﻿<?xml version="1.0" encoding="utf-8"?><rss version="2.0"><channel><title>Portal Fonoaudiologia - Últimas Notícias</title><link>http://www.portalfonoaudiologia.com.br</link><description>Sistema Integrado de Ensino a Distância</description><language>pt-br</language><copyright>Copyright (C) Portal Educação</copyright><webMaster>atendimento@portaleducacao.com.br</webMaster><managingEditor>atendimento@portaleducacao.com.br</managingEditor><lastBuildDate>03/02/2012 07:24:50</lastBuildDate><image><title>Portal Educação</title><url>http://www.portaleducacao.com.br/sistema/imagens/&lt;/url&gt;</url><link>http://www.portaleducacao.com.br</link></image><item><title>Trate bem a sua voz</title><link>http://www.portalfonoaudiologia.com.br/fonoaudiologia/principal/noticia_view.asp?id=48327</link><description><![CDATA[<p><font face="Arial">Sem rouquidão: água e frutas cítricas são amigas da voz sadia</font></p>
<p><font face="Arial"><br />
A voz é uma importante ferramenta do dia-a-dia, mas muitos só se dão conta disso quando ficam roucos. </font></p>
<p><font face="Arial"><br />
A fonoaudióloga Cassiane Zwartch, de São Paulo, explica que os grandes vilões da voz são as mudanças climáticas muito rápidas, a poluição, o ar seco e, principalmente, o mau uso das cordas vocais. </font></p>
<p><font face="Arial"><br />
Daí surgem os nódulos, a rouquidão e a perda da voz, ou até doenças malignas como cânceres de boca, de laringe e de faringe.&#148;<br />
Voz de cantora <br />
<br />
<br />
Segundo uma pesquisa recente, 1 em cada 10 pessoas terá algum problema vocal ao longo da vida. Porém, cuidados simples podem fazer toda a diferença para manter uma voz de veludo. &#147;É importante tomar uns três litros de água por dia, falar sem pressa, ter uma alimentação equilibrada e um sono tranq&uuml;ilo&#148;, ensina a médica. Comer maçã e frutas cítricas <br />
<br />
<br />
Além de muito gostosas, essas frutas tonificam e limpam a voz. Como elas diminuem a viscosidade da saliva, ajudam a evitar o pigarro que machuca as cordas vocais. <br />
<strong><br />
<br />
O que faz bem<br />
<br />
Comer maçã e frutas cítricas <br />
</strong>Além de muito gostosas, essas frutas tonificam e limpam a voz. Como elas diminuem a viscosidade da saliva, ajudam a evitar o pigarro que machuca as cordas vocais. </font></p>
<p><font face="Arial"><strong><br />
Dormir muito bem <br />
</strong>Com um sono tranq&uuml;ilo, você descansa a voz depois de todo o falatório do dia. </font></p>
<p><font face="Arial"><strong><br />
Ficar em silêncio</strong> <br />
Mesmo no meio do dia, tire alguns minutos para ficar quieta. Essa atitude dará aquele alívio à garganta! Relaxar um pouco </font></p>
<p><font face="Arial"><strong><br />
Fique atenta ao excesso de tensão no corpo<br />
</strong>Gire e alongue o pescoço, relaxe a língua e evite ficar muito tempo na mesma posição.<br />
<strong><br />
<br />
O que faz mal<br />
<br />
Gritar demais <br />
</strong>Evite falar em locais muito barulhentos. A competição com os ruídos do ambiente provoca um inchaço nas cordas vocais semelhante ao de uma gripe. Isso faz você ficar sem voz. </font></p>
<p><font face="Arial"><strong><br />
Tomar bebida alcoólica <br />
</strong>O álcool resseca a garganta e diminui a sensibilidade nas cordas vocais. Com isso, você fala mais alto do que o normal e fica rouca no outro dia. </font></p>
<p><font face="Arial"><br />
<strong>Exagerar nas pastilhas <br />
</strong>A sensação de alívio tem quase o mesmo efeito do álcool: as cordas vocais ficam anestesiadas e você fala além da conta.<br />
</font></p>]]></description><author>abril.com.br</author><pubDate>03/02/2012 00:00:00 19:23:00</pubDate></item><item><title>Prepare a voz para as apresentações de trabalho</title><link>http://www.portalfonoaudiologia.com.br/fonoaudiologia/principal/noticia_view.asp?id=48326</link><description><![CDATA[<p><font face="Arial">Falar em público é algo que deixa muitas pessoas apreensivas. Mas, pelo menos uma vez na vida, todos vão ter que encarar este desafio na hora de apresentar um trabalho. Para ajudá-los, o especialista em expressão verbal Reinaldo Polito dá dicas infalíveis para, em diversas situações, você desenrolar a língua com precisão e muita criatividade. Confira:</font></p>
<p><font face="Arial"><br />
<strong>1. Aceite seu tom<br />
</strong>Acredite: não é só você quem detesta ouvir a própria voz. Esqueça essa preocupação, acostume-se e faça o melhor uso dela.<br />
<br />
<br />
<strong>Exercício:</strong> com um gravador, registre o som de sua fala lendo um texto. Ouça a gravação várias vezes. Após um tempo, além de se habituar com a própria voz, passará a enxergar qualidades no seu jeito de comunicar.</font></p>
<p><font face="Arial"><strong><br />
2. Acerte o volume da sua voz<br />
</strong>Para adequar a altura da voz ao ambiente, observe os ruídos capazes de interferir na compreensão dos ouvintes. Se o lugar for barulhento, fale alto.<br />
<br />
<br />
<strong>Exercício:</strong> treine antes de uma apresentação. Coloque um gravador no fundo da sala onde discursará e fale durante um minuto. O aparelho funcionará como se fosse o último ouvinte. Avalie se consegue ouvir a gravação sem esforços e repita até acertar o tom.</font></p>
<p><font face="Arial"><strong><br />
3. Ritmo adequado<br />
</strong>Uma fala monótona, sempre com a mesma velocidade e volume, não motiva o ouvinte! Prefira dar um ritmo agradável à comunicação, alterando a velocidade da fala e o volume.<br />
<br />
<br />
<strong>Exercício:</strong> para desenvolver uma apresentação interessante, leia poesias em voz alta. Você notará que o ritmo e a melodia dos versos contribuirão para que sua fala seja melodiosa e cativante.</font></p>
<p><font face="Arial"><strong><br />
4. Pronúncia perfeita<br />
</strong>Uma boa dicção facilita a compreensão e mostra que você possui boa formação. Só tome cuidado para não perder a naturalidade ao pronunciar corretamente as palavras, ok?<br />
<br />
<br />
<strong>Exercício:</strong> as terminações dos verbos no infinitivo - ou seja, em "ar", "er", "ir" ou "or" - são as mais difíceis de pronunciar. Para melhorar a dicção dessas palavras, repita um substantivo seguido de um verbo com a mesma terminação.<br />
</font></p>]]></description><author>abril.com.br</author><pubDate>03/02/2012 00:00:00 19:19:00</pubDate></item><item><title>O ouvido fica em alerta enquanto dormimos</title><link>http://www.portalfonoaudiologia.com.br/fonoaudiologia/principal/noticia_view.asp?id=48259</link><description><![CDATA[<p><font face="Arial">"Enquanto os outros sentidos descansam durante o sono, os ouvidos, ao contrário, se mantêm em estado de alerta", explica o engenheiro ambiental Eduardo Murgel, especialista em acústica em São Paulo. Quando os sons não passam dos 35 decibéis nível encontrado em uma biblioteca, por exemplo , a noite corre tranq&uuml;ila e sem sobressaltos. Mas acima disso o sono vai ficando cada vez mais superficial, mesmo que não se chegue a acordar de fato com o barulho.<br />
<br />
<br />
"Se, durante a noite, o nível de ruído atinge os 75 decibéis, como em uma rua movimentada, há uma perda de 70% nos estágios profundos do descanso, fundamentais para a consolidação da memória e do aprendizado e também para a renovação das células do corpo", ressalta o neurofisiologista Fernando Pimentel-Souza. Isso explica por que muita gente se sente sonolenta e cansada após passar uma noite em local barulhento. Pular as etapas de sono profundo deixa a pessoa menos inteligente e criativa, acrescenta Pimentel-Souza de forma categórica.<br />
</font></p>]]></description><author>saude.abril.com.br</author><pubDate>02/02/2012 00:00:00 19:23:00</pubDate></item><item><title>Voz fina demais tem tratamento</title><link>http://www.portalfonoaudiologia.com.br/fonoaudiologia/principal/noticia_view.asp?id=48258</link><description><![CDATA[<p><font face="Arial">Em 30 anos de consultório, a fonoaudióloga Sílvia Pinho, de São Paulo, já perdeu as contas de quantos pacientes já a procuraram com o sonho de tornar a voz mais grave. O rol de descontentes abriga jovens e homens feitos, muitos deles infelizes com a emissão de um som que não faz jus a um rosto barbado. A ala masculina que enfrenta o problema não raro fica refém da timidez e das piadas dos amigos &mdash; afinal, a voz aguda costuma ser um entrave ao convívio social. A boa notícia é que o transtorno pode receber um ponto final. </font></p>
<p><font face="Arial"><br />
Antes de fechar o cerco ele, porém, médicos e fonoaudiólogos precisam saber sua causa. E, muitas vezes, a origem do tom agudo está na adolescência. &ldquo;Nessa fase, a voz do menino fica mais grave porque as cordas vocais, estimuladas pela testosterona, se alongam&rdquo;, explica Sílvia Pinho, que é diretora da Invoz Comunicação e Voz Profissional, na capital paulista. Até que o padrão sonoro, por assim dizer, se estabilize, o garoto passa por um período de desafino &mdash; a chamada muda vocal. </font></p>
<p><font face="Arial"><br />
No entanto, parte da molecada sofre com a repercussão da nova entonação que está surgindo &mdash; são brincadeiras da família, dos conhecidos... E, para evitar que o tom mais grave prevaleça, costuma reter a emissão do som, produzindo uma espécie de falsete. &ldquo;A questão é que, com o tempo, ele se acomoda a esse tipo de voz&rdquo;, diz Sílvia. Resultado: voz fina permanece mesmo depois do fim da adolescência, perdurando por toda a vida. &ldquo;Já atendi um paciente de 87 anos com o problema&rdquo;, conta Sílvia. </font></p>
<p><font face="Arial"><br />
Mas dá para reverter o transtorno bem cedo. Onde? No consultório do fonoaudiólogo. &ldquo;Existem exercícios específicos que trabalham as pregas vocais&rdquo;, diz Sílvia. Após algumas sessões, quem convive com o paciente notará a mudança no seu cartão de visitas sonoro. Nem sempre, porém, a voz é fina por esse motivo. Desordens hormonais &mdash; que, vale lembrar, repercutem em todo o corpo &mdash; e pregas vocais naturalmente menores contribuem para que o som seja mais agudo. Nesses casos, equilibrar os níveis de hormônio e realizar exercícios fonoaudiológicos focados na caixa de ressonância (boca, língua, lábios), respectivamente, são as estratégias certeiras. </font></p>
<p><font face="Arial"><br />
Há quem também necessite de cirurgia, como portadores de sulcos vocais, alterações nas cordas carregadas desde a infância. É como se fossem calos congênitos. &ldquo;Eles tornam a voz mais rouca e fina&rdquo;, diz Sílvia. Algumas situações especiais, motivadas por defeitos nas pregas, podem ser resolvidas por uma espécie de plástica vocal, a tireoplastia, que promove o encurtamento dessas estruturas. A maioria dos casos, no entanto, não requer o bisturi. Só que, além do tratamento fonoaudiológico, é necessário o apoio dos indivíduos mais próximos ao paciente &ndash; leia-se: familiares e amigos. Assim como o seu dono, eles se acostumarão aos poucos com a gravidade da nova voz.<br />
</font></p>]]></description><author>saude.abril.com.br</author><pubDate>02/02/2012 00:00:00 19:11:00</pubDate></item><item><title>Para ter uma voz jovem</title><link>http://www.portalfonoaudiologia.com.br/fonoaudiologia/principal/noticia_view.asp?id=48253</link><description><![CDATA[<p><font face="Arial">O que você deve evitar para manter a juventude da sua voz por muitos anos<br />
<strong><br />
<br />
1. NÃO SEGURE O TELEFONE ENTRE O OMBRO E O QUEIXO <br />
</strong>As mãos ficam livres, mas isso exige mais de um lado das cordas vocais do que do outro. Esse desequilíbrio favorece o envelhecimento vocal com o tempo. </font></p>
<p><font face="Arial"><strong><br />
2. GRITAR EM SHOWS <br />
</strong>Quem compete com o barulho ambiente pode acordar afônico no dia seguinte. O trauma nas cordas vocais provoca um inchaço semelhante ao que surge com uma gripe. E se ele for constante, já viu... </font></p>
<p><font face="Arial"><strong><br />
3. ALIMENTOS E BEBIDAS MUITO QUENTES OU GELADOS <br />
</strong>O choque térmico danifica os vasos sang&uuml;íneos. Aprenda: tomar água em temperatura normal antes e depois atenua essa reação. </font></p>
<p><font face="Arial"><strong><br />
4. FALAR DURANTE A MALHAÇÃO <br />
</strong>O bate-papo pressiona as cordas vocais e obriga a soltar o ar para que elas vibrem, o que acaba atrapalhando o fôlego. </font></p>
<p><font face="Arial"><strong><br />
5. BEBER ÁLCOOL <br />
</strong>Ele resseca as cordas vocais. De vez em quando, tudo bem, mas é melhor deixar de lado as bebidas destiladas. Se for bebericar, tome água entre um gole e outro.     </font></p>]]></description><author>saude.abril.com.br</author><pubDate>02/02/2012 00:00:00 18:41:00</pubDate></item><item><title>Chega de ranger os dentes</title><link>http://www.portalfonoaudiologia.com.br/fonoaudiologia/principal/noticia_view.asp?id=48185</link><description><![CDATA[<p><font face="Arial">Esse distúrbio, nocivo às estruturas dentárias, é comum entre crianças. Estudiosos dizem que o perfil psicológico é o grande responsável pelo hábito <br />
A notícia veio há quase dois anos: a pequena paulistana Giovanna Mascaros, na época com 4, ia ganhar uma irmã. A partir daí, passou a ranger os dentes enquanto dormia. Esse movimento involuntário da mandíbula, que na maioria das vezes ocorre quando a gente adormece, recebe o nome de bruxismo e atinge aproximadamente 19% dos garotos e garotas. Se for persistente, desgasta os dentes, modifica a estrutura óssea temporomandibular &mdash; a área entre o osso temporal e a mandíbula &mdash; e até aumenta a pressão na cabeça.</font></p>
<p><font face="Arial"><br />
No caso de Giovanna, a suspeita foi de que a alta carga emocional da novidade teria desencadeado o baticum da dentição &mdash; e o bruxismo teria sido a maneira de extravasar os nervos. "Muitas vezes o ranger dos dentes é o sintoma de um problema maior", explica José Eduardo de Oliveira, odontologista da Faculdade de Odontologia de Bauru da Universidade de São Paulo, no interior do estado. O distúrbio pode ser um reflexo da ansiedade e da irritação infantil. "Isso comprova que não se deve encarar problemas psicológicos e fisiológicos de formas distintas", diz a psicóloga Ana Carolina Peuker, do Hospital Moinhos de Vento, em Porto Alegre, no Rio Grande do Sul. Em outras palavras, as reações físicas sempre estão fortemente ligadas às emoções.</font></p>
<p><font face="Arial"><br />
Mas por que, inconscientemente, os pequenos exteriorizam o nervosismo rangendo os dentes? "Durante os primeiros anos, a boca é o portal para a vida", explica a odontologista Kranya Victoria Díaz- Serrano, da Universidade de São Paulo, em Ribeirão Preto, no interior do estado. "É pela sucção, enquanto são amamentadas, que as crianças resolvem suas necessidades físicas e emocionais", complementa José Eduardo de Oliveira. Por isso que, quando ou o menino ou a menina se sentem incomodados ou frustrados, a mente às vezes entende que estimular fricções dentárias na calada da noite seria um jeito de recuperar a serenidade.</font></p>
<p><font face="Arial"><strong><br />
Sono tranquilo</strong></font></p>
<p><font face="Arial">A atenção dos pais e professores é essencial para o diagnóstico correto. Já o tratamento pede uma abordagem multidisciplinar. O primeiro passo é o uso da placa de mordida &mdash; desenvolvida pelo dentista &mdash;, que se encaixa na superfície dentária para evitar o desgaste. Depois é preciso entender qual foi o estopim para o hábito. <br />
<br />
<br />
Vale procurar um psicólogo nessa hora. "A criança vai precisar expandir o repertório comportamental para enfrentar tensões, participando de grupos ou viajando", aconselha Ana Carolina Peuker. "Já a <a href="http://www.portalfonoaudiologia.com.br/"><strong>fonoaudiologia</strong></a> pode auxiliar no relaxamento muscular e na mobilidade da mandíbula", conta a fonoaudióloga Ana Lucia Kozonara, do Hospital Israelita Albert Einstein, em São Paulo. "Durante o tratamento, deve-se evitar gomas de mascar e alimentos duros, que exigem muito da musculatura bucal", complementa Kranya. Como os pais de Giovanna detectaram o problema logo no início, seus dentes não apresentam tanto desgaste. Agora, mais importante do que nunca, são as visitas regulares à cadeira do dentista.</font></p>
<p><font face="Arial"><strong><br />
O bruxismo pode causar:</strong></font></p>
<p><font face="Arial"><strong>Dores de cabeça<br />
</strong>A estrutura muscular da cabeça está conectada com a da mastigação. O estímulo excessivo a deixa tensa e isso dispara as dores.</font></p>
<p><font face="Arial"><br />
<strong>Zum-zum no ouvido<br />
</strong>A rigidez nos músculos instiga o zumbido como forma de igualar a pressão na cabeça.</font></p>
<p><font face="Arial"><br />
<strong>Dores musculares<br />
</strong>Por causa das contrações constantes, a musculatura fica cansada. Daí, é normal acordar com a bochecha dolorida.</font></p>
<p><font face="Arial"><br />
<strong>Desgaste do sorriso<br />
</strong>A força do apertamento compromete o esmalte dentário e pode até causar fissuras e quebras. Quando isso acontece, o dente fica mais sensível a temperaturas altas e baixas.</font></p>
<p><font face="Arial"><br />
<strong>Problemas na articulação<br />
</strong>O bruxismo pode desencadear a disfunção da articulação temporomandibular, com deslocamento da mandíbula, estalos e dores na região.</font></p>
<p><font face="Arial"><br />
<strong>Mastigação noturna<br />
</strong>Às vezes, o hábito de mastigar enquanto dormimos pode ser confundido com outros distúrbios relacionados ao sono, como o próprio bruxismo. "Mas a mastigação noturna involuntária é causada por vermes que vivem em nosso intestino", diz o odontologista José Eduardo de Oliveira. É importante ressaltar que todo mundo faz esse tipo de movimento durante o sono. Então, não é preciso se alarmar caso seu filho pareça mastigar algo enquanto dorme, de vez em quando &mdash; a não ser que o problema passe a incomodar. Aí vale procurar um especialista e realizar exames para checar uma eventual verminose.<br />
</font></p>]]></description><author>saude.abril.com.br</author><pubDate>01/02/2012 00:00:00 20:24:00</pubDate></item><item><title>Rouquidão: dicas para recuperar a voz</title><link>http://www.portalfonoaudiologia.com.br/fonoaudiologia/principal/noticia_view.asp?id=48120</link><description><![CDATA[<p><font face="Arial">Quer ter sua voz de volta depois de um período de rouquidão? A fonoaudióloga Ana Cláudia Guerrieri dá as dicas:<br />
<strong><br />
Coma maçã<br />
</strong></font><font face="Arial">A fruta tem propriedades adstringentes que ajudam a produzir a voz. Além disso, o movimento de mastigação fortalece a musculatura da região.</font></p>
<p><font face="Arial"><strong><br />
Nada de mel<br />
</strong></font><font face="Arial">Ele deixa a saliva mais espessa, dificultando a emissão dos sons.</font></p>
<p><font face="Arial"><strong><br />
Beba água<br />
</strong></font><font face="Arial">Tome goles pequenos durante o dia para manter as pregas vocais hidratadas.</font></p>
<p><font face="Arial"><strong><br />
Não sussurre<br />
</strong></font><font face="Arial">Isso força a voz. Evite falar e, quando o fizer, articule bem as palavras.</font></p>
<p><font face="Arial"><strong><br />
Ajuda<br />
</strong></font><font face="Arial">Se o problema persistir, procure um otorrinolaringologista ou um fonoaudiólogo.<br />
</font></p>]]></description><author>abril.com.br</author><pubDate>31/01/2012 00:00:00 19:22:00</pubDate></item><item><title>Cuide bem do seu ouvido</title><link>http://www.portalfonoaudiologia.com.br/fonoaudiologia/principal/noticia_view.asp?id=48119</link><description><![CDATA[<p><font face="Arial">Você sabe como cuidar bem do seu ouvido? Conheça algumas infecções que causa danos severos, como surdez, e proteja o canal auditivo!<br />
<br />
<br />
<strong>Otite externa<br />
</strong><br />
<strong>Quando:</strong> verão</font></p>
<p><font face="Arial"><strong>Causas:</strong> </font><font face="Arial">O contato direto com a água, em praia ou piscina, facilita a entrada de líquido no ouvido. O uso do cotonete para "secar" a região piora o problema! Como o canal auditivo externo é fino, o bastonete pode provocar fissuras e até infecções.</font></p>
<p><font face="Arial"><strong><br />
Sintomas: </strong></font><font face="Arial">Dor de ouvido, principalmente durante a mastigação, além de diminuição da audição.</font></p>
<p><font face="Arial"><strong><br />
Tratamento: </strong></font><font face="Arial">Ao sentir dor, faça compressas quentes. Basta encostar COM CUIDADO um pano no ferro de passar roupa e colocar o tecido sobre o ouvido por cinco minutos. Um especialista pode indicar antibióticos. Esse tipo de otite não causa surdez.<br />
<br />
<br />
<br />
<strong>Otite média<br />
</strong><br />
<strong>Quando:</strong> inverno</font></p>
<p><font face="Arial"><br />
<strong>Causas: </strong></font><font face="Arial">O canal de ligação entre o ouvido e o nariz tem a função de permitir a entrada de ar dentro do ouvido. Porém, os fluidos gerados por infecções - como uma gripe, por exemplo - podem bloquear a passagem e causar o problema.</font></p>
<p><font face="Arial"><strong><br />
Sintomas: </strong></font><font face="Arial">Dor de ouvido e de cabeça, sensação de ouvido tapado, redução da audição e tontura. Uso de antibióticos, corticoides e descongestionantes com orientação médica. Quando necessário, pode ser realizada uma drenagem para retirar a secreção. Sem tratamento, pode-se até perder a audição!</font></p>
<p><font face="Arial"><br />
<strong>Tratamento: </strong>U</font><font face="Arial">so de antibióticos, corticoides e descongestionantes com orientação médica. Quando necessário, pode ser realizada uma drenagem para retirar a secreção. Sem tratamento, pode-se até perder a audição!<br />
<br />
<br />
<strong><br />
Chega de ouvir zumbido!<br />
</strong>Sabe aquele apitinho irritante que se ouve de vez em quando? Ele nasce dentro da via auditiva e tem tratamento</font></p>
<p><font face="Arial"><br />
<strong>Causas:</strong> exposição a ruídos excessivos e fone com volume alto, acima de 80 decibéis (uma conversa normal mede 60 decibéis). Descongestionantes e anti-inflamatórios também podem causar o problema.</font></p>
<p><font face="Arial"><strong><br />
Consequências:</strong> perda de audição e de concentração, irritação, ansiedade, problemas para dormir, depressão e até diminuição da libido.</font></p>
<p><font face="Arial"><br />
<strong>Tratamento:</strong> na maioria dos casos, a cura não é definitiva, mas o problema pode diminuir com aparelhos auditivos e restrição de bebidas com cafeína - a substância diminui a circulação sanguínea e intensifica o zumbido.</font></p>
<p><font face="Arial"><br />
<strong>Precauções:</strong> para se prevenir, ouça música em altura confortável, use protetores em lugares ruidosos e evite situações de estresse.<br />
<br />
<br />
<strong><br />
Órgão autolimpante?<br />
</strong>Pode acreditar: o ouvido possui um mecanismo natural de limpeza! Alguns pelos localizados na região se encarregam de expulsar a cera que, em pequena quantidade, protege o canal auditivo de infecções. Por isso, evite lavar o ouvido com sabão e jogar água lá dentro. Cotonete? Nem pensar! Caso sinta necessidade de uma limpeza, procure um otorrinolaringologista.<br />
 <br />
<br />
<strong><br />
Cuidado com o cotonete!<br />
</strong>No verão, o cuidado com o ouvido deve ser redobrado. "Como ele fica muito mais exposto por causa dos banhos de mar e da piscina, se houver qualquer lesão no órgão, ela pode virar uma inflamação e causar uma otite externa", explica Clarisse Saba, otorrinolaringologista da Escola Bahiana de Medicina. Para que isso não aconteça, ela aconselha a só limpar o ouvido com a toalha, com o dedo indicador por dentro. Outra razão para evitar a haste flexível : "Ele pode até perfurar a membrana do tímpano e causar surdez parcial", diz.<br />
</font></p>]]></description><author>abril.com.br</author><pubDate>31/01/2012 00:00:00 19:17:00</pubDate></item><item><title>Seu filho tem dificuldade para falar?</title><link>http://www.portalfonoaudiologia.com.br/fonoaudiologia/principal/noticia_view.asp?id=48061</link><description><![CDATA[Distúrbios de linguagem nas crianças são muito mais corriqueiros do que se imagina. Pena que demorem até ser identificados, o que ameaça comprometer a maneira como o pequeno se comunicará para o resto da vida escolar<br />
