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12 de março de 2010

A rotina intensa dos plantões pode ser um motivos da má qualidade de vida dos estudantes de medicina
Uma pesquisa realizada com 800 estudantes de 75 escolas médicas brasileiras aponta que a má alimentação, poucas horas de sono e altos níveis de estresse é rotina constante dos estudantes. O dado preocupante é para a chamada “crise do meio”, pois foi constatado que a qualidade de vida desses estudantes está afetada.
Segundo a pesquisa, 48,1% apresentaram altos índices de sonolência diurna, sendo a maior percentagem do sexo feminino, 54,9%. Os homens correspondem a 42,5%. Na percepção dos acadêmicos, o problema de excesso de sono está associado à queda de domínio físico, psicológico e ambiental.
O que mais assustou foi que 37% dos que possuem índices patológicos elevados não estão conscientes de seu estado. Os motivos que levam os estudantes de medicina a apresentarem sintomas patológicos são as cobranças nos estudos e o choque da rotina no hospital. “Estabelecer rotina diária com exercícios físicos, alimentação saudável e sono adequado. Assim, poderemos manter equilíbrio emocional com qualidade de vida”, comenta a tutora do Portal Educação Thais Elena Carvalho.
A pesquisa foi realizada pela coordenadora-adjunta do curso de Medicina da Faculdade Evangélica do Paraná (Fempar) e integrante da diretoria da Associação Brasileira de Educação Médica (ABEM), professora doutora Patrícia Tempski Fiedler.
Fonte: Assessoria de Imprensa
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