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20 de janeiro de 2010
Ter uma alimentação saudável é de fundamental importância desde o nascimento até as fases finais da vida de um indivíduo. Quando começa a entrar na fase da terceira idade, algumas doenças surgem com mais frequência e os prejuízos são relativamente maiores. Um exemplo disto é a diarreia, que nesta faixa etária está associada a uma significativa incidência de mortalidade.
O envelhecimento é marcado por uma perda progressiva de massa corpórea magra, assim como mudanças no metabolismo do indivíduo, levando a modificações das necessidades nutricionais. Para Ana Paula Leão Rossi, nutricionista e tutora do Portal Educação, “as necessidades de energia geralmente diminuem, em razão ao declínio da taxa de metabolismo basal (mínimo de energia necessária para manter as funções vitais do organismo em repouso) e redução da atividade física, porém, deve-se ter cuidado com as quantidades de proteínas, vitaminas e minerais, pois dependendo do estado de saúde, esses nutrientes podem ter aumento excessivo ou brusca diminuição.
A dieta para os idosos são similares às dietas de adultos jovens, porém, podem ser necessárias modificações em virtude ao processo de envelhecimento, como a má digestão, disfagia (dificuldade para deglutir) e perda de apetite, muito comum nos idosos. “É importante fornecer refeições e lanches ricos em nutrientes, apresentando aspectos agradáveis como cor, sabor, aroma e textura, pois devido às alterações fisiológicas normais do idoso, ocorre perdas sensoriais (olfato, paladar, visão) e realizar 4 a 5 refeições ao dia”, ressalta a tutora do Portal Educação.
O idoso sadio que está se alimentando corretamente, não tem necessidade de suplementação alimentar com medicamentos a base de vitaminas. A suplementação deverá ser realizada se grupos de alimentos forem totalmente eliminados da dieta.
Portal Educação
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