<br />
<br />
Amaieio. Figulinha. Bebelo. Muita gente acha graça quando ouve uma criança falando assim. Na maioria das vezes, pronunciar as palavras de maneira errônea, sem um &ldquo;L&rdquo; aqui ou um &ldquo;R&rdquo; acolá, faz parte do desenvolvimento normal de meninos e meninas. Mas, se trocas e omissões de sons permanecem depois dos 3 anos, isso pode se tornar um problema no futuro ou até mesmo indicar uma doença mais grave. <br />
<br />
<br />
O pior é que grande parte dos pediatras, especialistas a quem recorrem pais e mães nos primeiros anos de vida dos filhos, muitas vezes não repara a tempo naqueles sinais capazes de denunciar alterações na fala. É o que constatou uma pesquisa realizada na Faculdade de Odontologia de Bauru (FOB-USP), no interior paulista. O estudo ouviu 79 pediatras com mais de um ano de experiência clínica nos estados de São Paulo e Minas Gerais. &ldquo;Várias famílias atendidas por nós suspeitavam que a criança tinha alguma disfunção, mas o pediatra não deu atenção à queixa&rdquo;, explica a fonoaudióloga Luciana Maximino, do Departamento de Fonoaudiologia da FOB-USP e uma das autoras do trabalho. <br />
<br />
<br />
Entre os riscos da demora em identificar ruídos na comunicação infantil está, além do óbvio atraso para encontrar uma solução, a possibilidade de passar despercebido um caso de surdez ou outros transtornos globais, como autismo. &ldquo;Não existe marcador claro para dizer se a criança se encaixa ou não em um desses casos. Tudo é sintoma&rdquo;, diz Luciana. Assim, quanto mais precoce o diagnóstico, melhor. &ldquo;A alfabetização vai ser mais fácil, a adaptação com aparelhos auditivos pode ser melhor e a quantidade de sessões de terapia, menor&rdquo;, exemplifica a fonoaudióloga. <br />
<br />
<br />
Em defesa de seus colegas pediatras, Ana Maria Escobar, do Instituto da Criança de São Paulo, diz que o tempo de uma consulta é curto demais para flagrar problemas de fala. &ldquo;Um atendimento pediátrico é diferente de um especializado&rdquo;, afirma. &ldquo;Temos que avaliar o coração, o abdômen, o fígado e o baço, checar o ouvido e a garganta, verificar o tônus muscular e possíveis transtornos neurológicos&rdquo;, enumera Ana. Além disso, na presença do médico, muitos garotos e garotas ficam intimidados. E mudos. <br />
<br />
<br />
Por isso é importante que os pais levem dúvidas e alertas para o consultório, sem esperar, em silêncio, que o próprio especialista note algo diferente na hora agá do exame. E, claro, para que apresentem informações pertinentes, devem permanecer atentos. &ldquo;A mãe e o pai precisam observar as habilidades do filho para imitar movimentos e sons da fala, mostrar objetos e compreender ordens simples, como bater palma&rdquo;, indica a fonoaudióloga Jacy Pericinoto, professora da Universidade Federal de São Paulo. Um erro é fatal: comunicar-se de uma maneira infantilizada com a garotada, o que só atrapalha. Afinal, os pequenos repetem o que ouvem. É a fala do adulto, mais evoluída, que permite que a aquisição da linguagem progrida. &ldquo;Conversar com a criança, e não por ela, é a primeira atitude que os pais devem tomar&rdquo;, ensina Fernanda Dreux Fernandes, presidente da Sociedade Brasileira de Fonoaudiologia. <br />
<br />
<br />
É importante, ainda, avaliar o padrão de normalidade da criança, comparandoa com outras da mesma idade e sabendo o que esperar em cada faixa etária. &ldquo;Claro que o desenvolvimento tem vários ritmos. E os limites são flexíveis&rdquo;, pondera Fernanda. &ldquo;Os pais, ao perceberem que o filho começa a gaguejar, por exemplo, devem reparar se com o tempo ele melhora, piora ou fica estável&rdquo;, recomenda Denise Madureira, fonoaudióloga da Santa Casa de Misericórdia de São Paulo. &ldquo;Se em três meses houver regressão, tudo bem. No entanto, se o distúrbio persistir ou o pequeno ficar envergonhado, é aconselhável levá-lo depressa ao especialista.&rdquo; <br />
<br />
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Quando há um problema, o tratamento geralmente consiste em terapia fonoaudiológica, que se vale de brinquedos para facilitar o contato com o especialista da área, e aconselhamento familiar &mdash; afinal, em casa, todos devem colaborar. A duração varia conforme o caso. E, enquanto o tratamento dura, correções e broncas nunca são bemvindas. Se a criança gagueja e é repreendida, as palavras vão sair cada vez mais aos tropeços ou, por medo de errar, o silêncio infantil será a norma. Repetir o certo basta. Cuidar dos ouvidos, e de possíveis infecções, também está relacionado ao desenvolvimento adequado da linguagem. Afinal, para falar, a gente precisa ouvir bem.]]></description><author>saude.abril.com.br</author><pubDate>30/01/2012 00:00:00 21:11:00</pubDate></item><item><title>Pedestres que usam fone de ouvido têm risco triplo de acidente </title><link>http://www.portalfonoaudiologia.com.br/fonoaudiologia/principal/noticia_view.asp?id=48060</link><description><![CDATA[O número de acidentes graves com pedestres que andam com fones de ouvido (iPod, MP3 e afins) triplicou em seis anos. Os dados constam em um estudo norte-americano publicado na revista especializada "Injury Prevention", do grupo British Medical Journals. As vítimas são principalmente adolescentes e jovens adultos.<br />
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A maioria dos incidentes acontece em zonas urbanas e apenas um caso em cada dez é da área rural, de acordo com o levantamento feito entre janeiro de 2004 e junho de 2011.<br />
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A idade média das vítimas é de 21 anos. Entre elas, um pouco mais da metade (55%) foi atingida por trens. Dois terços (68%) são do sexo masculino e 67% tinha menos de 30 anos.<br />
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Durante este período, 116 casos foram registrados no total. No biênio 2004-2005, 16. Em 2010-2011, 47.<br />
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Das 116 colisões, 81 (70%) foram mortais. Em três quartos dos casos, testemunhas relataram que a vítima usava fones de ouvido no momento do acidente.<br />
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Em 29% dos casos, houve menção de buzinas ou sirenes de alarmes acionadas antes do pedestre ser atingido.<br />
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Para os pesquisadores, a distração da pessoa absorvida pela música, além da incapacidade de ouvir os sons exteriores, é provavelmente uma das origens dos acidentes.<br />
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MÚSICA INTERFERE NA ATENÇÃO VISUAL</strong><br />
Mas escutar música também reduz as fontes cerebrais que captam os estímulos externos, reduzindo a atenção visual a tal ponto que as pessoas ficam cegas ao que se passa no entorno, afirmou a equipe do médico Richard Lichenstein, de Baltimore, Maryland, como hipótese.<br />
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"Os riscos pela utilização de aparelhos por condutores já foi bem documentado", salienta o estudo. "Mas sabemos pouco sobre a associação entre a utilização de fones e os acidentes com pedestres", acrescentaram.<br />
Celulares e kits de mãos livres não entraram no estudo.<br />
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Segundo dados americanos da Administração Nacional de Trânsito Seguro em Estradas, entre 4.000 e 5.000 pedestres morrem a cada ano em uma colisão com um veículo, representando 10% a 12% do total de mortes nas estradas dos Estados Unidos. Já nos trens causam a morte de cerca de 50 pedestres por ano.]]></description><author>Folha.com</author><pubDate>30/01/2012 00:00:00 21:08:00</pubDate></item><item><title>Detecção precoce de problemas de linguagem</title><link>http://www.portalfonoaudiologia.com.br/fonoaudiologia/principal/noticia_view.asp?id=48005</link><description><![CDATA[No Instituto de Psicologia da USP, uma pesquisa normatizou testes que medem o desenvolvimento do vocabulário auditivo e expressivo em crianças de 18 meses a 6 anos, para detecção precoce de atrasos e distúrbios de linguagem. Miriam Damázio em sua tese de mestrado utilizou os Testes de Vocabulário Auditivo e Expressivo, que é um banco de figuras desenvolvido no Laboratório de Neuropsicolinguística Cognitiva Experimental do Instituto de Psicologia.<br />
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O estudo analisou o desenvolvimento do vocabulário auditivo e expressivo de 906 crianças de escolas particulares e públicas das cidades de Ribeirão Pires e Santo André (na Grande São Paulo). Estudos científicos comprovam que o tamanho do vocabulário de uma criança aos dois anos é preditor do seu sucesso na fase escolar, portanto, a aplicação dos testes permite ao educador localizar o problema e intervir precocemente a fim de suprir os problemas futuros de alfabetização. Os resultados da pesquisa mostraram que o vocabulário da criança cresce de acordo com a idade, com a série escolar, e também com o nível sócio econômico. Essa avaliação foi feita em termos de número de salários mínimos pagos como mensalidade da escola (ou seja, escola pública = 0; escolas privadas = 1 salário/mês ou 2 salários/mês). Observando a interação entre ano e nível sócio econômico, observou-se que no 2º. ano, crianças da escola pública (NSE de 0 salário/mês) apresentaram vocabulário expressivo significativamente inferior ao das crianças de escola privada.<br />
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Primeiramente, foi aplicado o teste auditivo, que consiste de 33 figuras divididas em sete pranchas. Cada uma das pranchas com 5 linhas e em cada linha, cinco figuras, sendo 1 figura alvo e quatro figuras distraidoras. A tarefa é apontar para a figura correspondente à palavra falada pelo avaliador (para crianças de 1 e 2 anos) ou de marcar essa figura com um lápis (para crianças de 3 a 6 anos de idade).<br />
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Em seguida, o teste avaliou o vocabulário expressivo falado de crianças de 1 ano e 6 meses até 5 anos e 11 meses. O teste é composto de um caderno espiral de 100 páginas, do tamanho A5. <br />
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Em cada página há uma figura. A tarefa da criança é nomear oralmente a figura mostrada pelo avaliador. A criança desenvolve o seu vocabulário ouvindo as pessoas que estão ao seu redor e ouvindo histórias.Quando a criança possui 50 palavras em seu vocabulário expressivo (falado), já possui um vocabulário auditivo de 200 palavras.]]></description><author>ram.uol.com.br</author><pubDate>27/01/2012 00:00:00 20:21:00</pubDate></item><item><title>Língua presa: o que é isssso companheirossss?</title><link>http://www.portalfonoaudiologia.com.br/fonoaudiologia/principal/noticia_view.asp?id=48003</link><description><![CDATA[A pronúncia do 's' entre os dentes é, na verdade, um distúrbio de fala que pode ser corrigido<br />
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1 O que significa exatamente ter a língua presa? </strong><br />
Dois problemas muito diferentes ficaram conhecidos popularmente por esse nome, ambos envolvendo a má articulação da língua durante a fala e, como conseq&uuml;ência, a dificuldade em emitir certos fonemas. O caso mais comum provoca o ceceio, ou seja, a pronúncia do 's' e 'z' com a língua posicionada entre os dentes da frente (interposição lingual). O segundo, este sim merecedor da expressão, é caracterizado pela dificuldade de pronunciar a letra 'l', porque o freio lingual (aquele filete de pele que fica embaixo da língua) é muito curto. Nesse caso, a ponta da língua não consegue alcançar de forma alguma o céu da boca e por isso fica muito difícil emitir o som característico dessa consoante. A língua torna-se um empecilho durante a fala. <br />
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2 Trocar a letra 'r' pela 'l' pode ser um sintoma? </strong><br />
Não necessariamente. Diversos estudos recentes demonstram que a criança que diz 'balata' no lugar de 'barata' pode fazê-lo por inúmeras razões, sem que haja qualquer problema com o posicionamento ou aspecto da sua língua. Portanto, só mesmo um especialista é capaz de fazer o diagnóstico correto. <br />
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3 Quais as causas desses distúrbios? </strong><br />
Se o chiado e a dificuldade de pronúncia são caracterizados pelo encurtamento do freio da língua, o problema ocorre por uma má-formação que pode ser identificada desde o nascimento. O bebê costuma encontrar obstáculos para mamar e em situações mais graves a língua mal sai da boca, sendo dividida por um sulco bem ao meio toda vez que é esticada. Esse fenômeno é facilmente obervado pelos pais, familiares ou médicos quando a criança chora, por exemplo. Agora, quando não é esse o caso, os tropeços na fala são mesmo causados pelo mau posicionamento da língua decorrente de inúmeras razões, desde maus hábitos orais na infância, como chupar o dedo ou chupeta, usar mamadeira com furo muito grande ou respirar apenas pela boca, até a posição incorreta dos dentes e má audição. Acontece o seguinte: os padrões respiratórios e de deglutição inadequados vão alterando o tônus dos músculos orofaciais, fazendo com que a língua se torne mais flácida e altere a sua posição habitual.<br />
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4 Há como reverter o problema na fala? </strong><br />
Sim. Porém, por não depender de medicamentos, é necessário que haja um grande esforço do paciente para que a correção realmente tenha êxito. Com o apoio de equipe multidisciplinar (composta geralmente por alergista, otorrinolaringologista, dentista, fonoaudiólogo, odontopediatra, entre outros especialistas), o tratamento mais usual geralmente recomenda exercícios faciais específicos, em sessões de <a href="http://www.portalfonoaudiologia.com.br/"><strong>fonoaudiologia</strong></a>. Em casos mais graves, quando a língua quase nem se movimenta por conta do encurtamento do freio lingual e o tratamento fonoaudiológico se mostra ineficaz, é indicada a operação. O procedimento cirúrgico é simples: faz-se um leve picote no freio para, literalmente, soltar a língua do paciente. <br />
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5 A intervenção deve ser feita em qualquer idade? Ou apenas na fase adulta? </strong><br />
Em geral, a recomendação é para que o tratamento de uma maneira geral seja iniciado o quanto antes, até mesmo em crianças pequenas que mal começaram a falar. Isso evitaria, além de constrangimentos e dificuldades de aprendizado na escola, as eventuais compensações na fala. Quanto à cirurgia, também não há limite de idade, mas só mesmo um médico otorrinolaringologista e um fonoaudiólogo, juntos, poderão indicar o melhor momento. <br />
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6 O tratamento é realmente necessário em qualquer situação? </strong><br />
Apenas especialistas nesses distúrbios, ou seja otorrinolaringologistas e fonoaudiólogos poderão responder isso ao paciente. E, por essa razão, devem sempre ser procurados para verificar caso a caso. Se acharem que o problema de fala poderá causar algum prejuízo mais sério no futuro, o procedimento e/ou cirurgia poderão ser recomendados. Do contrário, ou seja, quando o desvio se limita às dificuldades de pronúncia e o adulto não se sente constrangido ou sequer incomodado, a reparação passa a ser um procedimento opcional. <br />
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<strong>7 Há garantia de cura definitiva para o paciente?</strong><br />
A correção da fala não depende da utilização de medicamentos e, na maioria das vezes, tampouco de procedimento cirúrgico. Portanto, para que ocorra qualquer progresso, é indispensável a colaboração do paciente. Além de ajuda médica especializada, ele precisa realmente desejar as mudanças.]]></description><author>revistavivasaude.uol.com.br</author><pubDate>27/01/2012 00:00:00 20:03:00</pubDate></item><item><title>DISLEXIA: quanto mais cedo tratar, melhor</title><link>http://www.portalfonoaudiologia.com.br/fonoaudiologia/principal/noticia_view.asp?id=48002</link><description><![CDATA[VOC&Ecirc; SABIA QUE TOM CRUISE &Eacute; DISL&Eacute;XICO? E QUE LEONARDO DA VINCI, WALT DISNEY E AGATHA CHRISTIE, ENTRE OUTROS FAMOSOS, TAMB&Eacute;M TINHAM O DIST&Uacute;RBIO?<br />
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Quantas vezes voc&ecirc; j&aacute; n&atilde;o ouviu a frase 'fulano &eacute; pregui&ccedil;oso, indisciplinado', referindo- se a uma crian&ccedil;a com dificuldade de aprendizado na escola? A dislexia, dist&uacute;rbio ou transtorno de aprendizagem na &aacute;rea da leitura, escrita e soletra&ccedil;&atilde;o, que atinge meninos e meninas, &eacute; mais comum do que se imagina.<br />
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Diagn&oacute;stico e tratamento precoces podem transformar um disl&eacute;xico num profissional brilhante na fase adulta. Afinal, a dislexia &eacute; uma dificuldade que pode ser vencida com tratamento.<br />
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&quot;&Eacute; um problema cr&ocirc;nico, mas se houver atendimento adequado, a crian&ccedil;a n&atilde;o ter&aacute; seu desenvolvimento prejudicado e poder&aacute; se tornar um profissional de sucesso&quot;, explica o foniatra Alfredo Tabith J&uacute;nior, da Divis&atilde;o de Educa&ccedil;&atilde;o e Reabilita&ccedil;&atilde;o dos Dist&uacute;rbios da Comunica&ccedil;&atilde;o da Pontif&iacute;cia Universidade Cat&oacute;lica de S&atilde;o Paulo (Derdic/PUC).<br />
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Para a psic&oacute;loga Maria M&ocirc;nica Bianchini, da Associa&ccedil;&atilde;o Brasileira de Dislexia (ABD), as dificuldades impostas pela press&atilde;o e a falta de oportunidade na fase adulta afetam a empregabilidade e os relacionamentos em geral. Estimular a capacidade do c&eacute;rebro de relacionar as letras aos sons que as representam e, posteriormente, ao significado das palavras que elas formam, s&atilde;o algumas das terapias utilizadas<br />
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<strong>Trocando as letras</strong><br />
O c&eacute;rebro de uma pessoa disl&eacute;xica &eacute; id&ecirc;ntico ao de outra sem o dist&uacute;rbio. A diferen&ccedil;a pode estar relacionada &agrave;s falhas nas conex&otilde;es cerebrais. Nestas pessoas, as informa&ccedil;&otilde;es s&atilde;o processadas numa &aacute;rea diferente do c&eacute;rebro. &quot;A dislexia &eacute; um funcionamento inadequado do lobo temporal, respons&aacute;vel pela linguagem lida e escrita&quot;, diz Bianchini (veja quadro). Numa linguagem mais popular, pode-se dizer que 'embaralha' as liga&ccedil;&otilde;es cerebrais principalmente nas regi&otilde;es respons&aacute;veis por controlar a leitura, a escrita e o poder de soletrar. Com essa &aacute;rea 'desorganizada', a crian&ccedil;a come&ccedil;a a demonstrar dificuldades j&aacute; na pr&eacute;-escola. Alguns pesquisadores acreditam que, quanto mais cedo for tratada a dislexia, maior a chance de corrigir essas falhas.<br />
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Diagn&oacute;stico preciso</strong><br />
Especialistas alertam que um diagn&oacute;stico preciso depende de uma boa avalia&ccedil;&atilde;o multidisciplinar - realizada por uma equipe formada por psic&oacute;logo, fonoaudi&oacute;logo, psicopedagogo, neurologista, oftalmologista e otorrinolaringologista. E de exclus&atilde;o - isto &eacute;, elimina&ccedil;&atilde;o das causas ligadas a problemas neurol&oacute;gicos e psicol&oacute;gicos como d&eacute;ficit intelectual, defici&ecirc;ncias auditivas e visuais ou les&otilde;es cerebrais. &quot;A escola, al&eacute;m dos pais, exerce um papel importante no reconhecimento do problema, pois &eacute; na fase de alfabetiza&ccedil;&atilde;o que mais se manifestam os sinais do dist&uacute;rbio&quot;, explica o foniatra Alfredo Tabith J&uacute;nior.<br />
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Normalmente, a avalia&ccedil;&atilde;o &eacute; indicada a partir dos 7 anos de idade. Mas &eacute; muito comum, no caso de hist&oacute;rico familiar, iniciar o acompanhamento numa fase anterior. &quot;Ao ser diagnosticada, &eacute; poss&iacute;vel amenizar em at&eacute; 80% os comprometimentos por meio de terapias. Neste per&iacute;odo, o c&eacute;rebro vai sofrer um treinamento para se adaptar&quot;, afirma Bianchini.<br />
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Apesar de n&atilde;o existir uma divis&atilde;o institu&iacute;da cientificamente de graus de comprometimento, a dislexia pode ser definida como leve, m&eacute;dia ou severa. Segundo Bianchini, a leve se reflete principalmente na dificuldade de interpreta&ccedil;&atilde;o durante a leitura. J&aacute; a m&eacute;dia pode ser observada principalmente na fase dos 10 aos 12 anos, idade em que a crian&ccedil;a troca as letras e omite s&iacute;labas na escrita. E a severa, quando ap&oacute;s dois anos de alfabetiza&ccedil;&atilde;o, a crian&ccedil;a n&atilde;o escreve e nem l&ecirc;.<br />
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<strong>QI acima da m&eacute;dia</strong><br />
Crian&ccedil;as disl&eacute;xicas que recebem tratamento desde cedo superam o dist&uacute;rbio e se igualam &agrave;quelas que nunca tiveram problemas de aprendizagem. O tratamento pode demorar at&eacute; tr&ecirc;s anos, porque diferente da fala, que a crian&ccedil;a aprende pela conviv&ecirc;ncia com os outros, a leitura precisa ser ensinada. Com o uso de m&eacute;todos adequados, aten&ccedil;&atilde;o e carinho (para a crian&ccedil;a se sentir querida e valorizada), a dislexia pode ser vencida.<br />
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Uma pesquisa da fonoaudi&oacute;loga e psicopedagoga Maria &Acirc;ngela Nogueira Nico, coordenadora t&eacute;cnica e cientifica da ABD, baseada numa amostragem com 230 disl&eacute;xicos severos, de 7 a 19 anos, atendidos pela entidade em 2006, mostra que todos t&ecirc;m n&iacute;vel de Coeficiente de Intelig&ecirc;ncia (QI) acima da m&eacute;dia; apresentam dificuldade na mem&oacute;ria verbal e de curto e longo prazos, assim como nas provas de leitura, escrita, ditado e c&oacute;pia e na decodifica&ccedil;&atilde;o de letra e som, na organiza&ccedil;&atilde;o e processamento visual; apresentam disgrafia (conhecida por letra feia) e disnomia (dificuldade de nomear objetos); 85% sofre de algum tipo de alergia; 70% tem o fator de hereditariedade presente e 40% &eacute; hiperativo.]]></description><author>revistavivasaude.uol.com.br</author><pubDate>27/01/2012 00:00:00 20:01:00</pubDate></item><item><title>Acerte o tom</title><link>http://www.portalfonoaudiologia.com.br/fonoaudiologia/principal/noticia_view.asp?id=48001</link><description><![CDATA[Às vezes as advertências nem são percebidas - afinal, parece uma simples gripe. Porém se a voz continua sumida e alterada por mais de duas semanas contínuas, sinal vermelho! "A rouquidão será sempre um sintoma de que as coisas não andam bem", comenta o otorrinolaringologista Luis Freire, do Hospital Professor Edmundo Vasconcelos, em São Paulo. <br />
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Se você nunca reparou, é bom prestar atenção: uma voz saudável requer boa entonação, qualidade e 'afinação'. "Ela deve ser clara, emitida sem esforço, bem modulada, equilibrada, nem forte nem fraca, grave ou aguda. Precisa fluir com facilidade e não chamar a atenção por ser diferente", diz a médica Claudia Liechavicius (RJ), da Sociedade Brasileira de Fonoaudiologia. <br />
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A seguir, os especialistas ouvidos por Viva Saúde apresentam 10 preciosas dicas que você merece conhecer para não sair do tom. Confira e solte a voz.<br />
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1 - Fatores da má qualidade vocal </strong><br />
