﻿<?xml version="1.0" encoding="utf-8"?><rss version="2.0"><channel><title>Portal Idiomas - Últimas Notícias</title><link>http://www.portalidiomas.com.br</link><description>Sistema Integrado de Ensino a Distância</description><language>pt-br</language><copyright>Copyright (C) Portal Educação</copyright><webMaster>atendimento@portaleducacao.com.br</webMaster><managingEditor>atendimento@portaleducacao.com.br</managingEditor><lastBuildDate>03/02/2012 06:50:37</lastBuildDate><image><title>Portal Educação</title><url>http://www.portaleducacao.com.br/sistema/imagens/&lt;/url&gt;</url><link>http://www.portaleducacao.com.br</link></image><item><title>Viaje por um hobby</title><link>http://www.portalidiomas.com.br/idiomas/principal/noticia_view.asp?id=48323</link><description><![CDATA[<p><font face="Arial">Aproveitar as férias para fazer um curso no exterior de gastronomia, dança ou história da arte é ótima oportunidade para praticar um idioma estrangeiro, conhecer gente interessante e curtir algo que você goste<br />
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No ano passado, a consultora fi nanceira Soraia Marioti, de 25 anos, foi a Buenos Aires, na Argentina, para fazer um treinamento pela IBM, empresa em que trabalhou por cinco anos &mdash; há um mês ela foi trabalhar na Diageo, fabricante de bebidas. Todos os dias, ela frequentava o mesmo restaurante portenho. No último dia de viagem, a convite do chef, entrou na cozinha e colocou a mão na massa. <br />
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Ao voltar ao hotel, percebeu que tinha praticado mais espanhol nas poucas horas que levou para preparar seu prato do que em qualquer curso de <a href="http://www.portalidiomas.com.br"><strong>idiomas</strong></a>. Soraia gostou tanto da experiência que, para seguir praticando o espanhol, pretende se inscrever num curso de história da arte, em Madri, na Espanha. </font></p>
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Quem já viajou com o intuito de curtir um hobby e praticar um idioma aprova a ideia. É o caso da analista Natalie Martha Giustra, de 25 anos, que viajou a Cartagena, na Colômbia, em julho de 2008, para fazer um curso de ritmos latinos. A analista já estudava espanhol em uma escola regular, mas queria colocar seu vocabulário à prova. </font></p>
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Além de aperfeiçoar o espanhol e aprender a dançar, Natalie começou a ver outras culturas de forma diferente. "Conheci uma realidade que não conhecia antes." Matias Henrique K. Junior, de 43 anos, consultor de desenvolvimento organizacional e coach de executivos do Instituto EcoSocial, de São Paulo, fez, no ano passado, um curso de design de marcas de luxo em Londres, na Inglaterra. </font></p>
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O estudo nada tem a ver com seu trabalho atual, mas assim mesmo valeu a experiência. "Até tenho vontade de um dia trabalhar com isso, mas fi z o curso por prazer", diz. Muitas vezes esses <a href="http://www.portaleducacao.com.br/educacao/cursos/cursos.asp"><strong>cursos</strong></a> demandam um conhecimento básico da língua. Mas algumas operadoras de <a href="http://www.turismoehotelaria.com.br"><strong>turismo</strong></a> oferecem aulas do idioma no pacote do curso. O segredo desse tipo de viagem está no assunto escolhido. Selecionamos alguns <a href="http://www.portaleducacao.com.br/educacao/cursos/cursos.asp"><strong>cursos</strong></a> para ajudar você a defi nir sua próxima viagem. Acredite, vale a pena. <br />
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"Atividades como essas tornam o profi ssional mais sagaz, global, atento e conectado", afi rma Beth Furtado, diretora da Alia, consultoria de São Paulo.</font></p>
<p><font face="Arial"><strong><br />
OS CURSOS MAIS DESCOLADOS &ndash; Da parrilla ao surfe, opções lúdicas para as férias<br />
</strong></font><font face="Arial"><br />
<strong>COZINHA URUGUAIA <br />
</strong>O curso, para profissionais ou amadores, ensina a "verdadeira cozinha uruguaia", unindo as técnicas tradicionais e modernas. Os produtos típicos e suas aplicações são apresentados. Depois, os pratos são degustados pelos alunos. <br />
<strong><br />
ONDE:</strong> Montevidéu (Uruguai). <br />
<strong><br />
TEMPO:</strong> 4 semanas, com quatro aulas de duas horas e meia por semana. PREÇO: 3 575 pesos uruguaios. <br />
<strong><br />
SITE:</strong> <a href="http://www.gatodumas.com.uy/">www.gatodumas.com.uy</a> </font></p>
<p><font face="Arial"><strong><br />
CULINÁRIA ITALIANA <br />
</strong>Aprender do antepasto à sobremesa é o foco desse curso, realizado na região do Piemonte, no norte da Itália. São oferecidas hospedagem e três refeições diárias. A escola precisa fechar grupos de dez ou 15 pessoas para viabilizar o curso. <br />
<strong><br />
ONDE:</strong> Costigliole d'Asti (Itália). <br />
<strong><br />
TEMPO:</strong> 1 semana. <br />
<strong><br />
PREÇO:</strong> 1 400 euros <br />
<strong><br />
SITE:</strong> <a href="http://www.icifbrasil.com.br/">www.icifbrasil.com.br</a> </font></p>
<p><font face="Arial"><strong><br />
CHEF EM LONDRES <br />
</strong>Ensina técnicas para transformar amadores em chefs, incluindo pratos complexos. <br />
<strong><br />
ONDE:</strong> Londres (Inglaterra). <br />
<strong><br />
TEMPO:</strong> 4 semanas. <br />
<strong><br />
PREÇO:</strong> 2 408 libras. <br />
<strong><br />
SITE:</strong> <a href="http://www.stb.com.br/">www.stb.com.br</a> </font></p>
<p><font face="Arial"><strong><br />
TANGO <br />
</strong>O LaViruta é um clube que conta com aulas de tango de terças a domingos. Após as aulas, os alunos são convidados a descer ao andar de baixo para praticar em um grande salão. ONDE: Buenos Aires (Argentina). <br />
<strong><br />
TEMPO:</strong> a partir de 1 aula. <br />
<strong><br />
PREÇO:</strong> cada aula custa 20 pesos argentinos, mas tem um pacote com cinco aulas por 58 pesos. <br />
<strong><br />
SITE:</strong> <a href="http://www.lavirutatango.com/">www.lavirutatango.com</a> </font></p>
<p><font face="Arial"><strong><br />
DANÇAS CARIBENHAS <br />
</strong>Entre os ritmos tropicais ensinados nesse curso, estão a salsa e o merengue. O programa tem dez horas de aulas de espanhol, cinco horas de aulas de dança e cinco horas de atividades culturais, como visitas a museus e a lugares turísticos. O valor inclui acomodação em residência estudantil. <br />
<strong><br />
ONDE:</strong> Cartagena (Colômbia). <br />
<strong><br />
TEMPO:</strong> 1 semana. <br />
<strong><br />
PREÇO:</strong> 450 dólares. <br />
<strong><br />
SITE:</strong> <a href="http://www.semdestino.com.br/">www.semdestino.com.br</a> </font></p>
<p><font face="Arial"><strong><br />
HISTÓRIA DA ARTE <br />
</strong>O curso utiliza- se de obras significativas da arte mundial para ensinar. Além das aulas em sala, os alunos vão aos museus Thyssen-Bornemisza, Nacional do Prado e Nacional Centro de Arte Rainha Sofía para verem as obras ao vivo. <br />
<strong><br />
ONDE:</strong> Madri (Espanha). <br />
<strong><br />
TEMPO:</strong> 2 semanas. <br />
<strong><br />
PREÇO:</strong> 280 euros <br />
<strong><br />
SITE:</strong> <a href="http://www.iart.es/">www.iart.es</a> </font></p>
<p><font face="Arial"><strong><br />
MODA MODERNA</strong> <br />
O cur so investiga a história da moda independente e alternativa dos anos 80 em diante. São apresentados os estilistas-chaves dentro desse cenário, as revoluções do estilo belga, japonês e a excentricidade britânica. <br />
<strong><br />
ONDE:</strong> Londres (Inglaterra). <br />
<strong><br />
TEMPO:</strong> 4 dias. <br />
<strong><br />
PREÇO:</strong> 275 libras <br />
<strong><br />
SITE:</strong> <a href="http://www.fashion.arts.ac.uk/">www.fashion.arts.ac.uk</a> </font></p>
<p><font face="Arial"><br />
<strong>NOÇÕES BÁSICAS DE DJ <br />
</strong>Com apenas quatro alunos, o curso ensina a discotecar com CDs e com a mesa de som. Durante o curso, o aluno constrói o setlist (lista de músicas) que será apresentado na última noite do curso. <br />
<br />
<strong>ONDE:</strong> Londres (Inglaterra). <br />
<br />
<strong>TEMPO:</strong> 2 vezes por semana, durante 1 mês. <br />
<br />
<strong>PREÇO:</strong> 495 libras <br />
<br />
<strong>SITE:</strong> <a href="http://www.subbassdj.com/">www.subbassdj.com</a> </font></p>
<p><font face="Arial"><strong><br />
FOTOGRAFIA E VÍDEO EM NY <br />
</strong>Os estudantes aprendem a narrar temas em vídeo e fotografia utilizando Nova York como inspiração. Para complementar a formação, profissionais discutem suas produções e mostram seus trabalhos. <br />
<strong><br />
ONDE:</strong> Nova York (Estados Unidos) <br />
<strong><br />
TEMPO:</strong> 4 semanas <br />
<strong><br />
PREÇO:</strong> 2 933 dólares + 500 reais (taxa de matrícula). <br />
<strong><br />
SITE:</strong> <a href="http://www.stb.com.br/">www.stb.com.br</a></font></p>
<p><font face="Arial"><strong><br />
TÊNIS <br />
</strong>Seis aulas particulares de tênis e 40 aulas de inglês, com uma hora de duração cada. O aluno tem todo o equipamento necessário e, caso queira treinar, tem acesso livre às quadras de tênis. <br />
<strong><br />
ONDE:</strong> Los Angeles (EUA). <br />
<strong><br />
TEMPO:</strong> 2 semanas. <br />
<strong><br />
PREÇO:</strong> 2 025 dólares <br />
<strong><br />
SITE:</strong> <a href="http://www.ci.com.br/">www.ci.com.br</a> </font></p>
<p><font face="Arial"><strong><br />
SURFE <br />
</strong>São 25 aulas de inglês por semana mais 1 aula de surfe nos fins de semana, 2 durante a semana e 12 sessões de instrução. Oferece prancha, roupa e transpor te, acomodação em casa de famí l ia em quarto individual e meia pensão. ONDE: Auckland (Nova Zelândia). TEMPO: 4 semanas. PREÇO: 3 125 dólares neozelandeses. <strong><br />
<br />
SITE:</strong> <a href="http://www.ci.com.br/">www.ci.com.br</a></font></p>]]></description><author>vocesa.abril.com.br</author><pubDate>03/02/2012 00:00:00 18:45:00</pubDate></item><item><title>Falar inglês tem hora</title><link>http://www.portalidiomas.com.br/idiomas/principal/noticia_view.asp?id=48322</link><description><![CDATA[<p><font face="Arial">Você sabe falar inglês? Ótimo, o idioma é vital para quem quer se sair bem na carreira hoje, mas isso não quer dizer que é necessário sair por aí mostrando para todo mundo quantas palavras do idioma você conhece. É cada vez mais comum, principalmente em empresas com sede em países de língua inglesa, ver profissionais colocando termos e mais termos em inglês no meio de frases que, antes, eram ditas apenas em português. </font></p>
<p><font face="Arial"><br />
Tem gente que acha bonito, e gosto não se discute. Além de parecer pedante, muitas vezes, pode confundir o interlocutor se ele não entender da língua tanto quanto você. "Demonstrações gratuitas de erudição têm seu lugar e é bom tomar muito cuidado com o uso dessas expressões", diz Augusto Caneiro, headhunter da Zaitech, do Rio de Janeiro.</font></p>
<p><font face="Arial"><strong><br />
Em português, please<br />
</strong>Fique atento ao pegar uma print de um report que você deve enviar antes de fazer aquele call para o headquarter da empresa em que você trabalha. Ou para enviar uma invitation. São palavras simples e mesmo quem não estudou inglês costuma saber o significado, mas não é difícil usar as mesmas palavras em português. Buscar um relatório que você imprimiu para enviar à sede da companhia é até mais fácil. Mandar um convite também. E você garante que todo mundo entende.</font></p>
<p><font face="Arial"><br />
<strong>Rebimboca do back log<br />
</strong>O duro mesmo é quando a gente ouve que alguém está com problema de back log. Pode significar qualquer coisa, desde tarefas atrasadas até um serviço aquém do esperado, mais ou menos como era rebimboca da parafuseta há alguns anos. &ldquo;Tem gente que ouve a palavra uma vez e acaba repetindo, mesmo sem saber o significado correto&rdquo;, diz Renata Mello, de São Paulo, que dá consultoria sobre comportamento em empresas. Por isso, assegure-se do uso correto das expressões antes de sair falando por aí.</font></p>
<p><font face="Arial"><br />
<strong>Depende da empresa<br />
</strong>Empresas em que a sede está em um país de língua inglesa geralmente aceitam melhor, e até incentivam, o uso dessas expressões. Mandar um invite na Microsoft é mais comum do que fazer o mesmo em uma companhia brasileira. Por isso fique atento ao falar com gente que vem de outros lugares. &ldquo;Algumas empresas preferem que não sejam usadas essas expressões, para que todo mundo se entenda&rdquo;, diz Renata. &ldquo;Tem gente que chega a abreviar o inglês, como o follow up que virou fup.&rdquo;</font></p>
<p><font face="Arial"><br />
<strong>Parece, mas não é<br />
</strong>Up to date mesmo em termos de anglicismos é transformar palavras diretamente do inglês. Hoje existe o performar (que significa ter bom desempenho), o bypassar (de by pass, ou seja, passar por cima da autoridade de alguém) e, mais recentemente, o suceder, que vem de suceed (ter sucesso, em inglês). O problema de suceder é que há outro significado em português e você pode dar um nó na cabeça do seu interlocutor ao usar. Se for o objetivo, go ahead.<br />
</font></p>]]></description><author>vocesa.abril.com.br</author><pubDate>03/02/2012 00:00:00 18:42:00</pubDate></item><item><title>Universidade da Terceira Idade terá cursos de pilates e idiomas, no AM</title><link>http://www.portalidiomas.com.br/idiomas/principal/noticia_view.asp?id=48261</link><description><![CDATA[<font face="Arial">A Universidade Aberta da Terceira Idade (UnATI), projeto da Universidade do Estado do Amazonas (UEA), abriu, nesta quarta-feira (1), inscrições para as novas oficinas e <a href="http://www.portaleducacao.com.br/educacao/cursos/cursos.asp"><strong>cursos</strong></a>, que serão ministrados no primeiro semestre de 2012. As matrículas podem ser realizadas no Centro de Convivência do Idoso, localizado na Rua Wilkens de Matos, Bairro Aparecida, Zona Sul de Manaus, e se encerram nesta quinta-feira (2). O horário de atendimento é de 8h às 17h.<br />
<br />
<br />
Segundo a coordenadora do Grupo de Teatro da UnATI, Lilian Machado, somente nesta quarta-feira (1), 216 das 355 vagas disponibilizadas já foram ocupadas. Mais de dez modalidades estão disponíveis para os idosos, como pilates, oficina de Arte e Cultura, e <a href="http://www.portaleducacao.com.br/educacao/cursos/cursos.asp"><strong>cursos</strong></a> de <a href="http://www.portalidiomas.com.br"><strong>idiomas</strong></a>. De acordo com Lilian, as aulas são ministradas por profissionais específicos de cada área, todos capacitados em gerontologia.<br />
<br />
<br />
Para se matricular nas oficinas, é necessário ter mais de 55 anos e portar cópias dos documentos de identidade (RG), CPF e comprovante de residência. Também deve ser doado um quilo de alimento não-perecível no momento da inscrição. Lilian Machado informou ainda que estes <a href="http://www.portaleducacao.com.br/educacao/cursos/cursos.asp"><strong>cursos</strong></a> e oficinas só estão disponíveis na unidade do UnATI no bairro de Aparecida. Segundo ela, as demais unidades do programa abrirão inscrições para seus projetos na segunda quinzena de fevereiro.<br />
<br />
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<strong>Matrícula solidária<br />
</strong>Os alimentos arrecadados com as inscrições serão doado à Casa Vhida, instituição que dá assistência psicológica e pediátrica à crianças com AIDS, localizada na Zona Centro-Oeste de Manaus, e ao Abrigo São Vicente de Paulo, fundação que cuida de idosos, na Zona Oeste.<br />
</font>]]></description><author>g1.globo.com</author><pubDate>02/02/2012 00:00:00 19:43:00</pubDate></item><item><title>Rio de Janeiro prepara Carnaval com acento literário e artístico</title><link>http://www.portalidiomas.com.br/idiomas/principal/noticia_view.asp?id=48260</link><description><![CDATA[<font face="Arial">As escolas de samba do Rio de Janeiro aceleram os preparativos de seus enormes carros alegóricos e de suas milhares de fantasias para os esperados desfiles de Carnaval, que será realizado nos próximos dias 19 e 20 de fevereiro e destacará muitas homenagens aos escritores e artistas brasileiros.<br />
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Entre as 13 escolas de samba que integram o grupo especial, seis vão participar da disputa apostando em enredos focados em temas culturais ou personalidades, entre eles o escritor Jorge Amado, o artista plástico Romero Britto e o pintor Cândido Portinari.<br />
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A agremiação Renascer de Jacarepaguá aparece como uma das escolas mais ousadas neste aspecto, já que escolheu um artista vivo como tema: Romero Britto. <br />
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Além de enredo, o artista plástico se ofereceu para participar do desfile e contribuir no desenho dos carros elaborados pelo carnavalesco Edson Pereira, o diretor artístico da escola.<br />
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Nesta quinta-feira, o carnavalesco afirmou que Britto, de maneira injusta, é mais conhecido fora do Brasil do que em seu próprio país e, por isso, a escola, que subiu ao grupo especial neste ano, decidiu transformá-lo no tema central de seu desfile.<br />
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<br />
'O Carnaval pode ser considerado como um veículo capaz de abrir uma porta para transmitir cultura ao Brasil e a todo o mundo. Romero (Britto) é um pintor reconhecido no mundo todo. Era o momento do artista ser reconhecido pelo público de seu próprio país', disse o carnavalesco à Agência Efe.<br />
<br />
<br />
O diretor artístico da escola explicou que o maior desafio deste enredo foi usar as vivas cores dos quadros pop de Britto em seu lugar adequado para não gerar uma possível poluição visual.<br />
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Situado na Cidade do Samba - local onde a maioria das escolas possui seus armazéns - o barracão Renascer era um verdadeiro frenesi nesta quinta-feira. Mas, no lugar do som da bateria, o que se ouvia eram apenas martelos, maçaricos e outras ferramentas.<br />
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Dezenas de soldadores, carpinteiros, pintores e costureiros trabalhavam para transformar as ilustrações de Britto em figuras de papelão pedra e também em 3,5 mil fantasias.<br />
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Este cenário não era muito diferente no barracão da Mocidade Independente de Padre Miguel, onde os trabalhadores da escola moldavam em espuma algumas das figuras que ganharam vida nos murais do pintor brasileiro Cândido Portinari.<br />
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Uma dos carros alegóricos da escola, ainda com cheiro de tinta fresca e cola, trazia as imagens do painel 'Guerra e Paz', uma obra exposta na sede da ONU que retrata os horrores dos conflitos armados.<br />
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Já a escola Imperatriz Leopoldinense realizará um desfile tendo como enredo o centenário de nascimento do escritor Jorge Amado, um dos principais escritores brasileiros do século XX.<br />
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Nascido em 1912 - na cidade de Itabuna, na Bahia -, Amado escreveu mais de 30 títulos, traduzidos para 42 <a href="http://www.portalidiomas.com.br"><strong>idiomas</strong></a>, entre eles: 'Dona Flor e Seus Dois Maridos', 'Gabriela, Cravo e Canela' e 'Capitães de Areia'.<br />
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A musicalidade e a poesia regional também estarão presente no desfile da Acadêmicos do Salgueiro, que levará para a avenida a literatura de cordel, um gênero lírico típico do nordeste.<br />
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Em tom musical, mais nos acordes do samba, a escola Unidos da Tijuca dedicará seu desfile ao compositor Luis Gonzaga, um dos maiores nomes do forró, falecido em 1989.<br />
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Já a Beija-Flor, a escola campeã do último ano, homenageia em seu desfile à cidade de São Luis. Além de apresentar as curiosidades da capital do Maranhão, a escola aproveitará a homenagear Joãosinho Trinta. Considerado como um dos maiores artistas da história recente do Carnaval, o carnavalesco morreu no último mês de dezembro.</font>]]></description><author>g1.globo.com</author><pubDate>02/02/2012 00:00:00 19:39:00</pubDate></item><item><title>Aplicativo de celular ajuda a falar coisas picantes em outras línguas</title><link>http://www.portalidiomas.com.br/idiomas/principal/noticia_view.asp?id=48196</link><description><![CDATA[<font face="Arial">Você sabia que existem vários tradutores e dicionários na Internet com as expressões mais usadas nos momentos quentes de um relacionamento? Pois agora surgiu uma edição voltada para os smartphones e tablets da Apple, o app Sexy Portuguese. Disponível em português, inglês, chinês e espanhol, ele ajuda estrangeiros e turistas a se comunicarem na hora de uma cantada mais picante.<br />
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Há diversas frases e palavras a serem aprendidas, divididas em 12 categorias, que vão da primeira abordagem até os finalmentes. Entre as categorias, destaque <br />
para "Cantadas", "Pedir uma Bebida", "No Quarto", "Partes do Corpo" e "Descrições Físicas". Basta acessar uma delas para ler as traduções às expressões mais comuns da hora H, e também ouvir sua pronúncia correta.<br />
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O Sexy Portuguese informa também como você está indo no aprendizado, e tem ainda um minidicionário com expressões básicas do português. E o melhor de tudo: funciona sem precisar se conectar à Internet.<br />
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Devido ao conteúdo sexual, o app só é recomendado para maiores de 18 anos. A empresa tem também uma série de apps para celulares em outros <a href="http://www.portalidiomas.com.br"><strong>idiomas</strong></a>, como o Sexy Italian, Sexy French e o Sexy English, além de outros programas de compreensão de <a href="http://www.portalidiomas.com.br"><strong>idiomas</strong></a> sem foco para cantadas e encontros, como o Learn Italian e o Learn English. <br />
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Todos eles têm o mesmo preço: US$ 0,99.</font>]]></description><author>techtudo.com.br</author><pubDate>01/02/2012 00:00:00 20:59:00</pubDate></item><item><title>Sexo para estimular o uso do idioma basco </title><link>http://www.portalidiomas.com.br/idiomas/principal/noticia_view.asp?id=48195</link><description><![CDATA[<p><font face="Arial">Vídeos feitos pela Fundação Leizaola - uma instituição que promove a cultura basca -, financiados com dinheiro público, deixaram muita gente de boca aberta. Como o euskera - idioma basco - se aprende mas não se usa tanto, a fundação resolveu fazer vídeos &ldquo;inovadores&rdquo;, segundo afirmou seu porta-voz, para estimular os jovens a optar pelo euskera no seu dia-a-dia. Com 3.500 euros gravaram cenas em escolas de euskera, que já foram retiradas de Youtube e das redes sociais por causarem enorme polêmica.</font></p>
<p><font face="Arial"><br />
Em um dos vídeos, dois jovens travam o seguinte diálogo:</font></p>
<p><font face="Arial">-- Eu &ldquo;comi&rdquo; a menina e deixei ela de lado, que nem um bagaço - fala um deles.</font></p>
<p><font face="Arial">-- As mulheres servem para isso mesmo - responde o outro.</font></p>
<p><font face="Arial">Uma loura exuberante escuta a conversa e, pelo visto, decide fazer os dois machistas pagarem por suas palavras, depois de convidá-los para um trio.  </font></p>
<p><font face="Arial"><br />
Esta mesma loura protagoniza outro vídeo: leva um &ldquo;aluno&rdquo; para a cama, tira sua roupa e faz algumas perguntas em euskera. Mas não gosta da resposta e expulsa o rapaz, de cueca, do apartamento.<br />
</font></p>]]></description><author>oglobo.globo.com</author><pubDate>01/02/2012 00:00:00 20:56:00</pubDate></item><item><title>Vaticano anuncia programa de Bento XVI no México e em Cuba</title><link>http://www.portalidiomas.com.br/idiomas/principal/noticia_view.asp?id=48130</link><description><![CDATA[O Papa Bento XVI liberta pomba após oração dominical na Praça São Pedro, no Vaticano, no último dia 29


