﻿<?xml version="1.0" encoding="utf-8"?><rss version="2.0"><channel><title>Contabilidade Cursos - Últimas Notícias</title><link>http://www.contabilidadecursos.com.br</link><description>Sistema Integrado de Ensino a Distância</description><language>pt-br</language><copyright>Copyright (C) Portal Educação</copyright><webMaster>atendimento@portaleducacao.com.br</webMaster><managingEditor>atendimento@portaleducacao.com.br</managingEditor><lastBuildDate>08/02/2012 07:26:34</lastBuildDate><image><title>Portal Educação</title><url>http://www.portaleducacao.com.br/sistema/imagens/&lt;/url&gt;</url><link>http://www.portaleducacao.com.br</link></image><item><title>Comissão do Senado aprova isenção de IR para idosos</title><link>http://www.contabilidadecursos.com.br/contabilidade/principal/noticia_view.asp?id=48489</link><description><![CDATA[<font face="Arial">A Comiss&atilde;o de Assuntos Sociais (CAS) do Senado aprovou hoje (8) o projeto de lei que isenta do Imposto de Renda (IR) os valores recebidos mensalmente por idosos com 65 anos ou mais. A proposta, de autoria do senador Paulo Paim (PT-RS), limita a isen&ccedil;&atilde;o at&eacute; o valor m&aacute;ximo dos benef&iacute;cios pagos no Regime Geral de Previd&ecirc;ncia Social.<br />
<br />
<br />
De acordo com a legisla&ccedil;&atilde;o atual, os idosos com 65 anos ou mais que recebem valores referentes &agrave; aposentadoria, reforma ou pens&atilde;o t&ecirc;m uma isen&ccedil;&atilde;o de IR adicional. Contudo, o benef&iacute;cio n&atilde;o contempla os demais idosos com 65 anos ou mais.<br />
<br />
<br />
&ldquo;Desse modo, a presente proposi&ccedil;&atilde;o tem por objetivo estender o benef&iacute;cio a todos os idosos com mais de 65 anos, quer recebam benef&iacute;cios previdenci&aacute;rios ou n&atilde;o&rdquo;, justificou o relator da mat&eacute;ria, o senador Lindbergh Farias (PT-RJ).<br />
<br />
<br />
A proposta segue agora para a Comiss&atilde;o de Assuntos Econ&ocirc;micos (CAE), onde ser&aacute; analisada de forma terminativa, ou seja, sem a necessidade de vota&ccedil;&atilde;o no plen&aacute;rio da Casa.<br />
</font>]]></description><author>exame.abril.com.br</author><pubDate>08/02/2012 00:00:00 16:36:00</pubDate></item><item><title>Com R$ 21 mi e 22 indiciados, PF encerra investigação sobre o PanAmericano</title><link>http://www.contabilidadecursos.com.br/contabilidade/principal/noticia_view.asp?id=48488</link><description><![CDATA[<font face="Arial">A Polícia Federal encerrou ontem a investigação que apurou os crimes envolvendo o Banco PanAmericano &ndash; pouco mais de um ano depois de iniciado o inquérito. Ao longo da investigação, foram indiciadas 22 pessoas que, caso condenadas, poderão responder a penas que podem chegar a trinta e um anos de reclusão.<br />
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<br />
A pedido da Polícia Federal, a Justiça Federal decretou o bloqueio de mais de 21 milhões de reais em investimentos dos envolvidos. Também estão indisponíveis bens móveis e 29 imóveis pertencentes aos indiciados e três embarcações que estavam em nome de uma empresa foram apreendidas. Caberá à Justiça decidir quanto à alienação antecipada de todos os bens.<br />
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Os indiciados incluem cinco principais ex-diretores do banco, três ex-funcionários e um ex-presidente do Grupo Silvio Santos - que foram indiciados pela prática dos crimes de formação de quadrilha, lavagem de dinheiro, gestão fraudulenta, &ldquo;caixa dois&rdquo; e crimes financeiros. <br />
<br />
<br />
Outros seis ex-diretores do banco e dois executivos do Grupo Silvio Santos, estranhos à diretoria do PanAmericano, foram indiciados pela prática dos crimes de gestão fraudulenta e &ldquo;caixa dois&rdquo;, em razão da existência de provas de que teriam sido beneficiados pela subtração de valores da instituição financeira. Cinco pessoas foram identificadas como &ldquo;laranjas&rdquo;(sócios de empresa de fachada) e também foram indiciadas pelo crime de formação de quadrilha.<br />
<br />
<br />
O inquérito policial foi encerrado e seguiu para o Ministério Público Federal. O inquérito havia sido instaurado para investigar a existência e a autoria de crimes decorrentes de fraudes contábeis e subtração de valores envolvendo a administração do PanAmericano, entre janeiro de 2008 e novembro de 2010.<br />
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<br />
As fraudes vieram à tona em novembro de 2010, quando o grupo Silvio Santos anunciou que injetaria 2,5 bilhões de reais no banco. Mais tarde descobriu-se que o rombo total nas contas do PanAmericano era de 4,3 bilhões de reais.<br />
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Para evitar a quebra da instituição, Silvio Santos recorreu ao FGC (Fundo Garantidor de Crédito) para cobrir o rombo, e acabou vendendo o PanAmericano para o BTG Pactual, de André Esteves.<br />
</font>]]></description><author>exame.abril.com.br</author><pubDate>08/02/2012 00:00:00 16:26:00</pubDate></item><item><title>Itaú Unibanco registra lucro de R$ 14,62 bilhões em 2011</title><link>http://www.contabilidadecursos.com.br/contabilidade/principal/noticia_view.asp?id=48446</link><description><![CDATA[<font face="Arial">O Itaú Unibanco anunciou nesta terça-feira (7) ter registrado lucro líquido, no acumulado de 2011, de R$ 14,62 bilhões, resultado 9,7% acima do verificado no ano anterior, quando o resultado somou R$ 13,32 bilhões. De acordo com a consultoria Economatica, esse é o maior ganho anual da história dos bancos brasileiros.<br />
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<br />
Só no quarto trimestre de 2011, o lucro líquido registrado foi de R$ 3,681 bilhões, contra R$ 3,89 bilhões registrado no mesmo período de 2010.<br />
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<br />
Segundo o balanço divulgado nesta terça-feira, a carteira de crédito do banco cresceu 19,1% no ano passado e 3,9% no último trimestre, alcançando R$ 397 bilhões.<br />
<br />
<br />
Em dezembro de 2011, o índice de inadimplência total (medido pelas operações de crédito com atraso superior a 90 dias) atingiu 4,9%, crescendo 0,2 ponto percentual em relação a setembro de 2011 e 0,7 ponto percentual em relação ao mesmo período do ano anterior.<br />
</font>]]></description><author>g1.globo.com</author><pubDate>07/02/2012 00:00:00 18:49:00</pubDate></item><item><title>Inflação da baixa renda perde força em janeiro, mostra FGV</title><link>http://www.contabilidadecursos.com.br/contabilidade/principal/noticia_view.asp?id=48444</link><description><![CDATA[<font face="Arial">A inflação percebida por famílias de baixa renda perdeu força entre dezembro do ano passado e janeiro deste ano, segundo indica o Índice de Preços ao Consumidor - Classe 1 - (IPC-C1), apurado entre famílias com renda mensal até 2,5 salários mínimos, e que subiu 0,86% em janeiro, contra 1% em dezembro. Os números foram informados, nesta terça-feira (7) pela Fundação Getulio Vargas (FGV).<br />
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<br />
No acumulado em 12 meses até janeiro, a inflação entre os mais pobres acumula alta de 5,43%, mais fraca do que a apurada entre famílias mais ricas, pesquisadas no Índice de Preços ao Consumidor Brasil (IPC-BR) - que abrange famílias de até 33 salários mínimos mensais -, com avanço de 5,88% no período. No entanto, a taxa do IPC-C1 de janeiro ficou acima do IPC-BR para o mesmo mês (0,81%).<br />
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Quatro das sete classes de despesa componentes do índice apresentaram desacelerações ou quedas de preços em suas taxas de variação de preços, de dezembro para janeiro. É o caso de alimentação (de 1,74% para 0,58%), habitação (de 0,42% para 0,38%), vestuário (de 1,51% para -0,20%) e saúde e cuidados pessoais (de 0,79% para 0,24%).<br />
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Em contrapartida, houve taxas expressivas de inflação, no período, em educação, leitura e recreação (de 0,77% para 3,54%), transportes (de 0,00% para 3,25%) e despesas diversas (de 0,21% para 0,29%).<br />
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<br />
Entre os produtos pesquisados, as mais expressivas elevações de preços percebida por famílias de baixa renda em janeiro foram detectadas em tarifa de ônibus urbano (3,60%); batata-inglesa (13,44%); e tomate (10,86%). Já as mais expressivas quedas foram registradas em limão (-33,42%); pão francês (-1,88%); e leite tipo longa vida (-1,83%).<br />
</font>]]></description><author>g1.globo.com</author><pubDate>07/02/2012 00:00:00 18:46:00</pubDate></item><item><title>Limite para abatimento de doméstico no IR 2012 é de R$ 866,60, diz Receita</title><link>http://www.contabilidadecursos.com.br/contabilidade/principal/noticia_view.asp?id=48350</link><description><![CDATA[<font face="Arial">O limite de abatimento da contribuição patronal da Previdência Social incidente sobre a remuneração do empregado doméstico na declaração do Imposto de Renda 2012, ano-base 2011, é de R$ 866,60, informou nesta segunda-feira (6) o supervisor nacional do IR da Secretaria da Receita Federal, Joaquim Adir, ao G1.<br />
<br />
<br />
Para poder fazer a dedução do empregado doméstico, o contribuinte deve optar pela declaração completa do IR. O abatimento só está sendo possível neste ano porque o Fisco decidiu, em setembro do ano passado, prorrogar o benefício até o Imposto de Renda que será entregue em 2015 - relativo ao ano calendário de 2014, o último do mandato da presidente Dilma Rousseff.<br />
<br />
<br />
Pela regra anterior, que foi extinta, os valores pagos neste ano Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), a título de contribuição patronal, poderiam ser abatidos no IR de 2012, que se refere ao ano-base 2011.<br />
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<strong>Renúncia fiscal<br />
</strong>No ano passado, o governo registrou uma renúncia fiscal (recursos que deixou de arrecadar) de cerca de R$ 500 milhões com a dedução da contribuição patronal do empregado doméstico.<br />
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De acordo com as regras do IR 2012, ano-base 2011, os empregadores poderiam deduzir até R$ 866,60 a título de contribuição patronal do Imposto de Renda dos empregados domésticos.<br />
<br />
<br />
Segundo a Receita Federal, esse valor corresponde à alíquota de 12% aplicada sobre o salário mínimo de R$ 622 deste ano. Caso o empregador pague mais de um salário mínimo, ele não pode abater todo o valor gasto com a contribuição patronal do INSS.<br />
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<br />
<strong>Regras do IR<br />
</strong>A Receita Federal divulgou nesta segunda-feira as regras do IR 2012, cujo prazo de entrega começa em 1º de março e vai até 30 de abril. A expectativa do Fisco é de receber cerca de 25 milhões de declarações do IR em 2012, contra 24,37 milhões de documentos no ano passado. O programa do IR estará disponível para "download" até 24 de fevereiro, informou a Receita.<br />
<br />
<br />
Estão obrigadas a apresentar a declaração as pessoas físicas que receberam rendimentos tributáveis superiores a R$ 23.499,15 em 2011 (ano-base para a declaração do IR de 2012). O valor foi corrigido em 4,5% em relação ao ano anterior, conforme já havia sido acordado pela presidente Dilma Rousseff com os sindicatos.<br />
<br />
<br />
A declaração poderá ser enviada pela internet, por meio da utilização do programa de transmissão da Receita Federal (Receitanet), ou via disquete, nas agências do Banco do Brasil ou da Caixa Econômica Federal, durante o seu horário de expediente. A entrega do documento, via formulário, foi extinta em 2010.</font>]]></description><author>g1.globo.com</author><pubDate>06/02/2012 00:00:00 16:47:00</pubDate></item><item><title>Governo arrecada R$ 24,5 bilhões com leilão de aeroportos</title><link>http://www.contabilidadecursos.com.br/contabilidade/principal/noticia_view.asp?id=48349</link><description><![CDATA[<font face="Arial">As ofertas vencedoras do leilão dos aeroportos de Guarulhos, Viracopos e Brasília, realizado nesta segunda-feira (6) na Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa), somaram R$ 24,5351325 bilhões, segundo dados apresentados na própria bolsa. O ágio total do leilão foi de 347%, considerando o valor mínimo R$ 5,477 bilhões que o governo pedia pelos três aeroportos.<br />
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O aeroporto de Guarulhos foi arrematado pelo consórcio Invepar (composto pela Invepar Investimentos e Participações e Infraestrutura, com participação de 90%, e operadora Airport Company South Africa, com 10%), por R$ 16,213 bilhões, com ágio de 373,5% sobre o valor mínimo estabelecido pela Agência Nacional de Aviação Civil (Anac).<br />
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<br />
A concessão de Viracopos, em Campinas, ficou com o consórcio Aeroportos Brasil (45% pela Triunfo Participações e Investimentos, 45% da UTC Participações e 10% da Egis Airport Operation, da França), que ofereceu R$ 3,821 bilhões, um ágio de 159,75%.<br />
<br />
<br />
Já o terminal de Brasília ficou com o consórcio Inframérica Aeroportos (50% da Infravix Participações e 50% da Corporation America, da Argentina), R$ 4,501 bilhões, com ágio de 673,89%. O consórcio é o mesmo responsável pela administração do aeroporto de São Gonçalo do Amarante, no Rio Grande do Norte, leiloado em agosto de 2011.<br />
<br />
<br />
A Infraero, empresa estatal que atualmente administra os aeroportos leiloados, terá uma participação de 49% em cada um dos três consórcios vencedores. Segundo o presidente da Infraero, Gustavo do Vale, mesmo com essa participação de 49%, a empresa "não vai interferir na administração. Vai ser um sócio parceiro". Segundo <br />
<br />
Vale, a participação da Infraero é para que a estatal continue a receber dividendos e tenha sua receita garantida, uma vez que que continuará administrando outros 63 aeroportos pelo país.<br />
<br />
<br />
O ministro-chefe da Secretaria de Aviação Civil, Wagner Bittencourt, afirmou considerar o resultado "bastante expressivo". Na avaliação dele, o leilão sinaliza que os investimentos no país são seguros e rentáveis.<br />
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A assinatura dos contratos deverá ser feita em até 45 dias após a homologação do leilão. A partir da celebração do contrato, haverá um período de transição de seis meses (prorrogável por mais seis meses ), no qual a concessionária administrará o aeroporto em conjunto com a Infraero. Após esse período a concessionária assume a totalidade das operações do aeroporto.<br />
<br />
<br />
As concessionárias vencedoras irão administrar os aeroportos durante o prazo de concessão, de 30 anos para Campinas, 25 anos para Brasília e 20 anos para <br />
<br />