Antes de gritar, sussurrar, ingerir bebidas alcoólicas, líquidos muito gelados ou quentes, pense no prejuízo que essas ações podem trazer para sua voz. E mais: "Quem tem o estranho hábito de pigarrear constantemente deve saber que isto causa calos nas pregas vocais e, a longo prazo, uma voz rouca", alerta Luis Freire. Falar em tom tenso, angustiado ou ansioso também é capaz de ocasionar lesões na laringe. Ambientes com ar condicionado, poluição e até as questões hormonais, principalmente em mulheres, mudam o tom da voz. <br />
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2 - Cuidados diários </strong><br />
Evite tossir sem necessidade, fuja das mudanças bruscas de temperatura e não fale em local barulhento. Dê preferência aos alimentos leves e sem tempero forte. É recomendável ainda beber água - no mínimo oito copos por dia, para hidratar as pregas vocais. Caso utilize sua voz profissionalmente, a dica é evitar chocolates e derivados de leite para não perder a modulação vocal. É importante, inclusuve, manter boa postura corporal e não usar roupas apertadas na cintura e no pescoço: elas atrapalham a respiração e, conseq&uuml;entemente, a voz. <br />
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3 - Abusos freq&uuml;entes </strong><br />
"Gritar é o abuso mais comum entre crianças e esportistas. Falar alto e com respiração inadequada é errado, pois para a laringe produzir voz de qualidade é importante que venha um bom fluxo de ar dos pulmões", explica o médico Luis Freire. O cigarro também é um veneno: a fumaça passa pelas cordas vocais e causa grande irritação. Apague definitivamente esse mal! <br />
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4 - Nada de automedicação</strong> <br />
Pastilhas e sprays até dão sensação de alívio durante a produção da voz, mas devem ser evitados. Isso porque não atuam na laringe e não chegam até as cordas vocais. Além disso, depois do uso, as pessoas tendem a exagerar e falar um pouco mais alto, forçando a área. Portanto, qualquer tipo de recurso, só com orientação de um especialista. 5 - No caminho da prevenção Cuidar da saúde e se alimentar corretamente é o primeiro passo para deixar sua voz tinindo. Coma mais verduras e frutas, sempre mastigando bem para facilitar a digestão e liberar a movimentação do diafragma. Pela manhã, uma boa dica é bocejar bastante para relaxar o conjunto de músculos da boca, faringe e laringe. Experimente! <br />
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6 - Alguns alimentos podem ajudar </strong><br />
Para manter-se afinado, invista em porções de maçã e frutas cítricas. Essas saudáveis delícias têm ação adstringente, deixam a saliva mais fina e limpam a laringe. Já água fresca sem gás e em temperatura ambiente ajuda a lubrificar a garganta seca. Por outro lado, carboidratos e açúcares comprometem a qualidade vocal, deixando a saliva mais grossa. Evite a alimentação tardia, ou seja, próxima ao sono, e ainda comidas pesadas e condimentadas demais porque provocam azia, refluxo e má digestão - com um agravante: as substâncias produzidas nessas situações costumam irritar a laringe. <br />
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7 - Exercícios fazem bem </strong><br />
Suas cordas vocais também precisam de 'ginástica'. E é importante tomar cuidados. Apoiar o telefone no ombro, por exemplo, prejudica a coluna e a voz. Quem fala com a cabeça inclinada e o queixo levantado comprime a laringe, dificultando a vibração das cordas vocais, causando atrito e aumentando o risco de calos. O ideal é manter o olhar para a frente, sem entortar a cabeça", comenta Luis Freire. Profissionais da voz, como cantores, radialistas e professores devem fazer exercícios de aquecimento vocal para melhorar o desempenho e manter a saúde. "As demandas do uso profissional são maiores e mais sofisticadas em qualidade, portanto o risco de desenvolver alteração é mais alto", diz Claudia Liechavicius. <br />
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8 - Sinal de alerta </strong><br />
A rouquidão funciona como uma espécie de alarme: indica que está ocorrendo uma alteração na laringe e as pregas vocais estão vibrando de modo irregular. Inflamações causadas por gripe, resfriado, sinusite e pneumonia, e o uso inadequado da fala são capazes de provocá-la. "A voz rouca é ruidosa, tem um som turbulento e também pode ser resultante da presença de nódulos, pólipos ou edemas", explica a fonoaudióloga Claudia Liechavicius. <br />
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9 - Trate no início </strong><br />
Preste atenção aos seguintes sintomas: menor projeção vocal, falhas nos finais das frases, cansaço e ardência ao falar, sensação de aperto na garganta, ressecamento do trato vocal. Se estes problemas iniciais não forem adequadamente tratados é bem possível que surjam patologias vocais secundárias associadas, como calos vocais e até mesmo câncer de laringe. <br />
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<strong>10 - O especialista certo</strong><br />
Procure o otorrinolaringologista ao perceber que algo não anda bem com seus 'trinados'. A avaliação é feita por meio de um exame clínico com espelho de laringe ou com endoscópio que amplifica a imagem. Uma vez estabelecido o diagnóstico, o médico orienta o paciente, que pode ser encaminhado até para uma terapia com fonoaudiólogo.]]></description><author>revistavivasaude.uol.com.br</author><pubDate>27/01/2012 00:00:00 19:57:00</pubDate></item><item><title>Nódulos da tiróide:as duvidas</title><link>http://www.portalfonoaudiologia.com.br/fonoaudiologia/principal/noticia_view.asp?id=48000</link><description><![CDATA[A <a href="http://www.tecnologiacursos.com.br"><strong>tecnologia</strong></a> viabilizou equipamentos capazes de mostrar nódulos menores na tireóide , antes inacessíveis. Em contraposição ao considerável ganho de qualidade das imagens, essa evolução tecnológica também resultou no descobrimento de falsos nódulos e a exagerada importância dada a eles.<br />
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Num nódulo tireoidiano se for sólido, aumenta a quantidade de células, tanto no que se refere à quantidade e à qualidade das células presentes no nódulo. Mas só essa característica é insuficiente para predizer o risco de malignidade do nódulo. Então leva se em consideração a capacidade do tecido do nódulo deixar passar as ondas do ultrassom. Os nódulos hipoecogênicos ou seja que deixam passar a menor quantidade de ultrassom nesse caso têm maior quantidade de células terá maior o risco de ser maligno. Outra característica que chama a atenção são os contornos irregulares do nódulo. Em geral, os nódulos menores dificilmente são malignos. . Mas na duvida os nodulos deverão ser submetidos a uma punção aspirativa por agulha fina (PAAF).<br />
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Nódulos com microcalcificações menores do que dois milímetros são altamente suspeitos. Já as macrocalcificações estão relacionadas a nódulos benignos. Caso haja a calcificação total do nódulo, o risco de malignidade será ainda menor.<br />
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O ultrassom com doppler da tireóide vem sendo bastante utilizado no estudo dos nódulos. A presença de vasos sanguineo centrais , aumenta o risco de a lesão ser maligna. Para identificar o risco, vale a regra do conjunto das características do nódulo na avaliação geral<br />
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K.Hudak e colaboradores cirurgiões da Universidade de Wisconsin, EUA estudam o problema.Cento e cinq&uuml;enta e três (65%) pacientes apresentavam sinais considerados benignos na PAAF( grupo A), e 82 (35%) apresentaram sinais celulares de malignidade( grupo B). O tamanho medio do nódulo foi semelhante nos dois grupos (25 &plusmn; 2 mm vs 26 mm &plusmn; 2 mm, P = 0,83). <br />
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Malignidade foi identificada no relatório final da cirurgia em em 21 (14%) versus 13 (16%) pacientes do grupo A e do grupos B, respectivamente . Dos pacientes com câncer, o tumor foi determinado como microcarcinoma em 76% nos grupo A versus 85% no grupo B Os autores concluem que os nodulos da tiroide podem confundir os cirurgiões como ocorreu recentemente com a presidenta da Argentina.]]></description><author>ram.uol.com.br</author><pubDate>27/01/2012 00:00:00 19:55:00</pubDate></item><item><title>Gagueira ou disfluência, não atrapalhar.</title><link>http://www.portalfonoaudiologia.com.br/fonoaudiologia/principal/noticia_view.asp?id=47999</link><description><![CDATA[De acordo com o IBGE, a população brasileira é de 192 milhões. Segundo o Instituto Brasileiro de Fluência (IBF), a incidência da gagueira no Brasil é de 5%, ou seja, 9,5 milhões de brasileiros estão passando por um período de gagueira neste momento. Este número é maior do que a população da cidade do Rio de Janeiro. Já a prevalência da gagueira é de 1%, ou seja, 1,9 milhões de brasileiros gaguejam a muitos anos de forma persistente, crônica. Este número é maior do que a população de Manaus ou Curitiba.<br />
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A fala se desenvolve nos três primeiros anos de vida e, até os 6 anos de idade, ainda é comum que as crianças tenham certa dificuldade em pronunciar algumas palavras mais complexas. Isso já seria gagueira, que é chamada de disfluência, pelos fonoaudiólogos?<br />
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Em relação à infância, há uma disfluência da fala descrita como normal, que faz parte do processo de aquisição da linguagem e tende a desaparecer sozinha. Isso está relacionado com o momento em que a criança passa a produzir as próprias sentenças e tem de escolher uma palavra depois da outra. Mostra um movimento da criança na própria aquisição da linguagem. <br />
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É claro que o grau de disfluência varia de criança para criança assim como varia a preocupação das famílias. É freq&uuml;ente pais levarem o filho ainda pequeno que gagueja um pouco para uma consulta com o fonoaudiólogo porque temem que ele seja gago.<br />
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É muito importante que os pais fiquem atentos à fala das crianças, que podem vir a apresentar alguma disfluência. A gagueira pode atrapalhar o desenvolvimento da personalidade, o aprendizado da criança na escola e o convívio social. Ao não conseguir pronunciar corretamente determinada palavra, a criança pode ficar insegura e se sentir incapaz, acarretando bloqueios de ordem psicológica que afetarão sua vida mais adiante, além de ocasionar ansiedade e timidez excessivas. Em muitos casos, ela se isola do grupo de amiguinhos por vergonha de falar e ser satirizada pelos demais. <br />
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Quanto mais cedo for diagnosticado o problema, maior será a possibilidade de realizar um tratamento adequado. As pessoas também costumam associar a gagueira a baixo desenvolvimento intelectual, o que não é verdade. A pessoal com disfluência tem inteligência normal.]]></description><author>ram.uol.com.br</author><pubDate>27/01/2012 00:00:00 19:53:00</pubDate></item><item><title>"Voltei a viver depois de conseguir falar de novo"</title><link>http://www.portalfonoaudiologia.com.br/fonoaudiologia/principal/noticia_view.asp?id=47828</link><description><![CDATA[<font face="Arial">Aos 8 anos de idade, no interior de Pernambuco, ele deu a primeira pitada no cigarro de palha. Com a mesma idade, provou uns tragos de pinga oferecidos pelo próprio pai. Teve os dois maços e meio litro da bebida alcoólica como companhias diárias até apagar as velas do aniversário de 50 anos.<br />
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O câncer na garganta, língua e esôfago &ndash; consequências do duplo vício &ndash; quase condenaram Nilton Armando dos Santos ao silêncio e à solidão.<br />
Quando atinge alguma região da cabeça ou do pescoço &ndash; boca, língua, garganta, faringe, laringe e esôfago &ndash; o tumor maligno não é a única sequela do tabagismo e do hábito de beber cotidianamente.<br />
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O tratamento para a doença &ndash; que consiste principalmente em quimioterapia e radioterapia &ndash; pode enrijecer os músculos responsáveis pela voz e pela deglutição. A cirurgia, se necessária, pode mutilar os mecanismos que participam destes processos.<br />
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O paciente, sem fala e sem conseguir comer direito, precisa de terapia específica de <a href="http://www.portalfonoaudiologia.com.br/"><strong>fonoaudiologia</strong></a> para vencer a doença e também para superar as barreiras do isolamento.<br />
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&ldquo;A nossa sociedade é habituada a eventos sociais relacionados à fala e à alimentação&rdquo;, define a fonoaudióloga Isabella Neto, especializada em tratar pacientes com câncer.<br />
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&ldquo;Bolo de aniversário, sair para tomar um cafezinho, almoços de domingo, tudo isso pode ficar comprometido sem a terapia vocal, com severos efeitos psicológicos.&rdquo;<br />
Nilton, hoje aos 70 anos e ainda em tratamento para um recém descoberto câncer na próstata, sabe descrever com expressões faciais a angústia que foi ficar quase três meses sem conseguir emitir um único som. E hoje, após três anos de tratamento intenso com a fonoaudióloga Isabella, ele já consegue falar em bom tom a importância da ciência da voz para o tratamento do câncer.<br />
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&ldquo;Só posso dizer que é ótimo e vital. Eu voltei a viver depois que consegui falar de novo para a minha Helena &ndash; sua mulher há 47 anos &ndash; que ela é a joia da minha vida&rdquo;, completa, com olhar apaixonado.<br />
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O tratamento<br />
Ba-be-bi-bo-bu (repete três vezes); Ra-re-ri-ro-ru (quatro vezes); &ldquo;Manda um beijo com os dois lábios apertados&rdquo;; &ldquo;Imagine que comeu algo bem azedo e faça uma careta&rdquo;.<br />
Não são tarefas simples para quem apresenta paralisia facial, rouquidão, voz robótica e atrofiamento da língua, descreve o presidente da Academia Brasileira de Laringologia e Voz, José Eduardo Cardoso, se referindo a alguns sintomas nocivos do tratamento anticancerígeno para as áreas da cabeça e do pescoço.<br />
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&ldquo;A primeira meta após o tumor maligno ser diagnosticado é a cura deste problema. Mas após a quimioterapia, a radioterapia ou a cirurgia reverterem ou controlarem o câncer, é preciso cuidar do rastro de sintomas que a terapêutica deixa&rdquo;, explica o especialista.<br />
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&ldquo;Sabendo que as taxas de sobrevivência do câncer estão cada vez mais altas, tratar a doença se tornou importante como cuidar dos efeitos colaterais&rdquo;, acrescenta a especialista em voz do <br />
Hospital AC Camargo, referência em oncologia, Elisabete Carrara.<br />
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O pernambucano Nilton, sobrevivente do câncer há duas décadas, reuniu todos estes efeitos colaterais.<br />
&ldquo;Ele não sorria mais porque não conseguia mexer uma das partes da boca. Não contava mais as piadas que tanto alegravam o nosso quintal. Parou de frequentar o salão da igreja por vergonha da voz de pato que surgiu depois dele ficar mudinho por tanto tempo. Eu tinha muita saudade do marido que se perdia naquela solidão&rdquo;, lembra dona Helena.<br />
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&ldquo;Eu agradecia diariamente por ele estar vivo. Mas nas orações no meu altar, pedia à Nossa Senhora e ao São José para trazer um pouquinho do meu Nilton de volta.&rdquo;<br />
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Ginástica e cantoria<br />
O sotaque típico de Pernambuco, aos poucos, voltou a ecoar na casa da zona sul paulistana onde o casal Nilton e Helena mora desde que se apaixonou &ndash; à primeira vista. Ele, depois que passou a fazer a ginástica da voz prescrita pela fonoaudióloga, foi recuperando o timbre, o jeito de sorrir e a forma de falar. Mesmo após descobrir tumores em outras partes do corpo, não deixou de lado a <a href="http://www.portalfonoaudiologia.com.br/"><strong>fonoaudiologia</strong></a>.<br />
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&ldquo;Os exercícios são estipulados de acordo com o perfil de cada paciente. Além disso, ajudamos na escolha dos alimentos. Principalmente quem é submetido a radioterapia e quimioterapia sem cirurgia (como é o caso de ex-presidente Lula) precisa reaprender a engolir e, inicialmente, ter uma dieta mais pastosa. Um dos riscos, por exemplo, é a comida não seguir o caminho correto e ir para o pulmão, o que pode resultar em engasgos sérios e até a morte&rdquo;, alerta a fonoaudióloga Isabella.<br />
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Para os pacientes do AC. Camargo, a especialista Elisabete usou a música como forma de recuperar a voz e também de resgatar alguns macetes que seus pacientes usavam para engolir antes do tratamento.<br />
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&ldquo;A ideia deu tão certo que montamos um coral. Hoje participam 10 pacientes. A meta é chegar a 50 participantes este ano, inclusive com pacientes que tiveram que retirar toda a laringe.&rdquo;<br />
Asa Branca e Paixão<br />
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No final do ano, o coral de pacientes apresentou ao público a canção &ldquo;Como é grande o meu amor por você&rdquo;, uma das preferidas de Nilton. Ele agora também se arrisca a voltar a cantar &ndash; ele conquistou Helena dançando Asa Branca em uma festa junina. Hoje, ele entoa baixinho os versos da cantiga "Paixão" no ouvido dela. Arrisca, em especial, os seus versos prediletos: &ldquo;Tens uma beleza infinita, e a boca mais bonita que a minha já tocou.&rdquo;<br />
</font>]]></description><author>saude.ig.com.br</author><pubDate>24/01/2012 00:00:00 20:29:00</pubDate></item><item><title>Santa Casa recebe até quinta inscrição para o vestibular de fonoaudiologia</title><link>http://www.portalfonoaudiologia.com.br/fonoaudiologia/principal/noticia_view.asp?id=47827</link><description><![CDATA[<font face="Arial">A Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo (FCMSCSP) recebe até a próxima quinta-feira (26) inscrições para as 27 vagas remanescentes no curso de <a href="http://www.portalfonoaudiologia.com.br/"><strong>fonoaudiologia</strong></a>. Os candidatos podem se inscrever pela internet, no site da instituição.<br />
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A Santa Casa ofereceu 50 vagas no primeiro processo seletivo, concluído em dezembro do ano passado. Porém, apenas 27 candidatos tiveram pontuação acima da nota mínima, e 4 deles não fizeram matrícula.<br />
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A prova do vestibular para as vagas remanescentes acontece no domingo (29). O gabarito será divulgado na segunda-feira (30) e o resultado sairá no dia seguinte. A matrícula dos candidatos convocados acontece nos dias 1º, 2 e 3 de fevereiro. O valor da mensalidade é R$ 1.320, e não há taxa de matrícula.<br />
Mais informações podem ser obtidas na secretaria geral que fica na Rua Cesário Motta Júnior, 61, 3º andar, Vila Buarque, São Paulo. O telefone é (11) 3367-7818.<br />
</font>]]></description><author>g1.globo.com</author><pubDate>24/01/2012 00:00:00 20:28:00</pubDate></item><item><title>RESPIRAÇÃO BUCAL </title><link>http://www.portalfonoaudiologia.com.br/fonoaudiologia/principal/noticia_view.asp?id=47744</link><description><![CDATA[<font face="Arial">O fonoaudiólogo deve determinar, depois de receber o histórico do caso e examinar a cavidade oral, se há necessidade de encaminhamento a um médico para uma avaliação mais completa.<br />
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Caso conclua que o hábito pode ser apenas funcional, ajudará o paciente a eliminá-lo, numa primeira etapa do tratamento da deglutição atípica. Se não, encaminhará o paciente a um otorrinolaringologista ou alergista.<br />
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Os respiradores bucais podem ser tratados com sucesso através de terapia fonoaudiológica, cirurgia, medicação, placa oral, aparelho de Andresen, Bionator, e uma faixa de queixo (tanto do tipo usado pelos ortodontistas nos casos de má oclusão de classe III, como aquela vendida comercialmente como uma mascara "anti-ronco").<br />
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A dificuldade com estes dispositivos começa quando o paciente deixa de usá-los. O importante é que se realize uma retirada gradativa, pois assim, as chances de êxito são maiores. Caso o uso for interrompido bruscamente, há muitas chances do retorno aos hábitos antigos. <br />
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O tratamento do respirador bucal, baseia-se em reeducar a musculatura oral, pois se não o habito residual poderá persistir. Assim, segundo Marchezan (1994) refere ser a terapia o foco para a aprendizagem do "uso do nariz", não esquecendo que devemos sempre orientar a família.<br />
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A primeira etapa do tratamento fonoaudiológico é a de esclarecer ao paciente e a sua família a respeito de respiração bucal, mostrando os padrões adequado e apresentando. Portanto, trabalhamos a conscientização, para depois podermos trabalhar o sistema sensório motor oral e as funções do sistema estomatognático, sempre respeitando a individualidade do paciente.<br />
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A colaboração da família é de extrema importância para o sucesso do tratamento. A maneira pela qual a família visualiza a terapia também tem influencia sobre o desempenho da criança.<br />
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Os exercícios que serão citados são exemplos de como podemos intervir na reabilitação do respirador bucal. Vários métodos são utilizados por profissionais especializados com resultados satisfatórios.<br />
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Para aumentar a tonicidade dos lábios, utilizamos o exercício do botão (ou escudo labial ou exercitador dos lábios), o exercício da colher, o do lápis e o haltere labial.<br />
Exercício do botão (ou escudo labial ou exercitador dos lábios): O paciente segura por trás dos lábios e diante dos dentes um botão preso a um fio dental. O terapeuta puxa o fio enquanto o paciente tenta manter o botão preso a boca com a força dos lábios. <br />
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Exercício da colher: O paciente deve segurar a extremidade de uma colher de plástico no centro dos lábios, mantendo-a no plano horizontal. Quando for alcançada essa posição, o terapeuta coloca um peso sobre a colher e o paciente deve tentar equilibrá-la com a força dos lábios, efetuando a função de contrapeso. <br />
Exercício do lápis: O paciente deve segurar o lápis no meio dos lábios sem abaixá-lo nem levantá-lo enquanto o terapeuta conta até 8. O exercício se repete aumentando-se a conta até chegar a 15.<br />
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Exercício do haltere labial: O paciente coloca o haltere labial entre os lábios e fica durante o máximo de tempo que conseguir.<br />
A partir deste momento, vai aumentando a quantidade de tempo de permanência do haltere nos lábios, até adquirir uma tonicidade adequada.<br />
Para alongar o lábio superior, utilizamos os exercícios de morder o lábio superior, da máscara, do garrote e massagens.<br />
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Exercício de morder o lábio superior: É realizado com os dentes da arcada inferior, onde o paciente deve segurar e manter o lábio superior.<br />
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Exercício da máscara: O paciente deve prender todo o lábio superior com os dedos e tentar estira-lo para baixo o máximo possível, em direção ao lábio inferior. Depois de alcançar essa posição, deve tentar mantê-la.<br />
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Exercício do garrote: O paciente deve manter o garrote debaixo do lábio superior, enquanto permanece com os lábios selados.<br />
