de 90, o aumento dos gastos pela comunidade com esse tipo de tratamento foi de 50%.  Acredita-se que, atualmente, perto de 30 bilhões de dólares, seja o faturamento dos setores que realizam tais práticas. Um outro dado que surpreende é que a chamada "<a href="http://www.portalmedicinaalternativa.com.br"><strong>medicina alternativa</strong></a>", é mais utilizada pelos que têm mais escolaridade e renda. Como explicar tal paradoxo? Muito difícil. Afinal a <a href="http://www.portalmedicinaalternativa.com.br"><strong>medicina alternativa</strong></a> não deveria sequer existir.<br />
<br />
Qualquer recurso terapêutico em que se demonstrasse a sua eficácia, deveria ser incorporado à medicina convencional. Os críticos por esse tipo de medicina, dizem que ela é nada mais nada menos que o conjunto de tratamentos que ainda não demonstraram eficiência.<br />
<br />
Uma outra preocupação destes grupos de pessoas é que um paciente portador de uma doença grave, porém potencialmente curável pela medicina convencional, deixe de sê lo pelo tempo perdido em práticas alternativas. Porém, o problema existe e não é possível ignorá-lo. Além do mais, muitos dos seus usuários são satisfeitos com os resultados obtidos.<br />
<br />
Tais práticas não costumam sequer serem abordadas nos <a href="http://www.portaleducacao.com.br/educacao/cursos/cursos.asp"><strong>cursos</strong></a> de medicina. Inclusive a homeopatia e a acupuntura, que para alguns já pertence à medicina convencional, enquanto para outros, ainda  são consideradas alternativas, não são abordadas no currículo na maioria das faculdades brasileiras.<br />
<br />
É bom que se frise que o problema da <a href="http://www.portalmedicinaalternativa.com.br"><strong>medicina alternativa</strong></a> é um problema universal, ocorrendo em todo os tipos de países, pobres, em desenvolvimento e ricos. Inclusive, em alguns deles a maioria dos doentes é, por práticas alternativas, tratada. Na África do Sul, por exemplo, existem apenas 25 mil médicos e mais de 200 mil curandeiros. Em outros países, a <a href="http://www.portalmedicinaalternativa.com.br"><strong>medicina alternativa</strong></a> é incorporada ao sistema de saúde governamental. Por exemplo, na China e em ambas Coréias. <br />
<br />
No Brasil, não é do meu conhecimento, a frequência desse tipo de pratica médica. Recentemente, um professor mineiro, João Felício R. Neto, com grupo de colaboradores, pesquisou a prática de medicinas alternativas na comunidade de Monte Claros, Minas Gerais. Analisando apenas os procedimentos que têm custos, consultas e/ou medicamentos, eles constataram que 8,3% da população é usuária de alguma das práticas alternativas. Destes, 15% utilizavam remédios caseiros, 15% benzedeiras, 2,5% homeopatia, 1,5% acupuntura e 0,2% medicina ortomolecular.</font></p>
<p><font face="Arial">Assim como em outros países, o uso dessas práticas é mais freq&uuml;ente entre os que ganham mais e têm maior escolaridade.<br />
<br />
Como a medicina convencional e a sociedade deverão encarar a <a href="http://www.portalmedicinaalternativa.com.br"><strong>medicina alternativa</strong></a>?<br />
<br />
Introduzir no currículo médico ensinamentos sobre tais práticas?<br />
<br />
Realizar pesquisas científicas rigorosas, para avaliar a existência ou não de valor terapêutico?<br />
<br />
Proibir o seu uso, alegando a não existência provas científicas da sua eficiência?<br />
<br />
Apenas o fato de que, parte importante da comunidade utiliza e acredita na sua eficiência, não garante que isto possa ser verdadeiro.<br />
<br />
