﻿<?xml version="1.0" encoding="utf-8"?><rss version="2.0"><channel><title>Portal Administração - Últimas Notícias</title><link>http://www.portaladministracao.com.br</link><description>Sistema Integrado de Ensino a Distância</description><language>pt-br</language><copyright>Copyright (C) Portal Educação</copyright><webMaster>atendimento@portaleducacao.com.br</webMaster><managingEditor>atendimento@portaleducacao.com.br</managingEditor><lastBuildDate>08/02/2012 04:24:54</lastBuildDate><image><title>Portal Educação</title><url>http://www.portaleducacao.com.br/sistema/imagens/&lt;/url&gt;</url><link>http://www.portaleducacao.com.br</link></image><item><title>Lucro da Walt Disney aumenta 12% no trimestre</title><link>http://www.portaladministracao.com.br/administracao/principal/noticia_view.asp?id=48487</link><description><![CDATA[<font face="Arial">O grupo Walt Disney reportou lucro líquido de US$ 1,46 bilhão em seu primeiro trimestre fiscal, encerrado em 31 de dezembro, com lucro por ação de US$ 0,80. O desempenho representou um crescimento de 12% na comparação com o ganho de US$ 1,30 bilhão divulgado um ano antes, quando a companhia registrou lucro de US$ 0,68 por ação.<br />
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A receita da companhia, por sua vez, teve um ligeiro crescimento de 1%, para US$ 10,77 bilhões. No período, a empresa alcançou lucro operacional de US$ 2,44 bilhões, salto de 11% em relação ao resultado reportado no mesmo intervalo do exercício anterior.<br />
<br />
<br />
Na divisão das receitas, o segmento de Media Networks respondeu pela maior fatia, com um faturamento de US$ 4,77 bilhões e crescimento de 3%. O maior avanço, porém, foi registrado na área de Parks and Resorts, que teve uma expansão de 10% e receita de US$ 3,15 bilhões. As divisões de Interactive Media e Studio Entertainment, por sua vez, reportaram as maiores quedas, com 20% e 16%, respectivamente.<br />
</font>]]></description><author>g1.globo.com</author><pubDate>08/02/2012 00:00:00 16:22:00</pubDate></item><item><title>Um gigante feito de 4.200 engradados</title><link>http://www.portaladministracao.com.br/administracao/principal/noticia_view.asp?id=48484</link><description><![CDATA[<font face="Arial">Não é de hoje que a fabricante de bebidas usa caixotes para erguer gigantes naquele país. Mas essa última escultura &ndash; carinhosamente chamada de Elliot &ndash; tem uma qualidade a mais sobre as anteriores. Além de ser a maior delas, ela é feita com 4.200 engradados de plástico reciclado, todos eles com mensagens sobre a importância da reciclagem e do reuso &ndash; iniciativa de uma empresa que adota o plástico em milhões de garrafas distribuídas em todo o mundo.<br />
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O resultado é que o gigante Elliot tem atraído milhares de visitantes ao local onde foi construído, o Victoria & Albert Waterfront, trecho de praia da Cidade do Cabo que reúne restaurantes, galerias e jardins, aos pés da famosa Table Mountain, símbolo da cidade sul-africana.<br />
</font>]]></description><author>globo.com</author><pubDate>08/02/2012 00:00:00 16:07:00</pubDate></item><item><title>Cesta básica ficou mais barata em São Paulo, mostra Procon</title><link>http://www.portaladministracao.com.br/administracao/principal/noticia_view.asp?id=48442</link><description><![CDATA[<font face="Arial">O preço da cesta básica ficou 0,27% menor no município de São Paulo na entre os dias 17 de janeiro e 2 de fevereiro, segundo levantamento da Fundação Procon divulgado nesta terça-feira (7). Dos 31 produtos pesquisados, 17 ficaram mais baratos no período.<br />
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De acordo com a pesquisa, o preço médio da cesta recuou de R$ 338,06 para R$ 337,15. Houve queda nos preços dos três grupos da cesta: alimentação (-0,14%), limpeza (-1,14%) e higiene pessoal (-0,27).<br />
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Dos itens pesquisados, a cebola foi o que teve a maior queda de preço, de 7,47%, para R$ 1,61 o quilo, seguida pela batata ( -5,11%), salsicha avulsa (-4,02%) e alho (-3,82%).<br />
</font>]]></description><author>g1.globo.com</author><pubDate>07/02/2012 00:00:00 18:32:00</pubDate></item><item><title>12 lugares no mundo que baniram ou taxaram o uso de sacola plástica</title><link>http://www.portaladministracao.com.br/administracao/principal/noticia_view.asp?id=48441</link><description><![CDATA[<p><font face="Arial">A discussão sobre proibir ou não o fornecimento de sacolas plásticas por estabelecimentos comerciais pode ser recente no Brasil, mas lá fora é possível encontrar iniciativas com pelo menos uma década de vida. Em alguns casos, para reduzir o consumo das embalagens de polietileno, os governos locais resolveram cobrar uma taxa do consumidor que quiser usar o modelo tradicional.<br />
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Na Irlanda, a iniciativa adotada desde 2002 ajudou reduzir a distribuição de sacos plásticos em mais de 90%. A maioria dos consumidores irlandeses simplesmente optaram por levar uma sacola reutilizável de casa do que tirar dinheiro do próprio bolso para carregar as compras. Outros lugares, como a capital do México, preferiram radicalizar, criando leis que proíbem o fornecimento das embalagens em supermercados, farmácias e demais pontos comerciais. Os exemplos não param aí. <br />
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Confira a seguir 12 países e cidades que baniram ou passaram a cobrar pelo uso das sacolinhas plásticas.<strong><br />
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Ruanda<br />
</strong>Este pequeno país africano que durante anos estampou negativamente o noticiário internacional, devido ao genocídio perpetrado por extremistas em 1994, agora chama atenção por outros motivos. Ruanda já está em seu quarto ano com uma lei de abrangência nacional que proíbe todos os tipos de saco plástico. Além de resolver a crise humanitária, o país pôs fim à poluição causada por sacolas plásticas, que sujavam as ruas e os <a href="http://www.portaleducacao.com.br/educacao/cursos/cursos.asp"><strong>cursos</strong></a> de água, prejudicando a agricultura. Graças à ação, as cidades ruandesas estão hoje entre as mais limpas da África.<br />
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Itália<br />
</strong>Em ritmo de preservação, a Itália tornou-se o primeiro país da Europa a banir as sacolas de polietileno. A proibição nacional começou a valer em janeiro de 2011. Desde então, as lojas italianas, que utilizavam 20 bilhões de sacolas por ano (o maior índice europeu), só podem oferecer sacos de plástico, papel, pano ou de materiais biodegradáveis.<br />
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Cidade do México<br />
</strong>Desde agosto de 2010, a capital do México conta com leis que proíbem o fornecimento de sacolas plásticas nos estabelecimentos comerciais. As multas para os lojistas que burlam as regras podem variar de 4,4 mil a 90 mil dólares. A lei também estabelece que os comerciantes da capital mexicana só poderão vender sacolas plásticas biodegradáveis. A inciativa faz parte do chamado &ldquo;Plano Verde", que propõe uma série de estratégias para estimular o desenvolvimento sustentável e mitigar os efeitos das mudanças climáticas.<br />
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India<br />
</strong>Nenhum lojista, distribuidor, comerciante, vendedor ou ambulante pode fornecer sacolas plásticas aos consumidores na India. O banimento total, incluindo produção, armazenagem, uso, venda e distribuição de sacolas de polietileno começou a valer em agosto de 2010. A iniciativa foi adotada para diminuir o impacto no meio ambiente e também impedir a ingestão e morte de vacas (animal sagrado). Além de multas, a violação da lei prevê prisão de até 5 anos.<br />
<strong><br />
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China<br />
</strong>Imagine 1,3 bilhões de habitantes, cerca de um sétimo da população mundial, consumindo e descartando sacolinhas plásticas todos os dias dentro de um só país? Pois era assim na China até 2008, quando as sacolas plásticas foram banidas do país. Antes disso, os chineses consumiam cerca de 3 bilhões de sacolinhas por dia.<br />
<br />
Também foi proibida a produção, distribuição e uso de saquinhos menores e mais finos, como os usados para embalar produtos a granel (frutas e vegetais) nos mercados. Segundo reportagem do britânico The Guardian, a iniciativa evitou o uso de 1,6 milhões de toneladas de petróleo no seu primeiro ano.<br />
<strong><br />
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Bangladesh<br />
</strong>Bangladesh foi um dos primeiros países a promulgar, em 2002, uma lei que proíbe a fabricação, distribuição e uso de sacolas plásticas em seu território. Ambientalistas e urbanistas culpavam os sacos plásticos, que se espalhavam pelas ruas, entupindo bueiros, de agravar as inundações mortais que ocorreram no país em 1989 e 1998. Só a capital Dacca descartava 9,3 milhões de sacos plásticos diariamente. Hoje, uma década depois, a região virou um importante polo produtor de eco-bags.</font></p>
<p><font face="Arial"><strong>Irlanda<br />
</strong>A cobrança pelas sacolas, instituída em 2002, mudou o comportamento do consumidor, que passou a levar sua própria sacola reutilizável para o mercado. Com a criação do imposto conhecido como Plas Tax, que cobra 22 centavos de euro por sacola, a distribuição dos modelos plásticos caiu 97,5%. O valor recolhido com a venda de sacolinhas alternativas, como as de papel, é destinado à um fundo que promove a reciclagem de lixo e iniciativas ambientais.<br />
<strong><br />
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Austrália<br />
</strong>Apesar de na Austrália não vigorar nenhuma lei proibitiva de abrangência nacional, em muitas regiões, os supermercados resolveram se unir para estimular o uso de sacolas alternativas às embalagens plásticas. E não faltam opções, há inclusive ecobags térmicas para carregar artigos quentes ou frios. Na Austrália do Sul, um dos seis estados australianos, as sacolas plásticas estão proibidas desde 2009.<br />
<strong><br />
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Alemanha<br />
</strong>O uso de sacolas reutilizáveis ou caixas de papelão para acondicionar as compras no supermercado já virou hábito na Alemanha. Quem, ao contrário, quiser levar suas compras numa sacola plástica tradicional tem que pagar uma taxa que varia de 5 a 10 centavos de euro. </font></p>
<p><font face="Arial"><strong><br />
África do Sul<br />
</strong>O governo da África do Sul decidiu proibir em 2003 que lojas distribuam a seu clientes sacolas plásticas para carregar mercadorias. O comerciante que infringe a lei pode receber uma multa de até 50 mil reais ou mesmo ser condenado a dez anos de prisão.</font></p>
<p><font face="Arial"><strong><br />
São Francisco<br />
</strong>São Francisco, na Califórnia, foi a primeira cidade americana a banir o uso de sacolas. Somente as de papel reciclado ou biodegradáveis (feitas de goma de batata ou de milho) podem ser utilizadas. Quando a lei entrou em vigor, em 2007, a prefeitura local estimou que a iniciativa reduziria o consumo de petróleo em 3 milhões de litros por ano. </font></p>
<p><font face="Arial"><strong><br />
Washington D.C.<br />
</strong>A capital americana é outra que aboliu os sacos plásticos, passando a cobrar em 2010 uma taxa de 5 centavos de dólar sobre cada sacola utilizada. Após a restrição, Washington viu o uso de sacolas plásticas cair 85% em apenas um mês. O montante arrecadado com a venda vai para um projeto de despoluição do rio Anacostia.<br />
</font></p>]]></description><author>exame.abril.com.br</author><pubDate>07/02/2012 00:00:00 18:29:00</pubDate></item><item><title>Poupança tem 1º saldo negativo para janeiro desde 2009, diz Banco Central</title><link>http://www.portaladministracao.com.br/administracao/principal/noticia_view.asp?id=48345</link><description><![CDATA[<p><font face="Arial">As retiradas de recursos da caderneta de poupança superaram os depósitos em R$ 2,8 milhões em janeiro deste ano, informou nesta segunda-feira (6) o Banco Central.<br />
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Com isso, a caderneta de poupança registrou o primeiro saldo negativo para meses de janeiro desde 2009 (-R$ 486 milhões). Em todo ano passado, a caderneta de poupança registrou ingresso líquido (acima do valor das retiradas) de R$ 14,18 bilhões - o menor valor em cinco anos.<br />
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Dados do próprio Banco Central revelam que a retirada de recursos da caderneta de poupança acontece em um momento de elevação da taxa de inadimplência. Em dezembro do ano passado (último dado disponível), por exemplo, a inadimplência registrou o patamar mais elevado desde janeiro de 2010.<br />
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<strong>Depósitos, retiradas e saldo total<br />