Massagens: São realizadas para ajudar a estirar o lábio superior. Deve ser realizada logo abaixo das narinas no sentido do seu fechamento, ou seja, para baixo. A massagem deve ser realizada com certa pressão e de modo sistemático.<br />
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Para o selamento labial, utilizamos retalhos de hóstias (ou clips ou elástico ortodôntico) e micropore.<br />
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Retalhos de hóstias (ou clips ou elástico ortodôntico): O paciente deve manter entre os lábios um pedaço de retalho de hóstia , inicialmente por alguns minutos diários e depois ir aumentando esse tempo.<br />
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Micropore: Antes de dormir o paciente sela os lábios com duas tiras de micropore em forma de X.<br />
Pode utilizar ao invés de micropore para dormir o retalho de hóstia.<br />
Para a mobilidade do lábios, os exercícios dependerão da dificuldade que o paciente apresenta. Não realizamos essa série de exercícios com todos os pacientes, somente os exercícios que precisarem ser estimulados: vibração dos lábios, estirar e projetar os lábios com os dentes ocluídos, movimentos laterais dos lábios, elevar o lábio superior mostrando a arcada dentária superior e abaixar o lábio inferior mostrando a arcada dentaria inferior.<br />
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Para a mobilidade da língua, utilizamos estalos com a ponta da língua, elásticos, argolas de metal ou plástico, estreitar e alargar a língua, movimentar para os lados e vibração da língua.<br />
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Estalos com a ponta da língua: O paciente estala a língua contra o palato duro, elevando sua parte anterior.<br />
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Elásticos: Dobramos o canudo pelo meio e introduzimos um elástico ortodôntico até a sua parte central. O paciente deve introduzir o elástico na ponta da língua e tentar soltá-lo estreitando-a e movimentando-a para trás.<br />
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Depois trabalha-se a parte média da língua realizando as mesmas etapas. O objetivo deste exercício é que o paciente aprenda a estreitar a língua, controlando a musculatura transversa. Depois de aprendido o exercício, será necessário executar os movimentos de alargar e estreitar a língua, sem apoiá-la nos lábios ou nos dentes.<br />
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Argolas de metal ou plástico: O paciente deve tentar introduzir a ponta da língua dentro das argolas, sem apoiá-las nos lábios ou nos dentes. Inicia-se com argolas de diâmetro grande e depois passa-se às menores.<br />
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Estreitar e alargar a língua: O paciente deve estreitar e alargar a língua sem movimentá-la para trás ou para frente. Esta deve estar fora da boca e a ponta apoiada em um depressor.<br />
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Movimentar para os lados: Estirar a língua em ponta e movimentá-la em direção as comissuras labiais direita e esquerda sem chegar a tocá-las. A língua não pode estar apoiada nos lábios e a mandíbula não pode se mover (se for necessário durante os primeiros exercícios, pode-se segurar a mandíbula com a mão até que o paciente seja capaz de controlar seus movimentos). Repetir os exercícios elevando a ponta da língua ate o nariz e baixando-a em direção ao mento. <br />
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Vibração da língua: Esse exercício estimula a mobilidade.<br />
Para aumentar a tonicidade, utilizamos exercício muscular do papinho, exercício de resistência, depressor de madeira e deglutição reflexa.<br />
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Exercício muscular do papinho: O paciente deve elevar a ponta da língua e apoiá-la no centro do palato duro, empurrando sobre este várias vezes. Este exercício deve ser realizado com os dentes em oclusão, e trabalha a ponta da língua e os músculos do assoalho da boca.<br />
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Exercício de resistência: Esse exercício trabalha a língua e os músculos do assoalho da boca. É realizado com a ponta da língua apoiada na papila palatina, onde o paciente tenta abrir e fechar a boca fazendo força com a língua para que a boca não se feche.<br />
<br />
Depressor de madeira: O paciente deve empurrar com a ponta da língua o depressor que o terapeuta segura realizando uma força em sentido contrario.<br />
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Deglutição reflexa: Esse exercício trabalha a parte posterior. Prende-se a ponta da língua e simultaneamente injeta-se água contra o palato. O paciente deve deglutir a água movendo a parte posterior da língua e os músculos do esfíncter velofaríngeo.<br />
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Para a posição de repouso: mantemos a língua posicionada contra o palato duro durante 10 minutos. Pode-se utilizar um pedaço de hóstia ou elástico ortodôntico na papila palatina para auxiliar na concentração do paciente. O paciente deve aumentar gradativamente este tempo. <br />
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Para o freio lingual, utilizamos os seguintes exercícios: estalar a ponta da língua e estirar a língua.<br />
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Estalar a ponta da língua: Esse exercício trabalha a elasticidade do freio lingual. O paciente deve realizar estalos com a ponta da língua contra o palato duro, mantendo a boca aberta.<br />
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Depois, repete-se o exercício com os dentes em oclusão. Após, é necessário realizar uma forte sucção da língua contra o palato duro, abrindo e fechando a boca, sem deixar de manter a língua succionada.<br />
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Estirar a língua: O exercício é realizado com a boca aberta, onde o paciente deve estirar a língua o máximo possível, sem tocar nos dentes ou nos lábios.<br />
Para trabalhar os músculos masséteres, realizamos os seguintes exercícios: exercício do garrote e contração e relaxamento dos masséteres.<br />
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Exercício do garrote: Esse exercício é realizado para a estimulação do tono do músculo masseter. Utiliza-se um garrote de 15 cm de comprimento para morder, este é colocado no lado direito sobre os molares e depois no lado esquerdo. Deve-se morder de 15 a 20 vezes de cada lado.<br />
<br />
Contração e relaxamento dos masséteres: O paciente deve tratar de vencer a força realizada pelos dedos indicador e médio, colocados na região anterior da arcada inferior, que pressionam a mandíbula para baixo. Deve-se realizar uma força para conseguir o fechamento mandibular.<br />
<br />
Os bucinadores são trabalhados através de sucção da seringa. Este exercício consiste em encher uma seringa de 5 ml de água, inseri-la parcialmente dentro da boca e succionar a água sem empurrar o êmbolo com a mão. Esse exercício trabalha os bucinadores e o véu palatino. Pode ser realizado também com iogurte ou sucos.<br />
<br />
Para trabalhar o palato mole, realizamos exercícios com estímulo frio, sucção, deglutição reflexa, bocejo e articulação dos fonemas posteriores /k/ e /g/.<br />
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Estímulo frio: Injetar um jato de água fria (com uma seringa) no centro do palato mole, enquanto o paciente emite o fonema /a/. Esses jatos devem ser curtos para provocar o estímulo de contração da musculatura.<br />
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Sucção: Esses exercícios serão descritos na seção "sucção".<br />
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Deglutição reflexa: Já descrita nos exercícios de língua.<br />
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Bocejo: Provocamos bocejos abrindo a boca e realizando uma inspiração profunda (via bucal), para que o paciente observe a elevação do véu.<br />
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Articulação dos fonemas /k/ e /g/: O paciente apoia a nuca com as mãos realizando pressão para frente. No momento da articulação dos fonemas, deve-se mover a cabeça no sentido contrário. Esse exercício auxilia o fechamento do esfíncter velofaríngeo.<br />
<br />
Quanto aos músculos da articulação temporomandibular (ATM), os exercícios que atuam sobre os músculos que movimentam a ATM são realizados pelos cinesiologos para as patologias dolorosas dessa articulação. Esses exercícios trabalham a contração dos músculos agonistas para provocar o relaxamento dos antagonistas, mediante de técnicas de mobilização e outras mais.<br />
<br />
Citaremos abaixo os exercícios para se trabalhar as funções orofaciais (sucção, respiração, mastigação, deglutição e articulação da fala).<br />
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Para trabalhar a sucção, podemos utilizar o exercício com a chupeta ortodôntica, onde o paciente realiza sucções enquanto o terapeuta segura o aro da chupeta e exerce uma leve força para fora e com a dedeira de látex, onde colocamos uma dedeira de látex no dedo indicador (do terapeuta e do paciente), o paciente deve succionar o dedo do terapeuta e ao mesmo tempo o terapeuta succiona o seu.<br />
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Dessa forma o paciente sentirá como o terapeuta realiza a sucção, e este conduzirá sua língua estimulando seus movimentos de frente para trás. Pode-se utilizar pós de sabores diferentes para estimulação.<br />
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Podemos dividir o trabalho da respiração em duas etapas: a primeira é realizada com treino da respiração nasal e a segunda com treino do tipo respiratório.<br />
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Para o treino da respiração nasal, trabalhamos com um espelho tipo Glatzel, um espelho pequeno e automatização.<br />
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Espelho tipo Glatzel: O paciente deve realizar inspirações e expirações com a boca fechada, deixando marcada a superfície do espelho. Depois deve inspirar o ar por uma narina e expulsá-lo pela outra, alternando as narinas.<br />
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Espelho pequeno: Coloca-se um pequeno espelho embaixo do nariz, onde o paciente deve realizar respirações alternando o ritmo e a duração das mesmas.<br />
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Automatização: O paciente deve manter um pedaço de retalho de hóstia, clips ou elástico ortodôntico entre os lábios enquanto realiza alguma atividade como ver televisão, ler, etc., aumentando progressivamente a duração.<br />
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Para o treino do tipo respiratório, trabalhamos em decúbito dorsal e sentado.<br />
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Em decúbito dorsal: O paciente inspira pelo nariz e coloca a mão sobre o diafragma para sentir sua expansão e elevação; depois segura a respiração e expira lentamente pela boca, controlando o fluxo de ar. Após, deve colocar as mãos lateralmente sobre as costelas para sentir a expansão.<br />
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Sentado: o paciente inspira pelo nariz, provocando a expansão costodiafragmatica e o expulsa contando de maneira pausada até 4; depois repete o exercício avançado progressivamente a conta até chegar a 15. Durante todos os exercícios respiratórios devemos levar em conta a postura do pescoço e dos ombros.<br />
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Orientamos o paciente em relação a mastigação para que esta seja realizada com a mordida anterior, mastigando os alimentos com os lábios selados, alternando os lados e triturando os alimentos na zona dos molares (posteriormente).<br />
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Quanto a deglutição, iniciamos com o treino de líquidos para depois passar ao treino da deglutição de saliva. Com uma seringa damos um jato de água a boca do paciente, que deve deglutir seguindo a seq&uuml;ência abaixo:<br />
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Com a boca aberta: O paciente deve posicionar a água no centro da língua, apoiar sua parte anterior nas papilas palatinas e, com a boca aberta, apertá-la contra o palato realizando movimentos ondulatórios de frente para trás para levar a água até a faringe. Esse movimento só é conseguido por meio da elevação do osso hióide, por isso é necessário posicionar a mão do paciente debaixo da mandíbula para que perceba essa elevação. Realizamos essa primeira etapa com a boca aberta para estarmos seguros da posição da língua.<br />
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Com os dentes em oclusão: O paciente utiliza essa posição, ainda com os lábios separados, mas com os dentes em contato e repete os mesmos movimentos anteriores. Nessa fase ocorre a contração dos músculos masséteres.<br />
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Com os lábios fechados: Com os dentes em oclusão, repete-se os mesmos movimentos. Nessa fase, além da contração dos masseteres, constata-se a ausência de mímica perioral ou de movimentos de cabeça.<br />
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Para variar o exercício anterior, o paciente mantém uma bala na boca para provocar salivação. Deve juntar a saliva, ocluir os dentes e realizar os mesmos movimentos do exercício descrito. Logo após passamos aos alimentos pastosos e realizamos as mesmas etapas. <br />
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No que diz respeito a articulação da fala, os transtornos articulatórios miofuncionais tem relação com os maus hábitos orais, com as anomalias estruturais dos órgãos fonoarticulatórios e com a alteração das funções orofaciais.<br />
<br />
O sigmatismo anterior está associado a hábitos como sucção de dedos ou de outros objetos, ao uso da chupeta, entre outros. É freq&uuml;ente em respiradores bucais.<br />
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O sigmatismo lateral também tem relação com a sucção de dedos e da língua e está presente nas mordidas abertas laterais.<br />
Na reabilitação dos sigmatismos é de extrema importância o trabalho de reabilitação oral, além da reeducação do posicionamento lingual e do direcionamento da corrente aérea durante a articulação de determinados fonemas.<br />
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As dificuldades na pronúncia do fonema /r/, se deve a pouca habilidade do ápice lingual ou a falta de elasticidade do freio, que também pode ser curto. O trabalho no sentido de melhorar a mobilidade e a tonicidade da língua e a elasticidade do freio é muito importante para o sucesso da reabilitação.<br />
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É freq&uuml;ente a observação de pacientes que articulam quase sem mover a boca e/ou a língua, produzindo uma fala pouco clara. Treinamos então a pronuncia lenta e a articulação ampla.<br />
</font>]]></description><author>fonoaudiologia.com</author><pubDate>23/01/2012 00:00:00 20:21:00</pubDate></item><item><title>MEC corta vagas de fonoaudiologia, educação física e serviço social</title><link>http://www.portalfonoaudiologia.com.br/fonoaudiologia/principal/noticia_view.asp?id=47743</link><description><![CDATA[<font face="Arial">O Ministério da Educação (MEC) anunciou nesta sexta-feira (2) o corte de mais 1.287 vagas em 58 <a href="http://www.portaleducacao.com.br/educacao/cursos/cursos.asp"><strong>cursos</strong></a> que obtiveram resultado insatisfatório na última edição do Exame Nacional de Desempenho de Estudantes (Enade). A medida atinge graduações nas áreas de educação física, serviço social e <a href="http://www.portalfonoaudiologia.com.br/"><strong>fonoaudiologia</strong></a>, que tiveram nota 1 ou 2 no Conceito Preliminar de Curso (CPC) de 2010. O indicador, que varia em uma escala de 1 a 5, avalia a qualidade de ensino de um curso a partir do desempenho dos estudantes no Enade e outros quesitos, como a titulação do corpo docente e a infraestrutura da instituição.<br />
<br />
As medidas foram publicadas no Diário Oficial da União e fazem parte do processo de supervisão pelo qual esses <a href="http://www.portaleducacao.com.br/educacao/cursos/cursos.asp"><strong>cursos</strong></a> estão submetidos em função do baixo desempenho no CPC. A redução atinge 33 <a href="http://www.portaleducacao.com.br/educacao/cursos/cursos.asp"><strong>cursos</strong></a> de educação física (1.024 vagas), 16 de serviço social (244 vagas) e nove de <a href="http://www.portalfonoaudiologia.com.br/"><strong>fonoaudiologia</strong></a> (39 vagas). As instituições de ensino terão um ano para cumprir as exigências do termo de saneamento de deficiências que será firmado com o governo. Após esse período, o MEC fará uma nova avaliação para verificar o cumprimento das exigências. Se as deficiências não forem corrigidas, os <a href="http://www.portaleducacao.com.br/educacao/cursos/cursos.asp"><strong>cursos</strong></a> poderão, ao fim do processo, ser descredenciados pelo ministério.<br />
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Desde que foram divulgados os resultados do CPC de 2010, o ministério já cortou mais de 8 mil vagas em faculdades que oferecem <a href="http://www.portaleducacao.com.br/educacao/cursos/cursos.asp"><strong>cursos</strong></a> considerados de baixa qualidade. Além das áreas anunciadas na sexta, também houve redução da oferta de vagas em <a href="http://www.medicinacursos.com.br"><strong>medicina</strong></a>, <a href="http://www.portalodontologia.com.br"><strong>odontologia</strong></a>, <a href="http://www.enfermagemvirtual.com.br/"><strong>enfermagem</strong></a>, biomedicina, <a href="http://www.nutricaovirtual.com.br/"><strong>nutrição</strong></a> e <a href="http://www.portalfisioterapia.com.br"><strong>fisioterapia</strong></a>. O MEC informou que pretende suspender, até o fim do ano, 50 mil vagas. As medidas também atingirão graduações de ciências contábeis e administração. Em 2010, 594 dos 4.143 <a href="http://www.portaleducacao.com.br/educacao/cursos/cursos.asp"><strong>cursos</strong></a> avaliados tiveram CPC 1 ou 2. A nota 3 é considerada satisfatória e CPCs 4 e 5 indicam que o curso é de boa qualidade.<br />
</font>]]></description><author>globo.com</author><pubDate>23/01/2012 00:00:00 20:20:00</pubDate></item><item><title>Fonoaudiologia aliada a amamentação torna o bebê mais saudável</title><link>http://www.portalfonoaudiologia.com.br/fonoaudiologia/principal/noticia_view.asp?id=47660</link><description><![CDATA[<p><font face="Arial">As vantagens do aleitamento materno são inquestionáveis tanto para a mãe como para o bebê, na qual a amamentação tem o efeito de reduzir a incidência de doenças alérgicas, otite média, infecções respiratórias e diabetes. <br />
<br />
Os benefícios são de ordem nutricional, imunológica, psicológica, ortodôntica, social, cultural e econômica. Entretanto, o que poucas mamães sabem é que a amamentação tem reflexos futuros na respiração, dentição e fala da criança. Conheça como o auxílio da <a href="http://www.portalfonoaudiologia.com.br/"><strong>fonoaudiologia</strong></a> aliado a amamentação pode tornar o bebê mais saudável e feliz.</font></p>
<p><font face="Arial">Quando a criança é amamentada, além de se alimentar, involuntariamente ela faz um exercício físico importante que estimula o crescimento harmonioso das estruturas orais e faciais. &ldquo;Ao nascer o bebê tem a mandíbula muito pequena, que irá alcançar um tamanho equilibrado em relação à maxila ao ter seu crescimento estimulado pela sucção do peito. <br />
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Maxilares melhor desenvolvidos propiciarão um melhor alinhamento da dentição. Músculos firmes ajudarão na fala. Durante a amamentação a criança aprende a respirar corretamente pelo nariz&rdquo;, explica a fonoaudióloga do Grupo Fonovital, Camille Siqueira Pinho.</font></p>
<p><font face="Arial">Segundo a especialista, a escolha da mamadeira influencia bastante na amamentação. O bebê que suga o bico de borracha adota um padrão de sucção diferente do padrão assumido com a mama, uma vez que os movimentos da língua não são os naturais e a musculatura é utilizada de forma incorreta. <br />
<br />
Na amamentação natural a criança tem maiores condições de satisfazer as necessidades sensório-motoras globais e, particularmente, sua necessidade oral, porque através da sucção do peito exercita por mais tempo seus órgãos fono-articulatórios. &ldquo;Na amamentação artificial esse processo tende a ocorrer de forma muito rápida e passiva&rdquo;, - ressalta a fonoaudióloga.</font></p>
<p><font face="Arial">No entanto, no seio ou na mamadeira, a amamentação é o acontecimento mais importante da vida da criança e é determinante para o posterior relacionamento com o mundo. Portanto, mesmo que a criança esteja recebendo leite artificial, a alimentação deverá ser efetuada como se ela estivesse sendo amamentada no seio, com carinho e o toque da mãe. <br />
<br />
&ldquo;Durante a mamada a criança deverá ficar mais verticalizada, quase sentada ao colo da mãe evitando assim que o leite escorra para a tuba auditiva levando à otite de repetição&rdquo; &ndash; salienta Camille.</font></p>
<p><font face="Arial">A chupeta existe para completar em alguns casos a necessidade de sucção - comum em bebês que usam mamadeira já que o processo de alimentação acontece de forma muito rápida -, acalmar e tranq&uuml;ilizar o bebê, ou ainda para evitar o hábito da sucção de dedo, já que este traz danos mais severos ao desenvolvimento buco-facial. <br />
<br />
Mas o uso do acessório deve ser mínimo: em momentos de stress ou para adormecer, e não para qualquer choro do bebê. &ldquo;Deve-se sempre inspecionar as causas do desconforto antes de partir para o uso da chupeta e deve-se retirá-la quando o bebê se acalmar ou adormecer. Quando a chupeta permanece interposta entre os lábios pode-se perder a memória muscular de vedação labial, o que é fundamental para que se respire pelo nariz. Admite-se seu uso até dois anos de idade, quando a fala fica desenvolvida e a necessidade de sucção passa a ser substituída pela mastigação&rdquo;, explica a fonoaudióloga<br />
</font></p>]]></description><author>fonoaudiologia.org.br</author><pubDate>20/01/2012 00:00:00 18:57:00</pubDate></item><item><title>ABA realizará eleições para Conselho Fiscal e Comissão de Ensino e Pesquisa</title><link>http://www.portalfonoaudiologia.com.br/fonoaudiologia/principal/noticia_view.asp?id=47659</link><description><![CDATA[<p><font face="Arial">A Academia Brasileira de Audiologia (ABA) realizará, no dia 16 de abril, eleições para os integrantes do Conselho Fiscal e da Comissão de Ensino e Pesquisa. A votação ocorrerá durante a Assembleia Geral Ordinária da entidade, no 27º Encontro Internacional de Audiologia (EIA), em Bauru (SP).<br />
<br />
As inscrições para os candidatos a membros do Conselho Fiscal ou das chapas que disputarão o pleito para a Comissão de Ensino e Pesquisa devem ser feitas até 16 de fevereiro. Só poderão participar das eleições os associados que estiverem em dia com as anuidades.<br />
<br />
Os interessados em compor a Comissão de Ensino e Pesquisa deverão enviar ofício à ABA com os nomes dos oito candidatos que formarão a chapa. Nesse caso, todos os profissionais deverão ter o título de doutor.<br />
<br />
A eleição para o Conselho Fiscal é individual, sem necessidade de composição de chapa. Será realizada uma consulta eletrônica prévia destinada aos associados da ABA. A partir daí, sete candidatos &ndash; doutores ou não &ndash; serão indicados, e o resultado poderá ser ratificado durante a Assembleia Geral Ordinária, no 27º EIA.<br />
</font></p>]]></description><author>fonoaudiologia.org.br/</author><pubDate>20/01/2012 00:00:00 18:52:00</pubDate></item><item><title>A Fonoaudiologia e o Bebê</title><link>http://www.portalfonoaudiologia.com.br/fonoaudiologia/principal/noticia_view.asp?id=47603</link><description><![CDATA[O trabalho da <a href="http://www.portalfonoaudiologia.com.br/"><strong>fonoaudiologia</strong></a> com bebês, no Brasil, se iniciou nas maternidades de São Paulo mais precisamente nas UTIs com os bebês prematuros que não conseguiam sugar nem ao seio materno nem na mamadeira.