Afinal, milhões de brasileiros acreditam, e até se sacrificam, por uma seita religiosa, que as autoridades brasileiras estão acusando os seus dirigentes de serem um covil de ladrões.</font></p>]]></description><author>diabetes.org.br</author><pubDate>10/01/2012 00:00:00 15:30:00</pubDate></item><item><title>Estudo: uso moderado de maconha pode melhorar a memória</title><link>http://www.portalmedicinaalternativa.com.br/medicinaalternativa/principal/noticia_view.asp?id=47013</link><description><![CDATA[<font face="Arial">Adultos de meia idade cujas memórias às vezes falham não podem colocar a culpa na maconha ou outras drogas ilícitas usadas esporadicamente na adolescência, segundo um estudo britânico. O estudo testou a função mental e memória de cerca de 9 mil britânicos aos 50 anos e descobriram que aqueles que tinham usado drogas ilegais ao longo da vida apresentaram resultados bons ou melhores do que aqueles que nunca haviam experimentado. O uso acentuado e por um longo período, no entanto, pode prejudicar as funções mentais, alertaram os especialistas. As informações são da Reuters. <br />
<br />
A maconha foi a droga mais usada entre os participantes da pesquisa. Um quarto das pessoas já haviam usado em algum momento da vida e 6% contou que fumou maconha no ano anterior. Os pesquisadores questionaram também o uso de anfetaminas, LSD, cogumelos alucinógenos, cocaína e ectasy. <br />
<br />
No geral, os resultados parecem sugerir que o uso de drogas no passado ou até mesmo no cotidiano atual não está necessariamente associado ao funcionamento cognitivo na meia-idade, concluiu o pesquisador Alex Dregan, do Kings College de Londres. <br />
<br />
Porém, os resultados não excluem eventuais efeitos nocivos em alguns indivíduos que podem estar expostos a drogas durante longos períodos de tempo. <br />
<br />
Um pequeno subconjunto de participantes disse já ter feito tratamento contra o vício. Isso sugere que estas pessoas faziam uso de drogas pesadas ou eram viciadas. Elas não responderam tão bem cognitivamente, mas estavam em número reduzido, portanto, não foi possível tirar conclusões significativas, segundo os pesquisadores. <br />
</font>]]></description><author> terra.com.br</author><pubDate>09/01/2012 00:00:00 15:11:00</pubDate></item><item><title>Estudo: frequentar igreja diminui pressão arterial</title><link>http://www.portalmedicinaalternativa.com.br/medicinaalternativa/principal/noticia_view.asp?id=47012</link><description><![CDATA[<font face="Arial">Um estudo norueguês, publicado no International Journal of Psychiatry, mostrou que quanto mais tempo uma pessoa passa na igreja, menor é a pressão arterial dela. As informações são do Huffington Post. <br />
<br />
Os pesquisadores analisaram os dados de cerca de 41 mil noruegueses sobre a frequência das idas à igreja e a pressão arterial. Mesmo após a exclusão de fatores como idade, doença cardíaca, depressão e nível de escolaridade, os pesquisadores ainda encontraram uma associação entre ir à igreja com frequência e um menor nível de pressão arterial. <br />
<br />
Estudos anteriores já mostravam uma relação entre o humor e a saúde. No entanto, os pesquisadores observaram que ainda não está claro se é a igreja que estimula a pressão arterial mais baixa, ou se é a pressão arterial mais baixa que estimula a ida à igreja. <br />
<br />
Os pesquisadores informaram ainda que a religião também pode impulsionar a saúde, proporcionando sentimentos de esperança, alta autoestima e sensação de estar proteção contra fatos desagradáveis. <br />
</font>]]></description><author>terra.com.br</author><pubDate>09/01/2012 00:00:00 15:05:00</pubDate></item><item><title>Cérebro 'começa a declinar aos 45 anos', diz estudo</title><link>http://www.portalmedicinaalternativa.com.br/medicinaalternativa/principal/noticia_view.asp?id=46962</link><description><![CDATA[<font face="Arial">Entre mulheres e homens com idades entre 45 e 49 anos, os cientistas perceberam um decl&iacute;nio no racioc&iacute;nio mental de 3,6%. As conclus&otilde;es contradizem pesquisas anteriores sugerindo que o decl&iacute;nio cognitivo s&oacute; come&ccedil;aria depois dos 60.<br />
<br />
