A identificação humana pelo estudo do perfil genético é amplamente utilizada em casos de caracterização de vínculo genético familiar seja em processos cíveis – exemplo: exclusão ou não da paternidade – como também em processos criminais – exemplo: cadáveres e materiais biológicos encontrados na cena do crime.
Atualmente, a mídia tem contribuído de forma significativa para a divulgação e popularização dessa tecnologia, que vem evoluindo de forma significativa nas últimas duas décadas.
No entanto, algumas considerações sobre essa tecnologia não passam de mito, pois não se pode concluir que “o DNA resolve tudo”, mas que a análise do perfil genético pode auxiliar na identificação humana fazendo parte das provas periciais de um determinado caso criminal ou civil.
Segundo Butler (2005) Os testes de DNA para identificação humana podem ser utilizados para:
Casos forenses: análise do DNA do suspeito com aquele obtido da evidência biológica encontrada na cena do crime ou nas vítimas;
Teste de paternidade ou caracterização de vínculo genético familiar: exclusão ou não de supostos pais, filhos, mães e outros membros da família;
Desastres em massa: identificação dos fragmentos humanos e dos corpos encontrados em um desastre com inúmeras vítimas;
Investigações históricas;
Investigações de pessoas desaparecidas;
Identificação de militares;
Banco de DNA de criminosos ou de evidências biológicas.