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Vitamina B2 - Riboflavina


23 de fevereiro de 2008


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A riboflavina, também é conhecida por vitamina B2. Antigamente era conhecida como vitamina G, lactoflavina, ovoflavina, hepatoflavina, verdoflavina e uroflavina. A maioria destes termos indica a fonte a partir do qual a vitamina foi inicialmente isolada, i.e. leite, ovos, fígado, plantas e urina.

A riboflavina é essencial na síntese do dinucleótido de flavina-adenina (FAD), fazendo parte da estrutura desta molécula. O FAD é por isso considerado a forma biologicamente ativa da riboflavina.

Atua como um intermediário na transferência de eletrons em numerosas reações essenciais de oxi-redução. Participa assim em muitas reações metabólicas de carboidratos, gorduras e proteínas e na produção de energia através da cadeia respiratória.

Vitamina B2 (Riboflavina)

Riboflavina

As coenzimas de riboflavina são essenciais para a conversão da piridoxina (vitamina B6) e do ácido fólico nas suas formas coenzimáticas e para a transformação do triptofano em niacina.

A riboflavina é estável ao calor e por isso não é facilmente destruída no processo normal de cozimento, exceto se os alimentos estiverem expostos à luz, porque nesse caso podem ser perdidos até 50%. Podem também ocorrer perdas através da lixiviação na água de cozimento. Devido à sua sensibilidade à luz, a riboflavina desaparece rapidamente do leite guardado em garrafas de vidro expostas ao sol ou a luz natural direta (85% em duas horas). A esterilização de alimentos por irradiação ou o tratamento com óxido de etileno pode também causar a destruição da riboflavina.

A deficiência de riboflavina pode ocorrer como resultado de um trauma, incluindo queimaduras e cirurgia e tem sido observada em pacientes com doenças crónicas debilitantes (p.ex. febre reumática, tuberculose, endocardite bacteriana subaguda), diabetes, hipertiroidismo e cirrose hepática. Outros grupos de risco são os idosos, as mulheres que tomam contraceptivos orais, as crianças e os adolescentes de meios sócio-económicos pobres, crianças com doenças cardíacas crónicas, pessoas que não consomem lacticínios e bebês em tratamento de fototerapia prolongada para a hiperbilirrubinemia.

A má absorção pode acontecer como resultado de doenças gastro-intestinais, tais como a doença celíaca, obstrução intestinal, ressecção do intestino grosso, diarreia, enterite, atresia biliar e síndroma do colón irritável. As consequências de uma baixa ingestão de riboflavina pode ser agravada por estresse  e alcoolismo crônicos.

A deficiência em riboflavina provoca rachaduras nos cantos da boca e nariz, estomatite, coceira e ardor nos olhos, inflamações das gengivas com sangramento, língua arroxeada, pele seca, depressão, catarata, letargia e histeria.

O valor da DDR encontra-se entre 1,1 a 1,7 mg

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