O material mais popularmente utilizado em arteterapia para a produção de esculturas é a argila
Escultura, Modelagern, Sucata, Argila, dentre outros, são recursos utilizados com a finalidade de estimular o indivíduo a se expressar livremente, dando asas a sua imaginação e a sua criatividade.
Dentro desse contexto a escultura representa objetos e seres por meio das imagens em relevo. Para tanto se utiliza de materiais, tais como: bronze, mármore, argila, cera, madeira, gesso.
A escultura surgiu no Oriente Médio com a pretensão de copiar a realidade de forma artística. Inicialmente as esculturas tinham a intenção de representar, principalmente, o corpo
humano. No final do século VII a.C, os gregos foram grandes escultores, usaram mármores em suas representações de homens muito apreciados pela sociedade.
O material mais popularmente utilizado em arteterapia para a produção de esculturas é a argila. De acordo com o livro "O uso do barro em
arteterapia" de Sonia Anastasia Cardoso Durães Saraiva, a argila é um material maleável e proporciona a oportunidade de fluidez entre material e manipulador como nenhum outro. O trabalho com a argila mobiliza nosso inconsciente profundo e traz ao consciente nosso ser interior. A sua plasticidade permite trabalhar os movimentos internos em toda sua complexidade.
Transformando a argila, você forma o objeto, cria em cada gesto, durante todo o processo e, desta forma, dá vida ao seu interior, renovando o significado dos conteúdos internos e expandindo a sua consciência.
Outros objetivos são observados nesta relação, tais como, dar forma às imagens, sentimentos e emoções; possibilitar o encontro consigo mesmo; despertar o potencial criativo; possibilitar a transformação de energias bloqueadas; ajudar o paciente a colocar ênfase no processo e não no produto; ajudá-lo a descobrir quem é e para onde quer ir, e, desenvolver atividades com argila para serem usadas no ambiente terapêutico.