Com a comprovação na efetividade do atendimento fonoaudiológico para esses pacientes o trabalho foi se estendendo para os berçários e clínicas particulares de todo o país.

Hoje, o fonoaudiólogo, juntamente com a <a href="http://www.enfermagemvirtual.com.br/"><strong>enfermagem</strong></a> se ocupa em proporcionar todas as informações, orientações e o apoio necessário para ajudar as mães durante  o processo de aleitamento.

Quais os bebês que necessitam de avaliação fonoaudiológica?

Aqueles que apresentem as seguintes condições:
Prematuridade; 

Dificuldade de sucção ao seio materno; 

Dificuldade no ganho de peso; 

Patologias respiratórias; 

Refluxo-gastroesofágico; 

Malformações de face e vias aéreas, entre elas lábio leporino e fendas palatinas; 

Alterações neurológicas congênitas ou adquiridas; 

Síndromes como Down ou Pierre Robin 


Quais são os objetivos do atendimento fonoaudiológico?
Possibilitar a sucção de maneira segura e eficiente; 

Observar o desenvolvimento neuropsicomotor do bebê; 

Facilitar o contato e o vínculo afetivo entre pais e bebê; 

Detectar as evoluções insatisfatórias e os sinais precoces de alterações no desenvolvimento neuropsicomotor, para intervenção de equipe multidisciplinar; 

Facilitar o aleitamento materno e mais tarde a introdução de alimentos sólidos]]></description><author>colodemae.com.br</author><pubDate>19/01/2012 00:00:00 19:53:00</pubDate></item><item><title>Os cuidados da fonoaudiologia com a pessoa no processo de envelhecimento </title><link>http://www.portalfonoaudiologia.com.br/fonoaudiologia/principal/noticia_view.asp?id=47602</link><description><![CDATA[Envelhecer com saúde. Este é o ponto vital mais importante que todos nós queremos, e temos que achar o melhor caminho para que esse processo natural da vida aconteça da melhor maneira possível. Dois pontos são fundamentais: a busca do bem estar físico e melhores condições de vida psíquica e social. 

A população idosa mundial vem aumentando em ritmo acelerado. O indicativo deste processo é devido à maior expectativa de vida e baixo índice de nascimentos e de mortalidade. 

Devemos refletir sobre o que é o envelhecimento, como se dá esse processo, que fenômenos interferem sobre o homem idoso e sua relação com o mundo, e que expectativas podemos ter sobre o futuro da pessoa idosa. 

Uma das preocupações e cuidados que os órgãos públicos e privados da saúde vêm tendo é com a demanda crescente das pessoas acima de sessenta anos, que já podem começar a apresentar os sinais do envelhecimento. É de se esperar que nas próximas duas décadas o número de idosos seja três vezes o de hoje. 

Toda essa preocupação vem recair sobre a exigência cada vez maior do trabalho intensivo dos diversos profissionais da área da saúde, capacitados para atender à essa demanda - fisioterapeutas, enfermeiros, médicos, terapeutas ocupacionais, professores de educação física, psicólogos, dentistas, assistentes sociais, nutricionistas, fonoaudiólogos - além de outras profissões que podem contribuir com pesquisas nesta área como a <a href="http://www.portalbiologia.com.br"><strong>biologia</strong></a>, a biomedicina, entre outras. 

Alargando o mercado de trabalho profissional, com mais espaço para tratamento e pesquisa acerca do envelhecimento, com certeza, poderemos descobrir melhores formas de ajuda para que a qualidade de vida dos idosos seja a melhor possível. 

A arteriosclerose, infecções, distúrbios hormonais, hipertensão arterial, diabetes, acidentes vasculares encefálicos, doenças psiquiátricas, traumatismos craniencefálicos e demências fazem parte das doenças de base e comuns do envelhecimento. As complicações das doenças como o câncer e as síndromes demenciais, respectivamente, são as maiores causas de óbito na velhice, segundo revelam as estatísticas mundiais. 

A <a href="http://www.portalfonoaudiologia.com.br/"><strong>fonoaudiologia</strong></a> encontra seu espaço no trabalho de equipe em clínicas especializadas, hospitais, domicílios para atender às necessidades de melhoria da comunicação da pessoa idosa acometida por algumas dessas doenças. 

Os sintomas que se apresentam na comunicação, observados na senilidade são, de maneira geral: 
  dificuldade para memorizar fatos mais recentes, 
  locomover-se 
  absorver conhecimentos 
  períodos de confusão mental 
  e a própria linguagem humana, que fica comprometida nos aspectos articulatórios e nas atividades diárias sócio-comunicativas. 

Esses sintomas podem ser trabalhados sob forma de atuação direta com o cliente e orientação adequada à família.