O Vaticano anunciou nesta terça-feira (31) o programa oficial da viagem do Papa Bento XVI ao México e a Cuba, de 23 a 29 de março, que prevê pausas de descanso, consideradas necessárias para um homem de 84 anos, entre discursos e deslocamentos.


O Papa insiste em realizar a viagem, apesar de fatigante, para manter um contato direto com milhões de católicos de língua espanhola, depois de tê-lo feito com os fiéis de idioma português, quando visitou o Brasil em 2007.


Segundo o programa oficial da 23ª viagem de Bento XVI, o Papa desembarcará no aeroporto internacional de Guanajuato, proveniente de Roma, na sexta-feira, 23 de março.


O Santo Padre será recebido pelo presidente do México, Felipe Calderón, não estando previsto nenhum outro encontro oficial até a tarde de sábado, permitindo um tempo para se recuperar e se adaptar ao fuso horário.


No sábado 24 de março, Calderón vai recepcioná-lo na cidade de Guanajuato, não na capital mexicana, uma vez que a altitude poderá afetar sua saúde.


Nesse mesmo dia, saudará crianças e fiéis, na Praça da Paz, em Guanajuato.


Na manhã do domingo 25, Bento XVI celebrará missa no Parque Bicentenário, na mesma região, participando do terço à tarde, na catedral de León, na véspera de uma mensagem aos bispos da América Latina e do Caribe.


Na segunda-feira, 26 de março, Bento XVI partirá em direção a Santiago de Cuba (sudeste), para uma visita de dois dias, sendo recebido pelo presidente Raúl Castro.


O pontífice celebrará no dia seguinte a primeira das duas missas na ilha, dedicada aos 400 anos da aparição da imagem da Virgem da Caridade do Cobre, padroeira nacional.


Na terça-feira, o Papa vai se recolher para orações no santuário da Virgem, a alguns quilômetros a noroeste de Santiago. Em seguida, partirá para Havana, onde será recepcionado pelo cardeal Jaime Ortega.


Na capital cubana, poderá se encontrar com o líder Fidel Castro.


A segunda missa em Cuba está prevista para a quarta-feira, dia 28, último dia da visita pontifical, na Praça da Revolução de Havana.

]]></description><author>g1.globo.com</author><pubDate>31/01/2012 00:00:00 22:08:00</pubDate></item><item><title>Irã lança canal de TV internacional em espanhol</title><link>http://www.portalidiomas.com.br/idiomas/principal/noticia_view.asp?id=48129</link><description><![CDATA[O presidente iraniano, Mahmud Ahmadinejad, inaugurou uma emissora internacional em espanhol, a HispanTV, que terá programação 24 horas do dia, informou nesta terça-feira a televisão estatal iraniana.


"Viva Espanha, viva América Latina", afirmou em espanhol o presidente iraniano na cerimônia oficial de inauguração.


O presidente venezuelano, Hugo Chávez, aliado do Irã, enviou uma mensagem de felicitações que foi lida durante a cerimônia.


A emissora terá jornalistas iranianos, espanhóis e latino-americanos.


O novo canal integrará a rede de emissoras existentes, Press-TV (inglês), Al-Alam (árabe) e outras que exibem programas em 30 <a href="http://www.portalidiomas.com.br"><strong>idiomas</strong></a>, em particular francês, hebraico, turco, russo, curdo, armênio e inclusive chinês.


Nos últimos anos, o Irã desenvolveu suas relações com os países da América Latina provocando a irritação dos Estados Unidos, que tenta isolar Teerã do cenário internacional.


"A Hispan TV é a primeira emissora de TV de informação e entretenimento em espanhol, nascida no coração do Oriente Médio (...) com o objetivo de fortalecer os laços culturais com os países latinos", afirmou um comunicado divulgado em seu site.


O novo canal, financiado pelo governo iraniano, será transmitido em espanhol a partir de Teerã e pretende "chegar a milhões de pessoas na América Latina, Estados Unidos e Europa", com notícias, documentários e conteúdos de ficção 24 horas do dia.


Entre as primeiras coberturas informativas transmitidas pelo canal, que também é transmitido diretamente por seu site hispantv.com, estava em dezembro uma resposta do presidente venezuelano, Hugo Chávez, a críticas de seu colega americano, Barack Obama.


No início de janeiro, o presidente Ahmadinejad viajou a Venezuela, Nicarágua, Cuba e Equador, viagem muito criticada pelos Estados Unidos.


"Os noticiários da Hispan TV cobrirão de forma especial os acontecimentos de caráter internacional, especialmente todos aqueles que ocorrerem na América Latina, Irã e Oriente Médio", segundo um comunicado transmitido pelo novo canal.


Os temas tratados no site da HispanTV, criada há um ano, cobrirão uma variedade de questões internacionais, desde a suposta espionagem dos Estados Unidos no Irã até a crise financeira.


"A HispanTV nasce com uma grande vocação social, cujo principal objetivo é criar pontes de entendimento entre os povos do Irã, da América espanhola e do Oriente Médio, com a transmissão de conteúdos frequentemente ignorados por outros meios de comunicação", afirmou.

