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Expressividade Vocal - Notícia Assoc. Docentes da UFG


27 de janeiro de 2010


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O programa de assistência vocal da Adufg tem como objetivo orientar, prevenir, detectar e tratar os sintomas vocais negativos, sensoriais e auditivos, através de terapia vocal especializada, com orientação sobre a produção vocal, noções básicas de saúde vocal, sobre as possibilidades do aparelho fonador para os professores que têm como instrumento de trabalho a voz. a Fonoaudióloga responsável é Ana Cláudia Villela, especialista em Voz e em Motricidade Oral, Mestre em Educação.

De acordo com ela, o som da voz do professor pode afeta-lo social e profissionalmente. Uma voz sonora, forte e saudável é ouvida e apreciada. Uma voz tensa distante e problemática pode tornar-se desinteressante e prejudicar a compreensão dos alunos.

Ana Cláudia Villela observa que o uso incorreto da voz é geralmente favorecido pela falta de conhecimento sobre a produção vocal, pela ausência de noções básicas de saúde vocal ou ainda, por um modelo vocal deficiente, isto é, pela influência de uma imagem não adequada às condições anátomo-funcionais de um determinado sujeito, levando a selecionar ajustes motores impróprios. Estas adaptações deficientes refletem numa disfonia (Behlau e Pontes, 1995). Estes autores completam que qualquer dificuldade na emissão vocal que impeça a produção natural da voz configura uma disfonia. Essa dificuldade pode ser expressada através de esforço à emissão, dificuldade para manter a voz, cansaço ao falar, variações no tom habitual, rouquidão, fala de projeção adequada da voz, a voz enfraquece, falha ou se perde completamente.

A expressividade vocal e corporal para professores

- Trabalhar aspectos da qualidade vocal, como rouquidão, tensão, nasalidade, esforço, ataque, ressonância e coordenação pneumofônica;
- Aperfeiçoar o desempenho vocal, melhorando o controle de parâmetros auditivos de voz e de fala selecionados (impostação vocal);
- Conhecer as diferenças entre voz / fala / articulação;
- Corrigir alterações fonêmicas na fala;
- Reduzir o sotaque ou regionalismo;
- Desenvolver a expressividade vocal e corporal;
- Desempenhar sua atividade com credibilidade, fluência, segurança e naturalidade e saúde.

Professor: salve a sua voz!

Mais do que uma simples produção do som, a voz produzida por alguém pode dizer-nos muito mais do que as próprias palavras.

A voz do indivíduo está relacionada com o seu biótipo, sua profissão, seu grau de cultura, seu estado neuro-hormonal, sua atitude emocional, seu estado psíquico, com tantos elementos, enfim, que quando se altera percebemos imediatamente na voz, que se processou uma anormalidade qualquer.

A voz bem colocada tem som de “boa disposição”, ela estabelece uma auto confiança naquele que fala e causa uma impressão positiva nos outros. Uma voz forte e saudável abre as portas e cria oportunidades (Cooper, 1991). Segundo Quinteiro (1989), só uma voz limpa, sem ruídos patológicos, está em condições de enfrentar atividade profissional intensa como é a do professor.



Fonte: Associação dos Docentes da Universidade Federal de Goiás. Para ler na íntegra, clique aqui.

Saiba mais sobre Expressividade Vocal, fazendo o curso "A voz como Instrumento de Trabalho" do Portal Educação. Clique aqui.
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Esta apresentação reflete a opinião pessoal do autor sobre o tema, podendo não refletir a posição oficial do Portal Educação.

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