O estudo, publicado na revista cient&iacute;fica British Medical Journal, foi conduzido ao longo de dez anos, entre 1997 e 2007. Os cientistas avaliaram a mem&oacute;ria, o vocabul&aacute;rio e as habilidades cognitivas &ndash; de percep&ccedil;&atilde;o ou de compreens&atilde;o &ndash; de quase 5,2 mil homens e 2,2 mil mulheres entre 45 e 70 anos, todos, funcion&aacute;rios p&uacute;blicos brit&acirc;nicos.<br />
<br />
Os resultados demonstraram uma piora em mem&oacute;ria e cogni&ccedil;&atilde;o visual e auditiva, mas n&atilde;o em vocabul&aacute;rio &ndash; com um decl&iacute;nio mais acentuado nas pessoas mais velhas.<br />
Entre os indiv&iacute;duos entre 65 e 70 anos, eles perceberam um decl&iacute;nio mental foi de 9,6% entre homens e 7,4% entre mulheres da mesma idade. Para os cientistas, isso quer dizer que a dem&ecirc;ncia n&atilde;o &eacute; um problema exclusivo da velhice, e sim um processo que se desenrola ao longo de duas ou tr&ecirc;s d&eacute;cadas.<br />
<br />
&quot;&Eacute; importante identificar os riscos cedo. Se a doen&ccedil;a come&ccedil;ou em um indiv&iacute;duo nos seus 50 que s&oacute; come&ccedil;a a ser tratado nos 60, como fazemos para separar causa e efeito?&quot;, questiona o professor Archana Singh-Manoux, do Centro de Pesquisas em Epidemiologia e Sa&uacute;de da Popula&ccedil;&atilde;o, na Fran&ccedil;a, que conduziu a pesquisa na institui&ccedil;&atilde;o londrina.<br />
<br />
&quot;O que precisamos agora &eacute; analisar aqueles que experimentam um decl&iacute;nio cognitivo mais r&aacute;pido que a m&eacute;dia e saber como parar o decl&iacute;nio. Algum n&iacute;vel de preven&ccedil;&atilde;o definitivamente &eacute; poss&iacute;vel&quot;, afirma.<br />
<br />
Crise de meia-idade<br />
Singh-Manoux argumenta que as taxas de dem&ecirc;ncia devem aumentar na sociedade na medida em que as fun&ccedil;&otilde;es cognitivas est&atilde;o conectadas a h&aacute;bitos e estilo de vida, atrav&eacute;s de fatores como o fumo o n&iacute;vel de exerc&iacute;cio f&iacute;sico.<br />
<br />
Para a Sociedade contra o Alzheimer, uma organiza&ccedil;&atilde;o de pesquisa e lobby no combate &agrave; dem&ecirc;ncia, o estudo mostra a necessidade de mais conhecimento das mudan&ccedil;as no c&eacute;rebro que sinalizam o problema.<br />
<br />
&quot;O estudo n&atilde;o diz se qualquer dessas pessoas chegou a desenvolver dem&ecirc;ncia, nem qu&atilde;o vi&aacute;vel seria para o seu m&eacute;dico detectar essas primeiras mudan&ccedil;as&quot;, afirmou a gerente de Pesquisas da Alzheimer Society, Anne Corbett.<br />
<br />
&quot;S&atilde;o necess&aacute;rios mais estudos para estabelecer as mudan&ccedil;as mensur&aacute;veis no c&eacute;rebro que possam nos ajudar a melhorar o diagn&oacute;stico da dem&ecirc;ncia.&quot;<br />
<br />
O diretor de Pesquisas na organiza&ccedil;&atilde;o, Simon Ridley, refor&ccedil;ou a necessidade de conscientizar a popula&ccedil;&atilde;o sobre os benef&iacute;cios de ter h&aacute;bitos saud&aacute;veis.<br />
<br />
&quot;Embora n&atilde;o tenhamos uma maneira infal&iacute;vel de prevenir a dem&ecirc;ncia, sabemos que mudan&ccedil;as simples de h&aacute;bitos &ndash; adotar uma dieta saud&aacute;vel, n&atilde;o fumar, manter o colesterol e a press&atilde;o do sangue sob controle &ndash; reduzem o risco de dem&ecirc;ncia&quot;, afirmou.<br />
<br />
&quot;Pesquisas anteriores indicaram que a sa&uacute;de na meia-idade afeta o risco de dem&ecirc;ncia durante o envelhecimento, e estas conclus&otilde;es nos d&atilde;o mais raz&otilde;es para cumprir as resolu&ccedil;&otilde;es de Ano Novo.&quot;<br />
</font>]]></description><author>bbc.co.uk</author><pubDate>06/01/2012 00:00:00 16:10:00</pubDate></item><item><title>Acupuntura pode tratar úlcera e falta de ar</title><link>http://www.portalmedicinaalternativa.com.br/medicinaalternativa/principal/noticia_view.asp?id=46960</link><description><![CDATA[<p><font face="Arial">Os estudos, feitos por uma equipe da Unifesp (Universidade Federal de São Paulo), se referem a problemas de saúde para os quais ainda havia poucas evidências da ação das agulhas: gastrite, úlcera gástrica e apnéia (dificuldade de respiração) durante o sono. Segundo os pesquisadores, a acupuntura parece estimular a produção de serotonina --um neurotransmissor que modula a ação do sistema nervoso, velho suspeito de estar ligado à eficácia desse tratamento milenar.</font></p>
