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Livros digitais já têm aceitação no mercado acadêmico brasileiro

Os e-books estão conquistando adeptos às tecnologias


1 de dezembro de 2010


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No mercado, alguns aparelhos custam em média 130 dólares e podem ser comprados sem imposto

No mercado, alguns aparelhos custam em média 130 dólares e podem ser comprados sem imposto

Livro de papel para livro digital: essa é a tendência dos colégios e universidades brasileiras. Os chamados e-books estão substituindo as pilhas de livros debaixo do braço e ganhando compatibilidade.

As tecnologias estão disponíveis no mercado desde o século XXI, nos mais recentes formatos. Um exemplo é a tecnologia E-Ink, empregada nas telas apenas para refletir a luz, imitando a sensação de leitura no papel. Os e-books podem ser lidos no celular como em páginas tradicionais de livros e não cansam os olhos, porque o computador portátil facilita a leitura e gera luz como uma tela comum.

Segundo Eduardo Pellanda, professor de Comunicação Social da Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUCRS), à medida que os e-books fiquem mais baratos para se produzir e distribuir deve ocorrer uma inclusão natural das escolas no processo. “Aqui na universidade a nossa editora já está com um catálogo grande de livros digitais que não teriam um modelo comercial para serem lançados em papel”, diz Pellanda.

Para a tutora do Portal Educação, Thais Elena Carvalho, apesar de facilitar a tecnologia aos estudantes, ainda existe outra barreira que deve ser quebrada, que são os custos dos e-books. “O livro digital proporcionará conforto e praticidade, sem dúvida, mas o seu custo não o tornará acessível a todos os alunos, o que dificultará a utilização da ferramenta”, completa Carvalho.

No mercado alguns aparelhos custam em média 130 dólares e podem ser comprados sem imposto. “Entretanto, já existem fabricantes nacionais que podem vender em grande quantidade para o governo”, explica Pellanda.

Fonte: Assessoria de Imprensa


TAGS: livros digitais, e-books, mercado, tecnologias

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