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1 de janeiro de 2008
O trabalho também mostrou que há diferenças quanto ao sexo e quanto à raça/etnia na população estudada. Por exemplo: comer frutas e vegetais cinco vezes ao dia foi mais freqüente entre mulheres (27,3% a 35,9%) que entre homens (19,5% a 27,1%). Brancos (de origem não-hispânica nem índia) tenderam a comer menos frutas e vegetais do que asiáticos e pessoas de múltipla origem racial.
A diferença racial se mantém, porém invertida, no quesito atividade física: entre homens e mulheres, fazer exercício era menos freqüente entre os negros, hispânicos e asiáticos do que entre os brancos.
Quando se tomam os dois comportamentos preventivos em conjunto (ingerir frutas e vegetais pelo menos cinco vezes ao dia e realizar atividade física moderada regularmente), a prevalência foi de 16,5% para homens de múltipla origem racial, e de 12,6% entre brancos. Entre as mulheres, as negras tinham 12,6% de prevalência de adoção do comportamento preventivo contra 14,8% entre as hispânicas e 17,4% das brancas.
“A despeito das diferenças específicas quanto à raça/etnia observadas neste relatório”, comentam os técnicos do CDC, a prevalência de engajamento nos dois comportamentos é baixa entre todas as populações. Portanto, todas elas deveriam ser alvo de intervenções para aumentar o consumo de frutas e vegetais e para aumentar a atividade física regular. Entretanto, essas intervenções terão mais sucesso se forem formatadas para as necessidades específicas de cada população, por exemplo por meio de estratégias como programas em locais de relevância cultural, promoção de alimentação e atividades apropriadas para as culturas e participação dos grupos no desenvolvimento das intervenções”.
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