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quarta-feira, 18 de janeiro de 2012 - 12:05

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Transtorno Afetivo Bipolar - Tratamento

por: Denise Marcon

Transtorno Afetivo Bipolar
Transtorno Afetivo Bipolar

O Transtorno Afetivo Bipolar, psicopatologia antigamente conhecida como Psicose Maníaco Depressiva, é um transtorno de humor caracterizada por alterações de humor com episódios de mania e depressão. Esta é considerada uma doença grave e crônica que acomete pessoas em todo o mundo. Doença psiquiátrica bem definida e com sintomas persistentes que devido a sua forma de manifestação (tristeza – euforia ) é de fácil de identificação, o que permite se fazer um diagnóstico precoce e de maior assertividade.

Todos nós, de uma maneira geral, sentimos no decorrer da vida uma variedade de sentimentos misturados, com maior ou menor intensidade, e devemos levar em consideração que estarmos felizes ou tristes em determinadas situações não quer dizer que podemos ter doença bipolar. As respostas emocionais às situações vividas podem ser adequadas e inadequadas e isso vai variar de acordo com a tonalidade e afetividade de cada um de nós. A diferença é que os episódios de oscilações de humor no Transtorno Afetivo Bipolar nem sempre depende de uma vivência específica para se manifestar.

Esta doença psiquiátrica é dividida pelo DSM – IV em dois tipos: tipo I e tipo II. No Transtorno Afetivo Bipolar Tipo I a manifestação se dá de forma clássica, ou seja, episódios maníacos alternados com crises depressivas ou vice-versa. No Tipo II, a manifestação dos sintomas é marcada por um ou mais episódios depressivos maiores juntamente com pelo menos um episódio maníaco.

O tratamento da doença bipolar deve ser feito a partir de um diagnóstico correto, levando sempre em consideração a importância do  diagnóstico diferencial entre uma ou mais psicopatologias.

O tratamento é medicamentoso, onde são utilizados fórmulas como o lítio e, em alguns casos, devem ser associados com outros medicamentos de modo a obter o controle de outros sintomas como os psicóticos, por exemplo.

É muito importante que o uso dos medicamentos seja contínuo e sem interrupções de modo a garantir que o paciente tenha uma vida normal e com mais qualidade. O acompanhamento do médico é de extrema importância para a recuperação do paciente que ao obter o controle de sua doença pode levar uma vida saudável longe de preconceito.

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Esta apresentação reflete a opinião pessoal do autor sobre o tema, podendo não refletir a posição oficial do Portal Educação.

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colunista

Denise Marcon

Possui graduação em PSICOLOGIA pela Universidade para o Desenvolvimento do Estado e da Região do Pantanal (2005) e Pós-Graduação em Psicologia Organizacionaol pela UNIDERP/Anhanguera. Atualmente é tutor de educação a distância - Portal Educação. Tem experiência na área da psicologia social e organizacional.

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