<br />
Guarulhos.<br />
A expectativa do governo é que, com administrador privado, as obras de ampliação e melhoria desses aeroportos sejam aceleradas. O governo tem pressa em realizar os investimentos para atender ao aumento da demanda por voos e também por conta da Copa de 2014.<br />
De acordo com a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), a concessão não vai resultar em aumento de taxas para os passageiros que utilizarem esses aeroportos.<br />
<br />
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Leilão<br />
Na primeira fase do leilão, foram feitas 22 propostas pelos três aeroportos. Onze consórcios apresentaram lances pelos terminais. Após a leitura das propostas, o leilão entrou na fase viva voz.<br />
<br />
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Concessões<br />
Este é o segundo processo de concessão de aeroportos tocado pelo governo federal. O terminal de São Gonçalo do Amarante (RN), leiloado em agosto de 2011, foi o primeiro a ser entregue para administração da iniciativa privada.<br />
<br />
<br />
Entre as justificativas apresentadas pelo governo para conceder os aeroportos à iniciativa privada está a necessidade de acelerar os investimentos na ampliação e melhoria da infraestrutura para atender ao crescimento da demanda por voos no país que, apenas entre janeiro e novembro de 2011, foi de 16,63%.<br />
<br />
<br />
Além disso, o governo tem urgência em preparar os aeroportos para a Copa de 2014. O contrato que será assinado com as concessionárias as obriga a concluir um conjunto de obras orçado em R$ 4,2 bilhões antes da competição, sob pena de multa.<br />
<br />
<br />
No total, os três aeroportos devem receber R$ 18 bilhões em investimentos durante o período de concessão, que será de 20 anos para Guarulhos, 25 anos para Brasília e 30 anos para Campinas.<br />
<br />
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Contribuição variável<br />
Além do valor da outorga, as concessionárias também terão que repassar, anualmente, um percentual da receita bruta ao governo.<br />
<br />
<br />
Para o aeroporto de Guarulhos, esse percentual foi fixado em 10% sobre a receita bruta, mas pode chegar a 15% se a concessionária lucrar acima do previsto no contrato que será assinado com a Anac &ndash; os 15% incidiriam apenas sobre o valor extra.<br />
<br />
<br />
O percentual para Viracopos da chamada contribuição variável será de 5%, podendo chegar a 7,5% em caso de lucro acima do previsto. Para Brasília, a taxa a ser repassada ao governo será de 2,5%, podendo chegar a 4,5%.<br />
<br />
<br />
Os valores arrecadados com a contribuição vão irrigar o Fundo Nacional de Aviação Civil e financiarão obras em outros aeroportos.<br />
<br />
<br />
Sócio estrangeiro<br />
O edital obrigava que os consórcios que disputassem a licitação contassem com sócio estrangeiro. Isso acontece porque, segundo o edital, pelo menos um dos <br />
parceiros deve ter experiência na administração de aeroporto com movimento superior a 5 milhões de passageiros por ano. No Brasil, apenas a Infraero se enquadra nesse quesito.<br />
<br />
<br />
As concessões serão feitas a Sociedades de Propósito Específico (SPEs), que serão constituídas por investidores privados, com participação de até 49% da <br />
<br />
<br />
Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária (Infraero). A SPE, que será uma empresa privada, ficará responsável por novos investimentos e pela gestão desses aeroportos.<br />
</font>]]></description><author>g1.globo.com</author><pubDate>06/02/2012 00:00:00 16:43:00</pubDate></item><item><title>Qual o impacto do Facebook na economia?</title><link>http://www.contabilidadecursos.com.br/contabilidade/principal/noticia_view.asp?id=48283</link><description><![CDATA[<font face="Arial">Cada vez mais perto de fazer um IPO que deve levantar 5 bilhões de dólares em recursos e produzir algumas centenas de milionários da noite para o dia &ndash; sem falar no reforço ao já respeitável patrimônio de Mark Zuckerberg &ndash;, o Facebook também tem um impacto importante sobre as economias em que atua.<br />
<br />
<br />
De acordo com uma pesquisa recente da Deloitte, o Facebook dá um reforço de cerca de 15,3 bilhões de euros à economia europeia, ajudando a manter 232 mil empregos nos 27 países em que mantém operações.<br />
<br />
<br />
Entre os países que mais se beneficiam dos impactos do Facebook na economia, segundo o estudo, estão o Reino Unido (acréscimo de 2,6 bilhões de euros no PIB), Alemanha (2,6 bilhões de euros); Itália (2,5 bilhões de euros); França (1,9 bilhões de euros); Espanha (1,4 bilhões de euros) e Irlanda (400 milhões de euros).<br />
<br />
<br />
Os países também são os mais beneficiados quanto ao número de empregos gerados por atividades relacionadas à rede social: Alemanha (36 mil); Reino Unido (35 mil); Itália (34 mil); França (22 mil); Espanha (20 mil) e Irlanda (5 mil).<br />
<br />
<br />
Para chegar ao número, o estudo leva em consideração uma série de impactos diretos da empresa na economia, como a geração de empregos, pagamento de impostos e geração de lucro, mas também os indiretos, que vão desde a geração de receita para fornecedores e criação de valor para outras empresas através de anúncios até vendas de produtos e serviços de <a href="http://www.tecnologiacursos.com.br"><strong>tecnologia</strong></a> associados ao uso da ferramenta. <br />
<br />
<br />
O mercado de aplicativos desenvolvidos para rede social, por exemplo, movimenta 1,9 bilhões de euros e sustenta 29 mil empregos na região, segundo a pesquisa.<br />
<br />
<br />
Utilizando critérios semelhantes, a Universidade de Maryland calculou o impacto do Facebook para a economia norte-americana. De acordo com estudo, o mercado de aplicativos criados para a rede social gerou 235.644 empregos e acrescentou 15,7 bilhões à economia em 2011. <br />
<br />
<br />
O impacto da empresa em outras economias, como a latino-americana, ainda não foi avaliado por estudos como os mencionados acima.<br />
</font>]]></description><author>exame.abril.com.br</author><pubDate>03/02/2012 00:00:00 15:50:00</pubDate></item><item><title>Ocupação chega a quase 70% e país deve ganhar mais 30 hotéis este ano</title><link>http://www.contabilidadecursos.com.br/contabilidade/principal/noticia_view.asp?id=48282</link><description><![CDATA[<p><font face="Arial">A taxa de ocupação média nos hotéis do Brasil cresceu 2,7% em 2011 e fechou o ano em 69,14%, segundo dados do Fórum de Operadores Hoteleiros do Brasil (FOHB) antecipados ao G1. De acordo com o balanço da entidade, que reúne os maiores operadores hoteleiros do país, trata-se da maior taxa de ocupação já registrada desde o início do levantamento, em 2005. A melhor taxa até então tinha sido a registrada em 2010, de 67,29%.<br />
<br />
<br />
Para atender a essa demanda, a diretora-executiva do FOHB, Ana Maria Biselli, estima que mais de 30 hotéis, com uma oferta adicional de 5 mil apartamentos, sejam inaugurados pelos associados do fórum já em 2012.<br />
<br />
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&ldquo;O setor de <a href="http://www.turismoehotelaria.com.br"><strong>hotelaria</strong></a> vive um momento muito positivo, principalmente no segmento corporativo, apresentando excelentes resultados, o que acaba refletindo em lançamentos de novos projetos&rdquo;, afirma.<br />
<br />
<br />
Até 2014, as redes associadas ao FOHB projetam um crescimento de mais de 30% na oferta de quartos. Segundo a última projeção do fórum, feita no final de 2011, até o final de 2014 deverão ser abertos 165 novos hotéis no país, o que representará uma oferta adicional de 27 mil apartamentos.<br />
<br />
<br />
<strong>Diária e faturamento<br />
</strong>O balanço mostra que a diária média no país aumentou 15,9% na comparação com o ano anterior, de R$ 181,36 para R$ 210,11. A receita por apartamento disponível (Revpar, índice de rentabilidade obtido pelo cruzamento da diária média com a ocupação) teve alta de 19%.<br />
<br />
<br />
O faturamento das 25 redes associadas ao FOHB, que juntas respondem por 542 hotéis e mais de 85 mil apartamentos &ndash; cerca de 40% do mercado -, somou R$ 5,34 bilhões em 2011, alta de 22% ante 2010. Para 2012, o fórum trabalha com o cenário de manutenção do aquecimento econômico, com receita de R$ 6,4 bilhões e alta da taxa de ocupação entre 2% e 3%.<br />
<br />
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<strong>Investimentos<br />
</strong>O crescimento do <a href="http://www.turismoehotelaria.com.br"><strong>turismo</strong></a> no país a proximidade de eventos internacionais de grande porte como Copa do Mundo e Olimpíadas tem aberto um novo ciclo de investimentos no setor hoteleiro.<br />
<br />
<br />
Só a rede Accor, que reúne as marcas Sofitel, Pullman, Novotel, Mercure, Ibis e Formule 1, tem prevista a abertura de 14 empreendimentos neste ano. A Allia Hotels prevê a inauguração de três novos hotéis em 2012. As redes InterCity, InterContinental Hotels e BHG anunciam que cada um dos grupos abrirão dois novos hotéis.<br />
<br />
<br />
<strong>RJ lidera investimentos<br />
</strong>O Rio de Janeiro é o estado com o maior número de novos empreendimentos previstos pelo para os próximos anos. Dos 165 novos hotéis previstos pelo FOHB até 2014, 25 estão no RJ, 20 em Minas Gerais, 16 em São Paulo e 14 no Rio Grande do Sul. Na sequência, aparecem Bahia e Pará, com 12 projetos cada um.<br />
<br />
<br />
Para este ano estão previstas na cidade do Rio as inauguração de um Ibis e de um novo hotel da rede Windsor, ambos em Copacabana. Os projetos de maior investimento, porém, como o novo Hotel Glória, de Eike Batista, e os dois novos hotéis da bandeira Windsor, na Barra da Tijuca, têm inauguração prevista só para 2014.<br />
<br />
<br />
Segundo a Associação Brasileira da Indústria de Hotéis do Rio de Janeiro (ABIH-RJ), a estimativa é que até as os Jogos Olímpicos de 2016 sejam lançados 36 novos hotéis no estado, entre novas construções e reformas, sendo 17 deles na capital.<br />
<br />
<br />
&ldquo;Temos a meta de 10 mil novos quartos até as olimpíadas. Mas acreditamos que seja possível chegar a 12 mil, pois o Rio está com uma exposição que nunca teve e são muitas as redes interessadas em se instalar na cidade&rdquo;, diz Alfredo Lopes, presidente da ABIH-RJ. "Problema de SP não é oferta, mas agenda", diz associação<br />
<br />
<br />
A cidade de São Paulo, que no último ano enfrentou problemas de falta de quartos em hotéis, não possui inaugurações previstas para esse ano. O presidente da <br />
Associação Brasileira da Indústria de Hotéis do Estado de São Paulo (ABIH-SP), Bruno Omori, destaca, porém, que até 2016 a cidade deverá ganhar ao menos mais 2.500 apartamentos, o que elevará a oferta para cerca de 45 mil quartos.<br />
<br />
<br />
&ldquo;Existe uma demanda latente, não atendida durante a semana, que acaba tendo que migrar para cidades vizinhas. Por isso, há espaço e necessidade de novos investimentos em São Paulo" Ana Maria Biselli, diretora do FOHB<br />
<br />
<br />
&ldquo;Para este ano não fica nada pronto, mas temos em andamento a reforma do Cad'O'ro, um projeto para a região da Nova Luz e, hoje, praticamente 30% da oferta ou está fazendo retrofit ou melhorando as instalações&rdquo;, afirma Omori.<br />
<br />
<br />
Segundo o balanço do FOHB, a taxa de ocupação média da cidade de São Paulo em 2011 foi de 68,14%. Ana Maria ressalva, no entanto, que, considerando que a demanda do fim de semana costuma ser bem mais baixa, tal resultado representa uma ocupação acima de 90% em várias semanas do ano.</font></p>
<p><font face="Arial"><br />
&ldquo;Existe uma demanda latente, não atendida durante a semana, que acaba tendo que migrar para cidades vizinhas. Por isso, há espaço e necessidade de novos investimentos em São Paulo&rdquo;, afirma a diretora, que lembra que o alto preço dos terrenos tem sido um obstáculo para o lançamento de novos projetos.<br />
<br />
<br />
Para o presidente da ABIH-SP, entretanto, não há crise de oferta. &ldquo;O problema de São Paulo é erro de agenda. O que é preciso é trabalhar melhor o calendário de forma que não ocorra de forma simultânea sete feiras e um show extra do U2, como ocorreu no ano passado&rdquo;, afirma Omori.</font></p>
<p><font face="Arial"><br />
Segundo ele, a oferta prevista de 45 mil quartos até 2014 será &ldquo;mais do que suficiente&rdquo; para atender o fluxo de turistas na Copa. &ldquo;Joanesburgo recebeu a abertura da Copa com 15 mil quartos. Los Angeles, em 1994, tinha na época 30 mil. Se somarmos as cidades dentro de um raio de 100 km de São Paulo teremos uma oferta de 85 mil apartamentos&rdquo;, diz.<br />
<br />
<br />
<strong>Risco de superoferta<br />
</strong>O presidente da Associação Brasileira da Indústria de Hotéis (ABIH), Enrico Torquato, também acredita que a oferta adicional em construção será suficiente para os próximos grandes eventos internacionais que o país receberá. Segundo as projeções da ABIH , em todo o país existem atualmente cerca de 25,5 mil meios de hospedagem e 1,2 milhão de vagas.<br />
<br />
<br />
&ldquo;Ninguém constrói hotel pensando num evento de 40 dias. Os investimentos estão sendo feitos para atender principalmente a demanda interna, que nos próximos 7, 10 anos terá um acréscimo de mais 50 milhões de brasileiros que estarão na classe C e aptos para colocar o <a href="http://www.turismoehotelaria.com.br"><strong>turismo</strong></a> na sua bolsa de consumo&rdquo;, diz Torquato.<br />
Apesar do bom momento da <a href="http://www.turismoehotelaria.com.br"><strong>hotelaria</strong></a>, ele alerta para o risco de superoferta em algumas cidades. &ldquo;Em Salvador, a rede já está reclamando de excesso de oferta&rdquo;, diz o presidente da ABIH.<br />
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<br />
Levantamento do FOHB realizado no final de 2011 nas 12 potenciais cidades-sede da Copa do Mundo, identificou &lsquo;risco relevante&rsquo; de superoferta em Salvador e em Manaus. Ou seja, nestas capitais, a estimativa é de redução na taxa de ocupação em 2015 ante 2014. O relatório também alertou para o risco de redução da rentabilidade em investimentos em Belo Horizonte, Brasília e Cuiabá.<br />
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<br />
Nas demais capitais, o risco foi considerado baixo. &ldquo;Cidades como São Paulo, Rio, Curitiba e Fortaleza ainda se mostram com bastante potencial, com baixo risco de excesso de oferta&rdquo;, avalia Ana Maria.<br />