</strong>Em janeiro, ainda de acordo com o Banco Central, os depósitos de recursos na caderneta de poupança somaram R$ 99,255 bilhões. Já as retiradas de recursos totalizaram R$ 99,258 bilhões no primeiro mês deste ano.<br />
<br />
<br />
Os rendimentos creditados nas contas dos poupadores, por sua vez, totalizaram R$ 2,39 bilhões em janeiro. No fim do mês passado, o volume total de recursos depositado na caderneta de poupança, por sua vez, somava R$ 422 bilhões, contra R$ 420 bilhões em dezembro do ano passado.<br />
</font></p>
<p><font face="Arial"></font> </p>]]></description><author>g1.globo.com</author><pubDate>06/02/2012 00:00:00 16:35:00</pubDate></item><item><title>Montadoras brigam na TV por consumidores dos EUA</title><link>http://www.portaladministracao.com.br/administracao/principal/noticia_view.asp?id=48344</link><description><![CDATA[<p><font face="Arial">A final do campeonato nacional de futebol americano, o Super Bowl, vai parar os Estados Unidos neste domingo (5). Por isso, anúncios de montadoras nos intervalos do jogo não vão faltar no segundo mais caro da televisão mundial.</font></p>
<p><font face="Arial"><br />
As principais marcas estarão presentes - de General Motors a Hyundai - para convencer o consumidor local de que seu dinheiro "recuperado", após uma das piores crises econômicas da história da terra do Tio Sam, será um bom investimento em um bem de consumo cada vez mais caro nos EUA, o carro.<br />
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O economista-chefe da National Automobile Dealers Association (Nada), Paul Taylor, entidade que responde pelas concessionárias dos Estados Unidos, acredita que o mercado vá crescer pouco este ano, para 13,8 milhões de unidades de automóveis e comerciais leves.<br />
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Em 2011, foram vendidas 13,36 milhões de unidades de automóveis e comerciais leves.<br />
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<br />
O crescimento, no entanto, deve ganhar força em 2013, com 15,4 milhões, e em 2014, com 16,2 milhões de unidades comercializadas.</font></p>
<p><font face="Arial"><br />
Mesmo que o volume não chegue ao patamar de antes da crise de 2008, quando ficou perto das 17 milhões de unidades em 2005, ele já é considerado "saudável". Assim, a confiança das montadoras se concentra na retomada do crédito, em clientes com dívidas quitadas, na melhora do quadro de desemprego e na renovação da frota (a idade média de um carro nos Estados Unidos está em 10,7 anos).<br />
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<strong>Carros mais caros no EUA<br />
</strong>O impacto do bom humor que toma conta da nação em ano de eleições presidenciais já se reflete no preço dos carros. Afinal, a alta da demanda força a elevação dos preços: é a natural lei da oferta e da procura. Nas lojas, é visível que as promoções não são mais "fartas" nas janelas das lojas e o governo só incentiva por meio de benefícios fiscais a compra de carros híbridos e elétricos.<br />
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As pesquisas de mercado confirmam o movimento. Nesta sexta-feira (3), a consultoria J.D. Powers divulgou levantamento que aponta aumento de 11% dos preços dos carros ao comparar com os valores praticados no crítico ano de 2008. Naquele período, o valor médio pago por um carro no mercado norte-americano era de US$ 25.500. Em janeiro de 2012, a média foi de US$ 28.341. Isso levando em conta que não houve uma migração dos consumidores para produtos mais caros. O perfil das pessoas aqui nos EUA praticamente não mudou.</font></p>
<p><font face="Arial"><br />
Tanto é que, na prática, as fabricantes têm apostado em motores mais eficientes e menos gastões e em carros considerados pequenos - para o americano, um sedã grande brasileiro é o que eles chamam de sedã pequeno.<br />
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<strong>Estratégias de cada montadora<br />
</strong>Em análise feita para a NADA, o analista chefe para a América do Norte da empresa de consultoria PwC Autofacts, Dan Montague, mostra que o mix de produtos é considerado de alto nível neste momento pós-crise.</font></p>
<p><font face="Arial"><br />
"A Ford conseguiu crescer em participação de mercado por dois anos consecutivos", exemplifica Montague, que ressaltou o fim de marcas como a Mercury. Além disso, segundo ele, por não aceitar ajuda do governo Federal, a Ford cativou mais consumidores e, com a lição de casa feita, conseguiu investir em conteúdo tecnológico para seus carros, o que pode ser visto com o novo Focus, o totalmente reformulado Escape e a nova geração do Fusion, apresentada no Salão de Detroit, em janeiro.</font></p>
<p><font face="Arial"><br />
No caso da líder de mercado General Motors, a estratégia de retomada foi a total renovação dos produtos - como acontece também no Brasil, atualmente -, com o lançamento de carros que ressaltam conteúdo, com os Chevrolet Malibu, Cruze e Impala. O diretor da PwC Autofacts, Brandon Mason, destaca ainda a reinvenção de uma Cadillac mais jovem, com os novos luxuosos XTS e ATS. "A GM está usando os produtos globais para acrescentar qualidade e novo design em seu portfólio", reforça Mason.</font></p>
<p><font face="Arial"><br />
Enquanto isso, a Chrysler desfruta de um bom casamento com a italiana Fiat, que a ajudou a inovar em estilo, eficiência e rentabilidade. Destaque para o modelo Chrysler 300 e o Dodge Dart.<br />
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<strong>Corrida contra o tempo<br />
</strong>Na terra onde "time is money" sempre, aproveitar a má fase das japonesas Toyota e Honda, por causa de recalls e desastres naturais no ano passado, é uma questão de sobrevivência. Até porque, quem mais tenta ganhar com as oscilações do mercado norte-americano são marcas emergentes por aqui, como Hyundai, Kia, Volkswagen e Nissan.</font></p>
<p><font face="Arial"><br />
Aliás, todas essas terão participação de, pelo menos, 30 segundos durante os intervalos do Super Bowl. Apesar de tanta criatividade e de tanto dinheiro gastos nas telas de uma só vez, somente os próximos meses de vendas poderão mostrar qual delas realmente fez o "touch down".<br />
</font></p>]]></description><author>g1.globo.com</author><pubDate>06/02/2012 00:00:00 16:32:00</pubDate></item><item><title>Redes de varejo da América Latina cresceram acima da média, diz estudo</title><link>http://www.portaladministracao.com.br/administracao/principal/noticia_view.asp?id=48280</link><description><![CDATA[<font face="Arial">Os 250 maiores varejistas do mundo viram suas vendas crescerem 5,3% no ano fiscal de 2010 &ndash; depois do fraco crescimento de 1,2% no ano anterior &ndash; e a margem de lucro líquido avançou de 3,1% para 3,8%. Os varejistas latino-americanos superaram os concorrentes do mundo inteiro ao atingir uma taxa de crescimento composto regional de 18% e margem de lucro líquido composta de 4,7%.<br />
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Grupo Pão de Açúcar é primeiro no ranking das maiores da América Latina e está em 45º lugar no ranking global<br />
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As informações estão disponíveis na 15&ordf; edição de &ldquo;Os Poderosos do Varejo Global&rdquo;, estudo anual desenvolvido pela Deloitte em parceria com a Stores Media, que foi divulgado nesta quinta-feira (2).<br />
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<br />
O primeiro no ranking da América Latina é o Grupo Pão de Açúcar. Entre os dez primeiros colocados na região, encontra-se outro brasileiro, as Lojas Americanas, na quinta posição.<br />
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<br />
Considerando o ranking global, o Grupo Pão de Açúcar está em 45º e as Lojas Americanas em 158º. O grupo Walmart, dos Estados Unidos, está na liderança, seguido do Carrefour (França) e da Tesco (Reino Unido).<br />
<br />
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<strong>Nível de globalização<br />
</strong>De acordo com o estudo, os varejistas europeus são, de longe, os mais ativos globalmente. &ldquo;Reduziram a sua dependência das vendas nos mercados de origem, que estagnaram nos últimos anos, e tornaram a expansão para mercados estrangeiros uma estratégia de crescimento prioritária&rdquo;, diz o levantamento.<br />
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De acordo com o estudo, todas as 13 empresas franceses que integram o ranking operavam internacionalmente, por exemplo. &ldquo;A maioria atuava, em média, em 30 países.&rdquo;<br />
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Na América Latina, 5 das 10 empresas entre os 250 maiores atuavam apenas nos seus países. &ldquo;Apesar de essa região ter a menor presença global, atuando, em média, em apenas 2,1 países, as operações no exterior representaram quase 20% das vendas totais&rdquo;, aponta o estudo.<br />
<br />
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<strong>Crescimento<br />
</strong>A 15º edição do estudo destaca que &ldquo;os varejistas tiraram o melhor proveito possível da frágil recuperação econômica de 2010. Apesar das incertezas, os planos de expansão aceleraram e as aquisições aumentaram&rdquo;.<br />
<br />
<br />
O documento cita, ainda, que &ldquo;não é de surpreender que varejistas de mercados emergentes em rápido crescimento estejam bem representados, com 18 participantes no grupo das 50 empresas que mais crescem&rdquo;.<br />
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Entre estas 50 varejistas que mais crescem, Lojas Americanas aparece em nono lugar e o Grupo Pão de Açúcar está em 20º.<br />
</font>]]></description><author>g1.globo.com</author><pubDate>03/02/2012 00:00:00 15:43:00</pubDate></item><item><title>Os salários e benefícios oferecidos pelo Facebook</title><link>http://www.portaladministracao.com.br/administracao/principal/noticia_view.asp?id=48279</link><description><![CDATA[<p><font face="Arial">Na prática, como o IPO da rede social Facebook vai influenciar a carreira dos funcionários da rede social? Segundo rumores, tornando alguns deles milionários. Especula-se que a abertura de capital da companhia de Mark Zuckerberg crie, da noite para o dia, cerca de mil milionários. </font></p>
<p><font face="Arial"><br />
Exagero ou não, o fato é que, pelo menos em termos de benefícios e mimos para seus funcionários, o Facebook parece ter feito a lição de casa. Em ranking elaborado pelo site Glassdoor sobre as empresas que são aclamadas por causa da boa comida, a empresa de Zuckerberg arrematou a primeira posição. </font></p>
<p><font face="Arial"><br />
Mas nem só de estratégias para conquistar o estômago dos colaboradores vivem os pacotes de benefícios da companhia. Confira quais os mimos e os salários oferecidos pelo Facebook para os profissionais que trabalham na sede da empresa em Palo Alto (e em outras unidades nos Estados Unidos).<br />
<br />
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<strong>Saúde<br />
</strong>O plano de saúde engloba oferecido pela companhia engloba assistência médica, odontológica e seguro de vida. Além disso, o Facebook reembolsa 50% da mensalidade de academias frequentadas pelos funcionários.<br />
<br />
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<strong>Licença maternidade e ajuda de custo com a babá<br />
</strong>Além de quatro meses de licença maternidade, o Facebook oferece 4 mil dólares para cobrir as despesas do processo de adoção para funcionários que adotam crianças.<br />
<br />
Funcionários com filhos até cinco anos de idade podem receber até 3 mil dólares por ano para cobrir gastos com babás.<br />
<strong><br />
<br />
Descontos<br />
</strong>A companhia mantém parcerias com empresas como Microsoft, Dell, Apple e AT&T para oferecer descontos e preços especiais para funcionários.<br />
<br />
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<strong>Férias<br />
</strong>A companhia oferece 21 dias de férias remuneradas por ano.<br />
<br />
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<strong>Salários <br />
</strong>A lista foi feita com base em informações postadas por funcionários do Facebook na rede profissional Glassdoor. O valor é uma média feita pelo site com base nos <br />
dados fornecidos:<br />
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<strong>Cargo x Salário médio<br />
</strong><br />
Engenheiro de software sênior: 145.340 dólares/ano<br />
<br />
Engenheiro de interface do usuário: 129.504 dólares/ano<br />
<br />
Gerente de produtos: 124.200 dólares/ano<br />
<br />
Gerente de desenvolvimento de negócios: 115 mil dólares/ano<br />
<br />
Cientista pesquisador: 113 mil dólares/ano<br />
</font></p>]]></description><author>exame.abril.com.br</author><pubDate>03/02/2012 00:00:00 15:40:00</pubDate></item><item><title>Zuckerberg pode ficar entre os 10 mais ricos do mundo com IPO</title><link>http://www.portaladministracao.com.br/administracao/principal/noticia_view.asp?id=48221</link><description><![CDATA[<font face="Arial">Mark Zuckerberg tem apenas 27 anos e grande chance de figurar entre os dez homens mais ricos do mundo no ranking da revista Forbes deste ano, após a abertura de capital do Facebook.<br />