]]></description><author>acessa.com</author><pubDate>19/01/2012 00:00:00 19:48:00</pubDate></item><item><title>Fonoaudiologia estética facial acaba com as linhas finas</title><link>http://www.portalfonoaudiologia.com.br/fonoaudiologia/principal/noticia_view.asp?id=47548</link><description><![CDATA[<p><font face="Arial"> A Fonoaudiologia tem sido nos últimos 28 anos uma área de atuação voltada para a pesquisa, promoção da saúde e qualidade de vida, sobretudo nas áreas de Linguagem, Voz, Audição, Motricidade Orofacial e Saúde Coletiva. Com a evolução desta ciência, novos campos de exercício profissional estão surgindo e se adaptando a modernidade, resultando em tratamentos cada vez mais interessantes e atualizados. </font></p>
<p><font face="Arial">A mais recente abordagem terapêutica da Fonoaudiologia é a nova coqueluche de quem busca o rejuvenescimento facial de forma natural, sem cortes, sem intervenções cirúrgicas e sem traumas. A Fonoaudiologia Estética Facial, desenvolvida pelos fonoaudiólogos especialistas em Motricidade Orofacial traz de volta uma face harmoniosa, com a suavização de rugas e marcas de expressão. </font></p>
<p><font face="Arial">Através da prática clínica, os fonoaudiólogos que atuam em motricidade notaram que ao modificar o uso da musculatura facial para corrigir distúrbios da mastigação, deglutição, respiração, sucção, postura e fala, produzia-se uma transformação significativa no aspecto facial. Pacientes antes com aparência flácida, olhar caído, lábios frouxos, entreabertos e rosto sem vida, passavam a apresentar uma face equilibrada, um rosto mais hidratado e o aspecto renovado, somados à reeducação e correção das funções orais. </font></p>
<p><font face="Arial">A partir de então, iniciou-se no ano de 2002, um processo de pesquisa junto a outros profissionais da área médica e <a href="http://www.esteticacursos.com.br/"><strong>estética</strong></a>, buscando a compreensão destes "efeitos colaterais" tão bem vindos. Novos estudos, procedimentos e técnicas foram aprimorados e em 2008, foi reconhecida e aprovada pelo Conselho Federal de Fonoaudiologia, esta nova e estimulante abordagem de tratamento, a Fonoaudiologia Estética Facial com base na Motricidade Orofacial.<br />
</font><font face="Arial"><br />
Desta forma, me especializei em Motricidade Orofacial e aprimorei meus conhecimentos em Fonoaudiologia Estética Facial, para utilizar durante o tratamento técnicas de relaxamento, alongamento, massagem, tonificação e fortalecimento muscular, trazendo consciência e reeducação para uma utilização equilibrada dos músculos da face nas funções diárias. </font></p>
<p><font face="Arial">A contração muscular excessiva e seu uso inadequado diminuirão com o tratamento, rugas e marcas de expressão serão amenizadas, a irrigação dos tecidos irá aumentar, assim como a drenagem das impurezas e a produção de colágeno, resultando numa face rejuvenescida. </font></p>
<p><font face="Arial">Este é mais um recurso estético que se soma, com um diferencial importante: sem agulhas, cirurgias, ou processos químicos agressivos. A procura por esta nova abordagem terapêutica está crescendo consideravelmente, sobretudo por pessoas que se preocupam com a aparência e preferem procedimentos mais naturais. Os resultados são muito gratificantes, tanto na questão <a href="http://www.esteticacursos.com.br/"><strong>estética</strong></a>, como na elevação da autoestima e melhora na qualidade de vida. </font></p>
<p><font face="Arial">E para começar a manter a pele saudável e prevenir o envelhecimento, aqui vão algumas dicas simples: - Use sempre o filtro solar fator 30, no rosto, pescoço e colo. </font></p>
<p><font face="Arial">- Os óculos de sol evitam a contração dos olhos na mudança de luminosidade. - Água muito quente no banho afrouxa a pele. <br />
- Nunca puxe o olho para baixo ao maquiar-se ou demaquilar-se, isso amolece o músculo dos olhos. <br />
- Tomar muita água, 8 copos por dia seria o ideal. </font></p>
<p><font face="Arial">Estas dicas associadas ao tratamento da Fonoaudiologia Estética Facial trarão mais saúde e bem estar, deixando sua auto estima revitalizada e pronta para novos desafios. <br />
</font></p>]]></description><author>www.minhavida.com.br</author><pubDate>18/01/2012 00:00:00 20:16:00</pubDate></item><item><title>Nova cirurgia dispensa anestesia geral para reparar tímpano furado</title><link>http://www.portalfonoaudiologia.com.br/fonoaudiologia/principal/noticia_view.asp?id=47547</link><description><![CDATA[<font face="Arial">Uma nova t&eacute;cnica cir&uacute;rgica para reparar perfura&ccedil;&otilde;es no t&iacute;mpano desenvolvida no Canad&aacute; pode ser realizada em apenas 20 minutos e sem a necessidade de interna&ccedil;&atilde;o do paciente, informaram m&eacute;dicos nesta semana. O procedimento usa tecidos gordurosos humanos para cicatrizar o furo na membrana dentro do ouvido, uma das principais estruturas envolvidas na audi&ccedil;&atilde;o.<br />
<br />
A cirurgia j&aacute; &eacute; usada como primeira op&ccedil;&atilde;o no tratamento de t&iacute;mpanos furados no centro hospitalar universit&aacute;rio Sainte-Justine, em Montreal, onde foi desenvolvida pelo m&eacute;dico canadense Issam Saliba.<br />
<br />
Ele j&aacute; realizou 418 cirurgias e obteve at&eacute; 92,7% de sucesso em adultos. Entre crian&ccedil;as, a taxa baixa para 85,6%.<br />
Saliba acredita que vantagens financeiras e para o paciente justificam a ado&ccedil;&atilde;o da t&eacute;cnica.<br />
<br />
&ldquo;A anestesia &eacute; local e a opera&ccedil;&atilde;o pode ser feita em uma simples visita ao ambulat&oacute;rio de um otorrinolaringologista&rdquo;, diz o canadense, em entrevista ao G1.<br />
H&aacute; seis anos desenvolvendo o procedimento, Saliba publicou o primeiro estudo cl&iacute;nico sobre o assunto em 2008. Em dezembro de 2011, dados mais recentes do m&eacute;dico foram revelados na revista cient&iacute;fica &quot;Arquivos de Otorrinolaringologia: Cirurgia de Cabe&ccedil;a e Pesco&ccedil;o&quot; e relatam o sucesso da t&eacute;cnica em pacientes infantis.<br />
<br />
A diferen&ccedil;a principal da cirurgia est&aacute; no uso de &aacute;cido hialur&ocirc;nico, subst&acirc;ncia que acelera a cicatriza&ccedil;&atilde;o da membrana. Segundo Saliba, a t&eacute;cnica &eacute; eficiente at&eacute; mesmo para les&otilde;es que afetem mais de 75% do t&iacute;mpano.<br />
<br />
&quot;Desde 1962, os m&eacute;dicos j&aacute; tentam fazer esse procedimento usando somente gordura, mas atingiam um &iacute;ndice de apenas 50% de sucesso e conseguiam reparar apenas rupturas pequenas&quot;, afirma o pesquisador.<br />
<br />
Para poder observar o canal auditivo, Saliba utiliza um microsc&oacute;pio. Ap&oacute;s a opera&ccedil;&atilde;o, o paciente precisa tomar antibi&oacute;ticos durante uma semana, para reduzir as chances de infec&ccedil;&otilde;es posteriores.<br />
<br />
&quot;&Eacute; importante n&atilde;o deixar essas perfura&ccedil;&otilde;es sem tratamento pois a membrana n&atilde;o &eacute; importante apenas para a audi&ccedil;&atilde;o, mas protege o interior do ouvido de agentes externos como bact&eacute;rias&quot;, explica. O paciente deve retornar dois meses ap&oacute;s a cirurgia para uma nova consulta.<br />
<br />
Risco de perda auditiva<br />
Quando sons entram no ouvido, o t&iacute;mpano transmite a energia sonora aos tr&ecirc;s menores ossos dos humanos. Esse trio &eacute; respons&aacute;vel por levar o impulso sonoro &agrave;s estruturas internas do ouvido, que por sua vez ir&atilde;o passar a informa&ccedil;&atilde;o at&eacute; o c&eacute;rebro.<br />
<br />
Infec&ccedil;&otilde;es causadas por bact&eacute;rias, o uso descuidado de cotonete e objetos pontiagudos no canal auditivo e at&eacute; mesmo um enfraquecimento progressivo da membrana s&atilde;o as principais causas de rompimento do t&iacute;mpano.<br />
<br />
Dependendo do local onde a perfura&ccedil;&atilde;o no t&iacute;mpano acontece, mesmo furos pequenos podem causar s&eacute;rios problemas, desde perda de audi&ccedil;&atilde;o at&eacute; risco de morte.<br />
&quot;O t&iacute;mpano pode ser dividido em quatro quadrantes e, embora seja mais dif&iacute;cil de ser comprometido, o quadrante postero-superior &eacute; o mais perigoso ao ser atingido&quot;, explica Marcelo Miguel Hueb, presidente da Associa&ccedil;&atilde;o Brasileira de Otorrinolaringologia e Cirurgia C&eacute;rvico-Facial (Aborl-CCF).<br />
<br />
O brasileiro chama a aten&ccedil;&atilde;o para o perfil dos pacientes que podem se beneficiar da t&eacute;cnica desenvolvida por Saliba.<br />
<br />
&ldquo;Deve ficar claro que isso serve apenas para tratar perfura&ccedil;&atilde;o no t&iacute;mpano&rdquo;, afirma o m&eacute;dico. &ldquo;A pessoa n&atilde;o pode ter hist&oacute;rico recente de infec&ccedil;&atilde;o no ouvido ou problemas nas vias a&eacute;reas respirat&oacute;rias.&quot;<br />
<br />
&quot;Se for feita uma boa sele&ccedil;&atilde;o de pacientes por parte do otorrinolaringologista e se os servi&ccedil;os p&uacute;blicos tiverem acesso aos materiais necess&aacute;rios, a t&eacute;cnica com &aacute;cido hialur&ocirc;nico seria um grande avan&ccedil;o da popula&ccedil;&atilde;o&quot;, diz Marcelo. &quot;Filas de esperas seriam menores e o paciente iria aproveitar uma cirurgia que &eacute; t&atilde;o bem-sucedida quanto as t&eacute;cnicas j&aacute; existentes no Brasil.&quot;<br />
<br />
Segundo Marcelo, a preval&ecirc;ncia de pessoas com algum tipo de perda auditiva chega a 20% no Brasil. &quot;Uma das causas para a diminui&ccedil;&atilde;o na audi&ccedil;&atilde;o s&atilde;o justamente as perfura&ccedil;&otilde;es no t&iacute;mpano&quot;, diz.<br />
</font>]]></description><author>g1.globo.com</author><pubDate>18/01/2012 00:00:00 20:13:00</pubDate></item><item><title>Cuidados especiais para quem utiliza a voz profissionalmente</title><link>http://www.portalfonoaudiologia.com.br/fonoaudiologia/principal/noticia_view.asp?id=47456</link><description><![CDATA[<p><font face="Arial">Os chamados profissionais da voz são: Cantores, Atores, Professores, Pastores e Padres, Advogados, Juízes, Promotores, Repórteres, Radialistas, Operadores de telemarketing, Leiloeiros, Políticos, Dubladores, Vendedores, etc.<br />
<br />
A voz é algo tão característico e importante como a nossa própria fisionomia e impressão digital ela varia de acordo com o sexo, idade, profissão, personalidade, estado emocional e a intenção que a usamos. É através da nossa voz que expressamos nossos sentimentos, emoções, idéias e pensamentos. Ela também mostra quem nós somos, além de conseguimos nos comunicar com outras pessoas só utilizando a voz, como por exemplo em uma conversa ao telefone, e seremos compreendidos perfeitamente.<br />
<br />
A voz é produzida a partir do ar que saí dos pulmões, passa pela laringe, onde estão localizadas as pregas vocais, as mesmas no momento da expiração, aproxima-se e vibram, produzindo assim o som. Este som, que de início é baixo e fraco, será amplificado pelas cavidades de ressonância (que são a faringe, boca e nariz). <br />
<br />
Após amplificado, o som será articulado na cavidade oral , por meio dos lábios, bochechas, língua, palato e mandíbula.<br />
<br />
Todos precisam ter cuidados com a voz, mas para quem utiliza a voz profissionalmente, é preciso ter alguns cuidados vocais essenciais, com isso é possível manter a integridade vocal. Vejamos alguns destes cuidados : <br />
<br />
&bull; DEVE-SE BEBER, EM MÉDIA DOIS (2) LITROS DE ÁGUA POR DIA, de preferência em temperatura ambiente. <br />
<br />
&bull; DURANTE A ATIVIDADE VOCAL, DEVE-SE BEBER ALGUNS GOLES DE ÁGUA, para umidificar a garganta. A água deve estar em temperatura ambiente, para que não ocorra o choque térmico. <br />
<br />
&bull; EVITAR QUALQUER TIPO DE COMPETIÇÃO SONORA. <br />
<br />
&bull; EVITAR BEBIDAS ALCOOLICAS, pois o álcool tem um efeito anestésico, assim provoca a diminuição da sensibilidade, é onde na maioria das vezes ocorre um abuso vocal, lesando as pregas vocais. <br />
<br />
&bull; EVITAR GRITAR E TOSSIR, pois provoca um intenso atrito nas pregas vocais, podendo lesioná-las <br />
<br />
&bull; NÃO FUMAR, a fumaça irrita a mucosa da laringe, acumulando secreções nas pregas vocais, e o ressecamento da mesma mucosa. <br />
<br />
&bull; EVITAR O AR CONDICIONADO, pois provoca o ressecamento das mucosas, alterando a vibração das pregas vocais. Se não for possível evitar o ar condicionado, procure sempre beber água, durante todo o tempo que estiver exposto a ele. <br />
<br />
&bull; EVITAR O CONSUMO DE LEITE, CHOCOLATE E SEUS DERIVADOS ANTES A INTENSA ATIVIDADE VOCAL, pois esses alimentos aumentam a secreção de muco no trato vocal. <br />
<br />
&bull; PROCURE CONSUMIR ALIMENTOS FIBROSOS, como maçã, que é um adstringente, ou seja, agem limpando a boca e faringe <br />
<br />
&bull; PROCURE INGERIR SUCOS E FRUTAS CÍTRICAS <br />
<br />
&bull; PROCURE ESTAR VESTIDO (A) O MAIS CONFORTÁVEL POSSÍVEL, para que o seu vestuário não atrapalhe o fluxo respiratório, nem mau postura. <br />
<br />
&bull; DURANTE A FONAÇÃO, MANTENHA A CABEÇA RETA, UMA POSTURA ERETA COM OS DOIS PÉS APOIADOS NO CHÃO, pois assim permite a passagem do ar sem dificuldades e o diafragma trabalha melhor. <br />
<br />
&bull; ARTICULAR BEM AS PALAVRAS, usando também expressões faciais para evitar o abuso vocal. <br />
<br />
&bull; Se a disfonia (rouquidão) persistir por mais de 15 dias, procure um fonoaudiólogo <br />
<br />
Alguns exercícios de relaxamento e aquecimento podem ser feito antes da atividade vocal como: Rotação da língua no vestíbulo da boca, Lateralidade da língua (empurrar a língua contra a bochecha), Vibrar a língua, Vibrar os lábios, Bocejar, Protusão dos lábios (fazer bico como se fosse dar um beijo), Retração dos lábios, <br />
<br />
Rodar o pescoço em todas as direções , entre tantos outros exercícios.<br />
<br />
O que mais afeta aqueles que utilizam a voz profissionalmente é a disfonia, que é conhecida popularmente como rouquidão .<br />
<br />
Disfonia é um distúrbio de comunicação, caracterizado pela dificuldade na emissão vocal, apresentando um impedimento na produção natural da voz. Pode ser ocasionado por uma disfunção, abuso vocal ou uso incorreto da voz, é mais freq&uuml;ente em indivíduos que utilizam abundantemente a voz diariamente de uma forma incorreta. <br />
<br />
A disfonia é divida em: Disfonias Funcionais, Disfonias Orgânico - Funcionais e Disfonias Orgânicas.<br />
 <br />
&bull; Disfonias Funcionais: <br />
São aquelas que não apresentam nenhuma alteração visível nas pregas vocais, elas são decorrentes do mal uso ou do abuso da voz. Geralmente ocorrem em profissionais da voz que não tem nenhum tipo de orientação. Existem 3 fatores que podem vir a desencadear uma disfonia funcional:<br />
<br />
&bull; Uso incorreto da voz : <br />
Ocorre em pessoas, sejam profissionais da voz ou não, que utilizem a voz abundantemente durante todo dia, sem ter nenhuma noção de como usa &ndash; lá corretamente.<br />
<br />
&bull; Inadaptações Vocais : <br />
Não existe, no corpo humano, um aparelho que tenha por função específica a fonação, mas o que temos é uma adaptação de várias estruturas, formando assim o aparelho fonador. Quando não existe uma boa adaptação destas estruturas, ocorre o que chamamos de Inadaptações Vocais.<br />
<br />
&bull; Alterações Psicoemocionais: <br />
Nossas emoções influenciam e são responsáveis por mudanças na nossa voz. A voz, como já foi dito anteriormente, faz com que nos comuniquemos com outras pessoas; se temos alguma emoção muito forte (raiva, ansiedade, alegria), poderá repercutir em nossa voz, provocando uma disfonia funcional. <br />
<br />
&bull; Disfonias Orgânico &ndash; Funcionais: <br />
São, em geral, iniciadas com uma disfonia funcional que tem seu diagnóstico tardio, como a disfonia funcional não foi tratada, então ela evolui para uma lesão secundária nas pregas vocais.<br />
<br />
&bull; Disfonias Orgânicos : <br />
São aquelas que apresentam uma alteração anatômica nas pregas vocais.<br />
Existem vários tipos de alterações anatômicas, veremos algumas:<br />
<br />
&bull; Nódulos : <br />
São tumores benignos nas pregas vocais, podem ter sua origem no mau uso da voz. O tratamento é feito através de fonoterapia e só em alguns casos tem que haver uma intervenção cirúrgica.<br />
<br />
&bull; Pólipos: <br />
São tumores benignos nas pregas vocais. O seu tratamento é cirúrgico, e seguido de fonoterapia.<br />
<br />
&bull; Paralisia das pregas vocais: <br />
Ocorre devido a uma lesão nervosa, podendo atingir uma prega vocal ou ambas. Isso pode acontecer por alterações cerebrais, ou alterações cardíacas, ou tumores. O tratamento é feito através de fonoterapia, e em alguns casos é necessário realizar cirurgia com o objetivo de melhorar o posicionamento das pregas vocais.<br />
<br />
&bull; Câncer: <br />
É um tumor maligno que localiza-se nas pregas vocais. Ocorre com maior freq&uuml;ência em fumantes. O tratamento pode ser cirúrgico ou radioterápico.</font></p>
<p><font face="Arial">Para maiores esclarecimentos sobre disfonia, ou caso a rouquidão permanecer mais de 15 dias, procure um fonoaudiólogo.</font></p>]]></description><author>fonoaudiologia.com</author><pubDate>17/01/2012 00:00:00 18:48:00</pubDate></item><item><title>Como música para os ouvidos</title><link>http://www.portalfonoaudiologia.com.br/fonoaudiologia/principal/noticia_view.asp?id=47455</link><description><![CDATA[<p><font face="Arial">Enquanto você lê este texto, não deixa de estar atento aos sons ao seu redor. O telefone pode tocar, alguém chamar seu nome... No entanto, para 5 milhões de brasileiros, ouvir não é uma tarefa tão simples assim. Esse é o número de indivíduos que sofrem de algum grau de surdez no país. As causas mais comuns do distúrbio são a exposição ao excesso de barulho e a perda auditiva relacionada ao avançar da idade, mais conhecida entre os médicos como presbiacusia. "A partir dos 50 anos, já começamos a perder a audição. E viver em grandes cidades pode até antecipar esse processo", afirma o otorrinolaringologista Ricardo Ferreira Bento, do Departamento de Otorrinolaringologia da Universidade de São Paulo.</font></p>
<p><font face="Arial">"Quando outras pessoas comentam que você anda desatento ou aumentando demais o volume da TV, está na hora de procurar um médico", alerta Bento. É possível que ele recomende o uso do famoso aparelho auditivo, mas não é só isso. Com boas-novas vindas de centros de pesquisa e <a href="http://www.tecnologiacursos.com.br"><strong>tecnologia</strong></a>, quem sofre com o problema está perto de escutar cada vez mais. E melhor. Veja nas páginas a seguir. </font></p>
<p><font face="Arial">Músicos escutam melhor<br />
</font><font face="Arial">Os adolescentes levam bronca por ouvir suas bandas favoritas em volume alto demais. Com razão, já que os decibéis dos fones de ouvido quase sempre estão muito acima do recomendado. Por outro lado, tocar instrumentos pode ajudar quando a maturidade chega. É o que mostra uma pesquisa realizada pelo instituto baycrest&rsquo;s rotman, no Canadá. ao comparar músicos com pessoas que não tocavam nada, todos na extensa faixa etária de 18 a 91 anos, os cientistas viram que os instrumentistas tinham uma capacidade especial de compensar a perda auditiva relacionada à idade.<br />
<br />
"Um músico de 70 anos consegue ouvir uma conversa em uma sala barulhenta melhor do que um homem de 50. essa diferença acontece no cérebro, já que o ouvido envelhece do mesmo modo nos dois grupos", explica o pesquisador benjamin zendel, líder do trabalho. É importante ressaltar que não basta entender de música e ouvi-la. "é preciso aprender um instrumento. daí a audição interage com as funções cognitivas cerebrais", esclarece. esse estímulo constante deixaria a massa cinzenta treinada para quando o ouvido não der mais conta do recado. "mas, se o volume estiver muito alto, os danos então serão maiores do que os efeitos positivos das melodias", completa zendel.</font></p>
<p><font face="Arial">Até debaixo d água<br />
</font><font face="Arial">Na hora de praticar esportes aquáticos ou que provocam muito suor, quem tem deficiência auditiva quase sempre precisa tirar o aparelho para garantir que nenhum líquido danifique seu funcionamento. Um novo dispositivo, recém-lançado pela Siemens, promete mudar a situação. Revestido de uma película siliconada, ele age como o tímpano, membrana que protege o ouvido: deixa as vibrações sonoras passarem, mas barra a entrada de água. Para que o equipamento cumpra sua tarefa a contento enquanto o usuário nada ou mergulha, é necessário subir à superfície a cada 15 minutos, já que a bateria precisa de ar para ser recarregada. O fabricante também comercializa uma espécie de clipe que garante que o aparelho se fixe na orelha durante a prática de atividades mais intensas.</font></p>
<p><font face="Arial">Controle remoto individual<br />
</font><font face="Arial">A <a href="http://www.tecnologiacursos.com.br"><strong>tecnologia</strong></a> bluetooth é conhecida por facilitar a transferência de arquivos de um celular para outro, mas não é só isso. Agora, ela também evita situações comuns na vida de quem não escuta muito bem. Por exemplo, obrigar a família inteira a ouvir a TV no volume máximo. A empresa Telex Soluções Auditivas acaba de inserir no mercado brasileiro um dispositivo importado chamado Connectline.<br />
<br />
É uma espécie de controle remoto sincronizado ao aparelho auditivo e pode ser conectado com até cinco equipamentos diferentes ao mesmo tempo. A engenhoca permite aumentar o volume do televisor só para quem a estiver utilizando e atender o telefone fixo sem sair da poltrona. "Ela pode ser usada por pessoas que têm perda auditiva de leve a profunda", garante a fonoaudióloga Patrícia Leiva, consultora da empresa. Outro acessório do Connectline é um microfone, do qual o usuário pode se valer caso esteja assistindo a uma palestra.</font></p>
<p><font face="Arial">Turbine a audição em casa<br />
</font><font face="Arial">A cóclea, uma estrutura em formato de caracol que fica localizada no ouvido, é a responsável por transformar as vibrações sonoras em sinais elétricos que são transmitidos para os neurônios. Quem faz esse trabalho são as células ciliadas, que ficam lá dentro. Elas têm fios que lembram os nossos cílios, daí o nome. E, quando são danificadas, causam a perda auditiva na maioria dos casos. Para barrar essa degeneração, a empresa Earlogic lançou um software chamado Hearing Guardian.<br />
<br />
Desenvolvido na Universidade da Califórnia, nos Estados Unidos, o programa pode ser baixado em praticamente qualquer computador. "Por meio de um teste feito com fones de ouvido, ele detecta as frequências que a pessoa não escuta mais e libera estímulos sonoros que auxiliam na recuperação dessa parte da audição. Se as células ciliadas não estiverem mortas, é possível recuperá-las", afirma o pesquisador Sang Yeop Kwak, especialista em fisiologia auditiva e Ceo da earlogic. Segundo ele, o uso do Hearing Guardian pode devolver em até 10 decibéis a audição, o que melhora a capacidade de ouvir sons mais agudos. No entanto, o software não substitui o médico. "É como tomar vitaminas diárias, um complemento ao tratamento convencional", finaliza Kwak.</font></p>
<p><font face="Arial">Na sala de aula<br />
</font><font face="Arial">Na escola, as crianças deficientes auditivas enfrentam problemas para acompanhar o ritmo da turma. "o educador precisa falar devagar para que a leitura dos lábios funcione como um apoio ao aparelho auditivo", explica a fonoaudióloga Patrícia leiva. o Fm amigo, apetrecho importado pela Telex Soluções Auditivas, facilita a vida escolar dos pequenos. Por meio de ondas de rádio, o aluno recebe diretamente em seu aparelho o que é dito durante a aula. Para isso, o professor precisa usar um microfone que fica acoplado à sua roupa. Assim, o menino ou a menina não perdem nada do que é falado, mesmo se o docente estiver virado para a lousa. mas claro: quando a surdez é na infância, é fundamental que um fonoaudiólogo fique envolvido no tratamento. "Ele garante que a fala não seja prejudicada", finaliza Patrícia.</font></p>]]></description><author>saude.abril.com.br</author><pubDate>17/01/2012 00:00:00 18:43:00</pubDate></item><item><title>Inflamação Mínima Persistente</title><link>http://www.portalfonoaudiologia.com.br/fonoaudiologia/principal/noticia_view.asp?id=47407</link><description><![CDATA[<p><font face="Arial">A Rinite Alérgica é uma doença crônica inflamatória, de alta prevalência e com<br />
grande impacto na qualidade de vida dos pacientes . Apresenta associação com<br />
outras doenças como a conjuntivite alérgica, dermatite de contato, rinossinusite e<br />
asma; sendo que quando associada a esta última, faz com que a asma se<br />
apresente de forma severa, gerando mais comorbidades ao paciente .<br />
<br />
Dentre as formas encontradas, a rinite persistente representa 67% dos pacientes<br />
acometidos na América Latina e dentre esses, a forma moderada-severa é mais<br />
freq&uuml;ente .<br />
<br />
Apesar de não existir um tempo exato estipulado pela literatura para o tratamento<br />
da rinite alérgica, uma vez que cada paciente deve ser individualizado, observa-se<br />
uma tendência nas &ldquo;guias de tratamento&rdquo; a se tratar o paciente alérgico por tempo<br />
prolongado.<br />
<br />
Esta tendência está diretamente relacionada ao conceito de Inflamação Mínima<br />
Persistente.<br />
<br />
Por definição, sabemos que a rinite alérgica é uma reação inflamatória mediada por<br />
IgE, caracterizada por uma fase aguda e uma fase tardia, associadas a efeitos<br />
vasodilatadores dos neuropeptídeos ; sendo a infiltração mucosa eosinofílica &ldquo;a<br />
principal marca&rdquo; da inflamação alérgica .<br />
<br />
Mecanismos fisiopatológicos envolvidos no recrutamento dos eosinófilos incluem a<br />
liberação de mediadores e citoquinas, que atraem, ativam e prolongam a sobrevida<br />
dos mesmos e ativam moléculas de adesão .<br />
<br />
Enquanto moléculas de adesão intercelular que se encontram no epitélio (ICAM-1)<br />
de indivíduos geneticamente suscetíveis à alergia são ativadas, os eosinófilos<br />
apresentam moléculas de adesão em sua superfície (integrinas), que se ligam<br />
diretamente ao ICAM-1 . Assim, a presença do ICAM-1 está fortemente<br />
associada a uma resposta alérgica inflamatória.<br />
<br />
O que chama a atenção, no entanto, é que a presença de ICAM-1 é observada nos<br />
pacientes submetidos também a exposição natural a alérgenos, mesmo estando<br />
assintomáticos, condizente, portanto, com uma Inflamação Mínima Persistente, demonstrada na mucosa nasal e conjuntival de pacientes alérgicos<br />