</font></p>]]></description><author>g1.globo.com</author><pubDate>03/02/2012 00:00:00 15:46:00</pubDate></item><item><title>Venda de fertilizantes no Brasil chega a 28,3 milhões de toneladas em 2011</title><link>http://www.contabilidadecursos.com.br/contabilidade/principal/noticia_view.asp?id=48224</link><description><![CDATA[<p><font face="Arial">As vendas de fertilizantes no Brasil encerraram 2011 na marca recorde de 28,3 milhões de toneladas, alta de 15,5% sobre 2010, informou associação que representa a indústria nesta quinta-feira (2). Em 2010, foram comercializadas no mercado interno 24,5 milhões de toneladas, de acordo com a Associação Nacional para a Difusão de Adubos (Anda).<br />
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<br />
O recorde anterior era de 2007, quando as entregas de fertilizantes no Brasil totalizaram 24,6 milhões de toneladas.<br />
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O salto sobre o ano anterior reflete a firme demanda de produtores que, mais capitalizados diante dos altos preços das commodities agrícolas no último ano, optaram por elevar os investimentos em <a href="http://www.tecnologiacursos.com.br"><strong>tecnologia</strong></a> para reforçar produtividade na atual temporada.<br />
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<br />
De acordo com a Anda, as importações de fertilizantes intermediários &ndash; composto de NPK (nitrogênio, fósforo e potássio) usado na mistura para fabricação do produto final &ndash; subiram quase 30%, para 19,9 milhões de toneladas em 2011, ante as 15,3 milhões de toneladas importadas no ano anterior. O volume também foi recorde.<br />
<br />
<br />
A produção deste tipo de fertilizante teve um crescimento mais moderado de 5,6%, para 9,9 milhões de toneladas.<br />
<br />
<br />
Já os estoques nacionais cresceram 48,5%, para 5,12 milhões de toneladas, nível próximo da marca registrada em 2008, quando totalizaram 6,4 milhões de toneladas.<br />
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<strong>Perspectiva<br />
</strong>Participantes do setor esperam que a força das vendas observada no ano passado se repita nesta temporada. "Não será nada diferente do que ocorreu em 2011", estimou Carlos Eduardo Florence, diretor executivo da Ama-Brasil, que reúne as indústrias misturadoras de fertilizantes no país.<br />
<br />
<br />
"O produtor está capitalizado no país, em Mato Grosso... salvo os problemas de seca no Sul, e na Argentina, que acabaram por ajudar a puxar o preço (dos grãos)", acrescentou.<br />
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<br />
Em novembro, Florence já havia indicado que o volume comercializado no país poderia superar os 28 milhões de toneladas em 2011, uma vez que todos os meses tiveram entregas recordes.<br />
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<br />
Ele ressalta que o cenário é bom para café, cana e grãos, que respondem pela maior fatia do consumo de adubos no país.<br />
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<br />
Milho e soja são duas culturas que, a despeito de sentirem os efeitos da seca no Sul do país, tiveram grandes áreas de cultivo nesta temporada.<br />
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Florence destaca que a perspectiva é especialmente favorável para a cana, que responde por uma fatia de cerca de 17% da demanda total por adubos, pela necessidade dos produtores de renovarem os canaviais e elevarem os níveis de produtividade.<br />
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O setor canavieiro sofre com condições climáticas e a baixa produtividade que o levou a registrar a primeira retração na produção em mais de uma década.<br />
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"O setor agora está investindo para tecnificar (lavouras)", acrescentou Florence.<br />
</font></p>]]></description><author>g1.globo.com</author><pubDate>02/02/2012 00:00:00 16:29:00</pubDate></item><item><title>Saldo mensal de estrangeiros na Bovespa é o maior do Plano Real</title><link>http://www.contabilidadecursos.com.br/contabilidade/principal/noticia_view.asp?id=48222</link><description><![CDATA[<font face="Arial">O saldo de investimento estrangeiro na Bolsa de Valores de S&atilde;o Paulo atingiu, em janeiro, o maior valor desde a implementa&ccedil;&atilde;o do Plano Real no pa&iacute;s, segundo dados da pr&oacute;pria bolsa. No m&ecirc;s passado, os investidores estrangeiros movimentaram R$ 52,818 bilh&otilde;es em compras e R$ 45,650 bilh&otilde;es em vendas &ndash; resultado em um saldo positivo de R$ 7,168 bilh&otilde;es.<br />
<br />
<br />
O maior valor mensal, at&eacute; ent&atilde;o, havia sido registrado em maio de 2009, de R$ 6,083 bilh&otilde;es. Desde julho de 1994, quando o plano econ&ocirc;mico foi implementado, o saldo externo havia ficado positivo em mais de R$ 6 bilh&otilde;es em apenas outra ocasi&atilde;o: abril de 2008, quando totalizou R$ 6,007 bilh&otilde;es.<br />
<br />
<br />
O pior resultado do saldo externo para um m&ecirc;s, desde a vig&ecirc;ncia do Plano Real, por outro lado, foi verificado em julho de 2009. Naquele m&ecirc;s, os estrangeiros tiraram da bolsa brasileira R$ 7,26 bilh&otilde;es, em meio &agrave; crise financeira internacional.<br />
<br />
<br />
<strong>Cen&aacute;rio externo<br />
</strong>Investidores estrangeiros &quot;patrocinaram&quot; a alta do Ibovespa de 11,13% de janeiro, aproveitando a melhora no cen&aacute;rio externo, com os resultados positivos de leil&otilde;es de t&iacute;tulos da d&iacute;vida de pa&iacute;ses europeus, al&eacute;m dos pre&ccedil;os considerados baratos das a&ccedil;&otilde;es brasileiras.<br />
<br />
<br />
O interesse de estrangeiros pela bolsa brasileira tamb&eacute;m aumentou neste ano devido as perspectivas de queda na taxa b&aacute;sica de juros, al&eacute;m da deprecia&ccedil;&atilde;o do real.<br />
<br />
<br />
Em janeiro, o saldo de investimento de pessoas f&iacute;sicas ficou negativo em R$ 2,4 bilh&otilde;es. Investidores institucionais tamb&eacute;m registraram sa&iacute;da de recursos no m&ecirc;s, em R$ 3,6 bilh&otilde;es.<br />
</font>]]></description><author>g1.globo.com</author><pubDate>02/02/2012 00:00:00 16:24:00</pubDate></item><item><title>Concessionária vai gerenciar Noronha, que terá ingresso de R$ 65</title><link>http://www.contabilidadecursos.com.br/contabilidade/principal/noticia_view.asp?id=48161</link><description><![CDATA[<p><font face="Arial">Visitar Fernando de Noronha ficará um pouco mais caro a partir deste ano. Com a entrada da concessionária da EcoNoronha, que venceu a concorrência pública para gerenciar e explorar serviços turísticos no Parque Nacional Marinho de Fernando de Noronha, o turista passará a pagar um ingresso no valor de R$ 65 para um período de 10 dias (R$ 130 para estrangeiros) para conhecer as principais atrações do arquipélago. Em contrapartida, a empresa assume o compromisso de realizar uma série de obras de melhoria na infraestrutura de acesso ao parque.</font></p>
<p><font face="Arial"><br />
A EcoNoronha é uma empresa privada 100% brasileira e filial da Cataratas do Iguaçu S.A., que administra o Parque Nacional do Iguaçu. A concessionária prevê iniciar a cobrança do ingresso até o começo de maio. &ldquo;As obras começam em fevereiro e a ideia é iniciar a cobrança entre o final de abril e começo de maio, após o término da primeira fase, onde serão construídos dois pontos de informação e controle e as trilhas da Baía dos Golfinhos e do Sancho&rdquo;, afirma Celso Florêncio, gerente geral da EcoNoronha.<br />
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<br />
Atualmente, o governo de Pernambuco cobra uma taxa de preservação ambiental (TPA) de R$ 43,20 por cada dia de permanência do turista na ilha, mas nenhum valor é revertido para o Parque Nacional Marinho, sob responsabilidade da União - formado por quase 70% da ilha principal e incluindo todas as ilhas secundárias, com área total de 112,7 km&sup2;.<br />
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<br />
</font><font face="Arial">O governo federal cobra hoje uma taxa de visitação de R$ 10. Mas, em função da falta de pessoal e de estrutura do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), órgão ligado ao Ministério do Meio Ambiente, responsável pela administração do parque, na prática, o valor só acaba sendo cobrado em passeios de barco e de transatlântico.</font></p>
<p><font face="Arial"><br />
&ldquo;Dos cerca de 60 mil turistas que visitam a ilha anualmente, apenas um terço das pessoas pagam essa taxa. Não conseguimos cobrar de todos&rdquo;, explica Ricardo Araújo, chefe do Parque Nacional Marinho. &ldquo;Temos 20 funcionários para cuidar de toda administração do parque, que inclui atividades de fiscalização, controle e proteção ao meio ambiente&rdquo;, acrescenta.<br />
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<br />
O preço do ingresso foi definido em portaria publicada no final de 2010, que atualizou a cobrança de ingressos nos parques nacionais, que não eram reajustados há quase 5 anos. &ldquo;As pessoas ficam em torno de 4 a 5 dias em Noronha. Dessa forma, pensamos inicialmente num valor em torno de R$ 65 para os 5 dias. Entretanto, visando incentivar a maior permanência e seguindo a lógica da TPA que incentiva as pessoas a ficarem a até 10 dias o que nós fizemos foi dar uma extensão da taxa de R$ 65 para os outros 5 dias caso a pessoa queira ficar mais tempo na ilha&rdquo;, diz Araújo.<br />
<br />
<br />
&ldquo;Hoje o turista não encontra instalações e serviços de apoio para poder passar  um dia inteiro dentro do parque. O visitante mal encontra um lugar para comprar água&rdquo;"<br />
<br />
<br />
<strong>Celso Florêncio, gerente geral da EcoNoronha<br />
</strong>Segundo Araújo, como o contrato de concessão estabelece que 14,7% da bilheteria sejam repassados ao ICMBio, a receita destinada para a administração do parque tende a se manter equilibrada. &ldquo;O grande diferencial é que agora o que for arrecadado será investido em melhorias para o visitante. O que tem que ficar claro nessa questão do ingresso é que as contrapartidas ao consumidor estarão bem claras e definidas", afirma.<br />
<br />
<br />
A administração do parque informa que, apesar das melhorias no atendimento ao turista, a ideia é manter sob controle o número de visitantes na ilha. "Na baixa temporada temos condições de crescer um pouco mais, mas nos nossos estudos de viabilidade colocamos a previsão de subir para 80 mil o número de visitantes anuais só daqui 15 anos", explica Araújo.</font></p>
<p><font face="Arial"><br />
Sobre o início da cobrança do ingresso, o chefe do parque confirma que essa começará após o término da primeira fase do cronograma de melhorias a serem realizadas pela concessionária, mas lembra que qualquer obra na ilha costuma ser sempre uma "operação de guerra" em razão das dificuldades de transporte de materiais e que, por enquanto, ainda não há uma data oficial.<br />
Investimento de R$ 8 milhões até 2013<br />
<br />
<br />
O contrato de concessão tem duração de 15 anos. Além de 85,3% da arrecadação dos ingressos, a EcoNoronha terá como fonte de receita o faturamento das lojas e lanchonetes que poderá montar no parque. A empresa está vetada, no entanto, de vender bebida alcóolica e preparar alimentos nas lanchonetes.</font></p>
<p><font face="Arial"><br />
A concessionária prevê investir R$ 8 milhões até o final de 2013 na área de concessão, que compreende o Mirante dos Golfinhos, Mirante Dois Irmãos, a Baía dos Porcos, as praias do Sancho, Sueste, Leão, Atalaia e Caieiras, bem como oito trilhas que levam a estes pontos de visitação.</font></p>
<p><font face="Arial"><br />
Os investimentos previstos incluem melhoria das vias de acesso aos mirantes e praias, implantação de trilhas suspensas e decks, contratação de monitores e construção de cinco pontos de informação e controle, com estacionamento, sanitários, duchas, guarda-volumes, lanchonete e loja de souvenires. Dentro dessas áreas, a concessionária pretende oferecer também os serviços de aluguel de bicicletas, equipamentos de mergulho livro e de acesso à internet.</font></p>
<p><font face="Arial"><br />
&ldquo;O parque vai passar a ter uma estrutura que hoje não tem&rdquo;, diz o gerente geral da EcoNoronha. &ldquo;Hoje o turista não encontra instalações e serviços de apoio para poder passar um dia inteiro dentro do parque. O visitante mal encontra um lugar para comprar água&rdquo;, afirma.<br />
<br />
<br />
Segundo a EcoNoronha, o objetivo é replicar o modelo de operação que já funciona há 11 anos em Iguaçu, garantindo nesse período o investimento de cerca de R$ 42 milhões em melhoria nas estruturas do parque. A empresa informa ter obtido uma receita de R$ 50 milhões em 2011.</font></p>
<p><font face="Arial"><br />
O plano de negócio da concessionária em Noronha prevê uma receita de R$ 5 milhões já em 2013, com os ingressos representando 70% do faturamento. &ldquo;Nossa previsão é de uma taxa de retorno de 12% ao ano para os acionistas, mas só a partir do sexto ano de operação&rdquo;, diz o porta-voz da concessionário, que possui a base dos seus negócios no Paraná.</font></p>
<p><font face="Arial"><br />
A empresa foi a única a apresentar uma proposta na concorrência pública ocorrida em 2010. Segundo Florêncio, a entrada em Noronha é um investimento estratégico, uma vez que o grupo pretende disputar outras concessões de parques federais e estaduais previstas para os próximos anos. &ldquo;Estamos trabalhando para chegar até 2016 com serviços em mais 3 ou 4 parques&rdquo;, diz o executivo.<br />
<br />
<br />
<strong>Novas concessões de parques<br />
</strong>O governo federal analisa a viabilidade de abrir novas concessões para serviços turísticos em  outros parques nacionais. A previsão é de que os estudos sejam concluídos até o final do segundo trimestre.<br />
<br />
<br />
O governo federal possui atualmente 9 grandes contratos de concessão, incluindo Parque Nacional do Iguaçu, Serra dos Órgãos, Fernando de Noronha, Parque <br />
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Nacional da Tijuca, Lençóis Maranhenses, Serra das Confusões e APA Costa dos Corais.<br />
<br />
<br />
Segundo o coordenador geral de uso público do ICMBio, Ernesto Viveiros de Castro, novos editais de concessãodevem ser lançados ainda em 2012. "O edital do <br />
<br />
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Complexo Paineiras [no Parque Nacional da Tijuca, RJ] está aberto e ainda este ano devem ser lançados editais de concessão ou permissão em Itatiaia e Abrolhos, além de diversas autorizações para atividades menores nos parques nacionais de São Joaquim, Serra da Canastra e Emas, entre outros. É importante deixar claro que não se trata de privatização dos parques, mas de delegação de alguns serviços de apoio ao visitante à iniciativa privada", afirma.<br />
<br />
<br />
Ele conta que o ICMBio também assinou acordo com o Ministério do Planejamento e Ministério do Meio Ambiente para realizar estudos para parcerias público-privadas (PPPs) nos parques nacionais de Jericoacoara, Ubajara, Sete Cidades e Serra das Confusões.<br />