<br />
<br />
Isso porque, só com a participação do empresário na companhia que ajudou a fundar, Zuckerberg teria fortuna estimada em 28 bilhões de dólares.<br />
<br />
<br />
O Facebook, segundo avaliação do mercado, tem valor estimado em 100 bilhões de dólares e Zuckerberg direito a 28% desse montante.<br />
<br />
<br />
No último ranking divulgado pela Forbes, em 2011, o jovem empresário ocupava a 52&ordf;, com fortuna estimada em 17,5 bilhões de dólares.<br />
<br />
<br />
Com os 28 bilhões de dólares, no entanto, Zuckerberg ocuparia a posição que hoje pertence ao empresário indiano Mukesh Ambani com patrimônio avaliado em 27 bilhões de dólares, e estaria atrás do empresário Eike Batista, hoje, com a 8&ordf; posição e fortuna de 30 bilhões de dólares.<br />
<br />
<br />
A abertura de capital do Facebook é um dos eventos mais aguardados pelo mercado financeiro americano deste ano. Segundo estimativas, a companhia pode levantar até 5 bilhões de dólares com o IPO e entraria para a história como maior IPO do setor da internet já registrado. O montante é mais do que o dobro do valor conseguido pelo Google quando fez sua estreia na bolsa.<br />
</font>]]></description><author>exame.abril.com.br</author><pubDate>02/02/2012 00:00:00 16:23:00</pubDate></item><item><title>GM lidera vendas de automóveis em janeiro</title><link>http://www.portaladministracao.com.br/administracao/principal/noticia_view.asp?id=48219</link><description><![CDATA[<font face="Arial">A General Motors (GM) foi campeã de vendas de automóveis no primeiro mês de 2012, com 23,62% do mercado, segundo dados da Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave).<br />
<br />
<br />
Entre os carros mais vendidos pela montadora, os modelos Celta e Corsa Sedan lideraram o ranking. Com os dois modelos, a montadora vendeu cerca de 22.500 automóveis no mês.<br />
<br />
<br />
O Gol, da Volkswagen, no entanto, continuou como o modelo mais vendido do país, com 19.050 emplacamentos em janeiro. <br />
<br />
<br />
A Fiat e Volks seguem praticamente com a mesma participação de mercado, 21,61% e 21,48% respectivamente.<br />
<br />
<br />
De acordo com dados da Fenabrave, as vendas de veículos novos no país, que incluem desde automóveis a carretinhas para jet sky, cresceram 8,85% na comparação com o mesmo período de 2011. <br />
<br />
<br />
Em janeiro, foram emplacadas quase 425.000 unidades. O montante é o maior já registrado na história do setor automotivo no período.<br />
</font>]]></description><author>exame.abril.com.br</author><pubDate>02/02/2012 00:00:00 16:20:00</pubDate></item><item><title>Australiano vende empresa de ônibus e dá US$ 5 mil a cada funcionário </title><link>http://www.portaladministracao.com.br/administracao/principal/noticia_view.asp?id=48151</link><description><![CDATA[<font face="Arial">Segundo a imprensa australiana, Ken Grenda, de 66 anos, disse que queria recompensar a lealdade dos seus 1.800 funcionários, muitos que já estavam há anos na sua empresa, a Grenda Transit Management.<br />
<br />
<br />
'Nós temos funcionários que estão aqui há 40 anos, então isso é algo bacana de se fazer', disse o filho de Grenda, Scott, à rede de televisão australiana ABC News.<br />
<br />
<br />
Ken Grenda afirmou que a qualidade de qualquer empresa é um reflexo dos seus empregados, e que os seus eram fantásticos.<br />
<br />
<br />
'Nós temos pessoas aqui que são da segunda geração [de famílias empregadas], e um sujeito que está no mesmo emprego há 52 anos.'<br />
<br />
<br />
A imprensa australiana apelidou-o de o 'melhor' e 'mais generoso' chefe na Austrália. De acordo com os jornais, alguns empregados ficaram surpresos e chegaram a telefonar para seus bancos, para saber se havia algum erro nas suas contas correntes.<br />
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De acordo com o jornal 'Herald Sun', todos os funcionários vão manter seus empregos sob a nova direção.<br />
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Ele depositou o dinheiro nas contas dos empregados depois de a empresa ter sido vendida por US$ 400 milhões. No total, ele desembolsou mais de US$ 16 milhões com bônus a seus funcionários.<br />
</font>]]></description><author>g1.globo.com</author><pubDate>01/02/2012 00:00:00 16:56:00</pubDate></item><item><title>Polícia ambiental multa frigorífico em R$ 1 milhão por vazamento em MS</title><link>http://www.portaladministracao.com.br/administracao/principal/noticia_view.asp?id=48150</link><description><![CDATA[<font face="Arial">A Polícia Militar Ambiental (PMA) em Bataguassu, a 335 km de Campo Grande, aplicou multa administrativa de R$ 1 milhão ao grupo Marfrig Frigoríficos e Comércio de Alimentos S/A. A penalidade, segundo a polícia, é decorrente da poluição causada pelo gás que resultou a morte de quatro pessoas e intoxicação de outras 28, nesta terça-feira (31).<br />
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De acordo com a PMA, este valor poderá ser aumentado ou reduzido ao final do processo administrativo instaurado pelo Instituto de Meio Ambiente de Mato Grosso do Sul (Imasul). A multa foi calculada com base no artigo 61 do decreto federal 6.514/2008, que trata da penalidade imposta quando a poluição causa danos aos seres humanos.<br />
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A assessoria da empresa informou ao G1 que está focada no atendimento dos funcionários e familiares e na apuração das causas do acidente e, por isso, não iria <br />
se manifestar sobre a multa. O presidente do grupo, Marcos Antonio Molina dos Santos, divulgou nota de pesar.  A empresa confirmou que que houve uma reação química decorrente de manipulação de insumos.<br />
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<strong>Inquérito<br />
</strong>A empresa também está sendo investigada pela Polícia Civil. Um inquérito foi aberto nesta terça-feira (31) e a perícia no local será feita assim que o Corpo de Bombeiros liberar a entrada no curtume, interditado desde o acidente. Uma equipe da PMA também aguarda a liberação para a vistoria.<br />
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Desde ontem, uma equipe do Corpo de Bombeiros, especializada em acidentes com produtos químicos, realiza a coleta de amostras de materiais que estão depositados em tanques no curtume. A avaliação poderá indicar as causas do vazamento.<br />
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Preliminarmente, segundo a PMA, a empresa tem todas as licenças ambientais exigidas pelos órgãos.<br />
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<strong>Intoxicados<br />
</strong>Segundo o hospital municipal de Bataguassu, os funcionários da empresa que haviam sido internados com sintomas de intoxicação já foram liberados. No total, 28 passaram mal, mas 21 permaneceram no hospital. Deste total, até ontem à noite, oito permaneciam na instituição e foram liberados na manhã desta quarta-feira (1º).<br />
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Três funcionários que foram transferidos para a Santa Casa de Presidente Prudente (SP) permanecem internados. O boletim divulgado na terça indica que dois funcionários do curtume, um de 24 e outro de 39 anos, estão sedados e respiram com a ajuda de aparelhos. O terceiro ferido, que também está na UTI, um homem de 36 anos, respira sem a ajuda de aparelhos e apresenta sintomas neurológicos leves. A assessoria da Marfrig disse nesta quarta-feira (1º) que o quadro evolutivo de todos é considerado positivo.<br />
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<strong>O acidente<br />
</strong>Segundo o Corpo de Bombeiros, o acidente aconteceu por volta das 12h (horário de Brasília), quando um motorista da empresa fazia o descarregamento de substância utilizada para retirada do pelo do couro bovino. O funcionário percebeu que houve uma reação química com outro produto, não identificado.<br />
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Ainda conforme os bombeiros, três funcionários que estavam em uma estrutura acima do local onde a substância era descarregada, caíram desmaiados e um quarto tentou descer pelas escadas, mas não conseguiu.<br />
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O Corpo de Bombeiros aponta ainda que o homem que descarregava o produto ainda conseguiu fechar a válvula que liberava a substância no tanque antes de se afastar e que funcionários próximos do local começaram a apresentar mal-estar, logo em seguida.<br />
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Um dos funcionários, internado no hospital de Bataguassu, disse que ouviu muitos gritos após o desmaio dos colegas. &ldquo;Escutei gritos, avisando para sair correndo, eu vi muita gente correndo lá para fora, eu tentei correr, mas começou a faltar ar e eu caí&rdquo;.<br />
</font>]]></description><author>g1.globo.com</author><pubDate>01/02/2012 00:00:00 16:53:00</pubDate></item><item><title>Pepsi provoca Coca-Cola em filme para Super Bowl</title><link>http://www.portaladministracao.com.br/administracao/principal/noticia_view.asp?id=48088</link><description><![CDATA[<font face="Arial">A Pepsi provoca a Coca-Cola novamente em um comercial para o Super Bowl, mas esse é certamente um dos capítulos mais fracos e previsíveis dessa guerra.<br />
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Aliás, faz tempo que a Coca-Cola não responde a essas cutucadas, e costuma veicular filmes bem mais épicos no intervalo publicitário mais caro do mundo. Além de aproveitar melhor o investimento, os comerciais da Coca são amplamente mais comentados do que a da rival engraçadinha nos últimos anos.<br />
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Dessa vez, a Pepsi brinca novamente com a figura dos entregadores de refrigerante, e faz o da concorrente escolher por uma Pepsi Max no supermercado. Essa disputa começou com o clássico comercial &ldquo;Diner&rdquo;, que em 2010 ganhou um remake.<br />
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A criação é da TBWA\Chiat\Day.</font>]]></description><author>exame.abril.com.br</author><pubDate>31/01/2012 00:00:00 17:07:00</pubDate></item><item><title>Pantene patrocina 11 atletas para Olimpíadas</title><link>http://www.portaladministracao.com.br/administracao/principal/noticia_view.asp?id=48087</link><description><![CDATA[<font face="Arial">A Pantene fechou patrocínio com 11 atletas femininas, buscando associar a saúde à beleza. A ação faz parte da estratégia da Procter & Gamble como Parceira Mundial nos Jogos Olímpicos de Londres. <br />
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O grupo escolhido terá como proposta mostrar que, independente do treinamento, elas conseguem manter os cuidados com os cabelos, e reforçar que os produtos atuam em condições exigentes. Recentemente, a Gillete, também da P&G, convidou 24 atletas de 18 países para divulgar a marca nas Olimpíadas deste ano.<br />
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As chamadas embaixadoras da beleza são a brasileira Jaqueline Carvalho, do vôlei, a argentina Gisela Dulko, do tênis, a mexicana Paola Espinosa, mergulhadora, a russa Evgeniya Kanaeva e a coreana Yeon-Jae Son, da ginástica rítmica, a chinesa Wu Minxia, também mergulhadora, a inglesa Victoria Pendleton, do ciclismo, a canadense Annamay Pierse, a japonesa Aya Terakawa, a norte-americana Natalie Coughlin e a australiana Emily Seebohm, da natação.<br />
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Entre elas, seis são medalhistas de ouro olímpico. As mulheres se juntarão a celebridades como as atrizes Liv Tyler e Eva Mendes, destaques em campanhas da Pantene.</font>]]></description><author>exame.abril.com.br</author><pubDate>31/01/2012 00:00:00 17:03:00</pubDate></item><item><title>Setor de TI lidera ranking de fusões e aquisições em 2011, diz KPMG</title><link>http://www.portaladministracao.com.br/administracao/principal/noticia_view.asp?id=48035</link><description><![CDATA[<font face="Arial">O setor de Tecnologia da Informação (TI) respondeu pelo maior número de operações de fusões e aquisições em 2011, pelo quarto ano consecutivo, conforme levantamento da KPMG divulgado nesta segunda-feira (30).<br />
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No ano passado, foram realizadas 90 transações envolvendo empresas do segmento de TI, aumento de 5,5% em relação a 2010.<br />
"O setor de TI vem registrando movimento crescente no número de fusões e aquisições desde 1999 e, há quatro anos, se mantém na posição de líder, ultrapassando indústrias fortes no país como Alimentos e Bebida, Imobiliário e Petróleo e Gás", afirmou a consultoria em nota.<br />
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Ainda de acordo com a pesquisa, no último ano foram realizadas 45 operações no segmento envolvendo somente empresas de capital nacional.<br />
