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10 de julho de 2008
Se você quer ser um servidor público, deve começar a se preparar com seriedade para isso. Não pense que será rápido, nem fácil. Passar em concurso é trabalhoso, leva tempo, exige dedicação e disciplina. Por outro lado, as compensações e prêmios por esse esforço são enormes. Ou seja, vale a pena. Embora não haja um prazo determinado, as pessoas levam em média de 1 a 3 anos para serem aprovadas, se fizerem as coisas do jeito certo. Imagine se você, daqui a 3 anos, puder ter um emprego estável, respeitado, bem remunerado, com a chance de fazer a diferença e melhorar a vida do próximo? Imagine em 3 anos ter tempo para a família, status, exercer parte da autoridade pública e ainda ter direito à aposentadoria? O concurso é uma grande opção de vida e de carreira.
É possível, com organização, disciplina e força de vontade, conciliar um estudo eficiente com uma vida onde haja espaço para lazer, diversão e pouco ou nenhum estresse. A qualidade de vida associada às técnicas de estudo são muito mais produtivas do que a tradicional imagem da pessoa trancafiada, estudando 14 horas por dia. O sucesso no estudo e em provas (escritas, concursos, entrevistas etc.) depende basicamente de três aspectos, em geral, desprezados por quem está querendo passar numa prova ou conseguir um emprego: clara definição dos objetivos e técnicas de planejamento e organização; técnicas para aumentar o rendimento do estudo, do cérebro e da memória e técnicas específicas sobre como fazer provas e entrevistas, abordando dicas e macetes que a experiência fornece, mas que podem ser aprendidos. O conjunto destas técnicas resulta em um aprendizado melhor e em mais sucesso nas provas escritas e orais (inclusive entrevistas).
Para melhorar a "briga" entre estudo e lazer, o ideal é aprender a administrar o tempo. Para isto, basta um pouco de disciplina e organização. Aprender a separar o tempo é um excelente meio de diminuir o estresse e aumentar o rendimento, não só no estudo, como em tudo que fazemos. É voz corrente dizer-se que o concurso é coisa para maratonistas, super-homens, e que disponham de muito tempo para os estudos. É o que ocorre quando o político sagaz espalha sorrateiramente a balela de que somente que tem milhões para gastar poderá ser eleito, afastando a concorrência que preocupa. No caso dos concursos, porém, o que ocorre não advém da astúcia, mas exatamente da desinformação. Quando o concurseiro ainda não aprovado intimida o seu colega com as informações aterrorizantes sobre “o sacrifício que é se preparar para um concurso”, exibe apenas a desinformação que assola a sofrida classe, enquanto busca justificar os seus resultados.
Redação Portal Educação
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