</font></p>]]></description><author>g1.globo.com</author><pubDate>01/02/2012 00:00:00 17:51:00</pubDate></item><item><title>Facebook deve iniciar processo para oferta de ações de US$ 5 bilhões</title><link>http://www.contabilidadecursos.com.br/contabilidade/principal/noticia_view.asp?id=48159</link><description><![CDATA[<font face="Arial">O Facebook deve apresentar documentos a órgãos regulatórios na manhã desta quarta-feira (1º) para uma oferta pública inicial de ações (IPO) avaliada em US$ 5 bilhões, informou o IFR, um serviço de notícias da Thomson Reuters, citando fontes próximas ao negócio.<br />
<br />
<br />
A rede social selecionou Morgan Stanley e outros quatro bancos para lidar com o IPO. O valor de US$ 5 bilhões é apenas uma meta preliminar e pode ser elevada nos próximos meses caso haja demanda de investidores, afirmou o IFR.<br />
<br />
<br />
Os outros bancos envolvidos são Goldman Sachs, Bank of America Merrill Lynch, Barclays Capital e JP Morgan, segundo o IFR.<br />
<br />
<br />
Representantes do Facebook não quiseram comentar o assunto.<br />
<br />
<br />
Segundo o IFR, os documentos definem como maio a estreia da maior rede social do mundo no mercado de ações. O mês de maio é apontado como data de estreia do Facebook na bola por conta do tempo de três a quatro meses que se leva para a avaliação dos documentos pelos órgãos reguladores. A operação poderá ser maior que a própria estreia do Google, que fez um IPO de US$ 2 bilhões em 2004.<br />
</font>]]></description><author>g1.globo.com</author><pubDate>01/02/2012 00:00:00 17:46:00</pubDate></item><item><title>Vendas em shoppings cresceram 18,6% em 2011, diz associação</title><link>http://www.contabilidadecursos.com.br/contabilidade/principal/noticia_view.asp?id=48094</link><description><![CDATA[<p><font face="Arial">O mercado de shopping centers brasileiro registrou crescimento de 18,6% nas vendas em 2011 em relação a 2010, atingindo um total de R$ 108 bilhões, de acordo com dados divulgados nesta terça-feira (31) pela Associação Brasileira de Shoppings Centers. De acordo com a entidade, 376 milhões de consumidores ao mês, em média, visitaram os shoppings brasileiros em 2011.</font></p>
<p><font face="Arial"><br />
Os dados foram coletados e analisados pela consultoria PwC, sob encomenda da associação.</font></p>
<p><font face="Arial"><br />
Segundo a Abrasce, os resultados de 2011 superaram as previsões da entidade. No início do ano passado, havia sido projetado um crescimento de 12%.<br />
<br />
<br />
<strong>Novos shoppings<br />
</strong>De acordo com a entidade, foram inaugurados 22 empreendimentos no ano passado. Ao término de 2011, o mercado de shopping centers contava com 430 empreendimentos em operação no Brasil e ultrapassava a marca dos 10 milhões de metros quadrados em área bruta locável (ABL), empregando 775 mil pessoas, diz a entidade, em nota.</font></p>
<p><font face="Arial"><br />
A maior parte desses novos shoppings foi construída em municípios com até 500 mil habitantes, e sete deles foram erguidos em capitais.</font></p>
<p><font face="Arial"><br />
O total de lojas presentes nos shoppings brasileiros soma 80.192, um aumento de 11% comparado ao ano anterior - 82% delas são lojas satélites (lojas menores), 4% de lojas âncoras (principais lojas do shopping, que geralmente ocupam áreas maiores) e 3% de megalojas. As lojas de serviços correspondem a 8% e o os 3% restantes ficam com a área de lazer.<br />
<br />
<br />
De acordo com a divulgação, as classe sociais predominantes nos shopping centers continuaram sendo, em 2011, as A e B, que representam 56% do total de visitantes. As classes C e D apresentaram, contudo, um crescimento de 10% no total de visitantes dos shoppings e juntas somaram 44% do total.<br />
<br />
<br />
<strong>Previsões para 2012<br />
</strong>Para este ano, a Abrasce prevê alta de 12% nas vendas e inauguração de mais 43 shoppings, sendo 29 em cidades do interior. Os novos empreendimentos devem somar cerca de 1,5 milhão de metros quadrados de ABL e, gerar aproximadamente 115 mil novos empregos, diz a associação.</font></p>]]></description><author>g1.globo.com</author><pubDate>31/01/2012 00:00:00 17:20:00</pubDate></item><item><title>Ibovespa tem melhor janeiro em 6 anos com commodities</title><link>http://www.contabilidadecursos.com.br/contabilidade/principal/noticia_view.asp?id=48089</link><description><![CDATA[<font face="Arial">O Ibovespa caminha para o melhor come&ccedil;o de ano desde 2006, com os pap&eacute;is de Vale SA e Petr&oacute;leo Brasileiro SA puxando os ganhos no dia, com o otimismo sobre a solu&ccedil;&atilde;o da crise da d&iacute;vida europeia puxando os pre&ccedil;os das mat&eacute;rias-primas no exterior.<br />
<br />
<br />
Os pap&eacute;is de Vale e Petrobras sobem junto com o cobre e o petr&oacute;leo. As a&ccedil;&otilde;es da maior produtora de min&eacute;rio de ferro do mundo tamb&eacute;m sobem ap&oacute;s a empresa dizer ontem &agrave; noite que obteve na Justi&ccedil;a liminar que reverteu os efeitos dos despachos desfavor&aacute;veis relacionados &agrave; tributa&ccedil;&atilde;o sobre lucros no exterior. Os processos retornar&atilde;o ao Conselho Administrativo de Recursos Fiscais para julgamento, disse a empresa em comunicado &agrave; Comiss&atilde;o de Valores Mobili&aacute;rios.<br />
<br />
<br />
O principal indicador da bolsa brasileira subia 0,8 por cento, para 63.265,37 pontos &agrave;s 12:25. Em janeiro, o Ibovespa acumula ganho de mais de 11 por cento, melhor desempenho para o primeiro m&ecirc;s do ano desde 2006, quando subiu 15 por cento.<br />
<br />
<br />
&ldquo;A gente est&aacute; vendo um maior otimismo vindo da Europa com o acordo fiscal e com as informa&ccedil;&otilde;es de que as conversas da Gr&eacute;cia com os credores est&atilde;o avan&ccedil;ando&rdquo;, disse Luciano Rostagno, estrategista-chefe do Banco WestLB do Brasil SA, em entrevista por telefone de S&atilde;o Paulo. &ldquo;Esse otimismo est&aacute; puxando uma alta nas commodities, o que &eacute; importante para a bolsa. Tamb&eacute;m faz com que a preocupa&ccedil;&atilde;o dos agentes econ&ocirc;micos com o cen&aacute;rio para crescimento global diminua um pouco.&rdquo;<br />
<br />
<br />
Os mercados acion&aacute;rios sobem em todo o mundo, caminhando para o melhor in&iacute;cio de ano desde 1994, ap&oacute;s o primeiro-ministro da Gr&eacute;cia, Lucas Papademos, dizer que houve avan&ccedil;o nas conversas com credores e com o comprometimento de na&ccedil;&otilde;es europeias em maior controle fiscal.<br />
<br />
<br />
L&iacute;deres europeus reunidos ontem em Bruxelas completaram um tratado de disciplina fiscal. Papademos disse que est&aacute; &ldquo;fortemente comprometido&rdquo; em chegar a um acordo com os credores. A confian&ccedil;a do consumidor nos Estados Unidos apresentou melhora este m&ecirc;s e o pre&ccedil;o de moradias em 20 cidades dos EUA caiu a um ritmo menos acelerado, segundo proje&ccedil;&otilde;es de analistas antes da divulga&ccedil;&atilde;o de dados hoje.<br />
<br />
<br />
Os pap&eacute;is de Banco Bradesco SA e Banco Santander Brasil SA s&atilde;o as maiores quedas do Ibovespa no dia, e perdem mais de 2 por cento, ap&oacute;s as institui&ccedil;&otilde;es divulgarem resultados do quarto trimestre.<br />
<br />
<br />
O Santander Brasil SA registrou lucro l&iacute;quido de R$ 1,8 bilh&atilde;o no quarto trimestre de 2011, segundo comunicado enviado hoje ao mercado. No ano, o banco obteve lucro l&iacute;quido de R$ 7,76 bilh&otilde;es, crescimento de 5 por cento em rela&ccedil;&atilde;o a 2010.<br />
<br />
<br />
O Bradesco teve lucro l&iacute;quido ajustado de R$ 2,77 bilh&otilde;es nos &uacute;ltimos tr&ecirc;s meses de 2011, disse o banco em comunicado enviado hoje &agrave; Comiss&atilde;o de Valores Mobili&aacute;rios. O lucro se desacelerou e ficou abaixo das estimativas devido aos custos com a abertura de ag&ecirc;ncias. No mesmo per&iacute;odo de 2010, o banco registrou ganho de R$ R$ 2,68 bilh&otilde;es. O resultado ficou abaixo da proje&ccedil;&atilde;o mediana de R$ 2,88 bilh&otilde;es de oito analistas consultados pela Bloomberg.<br />
</font>]]></description><author>exame.abril.com.br</author><pubDate>31/01/2012 00:00:00 17:09:00</pubDate></item><item><title>Preço dos alimentos sobe 4,09% em 2011 na cidade de SP, diz Fecomercio</title><link>http://www.contabilidadecursos.com.br/contabilidade/principal/noticia_view.asp?id=48037</link><description><![CDATA[<p><font face="Arial">O preço dos alimentos na cidade de São Paulo fechou 2011 com alta acumulada de 4,09%, de acordo com Índice de Preços do Varejo (IPV), divulgado nesta segunda-feira (30) pela Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP). Em dezembro sobre novembro, a alta foi de 0,72%.<br />
<br />
<br />
Instabilidade climática, com excesso de chuvas no início do ano, é apontado pela Fecomercio como  principal motivo para a alta<br />
Os preços dos produtos de supermercados fecharam o ano com alta de 5,54%. Nas feiras, os produtos alimentícios ficaram, em média, 4,23% mais caros.</font></p>
<p><font face="Arial"><br />
Entre novembro e dezembro, o preço de verduras, frutas e legumes vendidos nas feiras subiu 2,93%, 1,73% e 1,63%, respectivamente, diz a FecomercioSP. Nos supermercados, o custo das verduras subiu 2,29%, o das frutas teve alta de 0,93%. O dos legumes caiu 1,69%.</font></p>
<p><font face="Arial"><br />
Nos açougues, os preços acumularam elevação de 0,44% no ano passado. Somente entre novembro e dezembro, contudo, o preço das carnes subiu, em média, 3,44%. As carnes bovinas ficaram 4,06% mais caras no período. As suínas, 4,35%. O preço das aves, entretanto, registrou ligeira retração de 0,01%. Nos <br />
Supermercados, os mesmos mesmo produtos tiveram elevação de 4,87%, 3,33% e 1,97%, respectivamente.<br />
<br />
<br />
O preço dos panificados acumulou alta de 7,49% em 2011. Entre novembro e dezembro, a alta foi de 0,5%. De acordo com a pesquisa, o setor de padarias registra elevação de preços há 26 meses seguidos.</font></p>
<p><font face="Arial"><br />
A instabilidade climática, com excesso de chuvas no início do ano, é apontado pela Fecomercio como o principal motivo para a elevação dos preços dos alimentos, exceto no caso das carnes, do leite e seus derivados, que foram prejudicados pelas secas na entressafra. &ldquo;Devido às chuvas registradas nos primeiros dias de 2012, a tendência é a manutenção da trajetória de encarecimento dos alimentos&rdquo;, diz a entidade, em nota.</font></p>
<p><font face="Arial"><strong><br />
Demais setores<br />
</strong>De acordo com a Fecomercio, 17 dos 21 setores analisados pelo IPV fecharam 2011 com elevação de preços. <br />
<br />
Além de supermercados, feiras, açougues e padarias, também acumularam alta: floriculturas (16,33%); relojoarias (13,75%); jornais e revista (11,4%); CDs (9,85%); combustíveis e lubrificantes (7,82%); material de escritório (5,43%); móveis e decorações (5,36%); óticas (5,13%); drogarias e perfumarias (5,08%); brinquedos (5,02%); material de construção (4,97%); vestuários, tecidos e calçados (4,81%); e livrarias (1,22%).<br />
<br />
<br />
Os únicos setores que registraram queda de preços no acumulado do ano foram autopeças e acessórios (0,9%); veículos (1,41%); eletrodomésticos (2,62%); e eletroeletrônicos (8,97%).<br />
</font></p>]]></description><author>g1.globo.com</author><pubDate>30/01/2012 00:00:00 18:04:00</pubDate></item><item><title>Devassa espera vender 20% a mais no Carnaval</title><link>http://www.contabilidadecursos.com.br/contabilidade/principal/noticia_view.asp?id=48036</link><description><![CDATA[<font face="Arial">A Devassa patrocina mais uma vez o desfile das escolas de samba do Grupo Especial na Marquês de Sapucaí, no Rio de Janeiro.  <br />
Com a ampliação de 12,5 mil lugares na arquibancada, somando ao todo 72 mil, a marca tem a expectativa de vender 20% a mais de cerveja no Sambódromo no <br />
<br />
<br />
Carnaval deste ano em relação ao mesmo período de 2011.<br />
Há nove anos a Schincariol patrocina o evento na cidade carioca, primeiro com a marca Nova Schin e, desde 2010, com a Devassa. A empresa também está presente na Sapucaí com o Espaço Devassa. <br />
<br />
<br />
O camarote é exclusivo para convidados e conta com serviços de alta qualidade, introduzidos pela Schincariol em 2004 no Sambódromo carioca.<br />
</font>]]></description><author>exame.abril.com.br</author><pubDate>30/01/2012 00:00:00 18:00:00</pubDate></item><item><title>Após 2 anos, governo volta a cumprir meta fiscal em 2011 sem 'artifícios'</title><link>http://www.contabilidadecursos.com.br/contabilidade/principal/noticia_view.asp?id=47957</link><description><![CDATA[As contas do governo registraram um superávit primário, que é a economia feita para pagar juros da dívida pública e tentar manter sua trajetória de queda, de R$ 93,5 bilhões em todo ano passado,o equivalente a 2,26% do Produto Interno Bruto (PIB), informou nesta sexta-feira (27) a Secretaria do Tesouro Nacional.<br />
<br />
<br />
Com isso, as contas do governo atingiram a meta de superávit primário ampliada de R$ 91,8 bilhões estabelecida para o ano de 2011. O resultado do ano passado, que foi obtido com ajuda de uma arrecadação recorde, também representa um crescimento de 18,7% em relação ao ano anterior (R$ 78,7 bilhões, ou 2,09% do PIB).<br />
<br />
<br />
<strong>Manobras contábeis em 2009 e 2010</strong><br />
A obtenção da meta em 2011 ocorre após a utilização, por dois anos consecutivos, de manobras contábeis para atingir o resultado. Em 2009, a União obteve um incremento de R$ 13 bilhões somente com medidas heterodoxas (não usuais), como o recebimento de R$ 8,9 bilhões a mais em depósitos judiciais antigos.<br />
<br />
<br />
O governo também engordou o caixa, em 2009, com R$ 3,5 bilhões de uma operação de compra, pelo BNDES, de dividendos que a União teria direito a receber da Eletrobras. Mesmo assim, teve de abater os gastos do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), prerrogativa autorizada pelo Congresso Nacional, para atingir o resultado primário estabelecido.<br />
<br />
<br />
Em 2010, a manobra contábil foi maior ainda. A explicação é que o governo emitiu, em setembro daquele ano, R$ 42,92 bilhões em títulos públicos para pagar a sua parte da capitalização da Petrobras, e recebeu de volta, por conta do pagamento da cessão onerosa de 5 bilhões de barris de petróleo, R$ 74,8 bilhões da empresa estatal.<br />
<br />
<br />
Deste modo, sobraram R$ 31,9 bilhões para o superávit primário unicamente por conta da capitalização da Petrobras. Sem a "ajuda" da Petrobras, as contas do governo teriam registrado um superávit primário de R$ 47 bilhões em 2010, bem abaixo da meta estabelecida para todo ano passado.<br />
<br />
<br />
<strong>Meta de todo o setor público</strong><br />
