É preciso orientar o filho que morde, e falar quanto é perigoso e feio. A escola pode ajudar
É na hora da raiva, em situações embaraçosas, que as crianças mais ousadas resolvem dar aquela mordida. Os pais ficam assustados com a situação e até envergonhados, principalmente quando a atitude é num parente, amigo ou desconhecido. Mas como reagir? O que fazer?
O ato da mordida é normal de ser observado quando as crianças entre dois e cinco anos começam a conviver com outros colegas. Para disputar a atenção para si, por uma falta de fluência em linguagem oral, as crianças acabam expressando o interesse de outra forma, como morder.
Crianças com esses atos não mordem por maldade e sim para chamar a atenção. Esse é o primeiro passo que os pais devem observar nos pequenos. Por isso é importante que os educadores não os recrimine e sim, dialoguem.
Perguntar por que deu uma mordida é primordial, já que a próxima atitude do pai é explicar que aquilo é errado e que a criança não deve mais fazer. “Recriminar de cara, sem explicar os motivos e sem dar voz à criança, só faz com que ela comece a sentir vontade de esconder seus erros dos pais”, aconselha a psicóloga clínica Cassandra Borges.
Sabendo que morder é uma fase que todas as crianças podem passar, é inevitável que os pais monitorem tudo de perto a fim de diminuir as mordidas. “Após os três anos de idade a criança raramente continuará mordendo, visto que, já haverá aprendido a se comunicar melhor. Se continuar, é importante procurar ajuda de um profissional da
psicologia”, alerta a tutora do
Portal Educação, Emileide da Costa.
Fonte: Assessoria de Imprensa
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