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Outros 17 negócios incluíram companhias estrangeiras adquirindo brasileiras, três nacionais adquiriram estrangeiras no exterior, duas brasileiras compraram estrangeiras estabelecidas no Brasil e 23 estrangeiras assumiram outra estrangeira estabelecida no país.             </font>]]></description><author>g1.globo.com</author><pubDate>30/01/2012 00:00:00 17:45:00</pubDate></item><item><title>Empresa aposta no público gay e cria 'cuelcinha', a calcinha para homens</title><link>http://www.portaladministracao.com.br/administracao/principal/noticia_view.asp?id=48034</link><description><![CDATA[<p><font face="Arial">Foi para presentear um amigo que a jovem estilista Beatriz Rouce, 21 anos, fabricou sua primeira peça de lingerie masculina. "Eu tenho vários amigos homossexuais, e um dia um comentou que seria interessante se houvesse um produto como esse", conta a empresária de Americana, no interior de São Paulo.<br />
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"Ele gostou, mais amigos pediram, e eu abracei a ideia", diz Beatriz, que viu no interesse do amigo uma oportunidade de se especializar e abrir a própria empresa.<br />
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Nasceram daí as "cuelcinhas" (de cueca + calcinha), batizadas assim por serem criadas para se adequarem à anatomia do homem, mas com todos os babados, <br />
rendas e delicadezas das tradicionais lingeries femininas. Hoje, ela contabiliza a venda de cerca de 50 peças por dia, confeccionadas por uma empresa de costura terceirizada. É dela, no entanto, a escolha dos desenhos, tecidos, aviamentos, acabamentos e moldes de toda a produção.<br />
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O empreendimento contou com o total apoio dos pais de Beatriz. Donos há 23 anos de uma metalúrgica na cidade, eles financiaram a abertura, em outubro do ano passado, da Comum de Dois, empresa criada para a filha. Hoje, a mãe de Beatriz cuida também da administração da empresa ao lado de seu outro filho, Rodrigo, que é responsável pelos estoques, logística, emissão de notas fiscais e envio da mercadoria aos clientes.</font></p>
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"Meus pais viram uma oportunidade de crescimento e resolveram investir". Abriram um site na internet, procuraram quem fabricasse as peças e já começaram a receber pedidos e encomendas. As vendas acontecem por Skype e MSN e os produtos são entregues pelos Correios - tudo com a máxima discrição, garante a empresária. Os preços variam de R$ 40 a R$ 55.<br />
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A reação ao lançamento da marca, conta Beatriz, foi imediata - tanto dos consumidores quanto dos críticos. Nas primeiras semanas, a "cuelcinha" repercutiu nas redes sociais e o site chegou a cair por conta do alto e inesperado número de acessos. "Não precisamos nem fazer propaganda. Logo já estávamos em blogs e recebendo muitos comentários", conta a estilista.</font></p>
<p><font face="Arial"><br />
A mãe de Beatriz e gerente da Comum de Dois, Edy Rouce, diz que o filão de homossexuais que gostam de usar peças de roupas femininas existe e é praticamente ignorado no Brasil. "Como empreendedores, é claro que pensamos no resultado. Mas tudo isso surgiu porque esse mercado é carente de coisas exclusivas para eles", diz Edy que, junto com a filha, planeja lançar uma nova linha de produtos no início de fevereiro, sempre ligada ao universo das roupas femininas. "Vamos manter esse conceito".<br />
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Tanto na opinião da mãe quanto da filha, grande parte das críticas ao produto vem de pessoas que não entenderam o conceito da marca, destinada a atender um nicho específico de consumidores.<br />
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"Não é um produto para homens heterossexuais, para o namorado de nenhuma mulher. É para um nicho dentro do público gay, e vi que em alguns momentos isso não foi compreendido. Mas não vou me esforçar para que isso seja entendido, quem é o público sabe", diz Beatriz.<br />
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Segundo Edy, a gerente, a marca oferece produtos que se diferenciam de itens vendidos em sexshops, dedicados a fetiches, porque a ideia é que as calcinhas sejam usadas também no dia a dia, a exemplo das mulheres. "Tem a vertente da noite, a que você usa para a balada. E tem aquela de usar para o escritório que não vai marcar nada, não vai denunciar nada. Um executivo, por exemplo, não vai gostar que apareça um lacinho. Tem modelos mais básicos", diz.<br />
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A jovem empreendedora, que até então acumulava no currículo alguns <a href="http://www.portaleducacao.com.br/educacao/cursos/cursos.asp"><strong>cursos</strong></a> técnicos e trabalhos pontuais na costura, diz que precisou pesquisar e aprender para desenhar as lingeries masculinas. "É difícil porque você tem que aplicar o conceito masculino, com a anatomia diferente, mais a parte da sensualidade". As redes sociais e a internet são as principais fontes de inspiração da empresária para saber das preferências do público e até do que é tendência nas lingeries femininas para aplicá-las às coleções. "É um público exigente, detalhista, que presta atenção no acabamento e vê para onde está indo o dinheiro dele".<br />
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Justamente pelo inusitado dos produtos que fabrica, Beatriz entende que a seriedade na produção e no relacionamento com os clientes é fundamental para o crescimento da empresa. "É um trabalho sério, é muita responsabilidade. De não fazer feio, de não vulgarizar, de não me denegrir, nem aos meus clientes", afirma a empresária. </font></p>]]></description><author>g1.globo.com</author><pubDate>30/01/2012 00:00:00 17:39:00</pubDate></item><item><title>Nono dígito em celulares de SP será implementado em julho deste ano</title><link>http://www.portaladministracao.com.br/administracao/principal/noticia_view.asp?id=47961</link><description><![CDATA[A Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) publicou nesta sexta-feira (27), no Diário Oficial da União, um aviso no qual comunica que o nono dígito nos telefones móveis da área de registro 11 (São Paulo) será implementado a partir de 29 de julho deste ano.<br />
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A medida tem como objetivo ampliar os recursos de numeração dessa área. O dígito 9 (nove) será acrescentado à esquerda dos atuais números da área 11, que compreende a capital e os municípios da região metropolitana de São Paulo, dentre outros. Com isso, os números passarão a ter o seguinte formato: 9xxxx-xxxx.<br />
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O nono dígito deverá ser acrescentado, no momento da discagem, por todos os usuários de telefone fixo e móvel que liguem para telefones móveis da área 11, independentemente do local de origem da chamada.<br />
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Após 29 de julho, as ligações marcadas com oito dígitos ainda serão completadas por um tempo determinado, para adaptação das redes e usuários. Segundo a Anatel, "gradualmente haverá interceptações e os usuários receberão mensagens com orientações sobre a nova forma de discagem". De acordo com a Anatel, os usuários terão um período de 90 dias  a partir de 29 de julho para se adaptarem aos nove dígitos nas ligações. Após esse período, as chamadas marcadas com oito dígitos não serão mais completadas.<br />
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Além das adequações técnicas por parte das prestadoras de serviço de telecomunicações, de acordo com a agência, "a medida demandará da sociedade a realização de eventuais ajustes em equipamentos e sistemas privados como, por exemplo, equipamentos de PABX e agendas de contatos".<br />
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<strong>Decisão</strong><br />
A decisão de elevar os dígitos foi tomada durante reunião realizada em dezembro pelo Conselho Diretor da Anatel.<br />
O conselho chegou a avaliar a possibilidade de criar um novo código de área para São Paulo &ndash; além do 11 usado nas ligações interurbanas, o órgão estudou a implantação do DDD 10. Os conselheiros da Anatel, no entanto, acabaram decidindo pela adição de mais um dígito nos números de telefone.<br />
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<strong>2011 teve recorde em habilitações</strong><br />
A Anatel divulgou no dia 16 de janeiro que o Brasil fechou 2011 com um número recorde de habilitações de telefonia móvel, que inclui novos celulares e terminais 3G, segundo a agência. Foram 39,3 milhões de habilitações no ano passado, alta de 19,36% sobre os números de 2010. Ao todo, o país fechou 2011 com cerca de 242,2 milhões de celulares habilitados.<br />
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Em dezembro de 2011, foram mais de 6,1 milhões de habilitações (crescimento de 2,6% sobre novembro). De acordo com a Anatel, esse foi o mês com o maior número de habilitações na história, superando dezembro de 2010 (5,4 milhões), de 2007 (4,7 milhões) e de 2005 (4,4 milhões).<br />]]></description><author>g1.globo.com</author><pubDate>27/01/2012 00:00:00 16:28:00</pubDate></item><item><title>Vale recebe 'prêmio' de empresa com pior atuação social e ambiental</title><link>http://www.portaladministracao.com.br/administracao/principal/noticia_view.asp?id=47959</link><description><![CDATA[A mineradora brasileira Vale foi eleita a pior empresa do mundo pelo "Public Eye People&acute;s&rdquo;, premiação realizada pelo Greenpeace da Suíça e pela ONG Declaração de Berna, que escolhe as empresas com pior atuação em relação aos direitos humanos e ao meio ambiente.<br />
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O resultado foi divulgado nesta sexta-feira (27), durante o Fórum Econômico Mundial de Davos, na Suíça. Em votação aberta ao público, a Vale foi eleita com 25.041 votos, seguida pela japonesa Tepco (24.245), que opera as usinas nucleares de Fukushima, e pela Samsung (19.014). Segundo os organizadores, 88 mil pessoas participaram da votação online.<br />
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O prêmio do júri foi para o banco britânico Barclays, que, ao especular, seria responsável por inflacionar os preços dos alimentos no mundo, segundo os organizadores da premiação.<br />
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<br />
De acordo com as ONGs, a Vale foi indicada por sua participação na construção da usina de Belo Monte, no Pará. "A represa deve resultar na realocação de 40 mil pessoas, que não podem dar sua opinião sobre o assunto nem devem receber compensação", dizem as entidades em nota.<br />
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As ONGs afirmam ainda que a história da companhia tem sido manchada "por repetidas violações dos direitos humanos, condições desumanas de trabalho e a exploração impiedosa da natureza".<br />
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É a primeira vez que uma empresa brasileira leva o inglório título. A premiação existe desde o ano 2000.<br />
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A Vale tem participação minoritária no consórcio Norte Energia, responsável pela implantação, operação e exploração de Belo Monte.<br />
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Procurada pelo G1, a Vale informou que criou na internet uma página para esclarecimento do assunto. "A Vale sabe que a atividade mineradora gera impactos e, por isso, atua de forma a controlá-los e reduzi-los", afirma a companhia na página de esclarecimento. "Além das obrigações legais e gestão dos impactos de suas operações e projetos, a Vale contribui voluntariamente e investe na conservação de ecossistemas naturais e boas práticas em desenvolvimento sustentável", acrescenta.<br />
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A Vale informa que planeja investir US$ 1,65 bilhão em ações socioambientais em 2012 e disponibiliza na página respostas ("Os fatos reais sobre a Vale") para "O que estão dizendo sobre a Vale".<br />
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Outra mineradora, a norte-americana Freeport McMoRan, também tinha sido indicada ao prêmio, por supostamente violar direitos humanos em suas operações.<br />
Segundo as ONGs, aTepco foi indicada por negligência em suas usinas atômicas e a Samsung, por usar substâncias tóxicas em suas fábricas.]]></description><author>g1.globo.com</author><pubDate>27/01/2012 00:00:00 16:20:00</pubDate></item><item><title>Sob pressão do FMI, Grécia retoma negociação com bancos</title><link>http://www.portaladministracao.com.br/administracao/principal/noticia_view.asp?id=47885</link><description><![CDATA[O diretor-gerente do Instituto Internacional de Finanças (IIF), Charles Dallara, representante dos bancos credores da Grécia, chegou nesta quinta-feira (26) a Atenas para prosseguir com a dura negociação entre o governo grego e seus credores privados para reduzir parte da dívida do país &ndash; que se encontra sob intensa pressão do FMI.<br />