As contas do governo estão inseridas no setor público consolidado, que também engloba os estados, municípios e empresas estatais. A meta de superávit primário ampliada (economia para pagar juros) do setor público é de R$ 127,9 bilhões para todo ano passado. O resultado de 2011 será divulgado na próxima semana pelo Banco Central.<br />
<br />
<br />
Na hipótese de os estados, municípios e estatais não cumprirem a sua parte da meta, o esforço adicional tem de ser feito pelo Tesouro Nacional - que tem a prerrogativa, porém, de abater os gastos com investimentos do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) do esforço fiscal.]]></description><author>g1.globo.com</author><pubDate>27/01/2012 00:00:00 16:15:00</pubDate></item><item><title>Consumo de energia no país cresce 3,6% em 2011, diz EPE</title><link>http://www.contabilidadecursos.com.br/contabilidade/principal/noticia_view.asp?id=47956</link><description><![CDATA[O consumo de energia no Brasil em 2011 cresceu 3,6% na comparação com 2010, informou nesta sexta-feira (27) a Empresa de Pesquisa Energética (EPE). No total, foram consumidos no ano passado 430,1 mil gigawatts-hora (GWh), ante 415,2 mil gigawatts-hora do ano anterior.<br />
<br />
<br />
De acordo com relatório da EPE, o consumo de energia em 2011 cresceu mais no setor comercial (6,3%). O setor sozinho foi responsável pelo consumo de 73,5 mil GWh no ano passado, contra 69,1 GWh em 2010.<br />
<br />
<br />
Em seguida vem o setor residencial, que em 2011 registrou aumento de 4,6% no consumo de energia elétrica. Foram 112 mil GWh no ano passado, contra 107,2 mil GWh em 2010.<br />
<br />
<br />
<strong>Consumo industrial</strong><br />
A indústria, que consome a maior parcela da energia do país, registrou no ano passado 183,6 GWh, resultado 2,3% superior ao verificado em 2010 (179,4 GWh).<br />
<br />
<br />
Ao longo de 2011 a EPE registrou desaceleração no consumo de energia pelas indústrias brasileiras, num sinal de que a crise econômica internacional começava a afetar as empresas do país, em especial aquelas voltadas para exportação, o como as do setor de mineração.<br />
<br />
<br />
Por conta do desempenho da indústria, em julho a EPE revisou para baixo a previsão de aumento no consumo de energia no país em 2011. A previsão inicial de consumo total, de 441 mil GWh, resultado que seria 5,4% superior ao verificado em 2010, foi baixada para 430 mil GWh, o que agora foi confirmado pela entidade.]]></description><author>g1.globo.com</author><pubDate>27/01/2012 00:00:00 16:13:00</pubDate></item><item><title>Foram concedidos R$ 79,9 bilhões em financiamentos, segundo a Abecip.</title><link>http://www.contabilidadecursos.com.br/contabilidade/principal/noticia_view.asp?id=47878</link><description><![CDATA[O financiamento para aquisição e construção de imóveis com recursos da poupança cresceu 42% em 2011, registrando um novo recorde histórico no Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo (SBPE), de acordo com dados divulgados nesta quinta-feira (26) pela Associação Brasileira das Entidades de Crédito e Poupança (Abecip).<br />
<br />
<br />
Foram concedidos R$ 79,9 bilhões em empréstimos para a construção e compra de imóveis no ano passado, R$ 23,7 bilhões a mais do que em 2010. Em unidades, foram financiadas 493 mil em todo o ano passado, alta de 17% sobre 2010. Em 2009, foram 303 mil.<br />
<br />
<br />
Um dos motivos para a alta, de acordo com o presidente da entidade, Octavio de Lazari Junior, é o bom desempenho da economia nacional em 2011, como o mercado de trabalho e o aumento da renda.<br />
<br />
A previsão da Abecip era de alcançar o volume de R$ 85 bilhões em financiamentos em 2011. De acordo com Lazari Junior, entre os motivos do menor resultado estão problemas com falta de mão de obra ou até mesmo atrasos em entregas de unidades por questões climáticas, como chuvas.<br />
<br />
<br />
<strong>Dezembro de 2011</strong><br />
Só no mês de dezembro de 2011, os financiamentos imobiliários pelo SBPE atingiram o montante de R$ 8,2 bilhões, alta de 34% sobre o mesmo mês de 2010.  Em unidades, foram financiadas 49,6 mil, também um novo recorde mensal, diz a associação. O número representa uma alta de 27% sobre novembro e de 14% ante dezembro de 2010.<br />
<strong><br />
<br />
Previsão para 2012</strong><br />
Para este ano, a previsão é de crescimento de 30%, para R$ 103,9 bilhões, diz o presidente. "É a porcentagem que trabalhamos de acordo com os nossos números, com modelos estatísticos, depende de como vai estar a economia neste primeiro trimestre", salienta. Para ele, um dos motivos da menor alta prevista para 2012 é o readequamento de recursos por parte das empresas, que devem buscar resultados mais sustentáveis de crescimento.<br />
SBPE mais FGTS<br />
<br />
<br />
Somando os financiamentos com recursos do FGTS, o total foi de R$ 114,1 bilhões em 2011, uma alta de 36% sobre os R$ 84,1 bilhões de 2010, de acordo com a Abecip. Em unidades, a soma dos dois sistemas totalizou 1,043 milhão (493 mil do SBPE e 550 mil do FGTS), uma alta de 20% sobre 2010.]]></description><author>g1.globo.com</author><pubDate>26/01/2012 00:00:00 17:19:00</pubDate></item><item><title>Resolução deve reduzir custo de ligação entre celulares, diz Anatel</title><link>http://www.contabilidadecursos.com.br/contabilidade/principal/noticia_view.asp?id=47877</link><description><![CDATA[A resolução da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) que vai reduzir o valor da tarifa cobrada nas ligações entre telefones fixos e celulares deve levar também à queda no custo das chamadas entre dois celulares, segundo a agência.<br />
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Nesta terça-feira (24), o conselho diretor da agência homologou resolução que reduz a tarifa de chamadas realizadas de telefone fixo para celular, a chamada VC. Segundo a Anatel, as novas regras devem representar redução líquida de aproximadamente 10% sobre os valores pagos pelos usuários, a partir de 24 de fevreiro. já no mês de fevereiro.<br />
<br />
<br />
A resolução prevê redução escalonada no valor da tarifa paga nas chamadas fixo-móvel até 2014. Pela regra aprovada, a tarifa , que hoje é de R$ 0,54 por minuto, vai cair de maneira gradativa até chegar a R$ 0,425 em 2014.<br />
<br />
<br />
De acordo com o superintendente de Serviços Públicos da Anatel, Roberto Martins, com a medida a tarifa cobrada nas ligações entre telefones fixos e celulares vai ficar mais barata do que aquela paga entre duas operadoras de celular. Por isso, a expectativa da Anatel é que as operadoras negociem a redução da tarifa também entre elas, o que deve baratear as ligações entre celulares.<br />
<br />
<strong>Inflação</strong><br />
O conselheiro da Anatel Jarbas Valente, informou que o impacto na inflação da redução da tarifa das ligações entre telefones fixos e móveis deve ser de 0,05 ponto percentual por ano.]]></description><author>g1.globo.com</author><pubDate>26/01/2012 00:00:00 17:17:00</pubDate></item><item><title>Um quarto dos inquilinos deixa aluguel por casa própria</title><link>http://www.contabilidadecursos.com.br/contabilidade/principal/noticia_view.asp?id=47875</link><description><![CDATA[Um em cada quatro inquilinos da cidade de São Paulo que devolvem as chaves do imóvel alugado o fazem para se mudar para a casa própria, diz levantamento da imobiliária Lello. Os inquilinos preenchem um formulário no ato da entrega onde informam o motivo da desocupação. Entre janeiro e novembro de 2011, 26% dessas pessoas disseram ter comprado um imóvel.<br />
<br />
<br />
O segundo motivo mais apontado pelos inquilinos que devolvem as chaves foi a mudança para outra cidade ou estado, que respondeu por 18% das desocupações dos imóveis. Em 15% do total de desocupações, foi o proprietário que pediu o imóvel de volta, para uso próprio ou revenda.<br />
<br />
<br />
Entre os motivos menos apontados para a devolução das chaves estavam mudança para um imóvel mais próximo ao local de trabalho (10%), aluguel de um imóvel maior (9%) e mudança para imóvel menor (5%).<br />
<br />
<br />
Curiosamente, os valores altos dos aluguéis em algumas regiões de São Paulo não foram, no ano passado, grandes motivadores de devolução de chaves por parte dos inquilinos. Os motivos menos apontados foram valor alto do aluguel (4%) e dificuldades financeiras (3%). Os restantes 10% das desocupações tiveram outros motivos.]]></description><author>exame.abril.com.br</author><pubDate>26/01/2012 00:00:00 17:15:00</pubDate></item><item><title>Empregos formais somam 1,94 milhão em 2011</title><link>http://www.contabilidadecursos.com.br/contabilidade/principal/noticia_view.asp?id=47783</link><description><![CDATA[<font face="Arial">Informações do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) divulgadas nesta terça-feira (24) pelo Ministério do Trabalho mostram que foram criados 1,94 milhão de empregos com carteira assinada em todo ano de 2011, o que representa queda de 23,5% frente ao ano anterior, quando foram abertas 2,54 milhões de vagas formais. <br />
(Correção: na publicação desta reportagem, o G1 informou que a queda na geração de empregos formais de 2011 foi de 22,8% em relação ao ano anterior. O correto é 23,5%, porque o Ministério do Trabalho revisou o dado de 2010, de 2,52 milhões para 2,54 milhões.)<br />
<br />
Os números de criação de empregos formais do acumulado deste ano, e de igual período de 2011, foram ajustados para incorporar as informações enviadas pelas empresas fora do prazo. <br />
<br />
Apesar da queda, o número de empregos formais criados no ano passado representa o segundo melhor resultado da série histórica, que começa em 1992. Em 2007, 2008 e 2009, por exemplo, a abertura de vagas formais somou, respectivamente, 1,89 milhão, 1,66 milhão e 1,29 milhão.<br />
<br />
<br />
Crise internacional<br />
A criação de empregos formais foi afetada pela crise internacional no fim do ano passado. Os dados mostram que a abertura de vagas em outubro e novembro foram as piores, para estes meses, desde 2008 - quando o país sentia os efeitos da primeira etapa das turbulências externas. Os problemas no exterior voltaram a se agravar em agosto de 2011 - após o rebaixamento da dívida dos Estados Unidos pela Standard & Poors.<br />
<br />
<br />
Setores da economia<br />
Os números do governo federal revelam que o setor de serviços foi aquele que mais criou empregos formais no ano passado, com a abertura de 925,53 mil postos com carteira assinada, seguido pelo comércio (452 mil postos), pela Construção Civil (222,89 mil vagas) e pela indústria de transformação (215,47 mil postos).<br />
<br />
A agricultura, por sua vez, criou 82,5 mil vagas formais no ano passado, enquanto que a indústria extrativa mineral abriu 19,5 mil empregos com carteira assinada. A administração pública foi responsável pela contratação de 17,06 mil trabalhadores em 2011 e os "serviços de utilidade pública" resultaram na abertura de 9,49 mil empregos.<br />
<br />
<br />
Regiões do país<br />
Por regiões do país, os dados mostram que a criação de empregos formais aconteceu, principalmente, na região Sudeste, onde foram criadas um milhão de vagas, ou seja, mais da metade das vagas abertas em todo país. A região Nordeste, por sua vez, abriu 329,5 mil postos de emprego com carteira assinada em 2011, contra 328,6 mil vagas na região Sul; 154,5 mil na região Centro-Oeste e 131,42 mil empregos formais na região Norte.<br />
<br />
<br />
Mês de dezembro<br />
Em dezembro do ano passado, o governo informou que foram fechadas 408 mil vagas com carteira assinada. Geralmente, há mais demissões do que contratações no último mês de cada ano. A indústria de transformação fechou 146 mil vagas em dezembro, enquanto o setor de serviços registrou demissão líquida (acima do volume de contratações) de 84 mil empregos formais, e a construção civil fechou outras 77,4 mil vagas com carteira assinada.<br />
<br />
"Em dezembro, em razão da marcada sazonalidade negativa (entressafra agrícola, término do ciclo escolar, esgotamento da bolha de consumo no final do ano, fatores climáticos) que perpassa todos os setores e subsetores, o nível de emprego, de acordo com o Caged, apresenta queda", informou o Ministério do Trabalho.<br />
</font>]]></description><author>g1.globo.com</author><pubDate>24/01/2012 00:00:00 16:50:00</pubDate></item><item><title>Gasto de brasileiro no exterior bate recorde histórico em 2011, diz BC</title><link>http://www.contabilidadecursos.com.br/contabilidade/principal/noticia_view.asp?id=47782</link><description><![CDATA[<font face="Arial">Os gastos de brasileiros no exterior somaram US$ 21,2 bilhões em todo ano passado, informou nesta terça-feira (24) o Banco Central. Com isso, as despesas de brasileiros lá fora cresceram 29,2% frente ao ano de 2010 (US$ 16,42 bilhões) e bateram novo recorde da série histórica da instituição, que começa em 1947. O recorde anterior havia sido registrado justamente em 2010.<br />
<br />
As despesas de brasileiros no exterior, no ano passado, foram favorecidas pelo crescimento da renda e pelo dólar baixo, que vigorou no começo de 2011 até meados do ano passado. A moeda norte-americana foi cotada abaixo de R$ 1,60 durante boa parte de 2011.<br />
<br />
Com o dólar baixo, as despesas no exterior, como passagens e hotéis, além de gastos no cartão de crédito, também ficam mais baratas. No fim de 2011, entretanto, a cotação do dólar subiu para acima de R$ 1,70 por conta das turbulências externas.<br />
<br />
"As despesas foram destaque até agosto, quando vinham crescendo na base de 65% ao ano. Contribuiu para isso o crescimento da renda do brasileiro e, até a metade do ano, o comportamento do câmbio [dólar baixo]. A partir de agosto e setembro [de 2011], com a alteração da taxa de câmbio, isso teve uma mudança", disse Tulio Maciel, chefe do Departamento Econômico do BC.<br />
<br />
Impacto da crise<br />
Com a nova etapa da crise financeira, inaugurada em agosto de 2011, que impulsionou para cima a cotação do dólar, os gastos de brasileiros no exterior registraram um desempenho mais modesto nos últimos meses do ano passado.<br />
<br />
Em dezembro, por exemplo, somaram US$ 1,76 bilhão, contra US$ 1,56 bilhão em novembro, US$ 1,72 bilhão em outubro e US$ 1,77 bilhão em setembro. Antes da piora das turbulências externas, em julho (US$ 2,19 bilhões) e agosto (US$ 1,9 bilhão), as despesas de brasileiros no exterior estavam maiores.<br />
<br />
Gastos de estrangeiros no Brasil<br />
Segundo números do Banco Central, os gastos de turistas estrangeiros no Brasil somaram US$ 6,77 bilhões em todo ano passado, valor que também é recorde histórico. Os números mostram que houve um crescimento de 14,4% contra o ano de 2010, quando as despesas de estrangeiros no país somaram US$ 5,91 bilhões.<br />
<br />