]]></description><author>g1.globo.com</author><pubDate>31/01/2012 00:00:00 22:05:00</pubDate></item><item><title>Inglês é fundamental para atuar em TI, dizem especialistas</title><link>http://www.portalidiomas.com.br/idiomas/principal/noticia_view.asp?id=48059</link><description><![CDATA[A conhecida carência de profissionais de TI com alta qualificação no Brasil fica mais grave quando as empresas contratantes precisam de um técnico que tenha inglês fluente ou avançado. Esta é a conclusão de especialistas ouvidos pela INFO.<br />
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De acordo com analistas de recrutamento, a necessidade de técnicos que falam inglês cresceu pois houve incremento no número de clientes estrangeiros atendidos pelas empresas nacionais. Há também a necessidade de aprender o idioma para saber lidar com softwares escritos em inglês e entender as especificações técnicas dos manuais e guias.<br />
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 &ldquo;O mercado de TI possui um significativo déficit de mão de obra qualificada. A dificuldade é ainda maior quando é necessário contratar um técnico com inglês fluente&rdquo;, diz Adriana Vasconcelos, gerente de recrutamento da IBM no Brasil.<br />
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Para a gerente, há tempos o inglês deixou de ser um adicional no currículo. Hoje, o idioma é um pré-requisito para os interessados em atuar na área de TI. &ldquo;Na verdade, as empresas somente precisam decidir e divulgar o nível de fluência que um determinado cargo exige&rdquo;, diz.<br />
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Adriana diz ainda que profissionais mais jovens, em geral, possuem bom nível de inglês, porém nem sempre detém amplos conhecimentos do mercado de TI.  No sentido oposto, os profissionais mais experientes, que dominam a área de mainframe, por exemplo, são pessoas tecnicamente qualificadas e de uma faixa etária mais avançada, mas que, poucas vezes têm inglês fluente. &ldquo;Na época de formação dessa geração, o inglês não era tão importante como hoje&rdquo;, diz.<br />
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Segundo Adriana, muitas pessoas na área de TI dizem ler e entender os manuais técnicos em inglês, mas não sabem explicar o conteúdo do que leram ao telefone em casos de problema técnico. "Quando há a necessidade deste profissional dar suporte por telefone ou por escrito em inglês, o resultado é insatisfatório", afirma. <br />
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Segundo Antonio Neto, presidente do Sindpd-SP (Sindicato dos Trabalhadores em Processamento de Dados e Tecnologia da Informação do Estado de São Paulo), embora o inglês seja fundamental para trabalhar com TI, muitos trabalhadores sabem o inglês apenas no nível técnico.<br />
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Neto defende, no entanto, que os profissionais da área invistam em qualificação. &ldquo;Atualmente, não há como escapar desta exigência. Todas as empresas pedem inglês, no mínimo, avançado&rdquo;, diz o sindicalista.<br />
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O presidente, no entanto, se queixa que o valor do investimento dos profissionais nem sempre é recompensado. &ldquo;O profissional é obrigado a ser fluente em uma língua estrangeira e, muitas vezes, depois de todo esse processo recebe um salário, em média, menor do que outros profissionais de áreas semelhantes como engenharia ou administração&rdquo;, reclama.<br />
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A falta de fluência no inglês, no entanto, pode tornar-se uma barreira muito séria para a evolução da carreira de um trabalhador. Mesmo que seja um ótimo técnico ou apresenta excelente comportamento e comprometimento, o profissional que não domina o inglês não conseguirá atingir postos mais elevados na hierarquia das empresas  e pode enfrentar dificuldades para obter recolocação quando decidir mudar de emprego.<br />
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Nas empresas mais desejadas do setor, como o Google, por exemplo, é impossível conseguiu um emprego sem ter fluência no inglês. Na avaliação de Ana Carolina Azevedo, gerente de recrutamento do Google para a América Latina, "a falta de inglês fluente continua sendo um grande fator de eliminação de bons profissionais".]]></description><author>info.abril.com.br</author><pubDate>30/01/2012 00:00:00 21:05:00</pubDate></item><item><title>Quicktionary, um scanner no formato de uma caneta que traduz 45 línguas diferentes</title><link>http://www.portalidiomas.com.br/idiomas/principal/noticia_view.asp?id=48058</link><description><![CDATA[O aplicativo do Google Translate para o seu iPhone pode ajudá-lo a não ficar tão perdido em outro país. Mas, o que fazer quando você precisa ler algo que está em um papel, sem tempo para digitar no seu celular e aguardar a tradução? Uma empresa chamada Wizcom promete um milagre. Melhor, promete fazer de um sonho realidade: uma caneta que traduz as línguas.<br />
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Ela se chama Quicktionary TS Premium e é um scanner portátil, no formato de uma caneta. O gadget pesa 75 gramas, lê sete <a href="http://www.portalidiomas.com.br"><strong>idiomas</strong></a> e tem a capacidade de armazenar mais de 20 mil linhas de texto. Tudo isso com uma qualidade de resolução de 400dpi. Obviamente, você não vai armazenar um livro inteiro em chinês, mas, para ler aquele artigo sobre como se alimentar de carne de cachorro, esse aparelho de tradução pode ser uma boa pedida.<br />
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O texto é exibido em uma tela touchscreen e também, em algumas línguas, há uma voz eletrônica que faz a leitura dos textos em uma caixa de som integrada. Via USB, o aparelho pode passar o conteúdo gravado para PDA's, smartphones, computadores e qualquer sistema que use Windows. A empresa diz que o TS Premium suporta fazer traduções para até 45 línguas, com 300 mil palavras cada.<br />
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Se você ficou interessado em adquirir o produto, é possível comprá-lo pela bagatela de US$ 289,95 pelo site oficial. Para o Brasil, contando as devidas taxas de importação, o produto sairá bem mais caro. Mas, se você viaja muito para países com línguas desconhecidas, fica a dica de um tradutor portátil e simpático.]]></description><author>techtudo.com.br</author><pubDate>30/01/2012 00:00:00 21:03:00</pubDate></item><item><title>Estudo detalha importância do inglês nos processos seletivos</title><link>http://www.portalidiomas.com.br/idiomas/principal/noticia_view.asp?id=47998</link><description><![CDATA[A Catho Online identificou por meio da Pesquisa dos Executivos 2011, realizada em abril deste ano, que ter conhecimento em um segundo idioma é um diferencial para os profissionais se destacarem dos concorrentes na busca de um novo emprego ou para uma vaga de promoção. A pesquisa contou com a participação de 46.067 respondentes.<br />
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A língua inglesa ainda é a preferida pelo mercado, uma vez que 80% das entrevistas em língua estrangeira são realizadas em inglês. O segundo idioma mais utilizado nas entrevistas é o espanhol, com 13%. <br />
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Apesar do idioma ser um diferencial no mercado de trabalho, tanto na conquista de uma vaga, quanto dentro da organização, apenas 11% dos candidatos conseguem se comunicar sem dificuldades em inglês, e destes, apenas 3,4% conseguem falar e entender fluentemente sobre qualquer assunto. <br />
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Mesmo sendo algo positivo para todos os níveis, é comum que em níveis hierárquicos maiores essa preocupação seja ainda mais evidente. Profissionais de alta gerência e diretoria tem maior necessidade de se expressar em inglês, no entanto já é possível identificar um número grande de estagiários dedicados à aprendizagem de <a href="http://www.portalidiomas.com.br"><strong>idiomas</strong></a>. <br />
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&ldquo;Esse crescimento de estagiários que possuem fluência em outros <a href="http://www.portalidiomas.com.br"><strong>idiomas</strong></a> é um reflexo de jovens de uma nova geração que já se preocupa com o futuro e se prepara para uma ascensão mais rápida no mercado&rdquo;, diz Adriano Meirinho, diretor de Marketing da Catho Online. <br />
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A pesquisa foi realizada no mês de abril de 2011. A análise contou com a opinião de 46.067 participantes, que responderam a um formulário online com 249 perguntas, questionando sobre três dimensões da vida do profissional. <br />
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Foram levadas em consideração apenas as respostas de profissionais que possuem mais de 16 anos, que trabalham para empresas privadas ou mistas e residentes no Brasil. A pesquisa é realizada pela Catho Online desde 1988.]]></description><author>uol.com.br</author><pubDate>27/01/2012 00:00:00 19:51:00</pubDate></item><item><title>Faturando com as letras</title><link>http://www.portalidiomas.com.br/idiomas/principal/noticia_view.asp?id=47997</link><description><![CDATA[Omercado de tradução está aquecido no país, principalmente em função das oportunidades de negócios nas áreas de transporte, TI, telecomunicações, energia e pré-sal. As companhias buscam posicionamento no exterior com a tradução de seus websites e com a conversão para <a href="http://www.portalidiomas.com.br"><strong>idiomas</strong></a> estrageiros de contratos e documentos nas mais diferentes áreas de conhecimento. <br />
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O Brasil também tem sediado mais congressos e seminários internacionais, ocupando o 7o lugar no ranking da Associação Internacional de Congressos e Convenções. Os principais <a href="http://www.portalidiomas.com.br"><strong>idiomas</strong></a> ainda são o inglês e o espanhol, somando 60% da demanda. Em seguida, estão o alemão e o francês. Esse movimento tem gerado maior procura das companhias por tradutores especializados. A faixa de salário de um profi ssional da área depende de sua capacidade de produção.<br />
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Os tradutores recebem por lauda (1 200 caracteres sem espaço e 25 linhas) e quanto mais produzem mais ganham. Um profi ssional experiente pode produzir de 80 a 100 laudas por mês (trabalhando de oito a dez horas por dia útil) e pode lucrar ainda mais caso se especialize em alguma área técnica, como a jurídica, ou na conversão de <a href="http://www.portalidiomas.com.br"><strong>idiomas</strong></a> raros, como o árabe. Os contratados, inicialmente, recebem 2 500 reais. Os já posicionados no mercado e com maior bagagem de conhecimento podem montar sua rede de contatos, trabalhando como freelance, chegando a ganhar até 15 000 reais por mês. É importante ter um bom conhecimento da língua-meta e a da língua-fonte, como se diz no jargão do meio. <br />
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"Apesar de não ser estritamente necessário, é desejável ter uma formação universitária na área de tradução", diz Paulo Henriques Britto, professor de letras da Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro. Apesar de a profi ssão não ser regulamentada, os aspirantes podem buscar informações sobre a área no Sindicato Nacional de Tradutores (Sintra), criado em 1988. <br />
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Com sede no Rio de Janeiro e nenhuma filial nos outros estados, o órgão conta hoje com 400 fi liados. Não há a exigência de diploma ou curso superior para se tornar tradutor. Porém, os departamentos de RH das empresas fazem diversos testes para comprovar a fl uência e o conhecimento do candidato, não valendo a fórmula mágica dos tradutores online.<br />
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ESPECIALIZE-SE</strong><br />
O australiano ANTHONY ROSENBERG, de 41 anos, chegou ao Brasil em 1992. Veio a passeio e acabou ficando. Estudioso de sua língua pátria, ele investiu em <a href="http://www.portaleducacao.com.br/educacao/cursos/cursos.asp"><strong>cursos</strong></a> de tradução, tornando-se referência no mercado. Especializado em traduções jurídicas e financeiras, Anthony hoje é contratado do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social. <br />
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Ele também é professor do curso de inglês jurídico na Fundação Getulio Vargas, e diz que não basta saber falar ou ler em inglês para se profissionalizar na área. "Se você quiser se especializar em tradução financeira e jurídica, precisa ler muito, estudar e praticar todo dia."]]></description><author>vocesa.abril.com.br</author><pubDate>27/01/2012 00:00:00 19:49:00</pubDate></item><item><title>Escola convencional ou bilíngue? Eis a questão</title><link>http://www.portalidiomas.com.br/idiomas/principal/noticia_view.asp?id=47996</link><description><![CDATA[A neces&shy;si&shy;dade de falar uma &shy;segunda lín&shy;gua para ter &shy;sucesso na vida pro&shy;fis&shy;sio&shy;nal é indis&shy;cu&shy;tí&shy;vel. &shy;Ciente dessa impor&shy;tân&shy;cia, o mer&shy;cado ofe&shy;rece cada vez mais alter&shy;na&shy;ti&shy;vas. Os <a href="http://www.portaleducacao.com.br/educacao/cursos/cursos.asp"><strong>cursos</strong></a> de lín&shy;guas ino&shy;vam na meto&shy;do&shy;lo&shy;gia e, há &shy;alguns anos, sur&shy;gi&shy;ram esco&shy;las bilín&shy;g&uuml;es, com a pro&shy;mes&shy;sa de um &shy;ensino mais efi&shy;ciente. A idéia é edu&shy;car crian&shy;ças e &shy;jovens em um outro &shy;idioma desde os pri&shy;mei&shy;ros anos de vida, para que assi&shy;mi&shy;lem a lín&shy;gua com natu&shy;ra&shy;li&shy;dade, em um &shy;ambiente de quase total imer&shy;são. <br />
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Uma das prin&shy;ci&shy;pais dúvi&shy;das na hora de esco&shy;lher entre uma &shy;escola con&shy;ven&shy;cio&shy;nal e uma bilín&shy;g&uuml;e é o medo de a &shy;segunda lín&shy;gua inter&shy;fe&shy;rir no apren&shy;di&shy;zado do por&shy;tu&shy;guês. Hoje se sabe que esse risco é &shy;mínimo. "A aqui&shy;si&shy;ção de um novo &shy;idioma cos&shy;tuma aju&shy;dar as crian&shy;ças a enten&shy;der a estru&shy;tura da lín&shy;gua-mãe, faci&shy;lita a assi&shy;mi&shy;la&shy;ção de &shy;outros idio&shy;mas e até &shy;melhora o desem&shy;pe&shy;nho esco&shy;lar, uma vez que as célu&shy;las cere&shy;brais ficam mais esti&shy;mu&shy;la&shy;das. A cria&shy;ti&shy;vi&shy;dade tam&shy;bém ganha, já que esses alu&shy;nos per&shy;ce&shy;bem desde cedo que há diver&shy;sas manei&shy;ras de se expres&shy;sar", diz Bette Rodri&shy;gues &shy;Roselli, pro&shy;fes&shy;sora do curso de for&shy;ma&shy;ção de pro&shy;fes&shy;so&shy;res de &shy;inglês para crian&shy;ças e ado&shy;les&shy;cen&shy;tes, da PUC de São Paulo. O que pode ocor&shy;rer são peque&shy;nas con&shy;fu&shy;sões de orto&shy;gra&shy;fia, que se des&shy;fa&shy;zem rapi&shy;da&shy;mente. Para evi&shy;tar o pro&shy;blema, o ideal é alfa&shy;be&shy;ti&shy;zar pri&shy;meiro em por&shy;tu&shy;guês e, só no ano &shy;seguinte, em &shy;inglês.<br />
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A velo&shy;ci&shy;dade com que uma &shy;criança &shy;pequena &shy;apren&shy;de uma &shy;segunda lín&shy;gua é inegá&shy;vel. Nos pri&shy;mei&shy;ros anos de vida, a quan&shy;ti&shy;dade de novi&shy;da&shy;des assi&shy;mi&shy;la&shy;das e re&shy;gis&shy;tra&shy;das pelo cére&shy;bro chega a ser impres&shy;sio&shy;nante. É muito maior que a capa&shy;ci&shy;dade de um &shy;adulto. As crian&shy;ças apren&shy;dem mais rapi&shy;da&shy;mente não só pelas carac&shy;te&shy;rís&shy;ti&shy;cas bio&shy;ló&shy;gi&shy;cas do cére&shy;bro, mas tam&shy;bém por fato&shy;res psi&shy;co&shy;ló&shy;gi&shy;cos e &shy;sociais, ou seja, pelos estí&shy;mu&shy;los."De um modo geral, a &shy;criança &shy;aprende por&shy;que é natu&shy;ral&shy;mente &shy;curiosa e moti&shy;vada", &shy;afirma Bette &shy;Roselli. Isso sig&shy;ni&shy;fica que, ao estar &shy;rodeada de estí&shy;mu&shy;los, o apren&shy;di&shy;zado &shy;ocorre de forma &shy;rápida e natu&shy;ral. A &shy;criança inte&shy;rage e assi&shy;mila o novo &shy;idioma sem se sen&shy;tir obri&shy;gada ou &shy;cobrada por isso. "Ao apren&shy;der a nova lín&shy;gua com uma fun&shy;ção real, que é de se comu&shy;ni&shy;car &shy;naquele &shy;ambiente, ela nem per&shy;cebe a dimen&shy;são do pro&shy;cesso", diz &shy;Eliana Rah&shy;mi&shy;le&shy;vitz, dire&shy;tora da &shy;Stance Dual, uma &shy;escola bilín&shy;g&uuml;e de São Paulo.<br />
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Fluência e Pronúncia impecáveis </strong><br />
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Nas déca&shy;das de 60 e 70, estu&shy;dan&shy;tes de lín&shy;guas se sen&shy;tiam frus&shy;tra&shy;dos ao sair da sala de aula e não con&shy;se&shy;guir levar &shy;adiante uma con&shy;versa mais ela&shy;bo&shy;rada ou enten&shy;der os diá&shy;lo&shy;gos de um filme. A sen&shy;sa&shy;ção era de &shy;dinheiro e tempo joga&shy;dos fora. Se o obje&shy;tivo dos pais é fazer os &shy;filhos se comu&shy;ni&shy;ca&shy;rem oral&shy;mente, as esco&shy;las bilín&shy;g&uuml;es de boa qua&shy;li&shy;dade dão resul&shy;tado. Os alu&shy;nos saem com fluên&shy;cia. A pro&shy;nún&shy;cia é outro ganho de quem &shy;aprende uma &shy;segunda lín&shy;gua bem cedo. Como o apa&shy;re&shy;lho fona&shy;dor ainda está em for&shy;ma&shy;ção, o sota&shy;que fica simi&shy;lar ao dos nati&shy;vos. Mas será que isso basta para o &shy;futuro?<br />
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Uma pes&shy;quisa con&shy;du&shy;zida na Ingla&shy;terra com 17 mil alu&shy;nos que cur&shy;sa&shy;vam aulas de fran&shy;cês mos&shy;trou que, após cinco anos, os ado&shy;les&shy;cen&shy;tes &shy;tinham um conhe&shy;ci&shy;mento mais pro&shy;fundo das estru&shy;tu&shy;ras da lín&shy;gua e um voca&shy;bu&shy;lá&shy;rio mais rico do que as crian&shy;ças meno&shy;res. Ou seja, ape&shy;sar da fluên&shy;cia e da pro&shy;nún&shy;cia, os peque&shy;nos pre&shy;ci&shy;sa&shy;riam, no &shy;futuro, mer&shy;gu&shy;lhar mais uma vez nos estu&shy;dos.<br />
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É incon&shy;tes&shy;tá&shy;vel que pas&shy;sando &shy;várias horas do dia num &shy;ambiente "&shy;montado" em outro &shy;idioma o apren&shy;di&shy;zado &shy;ocorre mais rapi&shy;da&shy;mente do que fre&shy;q&uuml;en&shy;tando duas aulas sema&shy;nais. Para &shy;Raquel Jelen Lam, pro&shy;prie&shy;tá&shy;ria da &shy;escola de &shy;inglês Red Bal&shy;loon, em São Paulo, a fluên&shy;cia de um aluno de uma &shy;escola bilín&shy;g&uuml;e cer&shy;ta&shy;mente apa&shy;rece mais cedo, por volta dos 10 anos de idade. Já nos seus estu&shy;dan&shy;tes (que pagam cerca de  300 reais men&shy;sais), essa habi&shy;li&shy;dade acon&shy;tece dois anos &shy;depois -período que ela con&shy;si&shy;dera insig&shy;ni&shy;fi&shy;cante nessa fase da vida: "Não &shy;altera nada no desem&shy;pe&shy;nho pro&shy;fis&shy;sio&shy;nal ou esco&shy;lar", &shy;afirma &shy;Raquel, que tra&shy;ba&shy;lha com &shy;ensino infan&shy;til desde 1969. Mui&shy;tos edu&shy;ca&shy;do&shy;res assi&shy;nam &shy;embaixo dessa teo&shy;ria. Para a maio&shy;ria, se não &shy;existe uma neces&shy;si&shy;dade real ou uma urgên&shy;cia em apren&shy;der a &shy;segunda lín&shy;gua, como a trans&shy;fe&shy;rên&shy;cia dos pais para um outro país, por exem&shy;plo, não há por&shy; que ter tanta &shy;pressa.  <br />
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<strong>Mensalidades salgadas</strong> <br />
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Há ainda &shy;outros pon&shy;tos a con&shy;si&shy;de&shy;rar ao deci&shy;dir em que tipo de &shy;escola matri&shy;cu&shy;lar seus &shy;filhos. Um deles é a &shy;maneira como as esco&shy;las bilín&shy;g&uuml;es ensi&shy;nam o por&shy;tu&shy;guês e &shy;outras maté&shy;rias fun&shy;da&shy;men&shy;tais para a apro&shy;va&shy;ção no ves&shy;ti&shy;bu&shy;lar. Não se pode per&shy;der de vista que esta&shy;mos no Bra&shy;sil. É pre&shy;ciso ana&shy;li&shy;sar como estru&shy;tu&shy;ram o cur&shy;rí&shy;culo. Mui&shy;tas vezes, a &shy;escola se diz bilín&shy;g&uuml;e ape&shy;nas por ofe&shy;re&shy;cer a carga horá&shy;ria de um &shy;segundo &shy;idioma um pouco maior. O que não sig&shy;ni&shy;fica que os alu&shy;nos &shy;fiquem imer&shy;sos na outra lín&shy;gua.<br />
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Fora a qua&shy;li&shy;dade do &shy;ensino em si, os pais pre&shy;ci&shy;sam levar em conta o tipo de &shy;ambiente que pro&shy;cu&shy;ram. As esco&shy;las bilín&shy;g&uuml;es &shy;atraem um &shy;público de ní&shy;vel socio&shy;econômico alto. As men&shy;sa&shy;li&shy;da&shy;des che&shy;gam ao dobro das cobra&shy;das em colé&shy;gios con&shy;ven&shy;cio&shy;nais. Pais e &shy;filhos devem se pre&shy;pa&shy;rar para essa rea&shy;li&shy;dade. <br />
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Como em qual&shy;quer outro campo da edu&shy;ca&shy;ção, os pais têm papel fun&shy;da&shy;men&shy;tal no apren&shy;di&shy;zado de uma &shy;segunda lín&shy;gua. Não é neces&shy;sá&shy;rio que a famí&shy;lia con&shy;verse em outro &shy;idioma, mas ela pre&shy;cisa deixá-lo apa&shy;re&shy;cer em casa. É que os peque&shy;nos apren&shy;dem com faci&shy;li&shy;dade, mas tam&shy;bém per&shy;dem o conhe&shy;ci&shy;mento adqui&shy;rido com rapi&shy;dez, caso não seja uti&shy;li&shy;zado. "A &shy;criança bra&shy;si&shy;leira raramente precisa usar a &shy;segunda lín&shy;gua, e isso pode ser muito frus&shy;trante para ela", &shy;alerta Bette &shy;Roselli, da PUC. Para os pais que não falam o &shy;segundo &shy;idioma, a reco&shy;men&shy;da&shy;ção é pro&shy;vi&shy;den&shy;ciar pro&shy;gra&shy;mas de TV, fil&shy;mes, músi&shy;cas ou &shy;livros para os &shy;filhos.<br />
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Outra opção são as esco&shy;las inter&shy;na&shy;cio&shy;nais, que aten&shy;dem famí&shy;lias de diplo&shy;ma&shy;tas e expa&shy;tria&shy;dos. A maio&shy;ria segue o cur&shy;rí&shy;culo do outro país total&shy;mente no seu &shy;idioma, acom&shy;pa&shy;nha o calen&shy;dá&shy;rio de &shy;férias e feria&shy;dos de lá e, em por&shy;tu&shy;guês, ofe&shy;rece ape&shy;nas aulas de língua por&shy;tu&shy;guesa, geo&shy;gra&shy;fia e his&shy;tó&shy;ria do Bra&shy;sil. Nes&shy;sas ins&shy;ti&shy;tui&shy;ções, o apren&shy;di&shy;zado da &shy;segunda lín&shy;gua &shy;ocorre ainda mais rapi&shy;da&shy;mente, pois todas as ati&shy;vi&shy;da&shy;des são rea&shy;li&shy;za&shy;das nela - inclu&shy;sive a pri&shy;meira alfa&shy;be&shy;ti&shy;za&shy;ção. Mas é impor&shy;tante res&shy;sal&shy;tar que mui&shy;tas não têm uma preo&shy;cu&shy;pa&shy;ção sig&shy;ni&shy;fi&shy;ca&shy;tiva com o ves&shy;ti&shy;bu&shy;lar, já que um &shy;grande &shy;número de seus alu&shy;nos &shy;deseja cur&shy;sar uma uni&shy;ver&shy;si&shy;dade fora do país.]]></description><author>educarparacrescer.abril.com.br</author><pubDate>27/01/2012 00:00:00 19:39:00</pubDate></item><item><title>Taxistas de Rio das Ostras recebem cursos de idiomas e gestão de negócios</title><link>http://www.portalidiomas.com.br/idiomas/principal/noticia_view.asp?id=47931</link><description><![CDATA[Os 50 taxistas de Rio das Ostras estão aprendendo a falar inglês e espanhol. Os profissionais vão aprender, em três meses, expressões mais comuns ao dia-dia, para ajudar no transporte de turistas. A prefeitura também oferecerá ao grupo um curso de gestão de negócios, em parceria com o SEBRAE.]]></description><author>extra.globo.com</author><pubDate>26/01/2012 00:00:00 20:30:00</pubDate></item><item><title>Shoppings de SE ofertam serviços médicos e cursos de idiomas</title><link>http://www.portalidiomas.com.br/idiomas/principal/noticia_view.asp?id=47930</link><description><![CDATA[Agora ir ao shopping não é mais sinônimo de passear ou realizar compras. Neles podem ser feitos uma diversidade de serviços: pagar contas, enviar correspondência, cursar uma escola de <a href="http://www.portalidiomas.com.br"><strong>idiomas</strong></a>, além de se consultar em uma clínica. Ao caminhar por alguns shoppings da Grande Aracaju essas e outras facilidades podem ser encontradas, como mostrou a reportagem do Bom Dia Sergipe desta quinta-feira (26).<br />
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Ao se deslocar com frequência para os shoppings, alguns sergipanos, aproveitam para utilizar os diversos serviços ofertados. O vendedor Jéferson Fernando busca pelo menos uma vez por semana realizar questões pessoais oferecidos pelos shoppings.<br />
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 &ldquo;Algumas pendências relacionados a carteira de motorista e documentação do carro, eu procuro resolver no Detran situado no shopping, pois além desse serviço ele me possibilita o pagamento de faturas bancárias, facilidade que me traz muito comodismo", diz Jéferson.<br />
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Os números de serviços são cada vez maiores. A oferta de atendimento médico é um bom exemplo do surgimento desses novos serviços. Segundo o médico, proprietário, José Siqueira, a necessidade de mercado. &ldquo;Foi avaliado que Nossa Senhora do Socorrro, por ser uma cidade da Grande Aracaju, havia uma demanda de saúde desse nível&rdquo;.<br />
