Mais de 900 cursos online com certificado em diversas áreas

esqueci minha senha
Sala de aula
Confira o regulamento Promoção do Mês

Artigos de Pedagogia


Dificuldade de Aprendizagem - Criatividade e dificuldade de aprendizagem


6 de janeiro de 2009


definir tamanho aA aA


Referências

Alencar, E. M. L. S. (1975). Efeitos de um programa de criatividade em alunos de 4ª e 5ª séries. Arquivos Brasileiros de Psicologia, 27(4), 3-15.

Alencar, E. M. L. S. (1995). Criatividade. Brasília: Ed. Universidade de Brasília.

Alencar, E. M. L. S. (1996). A medida da criatividade. Em L. Pasquali (Org.), Teoria e Métodos de Medidas em Ciências do Comportamento (pp. 305-318). Brasília: MEC/INEP.

Alencar, E. M. L. S. (2000). O processo da criatividade: Produção de idéias e técnicas criativas. São Paulo: Makron Books.

Almeida, L. S. (1996). Considerações em torno da medida da inteligência. Em L. Pasquali (Org.), Teoria e Métodos de Medida em Ciências do Comportamento (pp. 199-223). Brasília: Laboratório de Pesquisa em Avaliação e Medida/Instituto de Psicologia/UnB:INEP.

Angelini, A. L.; Alves, I. C. B.; Custódio, E. M.; Duarte, W. F. & Duarte, J. L. M. (1999). Manual Matrizes Progressivas Coloridas de Raven – Escala Especial. São Paulo: Centro Editor de Testes e Pesquisas em Psicologia.

Avraham, K. N. & Angelo, D. (1996). The effects of feedback interventions on performance: A historical review, a meta-analysis, and a preliminary feedback intervention theory. Psychological Bulletin, 119(2), 254-284.

Bonamigo, E. M. R. (1980). Criatividade e ensino. Em J. C. Marques (Org.), Psicologia Educacional: Contribuições e desafios (pp. 222-253). Porto Alegre: Globo.

Burns, M. S.; Vye, N. J.; Bransford, J. D.; Delclos, V. & Ogan, T. (1987). Static and dynamic measures of learning in young hadicapped children. Diagnostique, 12(2), 59-73.

Burns, M. S.; Delclos, V. R.; Vye, N. J. & Sloan K. (1996). Changes in cognitive strategies in dynamic assessment. Em M. Luther; E. Cole & P. Gamlin (Orgs.), Dynamic assessment for instruction: From theory to application (pp. 182-188). New York: Captus University Publications.      

Carlson, J. S. & Wiedl, K. H. (1978). Use of testing-the-limits procedures in the assessment of intellectual capabilities in children with learning difficulties. American Journal of Mental Deficiency, 82(6), 559-564.

Eysenk, H. J. (1999). As formas de medir a criatividade. Em M.A. Boden (Org.), Dimensões da criatividade. (P. Theobaldo, Trad., pp. 203-244), Porto Alegre: Artes Médicas.

Ferriolli, S. H. T.; Linhares, M. B. M.; Loureiro, S. R. & Marturano, E. M. (2001). Indicadores de potencial de aprendizagem obtidos através da avaliação assistida. Psicologia: Reflexão e Crítica, 14(1), 35-43.

Fonseca, V. (1995). Introdução às dificuldades de aprendizagem. Porto Alegre: Artes Médicas.

García, J. N. (1998). Manual de dificuldades de aprendizagem: Linguagem, leitura, escrita e matemática. (J.H. Rodrigues, Trad.) Porto Alegre: Artes Médicas.

Gera, A. & Linhares, M. B. M. (1998). Estratégias de perguntas de busca de informações na resolução de problemas de crianças com e sem queixa de dificuldade de aprendizagem [Resumo]. Em Sociedade Brasileira de Psicologia (Org.), Programas e Resumos da XXVIII Reunião Anual de Psicologia (p. 126). Ribeirão Preto: SB.

Graham, S. & Harris, K. R. (1989). The relevance of IQ in the determination of learning disabilities: Abandoning scores as decision makers. Journal of Learning Disabilities, 22(8), 500-512.

Guilford, J. P. (1968). Intelligende, creativity and their educational implications. San Diego, California: Kanapp, R. Publisher.

Haywood, H. C. & Tzuriel, D. (2002). Applications and challenges in dynamic assessment. Peabody Journal of Education, 77(2), 40-63.

Jaben, T. H. (1986). Impact of instruction on behavior disordered and learning disabled students'creative behavior. Psychology in the Schools, 23, 401-405.

Lidz, C. S. (1992). Dynamic assessment: Some thoughts on the model, the medium, and the message. Learning and Individual Differences, 4(2), 125-136.

Linhares, M. B. M. (1995). Avaliação assistida: Fundamentos, definição, características e implicações para a avaliação psicológica. Psicologia: Teoria e Pesquisa, 11(1), 23-31.

Linhares, M. B. M.; Santa Maria, M. R.; Escolano, A. A. C. M. & Gera, A. A. (1998). Avaliação assistida: Uma abordagem promissora na avaliação cognitiva de crianças. Temas em Psicologia, 6(3), 231-254.

Lubart, T. I. (1994). Criativity. Em R. Sternberg (Org.). Thinking and problem solving (pp. 289-332). New York: Academic Press.

Medeiros, P. C.; Loureiro, S. R.; Linhares, M. B. M. & Marturano, E. M. A. (2000). Auto-eficácia e os aspectos comportamentais de crianças com dificuldade de aprendizagem. Psicologia: Reflexão e Crítica, 13(3), 327-336.