&ldquo;As contratações de serviços turísticos, de hospedagem e de alimentação movimentam nossa economia, geram renda em todas as regiões do país e ajudam a consolidar nossa infraestrutura turística&rdquo;, avaliou o presidente da Embratur, Flávio Dino. As estimativas da Embratur indicam que mais de 5,4 milhões de estrangeiros visitaram o país em 2011- o que é um recorde para o país.<br />
<br />
&ldquo;Vamos continuar inovando nas ações de promoção dos destinos brasileiros, intensificando o apoio à comercialização de produtos turísticos e apoiando fortemente o debate sobre a competitividade do setor, conduzido pelo Ministério do Turismo&rdquo;, afirmou Dino, da Embratur, por meio de  nota à imprensa.<br />
</font>]]></description><author>g1.globo.com</author><pubDate>24/01/2012 00:00:00 16:46:00</pubDate></item><item><title>FMI prevê crescimento menor no Brasil e recessão na zona do euro</title><link>http://www.contabilidadecursos.com.br/contabilidade/principal/noticia_view.asp?id=47781</link><description><![CDATA[<font face="Arial">O Fundo Monetário Internacional (FMI) revisou para 3,3% a previsão de crescimento para a economia mundial em 2012, segundo relatório divulgado nesta terça-feira (24). Em setembro, o fundo projetava uma alta de 4% no Produto Interno Bruto (PIB) deste ano.<br />
<br />
 A zona do euro, centro das atuais tensões econômicas, deve registrar recessão no ano, com contração do PIB em 0,5%. A revisão aponta uma piora considerável em relação às perspectivas de setembro, quando o Fundo apontava para um crescimento de 1,1% na economia da região.<br />
<br />
Segundo o FMI, as crescentes tensões na zona do euro e a fragilidade nos demais locais ameaçam a recuperação global.<br />
<br />
 &ldquo;O crescimento nas economias emergentes e em desenvolvimento também deve perder força, em consequência da piora no ambiente externo e um enfraquecimento da demanda interna&rdquo;, diz o FMI no estudo.<br />
<br />
O Fundo aponta, no entanto, que as novas projeções indicam que a economia global está &ldquo;desacelerando, mas não entrando em colapso&rdquo;.<br />
<br />
Na segunda-feira, a presidente do FMI, Christine Lagarde, já havia afirmado que o Fundo rebaixaria suas previsões de crescimento para boa parte do mundo, inclusive os países emergentes, que têm ajudado a guiar a expansão econômica, como Ásia e América Latina.<br />
<br />
"Mesmo essas previsões mais baixas presumem um caminho político construtivo que, de forma nenhuma, está garantido", disse Lagarde.<br />
<br />
Piora em todas as regiões<br />
O fundo revisou para baixo as perspectivas de crescimento para todas as regiões avaliadas, exceto os Estados Unidos, onde a previsão de alta no PIB foi mantida em 1,8%. Para o Brasil, o FMI agora prevê uma alta de 3,0% no PIB de 2012. Em setembro, a expectativa era de crescimento de 3,6%.<br />
<br />
Para a China, a previsão de crescimento foi reduzida de 9% para 8,2%, enquanto a Índia deve registrar expansão de 7%, ante 7,5% previstos anteriormente. Juntas, as economias emergentes e em desenvolvimento devem apontar uma expansão de 5,4% em 2012.<br />
<br />
&ldquo;Nas economias emergentes e em desenvolvimento, o foco no curto prazo deve ser em responder à moderação na demanda doméstica e à desaceleração da demanda externa das economias avançadas, e ao mesmo tempo lidar com os fluxos voláteis de capital&rdquo;, diz o FMI.<br />
<br />
Na Europa, Espanha e Itália devem registrar recessões acentuadas, com contrações de 1,7% e 2,2%, respectivamente. A Alemanha deve ter crescimento tímido, de 0,3%.<br />
<br />
Comércio internacional<br />
Com a piora nas perspectivas, o FMI também revisou para baixo a expectativa de crescimento do volume global de comércio em 2012. Em setembro, a previsão era de expansão de 5,8%; <br />
agora, é de 3,8%.<br />
&lsquo;Área de risco&rsquo;<br />
<br />
O FMI afirmou também nesta terça que os riscos à estabilidade mundial cresceram, &ldquo;apesar das várias ações tomadas para conter a crise da dívida da zona do euro e os problemas bancários&rdquo;.<br />
<br />
&ldquo;A crise da dívida da zona do euro se intensificou ainda mais, necessitando de ação urgente para prevenir resultados altamente desestabilizadores&rdquo;, afirma o FMI.<br />
<br />
De acordo com o fundo, os Estados Unidos e outras econômicas avançadas podem ser afetados por uma potencial intensificação da crise da zona do euro. &ldquo;Os acontecimentos na zona do euro também ameaçam a Europa emergente e podem se alastrar a outros mercados emergentes&rdquo;, diz o estudo.<br />
</font>]]></description><author>g1.globo.com</author><pubDate>24/01/2012 00:00:00 16:42:00</pubDate></item><item><title>Taxa de desemprego no País em novembro/11 foi a menor da história, diz IBGE</title><link>http://www.contabilidadecursos.com.br/contabilidade/principal/noticia_view.asp?id=47717</link><description><![CDATA[<font face="Arial">Desocupação ficou em 5,2% nas seis principais regiões metropolitanas em novembro; a menor taxa até então, de 5,3%, havia sido verificada em dezembro de 2010.A taxa de desemprego nas seis principais regiões metropolitanas do País ficou em 5,2% em novembro, recuando em relação ao mês anterior quando a taxa havia sido de 5,8%, segundo dados divulgados nesta quinta-feira pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). <br />
<br />
Esse resultado é o menor para o indicador de desocupação desde o início da série histórica, em março de 2002. A menor taxa até então havia sido verificada em dezembro de 2010 quando o indicador ficou em 5,3%.<br />
<br />
Em encontro com jornalistas, o ministro da Fazenda, Guido Mantega, disse hoje que &ldquo;se melhorar, estraga&rdquo;, referindo-se à geração de emprego. Ele acrescentou ainda que se o desempenho do emprego fosse igual ao verificado em 2010, faltaria mão de obra, segundo as agências de notícias.<br />
</font>]]></description><author>rhdominio.com.br</author><pubDate>23/01/2012 00:00:00 17:58:00</pubDate></item><item><title>Dólar opera em baixa nesta segunda-feira</title><link>http://www.contabilidadecursos.com.br/contabilidade/principal/noticia_view.asp?id=47716</link><description><![CDATA[<p><font face="Arial">O dólar opera em baixa frente ao real na manhã desta segunda-feira (23), ampliando as perdas dos últimos dias, em linha com os mercados internacionais.<br />
Perto das 14h15, a divisa dos Estados Unidos era negociada a R$ 1,754 para venda, em baixa de 0,28%.</font></p>
<p><font face="Arial">A cotação chegou a operar com valorização em relação ao real na sexta-feira (20), mas a exemplo de todos os outros dias da semana, acabou fechando em queda. Com isso, o dólar completou cinco dias consecutivos de desvalorização e fechou a semana com queda de 1,72%.<br />
<br />
Na sexta, a moeda norte-americana recuou 0,22% nesta sexta, a R$ 1,7593 para venda. No acumulado do ano, o dólar já recua 5,84%.<br />
</font></p>]]></description><author>g1.globo.com</author><pubDate>23/01/2012 00:00:00 17:51:00</pubDate></item><item><title>Crise traz de volta a prática de escambo na Europa</title><link>http://www.contabilidadecursos.com.br/contabilidade/principal/noticia_view.asp?id=47640</link><description><![CDATA[<font face="Arial">Impulsionados pelas redes sociais, os chamados swap shops, mercados de troca onde os clientes não usam dinheiro para adquirir produtos de segunda mão, já funcionam oficialmente em 18 países. Só na Espanha as feiras de escambo passaram de algumas dezenas em 2007 para cerca de 600 em 2012.<br />
<br />
Além disso, um grupo de jovens espanhóis também criou uma alternativa radical para contornar a crise: "lojas" em que todos os produtos são de graça.<br />
<br />
Para os organizadores, a razão é a crise, mas também há um forte apelo ao consumo "responsável".<br />
<br />
"Não se trata apenas de obter um produto sem ter que gastar, o mais importante é conscientizar as pessoas de que temos que reaprender a consumir", disse à BBC <br />
Brasil um porta-voz do Movimento Indignados-15M, que lidera os grupos de escambos organizados na Espanha.<br />
<br />
"E aprender (também) a dar valor ao que é realmente útil e necessário para não cair na tentação de comprar de maneira compulsiva e irracional."<br />
<br />
'Economia solidária'<br />
Os escambos organizados em redes internacionais começaram em 2003 e aumentaram com a chegada da crise econômica em 2008, multiplicando-se a partir de 2010. Associações de estudantes, ativistas anticapitalistas e ONGs promoviam reuniões que acabaram se tornando um espaço de intercâmbio de produtos e serviços.<br />
<br />
Atualmente, há mais de 8 mil grupos organizados espalhados pelo mundo em redes de trocas que colocam à disposição pública quase todos os tipos de artigos e serviços.<br />
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Na feira madrilenha La Charca, os organizadores pedem aos consumidores que levem uma manta ou esteira para colocar os artigos à mostra e comida para compartilhar. Vale trocar de truques caseiros até habilidades profissionais.<br />
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Ao contrário dos antigos escambos de peças em mau estado que atraíam colecionadores e clientes pobres, os novos mercados são frequentados por todo tipo de público.<br />
<br />
"As pessoas estão vendo nesses escambos um conceito de economia solidária. Uma ideia de colaboração sem avaria", disse à BBC Brasil a socióloga Elena Rodríguez, professora da Universidade Complutense de Madri.<br />
<br />
"Também uma forma de atenuar a depressão psicológica surgida com a crise, porque reintegra clientes que tinham deixado de consumir e provedores que tinham deixado de oferecer seus produtos. Humaniza o processo comercial", explicou.<br />
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Tudo de graça<br />
Além das feiras de escambo, o Movimento Indignados, também organiza lojas que oferecem roupas e livros usados de graça. A única condição é que a peça escolhida seja utilizada.<br />
<br />
Os artigos expostos são todos doados (devem estar em bom estado) e não há limites para o número de peças que um cliente queira levar.<br />
<br />
Um dos primeiros mercados, o Tienda Grátis (Loja Grátis, em tradução livre), apareceu na cidade de Málaga, no sul do país, servindo de inspiração para uma franquia que já tem sete filiais na Espanha.<br />
<br />
O procedimento é praticamente igual ao de uma loja convencional: escolher a roupa e experimentá-la numa cabine com espelho. Só que não é preciso pagar nem doar outra peça em troca da desejada.<br />
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Cartazes avisam: "Leve o que quiser, mas deixe o espaço arrumado. O que passou de moda para você tem novo futuro na loja grátis".<br />
<br />
"Nós nos baseamos numa conscientização completamente nova dos hábitos de consumo", explica o diretor do centro cultural A Invisível, que abriga uma loja, Santiago Fernández.<br />
<br />
"Todo mundo reclama da atitude feroz de mercados, tecnocratas, políticos. Também é nossa responsabilidade mudar essas atitudes. Aqui está nosso grão de areia, para mostrar que outro mundo é possível", disse.<br />
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Exemplo<br />
Outras ONGs espanholas também oferecem objetos doados sem exigências. É o caso da "Não jogo fora.com", "Sem dinheiro.org" e "Segunda Mãozinha", essa última especializada em artigos para bebês.<br />
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O Brasil já possui um movimento de escambo, ainda que incipiente. Em São Paulo, a feira mensal Desapegue! faz intercâmbio de roupas e terá sua 21&ordf; edição em 31 de janeiro.<br />
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O Desapegue! reúne cerca de 50 participantes que pagam entre R$ 25 e 30 pelo ingresso. Mas os organizadores dizem que é o único gasto. Depois da entrada, cada pessoa recebe em botões o equivalente às peças que cedeu. Os botões são trocados por outros artigos.<br />
</font>]]></description><author>g1.globo.com</author><pubDate>20/01/2012 00:00:00 17:29:00</pubDate></item><item><title>Dólar opera instável nesta sexta-feira</title><link>http://www.contabilidadecursos.com.br/contabilidade/principal/noticia_view.asp?id=47638</link><description><![CDATA[<font face="Arial">Depois de operar em alta na maior parte do dia e de rondar a estabilidade, o dólar acabou ganhando viés de baixa perto do fechamento e ruma para o quinto pregão seguido de queda.<br />
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Por volta das 16h30, o dólar comercial estava cotado a R$ 1,7603 para venda, queda de 0,16%.<br />
<br />
A moeda fechou em queda na véspera, engatando, assim, quatro dias seguidos de desvalorização. A moeda norte-americana fechou cotada a R$ 1,7631 para venda, baixa de 0,20%.<br />
<br />
A semana acaba com fraca agenda de indicadores. O ponto alto são as vendas de imóveis usados nos Estados Unidos no mês de dezembro.<br />
<br />
Em Atenas, autoridades internacionais da União Europeia (UE), Banco Central Europeia (BCE) e Fundo Monetário Internacional (FMI), que compõem a chamada 'Troika', chegaram ao país para verificar se o que o governo local tem feito é suficiente para conseguir receber recursos cruciais de um pacote de ajuda. A visita acontece no mesmo momento em que o governo grego negocia com investidores privados uma possível redução da dívida do país.<br />
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No Reino Unido, as vendas no varejo cresceram 0,6% em dezembro na comparação com novembro e 2,6% ante dezembro de 2010, informou nesta sexta-feira o Departamento Nacional de Estatísticas do país.<br />
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Olhando para a próxima semana, a agenda reserva eventos relevantes. Por aqui, atenção ao Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo -15 (IPCA-15) de janeiro, à ata do Comitê de Política Monetária (Copom) e aos dados sobre o desemprego em dezembro.<br />
<br />
Nos Estados Unidos, o destaque fica por conta da reunião do Federal Reserve (Fed), banco central americano, que inaugura novas ferramentas de comunicação de política monetária, como previsões sobre o comportamento da taxa de juros no longo prazo.<br />
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Na zona do euro, o foco continua voltado aos leilões de dívida. Itália, Espanha e Alemanha têm operações agendadas.<br />
</font>]]></description><author>g1.globo.com</author><pubDate>20/01/2012 00:00:00 17:27:00</pubDate></item><item><title>Brasileiro deve gastar R$ 670 com vestuário em 2012, aponta Ibope </title><link>http://www.contabilidadecursos.com.br/contabilidade/principal/noticia_view.asp?id=47572</link><description><![CDATA[O brasileiro deve aumentar em 15% o gasto médio com vestuário neste ano, em relação ao ano passado, aponta pesquisa divulgada nesta quinta-feira (19) pelo Ibope Inteligência. A estimativa é que o setor venda R$ 109 bilhões no varejo neste ano.