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"A quantidade de pacientes ainda é pouca, mas a expectativa é de realizar 200 atendimentos, em especialidades como: gastrologia, cardiologia, endocrinologia, ginecologia obstetrícia, pediatria, <a href="http://www.portalodontologia.com.br"><strong>odontologia</strong></a> e ortodontia", destaca o médico.<br />
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Outro serviço que feito a quem vai ao shopping é o aprendizado em <a href="http://www.portaleducacao.com.br/educacao/cursos/cursos.asp"><strong>cursos</strong></a> de <a href="http://www.portalidiomas.com.br"><strong>idiomas</strong></a>. Em um dos shoppings da capital o serviço é oferecido há alguns anos. O curso conta todo ano com uma quantidade de mil alunos.]]></description><author>g1.globo.com</author><pubDate>26/01/2012 00:00:00 20:27:00</pubDate></item><item><title>'O Artista', o Ovni do cinema francês à conquista de Hollywood</title><link>http://www.portalidiomas.com.br/idiomas/principal/noticia_view.asp?id=47818</link><description><![CDATA[<font face="Arial">&ldquo;O Artista&quot;, um filme singular na paisagem da produ&ccedil;&atilde;o francesa, confirmou nesta ter&ccedil;a-feira, com 10 indica&ccedil;&otilde;es ao Oscar, seu fabuloso destino 'hollywoodiano', fruto de uma longa &quot;campanha eleitoral&quot; orquestrada pelo distribuidor americano do filme Harvey Weinstein.<br />
<br />
Esta coleta hist&oacute;rica de indica&ccedil;&otilde;es aos Oscar, para um filme franc&ecirc;s, est&aacute; acompanhada, al&eacute;m disso, por uma visibilidade in&eacute;dita da Fran&ccedil;a nas produ&ccedil;&otilde;es em competi&ccedil;&atilde;o, com tr&ecirc;s delas tendo Paris como cen&aacute;rio: &quot;A inven&ccedil;&atilde;o de Hugo Cabret&quot;, de Martin Scorsese, &quot;Meia-noite em Paris&quot;, de Woody Allen - na disputa pelo melhor filme -, e o longa-metragem de anima&ccedil;&atilde;o franc&ecirc;s &quot;Um gato em Paris&quot;.<br />
<br />
Homenagem aos filmes mudos americanos, rodados nos est&uacute;dios m&iacute;ticos de Hollywood, Warner e Paramount, mas com 100% de capital franc&ecirc;s, &quot;O Artista&quot; &eacute; considerada uma obra singular do mundo moderno.<br />
<br />
Para um melhor controle, o produtor Thomas Langmann e sua empresa La Petite Reine criaram uma filial americana, a Barbes Brothers, que garantiu toda a filmagem fora da Fran&ccedil;a, antes da volta do filme ao pa&iacute;s para a edi&ccedil;&atilde;o final.<br />
<br />
Filmado entre setembro e novembro de 2010 com um or&ccedil;amento estimado em um pouco mais de 9 milh&otilde;es de euros, toda a <a href="http://www.esteticacursos.com.br/"><strong>est&eacute;tica</strong></a> visual de &quot;O Artista&quot; remete aos filmes mudos dos gloriosos anos 1920. Mas &eacute; mudo para o espectador, n&atilde;o para a equipe, pelo que a produ&ccedil;&atilde;o hesitou sobre a l&iacute;ngua a ser adotada.<br />
<br />
&quot;No come&ccedil;o, n&atilde;o sab&iacute;amos se o financiamento dado pelo Centro Nacional de Cinematografia exigia o uso do franc&ecirc;s, pelo que, na d&uacute;vida, todos os atores franceses falavam franc&ecirc;s&quot;, explicou &agrave; AFP Antoine de Cazotte, dono da Barbes Brothers, em Los Angeles.<br />
<br />
&quot;Mas isso n&atilde;o tinha sentido, uma vez que o filme passava em Hollywood e que uma parte do elenco &eacute; de l&iacute;ngua inglesa. Prosseguimos, ent&atilde;o, em ingl&ecirc;s e, algumas vezes, usamos uma linguagem inventada&quot;, acrescentou.<br />
<br />
Para a entrega dos Oscar, o idioma de um filme ou sua nacionalidade n&atilde;o s&atilde;o determinantes para a indica&ccedil;&atilde;o - mesmo se, na pr&aacute;tica, os mais premiados sejam anglo-sax&otilde;es, em maioria.<br />
<br />
O regulamento estipula que &quot;os filmes de todos os pa&iacute;ses s&atilde;o eleg&iacute;veis no conjunto de categorias&quot;, por menos que tenham sido apresentados em salas de Los Angeles na semana anterior ao dia 31 de dezembro do ano que precede &agrave; cerim&ocirc;nia de premia&ccedil;&atilde;o, e com legendas em ingl&ecirc;s.<br />
<br />
Nos Estados Unidos, a distribui&ccedil;&atilde;o &eacute; garantida pela The Weinstein Company, a empresa dos irm&atilde;os Weinstein, mestres da arte de colecionar os Oscar. Foram eles que se encarregaram da longa &quot;campanha&quot; que traz seus frutos hoje.<br />
<br />
&quot;Harvey Weinstein fez um trabalho incr&iacute;vel. A forma com que ele apresenta o filme ao p&uacute;blico, sob seu melhor aspecto e no melhor momento, &eacute; muito forte&quot;, declarou Michel Hazanavicius &agrave; AFP na noite da vit&oacute;ria no Golden Globes, O Globo de Ouro, na semana passada.<br />
<br />
Houve participa&ccedil;&atilde;o da equipe em numerosos acontecimentos em Hollywood, o que foi seguido de publicidade na imprensa e na televis&atilde;o, proje&ccedil;&otilde;es, encontros com a fina flor da ind&uacute;stria cinematogr&aacute;fica... como de h&aacute;bito, Weinstein n&atilde;o poupou os meios para dar a &quot;The Artist&quot; uma visibilidade que o tornou, hoje, um dos favoritos ao Oscar.<br />
<br />
O diretor pode, al&eacute;m disso, congratular-se com o fato de que Weinstein, conhecido pela propens&atilde;o a cortes nos filmes antes de distribu&iacute;-los, n&atilde;o tenha feito nenhuma cr&iacute;tica. &quot;Ele n&atilde;o retirou nenhuma imagem&quot;, comentou. &quot;N&atilde;o mudou uma s&oacute; nota da trilha sonora, nem uma palavra do cartaz. Ele me disse apenas: o &uacute;nico defeito deste filme &eacute; que n&atilde;o tenho nada que mudar&quot;. <br />
</font>]]></description><author>noticias.yahoo.com</author><pubDate>24/01/2012 00:00:00 20:08:00</pubDate></item><item><title>Google Tradutor ganha suporte ao iPad e melhorias no Android</title><link>http://www.portalidiomas.com.br/idiomas/principal/noticia_view.asp?id=47817</link><description><![CDATA[<font face="Arial">O Google atualizou o aplicativo Google Tradutor para o iOS, introduzindo suporte nativo para o iPad. Diferentemente da versão anterior que tinha suporte apenas para o iPhone, o aplicativo agora vai tirar proveito do grande display do tablet da Apple para deixar a tradução de texto mais fácil.<br />
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O Google Tradutor 1.3.0 já está disponível gratuitamente na App Store e permite que você traduza textos entre 63 línguas diferentes, escute traduções em voz alta e salve traduções para o acesso fácil e visualizações offline.<br />
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Exceto pelo suporte para o iPad, a atualização do Google Tradutor não oferece nada de novo. Na verdade, você pode inclusive achar o suporte ao iPad um pouco decepcionante, afinal, ele é literalmente o mesmo aplicativo do iPhone, só que maior. O aplicativo precisa de conexão com a internet para traduções e do iOS 3.0 ou posterior para funcionar. Você pode baixá-lo aqui.<br />
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Já a atualização para o Android é um pouco mais empolgante, pois agora os usuários poderão usar o reconhecimento de escrita manual para caracteres chineses e japoneses. Você também pode habilitar esse recurso para inglês, francês, italiano, alemão e espanhol, mas é provavelmente mais útil tentar descobrir o significado de uma palavra em japonês do que traduzir manualmente em inglês. No caso das línguas asiáticas, o aplicativo pode inclusive traduzir os caracteres individualmente.<br />
<br />
Nesta nova versão do aplicativo, um ícone de um lápis vai representar a escrita manual ao lado do ícone do microfone, usado para ativar o recurso de reconhecimento de voz. O reconhecimento de fala muitas vezes pode vir a calhar, mas como em algumas situações não se sabe a pronúncia correta das palavras, esse rescurso deve ser de grande ajuda. <br />
<br />
Principalmente no caso de <a href="http://www.portalidiomas.com.br"><strong>idiomas</strong></a> asiáticos, que você não pode digitar, e por isso precisaria escrever o símbolo.<br />
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Para rodar a nova versão do Google Tradutor no Android é preciso ter pelo menos um smartphone ou tablet com Android 1.5. Não se sabe quando o iOS receberá o mesmo recurso.<br />
</font>]]></description><author>techtudo.com.br</author><pubDate>24/01/2012 00:00:00 20:06:00</pubDate></item><item><title>Androide fluente em 20 línguas é comparado ao robô de 'Star Wars'</title><link>http://www.portalidiomas.com.br/idiomas/principal/noticia_view.asp?id=47816</link><description><![CDATA[<font face="Arial">Um rob&ocirc; que dan&ccedil;a, recita poemas de Shakespeare e imita outros rob&ocirc;s famosos chamou a aten&ccedil;&atilde;o do p&uacute;blico na feira de inform&aacute;tica e <a href="http://www.tecnologiacursos.com.br"><strong>tecnologia</strong></a> &ldquo;CeBIT&rdquo;, que acontece durante esta semana na Alemanha. O &ldquo;RoboThespian&rdquo; &eacute; fluente em 20 l&iacute;nguas &ndash; incluindo chin&ecirc;s &ndash;, por isso, ele &eacute; comparado ao &ldquo;C3PO&rdquo;, rob&ocirc; mundialmente famoso pela s&eacute;rie &ldquo;Star Wars&rdquo;.<br />
<br />
Durante a feira, quando algum visitante se aproximava do rob&ocirc; para tirar um foto, ele sentia a presen&ccedil;a da pessoa e se virava para tentar beij&aacute;-la. O &ldquo;RoboThespian&rdquo; pode ser comprado por US$ 90 mil. &ldquo;O que &eacute; &uacute;nico sobre o rob&ocirc; &eacute; que ele consegue fazer quase todos os movimentos de um ser humano&rdquo;, disse Will Jackson, diretor da empresa que o desenvolveu.<br />
<br />
A &quot;CeBIT&quot; &eacute; uma das maiores feiras internacionais de novas tecnologias. No evento, 4,2 mil expositores, entre eles a Microsoft, Epson e Oracle, v&atilde;o apresentar at&eacute; 5 de mar&ccedil;o os &uacute;ltimos avan&ccedil;os em computadores, telefones celulares, videogames, softwares e hardwares. </font>]]></description><author>g1.globo.com</author><pubDate>24/01/2012 00:00:00 20:02:00</pubDate></item><item><title>Ser bilíngue pode atrasar sintomas da doença de Alzheimer</title><link>http://www.portalidiomas.com.br/idiomas/principal/noticia_view.asp?id=47734</link><description><![CDATA[<p><font face="Arial">Dominar uma segunda língua pode atrasar os sintomas da doença de Alzheimer, segundo cientistas em informação do site do jornal britânico Daily Mail. Embora a pesquisa seja focada no bilinguismo a longo prazo, cientistas afirmam que pessoas que lidam com uma nova língua no decorrer da vida também são beneficiadas. <br />
<br />
"Quanto mais proeficiente você se tornar, melhor, mas até pouca coisa já ajuda", disse Ellen Bialystock, professora de <a href="http://www.psicologiavirtual.com.br"><strong>psicologia</strong></a> na Universidade York, em Toronto, ao jornal britânico "Daily Mail". </font></p>
<p><font face="Arial">Grande parte do estudo é centrado em bebês. Os cientistas tentam entender por que falar duas línguas com crianças permite a elas aprender ambas no mesmo tempo em que a maioria dos bebês consegue aprender apenas uma.</font></p>
<p><font face="Arial">Foram estudados 450 pacientes com Alzheimer. Metade era bilíngue e o resto monolíngue. Os pacientes bilíngues tiveram sintomas de Alzheimer diagnosticados entre quatro e cinco anos depois que os pacientes que só falava uma língua, segundo o que foi dito por cientistas na reunião anual da Associação Americana para o Avanço da Ciência. </font></p>
<p><font face="Arial">Ser bilíngue, no entanto, não previne a doença de Alzheimer. Mas o estudo mostrou que pacientes que falam mais de uma língua conseguiram lidar melhor com a doença uma vez que ela apareceu, retardando seus efeitos. </font></p>]]></description><author>noticias.terra.com.br</author><pubDate>23/01/2012 00:00:00 19:55:00</pubDate></item><item><title>Pensando no futuro, pais investem na educação bilíngue dos filhos.</title><link>http://www.portalidiomas.com.br/idiomas/principal/noticia_view.asp?id=47733</link><description><![CDATA[<font face="Arial">Mãe brasileira, pai norueguês e professores ingleses. Foi em meio a essa realidade que Cláudia Storvik criou a filha, hoje com 13 anos. "Sempre soube que ela iria crescer escutando três línguas diferentes: português, norueguês e inglês", conta a advogada moradora de Londres, na Inglaterra. Cláudia sempre lidou de forma natural com situação peculiar da família, mas comenta que muitos pais que vivem em condições semelhantes não encaram de forma tranquila. "Eles têm medo que a criança não fale, que comece a falar muito tarde ou que fique confusa com mais de uma língua", diz. <br />
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Porém, o que é motivo de receio para muitos pais no exterior têm se tornado uma opção atrativa para aqueles que permanecem no Brasil. O ensino bilíngue ou multilíngue - que é caracterizado quando uma criança é alfabetizada em duas ou mais línguas, respectivamente - não é mais realidade somente para crianças que vivem em outro país. <br />
<br />
"Com a globalização, a internet e o crescimento da necessidade do uso do inglês no trabalho e na comunicação, os responsáveis têm demandado melhores resultados linguísticos de seus filhos", afirma Vanessa Tenório, sócia do Systemic Bilingual de Ensino, empresa especializada em implementar educação bilíngue em escolas. <br />
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Vanessa enxergou o potencial do ensino bilíngue no país em 1998, quando fundou a empresa com a irmã Fátima. Utilizando um método que aplica o inglês de cinco a dez horas semanais para trabalhar matérias escolares como matemática, ciências, história, geografia, artes e outras, a mestre em Educação começou a implementar o modelo em escolas particulares de São Paulo. <br />
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Em 2010, o programa foi inserido em quatro escolas privadas, duas em São Paulo, uma no Rio Grande do Norte e a última em Minas Gerais. Neste ano, o número aumentou para 40 colégios privados em 12 Estados no Brasil. <br />
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Por não possuir legislação específica e nem dados oficiais, o número de escolas bilíngues no Brasil ainda é incerto. Contudo, Lyle Gordon French, ex-diretor pedagógico da Escola Cidade Jardim/PlayPen (SP) fez um mapeamento dessas instituições de ensino durante os anos de 2007 e 2009, e concluiu que o número de escolas bilíngues cresceu 24% em apenas dois anos. De acordo com a apuração, eram 149 colégios no ano de 2007 e 180 em 2009. <br />
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"A questão é que a velha fórmula do inglês oferecido no colégio, que é somente o estudo da estrutura da língua, nunca levou a resultados palpáveis em termos do uso efetivo da língua para a comunicação fluente", explica Vanessa. Para ela, o que os pais buscam é uma fluência dos pequenos, principalmente na língua inglesa. <br />
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"O ensino bilíngue consegue isso, uma vez que trata a língua estrangeira como um meio de comunicação efetiva dentro de um contexto, seja em uma aula de culinária, matemática ou história". <br />
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A paulista Lilian da Silva Santos colocou a filha Marina em uma escola bilíngue já no primeiro ano de idade. Hoje, com 7 anos, a menina já consegue se comunicar de forma fluente em inglês e em português. "Eu e meu marido sofremos para aprender um pouco de inglês nos velhos cursinhos de <a href="http://www.portalidiomas.com.br"><strong>idiomas</strong></a>. Gostaríamos que nossa filha aprendesse de maneira mais tranquila a língua, pois o inglês é essencial na vida acadêmica e profissional", conta a terapeuta ocupacional. <br />
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Aprender outro idioma antes dos 6 anos facilita fluência<br />
No pátio do Colégio Friburgo, em São Paulo, uma turma da segunda série é separada em grupos de quatro. Em seguida, a professora entrega uma cartolina para cada grupo com caixas de tinta e canetinhas coloridas. Os alunos são instruídos a pintar os círculos desenhados conforme a cor descrita. A atividade seria algo ordinário não fosse o idioma falado fluentemente pela professora e os pequenos alunos: o inglês. <br />
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O exemplo da aula bilíngue da escola Friburgo comprova um fato explicado por Ricardo Sch&uuml;tz, pesquisador do ensino de inglês e criador do site English Made in Brazil: as crianças se adaptam ao idioma para conseguir se comunicar. Criando a filha em Londres e falando com ela em português em casa, Cláudia Storvik confirma a tese. "Desde o nascimento de nossa filha, eu falava português com ela, e meu marido, que é norueguês, falava a sua língua materna. Usávamos o famoso sistema &iquest;one parent, one language&iquest; (um pai, uma língua)", conta explicando que somente tomavam o cuidado de sempre falar com a filha no mesmo idioma: a mãe em português e o pai em norueguês. "Assim ela sabia que, para se comunicar comigo, precisava falar em português, com o pai, em norueguês, e na escola, em <br />
inglês", conta. <br />
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Cláudia afirma que a filha começou a falar com 10 meses de vida. "No começo, ela misturava as palavras, mas isso é normal e não é sinal de confusão. No início, a criança pode usar palavras das várias línguas indiscriminadamente, como minha filha fazia, porque seu principal objetivo é se comunicar. Mas uma vez que seu vocabulário cresce, o uso de cada língua passa a ser sistemático", explica. <br />
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No site English Made in Brazil, que publica artigos e estudos científicos sobre o aprendizado de <a href="http://www.portalidiomas.com.br"><strong>idiomas</strong></a>, Sch&uuml;tz descreve que o estudo antes dos 6 anos de idade é o que torna a criança fluente em um idioma. Ele afirma que os dois hemisférios cerebrais desempenham diferentes funções - o lado esquerdo é lógico e analítico, enquanto o direito é criativo e especializado em percepção e construção de conhecimento. O hemisfério direito seria, por assim dizer, a porta de entrada das experiências e a área de processamento para transformá-las em conhecimento. <br />
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O pesquisador explica que, no cérebro de uma criança, os dois hemisférios estão mais interligados do que no cérebro de um adulto, o que significa que este é o melhor período da vida para se aprender qualquer coisa, incluindo <a href="http://www.portalidiomas.com.br"><strong>idiomas</strong></a>. Com isso, a assimilação da língua ocorreria via hemisfério direito para ser sedimentada no hemisfério esquerdo como habilidade permanente, a tão desejada fluência. <br />
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Ainda de acordo com ele, a maior separação dos dois hemisférios ocorre a partir da puberdade, por volta dos 12 anos de idade, ou seja, depois disso, se torna cada vez mais difícil tornar-se fluente em outras línguas. O auge da comunicação entre as duas partes do cérebro ocorre do primeiro ao sexto ano de vida, daí a facilidade das crianças em aprender novos <a href="http://www.portalidiomas.com.br"><strong>idiomas</strong></a>. <br />
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Escolas bilíngues são mais caras<br />
Porém, os pais que querem propiciar uma alfabetização para os filhos em dois <a href="http://www.portalidiomas.com.br"><strong>idiomas</strong></a> precisam se preparar para os custos elevados. Segundo Vanessa Tenório, esses colégios geralmente são mais caros porque a carga horária é superior e porque demandam a contratação de profissionais mais especializados. <br />
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Segundo a especialista, essas escolas costumam ter mais horas de aula por dia, mas na educação infantil é comum lecionar uma aula do currículo padrão no segundo idioma, sem acrescentar mais tempo no colégio. "O conceito é usar a língua como meio de comunicação, e não como fim", diz ela, explicando que o ensino bilíngue não compreende aulas sobre o idioma estrangeiro, mas assuntos diversos lecionados em um outro idioma além do português. "Só assim em nível subconsciente que o aluno vai poder se tornar fluente um dia", finaliza.<br />
</font>]]></description><author>noticias.terra.com.br</author><pubDate>23/01/2012 00:00:00 19:48:00</pubDate></item><item><title>Escolas Estaduais da região de Bauru, SP, oferecem curso de idioma </title><link>http://www.portalidiomas.com.br/idiomas/principal/noticia_view.asp?id=47671</link><description><![CDATA[<p><font face="Arial">Os alunos da rede pública estadual têm ótima oportunidade na região de Bauru, no interior de São Paulo. Algumas escolas estaduais oferecem <a href="http://www.portaleducacao.com.br/educacao/cursos/cursos.asp"><strong>cursos</strong></a> de <a href="http://www.portalidiomas.com.br"><strong>idiomas</strong></a> gratuitos. Na cidade tem curso de inglês, espanhol, francês e japonês. As inscrições vão até 1º de fevereiro.</font></p>
<p><font face="Arial">Segundo a Diretora Regional de Ensino, Gina Sanches, a unidade João Batista Ribeiro, em Agudos, Vera Braga, em Lençóis Paulista e Christino Cabral, em Baruru disponibilizam os <a href="http://www.portaleducacao.com.br/educacao/cursos/cursos.asp"><strong>cursos</strong></a>.</font></p>
<p><font face="Arial">Os alunos interessados devem ir até as instituições com cópia de RG, certidão de nascimento e atestado escolar. É preciso estar matriculado na rede pública estadual e cursar a partir do sétimo ano.</font></p>
<p><font face="Arial">As aulas acontecem no contra turno, ou seja, os horários não coincidem com o horário de aulas, não interferindo no estudo dos alunos. Cada escola tem seu horário e as informações devem ser obtidas diretamente nas instituições.</font></p>
<p><font face="Arial">Serviço<br />
Escola Estadual Christino Cabral<br />
Rua Gerson França, 19-165 &ndash; Centro<br />
(14)3223-3855 ou 3227-4664<br />
</font></p>]]></description><author>g1.globo.com</author><pubDate>20/01/2012 00:00:00 19:32:00</pubDate></item><item><title>Descoberta de cartas de Voltaire expõem suas influências inglesas</title><link>http://www.portalidiomas.com.br/idiomas/principal/noticia_view.asp?id=47670</link><description><![CDATA[<font face="Arial">Uma coleção de 14 cartas do escritor francês François Marie Arouet, mais conhecido como Voltaire, não descobertas até o momento lançam luz sobre as estreitas relações do autor com a aristocracia inglesa.<br />
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As mensagens, encontradas pelo professor da Universidade de Oxford Nicholas Cronk, representa um avanço na compreensão dos filólogos sobre as influências que Voltaire teve durante seus anos na Inglaterra e de como foram criadas suas obras, informa nesta sexta-feira (20) a BBC.<br />
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Em uma delas, o escritor, historiador e filósofo chega até a abandonar a forma francesa de seu nome, François, e assina como Francis Voltaire, algo que nunca tinha sido registrado até agora.<br />
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Cronk descobriu estas mensagens enquanto pesquisava na biblioteca pública de Nova York, e nas da Universidade de Morgan e da Universidade de Columbia, nos Estados Unidos.<br />
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"Voltaire passou dois anos muito importantes, mas relativamente pouco documentados na Inglaterra, por volta dos seus 30 anos, em uma época na qual era mais conhecido como poeta", explicou Cronk à BBC.<br />
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Durante sua estadia, o autor de "Cândido", "O ingênuo" e "Tratado sobre a tolerância" expôs suas ideias sobre os escritores ingleses e quando voltou à Europa continental levou consigo o empirismo, que depois constituiu a base do Iluminismo, detalhou Cronk.<br />
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"Além disso, estas cartas recém-descobertas são muito interessantes porque mostram como a estreita relação de Voltaire com a aristocracia inglesa o expôs às ideias iluministas, e nos ajudam a reconstruir a natureza dessas interações", acrescentou o professor da faculdade de Idiomas Modernos e Medievais.<br />
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Estas relações com pessoas ricas e poderosas são, de acordo com Cronk, responsáveis por fazer Voltaire crescer na alta sociedade inglesa, já que ele chegou "como um poeta pouco conhecido com uma carta de recomendação do embaixador britânico em Paris".<br />
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Segundo o especialista, ainda restariam milhares de cartas de Voltaire para serem encontradas.<br />
</font>]]></description><author>g1.globo.com</author><pubDate>20/01/2012 00:00:00 19:28:00</pubDate></item><item><title>Uma brasileira no topo do iTunes </title><link>http://www.portalidiomas.com.br/idiomas/principal/noticia_view.asp?id=47601</link><description><![CDATA[Aos seis anos, uma moreninha magrela e falante já chamava a atenção da vizinhança na pacata São João Del Rei, interior de Minas Gerais, com sua banquinha, alugando gibis e vendendo de pipoca a brinquedos fora de uso. 

