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Estresse e QVT

Artigo por Colunista Portal - Educação - terça-feira, 29 de julho de 2008

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O estresse no trabalho existe e tem aumentado significativamente entre os colaboradores nos diversos tipos de organização.

Estresse é uma doença ocupacional que infelizmente não é reconhecida pelas organizações ou são reconhecidas, mas relevadas há segundo plano.

O estresse deve ser enfrentado de frente pelas organizações, a partir de um diagnóstico organizacional, um planejamento e execução de um plano "Anti-Estresse".

Por parte da "organização", ela deve desenvolver um programa de "QVT - Qualidade de Vida no Trabalho", valorizando o ser humano.

Dentro desse Programa, o trabalhador teria um acompanhamento médico e psicológico; ginástica laboral; dentre outras atividades de apoio ao trabalhador. Poderia também dentro da organização, ter um espaço para que o trabalhador possa relaxar e desestressar, tais como: "academia, sauna, café, leituras etc, dentro do ambiente e horários de trabalho".

Por parte do "Trabalhador", ele deve buscar por conta própria, buscar um apoio psicológico, exames médicos com uma maior periodicidade, desenvolver atividades físicas, atividades de relaxamento como YOGA.

É importante que o trabalhador ao trabalhar em uma empresa que exija muito, isso pode ser considerado um fator estressante, que ele procure separar o trabalho de seu espaço de lazer. Isso quer dizer que quando ele realmente não estiver na empresa, que se desligue por completo do trabalho, não ficando pensando nos problemas do trabalho.

Na atualidade as organizações para alcançar a qualidade e produtividade em seus produtos ou serviços necessitam de pessoas participantes e motivadas no trabalho. E para obterem este objetivo, se faz necessário que as organizações ofereçam aos seus colaboradores internos uma Qualidade de Vida no Trabalho - QVT.

Como a importância das necessidades humanas varia conforme a cultura de cada indivíduo e de cada organização, a QVT não é determinada somente pelas características individuais (necessidades, valores, expectativas) ou situacionais (estrutura organizacional, tecnológica, sistemas de recompensas, políticas internas), mas, sobretudo pela atuação dessas características individuais e organizacionais.

O desempenho no cargo e o clima representam fatores importantes na determinação da QVT. Se a qualidade for pobre, conduzirá à alienação do empregado e à insatisfação, a má vontade, ao declínio da produtividade, a comportamentos contraproducentes (como absenteísmo, rotatividade, roubo, sabotagem, militância sindical etc). Se a qualidade for boa, conduzirá a um clima de confiança e respeito mútuo, no qual o indivíduo tenderá a aumentar suas contribuições e a elevar suas oportunidades de êxito psicológico e a administração tenderá a reduzir mecanismos rígidos de controle social, aumentando assim sua eficiência e eficácia com seus produtos e serviços.

Hoje não há mais um clima para as organizações imporem condições rígidas e até desumanas aos seus colaboradores internos para atingir suas metas. Com a velocidade e o fácil acesso das informações, o ser humano busca uma condição de vida melhor, principalmente no ambiente do trabalho.

Se as organizações souberem trabalhar a QVT, obterão de seus colaboradores internos o total comprometimento com os seus objetivos e a sua missão.

Luiz Carlos de Souza é consultor de empresas e diretor da Performances - Assessoria, Consultoria e Treinamento em RH

Fonte: Jornal de Uberaba

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