Segundo o levantamento , cada brasileiro vai gastar R$ 670 reais com vestuário em 2012. Em 2011, a média nacional foi de R$ 583 por pessoa. A pesquisa sobre o mercado de vestuário foi realizada pelo Pyxis Consumo.

Entre as regiões do país, a Sul é a que possui maior expectativa per capita: R$ 791. Em seguida vem Centro-Oeste, com R$ 740, e Sudeste, com R$ 729. O Norte aparece com R$ 590 e o Nordeste possui a estimativa mais baixa por morador (R$ 487).

Em relação ao tipo de consumidor, as classes B e C devem ser o foco dos varejistas. As duas, somadas, deverão ser responsáveis por R$ 88 bilhões em consumo de vestuário, representando 80,9% do total. A alta é de 15,7% aos R$ 76 bilhões de 2011.

A classe B deve consumir R$ 47 bilhões (42%) e a C, R$ 41 bilhões (38%). Na classe A a previsão é de R$ 14 bilhões em gastos, enquanto as classes D e E devem responder por R$ 7 bilhões.

A classe A deverá representar 12%, com potencial de consumo de R$ 13 bilhões, pouco acima dos R$ 12 bilhões do ano passado. As classes D e E compõem o menor grupo de consumo para varejo de moda, aponta a pesquisa. O volume do grupo em 2012 deverá ficar em torno de 6%, atingindo R$ 7 bilhões, pequena variação sobre os R$ 6,6 bilhões do ano anterior.

]]></description><author>G1.globo.com</author><pubDate>19/01/2012 00:00:00 17:46:00</pubDate></item><item><title>Dólar inverte e passa a operar em alta nesta quinta-feira</title><link>http://www.contabilidadecursos.com.br/contabilidade/principal/noticia_view.asp?id=47570</link><description><![CDATA[O dólar operava em baixa nos primeiros negócios desta quinta-feira (19), seguindo a tendência após três dias de queda. Porém, mais tarde, a moeda inverteu o rumo e passou a subir.

Perto das 13h20, a divisa dos Estados Unidos era negociada a R$  1,767 para venda, em leve alta de 0,11%.

Na véspera, pelo terceiro dia seguido, o dólar comercial fechou em queda, na menor cotação desde novembro. A trajetório da moeda aqui no Brasil vem em linha com a fraqueza do dólar nos mercados internacionais por esperanças de que o Fundo Monetário Internacional (FMI) ofereça ajuda adicional para combater a crise de dívida na zona do euro.

A moeda norte-americana recuou 0,75% no dia, a R$ 1,7666 para venda. Esta é a menor cotação desde o dia 11 de novembro, quando o dólar fechou vendido a R$ 1,7439.

]]></description><author>G1.globo.com</author><pubDate>19/01/2012 00:00:00 17:44:00</pubDate></item><item><title>Mudança na legislação pode gerar corrida por fusões, diz Cade</title><link>http://www.contabilidadecursos.com.br/contabilidade/principal/noticia_view.asp?id=47507</link><description><![CDATA[<p><font face="Arial"><font face="Arial">O presidente interino do Conselho Administrativo de Defesa Econômico (Cade), Olavo Chinaglia, disse nesta quarta-feira (18) que considera &ldquo;razoável&rdquo; que haja uma corrida das empresas para concluir negociações antes de 30 de maio, quando entra em vigor a lei que reestruturou o Sistema Brasileiro de Defesa da Concorrência.<br />
<br />
A lei, sancionada pela presidente Dilma Rousseff no final de 2011, criou o &ldquo;novo Cade&rdquo;. Entre outros pontos, ela estabelece que o conselho analise aquisições e fusões de empresas antes de o negócio ser concretizado. Hoje, o negócio só é analisado pelos órgãos de defesa da concorr}encia depois de celebrado pelas empresas.<br />
 <br />
&ldquo;Para que essas operações não fiquem sobrestadas em função da mudança legislativa, é razoável supor que empresas possam se esforçar para concluir as negociações antes da lei entrar em vigor&rdquo;, disse Chinaglia.<br />
<br />
Ele apontou, porém, que a mudança na estrutura dá segurança jurídica às empresas, que deixam de correr o risco de, por exemplo, ter que desfazer o negócio caso ele seja rejeitado pelo Cade.<br />
<br />
&ldquo;Por outro lado, a nova legislação confere para as operações uma segurança jurídica maior. Antes que elas aconteçam, vai haver manifestação da autoridade concorrencial sobre os limites em que a operação pode ser implementada&rdquo;, disse Chinaglia.<br />
Transição<br />
<br />
Segundo o presidente interino, ainda não foi definido o tratamento que será dado, após o dia 30 de maio, aos processos de investigação de conduta e de análise de concentração econômica que já estiverem em andamento &ndash; ou seja, se será aplicada nesses casos a nova ou a antiga legislação.<br />
<br />
Chinaglia informou que o Cade vai acelerar os trabalhos para reduzir o volume de processos em tramitação até a entrada em vigor da nova lei. Estão sob análise do conselho hoje entre 500 e 600 processos.<br />
<br />
Ele disse que o Cade já está dando andamento às medidas visando a transição para a nova legislação. Segundo Chinaglia, o orçamento de 2012 aprovado para o conselho, de R$ 28 milhões &ndash; o triplo do valor de 2011 (R$ 7 milhões) &ndash; será suficiente para custear a nova estrutura.<br />
</font></font></p>]]></description><author>g1.globo.com</author><pubDate>18/01/2012 00:00:00 16:46:00</pubDate></item><item><title>Desembolsos do BNDES caem 17% em 2011 e somam R$ 139,7 bilhões </title><link>http://www.contabilidadecursos.com.br/contabilidade/principal/noticia_view.asp?id=47505</link><description><![CDATA[<font face="Arial">O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) acumulou R$ 139,7 bilhões em desembolsos em 2011, informou nesta terça-feira (20) a instituição. A cifra é 17% menor do que o liberado pelo banco no ano anterior (R$ 168,4 bilhões).<br />
<br />
Apesar da queda em 2011, o BNDES informou que o resultado ficou dentro das expectativas do banco.<br />
<br />
"Há um ligeiro declínio em 2011, conforme havíamos programado", avaliou o presidente do BNDES, Luciano Coutinho. "Nós não tínhamos uma meta. A nossa programação foi de moderação, e ela foi executada".<br />
<br />
Ele destacou que, em 2010, R$ 24,7 bilhões foram aplicados pelo BNDES na capitalização da Petrobras em 2010. "Sem considerar a operação da Petrobras, há uma queda de 3% nos desembolsos&rdquo;, avaliou Coutinho. Subtraindo-se os recursos aplicados na Petrobras, o total liberado pelo BNDES naquele ano somou R$ 143,6 bilhões.<br />
<br />
Infraestrutura recebeu 40% dos desembolsos<br />
<br />
De acordo com o BNDES, o maior destaque de 2011 foram os repasses do banco para projetos de infraestrutura, que lideraram os desembolsos com R$ 56,1 bilões. <br />
Este valor representa 40% do total liberado em 2011, e um aumento de quatro pontos percentuais em relação aos R$ 52,4 bilhões liberados em 2010 (36% do total).<br />
<br />
Dentro do setor de infraestrutura, os maiores desembolsos foram para os projetos de transporte rodoviário, com R$ 26 bilhões, e energia elétrica, com R$ 15,9 bilhões.<br />
<br />
O banco destacou também o número de operações realizadas em 2011. Foram 896 mil financiamentos, uma alta de 47% em relação a 2010 e o maior número da história do BNDES.<br />
<br />
A participação das micro, pequenas e médias empresas sobre o total de repasses chegou a 36%.<br />
<br />
Segundo o banco, o cartão BNDES ajudou a impulsionar o crescimento de dos desembolsoso para as empresas de menor porte, cujas liberações atingiram R$ 7,6 bilhões, um aumento de 76% em relação a 2010.<br />
<br />
Cenário de 2012<br />
Coutinho não fez projeções sobre as liberações em 2012, mas afirmou que a expectativa de crescimento "continua positiva e promissora".<br />
<br />
&ldquo;Vamos continuar com nossa política de moderação do desempenho. E queremos persistir no apoio a política de inovação&rdquo;, disse Coutinho. "A política do banco, em 2012, é de ser qualitativamente melhor&rdquo;, completou. &ldquo;Neste ano, temos a RIO+20, um evento muito importante para o país. Estamos muito interessados na política de eficiência e poupança de recursos naturais&rdquo;, acrescentou.<br />
<br />
Sobre o cenário econômico de 2012, o presidente do BNDES avaliou que o quadro ainda e de incertezas. Mas, segundo ele, "os riscos de cenários catastróficos estão sendo afastados".<br />
</font>]]></description><author>g1.globo.com</author><pubDate>18/01/2012 00:00:00 16:42:00</pubDate></item><item><title>Bovespa opera em alta nesta terça, após falha e atraso na abertura</title><link>http://www.contabilidadecursos.com.br/contabilidade/principal/noticia_view.asp?id=47429</link><description><![CDATA[<font face="Arial">A Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) opera em alta nesta terça-feira (17), após uma falha técnica que atrasou a abertura do pregão. O leilão de pré-abertura teve início às 12h20.<br />
<br />
Às 13h51, o Ibovespa operava em alta de 0,71%, a 60.384 pontos.<br />
<br />
A Bovespa ainda não informou o que provocou a falha que causou o atraso da abertura dos negócios. A assessoria de imprensa da BM&FBovespa informou que está verificando o problema com a área de operações. A Bolsa informou ainda que, a princípio, o horário de fechamento não deverá ser prolongado.<br />
<br />
O horário de funcionamento padrão do pregão regular é das 11h às 18h.<br />
<br />
Na véspera, o Ibovespa fechou com alta de 1,37%, aos 59.956 pontos. O volume financeiro atingiu R$ 8,8 bilhões, inflado pelos R$ 4,5 bilhões do exercício de ações sobre ações. Neste começo de ano, o principal indicador do mercado acionário brasileiro já subiu 5,64%.<br />
<br />
Mantida a tendência de alta, os 60 mil pontos podem, enfim, ser reconquistados pela Bovespa nesta terça-feira, quase seis meses depois de ter fechado nesse patamar pela última vez.<br />
</font>]]></description><author>g1.globo.com</author><pubDate>17/01/2012 00:00:00 15:25:00</pubDate></item><item><title>Lucro do Citigroup cai 11% no quarto trimestre de 2011</title><link>http://www.contabilidadecursos.com.br/contabilidade/principal/noticia_view.asp?id=47428</link><description><![CDATA[<font face="Arial">O lucro do Citigroup caiu 11% no quarto trimestre e ficou abaixo das estimativas de Wall Street após a crise de dívida da Europa ter atingido os mercados de capital, prejudicando a receita com compra e venda de títulos e desestimulando o fechamento de novos negócios.<br />
<br />
O terceiro maior banco dos EUA em ativos teve lucro líquido de US$ 1,16 bilhão, ou US$ 0,38 por ação, queda em relação ao US$ 1,31 bilhão, ou US$ 0,43, de um ano antes.<br />
<br />
Em todo o ano de 2011, o banco teve lucro de USS$ 11,3 bilhões, uma alta de 6% em relação ao ganho de US$ 10,6 bilhões no ano anterior.<br />
</font>]]></description><author>g1.globo.com</author><pubDate>17/01/2012 00:00:00 15:22:00</pubDate></item><item><title>Governo autoriza fatia estrangeira de até 30% no capital do Bradesco</title><link>http://www.contabilidadecursos.com.br/contabilidade/principal/noticia_view.asp?id=47379</link><description><![CDATA[<p><font face="Arial">O Bradesco foi autorizado a aumentar a participa&ccedil;&atilde;o estrangeira em seu capital ordin&aacute;rio para at&eacute; 30%, conforme decreto publicado nesta segunda-feira (16) no Di&aacute;rio Oficial da Uni&atilde;o. Tamb&eacute;m o Banco Luso Brasileiro poder&aacute; ter participa&ccedil;&atilde;o do exterior em at&eacute; 33,33% no capital social.<br />
<br />
De acordo com os decretos, o Banco Central do Brasil tomar&aacute; provid&ecirc;ncias necess&aacute;rias &agrave; execu&ccedil;&atilde;o das autoriza&ccedil;&otilde;es.<br />
<br />
Outro decreto presidencial aprova participa&ccedil;&atilde;o estrangeira no controle total da Sul Am&eacute;rica Investimentos DTVM e da Aporte DTVM.<br />
<br />
O Woori Bank, da Coreia do Sul, foi autorizado a abrir filial no Brasil com capital totalmente estrangeiro. Assim como o Interactive Brokers Group LLC, de Connecticut (EUA), poder&aacute; constituir corretora de t&iacute;tulos e valores mobili&aacute;rios no pa&iacute;s, com controle externo.<br />
</font></p>]]></description><author>g1.globo.com</author><pubDate>16/01/2012 00:00:00 16:46:00</pubDate></item><item><title>Banco Postal abre 75 mil novas contas em duas semanas, diz BB</title><link>http://www.contabilidadecursos.com.br/contabilidade/principal/noticia_view.asp?id=47378</link><description><![CDATA[<p><font face="Arial">O Banco do Brasil divulgou nesta segunda-feira (16) novo balanço sobre abertura de contas no Banco Postal, serviço em parceria com os Correios que o banco assumiu no dia 2 de janeiro.<br />
<br />
Entre os dias 2 e 13 de janeiro, informou o BB, foram abertas 75 mil novas contas no Banco Postal. O número corresponde a 65% do total de contas abertas no período em toda a rede de correspondentes do banco.<br />
<br />
De acordo com o Banco do Brasil, foram realizadas até agora mais de 3 milhões de transações via Banco Postal &ndash; volume acumulado de R$ 600 milhões.<br />
<br />
O vice-presidente de Negócios , Distribuição e Operações do Banco do Brasil, Dan Corado, disse que a meta traçada com os Correios é de abrir 2,2 milhões de novas contas nas agências do Banco Postal em 2012, mais que o dobro da média anual de aberturas registrada durante a parceria com o Bradesco &ndash; cerca de 1 milhão de contas.<br />