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Dallara já afirmou que os banqueiros não aceitarão voluntariamente um perdão de mais que 50% de seus títulos gregos, equivalente a cerca de 100 bilhões de euros.<br />
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<br />
O Fundo Monetário Internacional (FMI), por sua vez, diz que só irá desbloquear seus empréstimos à Grécia se houver um plano claro de redução da dívida pública grega dos 160% atuais para 120% do PIB em 2020.<br />
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"Para garantir a sustentabilidade da dívida da Grécia, é essencial um novo programa baseado em uma combinação de apoio do setor privado e setor público. Só assim se chegará aos 120% do PIB em 2020", disse na quarta-feira à noite o FMI.<br />
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<strong>Europa</strong><br />
Em Berlim, a chanceler alemã, Angela Merkel, recebeu o novo primeiro-ministro espanhol, Mariano Rajoy, e deu total apoio de seu país às reformas é às medidas de austeridade realizadas na Espanha.<br />
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"É absurdo oferecer dinheiro se não lutamos contra as origens da crise", disse Merkel na quarta-feira a seis jornais europeus.]]></description><author>g1.globo.com</author><pubDate>26/01/2012 00:00:00 17:49:00</pubDate></item><item><title>Copom vê 'elevada probabilidade' de juros abaixo de 10% ao ano</title><link>http://www.portaladministracao.com.br/administracao/principal/noticia_view.asp?id=47884</link><description><![CDATA[O Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central informou nesta quinta-feira (26), por meio da ata de sua última reunião, quando a taxa básica de juros da economia brasileira recuou de 11% para 10,5% ao ano no quarto corte consecutivo, que vê "elevada probabilidade à concretização de um cenário que contempla a taxa Selic se deslocando para patamares de um dígito", ou seja, abaixo de 10% ao ano.<br />
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Segundo o Copom, ocorreram "mudanças estruturais significativas" na economia brasileira, que determinaram recuo nas taxas de juros em geral, e, em particular, na chamada "taxa neutra" (que teoricamente evitaria a inflação e, também, o desemprego).<br />
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Contribuem para esta redução dos juros no Brasil, segundo o Banco Central, mudanças nos mercados financeiros e de capitais (bolsas de valores), assim como a manutenção da política de superávits primários (economia feita para pagar juros da dívida pública e manter sua trajetória de queda) e o aumento da oferta de poupança externa.<br />
<br />
<br />
"Para o Comitê, todas essas transformações caracterizam-se por um elevado grau de perenidade &ndash; embora, em virtude dos próprios ciclos econômicos, reversões pontuais e temporárias possam ocorrer &ndash; e contruibuem para que a economia brasileira hoje apresente sólidos indicadores de solvência e de liquidez", avaliou, na ata do Copom.<br />
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<br />
O Copom informou que também considera, neste cenário de juros abaixo de 10% ao ano, a desaceleração da economia e o cenário de crise financeira internacional. "Considerando ainda que a desaceleração da economia brasileira no segundo semestre do ano passado foi maior do que se antecipava e que eventos recentes indicam postergação de uma solução definitiva para a crise financeira europeia, neste momento, o Copom atribui elevada probabilidade à concretização de um cenário que contempla a taxa Selic se deslocando para patamares de um dígito", informou.<br />
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<strong><br />
Expectativa do mercado</strong><br />
A expectativa do mercado financeiro, até o momento, é de dois novos cortes na taxa básica de juros neste ano, em março e abril, ambos de 0,5 ponto percentual, o que baixaria a taxa Selic para 9,5% ao ano - patamar no qual a taxa permaneceria até o fim deste ano. Entretanto, a previsão dos analistas do mercado financeiro é de novos aumentos de juros a partir do começo de 2013 - finalizando o próximo ano em 10,25% ao ano.<br />
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<br />
Em dezembro, no último relatório de inflação, a autoridade monetária estimou um IPCA de 4,7% para este ano e para o próximo no "cenário de referência" (juros e câmbio estáveis). Com cenário de queda dos juros esperado pelo mecado financeiro, a previsão ficou em 4,7% para este ano, subindo para 5,2% em 2013. O mercado financeiro, por sua vez, estima um IPCA 5,29% para 2012 e de 5% para o ano que vem.  <br />
<br />
<br />
"O Copom reconhece um ambiente econômico em que prevalece nível de incerteza muito acima do usual, e pondera que o cenário prospectivo para a inflação, desde sua última reunião, acumulou sinais favoráveis. O Comitê nota que, no cenário central com que trabalha, a taxa de inflação posiciona-se em torno da meta em 2012, e são decrescentes os riscos à concretização de um cenário em que a inflação convirja tempestivamente para o valor central da meta", informou, por meio da ata de sua última reunião.<br />
<br />
<br />
<strong>'Ajuste moderado'</strong><br />
O Copom também suprimiu da ata de sua última reunião a informação de que seria possível promover um "ajuste moderado" na taxa básica de juros. No documento divulgado nesta quarta-feira, o BC informou apenas que, "dando seguimento ao processo de ajuste das condições monetárias, o Copom decidiu, por unanimidade, reduzir a taxa Selic para 10,50% a.a., sem viés".<br />
<br />
<br />
O termo constava no comunicado divulgado logo após a reunião do Copom, na semana passada. Na ocasião, o BC informou: "Dando seguimento ao processo de ajuste das condições monetárias, o Copom decidiu, por unanimidade, reduzir a taxa Selic para 10,50% a.a., sem viés. O Copom entende que, ao tempestivamente mitigar os efeitos vindos de um ambiente global mais restritivo, um ajuste moderado no nível da taxa básica é consistente com o cenário de convergência da inflação para a meta em 2012".<br />
<br />
<br />
Na reunião de novembro, a expressão também estava presente, mas no plural. Naquele momento, o Banco Central informou: "O Copom entende que, ao tempestivamente mitigar os efeitos vindos de um ambiente global mais restritivo, ajustes moderados no nível da taxa básica são consistentes com o cenário de convergência da inflação para a meta em 2012".]]></description><author>g1.globo.com</author><pubDate>26/01/2012 00:00:00 17:41:00</pubDate></item><item><title>Desemprego recua em dezembro e fecha a 4,7%, diz IBGE</title><link>http://www.portaladministracao.com.br/administracao/principal/noticia_view.asp?id=47881</link><description><![CDATA[A taxa de desemprego nas seis regiões metropolitanas pesquisadas pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) recuou para 4,7% em dezembro de 2011, após ficar em 5,2% em novembro, de acordo com dados divulgados nesta quinta-feira (26). Essa taxa é a menor para o mês de dezembro e também a menor de toda a série histórica da Pesquisa Mensal de Emprego (PME) iniciada em março de 2002, segundo o instituto. Em dezembro de 2010, o indicador havia ficado em 5,3%.<br />
<br />
<br />
Com o resultado do último mês de 2011, a média da taxa de desemprego no ano ficou em 6%. De acordo com o IBGE, também a menor média anual. Em 2010, a taxa média de desocupação era de 6,7%.<br />
<br />
<br />
Em dezembro, a população desocupada foi estimada em 1,1 milhão de pessoas, registrando queda de 9,5% sobre o mês anterior e de 9,4% em relação a dezembro de 2010. No ano inteiro, em média, os desocupados somaram 1,4 milhão de pessoas - recuo de 10,4% sobre 2010.<br />
<br />
<br />
Já a população ocupada atingiu 22,7 milhões de pessoas, ficando estável na comparação mensal e apresentando alta de 1,3% sobre dezembro de 2010. Na média de 2011, os ocupados somaram 22,5 milhões de pessoas, um contingente 2,1% maior que o de 2010 (22,0 milhões).<br />
<br />
<br />
Quanto ao número de trabalhadores com carteira assinada no setor privado, a soma chegou a 11,2 milhões, não apresentando variação em relação a novembro, mas registrou alta de 6,0% sobre dezembro do ano anterior. No ano inteiro, na média, houve um recorde na proporção de trabalhadores com carteira assinada (10,9 milhões) em relação ao total de ocupados: 48,5%, frente a 46,3% em 2010.<br />
<br />
<br />
<strong>Salário</strong><br />
O rendimento médio real habitual dos ocupados ficou em R$ 1.650,00, o valor mais alto para o mês de dezembro desde 2002, e aumentou 1,1% sobre novembro. Na comparação com dezembro de 2010, o poder de compra cresceu 2,6%.<br />
<br />
<br />
A média anual do rendimento médio mensal habitualmente recebido no trabalho principal foi estimada em R$ 1.625,46, aumento de 2,7% em relação a 2010. O rendimento domiciliar per capita aumentou de 2010 para 2011 em 3,8%.]]></description><author>g1.globo.com</author><pubDate>26/01/2012 00:00:00 17:36:00</pubDate></item><item><title>Vale conclui aquisição de ações da Vale Fertilizantes</title><link>http://www.portaladministracao.com.br/administracao/principal/noticia_view.asp?id=47779</link><description><![CDATA[<font face="Arial">A Vale anunciou nesta terça-feira (24) que concluiu o resgate de 5.314.386 de ações de minoritários remanescentes em circulação, entre ordinárias e preferenciais, que representavam 0,94% do total das ações da Vale Fertilizantes.<br />
<br />
"Desta forma, a Vale passará a deter, através de controladas, 100% do total de ações ordinárias e 100% do total de ações preferenciais da Vale Fertilizantes", informou a companhia, em comunicado.<br />
<br />
"A conclusão da aquisição da Vale Fertilizantes está em linha com a estratégia de transformação da Vale num dos líderes globais na indústria de fertilizantes, que compreende a construção de plataforma de criação de valor composta por ativos de classe mundial viabilizada pela combinação de aquisições e crescimento orgânico", acrescentou.<br />
<br />
De acordo com o documento, o valor da ação para o resgate ficou em R$ 25, acrescido de juros calculados com base na taxa Selic, contados da data de liquidação da OPA, em 15 de dezembro de 2011. A data prevista para o pagamento será 26 de janeiro.<br />
<br />
A mineradora Vale concluiu a oferta pública para aquisição de ações da Vale Fertilizantes em 12 de dezembro, por R$ 2,078 bilhões, como parte do cancelamento do registro de companhia aberta.<br />
<br />
Na ocasião, a maior produtora de minério de ferro do mundo havia comprado o equivalente a 83,9% das ações ordinárias e 0,1% das preferenciais em circulação.<br />
</font>]]></description><author>g1.globo.com</author><pubDate>24/01/2012 00:00:00 16:39:00</pubDate></item><item><title>Lucro da Johnson &amp; Johnson cai 89% no 4º trimestre de 2011</title><link>http://www.portaladministracao.com.br/administracao/principal/noticia_view.asp?id=47777</link><description><![CDATA[<font face="Arial">A Johnson & Johnson teve lucro no quarto trimestre acima do esperado, mas amargou grandes gastos com recalls e previu que os ganhos de 2012 ficarão abaixo da previsão de Wall Street por causa das fracas vendas nos EUA e o dólar valorizado.<br />
<br />
O lucro da companhia caiu 89% no quarto trimestre de 2011, para US$ 218 milhões, ou US$ 0,08 por ação, ante US$ 1,9 bilhão no mesmo período do ano anterior, ou US$ 0,70 por ação, afetado por encargos de US$ 2,9 bilhões, incluindo litígios e encargos relacionados a recalls.<br />
<br />
Excluindo os encargos após impostos, a Johnson & Johnson ganhou US$ 1,13 dólar por ação. Analistas esperavam US$ 1,09 dólar, segundo a agência Thomson Reuters.<br />
<br />
As receitas no quarto semestre somaram US$ 16,3 bilhões, um aumento de 3,9% em comparação ao mesmo período de 2010. As vendas domésticas diminuíram 3,4%, enquanto as vendas internacionais aumentaram 10,2%.<br />
<br />
Para o ano, a empresa prevê um lucro por ação de US$ 5,05 a US$ 5,15, abaixo das previsões dos analistas ouvidos pela Thomson Reuters de um lucro US$ 5,21 por ação.<br />
</font>]]></description><author>g1.globo.com</author><pubDate>24/01/2012 00:00:00 16:35:00</pubDate></item><item><title>Lucro do McDonald's cresce 11% em 2011 </title><link>http://www.portaladministracao.com.br/administracao/principal/noticia_view.asp?id=47775</link><description><![CDATA[<font face="Arial">A gigante do fast food McDonald's anunciou nesta terça-feira (24) uma alta de 11% em seu lucro líquido de 2011, para US$ 5,5 bilhões, superando levemente as expectativas do mercado. As receitas da companhia cresceram 12% na comparação com o ano anterior, somando US$ 27 bilhões.<br />
<br />
Os resultados do quarto trimestre mantiveram a tendência de alta, com um aumento de 11% do lucro, em US$ 1,37 bilhão de dólares, e uma alta de 10% no volume de negócios.<br />
<br />
A companhia anunciou que pretende investir cerca de US$ 2,9 bilhões em 2012, o que inclui o plano de abertura de 1.300 novos restaurantes e melhorias em outras 2.400 lojas.<br />