Aos 12, comprou briga com o gerente da cantina porque resolveu vender sanduíches naturais dentro da escola - insistente, levou a barraquinha para o lado de fora. Ela acabou se formando em <a href="http://www.portaldireito.com.br"><strong>Direito</strong></a>, fazendo mestrado em gerência política na George Washington University, uma das mais prestigiadas nessa área, mas o sangue libanês, uma hora, falou mais alto. 

Hoje, aos 33 anos, Sarah Calil Gontijo é presidente da Hello-Hello, criadora do aplicativo de mesmo nome, um dos primeiros para ensino de <a href="http://www.portalidiomas.com.br"><strong>idiomas</strong></a>, que se tornou também dos mais baixados do iTunes em vários países, incluindo o Brasil.

A Hello-Hello nasceu por acaso, em 2009, com um site gratuito de <a href="http://www.portalidiomas.com.br"><strong>idiomas</strong></a> que evoluiu para uma desenvolvedora de aplicativos para celulares e tablets. Na época, Sarah tinha acabado de acertar um trabalho como voluntária na campanha de Barack Obama. Era tudo o que uma estrangeira de 31 anos, recém-saída de um mestrado em política, poderia querer. Mas o destino colocou na sua vida um americano com ascendência indiana e tudo mudou. 

"Me interessei pela cultura dele, quis aprender indiano, mas só encontrava aqueles CDs como opção", conta Sarah. "Foi aí que pensei: por que não inventam um jeito mais moderno de ensino de <a href="http://www.portalidiomas.com.br"><strong>idiomas</strong></a>?".

Início. O novo amigo - que veio a se tornar seu futuro sócio e único investidor (ele já tinha uma empresa bem sucedida de educação à distância nos EUA, com 4,5 mil funcionários) - sugeriu que ela mesma criasse o negócio. Sarah largou a política e montou o site de <a href="http://www.portalidiomas.com.br"><strong>idiomas</strong></a>, inicialmente com apenas um programador. Em janeiro de 2010, com US$ 150 mil no bolso, mudava-se para Nova Délhi para montar a operação. "A Índia tem mão de obra preparada e custo pelo menos 70% inferior ao dos EUA", diz. 

O timing era perfeito. O primeiro aplicativo foi lançado em abril de 2010, pouco depois do iPad. Para sua surpresa, o Hello-Hello apareceu na prateleira do iTunes entre os 1.000 aplicativos selecionados pela Apple. "O Hello-Hello espanhol era o primeiro no mundo. Na época, alcançou a segunda posição na categoria educação na loja do iTunes nos EUA", diz. Em agosto, foi a vez da versão em inglês, o que colocou a marca na primeira posição da categoria em lugares como Brasil, Itália, França, Alemanha, China, Rússia.

Hoje, a Hello-Hello tem aplicativos para tablets e celulares em 11 <a href="http://www.portalidiomas.com.br"><strong>idiomas</strong></a>. Segundo Sarah, 40% da receita vêm dos EUA e 60% de vendas internacionais. A empresa continua em Délhi, num escritório modesto com 10 funcionários, entre programadores e designers. Seu custo mensal é de apenas US$ 12 mil. Ao contrário de boa parte das startups de <a href="http://www.tecnologiacursos.com.br"><strong>tecnologia</strong></a>, começou a dar lucro quatro meses depois de lançar o primeiro produto. 

Seu principal concorrente é o Voxy, criado pelo americano Paul Vollash em setembro de 2010. Disponível para iPhone e Android, tornou-se rapidamente popular em diversos países - no Brasil, inclusive. Em agosto, a empresa recebeu US$ 2,8 milhões de investidores e anunciou que um de seus alvos nessa nova etapa será o Brasil. 

IPO. Sarah também pretende atrair novos investidores. No fim do ano passado, iniciou uma rodada de captação para levantar entre US$ 2 milhões e US$ 5 milhões com fundos de venture capital americanos. "Pelas nossas projeções, a empresa tem potencial para fazer IPO (oferta pública inicial de ações, na sigla em ingles) em 2015. 

Esse tipo de negócio tem crescimento muito rápido e baixo custo operacional", afirma, otimista. "Os investidores da costa leste americana dão muito mais valor para a ideia do que para os números", diz, justificando o IPO para uma empresa que ainda é de pequeno porte.

A empresária se agarra a uma projeção do Morgan Stanley segundo a qual, em 2015, o acesso à internet pelo celular vai ultrapassar o acesso pelo computador no mundo (veja gráfico ao lado). O mercado de ensino de <a href="http://www.portalidiomas.com.br"><strong>idiomas</strong></a> é estimado em cerca de US$ 80 bilhões por ano. 

É bastante fragmentado e com grande potencial de crescimento - basta ver o caso do Brasil, onde só pequena parte da população fala uma segunda língua. "Esse é um momento importante de exploração de dispositivos móveis educacionais. É uma área que vem dando uma virada por causa da <a href="http://www.tecnologiacursos.com.br"><strong>tecnologia</strong></a>. 

E o Brasil é o quinto maior mercado de celulares do mundo", diz Martim Restrepo, diretor da Editacuja Editora, especializada em conteúdo digital para educação.

O próximo passo de Sarah é abrir um escritório no Brasil e convencer empresas de telefonia móvel a embutir seu programa nos aparelhos, assim como já vem tentando na Índia. Também pretende iniciar conversas com o governo daqui para incluir o Hello-Hello nos tablets que serão distribuídos nas escolas públicas. "Vivemos uma fase de descoberta. 

O que precisa mudar é a concepção de educação. De nada adianta encher a escola de <a href="http://www.tecnologiacursos.com.br"><strong>tecnologia</strong></a> se a dinâmica das aulas ainda é do século passado", diz Restrepo.]]></description><author>Estadao.com.br</author><pubDate>19/01/2012 00:00:00 19:43:00</pubDate></item><item><title>Fluência no segundo idioma impacta positivamente </title><link>http://www.portalidiomas.com.br/idiomas/principal/noticia_view.asp?id=47600</link><description><![CDATA[Ter experiência profissional, formação acadêmica e apresentar os bons resultados alcançados em empregos anteriores são características fundamentais para elaborar um currículo atrativo. No entanto, nos dias de hoje, apresentar conhecimentos em diversos <a href="http://www.portalidiomas.com.br"><strong>idiomas</strong></a> também se tornou necessários para a maioria dos profissionais que almejam boas colocações.

Seguindo esta realidade que o mercado apresenta, o Salão do Estudante , maior feira de educação internacional da América Latina, vem a São Paulo nos dias 10 e 11 de setembro. O evento tem como principal objetivo proporcionar aos visitantes a oportunidade de conhecer e conversar com representantes de diversas instituições estrangeiras e obter todas as informações necessárias para uma excelente experiência internacional.

Para Samir Zaveri, diretor do Salão do Estudante, o segundo idioma virou mais que uma qualificação, se tornou uma necessidade e os profissionais podem ter uma especialização ainda mais sólida com os <a href="http://www.portaleducacao.com.br/educacao/cursos/cursos.asp"><strong>cursos</strong></a> no exterior. "Um curso de línguas no exterior pode ser um investimento mais completo do que se imagina. Além de proporcionar a vivência com outras culturas, os <a href="http://www.portaleducacao.com.br/educacao/cursos/cursos.asp"><strong>cursos</strong></a> oferecem aos alunos a oportunidade de estar em contato com profissionais de outras partes do planeta", explica.

O inglês é o idioma mais falado no mundo, e, no Brasil, normalmente é o mais estudado. No entanto, existem diversas línguas que já são solicitadas pelo mercado. A vantagens de quem possui fluência em <a href="http://www.portalidiomas.com.br"><strong>idiomas</strong></a> mais exóticos, é que a concorrência tende a ser menor e, consequentemente, devido a falta deste profissional no mercado, os salários costumam ser maiores.

"O espanhol, por exemplo, está em alta devido ao MERCOSUL e o Mandarim  está ganhando cada vez mais espaço devido ao grande desenvolvimento da China. Além disso, outros <a href="http://www.portalidiomas.com.br"><strong>idiomas</strong></a> como o Alemão e o Francês também já vêm sendo solicitados em áreas mais específicas", afirma Samir. "E desta forma é evidente que o profissional com mais conhecimento e com qualificações diferenciadas será melhor remunerado e valorizado pela empresa que está interessado em melhorar seu quadro de colaboradores".

De acordo com a Pesquisa dos Executivos da Catho Online, realizado no mês de abril de 2011, apesar do idioma ser um diferencial no mercado de trabalho, tanto na conquista de uma vaga, quanto dentro da organização, apenas 11% dos candidatos conseguem se comunicar sem dificuldades em inglês, e destes, apenas 3,4% conseguem falar e entender fluentemente sobre qualquer assunto.

Sendo assim, essa é a melhor hora para quem deseja investir neste conhecimento e se destacar no ambiente corporativo. "Nosso país está cada vez mais em evidência, principalmente com a proximidade da Copa do Mundo e das Olimpíadas de 2016. 

