Existe um interruptor que controla as áreas do cérebro e seleciona o que consumir
Os antigos europeus tinham expectativa de vida variada entre 30 e 40 anos
De acordo com pesquisa da Universidade Escocesa de Aberdeen os descendentes de europeus consomem mais comida gordurosa e bebidas alcoólicas porque foram programados geneticamente para isso.
Os estudiosos explicam que existe um interruptor que controla as áreas do cérebro e possibilita que o indivíduo selecione o tipo de comida que gostaria de consumir, ele pode ser fraco ou forte.
E o interruptor mais fraco foi encontrado com frequência nos asiáticos, em comparação com os europeus. A pesquisa então sugere que durante o inverno os indivíduos com o interruptor mais fraco não sobrevivam tão bem na Europa como os que tinham o dispositivo mais forte. Entretanto, ressaltam que o resultado não oferece uma visão da vida dos antigos europeus.
Mas como todo consumo excessivo causa problemas, com a comida e bebida não é diferente. Os antigos europeus, por exemplo, a expectativa de vida variava entre 30 e 40 anos.
“A herança genética é diretamente relacionada à saúde, porém não é a única causa de problemas relacionados à obesidade. O aumento da expectativa de vida na sociedade moderna possibilita evidenciar características que até então deixavam de ser relevantes, mas que agora mostram seu lado negativo”, explica o farmacêutico, tutor do
Portal Educação, Ronaldo de Jesus Costa.
Segundo Costa é importante ressaltar, que a genética não é a única responsável, na maioria dos casos, pelo aparecimento de agravos à saúde. “Há uma combinação de predisposição genética, interação com ambiente e estilo de vida para o aparecimento de obesidade, por exemplo,” finaliza o farmacêutico.
Fonte: Assessoria de Comunicação
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