Neves, M. B. J. & Almeida, S. F. C. (1996). O fracasso escolar na 5ª série, na perspectiva de alunos repetentes, seus pais e professores. Psicologia: Teoria e Pesquisa, 12(2), 147-156.

Pereira, M. S. N. (1996). Efeitos de um treinamento de criatividade no desempenho escolar e nas habilidades criativas de crianças com dificuldades de aprendizagem. Dissertação de Mestrado, Universidade de Brasília, Brasília.

Pollack, S. N.; Pollack, D. & Tuffli, C. S. (1973). Creativity in the severely retarded. The Journal of Creative Behavior, 1(1), 67-72.

Santa Maria, M. R. & Linhares, M. B. M. (1999). Avaliação cognitiva assistida de crianças com indicações de dificuldade de aprendizagem escolar e deficiência mental leve. Psicologia: Reflexão e Crítica, 12(2), 395-417.

Siegel, L. S. (1989). Why we do not need intelligence test scores in the definition and analyses of learning disabilities. Journal of Learning Disabilities, 22(8), 514-518.

Stein, L. M. (1994). TDE – Teste de Desempenho Escolar: Manual para aplicação e interpretação. São Paulo: Casa do Psicólogo.

Sternberg, R. J. & Grigorenko, E. L. (2002). Dynamic testing: the nature and measurement of learning potential. New York: Cambridge University Press

Torgensen, J. K. (1988). Applied research and metatheory in the context of contemporary cognitive theory. Journal of Learning Disabilities, 21(5), 271-274.

Torgensen, J. K. (1989a). Cognitive and behavioral characteristics of children with learning disabilities: Concluding comments. Journal of Learning Disabilities, 22(3), 116-175.

Torgensen, J. K. (1989b). Why IQ is relevant to the definition of learning disabilities. Journal of Learning Disabilities, 22 (8), 484-486.  

Torrance, E. P. (1965). Rewarding creative behavior: Experiments in classroom criativity. New Jersey: Prentice-Hall, Inc. Englewood Cliffs.

Torrance, E. P. (1976). Criatividade: Medidas, testes e avaliações (A. Arruda, Trad.). São Paulo: Ibrasa.

Torrance, E. P. (1990). Tests of creative thinking: Streamlined scoring guide figural and verbal A and B. Bensenville, IL: Scholastic Testing Service, Inc.

Tzuriel, D. (2001). Dynamic assessment of young children. New York: Kluwer Academic/Plenum Publishers.

Virgolim, A. M.; Fleith, D. S. & Pereira, M. S. N. (1999). Toc, Toc... Plim, Plim!: Lidando com as emoções, brincando com o pensamento através da criatividade. Campinas: Papirus.

Vygotsky, L. S. (1991). A formação social da mente: O desenvolvimento dos processos psicológicos superiores (4ª ed., J. Cipolla Neto, L. S. M. Barreto & S. C. Afeche, Trads.). São Paulo: Martins Fontes. (Trabalho original publicado em 1934).

Wechsler, D. (1964). Escala de inteligência para crianças WISC – manual de aplicação e cotação (A. M. Poppovic, Trad.) Rio de Janeiro: CEPA. (Trabalho original publicado em 1949)

Wechsler, S. (1987). Efeitos do treinamento em criatividade em crianças bem-dotadas e regulares. Arquivos Brasileiros de Psicologia, 4, 95-110.

Wechsler, S. M. (1998). Criatividade: Descobrindo e encorajando. Campinas: Ed. Psy.

Wechsler, S. M. (2002). Avaliação da criatividade por figuras e palavras – Testes de Torrance Versão Brasileira. Campinas: LAMP/PUCCamp.

 

1 Apoio financeiro: Facitec/PMV e CNPq. Esta pesquisa faz parte da tese de doutorado da primeira autora sob orientação da segunda autora. Agradecimentos às bolsistas Flávia Almeida Turini, Maria Júlia de Sá Barbosa e Pereira, Juliana Soares Rabbi, Cláudia Patrocínio Pedroza e Érika da Silva Ferrão, que auxiliaram na coleta e processamento dos dados.
2 Endereço: Avenida 8 de Abril, Residencial 8 de Abril, 331, Bloco 12 Apto 404, Cidade Alta, Cuiabá, MT, Brasil 78025-340. E-mail: t.lebre@uol.com.br
3 Uma adaptação dos testes de Torrance para a população brasileira foi realizada por Wechsler (2002), contendo normas para estudantes do Ensino Médio e Superior, não indicada para esta pesquisa, dada a faixa etária estudada.
4 Não estava disponível à época da pesquisa a versão brasileira atualizada do WISC-III.
5 Critérios para os perfis de desempenho no PBFD: alto-escore (presença de 0,70 de perguntas relevantes e 0,75 de soluções corretas, na fase SAJ; e pelo menos 0,60 de perguntas relevantes e 0,60 de soluções corretas, na fase MAN); ganhador (presença de pelo menos 0,60 de perguntas relevantes e 0,50 de soluções corretas, na fase MAN); não-mantenedor (presença de menos de 0,60 de perguntas relevantes na fase SAJ e/ou menos de 0,50 de soluções corretas, na fase MAN), transferidor (presença de 0,60 de perguntas relevantes e 0,60 de solução correta, na fase TRF), não transferidor (presença de menos de 0,60 de perguntas relevantes e menos de 0,60 de solução
Some Rights Reserved

Esta apresentação reflete a opinião pessoal do autor sobre o tema, podendo não refletir a posição oficial do Portal Educação.

Comentários


Voltar para Pedagogia

Escolha sua área do conhecimento