assintomáticos .<br />
<br />
Assim, o indivíduo geneticamente suscetível (alérgico) entra em contato com o<br />
alérgeno e se sensibiliza; o contato permanente promove a inflamação crônica; que<br />
num momento de hiperreatividade leva aos sintomas clínicos . Desta forma, os sintomas poderiam ser considerados a ponta do iceberg da reação alérgica, onde a inflamação e a hiperreatividade representam realidades submersas.<br />
<br />
A Inflamação Mínima Persistente tem sido observada, não somente na rinite<br />
alérgica perene, como também na sazonal (4) e em indivíduos com asma alérgica<br />
assintomáticos .<br />
<br />
Esta constatação tem impacto direto no tratamento dos pacientes, ou seja;<br />
sabendo que os mesmos apresentam uma inflamação mínima persistente, é lógica<br />
a necessidade de bloquear a mesma, para que não desenvolvam sintomas quando<br />
expostos a grandes quantidades de alérgenos. Inicia-se, portanto, um conceito de<br />
profilaxia contra o aparecimento dos sintomas alérgicos.<br />
<br />
Cientes da presença de uma inflamação mínima persistente, o tratamento prolongado ajuda na redução dessa inflamação, reduzindo o limiar para<br />
aparecimento dos sintomas, e consequentemente das doenças associadas e suas comorbidades .<br />
<br />
Dentro do organograma de tratamento da rinite alérgica persistente sugerido, o paciente deve ser tratado com anti-histamínicos orais associados ou não a<br />
descongestionantes orais e/ ou corticosteróide tópico nasal, de acordo com a<br />
severidade da mesma, inicialmente por 2 a 4 semanas, quando após reavaliação do<br />
mesmo, o tratamento deve ser estendido por pelo menos mais um mês.<br />
<br />
Dentro deste conceito, estudos mostram a eficácia e a segurança dos antihistamínicos<br />
e dos corticóides tópicos nasais na prevenção e redução dos sintomas,<br />
quando utilizados em longo prazo.<br />
<br />
Um estudo multicêntrico, duplo cego, placebo controlado, recente com a<br />
desloratadina (anti-histamínico não sedante de 2a geração) mostra sua eficácia na<br />
melhora do escore total e isolado dos sintomas nasais e não nasais em pacientes<br />
com rinite alérgica persistente que a utilizaram por 85 dias, com porcentagem de<br />
efeitos colaterais semelhantes aos dos pacientes que utilizaram placebo. A mesma<br />
se mostrou efetiva também na melhora da obstrução nasal a partir do 1º dia de<br />
uso, sendo estatisticamente significante a partir do 3º dia. . <br />
<br />
Outros estudos com anti-histamínicos durante toda a estação polínica foram realizados, e<br />
os autores concluem que seu uso prolongado é mais efetivo do que quando usado<br />
só como sintomáticos .<br />
<br />
O furoato de mometasona reduz a reação inflamatória da fase aguda e tardia da rinite alérgica, com redução dos níveis de histamina em ambas as fases, redução de citoquinas proinflamatórias, redução de IL6 e IL8 assim como redução dos eosinófilos na fase tardia. A mesma eficácia e segurança foram observadas por outros autores no tratamento profilático de pacientes com rinite alérgica sazonal moderada-severa.<br />
<br />
Muitos estudos foram realizados com corticóides tópicos nasais em longo prazo,<br />
sendo avaliados possíveis efeitos no eixo hipotálamo-hipofisário assim como no<br />
crescimento . <br />
<br />
De uma forma geral, todos se mostraram efetivos e seguros em<br />
um ano de acompanhamento . Em relação à probabilidade de aparecimento de<br />
catarata e glaucoma, a maioria dos corticóides tópicos nasais também se mostra<br />
bastante segura .<br />
<br />
Conclusões:<br />
O controle da inflamação mínima persistente é importante para a inibição dos<br />
sintomas e redução das comorbidades relacionadas à rinite alérgica.<br />
<br />
O tratamento contínuo leva a redução significativa do infiltrado inflamatório e<br />
resulta num melhor controle dos sintomas.<br />
<br />
O uso de medicações em longo prazo é sugerido nas Guias de tratamento e hoje,<br />
existem medicações comprovadamente seguras e eficazes que podem ser utilizadas<br />
com este intuito.<br />
</font></p>]]></description><author>ram.uol.com.br</author><pubDate>16/01/2012 00:00:00 19:52:00</pubDate></item><item><title>SÍNDROME DE IRLEN</title><link>http://www.portalfonoaudiologia.com.br/fonoaudiologia/principal/noticia_view.asp?id=47406</link><description><![CDATA[<p><font face="Arial">A visão é responsável por 85% de tudo que percebemos no mundo. Aprender novas habilidades está intrinsecamente ligado a forma como vemos, percebemos e codificamos os estímulos que chegam aos nossos olhos. Quando estes estímulos apresentam algumas distorções, passamos a operar com dificuldade e desconforto. Embora seja uma síndrome pouco conhecida no Brasil, a incidência é grande, em cem pessoas, quatorze apresentam distorções ou/e desconforto na leitura.. <br />
<br />
Muitas pessoas com Síndrome de Irlen relatam cansaço, dores de cabeça, ou outros sintomas físicos quando sob a influência de luzes fluorescentes.Pesquisas internacionais mostram que 46%-50% das pessoas com problemas de leitura, Transtorno do Déficit de Atenção,dislexia e dificuldades escolares são portadoras da Síndrome de Irlen.<br />
<br />
Quando não tratada repercute em toda a sua vida acadêmica e profissional. A identificação precoce e o incremento de estratégias apropriadas de aprendizado permitem a integração e o desenvolvimento dos talentos inatos de cada criança.óculos ou lentes de contato)prescrição exclusivade  oftalmologista. &rdquo; <br />
<br />
A síndrome começa a ser percebida principalmente quando a criança entra na idade escolar e mostra algum comprometimento no seu processo de aquisição da leitura e da escrita. Como muitas não têm consciência das suas dificuldades , se consideram desajeitadas e incoordenadas sem se dar conta que estes problemas são parte aparente de uma dificuldade mais ampla.<br />
<br />
As pessoas com Síndrome de Irlen consomem mais energia e esforço na leitura e outras atividades visuais porque captam de forma diferente, podendo apresentar alguma falhas na percepção. A tentativa de corrigi-las pode causar fadiga, cansaço e desconforto, o que afeta a leitura, a nitidez, a compreensão, o desempenho e o tempo de concentração<br />
<br />
É válido ressaltar que não se trata de intervenção medicamentosa, nem invasiva, mas sim propõe dois tipos abordagem (IRLEN, 1991):<br />
1. Uso de overlays &ndash; lâminas de sobreposição. Objetivos: proporcionar conforto, nitidez, estabilidade e fluência durante a leitura.<br />
 2. Filtros de bloqueio espectral</font></p>
<p><font face="Arial">A Síndrome de Irlem não é diagnosticada em exames oftalmológicos de rotina, apenas com um teste específico aplicado por profissionais treinadas (screeners).<br />
</font></p>]]></description><author>fonocenter.com.br</author><pubDate>16/01/2012 00:00:00 19:49:00</pubDate></item><item><title>O nistagmo e botox</title><link>http://www.portalfonoaudiologia.com.br/fonoaudiologia/principal/noticia_view.asp?id=47348</link><description><![CDATA[<font face="Arial"> Chama-se nistagmo a manifestação ocular involuntária, rítmica, oscilatória e repetitiva que tem a importante missão de chamar a atenção de seus portadores para problemas oftalmológicos e neurológicos. <br />
<br />
O nistagmo é um movimento involuntário dos olhos, geralmente de um lado para outro, o que dificulta drasticamente a formação das imagens e leva a uma baixa visual intensa. Esses movimentos também podem ser verticais ou circulares e surgir isoladamente ou associados a doenças como esclerose múltipla, catarata e labirintite.<br />
<br />
Estima-se que o nistagmo afete uma a cada mil pessoas. Esta disfunção pode ser congênita ou adquirida.<br />
<br />
O nistagmo congênito difere do iniciado na fase adulta. Na infância, o nistagmo pode ter causas relacionadas a um defeito do olho ou na relação de comunicação entre o olho e o cérebro. O nistagmo pode ser associado também à catarata, doenças na retina, albinismo e é percebido com frequência em pacientes com síndrome de Down. Alguns tipos de nistagmo podem ser hereditários, quando passados de pai pra filho <br />
<br />
O nistagmo adquirido pode ser um sintoma de esclerose múltipla, também pode estar associado à lesão neurológica aguda, trauma ocular intenso, labirintites, desordens na mácula (região central da retina responsável pela formação da imagem) entre outras doenças<br />
<br />
O nistagmo não tem cura, mesmo quando a doença que a causa é tratada. No entanto, existem artifícios para minimizar a frequência desses tremores e melhorar a qualidade de vida dos portadores dessa desordem, principalmente nas crianças. Na infância há mais facilidade de adaptação do que na fase adulta.É importante um apoio educacional para ajudar no processo de focalização de imagens e promover um bom condicionamento visual. Nesses casos é imprescindível que a criança tenha disponível os recursos existentes para portadores de visão subnormal desde o material didático, computadores com letras aumentadas, lupas e ampliadores<br />
<br />
Entre os recursos disponíveis para o tratamento do nistagmo estão a ortóptica (oclusão alternada), uso de óculos com prismas para corrigir o mau posicionamento da cabeça e mudança dos óculos por lentes de contato. Há ainda o tratamento a base de medicamentos que inibem os tremores e procedimento cirúrgico sobre os músculos dos olhos em busca de melhoria da acuidade visual. Atualmente, existem estudos que avaliam a influência da toxina botulínica nesses músculos com a intenção de diminuir o ritmo dos tremores. <br />
<br />
Eugene M. Helveston medico Americano afirma que esse tratamento em casos muito especiais. A aplicação é retrobulbar e deve-se aplicar e logo levantar a pessoa para não deixar o botox subir senão da ptose de pálpebra<br />
<br />
O tratamento é feito num olho só de cada vez. Em raros casos os resultados são muito bons.</font>]]></description><author>ram.uol.com.br</author><pubDate>13/01/2012 00:00:00 19:18:00</pubDate></item><item><title>Crianças com Distúrbio Específico de Linguagem </title><link>http://www.portalfonoaudiologia.com.br/fonoaudiologia/principal/noticia_view.asp?id=47347</link><description><![CDATA[<font face="Arial">São chamados crianças com Distúrbio Específico de Linguagem (DEL) aquelas que tem conseq&uuml;ências de quaisquer tipos de síndromes, decorrentes de deficiências mentais, psiquiátricas, articulatórias ou auditivas. O diagnóstico começa com a demora na fala, mas apenas se concretiza quando todas as outras hipóteses já se esgotaram. O DEL é diagnosticável aos cinco anos<br />
<br />
Para se ter uma idéia, crianças com distúrbio apenas fonológico podem trocar os sons quando falam, como é o caso do &ldquo;p e b&rdquo;, do &ldquo;d e t&rdquo;, mas nos casos de DEL, as trocas são inusitadas e inconsistentes, como, por exemplo, a criança falar cisi quando quer dizer casa. E os sintomas não param por aí. Há trocas de vocabulário, gramaticais e, muitas vezes, dificuldade de compreensão. Não existe um padrão de características de crianças com DEL, elas são muito diferentes entre si.<br />
<br />
Erica Macêdo de Paula defendeu tese de mestrado no Curso de Fonoaudiologia da Faculdade de Medicina da USP baseado em 60 crianças com DEL que comparou com um grupo controle de 20 crianças sem o distúrbio, estudantes de duas escolas públicas de São Paulo Todas as crianças tinham entre 7 e 8 anos.<br />
<br />
Para todas as crianças foram contadas cinco estorinhas, com ajuda de imagens, sobre temas que elas mesmas poderiam vivenciar e em todos os casos, a pergunta final era como você se comportaria.<br />
<br />
Um exemplo dados às crianças de uma situação vivenciada, em que elas acabam por se identificar:&ldquo;Rodrigo quer usar o computador pra jogar seu jogo favorito, mas seu irmão Lucas já está usando. Lucas odeia ser interrompido quando usa o computador. Se você fosse Rodrigo como o que você faria?&rdquo;<br />
<br />
As respostas foram pontuadas em uma escala de 0 a 4, as pontuações mais baixas (0,1 e 2) foram os recursos mais utilizados por crianças com DEL como bater, chorar, xingar, ou se isolar. Algumas vezes, a solução unilateral, nível 2, também foi utilizada. A criança tenta resolver o conflito usando técnicas de suborno, se você fizer isto, eu faço&hellip; ou de chantagem, eu sempre fui seu amigo&hellip;. Já crianças com desenvolvimento normal de linguagem, além de respostas unilaterais, conseguem também ter uma atitude de maior cooperatividade e interagir em busca de <br />
uma solução comum para o problema.<br />
<br />
Grande parte das crianças com DEL é impopular porque ficam isoladas, têm dificuldade de interagir e conversar. <br />
<br />
O que mais incomoda é que elas são taxadas como burras, porque aparentam ter baixo desenvolvimento intelectual, mas isto não é verdade. São crianças inteligentes, apenas com um distúrbio de linguagem e esta rejeição social, muitas vezes, as tornam acuadas e com baixa auto-estima.<br />
</font>]]></description><author>ram.uol.com.br</author><pubDate>13/01/2012 00:00:00 19:15:00</pubDate></item><item><title>Tontura e Vertigem: queixa muito comum </title><link>http://www.portalfonoaudiologia.com.br/fonoaudiologia/principal/noticia_view.asp?id=47220</link><description><![CDATA[<font face="Arial">Grande parte das pessoas acredita que tontura e vertigem são sinônimos, mas na verdade a vertigem é um tipo de tontura, caracterizada pela sensação de rotação do espaço. Portanto toda vertigem é uma tontura, mas nem toda tontura é uma vertigem A Tontura também é chamada de sensação de &ldquo;cabeça leve&rdquo;, flutuação, desequilíbrio, impressão de queda e de cabeça rodando. Em torno de 20% a 30% da população já sofreram desses incômodos característicos já que a tontura, é a terceira queixa mais frequente nos consultórios médicos, atrás apenas da dor e da fadiga. Um tipo de tontura que é rotatória, é chamada de vertigem Esse é o principal sintoma das doenças do labirinto (labirintopatias) que são doenças agudas ou crônicas e que têm afetam o labirinto órgão que, junto com outros receptores sensoriais, do cérebro processa informações da posição do corpo humano no espaço que ocupa, mantendo o equilíbrio corporal. <br />
<br />
A tontura comumente afeta mais as mulheres e os idosos, embora homens adultos, jovens e crianças também possam apresentar o problema. Raramente levada a sério, a tontura pode ser uma sensação aguda momentânea, mas também pode ser indício de doenças crônicas que, em estágios avançados, comprometem a qualidade de vida do paciente, levando-o ao isolamento social por medo e insegurança de realizar atividades simples, como praticar esportes ou passear com a família. <br />
<br />
Geralmente,as vertigens graves vem acompanhada de vômitos, náuseas e dificuldade em manter a fixação da imagem. Seu tratamento depende da forma e intensidade em que se manifesta, podendo ser um episódio agudo (isolado) ou se a manifestação e prolongada e crônica<br />
<br />
Nos casos mais graves existe a ocorrência de nistagmo (movimento oscilatório e/ou rotatório do globo ocular, um dos principais indícios de labirintopatia) e o teste de Romberg, que consiste em medir a estabilidade do corpo em pé com o olho fechado . No diagnostico diferencial são feitos exames de imagem audiometria e de ressonância magnética. <br />
<br />
A tontura pode ser consequência de problemas neurológicos, visuais e da coluna cervical, de doenças como o diabetes ou efeito colateral causado por ingestão de medicamentos, álcool em excesso, nicotina ou cafeína, entre outros motivos. Sua principal causa, porém, são as labirintopatias. A tontura pode ser não rotatória, quando provoca a sensação de desmaio, a queda súbita de pressão e o escurecimento da visão; ou rotatória, tambem chamada de vertigem, é causada por um distúrbio do labirinto ou de suas conexões centrais. <br />
<br />
A vertigem originada no labirinto acomete aproximadamente 85% dos pacientes e manifesta-se, nos casos mais graves, associada a náuseas, palidez e sudorese. Ela pode ser desencadeada por um estímulo fisiológico, resultante, por exemplo, de viagens de navio ou exposição a brinquedos giratórios, ou por uma disfunção congênita ou acidental de algum dos sistemas envolvidos com o equilíbrio corporal (como o labirinto e a visão). J.P Tenório e colaboradores fonoaudiologos da Universidade Federal de São Carlos, SP estudam os achados audiométricos em idosos.<br />
<br />
Os registros de 140 idosos, 79 do sexo masculino e 61 do sexo feminino, com idade média de 69,75 anos, foram analisados. Dados sobre sua história clínica e os resultados de audiometria tonal liminar foram recolhidos, e as ocorrências foram classificadas de acordo com: tipo de perda auditiva; curva audiométrica; ouvido afetado, e grau de perda auditiva, de acordo com os fins da classificação de Davis e Silverman <br />
<br />
As queixas mais freq&uuml;entes foram audiológica do zumbido, tontura, comichão e otalgia. Houve relatos de exposição de ruído. Em relação à configuração audiométrica, 105 ouvidos mostraram curva descendente, 88 tiveram curva horizontal, e 24 configuração da curva apresentada normais bilateralmente. Cinq&uuml;enta e sete dos indivíduos com perda auditiva eram do sexo masculino e 59 eram do sexo feminino, correspondendo a 93,44% do número total de indivíduos do sexo masculino e 74,68% do sexo feminino. Leve e moderada perda auditiva neurossensorial foram predominantes, com diferença pequena prevalência de acordo com cada uma das classificações. O grau de perda auditiva foi pior e houve casos em menores de audição normal quando a classificação BIAP foi considerada. A classificação proposta por Davis e Silverman identificados 99 casos de audição normal, enquanto a classificação BIAP identificados apenas 66 casos.<br />
<br />
Os critérios de classificação sugerido por Davis e Silverman e pela recomendação BIAP apresentaram resultados semelhantes. No entanto, os critérios BIAP são mais sensíveis para detectar perda auditiva em idosos. </font>]]></description><author>ram.uol.com.br </author><pubDate>12/01/2012 00:00:00 15:42:00</pubDate></item><item><title>Detecção precoce de problemas de linguagem</title><link>http://www.portalfonoaudiologia.com.br/fonoaudiologia/principal/noticia_view.asp?id=47219</link><description><![CDATA[<font face="Arial">No Instituto de Psicologia da USP, uma pesquisa normatizou testes que medem o desenvolvimento do vocabulário auditivo e expressivo em crianças de 18 meses a 6 anos, para detecção precoce de atrasos e distúrbios de linguagem. Miriam Damázio em sua tese de mestrado utilizou os Testes de Vocabulário Auditivo e Expressivo, que é um banco de figuras desenvolvido no Laboratório de Neuropsicolinguística Cognitiva Experimental do Instituto de Psicologia.<br />
<br />
O estudo analisou o desenvolvimento do vocabulário auditivo e expressivo de 906 crianças de escolas particulares e públicas das cidades de Ribeirão Pires e Santo André (na Grande São Paulo). Estudos científicos comprovam que o tamanho do vocabulário de uma criança aos dois anos é preditor do seu sucesso na fase escolar, portanto, a aplicação dos testes permite ao educador localizar o problema e intervir precocemente a fim de suprir os problemas futuros de alfabetização. Os resultados da pesquisa mostraram que o vocabulário da criança cresce de acordo com a idade, com a série escolar, e também com o nível sócio econômico. Essa avaliação foi feita em termos de número de salários mínimos pagos como mensalidade da escola (ou seja, escola pública = 0; escolas privadas = 1 salário/mês ou 2 salários/mês). Observando a interação entre ano e nível sócio econômico, observou-se que no 2º. ano, crianças da escola pública (NSE de 0 salário/mês) apresentaram vocabulário expressivo significativamente inferior ao das crianças de escola privada.<br />
<br />
Primeiramente, foi aplicado o teste auditivo, que consiste de 33 figuras divididas em sete pranchas. Cada uma das pranchas com 5 linhas e em cada linha, cinco figuras, sendo 1 figura alvo e quatro figuras distraidoras. A tarefa é apontar para a figura correspondente à palavra falada pelo avaliador (para crianças de 1 e 2 anos) ou de marcar essa figura com um lápis (para crianças de 3 a 6 anos de idade).<br />
<br />
Em seguida, o teste avaliou o vocabulário expressivo falado de crianças de 1 ano e 6 meses até 5 anos e 11 meses. O teste é composto de um caderno espiral de 100 páginas, do tamanho A5. Em cada página há uma figura. A tarefa da criança é nomear oralmente a figura mostrada pelo avaliador. A criança desenvolve o seu vocabulário ouvindo as pessoas que estão ao seu redor e ouvindo histórias.Quando a criança possui 50 palavras em seu vocabulário expressivo (falado), já possui um vocabulário auditivo de 200 palavras.</font>]]></description><author>ram.uol.com.br</author><pubDate>12/01/2012 00:00:00 15:39:00</pubDate></item><item><title>Transtornos de aprendizado</title><link>http://www.portalfonoaudiologia.com.br/fonoaudiologia/principal/noticia_view.asp?id=47194</link><description><![CDATA[<font face="Arial">Transtornos de aprendizado<br />
 <br />
Cerca de 40% da população em idade escolar apresenta sintomas importantes de transtornos de aprendizado. A doença geralmente é descoberta nos primeiros anos do primeiro grau. <br />
<br />
Eventualmente, em idade pré-escolar. Os principais transtornos são dislexia - dificuldade na área da leitura, escrita e soletração; discalculia - incapacidade de compreender e manipular números e TDAH (transtorno de déficit de atenção e hiperatividade) alem de tratar as crianças deve se considerar principalmente a atitude da família e da escola ante ao portador.Entre as situações conflituosas muito observadas na infância e na adolescência, relacionadas aos transtornos de aprendizado, estão o abandono escolar, a marginalidade e a adesão às drogas. Por este motivo, devem ser diagnosticadas e tratadas a tempo, evitando eventuais sequelas emocionais para o resto da vida. Esse foi um dos temas 15&deg; Congresso Mundial de Psiquiatria que se realizou em Buenos Aires em Setembro de 2011.<br />
<br />
.S.Messaoud Galusi e colaboradores da Universidade de Londres investigam se há evidências de um déficit consistente em indivíduos dislexicos na percepção da fala em crianças<br />
A alegação de que as habilidades de percepção da fala são prejudicados na dislexia foi investigada em um grupo de 62 crianças com dislexia e 51 crianças normais da mesma idade.<br />
<br />
Para testar se havia evidências robustas de déficits de percepção da fala em crianças com dislexia, percepção da fala com ruído e no silêncio foi medido utilizando-se oito diferentes tarefas que envolvem a identificação e discriminação de um complexo de palavras da letra pe e da be (cópia sintetizados a partir de modelos naturais) <br />
<br />
Crianças com dislexia, em média, tinham indices significativamente mais baixos do que os leitores normais. Isso ocorria na tarefa de identificação nas sílabas no silêncio e no barulho . Quando as tarefas e os estímulos de fala foram utilizadas, a maioria das crianças com dislexia não parecem mostrar um déficit consistente na percepção da fala.</font>]]></description><author>ram.uol.com.br</author><pubDate>11/01/2012 00:00:00 18:55:00</pubDate></item><item><title>A fonoaudióloga das travestis</title><link>http://www.portalfonoaudiologia.com.br/fonoaudiologia/principal/noticia_view.asp?id=47192</link><description><![CDATA[<p><font face="Arial">Denise encara o espelho, passa as mãos nas bochechas e reflete em voz alta. &ldquo;Preciso começar a passar mais blush&rdquo;. Suas pacientes, sempre que chegam ao consultório, estão com maquiagem impecável e têm mostrado a esta fonoaudióloga uma beleza que ela não cansa de admirar (e até copiar alguns truques). &ldquo;Elas são tão sofridas, já foram tão machucadas pela vida e, ainda assim, estão sempre belas, produzidas.&rdquo;<br />
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Se as pacientes indicam estratégias para disfarçar imperfeições e realçar os pontos fortes do rosto, a especialista as ensina como ter uma voz feminina que combina com todos aqueles traços de mulher.<br />
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Denise Mallet, 60 anos, é fonoaudióloga das travestis e transexuais de São Paulo. E, com ajuda dos versos de Manuel Bandeira, recorre à poesia para ajudar a modular o timbre de um grupo da população excluída.<br />
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O som, lembra ela, é revelador. E as últimas notícias alardeiam que caso os intolerantes percebam que a voz que sai de suas pacientes é típica de alguém que nasceu homem - mas se sente mais confortável em vestidos e salto alto - o resultado pode ser um espancamento ou até a morte. Um relatório feito pelo Grupo Gay da Bahia &ndash; que monitora os crimes de intolerância contra homossexuais no Brasil&ndash; evidencia que as travestis são maioria entre as vítimas fatais deste tipo de agressão.<br />
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&ldquo;Sei também que voz é mais do que disfarce. É mecanismo de inserção social. Por isso tanto empenho. Meu e das pacientes&rdquo;, acrescenta Denise que trabalha em um ambulatório público da capital paulista, o primeiro do Brasil especializado em travestis e transexuais. Nele é oferecido tratamento global para estas pacientes, inclusive na área da saúde vocal maltratada pelo uso de hormônios indiscriminados e também pelos &ldquo;recursos&rdquo; para tentar &ldquo;adocicar&rdquo; a voz.<br />
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&ldquo;Percebo em todas as pacientes que elas usam alguns truques, como anasalar as palavras e forçar o timbre, carregando em consoantes. Tudo isso prejudica as cordas vocais. Muitas chegam até mim com sequelas importantes, como calos e sobrecarga&rdquo;, completa Denise que faz o atendimento duas vezes por semana no Centro de Treinamento e Referência em DST e Aids, local onde o Ambulatório das Travestis foi instalado.<br />
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Simultaneamente às sessões de <a href="http://www.portalfonoaudiologia.com.br/"><strong>fonoaudiologia</strong></a>, as pacientes também recebem os cuidados clínicos por conta das intoxicações severas provocadas pelo uso de silicone industrial. Também chegam vitimadas por automutilações em decorrência da falta de atendimento médico. Algumas são portadoras de doenças dos mais variados tipos (em especial as sexualmente transmissíveis) e outras carecem de apoio psicológico para depressão e outros transtornos psíquicos.<br />
