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Escolinhas implantam sistema de monitoração eletrônica para acompanhar filhos

O sistema virou moda e garante segurança aos pais


2 de dezembro de 2010


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Todas as atitudes dos filhos são monitoradas pelas câmeras e podem ser acessadas pelos pais na inter

Todas as atitudes dos filhos são monitoradas pelas câmeras e podem ser acessadas pelos pais na inter

Monitoração 24 horas, seja em casa no trabalho ou na escola, é isso que mães estão procurando antes de matricular um filho em uma escola ou creche. Ter câmeras ou webcams instalados nas creches, por exemplo, dão uma “sensação” de segurança para os pais que, na maioria das vezes, não tem como deixar o filho, sobre os cuidados de familiares.

O sossego de enxergar cada atitude do filho dentro da escola tem feito com que as instituições tenham procurado implementar esse serviço. Virou até moda no Brasil. Trata-se, na verdade, de uma estratégia para a escola, que pode evitar violência por parte dos profissionais que executam as tarefas, e dos pais que descobrem quais são as atitudes dos filhos na sala e com os professores, se estão se alimentando, dormindo, brigando e fazendo as tarefas.

Depois de seis meses com o seu filho, chega a hora de voltar ao trabalho. A solução é deixá-lo na creche, acreditando que será bem cuidado por profissionais competentes. Mas será mesmo? A tecnologia pode ajudar os pais a permanecerem sossegados quando se trata do cuidado do seu bebê.

O dispositivo produz imagens ao vivo, transmitidas pelo site da instituição. Então, os parentes podem ver os pimpolhos a partir de uma senha individual, que é trocada com frequência. Para a tutora do Portal Educação, educadora Thais Elena carvalho, essa ideia causa certa tranquilidade aos pais que seguem os passos do trabalho da escola e do filho. “O processo é a tecnologia que está sendo usada a serviço da segurança e do bem-estar de pais e da escola”, completa Thais Elena Carvalho.

Além de ser um ponto positivo para os pais, existe ainda o outro lado da moeda. São os educadores, que no começo sentem até uma sensação constrangedora, já que a ferramenta gera a sensação de vigília constante. A escola paulista no bairro Moema é uma das instituições que aderiu à tendência, dois anos atrás. Segundo a diretora Renise Carvalho a escola nunca recebeu nenhuma reclamação por parte dos pais. “Porém alguns ligam quando cai a rede da internet”. Para ela, a tecnologia tem sido um canal de afeto. “Muitos avós também acessam, especialmente os que moram longe, para verem os netos”, conta Carvalho.

Fonte: Assessoria de Imprensa


TAGS: tecnologia, escola, filho, segurança

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