<br />
Conrado também disse que o banco vai oferecer linha de crédito para micro e pequenas empresas que abrirem conta no Banco Postal &ndash; em algumas cidades pequenas do interior do país, o Banco Postal é o único correspondente bancário. Segundo ele, os empréstimos terão limite de R$ 15 mil.</font></p>
<p><font face="Arial">Até o final do ano passado, o Banco Postal, que tem mais de 6 mil agências, era operado pelo Bradesco. Com a mudança do operador, os clientes do Banco Postal que desejam continuar fazendo movimentações bancárias pelo canal devem abrir uma nova conta. Quem optar por não abrir uma nova conta, passa a ser atendido pela rede de correspondentes do Bradesco.<br />
<br />
Para abrir a nova conta é preciso comparecer a uma das agências dos Correios que possuam Banco Postal, munido de CPF, documento de identidade e comprovantes de endereço e de renda (original e duas cópias de cada um desses documentos).<br />
<br />
Em decorrência da transferência do Banco Postal para o Banco do Brasil, os segurados do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) que recebiam o benefício pelo Banco Postal passarão a ser pagos pelo Bradesco.<br />
</font></p>]]></description><author>g1.globo.com</author><pubDate>16/01/2012 00:00:00 16:44:00</pubDate></item><item><title>Estrangeiro já injetou R$ 1,761 bilhão na Bovespa em 2012</title><link>http://www.contabilidadecursos.com.br/contabilidade/principal/noticia_view.asp?id=47287</link><description><![CDATA[<font face="Arial">Com atua&ccedil;&atilde;o positiva em todos os preg&otilde;es, o investidor estrangeiro j&aacute; injetou, em termos l&iacute;quidos, R$ 1,761 bilh&atilde;o na Bolsa de Valores de S&atilde;o Paulo (Bovespa) em 2012, at&eacute; o dia 11 de janeiro.<br />
<br />
O total resulta do ingresso de R$ 16,012 bilh&otilde;es e da sa&iacute;da de R$ 14,250 bilh&otilde;es e ajuda a explicar a valoriza&ccedil;&atilde;o de 5,65% acumulada pelo Ibovespa no intervalo. O n&uacute;mero supera ainda a sa&iacute;da de R$ 1,351 bilh&atilde;o do estrangeiro vista em 2011.<br />
<br />
Apenas na quarta-feira, quando o &iacute;ndice subiu 0,26%, para 59.962 pontos, o fluxo direto internacional no mercado acion&aacute;rio brasileiro ficou positivo em R$ 401,3 milh&otilde;es.<br />
<br />
Mesmo com o entusiasmo inicial do estrangeiro, os outros investidores est&atilde;o mais reticentes, com as vendas de a&ccedil;&otilde;es superando as compras.<br />
<br />
Em 2012, a categoria pessoa f&iacute;sica mostra resgate l&iacute;quido de R$ 878,7 milh&otilde;es da bolsa. O investidor institucional retirou no ano R$ 429,5 milh&otilde;es e as empresas privadas e p&uacute;blicas, R$ 179,7 milh&otilde;es. As institui&ccedil;&otilde;es financeiras tamb&eacute;m j&aacute; mostram vendas superiores &agrave;s compras em R$ 277,2 milh&otilde;es no per&iacute;odo.<br />
</font>]]></description><author>g1.globo.com</author><pubDate>13/01/2012 00:00:00 15:13:00</pubDate></item><item><title>Emprego na indústria recua 0,1% em novembro, diz IBGE</title><link>http://www.contabilidadecursos.com.br/contabilidade/principal/noticia_view.asp?id=47286</link><description><![CDATA[<font face="Arial">O emprego na indústria brasileira registrou queda de 0,1% em novembro, na comparação com o mês anterior, segundo dados divulgados nesta sexta-feira (13) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Em setembro e outubro, as taxas também foram negativas.<br />
<br />
Na comparação anual, o emprego industrial caiu 0,5%, a segunda taxa negativa nesse tipo de comparação e a queda mais intensa desde janeiro de 2010 (-0,9%). No ano, o indicador acumula alta de 1,1% e, em 12 meses, de 1,3%.<br />
<br />
Em novembro, na comparação com outubro, a produção industrial brasileira subiu 0,3%.<br />
<br />
Em novembro de 2011, em relação ao mesmo período do ano passado, o recuo do emprego foi verificado em 7 dos 14 locais pesquisados pelo IBGE, com destaque para São Paulo (-3,7%). Nesse tipo de comparação, 15 dos 18 setores pesquisados tiveram recuo. A principal baixa partiu de indústrias de borracha e plástico (-11,9%), de alimentos e bebidas (-3,9%), de produtos de metal (-6,5%), de calçados de couro (-15,9%), de vestuário (-5,8%) e de metalurgia básica (-9,0%).<br />
<br />
Horas pagas<br />
O número de horas pagas aos trabalhadores da indústria, sem influências sazonais, recuou 0,2% sobre outubro, a terceira queda seguida. Já na comparação com o mesmo período de 2010, o número de horas pagas caiu 1,6% - também é o terceiro resultado negativo. No ano, o indicador acumula alta de 0,6% sobre o mesmo período de 2010 e, em 12 meses, de 0,9%, "mas permaneceu apontando avanços menos intensos desde fevereiro último (4,5%)".<br />
<br />
Na comparação anual, foi registrada queda no emprego industrial de 9 dos 14 locais pesquisados, com a principal influência partindo de São Paulo (- 4,5%).<br />
<br />
Salários<br />
O valor da folha de pagamento real dos trabalhadores da indústria, em novembro, com ajuste sazonal, variou 0,3% sobre outubro, após recuar por dois meses consecutivos. Já em relação ao mesmo período do ano anterior, o valor da folha de pagamento real aumentou 2,1% e, no ano de 2011, até novembro, acumulou alta de 4,3%. Nos últimos 12 meses, o indicador acumula alta de  4,5%.<br />
<br />
Na comparação anual, o valor da folha de pagamento real cresceu em 12, com destaque para  Minas Gerais (9,6%).</font>]]></description><author>g1.globo.com</author><pubDate>13/01/2012 00:00:00 15:10:00</pubDate></item><item><title>Governo quer reduzir preços das passagens aéreas para aumentar turismo interno</title><link>http://www.contabilidadecursos.com.br/contabilidade/principal/noticia_view.asp?id=47228</link><description><![CDATA[<font face="Arial">O ministro do Turismo, Gastão Vieira, anunciou nesta quinta-feira (12) que vai se reunir ainda este mês com os presidentes de companhias aéreas do país para discutir medidas capazes de reduzir os preços das passagens nos vôos nacionais e, com isso, aumentar o <a href="http://www.turismoehotelaria.com.br"><strong>turismo</strong></a> interno, que, às vezes, é mais caro do que o internacional.<br />
<br />
Uma das idéias do ministro é desonerar o setor, com a redução de impostos e outros custos, para que os preços das passagens possam diminuir. Outra proposta é incrementar o <a href="http://www.turismoehotelaria.com.br"><strong>turismo</strong></a> na chamada baixa temporada, por meio da oferta de pacotes com preços especiais, capazes de incentivar as viagens no período em que hotéis e outros locais de hospedagem têm ocupação reduzida.<br />
<br />
Segundo Gastão Vieira, tudo isso só depende de entendimento e, por isso, vai chamar as companhias aéreas para conversar, a fim de buscar medidas, &ldquo;algumas até simples&rdquo;, que possam baratear as viagens. Ele participou hoje (12) do programa Bom Dia, Ministro, produzido pela Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República em parceria com a EBC Serviços.<br />
</font>]]></description><author>economia.uol.com.br</author><pubDate>12/01/2012 00:00:00 16:20:00</pubDate></item><item><title>BCE mantém juro de 1% e faz pausa para avaliar impacto de medida</title><link>http://www.contabilidadecursos.com.br/contabilidade/principal/noticia_view.asp?id=47227</link><description><![CDATA[<p><font face="Arial">FRANKFURT, 12 Jan (Reuters) - O Banco Central Europeu (BCE) manteve inalterada a taxa de juros nesta quinta-feira, dando uma pausa para avaliar o impacto dos cortes passados e de uma série de outras medidas adotadas no ano passado que estão mostrando sinais de ajuda no combate à crise da dívida da zona do euro.<br />
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Em sua primeira reunião de política monetária do ano, o BCE manteve sua taxa básica de juros em 1 por cento, o nível mais baixo já registrado. A decisão ficou em linha com as expectativas do mercado.<br />
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Os mercados financeiros mostraram pouca reação. O euro e os futuros do bônus alemães ficaram estáveis após a decisão.<br />
"Isso confirma nossa expectativa de que o BCE quer ficar em compasso de espera no momento e digerir o que os últimos dados estão dizendo a eles sobre a magnitude e a profundidade da recessão na zona do euro", disse o economista da Nomura Jens Sondergaard.<br />
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Ainda que as últimas semanas tenham visto alguns sinais levemente encorajadores sobre a economia, também é muito cedo para o BCE mudar de direção apenas um mês depois de seu mais recente conjunto de previsões e é provável que o banco mantenha um tom cauteloso.<br />
</font></p>]]></description><author>economia.uol.com.br</author><pubDate>12/01/2012 00:00:00 16:11:00</pubDate></item><item><title>País 'perdeu' US$ 707 milhões na primeira semana de 2012, diz BC</title><link>http://www.contabilidadecursos.com.br/contabilidade/principal/noticia_view.asp?id=47167</link><description><![CDATA[<font face="Arial">O Banco Central informou nesta quarta-feira (11) que o Brasil iniciou o ano de 2012 com mais saída do que entrada de dólares. Na parcial da semana passada, a primeira deste ano, foi registrada a retirada líquida de recursos (acima do volume de ingressos) no valor de US$ 707 milhões, segundo números da autoridade monetária.<br />
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Se confirmado o resultado negativo para todo mês de janeiro, este será o quarto mês consecutivo com mais saída do que entrada de recursos no Brasil. Desde outubro do ano passado, com a piora da crise financeira internacional, os dólares têm deixado o país. Em outubro, novembro e dezembro, respectivamente, a retirada de recursos somou, respectivamente, US$ 134 milhões, US$ 942 milhões e US$ 1,94 bilhão.<br />
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Resultado de 2011<br />
Apesar da retirada de recursos do Brasil nos últimos meses de 2011, o ano passado terminou com a entrada de US$ 65 bilhões - o segundo maior da história. O ingresso de recursos, porém, se concentrou nos seis primeiros meses do último ano.<br />
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Contas comercial e financeira<br />
O fluxo cambial brasileiro possui duas contas: a comercial, na qual são fechados os contratos de câmbio para operações de exportação e importação, e a conta financeira - que inclui as demais operações, como os investimentos estrangeiros diretos e os recursos para aplicações financeiras, além das remessas de lucros e dividendos e empréstimos tomados no exterior, entre outros.<br />
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Os dados da autoridade monetária mostram que houve a saída de US$ 859 milhões pela conta financeira na primeira semana de 2012.  Já pela conta comercial, segundo o BC, foi registrado um ingresso de recursos no valor de US$ 153 milhões no começo deste ano.</font>]]></description><author>g1.globo.com</author><pubDate>11/01/2012 00:00:00 16:45:00</pubDate></item><item><title>Escritores chineses pedem indenização de US$ 1,9 milhão à Apple</title><link>http://www.contabilidadecursos.com.br/contabilidade/principal/noticia_view.asp?id=47165</link><description><![CDATA[<font face="Arial">Conforme publicou o jornal "China Daily" nesta terça-feira, o Tribunal Popular Intermédio Número 2 de Pequim aceitou o processo apresentado pelos autores em outubro de forma conjunta, através da Aliança pelos Direitos dos Escritores. <br />
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Os autores acusam a empresa americana de lucrar com a publicação de seus livros sem a permissão dos proprietários dos direitos autorais. <br />
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O porta-voz da associação, que luta para proteger os direitos de propriedade intelectual na rede, Bei Zhicheng, disse que a companhia fundada por Steve Jobs - morto em outubro - comunicou aos escritores que eles não haviam enviado "documentos suficientes" e o e-mail que enviaram em julho à Apple "não se ajustava ao padrão da empresa". <br />
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Um funcionário do departamento de Relações Públicas da Apple na China, citado pelo jornal, se negou a comentar o caso. Limitou-se a explicar que a empresa está muito ocupada com o lançamento do novo iPhone 4S em Pequim, previsto para esta sexta, e não tem condições de dar atenção a denúncia dos escritores. <br />
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De acordo com um membro do tribunal, Li Zhitao, o julgamento poderá ser aberto depois do Festival da Primavera, a partir de fevereiro. <br />
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A Aliança pelos Direitos dos Autores protagonizou em março de 2011 um processo similar contra o buscador chinês Baidu, que teve de retirar 2,8 milhões de documentos de sua biblioteca virtual.</font>]]></description><author>epocanegocios.globo.com</author><pubDate>11/01/2012 00:00:00 16:37:00</pubDate></item></channel></rss>