Desta forma muitas empresas estrangeiras estão cada vez mais interessados em fazer negócios no Brasil e esse é o momento dos profissionais se qualificarem para conseguirem atender esta demanda", finaliza Samir.]]></description><author>catho.com.br</author><pubDate>19/01/2012 00:00:00 19:40:00</pubDate></item><item><title>Vivo aposta em inglês pelo telefone </title><link>http://www.portalidiomas.com.br/idiomas/principal/noticia_view.asp?id=47535</link><description><![CDATA[<font face="Arial">Quando a Vivo lançou seu aplicativo de ensino de <a href="http://www.portalidiomas.com.br"><strong>idiomas</strong></a>, em dezembro de 2010, o serviço só podia ser baixado por donos de smartphones. Mas o Kantoo (uma brincadeira com "I can too") só deslanchou três meses depois, assim que a operadora passou a oferecê-lo por mensagens de texto. Hoje, já tem quase 3 milhões de usuários no Brasil, diz Alexandre Fernandes, diretor de produtos e serviços da Vivo. Mais da metade deles aprende as lições por SMS. O aplicativo é o mais popular entre as ferramentas de educação da Vivo. É voltado tanto para quem quer relembrar ou para pessoas que desejam aperfeiçoar o idioma.<br />
</font>]]></description><author>estadao.com.br</author><pubDate>18/01/2012 00:00:00 19:25:00</pubDate></item><item><title>Analistas identificam aceleração no desaparecimento de idiomas no mundo</title><link>http://www.portalidiomas.com.br/idiomas/principal/noticia_view.asp?id=47533</link><description><![CDATA[<font face="Arial">A globalização e a pressão sobre comunidades indígenas de integrarem-se à cultura dominante estão acelerando o desaparecimento de centenas de <a href="http://www.portalidiomas.com.br"><strong>idiomas</strong></a> no mundo todo, o que representa mais que uma perda de palavras, a destruição de uma forma de levar a vida, avaliam analistas reunidos recentemente em Quito. <br />
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Dos 6 mil <a href="http://www.portalidiomas.com.br"><strong>idiomas</strong></a> recenseados no planeta, mais de 2,5 mil estão em risco de desaparecer, contabiliza a Organização da ONU para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco).<br />
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Entre eles estão, por exemplo, o andoa equatoriano, que tem apenas uma pessoa falante do idioma, e o zapara, com seis idosos fluentes.<br />
Com eles desaparecem seus conhecimentos naturais, além de uma maneira de conceber o espaço, o universo e a relação com outros seres humanos, ressaltou <br />
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Marleen Haboud, a coordenadora de um congresso internacional sobre o tema que ocorreu recentemente na Pontifícia Universidade Católica de Quito.<br />
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Outro exemplo é o mohawk, língua de uma tribo indígena da confederação iroquois que vive entre os Estados Unidos e o Canadá. Esse idioma não segue a estrutura tradicional de sujeito, verbo e predicado, base do inglês, português e espanhol, entre outros.<br />
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Seus falantes colocam primeiro a informação que acreditam ser mais importante para o ouvinte, independentemente de ser nome, adjetivo ou ação, explicou Marianne Mithun, uma linguística americana que há décadas trabalha no resgate desse idioma.<br />
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Línguas diferentes "mostram maneiras diferentes da mente humana codificar as informações, entender e sistematizar o mundo, a experiência, e são formas nunca pensadas por nós que só falamos uma língua europeia", opinou Mithun.<br />
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Para ela, das 300 línguas documentadas na América do Norte, em meados desta década somente 12 deverão sobreviver.<br />
Os continentes onde a ameaça é maior são Oceania e as Américas. No Brasil ao menos 190 <a href="http://www.portalidiomas.com.br"><strong>idiomas</strong></a> estão em risco, no México 144, na Colômbia 68 e no Peru 62.<br />
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"O desaparecimento de línguas está cada vez mais acelerada", lamentou Haboud, que atribui isso à "globalização", pois povoados que antes estavam isolados "estão agora praticamente vivendo em meio a muita modernidade, avassaladora no caso deles".<br />
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Mais do que pressões externas para impor uma língua, as comunidades frequentemente abandonam seu próprio idioma por um desejo de integrar-se na sociedade majoritária e ter melhores perspectivas econômicas, de acordo com os analistas.<br />
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"Muitas vezes as pessoas não se dão conta do valor da língua indígena, porque pensam que é algo atrasado no atual mundo moderno", explicou Mithun.<br />
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Deixá-la para trás acarreta uma perda de identidade, para esta linguista, que enfatizou que a solução é a nova geração aprenda os dois <a href="http://www.portalidiomas.com.br"><strong>idiomas</strong></a>.<br />
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"As crianças mohawk que sabem o inglês e o mohawk têm maior êxito em ambos os mundos, não têm postura antagônica em direção à cultura externa", explicou Mithun, quem destacou que de acordo com inúmeros estudos bilíngue melhora o desempenho de estudantes em todas as matérias, não só em <a href="http://www.portalidiomas.com.br"><strong>idiomas</strong></a>.<br />
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Essa estratégia é a que seguem de indígenas achuar no Equador, segundo Sumpinanch Celestino Aij Tuntuam, professor de 27 anos da comunidade amazônica de Kupit.<br />
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"Nós mantemos, avaliando cultura e tradição, a vestimenta, falamos espanhol, mas não esquecemos o achuar", disse em Quito Aij Tuntuam, quem estava vestido com plumas e um grande colar de contas, e tinha o rosto pintado com linhas pretas igual a um felino.<br />
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Em sua comunidade todos os habitantes falam achuar, metade o espanhol e 20% o shuar, detalhou. Em todo o Equador existem somente 2,5 mil falantes da língua achuar e 35 mil de shuar.<br />
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"Uma língua pode desaparecer muito, muito rapidamente. Há quem pense que porque existem muitas pessoas falando o idioma isso não vai acontecer, mas o problema é que todos têm a mesma idade, e chegará o momento em que se perderá, e quando isso acontecer não será possível recuperá-la", advertiu Mithun.<br />
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<p> </p>]]></description><author>estadao.com.br</author><pubDate>18/01/2012 00:00:00 19:18:00</pubDate></item><item><title>Bilíngues pensam diferente dos que só falam um idioma, diz estudo</title><link>http://www.portalidiomas.com.br/idiomas/principal/noticia_view.asp?id=47475</link><description><![CDATA[<font face="Arial">Aprender uma língua estrangeira muda a maneira de ver o mundo, de acordo com uma nova pesquisa da Universidade de Newcastle, que diz que bilíngues pensam diferente daqueles que só falam um idioma. E nem precisa ser fluente para sentir os efeitos. A pesquisa mostra que é o uso da linguagem, não a fluência, que faz a diferença. <br />
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O pesquisador Panos Athanasopoulos, que trabalhou com japoneses e ingleses, observou o uso e a proficiência dos <a href="http://www.portalidiomas.com.br"><strong>idiomas</strong></a> e combinou isso à percepção deles sobre a cor azul, maneira ideal para testar conceitos bilíngues pela variação dos <a href="http://www.portalidiomas.com.br"><strong>idiomas</strong></a> em relação ao espectro de cores. <br />
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Em japonês, por exemplo, há alguns outros termos para azul-claro e azul-marinho que não existem em inglês. <br />
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- Acreditamos que as pessoas que só falam japonês distinguem melhor os tons de azul que os que falam inglês - disse Athanasopoulos, que fala grego e inglês e cuja pesquisa está publicada na última edição da revista "Bilingualism".<br />
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A maioria das pessoas tende a focar em coisas práticas do cotidiano quando aprendem um novo idioma, como pedir comida ou usar transporte público para se virar, mas esta pesquisa mostra que há conexões mais profundas. <br />
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- Assim como aprender vocabulário ou gramática, inconscientemente se aprende uma nova maneira de ver o mundo - disse o pesquisador. - Há uma intrínseca ligação entre linguagem, cultura e cognição.<br />
</font>]]></description><author>oglobo.globo.com</author><pubDate>17/01/2012 00:00:00 20:24:00</pubDate></item><item><title>Diferentes idiomas e diferentes interesses comerciais </title><link>http://www.portalidiomas.com.br/idiomas/principal/noticia_view.asp?id=47474</link><description><![CDATA[<p><font face="Arial">O espaço internacional cumpre seu papel ao despertar a atenção do máximo de instituições parceiras, com fins a divulgar a Expodireto Cotrijal para o mundo. Com uma estrutura completa para que os expositores tinham oportunidade de negócios internacionais, e, no intuito de sensibilizar instituições e lideranças para ampliar a internacionalização paras as próximas edições da feira, o segmento cresce a cada ano. Os organizadores definem a rodada de negócios como uma parceria entre Cotrijal, Sebrae, Fiergs e Simers, numa união de esforços para viabilizar negócios com a vinda de importadores, para que possam fazer contatos com indústrias participantes da feira.<br />
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Conforme o gerente de relações internacionais e comércio exterior da Fiergs, Ayrton Pinto Ramos, o principal objetivo é buscar o maior número de negócios para as indústrias locais. &ldquo;Temos 10 importadores vindos do Canadá, Peru, Chile, Colômbia, Uruguai, Bolívia e El Salvador, com um esforço conjunto para oportunizar negócios. E este trabalho terá continuidade em edições futuras da feira&rdquo;, afirma Ramos. Ele relata que o empresário que realiza um bom negócio retorno em outros anos. &ldquo;O diferencial do Estado na produção de máquinas e equipamentos é muito importante não só por ser o principal produtor e sim por ser detentor da <a href="http://www.tecnologiacursos.com.br"><strong>tecnologia</strong></a>. Hoje o RS no Brasil é muito reconhecido por seus produtos com valor agregado&rdquo;, comenta Ramos.<br />
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Para o gerente da indústria do Sebrae, Clóvis Masiero, o evento pretende aproximar empresas vendedoras e compradoras. &ldquo;A Expodireto é uma oportunidade quase única para micro e pequenas empresas de fechar negócios com grandes fornecedores&rdquo;, salienta ele. Masiero relata que o objetivo é trabalhar com a qualidade para gerar mais oportunidades para as empresas que participam. &ldquo;As empresas que estão vindo, retornam, devido ao esforço das entidades na articulação das atividades e o ambiente de negócios que o pavilhão internacional proporciona&rdquo;, finaliza Masiero.<br />
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Rodadas de negócios<br />
As rodadas de negócios que acontecem durante a Expodireto, são encontros programados entre empresas que produzem e empresas que importam produtos. As negociações são mediadas pela Cotrijal, com o apoio técnico do Sebrae e de 15 intérpretes. Os negócios internacionais também acontecem em outros locais dentro do Parque de Exposição. Os representantes dos países visitam os estandes de todos os setores da feira em busca de informações sobre as empresas brasileiras.</font></p>]]></description><author>diariodamanha.com</author><pubDate>17/01/2012 00:00:00 20:17:00</pubDate></item><item><title>Quem fala mais de um idioma muda de personalidade, diz estudo</title><link>http://www.portalidiomas.com.br/idiomas/principal/noticia_view.asp?id=47413</link><description><![CDATA[<p><font face="Arial">Os pesquisadores David Luna, do Baruch College, e Torsten Ringberg e Laura A. Peracchio, da University of Wisconsin-Milwaukee, estudaram grupos de mulheres que têm o espanhol como língua materna e são bilíngues, mas com graus diferentes de identificação cultural.<br />
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Eles descobriram mudanças significativas na percepção pessoal ou mudança de personalidade em participantes biculturais - mulheres que são parte tanto da cultura da língua inglesa como da latina.<br />
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"A língua pode ser um indicador que ativa diferentes formas de cultura específica", disseram os pesquisadores em um estudo publicado pelo Journal of Consumer Research.<br />
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Apesar de essa mudança de personalidade já ter sido estudada antes, eles disseram que sua pesquisa descobriu que as pessoas que são biculturais mudam de personalidade mais rápido e facilmente do que aquelas que, embora sejam bilíngues, vivenciam apenas uma cultura.<br />
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Segundo os pesquisadores, as mulheres se definiram como mais assertivas quando falam espanhol do que inglês.<br />
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"Nas sessões no idioma espanhol os observadores verificaram que as participantes estavam mais auto-suficientes e extrovertidas", disseram os pesquisadores.<br />
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Em um dos casos, um grupo de mulheres norte-americanas hispânicas e bilíngues observou anúncios que mostravam mulheres em diferentes cenários. Elas viam as peças em apenas um idioma - inglês ou espanhol - e então, seis meses depois, viam o mesmo material no outro idioma.<br />
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Sua percepção sobre si mesmas e de outras mulheres nos anúncios mudava conforme o idioma.<br />
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"Uma das participantes, por exemplo, viu uma personagem principal do anúncio da versão em espanhol como uma mulher independente, arrojada, mas como desesperançada, solitária e confusa na versão em inglês", disseram os autores da pesquisa.<br />
</font></p>]]></description><author>oglobo.globo.com</author><pubDate>16/01/2012 00:00:00 20:26:00</pubDate></item><item><title>Gigantismo de navios e variedade de línguas dificultam resgate em naufrágios</title><link>http://www.portalidiomas.com.br/idiomas/principal/noticia_view.asp?id=47412</link><description><![CDATA[<font face="Arial">O tamanho gigantesco dos navios e a procedência multinacional dos passageiros e tripulantes, que os transformam em verdadeiras Torres de Babel, complicam as operações de resgate em caso de naufrágio, como aconteceu com o cruzeiro italiano "Costa Concordia". <br />
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"O que mais chama a atenção é o tamanho do cruzeiro, quase 300 metros de extensão", enfatizou Jacques Loiseau, presidente da Afcan (Associação Francesa de Capitães de Navio), entrevistado pela AFP.<br />
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"Com frequência advertimos aos meios marítimos sobre esta tendência ao gigantismo dos navios", observou Loiseau. "Em caso de naufrágio, com tal tamanho, jamais será possível salvar todo mundo, inclusive nas melhores condições", assinalou.<br />
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Com seus 290 metros de extensão, o "Costa Cocordia" podia receber até 3.780 passageiros, o que requeria uma tripulação de mil pessoas.<br />
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Cerca de 4.200 passageiros e tripulantes estavam a bordo do navio quando este encalhou numa rocha e naufragou, matando seis pessoas.<br />
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Alguns navios ou ferrys podem receber até 6.000 passageiros e 2.000 membros da tripulação.<br />
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Esta tendência ao gigantismo dos navios preocupa as autoridades. Prova disso é que este foi o tema de um exercício de resgate no Canal da Mancha em setembro passado, dentro do fórum da Guarda Costeira do Atlântico Norte (North Atlantic Coast Guard Forum), que reuniu 20 países.<br />
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"O aumento considerável do número de passageiros a bordo dos navios acarreta novas obrigações vinculadas à segurança das embarcações", observa o documento de apresentação do exercício da Guardex.<br />
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"No caso de um desastre, seria difícil para um único país fornecer todos os meios de socorro necessários, e seria imprescindível uma operação internacional", adverte o texto.<br />
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Em caso de naufrágio ou desastre em um destes navios, "a evacuação e o resgate dos passageiros se tornam operações de grande complexidade, com um risco muito grande de perdas humanas", enfatizou o documento.<br />
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O exercício de 2011 simulava um incêndio em um ferry gigantesco - 4.000 passageiros e 1.000 membros da tripulação - entre a costa norte da Bretanha, na França, e um porto do Reino Unido.<br />
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No mar, em caso de acidente, "pode-se evacuar 10 ou 20 pessoas graças aos helicópteros. Mas 2.000 ou 3.000 passageiros é impossível", admite a prefeitura marítima do Atlântico.<br />
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Outra dificuldade no caso do "Concordia" foi a diversidade dos <a href="http://www.portalidiomas.com.br"><strong>idiomas</strong></a>, tanto entre os passageiros, que pertenciam a 60 nacionalidades diferentes, como entre os tripulantes.<br />
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Segundo a companhia Costa Cruzeiros, proprietária do navio, a tripulação estava composta por 40 nacionalidades diferentes, em sua maioria asiáticos.<br />
Segundo um colombiano que trabalhava no barco, "a tripulação asiática, que representava praticamente a metade, falava muito mal o inglês e se comunicava por sinais" com os passageiros e o resto da tripulação.<br />
<br />
A diversidade dos <a href="http://www.portalidiomas.com.br"><strong>idiomas</strong></a> "é um fator determinante nos momentos importantes" nas operações de socorro. "É preciso bastante treinamento para superar este obstáculo porque o pânico atrapalha a comunicação", concordou Loiseau.<br />
<br />
As ordens devem ser repetidas em diversos <a href="http://www.portalidiomas.com.br"><strong>idiomas</strong></a> dos passageiros e os membros da tripulação na maioria das vezes carecem do conhecimento das palavras necessárias nestes momentos, concluiu Loiseau.<br />
</font>]]></description><author>g1.globo.com</author><pubDate>16/01/2012 00:00:00 20:19:00</pubDate></item><item><title>Saiba a Importância dos Idiomas </title><link>http://www.portalidiomas.com.br/idiomas/principal/noticia_view.asp?id=47344</link><description><![CDATA[<p><font face="Arial">Os <a href="http://www.portaleducacao.com.br/educacao/cursos/cursos.asp"><strong>cursos</strong></a> feitos no exterior são extremamente importantes. Os trainees que fizeram intercâmbio e trabalharam entregando pizza, limpando piscinas, ou qualquer atividade do tipo ganham ainda mais crédito. Por isso não tenha vergonha de dizer como foi sua vida lá fora.</font></p>
<p><font face="Arial">Lembre-se: não vale a pena enganar. Você pode ser surpreendido com um teste cara a cara e se dar mal. Aliás, se descobrirem qualquer falcatrua no seu currículo você será dispensado na hora.</font></p>
<p><font face="Arial">O critério é o seguinte: ou você sabe falar fluentemente um outro idioma, ou não sabe. É melhor você falar que seu espanhol é apenas básico, ao invés de dizer que sabe se virar muito bem. Ou você tem um inglês avançado, ou seja, conversa, lê e escreve normalmente, ou tem inglês de turista. Portanto, cuidado ao colocar no currículo que seu inglês é fluente. Nunca deixe de explicar esse grau de fluência, sim porque muitas empresas exigem apenas que o candidato tenha um inglês intermediário, principalmente para leitura de e-mails, relatórios, etc...</font></p>
<p><font face="Arial">Importante mesmo é ser objetivo, sincero consigo mesmo e não enganar. Reflita, atualmente você sabe que não vai longe sem inglês e espanhol e no futuro até sem mandarim (da China), então procure investir em um bom curso, mas não esqueça que precisa gostar de aprender o idioma, porque obrigatoriamente estará envolvido com a cultura do país de origem.</font></p>]]></description><author>seucurriculum.com</author><pubDate>13/01/2012 00:00:00 19:00:00</pubDate></item><item><title>Idiomas para a carreira</title><link>http://www.portalidiomas.com.br/idiomas/principal/noticia_view.asp?id=47342</link><description><![CDATA[<p><font face="Arial">Conseguir o emprego dos sonhos está quase tão difícil quanto acertar na loteria. Depois de uma ótima graduação, especialização ou, até mesmo, <a href="http://www.portaleducacao.com.br/educacao/cursos/cursos.asp"><strong>cursos</strong></a> de extensão, o profissional ainda pode ser descartado por aquela empresa que tanto almeja. No entanto, uma arma secreta pode fazer com que o seu currículo não passe despercebido. O aprendizado de <a href="http://www.portalidiomas.com.br"><strong>idiomas</strong></a> é um item utilíssimo para as empresas globalizadas e atitude que não deve ficar fora de qualquer planejamento profissional. Mas quais <a href="http://www.portalidiomas.com.br"><strong>idiomas</strong></a> aprender? O Universia foi buscar a resposta. <br />
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Professores universitários e especialistas em <a href="http://www.portalidiomas.com.br"><strong>idiomas</strong></a> para carreira não divergem. O inglês é o líder de pedidos no mercado. Esperanto do mundo globalizado, o inglês é considerado requisito básico para os profissionais de empresas médias e grandes. <br />
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Instrumental, específico ou cultural<br />
O que muda no aprendizado do inglês é o foco. "O aprendizado do inglês instrumental é o mais procurado, pois soluciona um problema imediato do profissional carente de certa habilidade (ler, ouvir, falar ou escrever) em determinada situação", conta Cátia Pitombeira, coordenadora do Centro de Línguas Metodista e docente nos <a href="http://www.portaleducacao.com.br/educacao/cursos/cursos.asp"><strong>cursos</strong></a> de Secretariado Executivo Bilíng&uuml;e, Comércio Exterior, Administração Financeira, Letras e Turismo.</font></p>
<p><font face="Arial">"A tendência é que o profissional busque um curso com objetivo definido a ser atingido em um curto período de tempo. O curso pode ser moldado conforme as necessidades desse aluno. Por exemplo, um profissional da área médica que vai a congressos de sua área no exterior precisa saber inglês para a compreensão oral das apresentações de trabalhos científicos, bem como para a apresentação oral de algum trabalho", conta Keila Carvalho, coordenadora do curso de Pós-Graduação em Ensino/Aprendizagem de Língua Inglesa da Unisa.</font></p>