<br />
A companhia anunciou ainda que pretende criar 2.500 postos de trabalho no Reino Unido em 2012, "mais da metade" dos quais devem ser destinados a jovens.<br />
</font>]]></description><author>g1.globo.com</author><pubDate>24/01/2012 00:00:00 16:32:00</pubDate></item><item><title>Brasil tira 10 milhões da pobreza</title><link>http://www.portaladministracao.com.br/administracao/principal/noticia_view.asp?id=47720</link><description><![CDATA[<p><font face="Arial">A classe E, base da pirâmide social, representa, pela primeira vez, menos de 1% dos 49 milhões de domicílios existentes no Brasil. Isso significa que o número de brasileiros em situação de pobreza extrema teve uma drástica redução nos últimos dez anos, conforme apontam duas pesquisas de consultorias que usaram metodologias distintas. Em números exatos: 404,9 mil ou 0,8% dos lares são hoje de classe E, segundo os cálculos do estudo IPC-Maps, feito pela IPC Marketing, consultoria especializada em avaliar o potencial de consumo. Em 1998, a classe E reunia 13% dos domicílios, indica o estudo baseado em dados do IBGE. </font></p>
<p><font face="Arial">Marcos Pazzini, responsável pelo estudo, explica que os dados são atualizados segundo um modelo desenvolvido pela consultoria, que leva em conta a pesquisa do Ibope Mídia sobre a distribuição socioeconômica dos domicílios, projeções de crescimento da população e da economia, entre outros indicadores. Os lares são classificados segundo o Critério Brasil, da Associação Brasileira das Empresas de Pesquisa (Abep), que leva em conta a posse de bens e o nível de escolaridade do chefe da família. </font></p>
<p><font face="Arial"><br />
O Instituto Data Popular, especializado em baixa renda, vai na mesma direção. Em 2001, a classe E era 10% da população (17,3 milhões) e, em 2011, tinha caído para 3,6% ou 7 milhões, segundo o estudo que divide a população pela renda mensal per capita - R$ 79 para a classe E. "Não dá para dizer que acabaram os pobres, mas diminuíram muito, e a condição social deles melhorou porque tiveram acesso a vários bens de consumo, o que antes era praticamente impossível", afirmou Pazzini, em entrevista a reista Época.<br />
</font></p>]]></description><author>rhcentral.com.br</author><pubDate>23/01/2012 00:00:00 18:08:00</pubDate></item><item><title>BNDES poderá financiar até 80% de aeroportos privatizados </title><link>http://www.portaladministracao.com.br/administracao/principal/noticia_view.asp?id=47719</link><description><![CDATA[<font face="Arial">O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) divulgou nesta quinta-feira, 19, as condições de financiamento que serão oferecidas pelo banco aos grupos vencedores dos leilões de concessão dos aeroportos internacionais de Brasília, Campinas e Guarulhos, marcado para fevereiro. O BNDES poderá financiar até 80% do investimento total das concessionárias no aeroporto.<br />
<br />
O financiamento do BNDES poderá ser feito por meio de operações tradicionais de crédito, diretamente com as empresas, ou sob a forma de Project Finance, por meio da criação de uma Sociedade de Propósito Específico (SPE), informou o BNDES.<br />
<br />
A participação do banco no financiamento de equipamentos nacionais e outros itens financiáveis poderá chegar a 90% em cada operação, sendo 70% em TJLP (6% ao ano) e 20% em outras moedas, como Selic, IPCA e cesta de moedas, acrescidos de demais taxas. A remuneração básica do BNDES será de 0,9% ao ano, acrescida da taxa de risco da operação, que pode variar de 0,46% ao ano a 3,57% ao ano.<br />
<br />
De qualquer forma, o montante total do crédito do BNDES, não poderá ultrapassar 80% do investimento total. Equipamentos importados, comuns no setor aeroportuário, não podem ser financiados pelo banco. Está prevista também a concessão de empréstimo-ponte até a aprovação do crédito definitivo, que terá como custo a remuneração básica do BNDES, de 0,9% ao ano, acrescido de TJLP mais 1% ao ano e de uma taxa de risco de crédito.<br />
<br />
As condições foram aprovadas pela diretoria do BNDES e são semelhantes às oferecidas aos vencedores da concessão do Aeroporto Internacional de São Gonçalo do Amarante, no Rio Grande do Norte, privatizado no ano passado. No caso do aeroporto da região metropolitana de Natal, a modalidade escolhida foi a de project finance. O prazo total do financiamento foi de 20 anos e prazo de amortização de 16 anos, com spread básico de 0,9%.<br />
<br />
"O banco realizou projeções financeiras para os três aeroportos, com base nos investimentos e custos apontados pelo estudo elaborado pela Estruturadora Brasileira de Projetos (EBP) e coordenado pela Accenture, de forma a compatibilizar as condições de apoio do BNDES", informou o banco.<br />
<br />
Segundo o BNDES, o crédito terá prazo de 84 meses, com seis meses de carência. O financiamento será estruturado em parcelas (tranches) com base nas características dos investimentos. Os juros serão pagos trimestralmente durante a carência. O prazo total, incluindo o empréstimo-ponte será de 180 meses para os aeroportos de Guarulhos e de Brasília e de 240 meses para o de Campinas.<br />
<br />
O BNDES informou ainda que condicionará os financiamentos à demonstração da capacidade técnica e econômico-financeira dos empreendedores para a execução do projeto. "Entre as exigências para participação acionária por meio de Fundos de Investimentos (FIPs) está a identificação dos cotistas, do gestor e do administrador. O BNDES poderá compartilhar as garantias dos projetos com outros financiadores de longo prazo", diz a nota divulgada pelo banco.<br />
</font>]]></description><author>exame.abril.com.br</author><pubDate>23/01/2012 00:00:00 18:02:00</pubDate></item><item><title>Lei Geral chega a 97,6% dos pequenos negócios do Amazonas</title><link>http://www.portaladministracao.com.br/administracao/principal/noticia_view.asp?id=47646</link><description><![CDATA[<font face="Arial">A cidade de Anori (AM), localizada a 195 km de Manaus, é o 47º município do estado a sancionar a Lei Geral das Micro e Pequenas Empresas, que garante tratamento diferenciado aos pequenos negócios. <br />
<br />
Um dos benefícios da Lei, sancionada em dezembro, é a exclusividade na concorrência em licitações de até R$ 80 mil.<br />
<br />
A legislação favorece empresas cujo faturamento não ultrapasse R$ 3,6 milhões, o que inclui micro e pequenos negócios, além do Empreendedor Individua (EI).<br />
<br />
&ldquo;Nosso objetivo é regulamentar a Lei Geral em todos os municípios. Vamos criar um ambiente jurídico e de mercado favorável à expansão dos negócios atuais e surgimento de novos&rdquo;, avalia o diretor-superintendente do Sebrae no Amazonas, Nelson Rocha.<br />
<br />
De acordo com a gerente de Políticas Públicas do Sebrae no Amazonas, Lamisse Said, 97,6% das micro e pequenas empresas do estado já podem contar com as vantagens previstas na legislação. <br />
<br />
Segundo ela, um dos itens de destaque é o Capitulo V da Lei Geral, que trata do acesso ao mercado. O texto define que os pequenos negócios têm privilégios em licitações públicas. Lamisse reforça que a Lei Geral também serve de estímulo para a legalização de empresas informais, aumentando a geração de emprego e renda.<br />
</font>]]></description><author>exame.abril.com.br</author><pubDate>20/01/2012 00:00:00 17:46:00</pubDate></item><item><title>Por que a Fujifilm não teve o mesmo final que a Kodak</title><link>http://www.portaladministracao.com.br/administracao/principal/noticia_view.asp?id=47644</link><description><![CDATA[<font face="Arial">Durante muitos anos, a Kodak e a Fujifilm disputaram o mercado mundial de fotografia palmo-a-palmo. A rixa, no entanto, diminuiu  quando as duas companhias perceberam que o negócio de filmes fotográficos já não era mais tão atraente. Apesar da mesma percepção, as rivais optaram por trilhar caminhos diferentes e o veredito de quem fez a escolha certa saiu nesta semana. <br />
<br />
A Kodak precisou pedir concordata para reestruturar seus negócios nos Estados Unidos. A companhia precisa de quase 1 bilhão de dólares para se reerguer. Já a Fujifilm planeja somar uma receita de cerca de 30 bilhões de dólares neste ano e aumentar seu lucro em mais de 30%. <br />
<br />
O sucesso da companhia japonesa, no entanto, foi traçado muitos anos atrás, quando preferiu buscar alternativas antes de sucumbir em mercado decadente &ndash; ao contrário da sua rival, que sempre mostrou uma  confiança excessiva no mercado de filmes fotográficos, ignorou a força das máquinas digitais (que ela mesma inventou) e nunca imaginou enfrentar a atual crise em que está envolvida agora.<br />
<br />
Veja, a seguir, as principais razões que garantiram o sucesso da Fujifilm:<br />
<br />
Não esperou o barco afundar<br />
Diferente da Kodak, a Fujifilm começou a deixar o mercado de fotografia de lado muito antes dele se tornar obsoleto. Mesmo com a chegada da fotografia digital, a empresa decidiu não apostar todas as suas fichas em um único negócio e começou então a diversificar sua receita. Hoje, apenas 1% do faturamento da Fujifilm vem do segmento de fotografia.<br />
<br />
Diversificou seus negócios<br />
Dentre as apostas da companhia, estão os segmentos de telas de LCD para televisores, computadores e outros aparelhos eletrônicos, de equipamentos médicos, medicamentos e até cosméticos. <br />
<br />
Aproveitou o conhecimento que já possuía<br />
Para desenvolver filmes fotográficos, a Fujifilm precisava lidar uma diversidade de produtos químicos. Com bastante conhecimento nessa área, a companhia decidiu usar a experiência e passou a desenvolver outros produtos que levassem os mesmos componentes químicos que ela já sabia manusear. Recentemente, a companhia lançou um produto de beleza que usa o mesmo componente dos filmes fotográficos, por exemplo.<br />
<br />
Cortou custos<br />
Para chegar à posição que está hoje, a Fujifilm precisou de muito planejamento e cortes de custo. No ano 2000, a companhia anunciou uma redução de gastos de mais de 2,5 bilhões de dólares. A decisão visava reestruturar os negócios da empresa. Na mesma época, a Fuji reduziu o número de funcionários para voltar à rentabilidade.  <br />
<br />
Soube investir<br />
Como decidiu apostar em novos negócios, a Fujifilm não dependeu apenas do crescimento orgânico para avançar no mercado. Desde o ano 2000, a companhia já investiu mais de 8 bilhões de dólares em aquisições. A mais recente foi anunciada no final do ano passado, quando a empresa japonesa comprou, por 1 bilhão de dólares, a SonoSite, fabricante americana de equipamentos médicos.<br />
</font>]]></description><author>exame.abril.com.br</author><pubDate>20/01/2012 00:00:00 17:41:00</pubDate></item><item><title>GM é a número um em venda de automóveis de 2011</title><link>http://www.portaladministracao.com.br/administracao/principal/noticia_view.asp?id=47579</link><description><![CDATA[A gigante fabricante de automóveis americana, General Motors, anunciou nesta quinta-feira a venda de 9,03 milhões de veículos no mundo no ano passado, em alta de 7,6% em um ano, o que a coloca em primeiro lugar do mundo no ranking do setor.

A japonesa Toyota, que durante anos foi a maior fabricante do mundo, ainda não publicou suas vendas anuais, mas projeta a venda de sete milhões de unidades devido ao sismo e ao tsunami que golpearam o Japão em março. 

O grupo alemão Volkswagen, em segundo lugar, vendeu 8,16 milhões de carros.

A alta nas vendas da GM foi particularmente forte na América do Norte, onde as vendas cresceram 11,4%, para 2,9 milhões de unidades, sendo responsável por uma fatia de 18,4% do mercado. 

A marca Chevrolet, da GM, a mais importante em âmbito internacional, estabeleceu um recorde de vendas de 4,76 milhões no ano passado, segundo um comunicado da empresa.

]]></description><author>exame.abril.com.br</author><pubDate>19/01/2012 00:00:00 18:06:00</pubDate></item><item><title>BNDES aprova subscrição de R$ 120 mi em ações da CAB</title><link>http://www.portaladministracao.com.br/administracao/principal/noticia_view.asp?id=47578</link><description><![CDATA[Em nota, o BNDES destaca que a operação demonstra o apoio e comprometimento da instituição com o setor de saneamento
Rio de Janeiro - O BNDES aprovou a subscrição de R$ 120 milhões em ações da Companhia de Águas do Brasil (CAB Ambiental), do Grupo Galvão.

Os recursos são aportados pelo braço de participações do banco, a BNDESPAR, e serão direcionados ao plano de investimento da companhia nas concessões que já administra e em novas. Com o dinheiro, a CAB terá uma margem maior de alavancagem.

Em nota, o BNDES destaca que a operação demonstra o apoio e comprometimento da instituição com o setor de saneamento. 

Hoje, a carteira do BNDES em saneamento soma R$ 10 bilhões. Desse total, aproximadamente R$ 6 bilhões já foram liberados. Em 2011, os desembolsos totalizaram R$ 1,491 bilhão.

Segundo o banco, um dos seus objetivos é fomentar a participação da iniciativa privada no segmento, que tem se mostrado rentável.

