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24 de junho de 2010
Oralidade
Oralidade um estado de escritura
A proposta do artigo de Gloria Radino disposto em http://www.scielo.br/pdf/pe/v6n2/v6n2a10.pdf é uma reflexão sobre o tratamento dado à oralidade na educação infantil. Tomou-se, como referência, a forma como os contos de fadas são apresentados aos alunos, pêlos professores. Foi analisada a abordagem dada
pelo Referencial Curricular para Educação Infantil (1998) à linguagem oral e escrita, bem como trechos de entrevistas realizadas com professores de educação infantil, em uma cidade do interior paulista, como parte de uma pesquisa que resultou na dissertação de Mestrado da autora. Como resultados, percebemos que a escola, em sua função alfabetizadora e por acreditar que as crianças provêm de um meio sócio-cultural desfavorecido, valoriza a linguagem escrita e despreza a oralidade, que perde sua função auxiliar na construção simbólica da criança, o que facilitaria o próprio processo de alfabetização.
Palavras-chaves: oralidade; contos de fadas; alfabetização.
Referência
Radino, Gloria. Oralidade, um estado de escritura. Psicol. estud., Dez 2001, vol.6, no.2, p.73-79.
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