<p><font face="Arial">"O mais importante é tentar descobrir para que o profissional vai precisar da língua. A escola pode e deve avaliar quais são as necessidades específicas do aluno. Quando a pessoa busca uma escola de <a href="http://www.portalidiomas.com.br"><strong>idiomas</strong></a>, ela deve procurar esse tipo de ajuda específica, uma espécie de consultoria ou orientação que deve continuar ao longo do tempo. Esse plano desenhado em conjunto pelo aluno e pela escola pode até mudar depois para absorver novas necessidades. O processo de aprendizado de <a href="http://www.portalidiomas.com.br"><strong>idiomas</strong></a> nunca tem fim, só pode ser aperfeiçoado", esclarece Roland Zotele, gerente da área de <a href="http://www.portalidiomas.com.br"><strong>idiomas</strong></a> do Senac-SP.<br />
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Os mais pedidos do mercado </font><font face="Arial">quando a busca de emprego se intensifica que o profissional percebe a necessidade de saber outro idioma além do líder de mercado, o inglês. "O profissional tem que pensar o que vai dizer quando vem a seguinte pergunta na ficha de seleção: qual idioma além do inglês você domina? Quanto mais <a href="http://www.portalidiomas.com.br"><strong>idiomas</strong></a> você conhecer melhor, ser fluente em dois <a href="http://www.portalidiomas.com.br"><strong>idiomas</strong></a> ajuda e muito no recrutamento", conta a coordenadora da Metodista, Cátia Pitombeira.</font></p>
<p><font face="Arial">O espanhol ainda é o segundo mais pedido do mercado, os motivos continuam os mesmos. "O espanhol ainda é mais importante por causa da proximidade dos países de língua espanhola ao Brasil, mas essa necessidade vem decrescendo, houve um boom há doze anos atrás, quando foi anunciado o Mercosul, mas agora a busca decresce", conta Roland Zotele, gerente da área de <a href="http://www.portalidiomas.com.br"><strong>idiomas</strong></a> do Senac-SP.</font></p>
<p><font face="Arial">As outras línguas européias estão em empate técnico como terceira opção para quem procura se diferenciar no mercado de trabalho. "A escolha de outra língua depende de onde o profissional faz negócios", conta o gerente da área de <a href="http://www.portalidiomas.com.br"><strong>idiomas</strong></a> de Senac-SP, Roland Zotele.</font></p>
<p><font face="Arial">O alemão cresce em demanda na área tecnológica. "O estado de São Paulo é um dos locais do mundo que mais tem empresas alemãs, todas as multinacionais alemãs estão aqui e deve-se chegar a 900 empresas com capital alemão somente no estado, a área farmacêutica também é exige o aprendizado do idioma", afirma Zotele.</font></p>
<p><font face="Arial">"O francês será sempre um diferencial por ter sido, até a década de 50, o idioma dominante no mundo sendo que, até hoje, há países europeus que, profissionalmente, consideram o francês no mesmo nível do inglês", conta Keila Reis, da Unisa.</font></p>
<p><font face="Arial">Sushi ou frango xadrez?</font></p>
<p><font face="Arial">Quem quer realmente se diferenciar no mercado pode apostar na tendência mais inovadora do aprendizado de <a href="http://www.portalidiomas.com.br"><strong>idiomas</strong></a>: as línguas orientais. Japonês e chinês estão sendo cada vez mais valorizadas. O aprendizado, no entanto, é diferenciado. </font></p>
<p><font face="Arial">"A demanda por japonês é focadíssima, apenas funcionários de empresas japonesas que precisam conhecer melhor a cultura japonesa e querem aprender termos básicos procuram o japonês", conta Roland Zotele, do Senac-SP.</font></p>
<p><font face="Arial">O chinês vive um momento de expansão. "Na sociedade globalizada atual, mais e mais se vê a exigência de conhecimento de línguas, como diferencial no mercado de trabalho", conta a professora de chinês do programa de Línguas Estrangeiras da Universidade de Caxias do Sul, Márcia Schmaltz. "Deve haver uma crescente procura pelo chinês, que surge como grande diferencial. Há uma grande carência de profissionais que saibam falar chinês, especialmente engenheiros". </font></p>
<p><font face="Arial">A professora deixa claro, no entanto, que "como a língua chinesa está distante da realidade de nossos alunos, a aprendizagem do chinês tem de começar do "zero", ou seja, desde o início, para depois conforme a necessidade do aluno se dirigir a áreas específicas".</font></p>
<p><font face="Arial">O aprendizado de línguas orientais "mais do que dominar a língua quanto ferramenta é entender a linguagem como uma manifestação cultural. O aprendiz além de dominar a língua tem de ser um falante intercultural competente, deve saber como dizer e saber interpretar um enunciado para atingir os seus propósitos comunicativos", conta a professora Márcia.<br />
</font></p>]]></description><author>noticias.universia.com.br</author><pubDate>13/01/2012 00:00:00 18:56:00</pubDate></item><item><title>Inglês: saber o idioma é cada vez mais importante </title><link>http://www.portalidiomas.com.br/idiomas/principal/noticia_view.asp?id=47266</link><description><![CDATA[<font face="Arial">Após a globalização, ficou difícil ter pleno sucesso na carreira profissional sabendo apenas um idioma. A cada ano que passa, o domínio de línguas estrangeiras, principalmente o inglês, tornou-se requisito primordial para evoluir na profissão e para alcançar maiores patamares profissionais.<br />
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Com a padronização da prática do inglês nas corporações do mundo todo, as culturas, termos técnicos e linguagens se fundem cada vez mais e todas as companhias falam praticamente a mesma língua, independentemente da localidade no planeta. Para isso, é necessário um conhecimento profundo do inglês para conversas com parceiros internacionais e realizar viagens para o exterior, por exemplo. Segundo pesquisa realizada pela Catho Online, intitulada &ldquo;A Contratação, a Demissão e a Carreira dos Executivos Brasileiros&rdquo;, que contou com a participação de 16.207 profissionais de diversas áreas, apenas 7,7% dos entrevistados informou ter o domínio da língua inglesa.<br />
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Ainda de acordo com o levantamento da Catho Online, os profissionais de níveis hierárquicos mais alto são os que possuem mais conhecimento no idioma, como presidentes (18,2%), vice-presidentes (16,1%) e diretores (18,6%). O nível hierárquico de trainee também mostra maior conhecimento na língua inglesa. Na pesquisa de 2007, 22,4% dos respondentes falava inglês, enquanto na edição de 2009, esse número subiu para 24,5%.<br />
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O profissional que quer estar preparado deve ter a visão de que é fundamental buscar o conhecimento de outra língua para não ficar de fora das oportunidades do mercado de trabalho. Para Analigia Martins, gerente de marketing da Englishtown, escola de inglês online, o processo de relacionamento entre empresas de todo o mundo tem se intensificado a cada ano, e as empresas de países emergentes já têm a possibilidade de competir em um mercado global. &ldquo;Considerando que o inglês foi escolhido para ser o idioma oficial no mundo dos negócios no âmbito internacional, é preciso que o profissional esteja apto a se comunicar no idioma com diversas nacionalidades, inclusive&rdquo;, comenta Analigia.<br />
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Uma coisa é conhecer um idioma, outra é dominá-lo. A competitividade e concorrência exigem muito do profissional, e a comunicação correta e assertiva do inglês é essencial. Cristiano Prado, gerente de infraestrutura e novos investimentos, da Frijan (Federação das Indústrias do Estado do Rio de janeiro), viajou recentemente para Nova Iorque para realizar uma apresentação em uma multinacional parceira: &ldquo;para fazer apresentações internacionais, é preciso aprender a língua, mas também é preciso ter a percepção de que a realidade internacional é diferente da nacional&rdquo;. Segundo Cristiano, muitas vezes, em apresentações ou em debates, as pessoas fazem colocações onde percebe-se que estão fora do contexto cultural do país visitado, muito embora estejam dentro do contexto brasileiro e de sua empresa. &ldquo;O maior desafio é se fazer entender, respeitando a cultura do interlocutor&rdquo;, observa.<br />
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Algumas frases são praticamente padronizadas no mundo dos negócios. Termos e expressões como feedback, networking, core business e uma série de outras, são diariamente utilizadas dentro das corporações brasileiras e tornaram-se essenciais para a comunicação entre colaboradores, empresas e parceiros. &ldquo;Ainda que não use uma outra língua imediatamente, a conexão mundial promovida pela internet e assuntos de âmbito global, como sustentabilidade e responsabilidade social, requerem dos profissionais conhecimentos em outras línguas, especialmente o inglês, para discutir tais tópicos em relações de trabalho&rdquo;, aponta John Rogers, professor de inglês &ldquo;in company&rdquo; e que já lecionou para CEOs de grandes empresas brasileiras. Ainda para Rogers, como muitas expressões no mundo dos negócios são em inglês, muitas reuniões profissionais acabam tendo uma quantidade enorme dessas expressões, mesmo que a reunião toda seja feita em português. &ldquo;Nos dias de hoje, é necessário ter uma noção básica da língua de qualquer maneira&rdquo;, completa.<br />
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No caso de apresentações internacionais, como palestras e congressos, outra barreira a ser ultrapassada é a questão cultural. Além de conhecimentos técnicos, termos e expressões no idioma inglês, o profissional deve ter o conhecimento da cultura e ambiente em que vive a pessoa que está recebendo a mensagem. Analigia Martins, gerente da English Town revela: &ldquo;um dos maiores desafios do executivo é adaptar-se rapidamente para a comunicação com pessoas nativas no idioma ou de outras nacionalidades, já que diferentes sotaques e expressões idiomáticas influenciam muito na compreensão da mensagem&rdquo;.<br />
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Processo seletivo<br />
Para concorrer a uma vaga de trabalho, dominar ou ter bons conhecimentos em outra língua é muito importante e definitivamente tornou-se um diferencial nos processos seletivos. <br />
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Praticamente todos os programas de trainee de hoje em dia, por exemplo, exigem o domínio em outro idioma. Muitas vezes, a própria entrevista pode ser feita em inglês, a fim de testar os conhecimentos da língua e também os técnicos, do mundo dos negócios.<br />
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O concorrente deve tomar cuidado para não tentar usar palavras muito rebuscadas, que, na hora do estresse e nervosismo, podem ser mal colocadas ou mesmo parecer sem sentido, comprometendo o desempenho. John Rogers explica como procede para orientar seus alunos: &ldquo;com o desenvolvimento das habilidades de ler, escrever, entender e falar inglês, começamos a usar situações mais específicas e assuntos mais profundos, como opinião sobre política, fatos históricos ou assuntos da área na qual o estudante atua ou irá atuar&rdquo;.</font>]]></description><author>catho.com.br</author><pubDate>12/01/2012 00:00:00 19:02:00</pubDate></item><item><title>Idiomas inventados tomam conta de filmes e seriados americanos</title><link>http://www.portalidiomas.com.br/idiomas/principal/noticia_view.asp?id=47264</link><description><![CDATA[<font face="Arial">Na festa de casamento de seu melhor amigo na costa da Califórnia, David J. Peterson levantou-se para fazer um brinde aos recém-casados. Ele ergueu a taça de champagne e gritou "Hajas!". Os 50 convidados ergueram suas taças e gritaram, em uníssono, "Hajas!"<br />
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A palavra, que significa "seja forte" e é pronunciada "rá-djas", tem grande significado para Peterson. Ele a inventou, assim com outras 3.250 palavras que integram o idioma que criou para os Dothraki, da série de fantasia "Jogo de Tronos", da HBO.<br />
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Algumas pessoas constroem modelos de estradas de ferro ou reencenam batalhas da Guerra Civil, mas Peterson, 30, que estudou linguística na Universidade da Califórnia, San Diego, é um "con-langer", ou uma pessoa que constrói novas linguagens.<br />
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Até recentemente, essa busca nascida de uma paixão por palavras e estruturas gramaticais existia em websites pouco visitados ou em teses de faculdade.<br />
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Hoje, o desejo de Hollywood de dar credibilidade a filmes de fantasia e ficção científica, séries de televisão e jogos de videogame está impulsionando a demanda por línguas construídas, com regras gramaticais, alfabetos escritos (hieróglifos são aceitáveis) e vocabulário básico suficiente para algumas conversas mais triviais.<br />
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"Os dias em que os estrangeiros murmuravam besteiras sem estrutura gramatical ficaram para trás", disse Paul R. Frommer, professor emérito de comunicação da Universidade do Sul da <br />
Califórnia, que criou a Na'vi, língua falada pelos habitantes azuis de Pandora, no filme "Avatar". A Disney recentemente contratou Frommer para desenvolver uma linguagem marciana chamada Barsoomian para "John Carter", um filme de ficção científica com estreia prevista para março nos EUA.<br />
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Entre as tentativas de criar línguas, muitas têm efeito político específico. Na década de 1870, um médico polonês inventou o Esperanto, que pretendia ser uma linguagem internacional simplificada que traria a paz mundial.<br />
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Suzette Haden Elgin criou a Laaden, uma linguagem mais adequada para expressar os pontos de vista das mulheres. A Laaden tem uma única palavra, "bala", que significa "estou irritada por uma razão, mas nada pode ser feito a respeito."<br />
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Mas nenhuma das centenas de línguas criadas por razões sociais atraiu seguidores tão fervorosos como aquelas criadas para filmes, séries e livros, diz Arika Okrent, autor de "Na Terra das Línguas Inventadas."<br />
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"Durante anos as pessoas têm tentado criar <a href="http://www.portalidiomas.com.br"><strong>idiomas</strong></a> melhores e não conseguiram realizar nada tão bem quanto a atual era da linguagem voltada simplesmente ao entretenimento", disse Okrent.</font>]]></description><author>ultimosegundo.ig.com.br</author><pubDate>12/01/2012 00:00:00 18:56:00</pubDate></item><item><title>Livro editado por índios brasileiros evitará a extinção de seu idioma </title><link>http://www.portalidiomas.com.br/idiomas/principal/noticia_view.asp?id=47199</link><description><![CDATA[<font face="Arial">Sob a ameaça de perder sua cultura e suas raízes, uma aldeia indígena brasileira realiza o lançamento de um livro e um vídeo que imortalizam seus hábitos e criam uma gramática de sua língua para salvá-la da extinção. O idealizador do projeto foi o cacique Krohokrenhum, líder dos Parkatejê, uma remota comunidade formada por cerca de 400 pessoas em um terreno de 62 mil hectares no coração do estado do Pará.<br />
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"Graças a Deus, os jovens já podem aprender palavras da língua e as canções indígenas", relatou o cacique a jornalistas. Ele é chamado carinhosamente de "Capitão" por seu povo, e apesar de seus 80 anos continua comandando a comitiva que sai em caçadas para conseguir o sustento da tribo.<br />
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O livro de 196 páginas tem capítulos dedicados aos sábios conselhos de Krohokrenhum e às histórias de luta, adversidades e conquistas do seu povo, que festeja com alvoroço e emoção a finalização da obra, elaborada durante meses. A árdua tarefa de coordenar o trabalho linguístico do Jê Timbira, o idioma autóctone, foi responsabilidade de Leopoldina Araújo, que chegou pela primeira vez na aldeia há 37 anos com o desejo de estudar a língua indígena, à qual dedicou seus estudos de pós-graduação.<br />
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"O livro está dedicado às futuras gerações", disse Leopoldina à agência Efe, antes de detalhar as dificuldades pelas quais o projeto passou e alertar sobre as "agressões" sofridas pelos <a href="http://www.portalidiomas.com.br"><strong>idiomas</strong></a> autóctones como o dos Parkatejê. Leopoldina afirmou que o trabalho linguístico, repartido entre os aldeães, colaboradores e associações que defendem a causa indígena, foi guiado pela preocupação de que a gramática fosse a mais fiel possível à fonética do Jê Timbira.<br />
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Além de preservar um idioma que enfrentava o risco de extinção, a importância da obra é que seus autores foram jovens da comunidade, capacitados por profissionais em métodos como o recolhimento de informação e a transcrição. O livro ganhou ainda fotografias históricas nas quais se aprecia as singularidades da comunidade e ilustrações desenhadas pelos aldeães, coordenados durante meio ano por Guilherme Noronha.<br />
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"O resultado foi um trabalho que saiu dos indígenas. Eu me limitava a propor e eles decidiam", declarou Noronha enquanto as aldeãs preparavam com zelo o menu do jantar, composto por macaco e caititu, despedaçados a machadadas. "Tudo isto é um sonho. Crescemos muito no conhecimento e agora inclusive estamos preparados para fazer um livro", destacou emocionada Fátima Krohokrenhum, filha do cacique, maquiada da mesma forma que o restante da aldeia, com uma chamativa pintura vermelha salpicada por desenhos de cor negra que decoravam seu corpo.<br />
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A gravação de um vídeo em DVD, que foi filmado por um grupo de seis indígenas, era uma obsessão e outro dos desejos do "Capitão" para que seu povo não perdesse sua história. "Este trabalho pode se transformar em um incentivo para que os jovens continuem trabalhando no futuro. É um legado para a comunidade", manifestou o coordenador da equipe, Vicent Carelli, a jornalistas convidados pela empresa mineradora Vale.<br />
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Carelli, um parisiense estabelecido no Brasil que entrou em contato com a aldeia há décadas, afirmou que o processo de formar os aldeães para que desempenhem com sucesso sua função levou tempo e acrescentou que este trabalho evidenciou o temor que existia entre os aldeães de perder seus costumes. O lançamento destes projetos foi realizado na sexta-feira com uma festa que contou com a presença de comunidades indígenas vizinhas e na qual o capitão Krohokrenhum foi recebido com honras por seu povo, que mostrou uma grande veneração por seu líder, entoando cânticos ancestrais.</font>]]></description><author>noticias.terra.com.br</author><pubDate>11/01/2012 00:00:00 19:42:00</pubDate></item><item><title>Imigrantes realizam sonho americano sem inglês fluente</title><link>http://www.portalidiomas.com.br/idiomas/principal/noticia_view.asp?id=47198</link><description><![CDATA[<font face="Arial">Mais de 40 anos depois de chegar em Nova York, sem nenhuma educação ou dinheiro, Felix Sanchez de la Vega Guzman, do México, ainda mal consegue falar inglês. Faça uma pergunta e ele vai responder com algumas frases soltas e um sorriso de desculpas antes de voltar para o conforto do seu espanhol natal.<br />
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No entanto, Sanchez viveu a grande história de sucesso americana. Ele transformou um negócio de venda de tortillas na rua em um império de US$ 19 milhões, que atende a diáspora mexicana de costa a costa nos EUA e já atua no próprio México.<br />
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Sanchez faz parte de uma pequena classe de novatos que chegaram aos Estados Unidos sem nada e, apesar de falar pouco ou nenhum inglês, se tornaram notavelmente prósperos. E embora gerações de imigrantes tenham prosperado apesar das barreiras da língua, atualmente a <a href="http://www.tecnologiacursos.com.br"><strong>tecnologia</strong></a> tem ajudado os empresários a enriquecer.<br />
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Muitos firmaram as raízes de seus negócios nas grandes cidades com populações de imigrantes grandes o suficiente para isolá-los de situações cotidianas que exigem o inglês. Depois de ganhar espaço em suas próprias comunidades, eles usam ferramentas modernas de comunicação, transporte e comércio para explorar mercados em enclaves semelhantes em todo o país e no mundo.<br />
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"Meu mercado inteiro é hispânico", disse Sanchez sobre o seu negócio. "Você não precisa do inglês."<br />
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Um acordo, segundo ele, está a apenas uma ligação de longa distância ou a algumas teclas no computador. "Tudo em espanhol", acrescentou.<br />
Sanchez, 66, disse que sempre quis aprender inglês, mas que não teve tempo para fazer aulas. "Não conseguia me concentrar", disse ele em entrevista em espanhol. "Além disso, todas as pessoas ao meu redor falavam espanhol também."<br />
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Em Nova York, empresários bem sucedidos que não falam inglês, como Sanchez, surgiram das maiores populações de imigrantes, incluindo os da China, Coreia do Sul e países de língua espanhola.<br />
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Zhang Yulong, 39, que emigrou da China em 1994, preside agora um negócio de acessórios para celular em Nova York que conta com 45 funcionários e lucra cerca de US $ 30 milhões ao ano. Ki Chol-Kim, 59, que chegou nos Estados Unidos da Coreia do Sul em 1981, abriu uma loja de roupas e acessórios no Brooklyn e se tornou um revendedor de sucesso, um investidor imobiliário e líder da diáspora coreana da região.<br />
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Nos Estados Unidos, em 2010, chefes de família responsáveis por um total de US$ 4,5 milhões em renda falavam inglês "não muito bem" ou "nada", segundo o Censo. Desses, cerca de 35,5 mil tinham renda familiar de mais de US$ 200 mil por ano.<br />
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Nancy Foner, professora de sociologia na Universidade da Cidade de Nova York, que escreveu extensamente sobre a imigração, disse que está claro que a <a href="http://www.tecnologiacursos.com.br"><strong>tecnologia</strong></a> moderna tem feito uma grande diferença na capacidade dos empresários imigrantes com pouco ou nenhum conhecimento de inglês em expandir as suas empresas a nível nacional e mundial.<br />
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"Não era impossível &ndash; mas muito, muito mais difícil - para os imigrantes operar negócios em todo o mundo anos atrás, quando não havia aviões a jato, sem falar de celulares e computadores", disse Foner.<br />
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Defensores do movimento conhecido como Inglês Oficial há muito pressionam por leis que obriguem a definição do inglês como o idioma oficial do governo, argumentando que uma linguagem comum é essencial para a coesão do país e para a assimilação e o sucesso dos imigrantes.<br />
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Mas histórias como a de Sanchez, apesar de raras, parecem sugerir que um empreendedor pode conseguir muito sem o inglês &ndash; especialmente com a ajuda da <a href="http://www.tecnologiacursos.com.br"><strong>tecnologia</strong></a> moderna, além da sua determinação e criatividade.<br />
