Mulheres têm dificuldade de conciliar a maternidade com a vida profissional
A revista Crescer, em comemoração aos seus 18 anos de existência, traz na edição de novembro uma pesquisa sobre maternidade e trabalho. O levantamento, que constatou que mulheres que são mães e profissionais se sentem culpadas e não dispõem de tempo para exercer vários papéis, foi realizado com 5 mil mulheres, entre 20 e 46 anos.
Ainda hoje, as mulheres têm como ideal o modelo antigo de maternidade, no qual a mulher cuidava da casa e dos filhos de maneira impecável. Por conta disso, 72% das entrevistadas pela Crescer sentem culpa por trabalhar fora e 43% se acham boas mães, mas afirmam que poderiam ser ainda melhores.
O drama das mães vai além. Como a realidade empresarial e as leis trabalhistas ainda não se adaptaram à mulher contemporânea, 62% das mulheres afirmam que parariam de trabalhar se pudessem abrir mão do emprego e 23% assumem que já recusaram promoções ou propostas melhores de trabalho para não prejudicar o tempo com os filhos. Apesar disso, 42% das mulheres acreditam que a maternidade trouxe benefícios para a vida profissional.
Para muitas mães profissionais a solução seria o equilíbrio entre o trabalho e a maternidade. Das mulheres que responderam à pesquisa da Crescer, 63% disseram que o trabalho ideal seria meio período no escritório e meio em casa, e 68% abririam mão de parte do salário para reduzir jornada.
Com o especial "Eu, meus filhos e meu trabalho", apoiado pela marca Huggies, a Crescer faz sua estreia no Ipad. Para ter acesso, basta fazer o download no Apple Store. A edição impressa da publicação já está nas bancas.
Fonte: Administradores
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