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Paulo Freire defendia que a leitura e a escrita são práticas de liberdade
22 de setembro de 2010

Conhecido por seu sucesso da eficiência na educação de adultos, Paulo Freire pode ser considerado um dos maiores educadores brasileiros de todos os tempos. Ele nasceu em 1921 e teve a trajetória de vida interrompida em 1997.
Formado em direito, não exerceu a profissão, e escolheu a carreira para o magistério. As experiências nas salas de aula incomodaram Freire, porque ele entendia como a forma tradicional de ensino não avançava para o conhecimento.
De acordo com pensamento de Paulo Freire, autor de diversos livros, o aluno no papel passivo - de ouvinte, não consegue desenvolver o senso crítico, ao mesmo tempo em que o professor, no vício de ensino sem questionamentos, também fica refém do próprio saber.
O “Método Paulo Freire” visa ao ensino mais rápido e objetivo dos alunos. O mestre, que adota sua teoria, deve ministrar aulas, com intuito de instigar o conhecimento e provocar o questionamento por parte dos alunos. A valorização da leitura e da escrita presente nas obras de Paulo Freire contribuiu muito para a educação brasileira, completa a tutora do Portal Educação, educadora Thais Elena Carvalho.
As grandes frases do autor são: “Ninguém ensina ninguém, mas ninguém aprende sozinho”; “Ler, não é caminhar sobre as letras, mas interpretar o mundo e poder lançar suas palavras sobre ele, interferir no mundo pela ação”. “Ler é tomar consciência. A leitura é antes de tudo uma interpretação do mundo em que se vive. Mas não é só ler, é também representá-lo pela linguagem escrita. Falar sobre ele, interpretá-lo, escrevê-lo. Ler e escrever, dentro de uma perspectiva, é também libertar-se. Leitura e escrita como prática de liberdade”.
Fonte: Assessoria de Imprensa
TAGS: educador, Paulo Freire, leitura, escrita, livros, língua, conhecimento
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