O curso de matemática financeira do Portal Educação apresenta um conjunto de conceitos e exemplos que afirmam a importância do estudo nesta área.
Podemos conceituar a Matemática Financeira, de maneira simplista, como o ramo da Matemática que tem como objeto de estudo o comportamento do dinheiro ao longo do tempo. Avalia-se a maneira como este dinheiro está sendo ou será empregado, de maneira a maximizar o resultado, que se espera positivo. Com as ferramentas adequadas pode-se também comparar entre duas ou mais alternativas, aquela que trará mais benefícios ou acarretará menos prejuízo.
Na atual economia, que se diz globalizada, não se concebe qualquer projeto, seja de que área for, em que o aspecto financeiro não seja um dos mais relevantes para sua execução. No dia a dia das famílias ocorre o mesmo fenômeno. Discute-se cada vez mais o último IGP, a inflação ou deflação, a taxa de juros básicos da economia, a famosa SELIC divulgada após longas reuniões do COPOM. Enfim, números, índices e taxas que em princípio parecem saídos de algum caldeirão alquímico, mas que na verdade são sempre variações sobre o mesmo tema: Estatística, Matemática Pura e Matemática Financeira.
Para exemplificar melhor, imagine a decisão entre comprar uma televisão em 12 vezes “sem juros” ou poupar o dinheiro para compra do mesmo produto à vista. Quais os custos envolvidos nessa decisão? Como avaliar monetariamente a decisão?
Nesse contexto, a Matemática Financeira se ocupa em estudar e fornecer as tais ferramentas adequadas para a tomada de decisão com a maior precisão possível. Se na vida pessoal já temos que tomar decisões que nos afetarão por um bom tempo, imagine na vida de uma empresa cujo faturamento, na maioria das vezes é bastante superior à renda de uma família. Note que as decisões são, basicamente, as mesmas. O que muda são os efeitos e o grau de precisão com que os cálculos devem ser feitos.
Os objetivos principais da Matemática Financeira podem ser resumidos como:
- A transformação e o manuseio de fluxos de caixa, com a aplicação das taxas de juros de cada período, para se levar em conta o valor do dinheiro no tempo;
- A obtenção da taxa interna de juros que está implícita no fluxo de caixa;
- A análise e a comparação de diversas alternativas de fluxo de caixa.
Trecho do curso de Matemática Financeira do Portal Educação. Para saber mais sobre o assunto, inscreva-se no curso de Matemática Financeira.