]]></description><author>exame.abril.com.br</author><pubDate>19/01/2012 00:00:00 18:04:00</pubDate></item><item><title>Mesmo 6ª economia, Brasil continua pobre, diz economista da Unctad</title><link>http://www.portaladministracao.com.br/administracao/principal/noticia_view.asp?id=46706</link><description><![CDATA[O Brasil continuará sendo um país pobre, mesmo com a previsão de que a sua economia vai ultrapassar a britânica como 6&ordf; maior do mundo, segundo o economista Joerg Mayer, da divisão de globalização e desenvolvimento estratégico da Conferência das Nações Unidas para o Comércio e o Desenvolvimento (Unctad, sigla em inglês).<br />
<br />
"O país ganha um pouco de prestígio, mas, como a população brasileira é muito numerosa, a renda média é muito mais baixa", disse o economista à BBC Brasil. "Mesmo como sexta economia mundial, o Brasil continua pobre", afirmou.<br />
<br />
Agn&egrave;s Bénassy-Quéré, diretora do Centro de Pesquisas Prospectivas e de Informações Internacionais, em Paris, também relativiza as projeções divulgadas nesta semana. "É preciso muita precaução", disse a economista à BBC Brasil.<br />
<br />
"O Brasil apresenta um crescimento fulgurante, pois os cálculos são feitos em dólar, que tem se desvalorizado nos últimos anos. Não é possível dizer que esses números são definitivos", afirmou a economista.<br />
<br />
Para Bénassy-Quéré, o excesso de valor do real é o fator principal para a economia brasileira ultrapassar a da Grã-Bretanha. "A moeda brasileira valorizou-se muito nos últimos anos, enquanto a libra esterlina sofreu uma forte desvalorização. Isso faz uma diferença enorme."<br />
<br />
Assim como o representante da Unctad, a economista francesa acredita que o cálculo mais realista para mostrar a situação da economia brasileira atualmente deveria basear-se no PIB per capita.<br />
<br />
"O PIB per capita do Brasil representa apenas 25% do americano", diz Bénassy-Quéré. "Nas projeções que fizemos, em 2050 o PIB per capita brasileiro alcançará apenas 45% do nível registrado nos EUA."<br />
<br />
Maré alta<br />
Apesar das dificuldades, ambos acreditam que o crescimento da economia ajudará a melhorar os índices sociais brasileiros a longo prazo. "Na maré alta, todos os barcos sobem", afirma Bénassy-Quéré. Para ela, o momento é de investir em setores estratégicos para o desenvolvimento da sociedade brasileira.<br />
<br />
"É preciso adotar medidas políticas que mudem dois pontos essenciais: a educação e a poupança", diz a economista.<br />
<br />
"Se pegarmos o nível de educação no Brasil, vemos que ele é muito baixo, com menos de 10% da população ativa com um diploma universitário. Isso situa o país muito abaixo de China, Índia e Rússia, por exemplo."<br />
<br />
Sobre o risco de inflação devido ao forte crescimento da economia - destacado constantemente pelo Banco Central na hora de aumentar as taxas de juros -, Mayer afirma que basta uma política salarial atrelada à produtividade.<br />
<br />
"Se os salários aumentam junto com a produção e não por causa da demanda, é possível controlar a inflação sem mexer nas taxas de juros", explica o economista.<br />
<br />
As projeções de que o Brasil deve ultrapassar a Grã-Bretanha como 6&ordf; economia mundial foram feitas pelo Centro de Pesquisa Econômica e de Negócios (CEBR, na sigla em inglês), com sede na Grã-Bretanha.<br />
<br />
A previsão, que já havia sido feita por outras entidades, só poderão ser confirmadas nos primeiros meses de 2012, quando ambos os países divulgarão o resultado do crescimento de suas economias.]]></description><author>BBC Brasil</author><pubDate>29/12/2011 00:00:00 09:57:00</pubDate></item><item><title>2012 traz mudanças às empresas, segundo numerologia</title><link>http://www.portaladministracao.com.br/administracao/principal/noticia_view.asp?id=46705</link><description><![CDATA[Grandes mudanças e condições de trabalho mais favoráveis vão compor o mundo dos negócios em 2012, segundo previsão da numerologista empresarial Suely de Souza.<br />
<br />
"Os empresários também terão a oportunidade de participar de novos projetos e de viajar mais a trabalho", afirma a especialista.<br />
<br />
Previsões mais específicas, contudo, só podem ser traçadas de acordo com os dados pessoais do empresário e dia de abertura, nome fantasia e razão social do empreendimento. "A somatória de todas as informações compõe o panorama [da empresa]", comenta.<br />
<br />
Proprietário do bar Charles Edward, no Itaim Bibi, há 16 anos, Agenor Gabriel da Silva Filho, 56, criou cardápio e razão social do estabelecimento com base na numerologia. "A somatória dos preços [no cardápio] tem que resultar em um número de sorte", diz. <br />
<br />
O interesse pela numerologia, conta o empresário, veio a partir do nascimento de seus dois filhos. "Eles nasceram no dia 13 e todos disseram que seria ruim. Por isso, fui atrás de explicação e hoje utilizo os números em quase tudo que faço na vida."<br />
<br />
Silva Filho, contudo, não atribui o sucesso do bar completamente aos números. "Sem esforço e comprometimento, nada daria certo. Não sei se os números influenciaram o resultado, mas acredito que trazem uma vibração positiva", explica.<br />
<br />
Confira abaixo o significado de cada número obtido a partir da somatória da quantidade de letras do nome da empresa:<br />
<br />
1 - Foco em criação<br />
2 - Tendência a parcerias<br />
3 - Destaque em animação e eventos<br />
4 - Trabalho metódico e rigoroso<br />
5 - Desempenho em comunicação e viagens<br />
6 - Foco em alimentação e saúde<br />
7 - Negócio especializado e não popular<br />
8 - Tem poder e reconhecimento<br />
9 - Tendência a generosidade e liderança]]></description><author>Uol</author><pubDate>29/12/2011 00:00:00 09:54:00</pubDate></item><item><title>Carros: consumidor pode encontrar boas ofertas e descontos ainda este ano</title><link>http://www.portaladministracao.com.br/administracao/principal/noticia_view.asp?id=46670</link><description><![CDATA[De acordo com o economista da Agência MSantos, Ayrton Fontes, esta semana é ideal para realizar a compra de um veículo, pois trata-se de fim de mês e as concessionárias intensificam as ofertas, para melhorarem o nível de vendas. &ldquo;As concessionárias precisam atingir cotas com as montadoras, e, como desde o dia 20 o movimento enfraqueceu, o consumidor encontra um bom momento para trocar de carro&rdquo;, completa.<br />
<br />
Segundo Fontes, o consumidor só tem quarta-feira (28) e quinta-feira (29) desta semana para comprar o veículo, pois na sexta-feira (30), não haverá expediente bancário.<br />
<br />
Sem entrada e com benefícios<br />
O economista explica que os consumidores que aproveitarem esta semana poderão conseguir financiamentos sem entrada, seja para carros seminovos, seja para o zero quilômetro. &ldquo;O consumidor pode usar o dinheiro que daria de entrada para começar uma reserva financeira, para pagar as dívidas e até viajar&rdquo;, aconselha.<br />
<br />
Além disso, Fontes afirma que o consumidor pode tentar ganhar desconto no preço do carro ou até mesmo pedir que o IPVA (Imposto sobre a Propriedade de Veículo Automotor) seja pago pela concessionária.<br />
<br />
Para quem deseja ter um carro importado, o economista afirma que o momento é ainda melhor, pois, além de todos os outros benefícios, o consumidor poderá levar o carro sem o reajuste do IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados).]]></description><author>Uol</author><pubDate>28/12/2011 00:00:00 10:45:00</pubDate></item><item><title>Novo salário mínimo obedece política de valorização, analisa Dieese</title><link>http://www.portaladministracao.com.br/administracao/principal/noticia_view.asp?id=46629</link><description><![CDATA[O novo valor do sal&aacute;rio m&iacute;nimo --de R$ 622 que passa a vigorar em 1&ordm; de janeiro-- obedece a pol&iacute;tica de valoriza&ccedil;&atilde;o do sal&aacute;rio m&iacute;nimo, segundo nota divulgada nesta ter&ccedil;a-feira (27) pelo Dieese (Departamento Intersindical de Estat&iacute;stica e Estudos Socioecon&ocirc;micos).<br />
<br />
Considerando o valor de R$ 545, vigente desde mar&ccedil;o deste ano, o sal&aacute;rio m&iacute;nimo apresentou varia&ccedil;&atilde;o nominal de 14,13%, o que representa aumento real (descontada a infla&ccedil;&atilde;o) de 9,2% entre mar&ccedil;o de 2011 e janeiro de 2012. Se, em vez de mar&ccedil;o, a base considerada for janeiro de 2011, o ganho ser&aacute; de 8,59%.<br />
<br />
Na an&aacute;lise do departamento, mesmo com poss&iacute;veis revis&otilde;es da taxa de crescimento do PIB (Produto Interno Bruto, a soma de toda a riqueza produzida pelo pa&iacute;s) de 2010 e o resultado final do INPC (&Iacute;ndice Nacional de Pre&ccedil;os ao Consumidor, utilizado no reajuste do m&iacute;nimo) de 2011.<br />
<br />
Uma das bandeiras dos movimentos sindicais, com marchas realizadas desde 2004 pelas centrais sindicais, foi acordado, em 2007, uma pol&iacute;tica permanente de valoriza&ccedil;&atilde;o do sal&aacute;rio m&iacute;nimo at&eacute; 2023.<br />
<br />
Segundo o Dieese, essa pol&iacute;tica tem como crit&eacute;rios o repasse da infla&ccedil;&atilde;o do per&iacute;odo entre as corre&ccedil;&otilde;es, o aumento real pela varia&ccedil;&atilde;o do PIB, al&eacute;m da antecipa&ccedil;&atilde;o da data-base de revis&atilde;o--a cada ano-- at&eacute; ser fixada em janeiro, o que aconteceu no ano passado.<br />
<br />
Assim, os reajustes ocorreram em maio de 2005, quando o sal&aacute;rio m&iacute;nimo passou de R$ 260 para R$ 300, depois, em abril de 2006, foi elevado para R$ 350, e, em abril de 2007, corrigido para R$ 380. Em mar&ccedil;o de 2008, o sal&aacute;rio m&iacute;nimo foi alterado para R$ 415 e, em fevereiro de 2009, o valor ficou em R$ 465. Em janeiro de 2010, o valor do piso salarial do pa&iacute;s passou a R$ 510, resultando em aumento real de 6,02%.<br />
<br />
REAJUSTE<br />
O &quot;Di&aacute;rio Oficial da Uni&atilde;o&quot; publicou ontem o decreto assinado pela presidente Dilma Rousseff que reajusta o sal&aacute;rio m&iacute;nimo para R$ 622. Essa foi a primeira vez que a administra&ccedil;&atilde;o petista n&atilde;o arredonda o valor do piso salarial para um m&uacute;ltiplo de R$ 5.<br />
<br />
Essa pr&aacute;tica era seguida, de acordo com as explica&ccedil;&otilde;es anteriores, para facilitar os saques em caixas eletr&ocirc;nicos.<br />
<br />
O reajuste segue a sistem&aacute;tica convertida em lei neste ano: a varia&ccedil;&atilde;o do INPC (&Iacute;ndice Nacional de Pre&ccedil;os ao Consumidor, apurado pelo IBGE) acumulada desde o reajuste anterior, mais a taxa de crescimento da economia de dois anos antes.<br />
<br />
Essa f&oacute;rmula vinha sendo adotada desde o segundo governo Lula, com a diferen&ccedil;a de que os arredondamentos resultavam em ganhos mais generosos para o m&iacute;nimo.<br />
<br />
Ao n&atilde;o elevar o valor para R$ 625, o governo economizar&aacute; cerca de R$ 900 milh&otilde;es no pr&oacute;ximo ano, um valor modesto em um Or&ccedil;amento de mais de R$ 940 bilh&otilde;es.<br />
<br />
No entanto, o reajuste j&aacute; programado ter&aacute; forte impacto nas despesas com aposentadorias, benef&iacute;cios assistenciais e seguro-desemprego.<br />
<br />
Esse &eacute; um dos motivos pelos quais a maior parte dos analistas e investidores duvida que o governo federal v&aacute; conseguir cumprir suas metas fiscais no pr&oacute;ximo ano.<br />
<br />
O reajuste real --acima da infla&ccedil;&atilde;o-- do m&iacute;nimo ser&aacute; o maior desde o ano eleitoral de 2006. A alta ser&aacute; de 7,5%, correspondentes ao crescimento do Produto Interno Bruto no ano passado.<br />
<br />
O valor do m&iacute;nimo ainda pode subir se o INPC de dezembro, que s&oacute; ser&aacute; conhecido em janeiro, superar as estimativas oficiais. Nessa hip&oacute;tese, o piso salarial ser&aacute; corrigido em fevereiro, sem retroatividade.<br />
<br />
No in&iacute;cio do ano, Dilma sofreu press&atilde;o pol&iacute;tica devido &agrave; decis&atilde;o de n&atilde;o conceder aumento real ao m&iacute;nimo --o PIB encolheu em 2009. A medida facilitou o controle das contas p&uacute;blicas e evitou uma alta maior da infla&ccedil;&atilde;o.<br />
<br />
O novo valor poder&aacute; gerar ainda mais uma pequena economia para o governo porque o Or&ccedil;amento de 2012, aprovado anteontem pelo Congresso, estima as despesas com base em um m&iacute;nimo de R$ 623, calculado com uma estimativa mais alta de infla&ccedil;&atilde;o.]]></description><author>Folha Online</author><pubDate>27/12/2011 00:00:00 12:12:00</pubDate></item><item><title>Programa Minha Casa, Minha Vida tem novas regras para candidatos</title><link>http://www.portaladministracao.com.br/administracao/principal/noticia_view.asp?id=46628</link><description><![CDATA[O governo federal alterou os critérios de seleção dos candidatos a beneficiários do programa Minha Casa, Minha Vida. A regulamentação foi publicada em portaria publicada nesta terça-feira (27) no "Diário Oficial da União". Entre as mudanças está a indicação de percentual de unidades que devem ser reservadas para idosos e portadores de necessidades especiais.<br />
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O Minha Casa, Minha Vida é um programa habitacional do governo federal para construção de moradias em parceria com estados e municípios. Ele foi lançado em março de 2009, na gestão do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, com a meta inicial de construir 1 milhão de moradias populares.<br />
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O novo texto, que revoga a portaria número 140 publicada em 6 de abril de 2010, determina que sejam reservadas, no mínimo, 3% das unidades para idosos. O mesmo percentual deve ser respeitado para portadores de necessidades especiais e famílias de pessoas com deficiências.<br />
<br />
Na portaria de 2010, ficava determinado que os dois grupos deveriam ser atendidos segundo "percentuais mínimos previstos nos normativos específicos dos programas integrantes", sem determinar textualmente os números.<br />
<br />
Limite de renda<br />
Entre as novidades, o novo texto retira a citação à exigência de que os candidatos tenham renda familiar mensal bruta limitada a R$ 1.395,00. O governo já havia anunciado adequação nos valores quando deu detalhes da programação do Minha Casa, Minha Vida 2.<br />