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Para Sanchez, que se tornou um cidadão americano em 1985, houve uma grande ansiedade quando ele teve que prestar o teste da naturalização. A lei exige que os candidatos sejam capazes de ler, escrever e falar inglês em nível básico.<br />
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Mas Sanchez e outros empresários disseram que o teste &ndash; pelo menos na época em que o fizeram &ndash; é bastante rudimentar e que eles passaram com facilidade.<br />
Sanchez imigrou para os Estados Unidos em 1970 do Estado mexicano de Puebla, tendo estudado apenas até a quinta série. Ele teve uma série de empregos mal remunerados em Nova York, incluindo lavar pratos em um restaurante. A população mexicana na região era pequena na época, mas logo começou a crescer, assim como a demanda por produtos mexicanos autênticos.<br />
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Em 1978, Sanchez e sua esposa, Carmen, usaram uma poupança de US$ 12 mil para comprar uma prensa de tortilla e uma batedeira industrial em Los Angeles e trouxeram os equipamentos para a Costa Leste, onde instalaram tudo em um armazém em Passaic, Nova Jersey. Sanchez passava os dias dirigindo uma empilhadeira em uma fábrica de equipamentos elétricos e as noites fazendo tortillas para vendê-las de porta em porta nos bairros latinos em torno da cidade de Nova York.<br />
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Sua empresa, a Puebla Foods, cresceu com a população mexicana, e logo ele estava distribuindo suas tortillas e outros produtos mexicanos, como pimentas secas, a restaurantes em todo o país. Ele usa uma equipe bilíngue, que em determinados momentos incluiu seus três filhos, que nasceram e cresceram em Nova Jersey.<br />
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Zhang, o empresário de acessórios para celulares, disse que sua falta de inglês não o atrapalhou. "O único obstáculo que tenho é quando eu fico muito cansado", disse ele, que também é dono de uma empresa de promoção imobiliária e de uma empresa de varejo online.<br />
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Em 2001, Zhang montou um negócio de venda de atacado de acessórios para celular, em Manhattan. Ele então arrecadou dinheiro de parentes e investidores da China para abrir uma fábrica no país para fazer capas de couro para celular para exportação.<br />
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Seu negócio prosperou e ele abriu armazéns em Los Angeles, Nova York e Washington, controlando sua produção internacional, abastecimento e cadeia de varejo.<br />
Zhang agora vive em uma grande casa no Queens com a mulher, três filhas e seus pais, e dirige um Lexus. Ele não pediu a cidadania americana, preferindo continuar a ser um residente legal permanente e manter sua cidadania chinesa, o que lhe poupa o incômodo de precisar de um visto chinês quando ele vai para a China a negócios.<br />
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Embora fale um pouco de inglês &ndash; ele avalia sua compreensão em menos 30% - ele conduz quase toda a sua vida em chinês. Seus funcionários falam as línguas dos parceiros comerciais: inglês, espanhol, coreano e francês, isso sem mencionar vários dialetos chineses.<br />
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Ao longo de uma longa entrevista, Zhang corajosamente tentou em várias ocasiões conversar em inglês, mas cada vez que ele se deparava com obstáculos balançava os ombros e voltava a falar em mandarim com a ajuda de um tradutor.<br />
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Ki, o varejista coreano e investidor imobiliário, lembrou que quando abriu sua primeira loja no Brooklyn, quase toda a sua clientela era afrocaribenha e afroAmericanA, e seus clientes não falavam coreano. "Você não precisa manter uma conversa longa", lembrou. "Você pode fazer gestos."<br />
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Enquanto seus negócios cresciam, ele também formou ou liderou associações e organizações com foco na força da população coreana nos Estados Unidos. Como no mundo dos negócios, a comunicação moderna tornou muito mais fácil para ele conquistar credibilidade em meio à diáspora coreana que vai além de Nova York.<br />
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"O sucesso da minha vida não é apenas o fato de eu ganhar muito dinheiro", disse ele, "mas, sim, o fato de eu melhorar a vida do povo coreano."<br />
Mesmo assim, ele admitiu estar envergonhado por sua inabilidade em falar o inglês. Ele chegou a comprar programas de computador de ensino de inglês, mas eles apenas juntaram poeira.</font>]]></description><author>ultimosegundo.ig.com.br</author><pubDate>11/01/2012 00:00:00 19:35:00</pubDate></item><item><title>Foursquare acrescenta português e outros idiomas ao serviço</title><link>http://www.portalidiomas.com.br/idiomas/principal/noticia_view.asp?id=47138</link><description><![CDATA[<p><font face="Arial">O Foursquare anunciou que adicionou cinco novos <a href="http://www.portalidiomas.com.br"><strong>idiomas</strong></a> ao serviço. Além do português, a rede social agora está disponível em indonésio, coreano, russo e tailandês.<br />
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No blog oficial, a rede social baseada em geolocalização afirmou que os cinco <a href="http://www.portalidiomas.com.br"><strong>idiomas</strong></a> representam as áreas do mundo que mais crescem.</font></p>
<p><font face="Arial">Para usar o serviço nas novas línguas, o usuário precisa baixar a última versão do Foursquare. O aplicativo irá automaticamente trocar a configuração de idioma padrão.</font></p>
<p><font face="Arial">O Foursquare, que alcançou 10 milhões de usuários em junho, havia disponibilizado traduções para espanhol, alemão, francês, italiano e japonês em fevereiro de 2011.<br />
</font></p>]]></description><author>g1.globo.com</author><pubDate>10/01/2012 00:00:00 19:18:00</pubDate></item><item><title>Inglês no mercado de trabalho</title><link>http://www.portalidiomas.com.br/idiomas/principal/noticia_view.asp?id=47136</link><description><![CDATA[<p><font face="Arial">Pois bem. No mercado de trabalho atual,a importância da língua inglesa é exatamente esta. Assim, como o analfabetismo, muito combatido no passado e ainda hoje, o "monolinguísta", (pessoa que não seja bilíngue), poderá ser num futuro próximo, considerado o novo analfabetismo, já que a maioria das empresas multinacionais, não tem mais o "saber" do idioma inglês, como um diferêncial, mas sim, inclui o idioma, como parte imprescindível na formação de um profissional.</font></p>
<p><font face="Arial">Ressalta-se, que, como o computador,o idioma inglês já é considerado habilidade básica do ser humano.</font></p>
<p><font face="Arial">O diferencial agora num profissional, é saber fluentemente uma terceira língua!Saliento, que me impressiono,  com a quantidade de empresários e executivos, que ao atende-los, ouço: "...ah, mas no meu trabalho não vou usar o inglês no dia a dia".</font></p>
<p><font face="Arial">Diante disso, chego àtrês conclusões:</font></p>
<p><font face="Arial"> 1&ordf; - quando você aprende outros <a href="http://www.portalidiomas.com.br"><strong>idiomas</strong></a>, há um aumento de sua capacidade intelectua; </font></p>
<p><font face="Arial">2&ordf;- quem fala mais de um idioma, encontra-se muito mais aptoà adquirir e repassar um nível supreendentemente decultura e conhecimento, </font></p>
<p><font face="Arial">3&ordf; -Em um país como o nosso, cujo potencial turístico é elevado, e tende só para crescer, quem detem o conhecimento fluente de um outro idioma, obtem muito mais oportunidades de se adaptare destacar, em uma nova realidade socio-cultural globalizada, pois este, é o futuro!</font></p>
<p><font face="Arial">E você, qual sua opinião a respeito deste assunto?</font></p>]]></description><author>administradores.com.br</author><pubDate>10/01/2012 00:00:00 19:09:00</pubDate></item><item><title>Na ponta da Língua</title><link>http://www.portalidiomas.com.br/idiomas/principal/noticia_view.asp?id=47057</link><description><![CDATA[<font face="Arial">A trajetória do professor Carlos Wizard Martins é marcada por uma sucessão de conquistas profissionais. Presidente e fundador da Wizard, nascida em 1987, o empresário fez da escola uma das maiores redes de franquias de ensino de <a href="http://www.portalidiomas.com.br"><strong>idiomas</strong></a> do mundo, com mais de 1,2 mil unidades no Brasil e em outros países, como Estados Unidos, México, Japão e China. Também preside o Grupo Multi, que engloba, além da Wizard, as redes de ensino Skill, Alps, People e SOS Educação Profissional. Somadas, as redes têm mais de 2,2 mil escolas.<br />
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O ingresso na área de ensino de <a href="http://www.portalidiomas.com.br"><strong>idiomas</strong></a> aconteceu quando tinha 17 anos, época que embarcou para viver por dois anos nos Estados Unidos. Após algum tempo, voltou ao país para concluir seu ensino universitário. Na Universidade Brigham Young, em Utah &ndash; instituição que mantém um dos maiores centros de ensino de <a href="http://www.portalidiomas.com.br"><strong>idiomas</strong></a> no mundo, cursou o Missionary Training Center, voltado à formação de jovens missionários da Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias. Carlos Martins se tornou professor do centro e teve contato com a metodologia utilizada, que permitia aos jovens se comunicarem em várias línguas em apenas oito semanas.<br />
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No início de sua carreira como professor, chegou a dar aulas de inglês na cozinha de sua casa até fundar, em 1987, a rede Wizard na cidade de Campinas (SP). Com uma proposta agressiva, a Wizard trazia o slogan Fale Inglês em 24 Horas. O sucesso da metodologia utilizada, que foi criada com base na experiência de seu fundador e do modelo de crescimento por franquias, permitiu que a Wizard se expandisse por todo o país. Casado e pai de seis filhos, o empresário acaba de lançar o livro &ldquo;Como Sonhar e Realizar seus Sonhos&rdquo;, da Editora Novo Século. No livro, ele busca motivar os leitores a perseguirem seus sonhos, utilizando como exemplo sua própria trajetória à frente da Wizard. Martins transmite suas técnicas, princípios e experiências vividas, que podem ser de grande valor para aqueles que estão iniciando, ou pretendem iniciar uma trajetória no empreendedorismo. Em entrevista à Gestão&Negócios, Carlos Martins fala sobre sua bem-sucedida carreira e os planos para o futuro.<br />
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Gestão&Negócios (G&N) &ndash; Conte como surgiu a ideia de escrever o livro &ldquo;Como Sonhar e Realizar seus Sonhos&rdquo; e quais as principais dicas que pretende passar aos empreendedores?<br />
Carlos Wizard Martins (CWM) &ndash; Eu acredito que toda pessoa carrega dentro de si um sonho. Alguns realizam seus sonhos e outros não. Minha intenção, ao escrever sobre esse tema, foi motivar o leitor a acreditar em si mesmo, em seu potencial e em sua capacidade de realização de seus sonhos. Certamente o livro terá um apelo grande ao jovem universitário ou recém-formado que tem uma carreira para ser desenvolvida. Porém, as dicas do livro se aplicam a todos. Elas são de caráter universal, tanto se aplicam ao jovem como a um aposentado que busca alcançar uma vida mais plena. É difícil antecipar qual público será mais atingido pela mensagem do livro. Naturalmente que em cada fase da vida a pessoa nutre dentro de si diferentes sonhos. O dia em que a pessoa perder a capacidade de sonhar, ela perde o sabor da vida.<br />
</font>]]></description><author>revistagestaoenegocios.com.br</author><pubDate>09/01/2012 00:00:00 18:46:00</pubDate></item><item><title>Site canadense estabelece índices de satisfação entre funcionários</title><link>http://www.portalidiomas.com.br/idiomas/principal/noticia_view.asp?id=47055</link><description><![CDATA[<p><font face="Arial">Determinar o índice de satisfação entre os colaboradores de um negócio pode ser algo bastante complicado. No lugar das tradicionais e temidas caixinhas de sugestões, o Happiilly, site canadense de gestão de equipes, permite que funcionários registrem seus níveis de humor e felicidade de um jeito mais simples e discreto. O serviço funciona da seguinte forma: ao preencher formulários pré-determinados e publicar mensagens espontâneas, os usuários podem expressar críticas e elogios sobre seus empregos. </font></p>
<p><font face="Arial">A partir dos dados coletados, a plataforma realiza uma compilação gráfica dos índices gerais de satisfação, permitindo que gestores e empreendedores acompanhem o engajamento de suas equipes em tempo real. Além disso, o site também disponibiliza um canal para os colaboradores, que podem comparar os seus sentimentos profissionais em relação aos dos colegas de escritório. Em ambos os casos, o anonimato é garantido. Ainda em fase de lançamento inicial, o serviço permanece gratuito por tempo indefinido.</font></p>]]></description><author>revistapegn.globo.com</author><pubDate>09/01/2012 00:00:00 18:38:00</pubDate></item><item><title>Diplomata ganha até R$ 18 mil para trabalhar fora do país; conheça a carreira</title><link>http://www.portalidiomas.com.br/idiomas/principal/noticia_view.asp?id=47006</link><description><![CDATA[<p><font face="Arial">A carreira de diplomata tem salário inicial de R$ 12.962 (cargo inicial de terceiro secretário), mas com o tempo, o valor pode chegar a R$ 18.478 (ministro de primeira classe, mais conhecido como embaixador). Estes são valores de remuneração no Brasil. Quando o diplomata está em país estrangeiro, ele recebe outros benefícios que variam de acordo com a função que exerce e o país que irá trabalhar.<br />
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Você deixaria o seu emprego para trabalhar como diplomata em outro país?<br />
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Para fazer parte da carreira diplomática, o primeiro passo é o concurso público, considerado um dos mais complexos e exigentes que existe. O professor de direito constitucional André Lopes, do Gran Cursos, ressalta que dominar dois <a href="http://www.portalidiomas.com.br"><strong>idiomas</strong></a>, entre eles o inglês é fundamental. Ter especialização ou qualquer outro tipo de pós-graduação não é tão essencial para garantir a vaga, na opinião de Lopes.<br />
- Não vejo que os <a href="http://www.portaleducacao.com.br/educacao/cursos/cursos.asp"><strong>cursos</strong></a> de pós-graduação representem condições para a aprovação, não desconsiderando a utilidade dos mesmos se bem feitos e em área correlata com a atividade diplomática.<br />
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Ele lembra que os conhecimentos técnicos são importantes, mas a experiência de vida conta pontos para os candidatos:<br />
 - A diplomacia requer experiência, vivência, visão de mundo, atenção aos conflitos internacionais, internos, às vicissitudes de cada ordem social e jurídica, aos modos de governos, sistemas atuais e evoluções. Exige sensibilidade para a compreensão da dinâmica dos povos.<br />
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O que faz um diplomata<br />
O diplomata representa os interesses de seu país no exterior e em negociações comerciais, relações culturais e diplomáticas com os demais países do mundo. Todos os assuntos, públicos ou privados, de interesse do Estado fazem parte da área de atuação do diplomata.</font></p>
<p><font face="Arial">Aprovado no concurso, o servidor ingressa como terceiro secretário e pode chegar a ministro de primeira classe, mais conhecido como embaixador, passando pelos cargos de segundo secretário, primeiro secretário, conselheiro e ministro de segunda classe.  Do primeiro para o segundo estágio é compulsório, ou seja, assim que finaliza o curso de formação no Instituto Rio Branco, que dura cerca de dois anos, os terceiros secretários avançam um posto.</font></p>
<p><font face="Arial">Os cargos de secretários têm atribuições muito semelhantes para ascender na carreira é preciso tempo de serviço, avaliação interna, <a href="http://www.portaleducacao.com.br/educacao/cursos/cursos.asp"><strong>cursos</strong></a> realizados e atividades que tenham sido desempenhadas em outros países. No caso do cargo de conselheiro e ministro de segunda classe, é importante ter uma boa rede de relacionamentos e reconhecimento nos trabalhos desempenhados. Para se tornar embaixador é necessária a indicação do presidente da República. </font></p>]]></description><author>noticias.r7.com</author><pubDate>06/01/2012 00:00:00 19:06:00</pubDate></item><item><title>A importância de falar inglês e espanhol: você ainda não é bilíngue?</title><link>http://www.portalidiomas.com.br/idiomas/principal/noticia_view.asp?id=47004</link><description><![CDATA[<font face="Arial">Cada vez mais os países tornam-se parte de um mundo interligado, abandonando a antiga imagem de blocos independentes. Diante deste cenário, o profissional também precisa ser globalizado. Por isso, falar outro idioma já é tão importante para a carreira quanto à própria formação acadêmica. Grandes empresas contratam funcionários de diversas origens e que, nem <br />
sempre, falam a língua local. Nesse aspecto, saber se comunicar em inglês e espanhol - <a href="http://www.portalidiomas.com.br"><strong>idiomas</strong></a> mais falados em todo o mundo corporativo - é mais do que um diferencial. <br />
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Ainda hoje, tais <a href="http://www.portalidiomas.com.br"><strong>idiomas</strong></a> têm impacto direto na conquista de melhores cargos e salários. De acordo com um levantamento da empresa de pesquisas H2R em parceria com a revista Você S/A realizado em 2009 com 130 organizações mostrou que 70% das empresas requer profissionais para o cargo de analista com fluência em inglês e 10% no espanhol. <br />
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Segundo o diretor da English Academy, Élson Serra, empresas estrangeiras instaladas no Brasil buscam profissionais que sabem se comunicar em inglês ou em outras línguas para lidar com clientes, fornecedores e até mesmo com outras filiais ao redor do globo. &ldquo;Saber dois ou mais <a href="http://www.portalidiomas.com.br"><strong>idiomas</strong></a> é importante para aproveitar essas oportunidades. Como recompensa ao conhecimento oferecido, esses profissionais costumam ganhar mais&rdquo;, completa. <br />
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Mas não é só de profissionais que dominem o inglês e espanhol que o mercado precisa e paga bem por isso. Quem deseja se destacar deve ficar atento ao domínio de outros <a href="http://www.portalidiomas.com.br"><strong>idiomas</strong></a> também considerados sinônimos de oportunidades. De acordo com o assessor de Relações Externas da Unesp (Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho), José Celso Freire Júnior, outras línguas estão crescendo e sendo exigidas por grandes companhias. &ldquo;Como o Brasil tem recebido investimento de empresas francesas e alemãs, os dois <a href="http://www.portalidiomas.com.br"><strong>idiomas</strong></a> têm ganhado visibilidade. Com a expansão das relações com a China, o mandarim também desponta como oportunidade&rdquo;, diz. Serra completa que para quem trabalha ou deseja atuar no ramo da informática, saber japonês tem se tornado importante. <br />
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Ainda dá tempo<br />
Com a vinda de grandes eventos esportivos para o Brasil surgem novas oportunidades de trabalho em diversas áreas. Ao contrário do que se pensa, algumas vagas criadas temporariamente por conta da Copa do Mundo de 2014 e das Olimpíadas de 2016, por exemplo, podem se tornar definitivas. E falar inglês ou outros <a href="http://www.portalidiomas.com.br"><strong>idiomas</strong></a> é essencial para aproveitar algumas dessas oportunidades. <br />
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Para quem ainda não tem conhecimento em outras línguas ou não é fluente, ainda dá tempo de aprender. Ao longo dos próximos três anos é possível fazer um plano de ensino e entender outro idioma. De acordo com Serra, da English Academy, em seis meses uma pessoa pode ser capacitada a entender uma conversa em outro idioma. &ldquo;Um sistema de ensino intensivo faz o aluno reter conhecimento suficiente para se comunicar com estrangeiros, mas como ainda temos mais de dois anos, se houver dedicação, é possível ter um aprendizado louvável em outra língua&rdquo;, diz. <br />
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A importância dos <a href="http://www.portalidiomas.com.br"><strong>idiomas</strong></a> no setor hoteleiro <br />
A Copa do Mundo e as Olimpíadas, que serão realizadas no Brasil, além de outros acontecimentos esportivos, trazem investimento ao país e geram empregos em diversos setores. Por serem eventos divulgados mundialmente, no período de realização o país recebe turistas de todos os lugares. Mais uma vez, falar outro idioma torna-se determinantes. <br />
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A ABIH-SP (Associação Brasileira da Indústria de Hotéis do Estado de São Paulo) mantém três programas em convênio com o Ministério do Turismo para capacitar os profissionais de <a href="http://www.turismoehotelaria.com.br"><strong>hotelaria</strong></a> a receber turistas durante a Copa do Mundo e outros eventos do tipo. Em um deles serão ministrados <a href="http://www.portaleducacao.com.br/educacao/cursos/cursos.asp"><strong>cursos</strong></a> de <a href="http://www.portalidiomas.com.br"><strong>idiomas</strong></a>. <br />
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De acordo com o presidente da ABIH-SP, Bruno Omori, o ideal é que os trabalhadores da área de <a href="http://www.turismoehotelaria.com.br"><strong>hotelaria</strong></a> falem mais de um idioma. &ldquo;Inglês é a língua principal no ramo hoteleiro. Em estabelecimentos com mais de três estrelas ele é um pré-requisito. A meta da ABIH para os próximos anos, com a chegada de eventos esportivos, é que os atendentes da recepção e os profissionais de base, como camareiros e mensageiros, falem duas línguas obrigatoriamente&rdquo;, diz. <br />
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Hoje, a alta <a href="http://www.turismoehotelaria.com.br"><strong>hotelaria</strong></a> já está preparada para atender turistas estrangeiros, pois exige que seus funcionários tenham conhecimentos em outros <a href="http://www.portalidiomas.com.br"><strong>idiomas</strong></a>, como inglês, por exemplo. Mas para que o setor atinja um cenário ideal é necessário que estabelecimentos de pequeno porte também estejam capacitados a receber pessoas de outros países. <br />
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Segundo Omori, o segundo idioma pode beneficiar positivamente o salário de profissionais da <a href="http://www.turismoehotelaria.com.br"><strong>hotelaria</strong></a>. &ldquo;Legalmente falando, não é correto pagar mais a um funcionário que fale inglês ou outra língua, mas isso acontece de outra forma. O leque de oportunidades para quem fala dois ou mais <a href="http://www.portalidiomas.com.br"><strong>idiomas</strong></a> torna-se maior, e os cargos a serem ocupados podem ter melhores remunerações&rdquo;, avalia. <br />
</font>]]></description><author>noticias.universia.com.br</author><pubDate>06/01/2012 00:00:00 18:41:00</pubDate></item></channel></rss>
