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Aspectos de endoscopia no manejo da úlcera péptica gastroduodenal


15 de janeiro de 2009


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A hemorragia digestiva alta (HDA) é emergência comum com taxas de morbidade e mortalidade de aproximadamente 40 e 10%, respectivamente. O desenvolvimento dos inibidores da bomba de prótons que estabilizam o coágulo e favorecem a interrupção do sangramento, a erradicação do Helicobacter pylori para evitar a recidiva da doença ulcerosa, os cuidados intensivos de pacientes graves e o tratamento endoscópico são princípios angulares do diagnóstico e tratamento desta doença. A despeito dos avanços mencionados, o envelhecimento da população, e as comorbidades associadas têm contribuído para a manutenção dos índices de mortalidade.

O exame de endoscopia digestiva alta (EDA) é considerado método de eleição para o diagnóstico e tratamento da úlcera péptica hemorrágica podendo mudar a evolução e as taxas de mortalidade. O exame de endoscopia deve ser realizado nas primeiras 12 horas, após a avaliação e estabilização hemodinâmica.

O tratamento endoscópico nas úlceras pépticas gástricas ou duodenais tem sua indicação quando o paciente apresenta os seguintes sinais de hemorragia recente durante a realização da endoscopia diagnóstica: hemorragia ativa em forma de jato ou porejamento; - Vaso visível não sangrante; Coagulo aderido.

Trecho  extraido do artigo "Aspectos endoscópicos no manejo da úlcera péptica gastroduodenal " (José Giordano-Nappi; Fauze Maluf Filho), disponível no site Scielo.br.

Leia o artigo completo acessando o arquivo relacionado abaixo.



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