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Este cenário todo faz com que a desconfiança e a falta de vínculo com os profissionais de saúde sejam constantes nas primeiras consultas. Além disso, lembra Denise, não há literatura científica para definir quais os exercícios fonoaudiológicos mais indicados para travestis. Nas poesias, ela encontrou uma vacina para estes dois entraves. Mas isso é quase o último capítulo de sua história com a voz, que começa lá na adolescência.<br />
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O início, o meio e a aids<br />
Falante pelos cotovelos em casa, mas quase muda na escola, a menina Denise um dia foi questionada pela mãe quais eram as razões para aquele tipo de relacionamento com a voz. &ldquo;Você não gosta de falar?&rdquo;, perguntou. &ldquo;Adoro&rdquo;, pensou a menina. Como uma pulga, aquela indagação ficou atrás da orelha da garota, na época com 14 anos.<br />
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Estudante do colégio Mackenzie, Denise deparou-se novamente com a pergunta da mãe quando precisou escolher qual carreira prestar no vestibular. Resolveu então pesquisar a ciência da voz e logo aproximou-se da <a href="http://www.portalfonoaudiologia.com.br/"><strong>fonoaudiologia</strong></a>. Até então, o único familiar que havia escolhido a área da saúde como profissão havia sido o avô Emílio Mallet (nome de rua paulistana), um dos primeiros dentistas brasileiros, que teve o diploma assinado pelo Imperador Pedro II.<br />
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Denise ficou encantada pela carreira que desvendava os mecanismos vocais e resolveu trilhar este caminho. Ingressou na PUC de São Paulo e, logo depois, resolveu fazer especialização em saúde pública na USP. O primeiro emprego foi em um posto de saúde em Taboão da Serra, local que ficou por quase 10 anos, tratando dos problemas de fala da população.<br />
&ldquo;Até que no ano 2000 apareceu o desafio profissional mais importante da minha carreira&rdquo;, lembra.<br />
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A aids, doença que colecionava vítimas desde a década de 1980, manifestava-se - no início de 2000 - na cara das pessoas. As técnicas ainda eram ineficientes para amenizar um dos efeitos colaterais dos medicamentos, chamado lipodistrofia, uma distribuição irregular de gordura no corpo. O rosto dos soropositivos ficava muito fino, com os ossos saltados, um indício do HIV no organismo. Com este panorama, a fonoaudióloga Denise Mallet foi aprovada no concurso público e ingressou no CRT/Aids.<br />
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&ldquo;Desenvolvi uma técnica de ginástica facial que conseguia amenizar estes sintomas. É um dos marcos da minha trajetória que tenho mais orgulho&rdquo;, diz ao emendar que os exercícios trouxeram o que ela exemplifica como &ldquo;satisfação plena&rdquo;. </font></p>
<p><font face="Arial">&ldquo;Depois de meses praticando os exercícios da face duas horas por dia, as crianças e jovens soropositivos, a maioria que já nasce com a doença, se olham no espelho e dizem, da forma mais espontânea possível, como eu to bonito&rdquo;, diz emocionada.<br />
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As novas pacientes<br />
Entre os inúmeros que receberam as orientações para a ginástica facial, também estavam as travestis que convivem com o diagnóstico do HIV. E, em 2009, o CRT percebendo a complexidade exigida por estas pacientes, atrelada à decisão do Ministério da Saúde de incluir a cirurgia de mudança de sexo para as transexuais como um procedimento feito no Sistema </font><font face="Arial">Único de Saúde (SUS), decidiu abrir um ambulatório só para elas. &ldquo;Fui convidada a atender lá e pensei: outro desafio bom de topar. Abracei a causa na hora.&rdquo;<br />
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Nos primeiros dias de atendimento, ela reforçou a memória auditiva e lembrou como escutava poesia. Quando eram lidos por homens, os versos eram retos, ditos de forma direta, quase que em linha reta. Já proclamados por mulheres, os poemas soavam cheios de modulações, uma sílaba mais forte do que a outra. Pronto. &ldquo;Falar feminino não é falar fino. É falar com malemolência&rdquo;, exemplifica. De quebra, Manuel Bandeira, Carlos Drummond de Andrade e outros também quebram o gelo dos primeiros contatos entre especialista e paciente. &ldquo;Trazem um pouco de conforto para quem é tão maltratado, quem carrega histórias cheias de ferida&rdquo;, diz Denise.<br />
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A fono sabe que, no início, as pacientes de maquiagem impecável copiam seu jeito de falar. &ldquo;Depois, a personalidade de cada uma se destaca e elas encontram mais o tom próprio, em uma modulação personalizada&rdquo;, diz. Daí, podem falar ao telefone sem medo de serem chamadas de &ldquo;senhor&rdquo;. Podem procurar emprego como secretárias, enfermeiras e professoras, se assim desejarem. Um pequeno remédio contra o preconceito tão presentes em suas vidas. &ldquo;A voz combina com o físico que elas tanto sofreram para ter.&rdquo;</font></p>]]></description><author>saude.ig.com.br</author><pubDate>11/01/2012 00:00:00 18:45:00</pubDate></item><item><title>7 motivos para ir ao fonoaudiólogo</title><link>http://www.portalfonoaudiologia.com.br/fonoaudiologia/principal/noticia_view.asp?id=47102</link><description><![CDATA[<p><font face="Arial">Trocar letras, língua presa e respiração oral: esses são os motivos que, geralmente, levam os pacientes ao fonoaudiólogo. Mas há outros motivos que justificam uma consulta. "No momento em que uma pessoa tem dificuldades de comunicação, ela apresenta problemas de convívio social", afirma a fonoaudióloga Thays Vaiano. </font></p>
<p><font face="Arial">"A comunicação está associada diretamente com a qualidade de vida", afirma. Na infância, os pais obrigam as crianças a freq&uuml;entar sessões. Mais tarde, entretanto, esse tipo de consulta costuma fazer parte da rotina de poucas pessoas - em geral, aquelas que trabalham com a voz, como locutores, professores e atores. </font></p>
<p><font face="Arial">Mas são muitas as situações em que esse tipo de trabalho pode ser útil: a seguir, a especialista lista 7 casos em que a consulta ao fonoaudiólogo é indicada.  <br />
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Trocando as letras<br />
A letra p pela letra b; a letra f pela letra s. Quando a criança troca as letras, é hora de consultar um fonoaudiólogo. "Geralmente, é a escola que encaminha a criança ao fono", explica a especialista. Durante as sessões, são feitos exercícios que auxiliam na reprodução da letra. </font></p>
<p><font face="Arial">Quando há dificuldades com a letra l, por exemplo, os exercícios envolvem a ponta da língua, com a leitura de diversas palavras na frente do espelho. Entre essas palavras, há algumas com a letra l, incentivando a pronúncia correta. </font></p>
<p><font face="Arial">"Porém, esses exercícios têm de ser divertidos, para estimular o envolvimento infantil", explica Thays. Um bom exemplo disso é o exercício que envolve a letra z: a fonoaudióloga sugere que a criança imite o zumbido da abelha. Na letra l, a brincadeira é estalar a língua no céu da boca, como o trotar de um cavalo. "A criança precisa se interessar pelo exercício", completa. <br />
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Padrão respiratório<br />
A consulta também pode ajudar o paciente a estabelecer um padrão respiratório. Como lembra Thays Vaiano, é muito comum crianças e adultos respirarem pela boca, o que diminui a imunidade e atrapalha a dicção.  <br />
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Língua presa<br />
Motivo de piada na época de escola, a fonoaudióloga afirma que muita gente confunde o significado de língua presa. "Na verdade, a língua é solta, passando dos dentes, o que dificulta a pronúncia de algumas letras", explica. </font></p>
<p><font face="Arial">Geralmente, a língua dessas pessoas é flácida e, segundo a especialista, exercícios para tonificar a língua melhoram a fala. "Quando há problemas com a pronúncia da letra t, por exemplo, o exercício indicado envolve a ponta da língua", explica. </font></p>
<p><font face="Arial">Traumas na mandíbula<br />
A <a href="http://www.portalfonoaudiologia.com.br/"><strong>fonoaudiologia</strong></a> ajuda também nos casos em que a mandíbula sofreu algum tipo de trauma e, por conta disso, surge dor na região, além de dificuldades na fala e problemas para articular a fala e a mastigação.</font></p>
<p><font face="Arial">Segundo a especialista, a articulação da mandíbula fica travada após um trauma e exercícios de fortificação muscular auxiliam na recuperação, além de exercícios de alongamento da musculatura.  <br />
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Trocar letras, língua presa e respiração oral: esses são os motivos que levam os pacientes ao fonoaudiólogo<br />
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Perda auditiva<br />
Mesmo diante de uma perda grande da audição, a <a href="http://www.portalfonoaudiologia.com.br/"><strong>fonoaudiologia</strong></a> pode trabalhar a comunicação. Segundo Thays, há dois métodos utilizados com pessoas que perderam a audição: </font></p>
<p><font face="Arial">- compreender a fala: a fonoaudióloga ensina como entender a fala de outras pessoas que não sabem a linguagem de sinais.</font></p>
<p><font face="Arial">- reproduzir os sons: por método sensitivo, a pessoa com problemas auditivos coloca a mão na garganta da fonoaudióloga enquanto esta emite um som. "Diante da vibração que sente, a pessoa irá tentar reproduzir o som que a fonoaudióloga faz", explica a especialista. <br />
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Resistência da voz<br />
Chegar ao fim do dia com a garganta doendo ou totalmente sem voz é sinal de alerta quando isso se torna uma rotina, fato muito comum em profissionais que usam muito a voz, como é o caso de professores que passam o dia alterando a voz por conta das aulas. A <a href="http://www.portalfonoaudiologia.com.br/"><strong>fonoaudiologia</strong></a> entra no cenário ajudando na resistência muscular da prega vocal, tratando ou melhorando a qualidade de voz.</font></p>
<p><font face="Arial">Thays Vaiano salienta que a rotina pode levar ao aparecimento de calo ou nódulo. O conselho da fonoaudióloga é, assim que o problema aparecer, ir ao fonoaudiólogo para que ele avalie se não há uma patologia e iniciar o aumento da resistência muscular da prega vocal. "Da mesma forma que o atleta precisa se exercitar para competir, a voz também precisa de exercícios", completa. <br />
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Disfagia<br />
Há um profissional que trabalha em hospitais exclusivamente com pessoas que apresentam dificuldades para se alimentar após cirurgias ou acidentes que envolvam o uso de sondas. </font></p>
<p><font face="Arial">Deixar de usar a musculatura por um tempo pode fazer com que o alimento desça pela laringe, podendo provocar o engasgo e também pneumonia por aspiração. "Da mesma forma que a perna fica bamba quando o gesso acaba de ser tirado por um longo tempo, é preciso exercitar a musculatura da boca e da garganta novamente", afirma a especialista. </font></p>]]></description><author>minhavida.com.br</author><pubDate>10/01/2012 00:00:00 16:30:00</pubDate></item><item><title>Intervenção fonoaudiológica na Doença de Parkinson</title><link>http://www.portalfonoaudiologia.com.br/fonoaudiologia/principal/noticia_view.asp?id=47100</link><description><![CDATA[<p><font face="Arial">Considerada entre as doenças neuromusculares, a doença de Parkinson caracteriza-pela combinação de quatro importantes sinais: a pessoa apresenta rigidez da musculatura corporal, tremor quando fica em repouso, ausência de alguns movimentos, além da dificuldade para manter-se em postura. Esses sinais são devido à diminuição da liberação do neurotransmissor, chamado dopamina, por causa da degeneração de neurônios do Sistema Nervoso Central, especificamente localizados na substância negra do mesencéfalo. <br />
<br />
Incidência<br />
Embora a Doença de Parkinson possa ser encontrada entre pessoas mais jovens, ela costuma iniciar-se após os 50 anos de idade. Clinicamente observa-se comprometimento da metade do corpo, que vem surgindo de forma gradual e lenta. Mais tarde, essa manifestação começa a aparecer em forma de desequilíbrio nas duas partes do corpo, comprometendo-o, o que leva a pessoa a tomar vários tombos. <br />
<br />
Alterações fonoaudiológicas<br />
Do ponto de vista fonoaudiológico, aparecem as dificuldades para alimentar-se, engolir e mastigar os alimentos, o que chamamos de Disfagia. Como conseq&uuml;ência, a pessoa começa a perder peso. Além da dificuldade para comunicar-se, em função de todos os sinais corporais que a pessoa vem apresentando, tremor, rigidez, equilíbrio e ausência de alguns movimentos. Observa-se, também, no estágio mais avançado, dificuldades respiratórias. <br />
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Com a dificuldade para articular as palavras, a pessoa com doença de Parkinson apresenta Disartria. A qualidade vocal, a ressonância, a modulação da voz e a intensidade ficam prejudicadas tanto pela dificuldade articulatória, quanto pela dificuldade de fonação, o que chamamos de Disfonia. <br />
<br />
A fonoterapia<br />
Após avaliadas essas características específicas, a <a href="http://www.portalfonoaudiologia.com.br/"><strong>fonoaudiologia</strong></a> traça o plano terapêutico para trabalhar, junto aos familiares, o parente acometido da doença de Parkinson. A base da fonoterapia é a terapia fisiológica, ou seja, exercícios que envolvam todas as deficiências, articulatórias, de deglutição e de fonação. <br />
<br />
A equipe interdisciplinar<br />
Outros profissionais como o fisioterapeuta, terapeuta ocupacional, em clínicas especializadas deverão estar acompanhando, junto ao fonoaudiólogo, a reabilitação. Além do médico, que com o tratamento cirúrgico, vai atuar na melhora dos sinais motores corporais, e com o farmacológico, que vai atuar na reposição de dopamina. <br />
</font><font face="Arial"><br />
É sempre bom lembrar que hoje em dia profissional nenhum pode estar trabalhando sozinho, senão junto a uma equipe especializada e a fundamental ajuda dos familiares.</font></p>]]></description><author>acessa.com</author><pubDate>10/01/2012 00:00:00 16:07:00</pubDate></item><item><title>FCMSCSP inscreve para vestibular de fonoaudiologia e enfermagem</title><link>http://www.portalfonoaudiologia.com.br/fonoaudiologia/principal/noticia_view.asp?id=47022</link><description><![CDATA[<font face="Arial">A Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo (FCMSCSP) iniciou as inscrições para o processo seletivo dos <a href="http://www.portaleducacao.com.br/educacao/cursos/cursos.asp"><strong>cursos</strong></a> de Enfermagem e Fonoaudiologia. As inscrições para o processo seletivo podem ser feitas até o dia 08 de dezembro no site da instituição: www.fcmscsp.edu.br. A taxa de inscrição é de R$ 50,00. <br />
A instituição oferece 50 vagas para Fonoaudiologia e 80 para Enfermagem, ambos no período matutino. O início de aulas será no 1º semestre de 2011. <br />
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O exame será realizado no dia 11 de dezembro com início programado para as 13 horas e término às 16 horas. A prova constará de uma redação e 35 questões de múltipla escolha, sendo: 5 de Língua Portuguesa e Literatura Brasileira; 5 de História; 5 de Geografia; 5 de Matemática; 5 de Física; 5 de Química e 5 de Biologia. A redação valerá, no máximo, 30 pontos e o valor de cada questão será de dois pontos. <br />
<br />
Mais informações sobre o processo seletivo podem ser obtidas na secretaria geral da Faculdade pelo telefone (11) 3367-7818, no site www.fcmscsp.edu.br, ou pessoalmente na Rua Cesário Motta Júnior, 61  - 3º andar - Vila Buarque - São Paulo/SP. <br />
</font>]]></description><author>terra.com.br</author><pubDate>09/01/2012 00:00:00 15:56:00</pubDate></item><item><title>Afasia: um problema de linguagem de origem neurológica </title><link>http://www.portalfonoaudiologia.com.br/fonoaudiologia/principal/noticia_view.asp?id=47021</link><description><![CDATA[<font face="Arial">
<p>Segundo Heloísa Miguens de Araújo, fonoaudióloga Pós-Graduada em Fonoaudiologia e em Neurofisiologia, Master Practitioner em Programação Neurolinguística pelo INAp, Afasia é a perda parcial ou total da capacidade de linguagem, de causa neurológica central, decorrente de AVC (Acidente Vascular Cerebral), lesões cerebrais nas áreas da fala e linguagem. Na opinião da psicóloga Silvana Rabello, "Afasia é um distúrbio central onde a evocação das palavras fica prejudicada, como vemos em alguns idosos, ou vítimas de acidente vascular cerebral, por exemplo".</p>
<p>A especialista afirma que, conforme a extensão e localização da lesão cerebral, o paciente pode apresentar um ou mais sintomas, entre eles a perda total ou parcial das habilidades de articulação das palavras, a perda da fluência verbal, com dificuldade de expressão verbal, nomeação de objetos e repetição de palavras. De acordo com Heloísa, uma pessoa vítima de afasia pode não conseguir contar, nomear, por exemplo, dos dias da semana e os meses do ano ou ainda perder a noção gramatical. É difícil para alguém com afasia interpretar o que ouve. "É como se a pessoa, mesmo ouvindo, ficasse 'surda' para as palavras, por não reconhecer o significado das mesmas", explica a Dra. Heloísa, que completa que "muitas vezes o portador de afasia consegue perceber alguma palavra e reconhece o restante da comunicação". A perda parcial ou total da capacidade de ler e escrever também fazem parte da sintomatologia do portador de afasia. Ele ainda pode não conseguir organizar gestos de forma a representar ou comunicar o que quer. "Por exemplo, o paciente não consegue, com gestos, mostrar o que deseja comer ou indicar que deseja comer", ilustra a fonoaudióloga. </p>
<p>Nestes casos, além da correta identificação da causa do problema, é importante que se procure um fonoaudiólogo, que pode melhorar muito a qualidade de vida e capacidade de comunicação de um indivíduo portador de Afasia. É muito importante, também, que o diagnóstico da afasia seja corretamente feito. A psicóloga e psicanalista Silvana Rabello aponta como essencial que o quadro sintomático orgânico seja diferenciado do quadro emocional. "A incidência do quadro emocional sobre os problemas de fala é bem alta". </p>
<p>Feita esta distinção e confirmado o diagnóstico de afasia, cuja terapêutica não é feita por psicólogos, é comum, no entanto, que o paciente também necessite de atendimento psicológico, por conta da crise de impotência que sofrem. Nestes casos, a psicanalista alerta para que o profissional escolhido esteja preparado para compreender um paciente que não fala, ou fala muito mal, e que conheça o quadro para saber entender as tentativas comunicativas do seu paciente. "Ás vezes, quando muito grave, os pacientes podem aprender outros códigos comunicativos para suprir a deficiência da fala", diz. Na opinião da psicanalista, a família do paciente de afasia também deve ser atendida pelo psicólogo, uma vez que a deficiência é justamente de comunicação. "A família é o maior estímulo e modelo comunicativo. Ela deve ser bem orientada, assim como acolhida no seu sofrimento frente a um filho com problemas tão graves", completa.</p>
</font>]]></description><author>uol.com.br</author><pubDate>09/01/2012 00:00:00 15:49:00</pubDate></item><item><title>Fonoaudiologia fica em terceiro lugar em avaliação do MEC </title><link>http://www.portalfonoaudiologia.com.br/fonoaudiologia/principal/noticia_view.asp?id=46981</link><description><![CDATA[<font face="Arial">O curso de Fonoaudiologia da Faculdade de Medicina da UFMG ficou em 3º lugar entre 327 <a href="http://www.portaleducacao.com.br/educacao/cursos/cursos.asp"><strong>cursos</strong></a> da área avaliados pelo Ministério da Educação (MEC) no Exame Nacional de Desempenho de Estudantes (Enade). No caso da Medicina, entre 177 avaliados, o curso da UFMG ficou em 22º lugar. Já o curso superior de Tecnologia em Radiologia ficou sem conceito, já que é recente e ainda não tem estudantes concluintes.<br />
<br />
O desempenho dos <a href="http://www.portaleducacao.com.br/educacao/cursos/cursos.asp"><strong>cursos</strong></a> da UFMG e das outras universidades no sistema de avaliação operacionalizado pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Anísio Teixeira (Inep), vinculado ao Ministério da Educação, foi divulgado no dia 17 de novembro. Foram avaliadas 2.176 instituições de ensino superior, sendo 229 públicas e 1.947 privadas, entre universidades, centros universitários e faculdades.<br />
<br />
Indicadores<br />
Essa avaliação é materializada em dois indicadores principais. Um é o Índice Geral de Cursos (IGC), por meio do qual se atribui notas de 1 a 5 às instituições. A UFMG ficou com 4,25, o que a coloca na faixa 5.<br />
<br />
O outro é o Conceito Preliminar do Curso (CPC), medida usada pelo Inep para dimensionar o desempenho dos <a href="http://www.portaleducacao.com.br/educacao/cursos/cursos.asp"><strong>cursos</strong></a> de graduação avaliados país afora. Ele se baseia nos valores do Enade, que mede o desempenho dos estudantes concluintes, e do Indicador de Diferença entre os Desempenhos Observado e Esperado (IDD), que estima o quanto o curso agrega na formação do aluno. Além desses dois índices, que representam 60% da composição do CPC, o conceito também leva em consideração a percepção dos estudantes sobre aspectos relacionados à qualificação do corpo docente, infraestrutura e projeto pedagógico da instituição.<br />
<br />
Desempenho dos <a href="http://www.portaleducacao.com.br/educacao/cursos/cursos.asp"><strong>cursos</strong></a>  no CPC<br />
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Fonoaudiologia<br />
CPC Contínuo: 3,80<br />
Classificação: 3º (entre 49 <a href="http://www.portaleducacao.com.br/educacao/cursos/cursos.asp"><strong>cursos</strong></a> com CPC)<br />
<br />
Medicina<br />
CPC Contínuo: 3,18<br />
Classificação: 22º (entre 141 <a href="http://www.portaleducacao.com.br/educacao/cursos/cursos.asp"><strong>cursos</strong></a> com CPC)</font>]]></description><author>medicina.ufmg.br</author><pubDate>06/01/2012 00:00:00 17:12:00</pubDate></item><item><title>Fonoaudiologia pode ser tratamento de rinite e asma </title><link>http://www.portalfonoaudiologia.com.br/fonoaudiologia/principal/noticia_view.asp?id=46980</link><description><![CDATA[<font face="Arial">Obstrução nasal, coriza transparente, diminuição do olfato e respiração pela boca. Estes são alguns sintomas da rinite alérgica, que normalmente é desencadeada por fatores como poeira, mofo, ácaro e cigarro.<br />
<br />
A alergia atinge entre 10 e 25% da população mundial e é considerada um &ldquo;problema global de saúde pública&rdquo; pela Aria, sigla em inglês para Rinite Alérgica e seu Impacto sobre a Asma, iniciativa internacional que conta com o apoio da Organização Mundial de Saúde. Tratar a rinite significa conter o crescimento dos casos de asma, doença inflamatória que atinge os pulmões e pode até matar.<br />
<br />
&ldquo;O índice de prevalência de rinite alérgica entre os asmáticos é de 80%&rdquo;, afirma a fonoaudióloga Sílvia Andrade (foto), autora da dissertação de mestrado Impacto da Terapia Miofuncional Orofacial no controle clínico e funcional da asma e da rinite alérgica em crianças e adolescentes respiradores orais, defendida no Ipsemg, sob a orientação dos professores do Departamento de Pediatria da Faculdade de Medicina da UFMG, Lincoln Freire e Maria Jussara Fernandes Fontes.<br />
Sílvia Andrade percebeu que sessões de <a href="http://www.portalfonoaudiologia.com.br/"><strong>fonoaudiologia</strong></a> aliadas à inalação nasal do dipropionato beclometasona (antiinflamatório usado no tratamento de asma e rinite, conhecido como Clenil) melhoram os sintomas de forma significativa, ao educar o paciente a respirar de forma correta.<br />
<br />
O tratamento consiste em exercícios respiratórios e musculares destinados a &ldquo;automatizar&rdquo; as funções respiratórias. &ldquo;O objetivo era estimular as crianças a respirarem pelo nariz&rdquo;, diz a fonoaudióloga. A importância da respiração nasal, segundo Sílvia, é que ela &ldquo;purifica&rdquo; o ar antes da chegada aos pulmões, por meio da umidificação, filtração e do aquecimento.<br />
<br />
Antes da intervenção, o tratamento era realizado apenas com a administração oral do Clenil, que foi substituída pela inalação nasal. Depois de 16 sessões de terapia fonoaudiólogica, divididas em duas sessões semanais, alguns pacientes puderam até mesmo interromper o uso do medicamento.<br />
 <br />
A PESQUISA<br />
A fonoaudióloga Sílvia Andrade selecionou 24 pacientes com idade entre 6 e 15 anos que apresentavam a coexistência de três patologias: asma, rinite alérgica e respiração oral, entre 169 crianças e adolescentes asmáticos do Ambulatório de Pneumologia Pediátrica do Posto de Atendimento Médico (PAM) do bairro Padre Eustáquio, em Belo Horizonte. Quem tinha algum tipo de &ldquo;obstrução mecânica&rdquo;, como hipertrofia das adenóides ou amígdalas, foi excluído.<br />
<br />
A pesquisadora conta que o tratamento teve alta adesão, devido ao esforço conjunto dos pediatras pneumologistas e dos profissionais da Fono.<br />
Para a co-orientadora do estudo, a professora Maria Jussara Fontes, o fortalecimento da interdisciplinaridade entre a Medicina e a Fonoaudiologia é fundamental, especialmente quando empregada no controle de uma doença de alta incidência, como a asma.<br />
<br />
Maria Jussara também ressaltou a eficiência do tratamento. &ldquo;É uma terapêutica não medicamentosa com impacto positivo de grande significância com apenas dois meses de duração&rdquo;, destaca.<br />
 <br />
Os resultados foram comprovados por exames realizados no Ambulatório de Pneumologia Pediátrica do Hospital das Clínicas, reconhecido pela Sociedade Brasileira de Pediatria como Centro de Referência em Pneumologia Pediátrica no Brasil.<br />
<br />
O orientador da pesquisa, professor Lincoln Freire, afirma que pretende dar continuidade ao trabalho, ampliando o número de pacientes observados durante o tratamento fonoaudiológico aliado ao convencional.<br />
<br />
Mas ele esclarece que o estudo atual tem &ldquo;significância estatística&rdquo;, apesar de o grupo de crianças asmáticas observadas ser pequeno. &ldquo;Os resultados sinalizam que essa pode ser uma estratégia importante para ser adotada como conduta definitiva&rdquo;, prevê. </font>]]></description><author>medicina.ufmg.br</author><pubDate>06/01/2012 00:00:00 17:08:00</pubDate></item></channel></rss>