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Com a mudança, a primeira condição da seleção é que o candidato já esteja inscrito em cadastros habitacionais do Distrito Federal, estados ou municípios. A mesma condição já estava citada na portaria anterior. Cada um dos programas habitacionais locaisi já deve prever critérios de renda e condição social para inscrever os candidatos.<br />
<br />
Fiscalização<br />
A Ministério das Cidades incluiu na regulamentação novos procedimentos operacionais que exigem que a Caixa Econômica Federal seja responsável por finalizar o processo seletivo com validação das informações prestadas pelos candidatos.<br />
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O banco deverá enviar aos responsáveis pela seleção uma lista com os candidatos aptos e outra com os que tiverem informações incompatíveis. De acordo com a portaria, esta relação deve ser publicada pelo responsável pela seleção.<br />
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Em outubro, reportagem do Fantástico apresentou a existência da cobrança de taxas por ONGs que forjavam documentos para burlar regras de acesso ao programa.]]></description><author>G1</author><pubDate>27/12/2011 00:00:00 12:09:00</pubDate></item><item><title>Bancos criam portal de vagas para registro de currículo</title><link>http://www.portaladministracao.com.br/administracao/principal/noticia_view.asp?id=46551</link><description><![CDATA[A Federa&ccedil;&atilde;o Brasileira de Bancos (Febraban) criou um portal de vagas para que os interessados em trabalhar nos bancos possam se inscrever sem burocracia. A ideia visa agilizar os processo de contrata&ccedil;&otilde;es de funcion&aacute;rios para os bancos. O cadastro do curr&iacute;culo &eacute; gratuito e o interessado tamb&eacute;m poder&aacute; consultar as vagas dispon&iacute;veis. O endere&ccedil;o do site &eacute; o www.febrabanoportunidades.com.br<br />
<br />
De acordo com a federa&ccedil;&atilde;o, o novo servi&ccedil;o permite ainda que o perfil da pessoa cadastrada possa ser visualizado por diversos bancos ao mesmo tempo.No entanto, se o candidato for contratado por um banco por meio do portal, o curr&iacute;culo ser&aacute; exclu&iacute;do da base de dados.<br />
<br />
Como no caso dos bancos p&uacute;blicos a contrata&ccedil;&atilde;o de profissionais se d&aacute; por concursos, apenas estagi&aacute;rios e aprendizes podem cadastrar o curr&iacute;culo no site. As institui&ccedil;&otilde;es financeiras cadastradas s&atilde;o Banco do Brasil, BIC, Bradesco, Citi, Fibra, HSBC, Ita&uacute;-Unibanco, Mercantil do Brasil, Safra, Santander e Votorantim.<br />
<br />
Entre as &aacute;reas de atua&ccedil;&atilde;o est&atilde;o recursos humanos, jur&iacute;dico, comercial ou vendas, ouvidoria, neg&oacute;cios corporativos, cr&eacute;dito, <a href="http://www.tecnologiacursos.com.br"><strong>tecnologia</strong></a> da informa&ccedil;&atilde;o (TI), cart&otilde;es de cr&eacute;dito, internacional e c&acirc;mbio, marketing, produtos e servi&ccedil;os, auditoria e compliance e tesouraria.]]></description><author>G1</author><pubDate>22/12/2011 00:00:00 13:10:00</pubDate></item><item><title>Comer fora de casa fica 10% mais caro em 2011, diz IBGE</title><link>http://www.portaladministracao.com.br/administracao/principal/noticia_view.asp?id=46504</link><description><![CDATA[<p><font face="Arial">O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo-15 (IPCA-15) - considerado uma prévia da inflação oficial - subiu 6,56% no acumulado de 2011, informou o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) nesta quarta-feira. E o item que mais pesou a alta do ano foi comer fora de casa, com elevação de 9,81%.</font></p>
<p><font face="Arial">Ficou mais caro, também, para consumir um lanche fora de casa (9,60%) ou tomar um café da manhã (11,35%). Além disso, a cerveja nos bares e restaurantes passou a custar 14,34% a mais, enquanto os refrigerantes subiram 10,26%. Destaca-se, entre os alimentos, a forte alta nos preços do tomate (46,10%), café moído (24,50%) e leite pasteurizado (9,37%).</font></p>
<p><font face="Arial">Por outro lado, alimentos importantes no orçamento das famílias fecharam o ano com preços bem mais baixos do que estavam em dezembro do ano passado. É o caso do feijão carioca, que ficou 17,10% mais barato, do feijão preto, que caiu 12,97% e da batata-inglesa, com queda de 11,79%, além do alho, que atingiu queda de 32,91% no ano.</font></p>
<p><font face="Arial">Escolas e despesas com empregados domésticos<br />
Já os produtos não alimentícios tiveram variação de 6,42% em 2011, bem mais do que os 4,52% de 2010. O item colégios, com alta de 8,09%, ficou com o segundo maior impacto do ano, junto com o item empregados domésticos, cuja alta foi de 11,37%.</font></p>
<p><font face="Arial">Entenda o IPCA-15<br />
O IPCA-15 é uma prévia do IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo), o indicador oficial da inflação no país. Como realiza a medição de preços em um período não calculado pelo IPCA, mostra qual será a tendência do resultado do final do mês.</font></p>
<p><font face="Arial">Além disso, o IBGE tem uma comparação mais precisa da alta e queda dos preços, pois a cada 15 dias um dos índices é divulgado. A coleta de dados para a medição do IPCA e do IPCA-15 é uma só. O que muda é o período analisado em cada um dos itens.</font></p>
<p><font face="Arial"></font> </p>]]></description><author>UOL Economia</author><pubDate>21/12/2011 00:00:00 15:48:00</pubDate></item><item><title>Um consumidor brasileiro é vítima de tentativa de fraude a cada 17 segundos, diz levantamento</title><link>http://www.portaladministracao.com.br/administracao/principal/noticia_view.asp?id=46463</link><description><![CDATA[A cada 17 segundos um consumidor brasileiro é vítima de tentativa da fraude conhecida como roubo de identidade, em que criminosos usam dados pessoais de vítimas para obter crédito com a intenção de não honrar os pagamentos ou realizar um negócio sob falsidade ideológica. Segundo o Indicador Serasa Experian de Tentativas de Fraudes realizado pela Serasa Experian, de janeiro a outubro deste ano foram registradas 1,54 milhão de tentativas de fraudes como essa no país. Se todas tivessem sido realizadas, o prejuízo total estimado seria de R$ 5,7 bilhões no período.<br />
<br />
O Indicador Serasa Experian de Tentativas de Fraude é o resultado do cruzamento de três conjuntos de informações: total de consultas mensais a CPFs, estimativa de risco de fraude e valor médio das que ocorreram. Se analisados os segmentos de consumo, o setor de serviços é o que lidera as tentativas de fraude, com 34% do total, seguido por bancos e financeiras (28%), telefonia (22%), varejo (13%) e outros (2%).<br />
<br />
Os dados mostram também que estão mais suscetíveis às fraudes os consumidores que tiveram seus documentos roubados. Com apenas uma carteira de identidade ou um CPF nas mãos de golpistas, dobra a probabilidade de ser vítima de uma fraude.]]></description><author>Administradores</author><pubDate>20/12/2011 00:00:00 11:45:00</pubDate></item><item><title>Bancos fecham ao público na última sexta-feira do ano</title><link>http://www.portaladministracao.com.br/administracao/principal/noticia_view.asp?id=46410</link><description><![CDATA[Os bancos estarão fechados ao público na última sexta-feira do ano, dia 30 de dezembro. Os bancos só deverão funcionar, nesse dia, para transações com outras instituições financeiras. <br />
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Assim, o último dia de atendimento ao público será 29 de dezembro e o horário de funcionamento deverá ser o habitual.<br />
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Próximo ao Natal, o expediente será normal até o dia 23 (sexta-feira). A informação é da Federação Brasileira de Bancos (Febraban).<br />
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A instituição recomendou a afixação de cartazes nas agências até o dia 23 de novembro informando o horário normal de atendimento ao público no dia 23 de dezembro e o não atendimento no dia 30 de dezembro.]]></description><author>Agência Brasil</author><pubDate>19/12/2011 00:00:00 11:58:00</pubDate></item><item><title>Um em cada 4 brasileiros já fez ou faz trabalho voluntário, diz pesquisa</title><link>http://www.portaladministracao.com.br/administracao/principal/noticia_view.asp?id=46378</link><description><![CDATA[Cerca de 35 milhões de pessoas - um em cada quatro brasileiros com mais de 16 anos - já fez ou faz trabalho voluntário no Brasil, aponta pesquisa realizada pela Rede Brasil Voluntário e Ibope Inteligência, divulgada nesta quinta-feira (15). Segundo o estudo, 15 milhões de brasileiros exercem neste momento alguma atividade voluntária.<br />
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Essas pessoas são na maioria da classe C, sem superior completo e se declaram satisfeitas com o trabalho que fazem. A pesquisa foi feita ao longo de 2011, com 1550 entrevistas em Brasília, Manaus, Curitiba, Porto Alegre, Salvador, Fortaleza, Rio de Janeiro e São Paulo.<br />
<br />
No começo do mês, o Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (Pnud) elaborou o 1º Relatório sobre o Estado do Voluntariado no Mundo, que reúniu estudos de diversos países sobre o tema. <br />
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Perfil do voluntário no Brasil<br />
A idade média dos voluntários é de 39 anos. Dos atuantes, 53% são mulheres e 47% homens. Segundo a pesquisa, 62% tem filhos - em média 2,5 filhos -, e 43% é da classe C. As classes que seguem são a A, com 40%, e D e E (17%).<br />
<br />
Ainda de acordo com o estudo, 38% cmpletaram o ensino médio ou não terminaram o superior. Apenas 20% terminaram um curso de graduação. O voluntário atuante ou não trabalha fora (67%), quase a metade em tempo integral (51%). A média de tempo do trabalho é de cinco anos.<br />
<br />
A satisfação com o trabalho foi declarada por 77% dos entrevistados - e aumenta com a idade do voluntário: 83% dos que têm mais de 50 anos. As classes D e E também são as mais satisfeitas. <br />
<br />
Entre os motivos para ser voluntário, 67% apontaram que o fazem para &ldquo;ser solidário e ajudar os outros&rdquo;, 32% para &ldquo;fazer a diferença e melhorar o mundo&rdquo; e 32% por motivações religiosas.]]></description><author>G1</author><pubDate>16/12/2011 00:00:00 11:44:00</pubDate></item><item><title>Acordo que melhora condições de trabalho na construção é aprovado</title><link>http://www.portaladministracao.com.br/administracao/principal/noticia_view.asp?id=46353</link><description><![CDATA[Foi aprovado nesta quinta-feira o texto do Compromisso Nacional da Indústria da Construção para Aperfeiçoar as Condições de Trabalho que visa melhorar a relação entre patrão e empregado nas principais obras de infraestrutura do País, segundo informações da assessoria de imprensa da Força Sindical. O compromisso deverá ser assinado formalmente no final de janeiro de 2012, em solenidade no Palácio do Planalto com a presença da presidente Dilma Rousseff.<br />
<br />
O objetivo do compromisso é estabelecer um clima de negociação permanente e entendimentos entre trabalhadores e empregadores no setor da construção, conforme a Força Sindical. O acordo visa evitar conflitos entre trabalhadores e empregadoras como os que ocorreram neste ano em obras importantes como das hidroelétricas de Jirau e Santo Antônio (RO). Para o presidente da Força Sindical, Paulo Pereira da Silva, caberá aos sindicatos e os trabalhadores garantir que os efeitos do acordo sejam extendidos até o chão da obra.<br />
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De acordo com a assessoria, participaram das negociações os ministros Gilberto Carvalho, da Secretaria-geral da Presidência da República, e Paulo Roberto dos Santos, do Ministério Trabalho, além de representantes da Força Sindical, da Central Única dos Trabalhadores (CUT), da Nova Central Sindical e representantes do Sindicato Nacional da Indústria da Construção Pesada (Sinicon) e das principais empreiteiras.]]></description><author>Terra</author><pubDate>15/12/2011 00:00:00 15:39:00</pubDate></item><item><title>7 dicas para quem quer se tornar um bom empreendedor</title><link>http://www.portaladministracao.com.br/administracao/principal/noticia_view.asp?id=46310</link><description><![CDATA[<font face="Arial">Cada vez mais pessoas estão concretizando o sonho do próprio negócio. Em 2010, foram constituídas 1.370.464 empresas, o que revela um crescimento de 101% em relação a 2009, segundo dados do Departamento Nacional de Registros do Comércio (DNRC) da Secretaria de Comércio e Serviços (SCS) do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC)<br />
 <br />
No entanto, apesar desse crescimento no número de negócios próprios, nem todas as pessoas sabem o que é preciso para se tornarem boas empreendedoras e, assim, se manterem no mercado. Não adianta, por exemplo, a vontade de trabalhar sem que se saiba usar a criatividade, ou disciplina na execução de tarefas sem um bom diálogo com os funcionários.<br />
 <br />
Para o empresário Rogimar Rios, "um bom empreendedor precisa ter iniciativa para criar um novo modelo de negócio, já que o empreendedorismo é uma característica do administrador que tem com objetivo o sucesso".
<p>Além disso, o empresário dá outras dicas para quem quer se tornar um bom empreendedor. Confira:</p>
<p>1. Saiba lidar com personalidades desafiadoras. Ouça-as com o coração e com os olhos, não somente com os ouvidos.</p>
<p>2. Tenha determinação e disciplina. Anote idéias e faça seu planejamento com dia, hora e local em que tudo deverá acontecer.</p>
<p>3. Seja inteligente, saiba usar o seu pensamento a seu favor. Seus pensamentos determinam a sua freq&uuml;ência e seus sentimentos lhe dizem imediatamente em que freq&uuml;ência você está. Quando se sente mal, você está na freq&uuml;ência que atrai coisas ruins, prejudicando o alcance de suas metas.</p>
<p>4. Tenha meta e siga um método. Quando uma pessoa tem os dois, ela rompe barreiras.</p>
<p>5. Tenha fé, mas não deixe de agir para modificar a realidade. Vá do pensamento à ação.</p>
<p>6. Empreendedor deve encontrar, avaliar e desenvolver a oportunidade de criar algo novo.</p>
<p>7. Tire proveito do fracasso. Saiba usar a experiência sem sucesso em aprendizado. <br />
</p>
</font>]]></description><author>Administradores.com.br</author><pubDate>14/12/2011 00:00:00 14:36:00</pubDate></item></channel></rss>