<p><font face="Arial">"Os resultados realmente parecem ser bem promissores", disse à Folha a médica Anaflávia de Oliveira Freire, do Departamento de Fisiologia e Psicobiologia da Unifesp, uma das autoras dos estudos. O trabalho da equipe foi divulgado na edição do mês passado da revista "Pesquisa Fapesp" (revistapesquisa.fapesp.br), publicação editada pela Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo.<br />
<br />
Úlcera induzida<br />
Segundo a médica, um dos objetivos do estudo era criar condições bem controladas, em laboratório, nas quais fosse possível isolar a ação da acupuntura de outros fatores. "Nós escolhemos um modelo gastrointestinal que é bem conhecido em ratos", conta Freire. Os animais receberam indometacina, fármaco que leva à formação de úlceras no estômago. Depois, foram tratados com duas abordagens distintas que envolvem a acupuntura.</font></p>
<p><font face="Arial">Uma delas, a moxibustão ou moxa, consiste em aplicar um bastão em brasa de folhas de artemísia (planta usada na <a href="http://www.medicinacursos.com.br"><strong>medicina</strong></a> tradicional chinesa) sobre os pontos estratégicos do corpo que, segundo a teoria oriental, são responsáveis pela ação curativa da acupuntura. Outros animais receberam as agulhas propriamente ditas nesses pontos (no abdômen e na lateral das patas).</font></p>
<p><font face="Arial">Para quem estranha o fato de que os pontos estimulados tradicionalmente pela técnica tenham correspondência em animais, a médica diz que é possível usar certas medidas das proporções dos ossos para saber onde "picar" ratos ou outros mamíferos. Para completar o controle do experimento, alguns bichos tiveram pontos falsos (não correspondentes aos usados pelos acupunturistas) estimulados, enquanto outros não foram tratados.</font></p>
<p><font face="Arial">Após as sessões, os resultados de cada grupo foram comparados e a equipe, formada também pelo orientador de doutorado de Freire, Luiz Eugenio Mello, e por Ysao Yamamura, verificou que tanto a moxa quanto a acupuntura "clássica" reduziram significativamente o problema: as lesões no estômago eram quatro vezes menos numerosas nos bichos que foram tratados. A hipótese da equipe era que o neurotransmissor serotonina, liberado pela acupuntura, aumentava os movimentos do estômago e ajudava a expulsar a indometacina mais rápido do organismo dos roedores.</font></p>
<p><font face="Arial">Foi o que a equipe verificou, em trabalhos realizados por Gisele Sugai e Angela Tabosa. Quando uma substância que inibe a ação da serotonina foi dada aos animais, nada feito: as agulhas não ajudaram os bichos.</font></p>
<p><font face="Arial">A eficácia da técnica também foi examinada em pacientes que sofriam de apnéia do sono, interrupções noturnas de até dez segundos na respiração. Nesse caso, o uso dos pontos "certos" se mostrou tão eficaz quanto o de um aparelho de pressão positiva que os doentes normalmente usam. Análises do sangue dos pacientes estão em curso e deverão confirmar de vez o papel da serotonina nos efeitos da acupuntura.</font></p>
<p><font face="Arial">Apesar desses dados e de outras evidências parecidas obtidas por outros grupos de pesquisa, muitos pesquisadores ainda discutem se a técnica é realmente capaz de atuar sobre o sistema nervoso de maneira a aliviar enfermidades. "Acho que precisamos de mais testes clínicos, feitos com desenho experimental cuidadoso, porque os dados vindos de animais já são bastante numerosos e confiáveis", afirma a médica.</font></p>]]></description><author>abapuntura.com.br</author><pubDate>06/01/2012 00:00:00 16:04:00</pubDate></item></channel></rss>
